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      <title>USO DE CÉLULAS TRONCO by Ana Flávia Feitosa</title>
      <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-27 17:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2173359204</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que são células tronco?</strong><br>As células-tronco são células indiferenciadas ou com baixo grau de diferenciação, encontradas em tecidos <strong>embrionário</strong> e <strong>extra-embrionários</strong>. É importante saber que as células-tronco são células que tem capacidade de se a<strong>uto reproduzirem</strong> e gerar células <strong>especializadas e diferenciadas</strong> que podem ser utilizadas em um tecido ou célula-alvo, a partir da expressão<strong> </strong>de determinados genes. Muitos estudos vêm sendo direcionados para a utilização dessas células na terapia de várias doenças, e os resultados obtidos até então são bastante promissores, o que faz muitos autores acreditarem que as células-tronco representam a terapia do futuro, podendo significar a cura de determinadas doenças, tais como diabetes, cardiopatias, câncer e mal de Alzheimer.</div><div><br><br>Referência: <a href="https://periodicos.ufba.br/index.php/cmbio/article/view/4292/3154">Vista do Células-tronco: uma breve revisão (ufba.br)</a><br><a href="http://periodicos.unincor.br/index.php/iniciacaocientifica/article/viewFile/4837/3632">3632 (unincor.br)</a><br>Data de acesso: 06/05/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 19:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>VÍDEO EXPLICATIVO</title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 19:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos De Células Tronco </title>
         <author>saraaredo3</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174100869</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem três grandes grupos de células-tronco: as embrionárias, as não embrionárias ou adultas e as induzidas.<br><br><strong>Células-tronco embrionárias</strong><br><br>As células-tronco embrionárias, como o próprio nome diz, são aquelas encontradas nos embriões, aproximadamente 5 dias após a fecundação. Ou seja, elas se formam no começo do desenvolvimento embrionário.<br><br>Esses tipos de células-tronco destacam-se pelo processo chamado de “diferenciação celular”, uma vez que apresentam alta capacidade de se transformarem em qualquer tipo de célula, gerando assim, células especializadas e de diferentes tecidos do corpo.<br><br><br><strong>As células-tronco embrionárias são classificadas em:</strong><br><br><strong>Células-tronco totipotentes:</strong> As quais geram tecidos extraembrionários originando organismos completos. Elas podem se diferenciar em todos os tecidos do corpo humano. Um exemplo é o zigoto.<br><br><strong>Células-troco pluripotentes:</strong> Especializadas em gerar células dos três folhetos embrionários (ectoderma, mesoderma e endoderma). Assim, elas podem se transformar em quase todos os tecidos do corpo, exceto placenta e anexos embrionários.<br><br><strong>Células-tronco adultas<br></strong><br>As células-tronco adultas são células indiferenciadas que possuem a função de renovar e reparar os tecidos do corpo. Porém, elas são menos versáteis do que as células-tronco embrionárias.<br><br>Assim, em relação às células-tronco embrionárias, as células adultas não são derivadas de tecidos embrionários e possuem a capacidade de se transformarem em menor escala<br><br>As células-tronco adultas são encontradas em todas as partes do corpo humano, especialmente na medula óssea e sangue do cordão umbilical, sendo retiradas dos próprios pacientes para fins medicinais.<br><br><strong>Células-tronco induzidas<br></strong><br>As células-tronco induzidas são aquelas produzidas em laboratório, as primeiras foram produzidas a partir de células da pele, em 2007. Após alguns teste, foi comprovado que estas células podiam se diferenciar nos três folhetos embrionários.<br><br>Assim, elas são retiradas de um individuo adulto, o que diminui alguns dos conflitos bioéticos do uso de células-tronco ao excluir o uso de embriões. Essas células representam a possibilidade de tratamento de alguns tipos de doenças, pois representam a possibilidade de reconstrução de tecidos e órgãos.