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      <title> &quot;Comunicação e uso de mídias&quot; - Série Cadernos Pedagógicos (Capítulos 3, 4, 5 e 6) - Programa Mais Educação do Ministério da Educação. by Alan Angelo</title>
      <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721</link>
      <description>ERA UMA VEZ UMA CIDADE
QUE POSSUÍA UMA
COMUNIDADE,
QUE POSSUÍA UMA
ESCOLA.
MAS OS MUROS
DESSA ESCOLA
ERAM FECHADOS
A ESSA COMUNIDADE.
DE REPENTE,
CAÍRAM-SE OS MUROS
E NÃO SE SABIA MAIS ONDE
TERMINAVA A ESCOLA,
ONDE COMEÇAVA
A COMUNIDADE.
E A CIDADE PASSOU
A SER UMA
GRANDE AVENTURA DO
CONHECIMENTO. (Texto extraído do DVD &quot;O Direito de Aprender&quot;, uma realização da
Associação Cidade Escola Aprendiz, em parceria com a UNICEF.)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-27 21:09:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanangelo2</author>
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         <pubDate>2021-02-27 21:56:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanangelo2</author>
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         <pubDate>2021-02-27 21:57:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A comunicação evoluiu exponencialmente nos últimos anos. Partimos de uma comunicação voltada quase que exclusivamente interpessoal, isso aproximadamente, 3500 anos atrás, quando os sumérios inventaram a escrita. Passando por um avanço significativo em 1450 quando Gutenberg inventou a prensa de impressão, dispositivo que permitiu a divulgação massiva de conteúdos propiciando a socialização de conhecimentos em diversos segmentos da sociedade. A evolução foi acentuada no século XIX com invenções de grande importância, como o telegrafo, o rádio, o telefone, a fotografia e o cinema. No século XX, a evolução acelerou-se com a televisão, a conexão por satélite, a internet, a fibra ótica e as redes sem fio. A era digital potencializou a comunicação com a interconexão das diversas mídias. Por princípio, toda informação tem um emissor e precisa de um canal para circular. Por trás da informação estão, portanto, os produtores, e, junto com eles, os meios de comunicação, que garantem a circulação – canais de TV, emissoras de rádio, jornais, revistas, editoras, internet, produtoras de filmes etc.   “A midiação da cultura é um processo que iniciou com a invenção da imprensa e se desenvolveu com a constituição da comunicação como um mercado, consolidando-se com o surgimento dos meios de comunicação eletrônicos”. (THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna, Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1995.)Os meios de comunicação são, por outro lado, o canal utilizado pelas empresas para promover suas marcas e produtos, através da publicidade. O poder persuasivo da publicidade, integrado a estratégias de marketing, nos leva frequentemente a consumir bens e serviços que não nos pareciam necessários, antes do impacto midiático, criar em nós a vontade de possuí-los. A tendência atualmente é a promoção do consumismo nas crianças e adolescentes, que são a fronteira de expansão do mercado. A midiação provoca efeitos em dois níveis: o profundo (adesão ao consumismo e a sua forma prática de realização, que é o mercado) e o superficial (adesão ao pensamento das forças políticas e econômicas, que tiram seu poder do mercado).Para o sociólogo inglês John Thompson, as mediações compõem um contexto social estruturado onde acontece a apropriação cotidiana dos produtos de comunicação de massa. Cada pessoa traduz e “decodifica” as mensagens de maneira diferente, conforme seu contexto social e as infinitas variantes de interpretação, que surgem das histórias e trajetórias pessoais. As mediações são dinâmicas, pois mudam com o tempo, influenciadas por diversos fatores, inclusive, a própria pressão da comunicação de massa, que “constrói” cultura. A perspectiva da interface educação-comunicação considera esse dinamismo e se propõe justamente fortalecer e atualizar o papel da escola como mediador institucional.</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1248850982</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 23:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>INTERNET, UM CAMPO DE POSSIBILIDADES E DISPUTAS</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1248879231</link>
