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      <title>Diário de Aprendizagem by Lina Bolas</title>
      <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario</link>
      <description>Em busca de informação, reflexão, discussão, clarificação, solução... Porque a educação é uma paixão.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-23 21:21:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa A. 3.2 Apresentação</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/224032919</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Lina Bolas e sou professora do grupo 220 na Escola André de Resende, do Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira, em Évora. Estou a exercer também funções de  assessoria para a coordenação de estabelecimento e a coordenar a implementação do PAFC na minha escola. Tenho 30 anos de experiência profissional no ensino do Inglês e do Português no curso regular e em percursos curriculares alternativos, e tenho participado em experiências de apoio tutorial, ensino do Inglês precoce e em projetos etwinning e Erasmus+. Estou motivada para desenvolver um trabalho que vá ao encontro das necessidades de formação dos nossos alunos e da sociedade atual. Tenho muita esperança de que o PAFC seja um caminho adequado. Com este curso, espero ficar bastante familiarizada com os documentos orientadores, interiorizar os seus princípios fundamentais, refletir sobre eles, partilhar dúvidas e ideias e começar a formar uma opinião fundamentada sobre as decisões e opções curriculares que deveríamos tomar na minha escola, para os próximos anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 22:01:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/232751627</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 20:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil doa alunos e o desenvolvimento de competências (Reação a um comentário)</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/237830028</link>
         <description><![CDATA[<div>by Endhoscopy</div><div>O conceito de aprendizagens essenciais deve potenciar um conjunto de ferramentas que permitam ao aluno construtos, por sua vez, geradores de novas aprendizagens. Falamos de propostas pedagógicas em que o aluno se torna autor do seu caminho. <br><br></div><div><strong>Concordo. Deixemos que cada um escolha e desenvolva o seu projeto de vida. Mas bem apoiado num ambiente de rigor e exigência e sustentado nas competências, princípios e valores do Perfil dos Alunos.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 18:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências (Reação a um comentário que não copiei e depois perdi)</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/237831641</link>
         <description><![CDATA[<div>Concordo. O Perfil do Aluno lança a visão do cidadão que precisamos de formar, tendo em conta o que são as exigências do futuro. Precisamos de preparar pessoas para desempenharem tarefas que provavelmente ainda nem existem, para se adaptarem continuamente aos desafios, para serem cidadãos do mundo. Devemos dar liberdade para criar e crescer, estimular a cooperação e exigir responsabilidade e respeito pelo ser humano e pela Natureza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 18:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa (reação a um comentário)</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/248491707</link>
         <description><![CDATA[<div>A sala de aula deve ser um espaço mais informal e privilegiar as produções dos alunos, num contexto de partilha e de interação. A escola deve valorizar a interdisciplinaridade e o trabalho de projeto. As novas tecnologias devem ser uma ferramenta sempre presente.<br><br></div><div>Também acho que a metodologia a privilegiar, para que a aprendizagem seja significativa, é o trabalho de projeto. E no que diz respeito a recursos, as novas tecnologias são incontornáveis. Para que o aluno faça efetivamente aprendizagens que pode aplicar em várias situações e que ficam para a vida, tem de se envolver emocionalmente e isso acontece mais facilmente se usar metodologias e recursos apelativos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 13:51:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa (reação a um comentário)</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/248492721</link>