<br>Referência: <a href="https://www.todamateria.com.br/celulas-tronco/">https://www.todamateria.com.br/celulas-tronco/</a><br>Data de acesso: 06/05/2022</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 22:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>NOTÍCIAS </title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174147732</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte:&nbsp;<a href="https://somenteboasnoticias.wordpress.com/2013/06/10/pseudoartrose-tratamento-com-celulas-tronco/amp/">Pseudoartrose: Tratamento com células-tronco – SOMENTE BOAS NOTÍCIAS (wordpress.com)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 01:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Características das células-tronco</title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174157777</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As células-tronco mostram três propriedades fundamentais:<strong> auto-renovação, proliferação e diferenciação</strong>. <br><br>Na <strong>auto-renovação</strong>, que ocorre por mitoses, as células-tronco geram cópias idênticas de si mesmas. O importante, nesse caso, é que a população dessas células pode manter seu número mais ou menos constante, mesmo quando parte delas segue o caminho da diferenciação (ou seja, o organismo mantém um “estoque” permanente daquelas células-tronco). <br>A <strong>proliferação</strong>, também por mitoses, garante um número adequado de células-tronco num dado local do organismo, em um determinado momento de seu desenvolvimento. <br>A <strong>diferenciação</strong> permite o surgimento de tipos celulares distintos, em termos morfológicos e funcionais e, por extensão, de tecidos e órgãos especializados. O processo de diferenciação é regulado pela expressão preferencial de genes específicos nas células-tronco, mas ainda não se sabe em detalhes como ocorre. Certamente, isso depende também do microambiente em que a célula-tronco está inserida — ou seja, pela influência exercida pelas células da vizinhança e pela presença (ou ausência) de variados fatores de diferenciação celular. Algumas células do nosso corpo, como os neurônios e as hemácias, atingem um estado diferenciado e maduro e a partir de então não mais se dividem. Já algumas outras células, embora usualmente não se dividam, podem fazê-lo rapidamente quando expostas aos sinais apropriados. Um exemplo disso são as células-tronco adultas, presentes em várias partes do corpo humano, que passam a se dividir quando ocorre uma lesão naquele tecido, a fim de compensar as células perdidas. <br><br><strong>Referência: </strong><a href="http://jararaca.ufsm.br/websites/histo/download/Artigo2/Celulas_Tronco1.pdf">Celulas_2006 (ufsm.br)</a><br><strong>Acesso:</strong> 07/05/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 02:05:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entenda o surgimento da célula até seu processo de diferenciação </title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174158298</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada indivíduo já foi uma única célula, sendo resultado da fusão entre um óvulo e um espermatozóide. Esta célula primordial, chamada de zigoto, possui informações genética e é capaz de gerar qualquer outro ser humano. Esta informação genética é o DNA que tornou-se responsável por todas características de determinado indivíduo. Logo após a fecundação essa célula passa por diversas divisões, uma se divide em duas, duas se dividem e formam quatro e quatro se transformam em oito células. Na fase de oito a dezesseis células forma-se a Mórula. Em seguida, as células do embrião se diferenciam em dois grupos: um grupo de células externas que vão originar a placenta e os anexos embrionários (trofoblasto), e uma massa de células internas que vai originar o embrião (embrioblasto). Após 72 horas, este embrião, agora com cerca de sessenta e quatro a cem células, é chamado de <strong>blastocisto</strong>. As células internas do blastocisto vão originar as centenas de tecidos que compõem o corpo humano. São chamadas de células <strong>tronco embrionárias pluripotentes</strong>. A partir desse momento as células começam a se diferenciar em vários tecidos compondo o corpo humano.&nbsp;<br><br></div><div>Referências :</div><ol><li>&nbsp;<a href="https://www.scielo.br/j/ea/a/sDtmSJfCv3cYLjcDg94NW4n/?format=pdf&amp;lang=pt">a16v1851.pdf (scielo.br)</a></li><li><a href="https://wp.ufpel.edu.br/histologiainterativa/files/2018/12/Semana4a8_tudo_peq.pdf">Slide sem título (ufpel.edu.br)</a></li></ol><div><br>Data de Acesso: 08/05/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 02:07:31 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças que podem ser tratadas com o uso de células-tronco: </title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174161500</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais de 80 doenças são tratáveis com o uso dessas células.