         <description><![CDATA[<div>A internet rompe com a comunicação vertical e mercantilizada, sendo, desse ponto de vista, revolucionária. Nunca, antes, houve tantas possibilidades reais de democratizar a comunicação.<br><br></div><div>As forças dominantes tentam aproveitar a inovação em seu favor, fazendo da internet um mercado. O fato de essas forças estarem de olho no potencial da internet evidencia-se na disputa que travam para controlar a troca de arquivos entre usuários, de modo a impedir a circulação livre de músicas, vídeos, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais, e o modo em que a utilizam para aumentar lucros, transferindo para os usuários responsabilidades de “autoatendimento”, sem compensação financeira.<br><br></div><div>A internet, do ponto de vista do Direito à Comunicação constitui, portanto, um campo onde concepções opostas se enfrentam. Se for verdade que ela reforça de maneira extraordinária as possibilidades da comunicação independente e horizontal, também é verdade que a velha comunicação, verticalista e inserida nos interesses do mercado, tem suas cartas para jogar nessa partida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 23:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>DESAFIOS PARA A ESCOLA</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1248881268</link>
         <description><![CDATA[<div>O paradigma conceitual da criança se modificou. No século XVII ela era considerada pouco mais que um adulto em miniatura; passados os primeiros cinco ou seis anos de vida, ela participava da vida social, integrando-se ao mundo do trabalho e à convivência social plena.<br><br></div><div>A separação das crianças do mundo adulto é presidida pela disseminação da ideia do cuidado, dentro de um intuito moralizante, que tem um de seus componentes no controle das informações e dos conhecimentos aos quais as crianças tinham acesso.<br><br></div><div>Essa filtragem, realizada pela escola e a família, desaparece com o advento da televisão no século XX, pois “ela permite que os mais jovens estejam presentes nas interações dos adultos [...] A telinha mostra às crianças os temas e comportamentos que os adultos se esforçaram em ocultar-lhes durante séculos.”<br><br></div><div>A escola, a família, a igreja, o partido político e outras instituições orientadoras tendem a perder, naturalmente, sua influência, pois elas representam e estão encarregadas de transmitir conhecimentos e valores que representam o passado.<br><br></div><div>As crianças e jovens passaram a dominar melhor o uso das tecnologias em relação aos seus pais e no ciberespaço configura-se uma comunidade desterritorializada e fragmentada, sem vínculos necessários com o local, onde as histórias e os relacionamentos – as raízes – se constroem e reconstroem permanentemente.</div><div>A internet tornou totalmente livre o acesso aos mais diversos conteúdos. Assim, “a escola deixou de ser o único lugar de legitimação do saber, pois existe uma multiplicidade de saberes que circulam por outros canais e não pedem autorização à escola para se expandir socialmente.” ( MARTIN-BARBERO, Jesus)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 23:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>POTENCIAL PEDAGÓGICO DA CRÍTICA</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1248884047</link>
         <description><![CDATA[<div>As mídias estão na origem de uma nova cultura, orientada para o futuro, na qual adolescentes e jovens têm como referência principal seus pares; essa mutação está sendo aprofundada pela internet. Pareceria, então, à primeira vista, que o adulto perdeu influência na formação dos jovens, mas não é assim. A comunicação de massa gerou a nova cultura e, ao mesmo tempo, a significou, normalizando-a dentro das necessidades do momento atual do mercado capitalista. </div><div><br>A perda de influência das instituições do mundo adulto que se propunham a realizar uma ação educativa (a escola, em primeiro lugar, mas também as igrejas e mesmo os partidos políticos) acontece, concomitantemente, com o surgimento de outra instituição educativa “de adultos” (a mídia), que nega ter essa pretensão, mas a executa de maneira implacavelmente eficaz pelo próprio desenvolvimento de sua lógica interna. </div><div><br>Decorre disso que, para a escola recuperar o seu papel, deveria, em primeiro lugar, lutar por sua própria legitimidade perante crianças e jovens. Colocamos aqui, como tese, que ela não pode recuperar essa legitimidade, se não desvendar, através da crítica, a mistificação proposta pelo mundo da comunicação-mercado. Essa crítica gera a possibilidade de se criar uma cumplicidade com os mais jovens, valorizando e promovendo a busca da autonomia como uma aventura existencial íntima, do pensamento e do conhecimento, e não como uma proposta condicionada, subliminarmente, pela lógica mercantil. </div><div>A recuperação do papel da escola está relacionada à capacidade que tiver de converter-se num espaço privilegiado para garantir às novas gerações os conhecimentos e as habilidades indispensáveis, para que se comuniquem com autonomia e autenticidade. A partir de uma pedagogia problematizadora, partimos do princípio de que a leitura da mídia será mais eficiente, caso os jovens tenham garantida a capacidade de analisar suas próprias formas de comunicação e as maneiras de se comunicar adotadas e privilegiadas pela escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 23:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade sobre o que você aprendeu.</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1249622848</link>