         <description><![CDATA[<div>Perante esta tarefa, não posso deixar de citar Sérgio Niza quando diz “A vida do professor é uma vida extenuante, porque se colocou no lado errado da profissão. Faz trabalho de escravo, porque não o faz com a cabeça, faz com o corpo todo. É ele que gasta todo o tempo, dá as lições, estuda para dar as lições e os alunos, para trabalharem, vão para casa, onde ninguém os pode ajudar. Quando a pessoa que os poderia ajudar era o professor…. Uma profissão tão exaltante se nos soubermos colocar na perspetiva da organização do trabalho das aprendizagens dos alunos.”(Niza, Escritos sobre Educação, 2005, p.509). <a>hide</a></div><div>by Lgomes</div><div>Efetivamente nós, professores(as), queremos muito que os nossos alunos façam aprendizagens, mas esgotamo-nos a tentar "passar-lhes" tudo o que sabemos, muitas vezes sem grande sucesso. Esquecemo-nos de que o que eles conseguem construir por si próprios tem muito mais significado do que o que lhes é simplesmente transmitido. Tentemos ser organizadores do trabalho de aprendizagem dos alunos!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 13:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: É importante que os alunos façam aprendizagens significativas</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/248705365</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 23:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa - &quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas.&quot; - comentário</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/248781811</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas, porque são aquelas que fazem sentido, que constituem âncoras fortes e seguras para as aprendizagens seguintes, que fazem com que o aluno se envolva no processo e que estimulam a motivação e a curiosidade para aprender mais. Os alunos ficam mais entusiasmados e recetivos às aulas quando os conteúdos lhes parecem relevantes e interessantes. É mais fácil tirar partido do interesse e entusiasmo dos alunos quando se usa uma abordagem “de baixo para cima”, ou seja, quando partimos da análise das suas características, capacidades, interesses e necessidades. Não é fácil, mas os resultados podem ser mais recompensadores para alunos e professor(a). É preciso pô-los a trabalhar em projeto, fazer avaliação sistemática e dar feedback constante, para que se sintam apoiados. Orientar o processo de ensino de modo a que os alunos sintam que fazem parte integrante das decisões e têm um papel ativo; e ligá-lo, sempre que possível, ao mundo real é meio caminho para que se façam aprendizagens significativas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-05 08:38:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógicaRelate uma prática de diferenciação pedagógica que tenha sido / esteja a ser implementada na sua escola, refletindo sobre a eficácia dessa prática e elencando, à luz do texto introdutório, possibilidades de melhoria da mesma.</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/248798382</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha escola estão a ser implementadas várias medidas que concorrem para a diferenciação pedagógica: coadjuvação em sala de aula para maior apoio individualizado, formação de grupos de homogeneidade relativa, apoio tutorial específico para ajuda no envolvimento escolar e em estratégias de estudo, … Mas já há vários relatos de medidas semelhantes nos murais, e decidi relatar uma experiência no âmbito das minhas aulas de Inglês do 5º ano. Para treinar a oralidade com o conteúdo lexical “Informação pessoal” e o conteúdo gramatical “forma interrogativa do presente simples”, dividi a turma em grupos heterogéneos de três alunos e propus o seguinte projeto: escolher uma pessoa famosa de um país anglófono, pesquisar informação pessoal sobre ela, preparar uma pequena entrevista e fazer a sua dramatização. Os alunos escolheram quem desempenharia cada um dos três papéis: entrevistador, pessoa famosa e tradutor. Claro que o nível de exigência de cada um dos papéis é diferente porque o entrevistador faz as perguntas em português, o tradutor traduz para Inglês e a pessoa famosa responde em Inglês. Foi interessante verificar que todos os alunos se entusiasmaram bastante no trabalho, mesmo os que se sentem menos à-vontade na oralidade, porque puderam participar e aprender, sem exporem demasiado as suas fragilidades. Entre eles, fizeram a distribuição dos papéis, de acordo com as características de cada um, sem a minha intervenção e sem conflitos.&nbsp;<br><br></div><div>Após a apresentação dos trabalhos e, uma vez que os alunos que tinham sido entrevistadores tinham participado na preparação da entrevista, mas não tinham falado em inglês, perguntei se gostariam de voltar a fazer a dramatização, mas trocando os papéis. Todos os grupos quiseram repetir e os alunos com mais dificuldade na oralidade tiveram oportunidade de desempenhar papéis em que tinham de falar em Inglês, mas agora com alguma confiança porque já tinham ouvido os colegas e memorizado algumas falas.<br><br></div><div>Senti que foi um projeto de trabalho em que houve efetivamente escolha dos alunos e cooperação entre alunos de capacidades e estilos diferentes, com aprendizagem para todos, mas de forma diferenciada. No entanto, foram precisas várias aulas e a colaboração da disciplina de TIC para a pesquisa de informação, pois na aula de Inglês só há um computador. O tempo e a necessidade de cumprir o programa são constrangimentos que nos levam muitas vezes a optar por um ensino mais dirigido e igual para todos. Mas será que os resultados são os mesmos? Para alguns alunos sim, mas não para todos. Se queremos envolver todos e fazer com que todos aprendam e se envolvam, temos de “desenhar” atividades diferenciadas e fomentar a colaboração e a cooperação entre todos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-05 09:51:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico - Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular? Justifique a sua resposta.</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/249137791</link>