&nbsp;</div><div>Entre elas: leucemias, anemias, tumores, linfomas e doenças do sistema imunológico.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 02:18:11 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1 - Armazenamento de células-tronco<br></strong>Existem instituições e laboratórios que realizam e defendem este procedimento de armazenamento de células tronco. Após o parto, um enfermeiro autorizado pelos pais do bebê, realiza a coleta do sangue do cordão umbilical e placentário, Esse material será armazenado utilizado como possibilidade para tratamentos futuros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 02:21:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEI DE BIOSSEGURANÇA - LEI Nº 11.105, DE 24 DE MARÇO DE 2005</title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174615486</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lei de Biossegurança</strong> tem por objetivo regulamentar todos os aspectos relacionados ao desenvolvimento e adoção dos <a href="https://croplifebrasil.org/noticias/descubra-a-importancia-dos-organismos-geneticamente-modificados/">Organismos Geneticamente Modificados</a> (OGMs) no país, incluindo pesquisa em contenção, experimentação em campo, transporte, importação, exportação, produção e armazenamento.<br><br><strong>Art. 5º</strong> É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de <strong>células-tronco</strong> embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização <strong>in vitro </strong>e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:<br><br></div><div>I – sejam embriões inviáveis; ou</div><div><br>II – sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.</div><div><br>§ 1º Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores.</div><div><br>§ 2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.</div><div><br>§ 3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica o crime tipificado no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11105.htm">art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.</a><br><br><strong>O direito à vida no contexto de pesquisa com células tronco<br></strong><br>Muitos debates surgiram sobre o uso de células embrionárias obtidas em laboratórios para pesquisa. Anteriormente à lei de 11.105, havia a Lei de Biossegurança de 1995 que proibia o uso de embriões humanos como material biológico disponível. Em 2003 houve a criação de um novo projeto para retirar da lei o artigo que proibia <br>a manipulação de embriões humanos, o que abriria espaço para a pesquisa com células-tronco embrionárias. Nesse momento, surgiu uma grande pressão tanto dos comitês científicos quanto da população religiosa em relação as pesquisas com embriões humanos. Por fim, o artigo 5° veio a ser aprovado e sua rejeição foi superação quando os cientistas conseguiram convencer os parlamentares através da tese "<strong>remédio ou lixo</strong>" referente ao destino dos embriões de reproduções assistidas. A partir dessa tese os cientistas&nbsp; informaram que a maioria dos casais não queria ver seus embriões sendo gerados em outras famílias e optava por mantê-los congelados. O destino de tais embriões após diversos anos de congelamento seria o <strong>descarte</strong>. Os cientistas argumentaram que seria mais nobre destiná-los à pesquisa, pois poderiam contribuir futuramente no <strong>tratamento de diversas enfermidades</strong>, sendo este o núcleo da tese “remédio ou lixo”. Além de afirmar que tais embriões não constituíam formas de vida, inclusive por perda de viabilidade quanto maior o período de congelamento, os peritos contrastavam essa situação com o caso de pacientes vítimas de doenças degenerativas que poderiam ser beneficiados pelas pesquisas com células-tronco embrionárias.<br><br>Referências:</div><ol><li>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11105.htm</li><li>https://croplifebrasil.org/noticias/lei-de-biosseguranca-25-anos/</li><li>https://www.scielo.br/j/rs/a/hNPqnTdZgrFVy8DQrsKSZJK/?lang=pt&amp;format=pdf</li></ol><div>Data de Acesso: 08/05/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 18:52:25 UTC</pubDate>
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         <title>Divisão celular após fecundação</title>
         <author>anaflaviafeitosa1302</author>
         <link>https://padlet.com/anaflaviafeitosa1302/usodecelulastronco/wish/2174766852</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência: https://www.scielo.br/j/ea/a/sDtmSJfCv3cYLjcDg94NW4n/?format=pdf&amp;lang=pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 23:39:10 UTC</pubDate>
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