         <description><![CDATA[<div>Clique na imagem abaixo e no mural que surgirá faça 2 comentários dos pontos que mais foram relevantes para você em relação ao estudo do CAPÍTULO 3 em caixas distintas colocando no final o seu nome completo. Em seguida comente de maneira sucinta os apontamentos de outro colega da turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 09:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos exercitar o que aprendemos nos capítulos 3,4,5 e 6.</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1249644923</link>
         <description><![CDATA[<div>CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E FAÇA O QUE SE PEDE:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 09:47:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanangelo2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:11:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Professor Ismar de Oliveira Soares, coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação/NCE, da Universidade de São Paulo, e um dos principais estudiosos do assunto, define a Comunicação e o Uso de Mídias na escola com um termo, a “Educomunicação”, que absorve seus fundamentos dos tradicionais campos da educação, da comunicação e de outros campos das ciências sociais, superando, desta forma, as barreiras epistemológicas impostas pela visão iluminista e funcionalista de relações sociais que mantêm os tradicionais campos do saber isolados e incomunicáveis. Historicamente, algumas linhas de estudo dentro do uso de mídias na escola têm se destacado. No artigo “Caminhos da Educomunicação”, o Prof. Ismar de Oliveira Soares defende que o novo campo acontece, a partir de ações conjuntas em diferentes áreas, ganhando a dimensão de um movimento que caminha sintonizado em torno de uma ideia básica: possibilitar o conhecimento sobre a sociedade midiática, mediante o exercício do uso de seus recursos, sempre numa perspectiva participativa e integradora dos interesses da vida na comunidade. Registra, desta forma, as seguintes áreas:</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250294777</link>
         <description><![CDATA[<div>Clique na imagem abaixo e veja em detalhe cada área.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:16:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CARACTERÍSTICAS E DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO E USO DE MÍDIAS</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250330968</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma análise mais próxima das experiências de comunicação e uso de mídias bem sucedidas em escolas e comunidades prova que os jornais, a rádio, o vídeo, a fotografia e os quadrinhos produzidos por estudantes, de todo o Brasil, trazem, no âmago do processo, um fazer interdisciplinar e integrador de tempos e espaços, como, justamente, propõe o Mais Educação.<br>Eles têm potencial de se tornarem parte de um sistema de comunicação entre estudantes, professores, diretores e comunidade escolar, portanto, carregam o potencial de instigar diálogos para a construção de um projeto político-pedagógico rico e alinhado às características de uma escola que tenha importância na vida de seus estudantes e da comunidade. Para tanto, carregam desafios que devem ser vencidos na sua elaboração e no dia-a-dia do trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>INTERDISCIPLINARIDADE E SABERES POPULARES</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250335272</link>
         <description><![CDATA[<div>Talvez, o desafio mais antigo da educação formal seja desengavetar as disciplinas estanques e tornar o conhecimento integrado a uma realidade. Em termos de políticas públicas, o modelo tradicional de currículo vem sendo discutido e flexibilizado por diretrizes nacionais como os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) e pela própria LDB nº9394 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que abre espaço para atividades interdisciplinares.