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      <title>Meu padlet by Davi Rabbi</title>
      <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi</link>
      <description>Criado por Davi </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-21 10:59:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-07 10:59:47 UTC</lastBuildDate>
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         <title>BÚSSOLA  2000 a.C</title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547271499</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A bússola é um objeto de orientação geográfica desenvolvida 2000 a.C, ela tem essa função pois sua agulha magnetizada sempre aponta para o Polo Norte da Terra.</div><div><br></div><div>A bússola é um objeto utilizado para orientação geográfica. Sua construção ocorreu tendo como referência a rosa dos ventos, que é composta pelos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. É um objeto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre.<br><br>O desenvolvimento da bússola data do ano 2000 a.C., e a busca pelo seu aperfeiçoamento ocorreu durante séculos. Um avanço considerável foi obtido quando se descobriu que uma fina peça de metal poderia ser magnetizada, esfregando-a com minério de ferro. Em 850 d.C., os chineses, em busca de maior precisão desse instrumento, começaram a magnetizar agulhas de forma a ganhar maior precisão e estabilidade, surgiu então a bússola - que atualmente funciona com o mesmo princípio desenvolvido pelos chineses.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 11:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>mapa-múndi 7 e 6 a.C</title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547297955</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O primeiro mapa-múndi de que se tem notícia foi feito na Babilônia entre os séculos 7 e 6 a.C. Inscrito em argila cozida, esse mapa associava conhecimentos adquiridos por meio da prática cotidiana dos babilônios, representando parte da baixa Babilônia (atual região do Iraque), com concepções filosóficas acerca do mundo, como as apresentadas por Homero.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse período, a Terra era entendida como um disco plano rodeado por um rio de água salgada que ficava em constante movimento, chamado <em>Oceanus</em>.&nbsp;<br><br></div><div>O primeiro mapa-múndi de que se tem notícia foi feito na Babilônia entre os séculos 7 e 6 a.C.</div><div>Atualmente, o conceito de mapa-múndi é o de um mapa que representa a superfície terrestre em seu conjunto, apresentando os dois hemisférios (ocidental e oriental) lado a lado.&nbsp;<br><br></div><div>O primeiro mapa-múndi feito de acordo com esse conceito é conhecido como Planisfério de Cantino. Elaborado em 1502 a mando de um espião italiano chamado Alberto Cantino, esse mapa foi o primeiro a representar o mundo conhecido de então, após a descoberta do continente americano.&nbsp;<br><br></div><div>Foram usadas as informações fornecidas pelos navegadores sobre o contorno dos continentes, coletadas com a ajuda de instrumentos como o astrolábio, que servia para determinar a latitude em alto-mar.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, o cartógrafo incluiu partes da Europa, Ásia e África, que já eram do conhecimento dos europeus na época.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 11:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa dos ventos </title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547307670</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Todas as pessoas que frequentam ou frequentaram a escola, já se depararam com pelo menos uma representação da rosa dos ventos, que é utilizada para auxiliar na localização, a partir desse objeto, que corresponde a uma volta completa do horizonte.<br><br></div><div>Mas, afinal, quem inventou a rosa dos ventos? Hoje vamos nos aprofundar na descoberta desse objeto tão antigo, que há centenas de anos ajudou muitas pessoas a se localizarem, até que outras técnicas, mais modernas, foram sendo descobertas.<br><br></div><div><strong><br>Surgimento<br></strong><br></div><div>Tudo começou quando Ptolomeu II, até então rei do Egito, escolheu Aristóteles Timóstenes, um estudioso de navegações, para ser o piloto-mor de sua marinha na época. Para pertencer à marinha, era necessário que o navegador soubesse interpretar as direções dos ventos.<br><br></div><div>Para Timóstenes havia doze ventos. Entre esse ventos estavam: Bóreas, Nótus, Zéfiro e Apeliotes, em direções opostas. Entre esses quatro ventos haviam mais dois, em cada posição adjacente aos principais. O piloto resolveu então, representá-los numa rosa dos ventos.<br><br></div><div>Esse instrumento surgiu então, devido à necessidade do piloto de se localizar, já que o mínimo desvio na rota de uma navegação poderia levar a tripulação toda para um lugar cada vez mais longe de onde queriam chegar.