         <description><![CDATA[<div>Parece-me óbvio que sim, embora com percentagens da carga horária passível de flexibilização um pouco diferentes das preconizadas no Despacho 5908/2017, de 5 de julho. Se o desafio é colocar o aluno no centro do processo, atribuindo-lhe mais autonomia nas escolhas, mais trabalho prático, proporcionando-lhes mais situações para aprendizagens significativas, então este modelo pedagógico responde através dos projetos de âmbito e dos projetos transversais. Estes projetos exigem ainda cooperação e colaboração, não só entre alunos, mas também entre professores, na medida em que a interdisciplinaridade e a transversalidade de conteúdos se impõem. É preciso que os professores das várias áreas preparem em conjunto e esbatam algumas barreiras de espaço e tempo que o modelo tradicional impõe entre as várias disciplinas. Este modelo permite que os projetos se desenvolvam na comunidade, haja uma ligação ao “mundo real” e uma integração no currículo de componentes locais e regionais, de acordo com outro dos desafios do despacho. <br><br></div><div>Parece-me um modelo que vai ao encontro do espírito do Despacho 5908/2017, de 5 de julho, na medida em que valoriza o trabalho focado em competências e a resolução de problemas, fomentando a iniciativa, a autonomia, a curiosidade, o trabalho solidário e em equipa e a construção de produtos, para a qual é imprescindível convocar todas as áreas do conhecimento, sem exceção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 08:01:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/249415819</link>
         <description><![CDATA[<div>·         <em>Fazer coincidir as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação</em></div><div>Acho que faz todo o sentido que, à medida que se vão delineando tarefas para a aprendizagem, se vá integrando a avaliação das aprendizagens no processo e, de acordo com essa avaliação, se vão fazendo os ajustes às metodologias e às estratégias, para dar resposta à forma como os alunos aprendem melhor. Se há diferentes estilos de aprendizagem, também tem de haver diferentes formas de avaliar. Para ir ao encontro desta ideia, é então urgente que os instrumentos de avaliação sejam muitos e muito variados e que não se avaliem apenas produtos, mas processos e progressos. </div><div> </div><div>·         <em>a avaliação [constitui] uma componente intrínseca do processo curricular, que permite regular e monitorizar a adequação e a pertinência das decisões adotadas sobre as diferentes dimensões curriculares e organizativas, que possibilitam a criação de ambientes de aprendizagem de qualidade.</em></div><div>O/A professor/a não pode avaliar apenas as aprendizagens dos alunos, tem de se questionar, questionar os seus métodos e avaliar o seu desempenho enquanto docente. Tem de, sistematicamente, ir ajustando o seu trabalho em função dos resultados que vai obtendo, tentando contribuir para mais e melhores aprendizagens.</div><div> </div><div>·         <em>As rotinas escolares empurram muitas vezes para o início do ano a (necessária) reflexão sobre os mencionados critérios de avaliação. Embora pareça o mais natural (a integrar a abertura de um novo ciclo escolar ou formativo), o momento será, julga-se, anacrónico. </em></div><div>Na realidade que conheço, as rotinas escolares não só empurram para o início do ano a reflexão sobre os critérios de avaliação, como tendem a manter ano após ano os mesmos critérios de avaliação. <br><br></div><div>O documento sobre critérios de avaliação de Português parece-me um documento vago e que ajuda pouco à aferição de critérios entre os vários professores. Surgem-me as seguintes questões:<br><br></div><div>·         Há cinco domínios avaliados e, aparentemente, têm pesos idênticos na avaliação sumativa, mas no documento isso não está claro. Cada domínio vale 20% da avaliação sumativa? A gramática vale o mesmo que a leitura ou a escrita? As atitudes e valores são avaliados de forma integrada com os outros domínios? Não acho mal que a avaliação das atitudes esteja refletida na avaliação dos domínios nem sou grande adepta de reduzir tudo a números, mas parece-me que o documento devia orientar de forma mais clara a atuação e as decisões dos professores e dar aos alunos e aos pais uma ideia mais precisa e específica do que conta e com que peso na sua avaliação final. Em cada domínio, pode ler-se no final “Outros conhecimentos, capacidades e atitudes selecionados”. Isto é demasiado vago. É para decidir em negociação com a turma? É para que o professor decida sozinho ou em departamento?