<br>Uma das primeiras percepções na produção de comunicação é a de que um jornal, vídeo, rádio, fotografia e quadrinhos são, por natureza, produtos interdisciplinares, ou seja, exigem a aplicação de múltiplos saberes acadêmicos na sua elaboração. A produção em comunicação é entendida, no contexto da Educomunicacão, como uma prática estudantil/escolar, que respeita a autonomia dos estudantes e que deve envolver as mais diversas disciplinas. O trabalho em grupo, com o monitor que auxilia o processo, vai exigir pesquisa e esforço dos estudantes com relação ao conteúdo escolar.<br>A integração dos saberes acadêmicos, comunitários e estudantis facilita, para que a escola torne-se articuladora de uma comunidade de aprendizagem, isto é “uma comunidade humana organizada que constrói um projeto educativo e cultural próprio para educar a si própria, suas crianças, seus jovens e adultos” (Texto-referência do Programa Mais Educação, p. 27, MEC – Brasília, 2009).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:38:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>LEITURA E ESCRITA: O PAPEL SOCIAL</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250340536</link>
         <description><![CDATA[<div>O Programa Mais Educação coloca ênfase, também, na leitura, escrita e livre discussão como forma de dar novo significado aos espaços sociais onde as pessoas exercem sua cidadania. A garantia de acesso aos veículos de comunicação, ao domínio de diferentes linguagens e à produção de comunicação, como forma de participação democrática são elementos fundamentais do programa do MEC e, também, atividades centrais das práticas educomunicativas.<br>O papel da mídia na construção de uma identidade cultural única é notório. A mídia é, atualmente, o prisma sobre o qual uma cultura global dominante impõe-se sobre culturas regionais e sobre o qual os sujeitos em formação, crianças e jovens, começam a alicerçar sua identidade e sua visão de mundo. Trata-se de desconstruir o conceito de uma cultura única e imutável, passado pela mídia e começar a comunicar a cultura própria e viva daquela comunidade.<br>O uso da língua e da expressão, no processo, é fundamental, para que a mensagem seja compreendida pelo receptor (público-alvo da mídia em questão) e o produto de comunicação seja, de fato, eficiente. Trata-se de um exercício constante de pesquisa de linguagem e de uso social da escrita. A preocupação “em ser compreendido” faz da comunicação uma prática de uso cotidiano da língua e do jornal produzido, sendo uma ferramenta importante de cidadania<br>Os educandos tendem a perceber que é, a partir da mudança e leitura de mundo locais, que são construídas as leituras e as mudanças globais, e que é possível elaborar um novo, transformador e autêntico tipo de comunicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>VOZ DOS ESTUDANTES</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250344353</link>
         <description><![CDATA[<div>A autonomia, o protagonismo e o empreendedorismo juvenil são elementos essenciais estimulados pela produção coletiva de comunicação. Trata-se de um tempo e espaço raros onde a criança, o adolescente e o jovem podem exercer livremente sua criatividade e expressar seus anseios. Ele busca sua pauta, pesquisa, escreve, analisa e opina com o suporte do ambiente escolar, mas não subordinado a ele.<br>A voz dos estudantes, comunicação autêntica explícita nos produtos desenvolvidos, deve ocasionar um impacto significativo no ambiente escolar, gerando até possíveis tensões que, se trabalhadas de forma adequada por educadores e gestores, tendem a resultar em uma esfera positiva de resolução de conflitos.<br>Esse processo de elaboração do produto de comunicação (com a participação de um monitor), bem como a posterior negociação para a publicação do jornal (ou veiculação do programa de rádio ou vídeo), coloca, inicialmente, no mesmo patamar de debate e liberdade de opinião, educadores, educandos e gestores. A importância prática desse processo é a de que o trabalho em grupo entre alunos, e também a relação entre educador e educando, ganharão novos papéis.<br>O jornal escolar pode abordar as questões mais relevantes para a comunidade e seus personagens e relativas preocupações, problemas e soluções. Por meio da produção de mídia, a comunidade tem a possibilidade de enxergar seus anseios pela voz de seus próprios estudantes/moradores e, assim, estreitar seus laços com a escola. Esse envolvimento vem se mostrando cada vez mais importante para uma educação de qualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:42:58 UTC</pubDate>