<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Pontos Cardeais<br></strong><br></div><div>A partir do desenvolvimento da rosa dos ventos, todos os pontos na linha horizontal podem ser encontrados com exatidão. Isso se dá porque cada quadrante corresponde a 90°: o norte a 0°, leste a 90°, sul a 180°, e de novo o norte, a 360°. Verifique abaixo a representação usual dos pontos cardeais numa rosa dos ventos:<br><br></div><ul><li>E: Leste ou Este</li><li>N: Norte</li><li>O: Oeste</li><li>S: Sul</li></ul><div><strong><br>Pontos Colaterais<br></strong><br></div><div>Esses pontos se dão a partir da formação dos pontos cardeais, e são representados de tal forma:<br><br></div><ul><li>NE: Nordeste</li><li>NO: Noroeste</li><li>SE: Sudeste</li><li>SO: Sudoeste</li></ul><div><strong><br>Pontos Subcolaterais<br></strong><br></div><div><br></div><div>Ficam localizados entre os pontos cardeais e colaterais. Sua existência serve, basicamente, para lembrar o observador que os pontos cardeais são mais importantes do que os outros. Sua representação se dá pela seguinte forma:<br><br></div><ul><li>ENE: Lés-nordeste</li><li>ESE: Lés-sudeste</li><li>SSE: su-sudeste</li><li>NNE: nor-nordeste</li><li>NNO/NNW: nor-noroeste</li><li>SSO/SSW: su-sudoeste</li><li>OSO/WSW: oés-sudoeste</li><li>ONO/WNW: oés-noroeste</li></ul><div><strong><br>Como interpretar uma rosa dos ventos<br></strong><br></div><ul><li>Determine o local que aquela rosa dos ventos representa. Elas geralmente indicam somente um local ou região;</li><li>Atente-se para o período que ela representa, e verifique se o gráfico oferece informações de um ano inteiro, ou de um mês específico ao longo de um período de dois anos, por exemplo. Esse tipo de informação é encontrado na legenda;</li><li>O norte da rosa deve estar no topo. As barras irradiam as direções;</li><li>Relacione a espessura e cor de cada barra com a legenda. Elas representam a velocidade dos ventos;</li><li>Identifique qual o tamanho do círculo vazio que se localiza no centro do diagrama. É esse círculo que irá te indicar os períodos nos quais os ventos se acalmam.</li></ul><div>Utilizar uma rosa dos ventos pode não ser uma tarefa fácil, especialmente porque hoje em dia, as pessoas possuem tecnologias muito mais avançadas para se localizarem. No entanto, aprender sobre como e quando esse instrumento surgiu, é uma aula de cultura, e conhecimento nunca é demais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 11:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>Telescópio </title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547321778</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A invenção do telescópio por Galileu Galilei constituiu-se como um dos principais episódios da história da ciência.<br><br>Hoje em dia estamos acostumados a ver, volta e meia, em jornais e revistas de grande circulação, imagens do espaço sideral fotografadas pelo&nbsp;telescópio Hubble, o mais potente instrumento de observação astronômica inventado até hoje. Pois bem, muitos e muitos modelos de telescópios foram desenvolvidos ao longo da modernidade para que tivéssemos um modelo de observação de tão grande alcance como o que nos é oferecido pelo Hubble. O primeiro dos modelos de telescópio especificamente criados para finalidades astronômicas foi desenvolvido por&nbsp;Galileu Galilei&nbsp;entre os anos de 1609 e 1610. Desde então, uma verdadeira “revolução” científica e cosmológica começou a se desenrolar.<br>Galileu Galilei (1564-1642) é tido pela maior parte dos historiadores do pensamento científico como o “pai da ciência moderna”. Isso se justifica pelo fato de ter sido ele não apenas um dos pioneiros na prática da “nova ciência”, da virada do século XVI para o século XVII, mas também o primeiro a elaborar teorias que possibilitaram uma compreensão do funcionamento do Universo radicalmente diferente daquelas da Antiguidade e da Idade Média. Galileu foi além dos estudiosos do&nbsp;Renascimento,&nbsp;que, apesar de terem corroborado a tese de que a Terra não era o centro do Universo, não conseguiram fazer observações e descrições precisas dos corpos celestes tal como Galileu fez. Com tais descrições, Galileu percebeu, inicialmente, as&nbsp;imperfeições da Lua&nbsp;(crateras, sobretudo), que era considerada até então um corpo celeste sem defeitos.<br><br>Essas e outras constatações só foram possíveis em virtude do uso que Galileu fez do telescópio, que foi denominado por ele como&nbsp;perspicillum. O telescópio que Galileu inventou tomou como modelo uma luneta criada em 1608 pelo inventor holandês&nbsp;Hans Lippershey&nbsp;a partir das lentes dos primeiros óculos – até então considerados utensílios domésticos comuns.