</div><div> </div><div>·         “A informação deve ser recolhida através de instrumentos e procedimentos diversificados e adequados à especificidade do que se pretende avaliar” – esta ideia também me parece vaga. Na realidade é a ideia que está subjacente à legislação, mas acho que os critérios de avaliação deviam conter orientações mais específicas relativamente à tipologia de instrumentos e procedimentos. Por exemplo, elencar uma listagem de tipos de instrumentos, mesmo que não muito exaustiva, para cada domínio. </div><div>·         A definição de perfis também é vaga, não dando grande contributo para a forma de clarificar e objetivar o perfil em que cada aluno se encontra. “Muito Bom”, “Suficiente” e “Muito Insuficiente” para os níveis 5, 3 e 1 respetivamente (com níveis intermédios de 2 e 4) ajuda pouco na decisão. Só com esta clarificação, o juízo global sobre as aprendizagens pode ser feito com muita subjetividade. O que é um desempenho suficiente? Penso que uma descrição mais pormenorizada do que se entende por um desempenho suficiente daria aos alunos balizas para a sua autoavaliação e ajudaria os professores na tomada de decisão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-07 11:11:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/249431106</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-07 14:24:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>lina_bolas</author>
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         <pubDate>2018-04-07 22:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>lina_bolas</author>
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         <pubDate>2018-04-19 11:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 - Planificação de uma atividade</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254086542</link>
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         <pubDate>2018-04-21 22:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254086669</link>
         <description><![CDATA[<div>Preparar os jovens para construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global é uma tarefa muito exigente, tendo em conta que é preciso mudar práticas e as práticas enraizadas custam a mudar… As atividades pedagógico-didáticas que é preciso implementar exigem mudanças nos espaços e nos tempos, no papel do professor e no papel do aluno, e ainda na organização disciplinar. Para colocar o/as aluno/as no centro do processo educativo, atribuindo-lhes um papel ativo na própria aprendizagem, é preciso insistir no trabalho de projeto, em equipa, na transdisciplinaridade, na pesquisa criteriosa e apoiada, com recurso à utilização de ferramentas variadas, na saída da sala de aula, na comunicação em suportes variados, na divulgação de trabalhos à comunidade. O papel do/as professor/as será apoiar o/as aluno/as na seleção das fontes, ajudá-lo/as a desenvolver um olhar crítico sobre a informação, a selecionar e organizar a informação de acordo com o objetivo. É importante implementar atividades pedagógicas de questionamento da realidade e de observação de ideias sob diferentes pontos de vista, bem como atividades de descentração, “pôr-se no lugar do outro”.<br><br></div><div>A escola tem de trabalhar mais em conjunto com as instituições da comunidade. O IPDJ, por exemplo, pode colaborar bastante com as escolas<strong>. </strong>Esta instituição tem vindo a promover diversas atividades, em escolas pelo país, promotoras da educação para a saúde, nomeadamente o projeto <em>CUIDA-TE,</em> que tem “como principal objetivo trabalhar na área da saúde juvenil e na promoção de estilos de vida saudáveis.” Uma das suas medidas é o programa <em>Cuida-te</em>, na forma de <strong>Teatro Debate</strong>.Com esta atividade pedagógica, abordam-se situações relacionadas com a adolescência (sexualidade, bullying, dependências, nutrição e exercício físico). Após a atuação dos atores, o/as aluno/as são desafiado/as a intervir no sentido de apresentar uma solução ou final diferente daquele que acabaram de ver. Este tipo de intervenção e de debate permite aos adolescentes colocarem-se em diferentes papéis, vivenciarem e tomarem consciência de outros pontos de vista. Acredita-se, portanto, (em termos muito sucintos) que este processo de verbalização e de um sujeito que se coloca no lugar do outro contribua para o alargamento de perspetivas, crescimento e desenvolvimento pessoal. Na prática, trata-se de vivenciar diversos valores da cidadania, a qual não se ensina mas vivencia-se. Esta experiência pode ser aprofundada, alargada em diferentes disciplinas/contextos, consoante os objetivos, conteúdos curriculares, necessidades e interesses dos grupos de aluno/as.<br><br></div><div>As atividades de escola que extravasam o grupo turma e a que os alunos aderem por opção são também uma excelente oportunidade para desenvolverem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir.<br><br></div><div>Ana Tavares </div><div>Lina Bolas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 22:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos alunos e a organização da escola</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254087164</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada aluno é um ser humano único. Para que cada um desenvolva as suas potencialidades nas várias vertentes do Perfil do Aluno, a escola tem de apostar muito na pedagogia diferenciada, na constituição temporária de grupos de homogeneidade relativa, no trabalho colaborativo (quer de professores, quer de alunos), no apoio efetivo e sistemático aos alunos que revelam dificuldades na leitura, escrita e cálculo, logo no início da escolaridade. Os alunos têm de encontrar oportunidades para desenvolver atividades de que gostem, em clubes relacionados com cidadania ativa, artes, ciência e desporto. A escola deverá ser um espaço onde todos se sintam envolvidos e ativos. A sala de aula tem de estar organizada em espaços de trabalho diferenciado e equipada com recursos variados.</div><div>Para que os professores consigam dar resposta efetiva e eficaz à diferenciação pedagógica, é preciso que tenham um número não exagerado de turmas, que trabalhem, tanto quanto possível, com a mesma equipa educativa e que a formação contínua seja mais adequada às necessidades. Mas também os alunos e as famílias têm de se empenhar no processo. Mesmo que as respostas da escola para o combate ao insucesso sejam adequadas, só poderão dar resultado se os alunos e as famílias valorizarem a escola e as aprendizagens escolares. Quando tal não acontece, é preciso que as instituições de apoio à família e à criança funcionem e trabalhem em estreita colaboração com a escola. A escola precisa também de mais psicólogos a trabalhar a tempo inteiro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 22:48:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.4 – Fórum: Discussão sobre as Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254087654</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Qual  o impacto das Aprendizagens Essenciais na sala de aula?<br></strong>Reorganizar e abrir a sala de aula<br><br></div><div>Para planificar, realizar e avaliar as aprendizagens de acordo com as orientações das Aprendizagens Essenciais, é preciso mudar a disposição física da sala de aula e abri-la aos vários espaços escolares e à comunidade. Os alunos deverão trabalhar mais em grupo, desempenhar tarefas diferenciadas, recorrer à pesquisa e à discussão e apresentação de conclusões com frequência. As aprendizagens serão mais ligadas à experimentação e à ligação com a comunidade e o "mundo real".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 23:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.6 - Construção de um Mapa de Ideias</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254087686</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4515055">http://popplet.com/app/#/4515055<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 23:03:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254087730</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Nome: Expressão Dramática </strong>(disciplina semestral)<br><br></div><div><strong>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s):</strong> Português; Inglês, História e Geografia de Portugal; Educação Musical; Educação Visual; Educação Tecnológica; Cidadania e Desenvolvimento; Educação Física</div><div><strong>Ano(s) de escolaridade:</strong> 2º Ciclo <strong>(5º e 6º anos)<br></strong><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong></div><div>Uma parte significativa dos alunos inicia o 2º ciclo com muitas dificuldades na leitura e na comunicação oral. Além disso, verifica-se que o relacionamento interpessoal não é o mais adequado, havendo muita falta de respeito pelo outro e muita dificuldade em exteriorizar sentimentos e emoções. A Expressão Dramática poderia levar os alunos a:</div><div>- melhorar as competências de leitura expressiva e a dicção;</div><div> - exprimir emoções e sentimentos;</div><div>- conhecer-se a si próprio e aos outros:</div><div> - colocar-se na situação do outro e desenvolver atitudes de empatia;<br> - praticar conteúdos de várias áreas disciplinares, tornando as aprendizagens mais significativas.</div><div><br><strong>Principais estratégias para a sua implementação:</strong><br><br></div><div>- Trabalhar em equipa (docentes e discentes)</div><div>- Ler e escrever textos dramáticos, pondo em prática conhecimentos e capacidades adquiridos em várias disciplinas;</div><div>- Visitar o Teatro Garcia de Resende e, eventualmente, contar com algum apoio de atores profissionais;</div><div>- Treinar a expressão corporal e a dicção;</div><div>- Dramatizar situações várias;</div><div>- Encenar e representar uma peça de teatro para apresentar à comunidade </div><div><strong><br>Critérios de avaliação:<br></strong><br></div><div>Avaliação qualitativa e descritiva, baseada nos seguintes parâmetros: </div><div>- participação e compromisso; </div><div>- cooperação e espírito de interajuda; </div><div>- espírito crítico; </div><div>- criatividade e expressividade;</div><div>- impacto nas áreas disciplinares envolvidas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 23:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: Planificação de um DAC: Fontes de Évora </title>
         <author>lina_bolas</author>
         <link>https://padlet.com/lina_bolas/omeudiario/wish/254087869</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-21 23:07:30 UTC</pubDate>
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