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         <title>EXPRESSÃO: UMA QUESTÃO DE DIREITO</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250346697</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposta educomunicativa está calcada, firmemente, no que já foi citado, como a “voz dos estudantes”, ou seja, na criação de novos espaços dialógicos horizontais e ecossistemas comunicativos. A construção de autonomia e estímulo ao protagonismo desses estudantes nesses novos espaços constitui um sistema de garantia de direitos.<br>A Educomunicação diz respeito, diretamente, ao direito à comunicação, uma conquista constitucional, fruto da Convenção Mundial dos Direitos Humanos de 1959. As crianças e adolescentes têm proteção especial; seus direitos à livre expressão figura como artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990.<br>O direito à comunicação é um dos pilares centrais de uma sociedade democrática: todas as pessoas devem ter voz e com ela se expressar livremente. O acesso aos veículos de comunicação, à produção e à veiculação de informações faz parte dessa garantia – passando pela importante construção da autonomia perante os veículos existentes e dominantes.<br>Uma das principais riquezas das mídias produzidas por jovens é refletir que aquela escola e comunidade não são feitas de pessoas e pensamentos uniformes. A diversidade (de gêneros, posições políticas, preferências e opiniões diversas) presente na escola deve ser valorizada nos processos educomunicativos. O papel dessa formação ética, como o reconhecimento e afirmação de diferenças, é outro diálogo possível entre as práticas educomunicativas e a garantia dos Direitos Humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:44:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250354058</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As mídias escolares são uma tradição educativa nascida durante essa revolução pedagógica que foi a Escola Nova – também chamada de Escola Ativa. Os pensadores que construíram essa nova perspectiva constataram que a aprendizagem é um processo que não acontece de fora (o meio, o professor) para dentro (o aluno), mas o inverso. Trata-se de uma revolução copernicana, pois inverte a proposição que sustentava a educação, até então; daí uma crítica radical à escola tradicional. A Escola Nova propõe aos alunos atividades diversas – intelectuais, artísticas, físicas, trabalhos manuais – prefigurando o que, hoje, chamamos de educação integral. É dentro dessa perspectiva que aparecem nas escolas as quais aderem a esse movimento, desde o início do século XX, dispositivos de impressão tipográfica (nessa tecnologia, os textos são compostos letra por letra, o que agregava ao trabalho manual a possibilidade de ensinar a língua) e inicia a produção de impressos escolares. As Mídias Escolares têm como diretriz o Projeto Político-Pedagógico da escola, sendo uma ferramenta de sua proposta educativa. Consequentemente, todo o processo está focado na aprendizagem do aluno e tem, necessariamente, a mediação de um educador. Este é o legado de Freinet e a perspectiva do Programa Mais Educação.</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250356775</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>QUESTÕES CRUCIAIS PARA O PROJETO PEDAGÓGICO</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250359509</link>
         <description><![CDATA[<div>São três as  principais questões práticas postas aos educadores que acompanham projetos de mídias escolares:<br>1º -  Como escolher os conteúdos<br><br>Na Educomunicação, a mídia escolar tem como objetivo principal permitir a expressão dos autores. O direito à palavra e à expressão conflui com os objetivos da educação integral no que diz respeito à promoção da cidadania e da participação dos alunos.<br>Na definição dos conteúdos da mídia, o educador tem algumas opções:<br>– Conteúdo livre<br>É um enfoque que respeita os interesses dos alunos, pois cada um faz sua produção (texto, programação musical, roteiro, fotografia), segundo seus interesses e objetivos.<br>– Conteúdo livre dentro de gêneros pré-definidos<br>O educador determina o gênero (por exemplo: artigo de opinião, retrato, documentário), ficando os alunos livres para escolher o tema sobre o qual opinar, quem retratar, o tema do documentário, etc.<br>– Conteúdo livre dentro de áreas temáticas<br>Neste enfoque, há um direcionamento para uma determinada área temática. Para não cair na vala do “exercício escolar”, essa área deve ser suficientemente ampla para possibilitar diversas abordagens (exemplos: cultura na comunidade, papel da escola, aquecimento global, etc.). A escolha de uma área pré-definida deve ser problematizada junto com os alunos.<br>– Conteúdo livre dentro de áreas temáticas e gêneros pré-definidos<br>O quarto enfoque combina os dois anteriores. É o menos recomendável, pois aumenta o risco de anular a liberdade de expressão do aluno, que ficar preso a dois condicionantes externos (gênero e área temática). Cabe ao educador ficar atento a esse risco.<br><br>2º - Como aprimorar os conteúdos<br>A revisão e correção da produção do aluno são cruciais em dois aspectos.