&nbsp;Galileu soube dos detalhes da criação de Lippershey e, com utensílios semelhantes (tubos e lentes), construiu um modelo três vezes mais poderoso que o do holandês. Esse primeiro modelo foi sendo aperfeiçoado por Galileu entre os anos de 1609 e 1610, como ressalta o historiador da ciência Alexandre Koyré:<br>“Enquanto os Lippershey e os Janssen, que haviam descoberto, por um feliz acaso, a combinação de vidros que forma os óculos de longo alcance, se limitavam a fazer os aperfeiçoamentos indispensáveis e de certo modo inevitáveis (tudo ocular móvel) aos seus óculos reforçados, Galileu, logo que teve notícia da luneta de aproximação holandesa, elaborou-lhe a teoria. E foi a partir desta teoria, sem dúvida insuficiente, mas teoria apesar de tudo, que, levando cada vez mais longe a precisão e o poder dos seus vidros, construiu a série de “perspicilles”, que lhe abriram aos olhos a imensidade do céu.”&nbsp;<br>Os&nbsp;perspicilles&nbsp;(plural de&nbsp;perspicillum) de Galileu revolucionaram a ciência porque possibilitaram potencializar a observação do olho humano. Os primeiros resultados das pesquisas de Galileu com o uso do telescópio foram publicados já em 1610 com o título de “O mensageiro estelar”. Em 1613, ele publicou a “Carta sobre manchas solares”, onde deixou explícitas as primeiras considerações propriamente científicas a favor da teoria heliocêntrica de&nbsp;Copérnico.&nbsp;Além disso, um ponto importante a ser notado é que, com o uso do telescópio por Galileu, a ciência também passou a existir intimamente conectada com a “técnica”, isto é, com a capacidade do ser humano de ampliar os seus sentidos por meio de inventos, de instrumentos e, com eles, descrever e intervir na natureza, como acentua Koyré:<br><br>“Ora, por ricochete, a pesquisa deste fim puramente teórico produziu resultados de importância decisiva para o nascimento da técnica moderna, da técnica de precisão. Pois, para fazer aparelhos ópticos é necessário não apenas melhorar a qualidade dos vidros que se empregam, como determinar-lhes – isto é, medir primeiro e calcular depois – os ângulos de refração.”&nbsp;<br>Sendo assim, a teoria científica passava a ser uma “irmã gêmea” da tecnologia. Essa interconexão entre teoria e técnica vigora até hoje e se torna cada vez mais presente na nossa forma de compreender o mundo físico, como a passagem do tempo (por meio de invenções como o relógio de precisão) ou a noção de espaço e velocidade ao fazer uma viagem de carro, trem ou avião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 11:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>Satélite </title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547410032</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><h1>Sputnik 1</h1><div>O Sputnik 1 foi o primeiro satélite desenvolvido pelo programa espacial soviético e também o primeiro satélite artificial a orbitar a Terra após seu lançamento, em 1957.</div><div><strong>Sputnik</strong> foi o nome que se deu para os primeiros satélites enviados pelos soviéticos no início do seu programa espacial. Esses marcaram a história por terem inaugurado a era de exploração espacial quando lançaram o primeiro satélite artificial para a órbita terrestre, o <strong>Sputnik 1</strong>, lançado em outubro de 1957. Esse evento, inclusive, marcou o <strong>início da corrida espacial</strong>.<br><strong><br>Corrida espacial e Guerra Fria<br><br></strong>Os soviéticos inauguraram a era da exploração espacial quando lançaram o satélite Sputnik 1, em <strong>4 de outubro de 1957</strong>, dando início a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-corrida-espacial.htm">corrida espacial</a>. A área da tecnologia e da exploração espacial foi um dos campos em que norte-americanos e soviéticos disputaram a hegemonia. Essa disputa entre americanos e soviéticos pela exploração espacial está diretamente relacionada com a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/guerra-fria.htm">Guerra Fria</a>.<br>A Guerra Fria, por sua vez, foi a disputa no campo <strong>político</strong> e <strong>ideológico</strong> realizada pelos Estados Unidos e pela União Soviética entre 1947 e 1991. Essa competição levou ambos países e buscarem impor a <strong>hegemonia</strong> sobre o mundo e não aconteceu somente na área de tecnologia, foi reproduzida em outros campos também.<br><br></div><div>Na área da <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-ciencia-tecnologia.htm">tecnologia</a>, a querela entre ambos logo os levou a investirem de maneira pesada no desenvolvimento de novas armas, porque a imposição da hegemonia mundial começava pelo poderio militar. Assim, os novos estudos promoveram o <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/desenvolvimento-bombas-nucleares.htm">desenvolvimento de <strong>mísseis</strong></a>, <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/bomba-atomica.htm"><strong>bombas</strong>&nbsp;<strong>nucleares</strong></a><strong> </strong>e <strong>termonucleares</strong>.