<br>– Não existe progressão, se a pessoa não trabalha para ampliar seus limites, revisando e aprimorando aquilo que já consegue fazer em determinado momento do seu desenvolvimento14.<br>– A escola não pode divulgar produções que tornem públicas as vulnerabilidades dos alunos, expondo-os a piadinhas e mesmo reprimendas. Isso seria um contrassenso no plano moral – expor uma pessoa a vexame – e no plano educativo, pois a produção de mídia escolar está fundamentada em uma Pedagogia do Sucesso, que enaltece as vitórias dos alunos (FREINET, 1974).<br>Assim, recomenda-se que o educador organize sequências didáticas, que permitam ao aluno realizar sucessivas revisões e correções de sua produção, com o objetivo de aprimorá-la.<br>A revisão e a correção têm um limite infranqueável, que é o respeito das ideias e da capacidade de expressão do aluno. Não se trata de inventar uma capacidade de produção inexistente. O texto pode ser simples, o enquadramento da fotografia pode não ser genial. O importante é que expressem o máximo que o aluno pode dar, nesse momento, e que seja para ele uma conquista.<br>Por outro lado, é necessário fazer uma distinção entre imperfeição e erro. Uma produção pode não ser perfeita, mas não pode ter erros (gravar uma entrevista cortando a cabeça do entrevistado, por exemplo). Imperfeições podem ser aceitas, como limitação do momento da aprendizagem e capacidade expressiva do aluno, mas os erros não devem passar despercebidos.<br><br>3º  - Como selecionar os conteúdos<br><br>De início, deve ficar claro que o caminho mais fácil – a seleção feita pelo próprio monitor ou um professor – é, também, o caminho menos produtivo. Com efeito, mesmo sendo uma seleção “justa”, perde-se um aspecto fundamental da produção da mídia na escola, que é o da cooperação, onde, após debate, e se for necessário, por votação, os alunos escolhem as produções que serão divulgadas (as quais, eventualmente, passam, ainda, por uma revisão e aprimoramento final).<br>Proponha aos alunos um Combinado, que poderia ter as seguintes cláusulas:<br>– todos os alunos terão chances iguais de divulgação;<br>– as produções serão escolhidas através de debate e votação dos alunos;<br>– os mesmos alunos não poderão ser sempre escolhidos;<br>– as produções escolhidas passarão por processo de aprimoramento, em que todos os alunos poderão fazer recomendações;<br>– o educador pode ter direito a uma quota de indicações, para garantir a divulgação de produções<br>que considere importantes (por exemplo, a produção de um aluno que precise reforçar sua autoestima, porque está passando por um momento difícil na sua vida).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COOPERAÇÃO É SOLUÇÃO</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250360322</link>
         <description><![CDATA[<div>A cooperação pode ser mais ou menos completa. Na <em>Produção Coletiva</em>, todos os alunos participam de todas as etapas de determinada produção. Por exemplo, em se tratando de um artigo de jornal, o tema é escolhido de comum acordo e a redação e a ilustração são feitas em conjunto. O mesmo raciocínio vale para programas de rádio ou vídeos (produções que têm como base roteiros, que podem ser feitos cooperativamente, do mesmo modo que a edição, seleção musical etc.). O grande desafio que se apresenta é manter a identidade individual, o que fica mais fácil se os grupos de trabalho forem pequenos (não mais de quatro ou cinco alunos).<br><br></div><div>O recurso da produção cooperativa só é válido se o monitor tiver condições de evitar a centralização, pois o excesso de vontade de liderar faz com que alguns alunos realizem o essencial das atividades, enquanto a maioria fica quase na posição de observadores, sem aprendizagem. Também, pode acontecer de alguns alunos fazerem “corpo mole”, ficando com o crédito da atividade sem fazer nenhum esforço, o que constitui, inclusive, um desvio ético. Quanto maior for o grupo, maior o risco de esses problemas acontecerem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>PRODUTO E PROCESSO</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250361020</link>
         <description><![CDATA[<div>A dicotomia mídia-produto (um vídeo já editado, um programa de rádio posto no ar, um jornal impresso) e mídia-processo (o percurso realizado pelo aluno e o professor no processo de produção) é uma das questões mais importantes na produção de mídias escolares.  <br><br></div><div>Quando os alunos participam da produção de uma mídia, sabem que estarão se expondo, publicamente, para bem ou para mal. Para bem, se conseguirem mostrar uma boa produção e colherem elogios. Para mal, na situação contrária. Por outro lado, certamente, para a maioria, estar na mídia escolar é a primeira oportunidade de fazer ouvir sua voz em um espaço público. Muito humanamente, estarão propensos a dar o melhor de si e a fazer o esforço necessário para aprimorar sua obra pessoal. Seria imperdoável um educador não aproveitar esse momento para ajudá-lo a melhorar sua produção, respeitando sempre sua autoria e capacidade de expressão.<br><br></div><div>Uma mídia escolar não pode nem deve ter a pretensão de imitar as mídias comerciais. Não pode, porque as condições de produção são inteiramente diferentes. Não deve, porque a mídia escolar nasce de um processo de ensino e de aprendizagem que promove a criticidade dos alunos, respeita a expressão livre e assume as limitações resultantes do momento de aprendizagem de cada um (abordagens inexistentes nas empresas de mídia).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250365504</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:53:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA: Planejamento, gestão e avaliação do uso de mídias na educação</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1250366886</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade Avaliativa 2 - Envio de link Padlet</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:54:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JORNAL ESCOLAR</title>
         <author>profaemillybraga87</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1251101932</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do jornal escolar<br></strong><br></div><div> O jornal escolar pode acolher diversos gêneros textuais, pois sua estrutura possibilita isso. Por este motivo existem diversas possibilidades de trabalho com o jornal em sala de aula, além disso o jornal pode tratar temas também da sociedade em que ele está incluso.<br><br></div><div> Do ponto de vista temático, “o jornal escolar é um inquérito permanente que nos coloca à escuta do mundo e é uma janela ampla, aberta sobre o trabalho e a vida” (FREINET, 1974) <br><br></div><div><strong>Produzindo o projeto Editorial do Jornal<br></strong><br></div><div>O projeto pedagógico é formado por diferentes opiniões, mas que se enquadram dentro do objetivo educomunicativa. Tais assuntos discutidos no projeto, pensam na periocidade, tamanho, tipo de impressão etc. Inclusive o orçamento deve estar dentro do projeto pedagógico.<br><br></div><div>1.      <strong>    O jornal só acolhe produções dos alunos do Mais Educação?  </strong><br><br></div><div>Uma das vantagens do jornal é todos os alunos poderem participar, obedecendo a quantidade e orientado pelo professor todas as produções são aceitas. <br><br></div><div>2.        <strong> A direção e os professores terão um espaço no jornal?</strong><br><br></div><div>A direção e os professores podem ter espaço no jornal, no entanto não deve ser muito extenso, a fim de que não se perca o intuito que é educativo e não institucional.<br><br></div><div>3.         <strong>Qual é a periodicidade do jornal?</strong><br><br></div><div> A indicação é de que ocorra a cada dois meses ou a cada quarenta e cinco dias.<br><br></div><div>4.        <strong> Quantas páginas são necessárias?</strong><br><br></div><div>O ideal é que a cada edição do jornal tenha publicação de dois alunos do Mais Educação, sendo o ideal que ocupe 8,5% da folha, para que pelo menos a cada duas publicações tenha um texto de um aluno do Mais Educação.<br><br></div><div>5.         <strong>Qual a tiragem do jornal? </strong><br><br></div><div>O jornal é de fácil circulação, os alunos podem distribuir em sala de aula e cogitar trocar jornais com outras escolas.<br><br></div><div>6.         <strong>Qual a qualidade de impressão necessária?</strong> <br><br></div><div>Na questão da impressão é interessante que se imprima colorido, no entanto, se não houver recursos necessários se imprime preto e branco, desde que, não fique uma impressão apagada.<br><br></div><div>7.        <strong> Preparando o Projeto Editorial </strong><br><br></div><div>Depois de tomar as decisões é possível organizá-las em planilha ou de outras formas.<br><br></div><div>8.      <strong>   Impressão do jornal    </strong>    <br><br></div><div> A escola recebe do MEC um valor em recursos para impressão, ou para serviços voltados para impressão. <br><br></div><div><strong>Diagramação do jornal.<br></strong><br></div><div>A pré-diagramação pode ser feito coletivamente ou individual, atendendo algumas regras na diagramação. O texto deve ser digitado em Times new Roman, 11, página em A4, em três colunas dentre outros.<br><br></div><div><strong>Diagramação eletrônica<br></strong><br></div><div>Essa parte é mais limitada, já que muitos não podem participar por ser através do computador, mas na pré-diagramação os alunos já puderam participar em maior quantidade e não existe problema.     <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 00:27:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE I</title>