<br><br>Logo, os estudos realizados no desenvolvimento de mísseis foram também utilizados para a <strong>exploração</strong> <strong>espacial</strong>. Isso abriu uma nova área de competição entre norte-americanos e soviéticos: a exploração do espaço que ficou conhecida como corrida espacial, que aconteceu de <strong>1957 a 1975</strong>.</div><div><br>Programa Sputnik<br><br>Com o início da elaboração do satélite soviético, Korolev decidiu que o lançamento desse deveria acontecer antes do início do&nbsp;Ano Geofísico Internacional&nbsp;— um projeto científico internacional que promoveria importantes estudos sobre a Terra e que se iniciaria em 1º de julho de 1957.<br>Estudos para o desenvolvimento do satélite foram realizados entre 1955 e 1956, até que a autorização para a construção dele foi emitida em 30 de janeiro de 1956. O projeto inicial dos soviéticos nomeou o seu satélite de&nbsp;Objeto D&nbsp;e estipulava que este pesaria mais de 1000 kg. Korolev e Tikhonravov estiveram à frente de seu projeto de construção.<br>Tal projeto, porém, sofreu tantos atrasos que Korolev resolveu reformulá-lo e convencer o governo soviético a permitir o lançamento não de um, mas de&nbsp;dois satélites, porém com pesos bem menores em relação ao projeto inicial. Assim, determinou a criação de dois satélites que continham&nbsp;peso inferior a 100 kg.<br>O governo soviético foi convencido por Korolev sob o argumento de que era importante&nbsp;lançar o satélite primeiro que os norte-americanos, e isso fez com que seu novo plano recebesse aprovação em 15 de fevereiro de 1957. Com o plano revisado, alterou-se o nome dos satélites, que passaram a ser chamados de&nbsp;PS-1&nbsp;e&nbsp;PS-2.<br>O PS-1 acabou sendo conhecido como Sputnik 1 e teve seu lançamento marcado para o dia 6 de outubro de 1957. Quando o primeiro satélite soviético ficou pronto, tinha as seguintes&nbsp;propriedades:<br><br>Era uma esfera com 58 centímetros de diâmetro;<br><br>Era pressurizado a 1,3 atmosferas para garantir o funcionamento de seus equipamentos internos;<br><br>Possuía transmissores de rádios funcionando em duas frequências;<br><br>Possuía quatro antenas;<br><br>Pesava 83,6 kg.<br><br>Korolev determinou o lançamento do Sputnik 1 para o dia 6 de outubro de 1957, mas ficou tão preocupado com a possibilidade dos norte-americanos lançarem um satélite primeiro que resolveu antecipar o lançamento para o dia 4. O Sputnik 1 acabou sendo lançado de uma base localizada em Tyuratam, no Cazaquistão, às 22h28min, no horário de Moscou.<br><br>Repercussão internacional<br><br>O lançamento do Sputnik foi um&nbsp;grande feito científico&nbsp;e, naturalmente, foi alvo de intensa repercussão em todo o mundo. A princípio, os soviéticos&nbsp;não se deram conta do próprio feito&nbsp;e a repercussão foi bem tímida. Só depois de um tempo que a imprensa soviética começou a perceber o efeito que o fato provocava.<br>Curiosamente, o país que mais deu atenção à proeza soviética foram os&nbsp;Estados Unidos. A informação foi veiculada em jornais importantes do país e resultou em uma reação pública considerável<br>O que criou um certo clima de alarde nos norte-americanos, pelo país estar sendo supostamente ultrapassado pelos soviéticos no avanço tecnológico. O presidente americano na época era&nbsp;Dwight&nbsp;Einsenhower,&nbsp;e ele sofreu críticas contundentes, inclusive de parlamentares do país, por supostamente permitir essa ultrapassagem.<br>Em 6 de dezembro de 1957, os norte-americanos realizaram o lançamento do satélite&nbsp;Vanguard, mas este foi um fracasso. O primeiro satélite americano só foi lançado em 31 de janeiro de 1958 e foi chamado&nbsp;Explorer 1. Outra reação norte-americana foi criar uma agência para coordenar o programa espacial do país, a&nbsp;Nasa, em 29 de julho de 1958.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 12:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>GPS</title>
         <author>davirabbi</author>
         <link>https://padlet.com/davirabbi/owr7hdb9456my0pi/wish/1547426487</link>
         <description><![CDATA[<div><br>foi testado em 1982. O objetivo era de que esse se tornasse o principal sistema de navegação das forças armadas estadunidense.<br><br>Atualmente existem dois sistemas de posicionamento por Satélite em pleno funcionamento, o GPS desenvolvido e mantido pelos Estados Unidos e o Glonass, desenvolvido na Rússia. A China está desenvolvendo um sistema denominado Compass. Outro sistema em fase de implantação é o Galileo europeu.<br><br>O desenvolvimento de outros sistemas de posicionamento por satélites é de fundamental importância para os usuários, pois o GPS, tecnologia desenvolvida e controlada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, limita informações destinadas aos civis, e, em caso de guerras envolvendo esse país, a emissão de sinal pode ser ainda mais restrita.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 12:29:15 UTC</pubDate>
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