         <author>eduward882540</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1259334241</link>
         <description><![CDATA[<div>Produção de um Relato de Experiência!<br>* O Relato de Experiência é um texto que descreve precisamente uma dada experiência que possa contribuir de forma relevante para o seu desenvolvimento educacional. </div><div>* Nem todas as experiências mostram resultados positivos, mas, mesmo quando revelam enfrentamentos e dificuldades, os relatos são importantes para alertar sobre suas limitações. <br><br>ORIENTAÇÕES: <br><br>1º Produzir um RELATO DE EXPERIÊNCIA, respeitando os critérios apontados nas orientações da respectiva atividade; <br><br>2º Descreva um relato apontando suas experiências acerca das Tecnologias da Informação, dando ênfase ao espaço escolar; <br><br>3º O texto deve apontar suas experiências positivas e negativas, mantendo o foco na problemática e resolução das questões apresentadas ao longo de seu relato. </div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-02 16:37:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1259334241</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE II </title>
         <author>eduward882540</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1259411565</link>
         <description><![CDATA[<div>Foco na escrita e as tendências no meio digital. <br>Produção de uma pesquisa linguística, sobre o uso das Mídias Digitais, em especial as Redes Sociais, buscando a reflexão sobre as diversas formas expressivas de aplicação da escrita no cenário digital. <br>* Atenção como o Programa Mais Educação, funciona como um reforço ao contexto escolar, visando integralizar conhecimentos  das diversas áreas do conhecimento. Essa proposta irá permitir que o aluno observe as diversas formas de uso da escrita, levando em consideração os recursos digitais, além de propor uma distinção de como a escrita deve ser empregada em situações mais formais de comunicação. Será proposto uma análise acerca do uso do internetês e o uso da norma padrão em situações formais da escrita. <br>Pontos observados na pesquisa: <br>* Conhecimento do aluno sobre o que proponhe a atividade; <br>* Desenvolver uma distinção entre a linguagem formal e o uso do internetês no cotidiano; <br>* Aplicar no roteiro da pesquisa uma contextualização histórica sobre as mudanças ocorridas na comunicação ao longo dos anos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 16:50:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE IV</title>
         <author>eduward882540</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1259556150</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de Redação: <br><strong>ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS DE CORREÇÃO</strong></div><div>Ao redigir sua resposta, use caneta esferográfica azul ou preta, escreva com letra legível, identifique-se apenas no local indicado, use o nome sugerido no comando da questão para assinar seu texto, use as informações presentes na prova, sem, no entanto, copiar trechos desta avaliação, e não faça desenhos e/ou marcas na Folha de Resposta da questão discursiva.</div><div>Será penalizado o candidato que, em sua produção textual, desrespeitar os direitos humanos. </div><div>Lembre-se de que seu texto será avaliado, levando-se em consideração os seguintes critérios: </div><div>a) produção do gênero textual proposto no comando da questão; </div><div>b) uso da variedade linguística adequada ao gênero textual solicitado; </div><div>c) abordagem do tema proposto no comando da questão; </div><div>d) uso adequado de elementos responsáveis pela textualidade (coesão, coerência, informatividade e progressão). <br>ATENÇÃO: Com base nos textos desta prova e em seu conhecimento prévio, redija uma <strong>DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA </strong>sobre o tema:<strong> A contribuição das Mídias Digitais na aprendizagem dos jovens brasileiros. </strong>Assuma um posicionamento em relação ao tema proposto, desenvolva argumentos para sustentar seu ponto de vista e apresente uma conclusão. Por fim, escreva um título original para seu texto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 17:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade III</title>
         <author>alanangelo2</author>
         <link>https://padlet.com/alanangelo2/owsciy2jceglw721/wish/1261324592</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 00:33:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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