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      <title>Apresentação de slides by Daniele Santos</title>
      <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-08 00:53:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Por um novo conceito de comunidade:redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910627702</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Autor: Rogério da Costa</p><p><br/></p><p>Professor, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP); assessor de Políticas Tecnológicas, PUCSP, São Paulo, SP. &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="mailto:rogcosta@pucsp.br">rogcosta@pucsp.br</a>&gt;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910633576</link>
         <description><![CDATA[<p>Este texto trata basicamente da transmutação do conceito de "comunidade" em "redes sociais". Esta mudança se deve em grande parte à explosão das comunidades virtuais no ciberespaço, fato que acabou gerando uma série de estudos não apenas sobre essa nova maneira de se fazer sociedade, mas igualmente sobre a estrutura dinâmica das redes de comunicação. No centro dessa transformação, conceitos como capital social, confiança e simpatia parcial são nvocados para que possamos pensar as novas formas de associação que regulam a atividade humana em nossa época.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910667205</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando-se que o termo “comunidade” implique uma “obrigação fraterna de partilhar as vantagens entre seus</p><p>membros, independente do talento ou importância deles”, indivíduos egoístas, que percebem o mundo pela ótica do mérito (os cosmopolitas), não teriam nada a “ganhar com a bem-tecida rede de obrigações comunitárias, e muito que perder se forem capturados por ela” (Baumann, 2003, p.59).</p><p>O texto defende a idéia de que, hoje, comunidade e berdade são conceitos em conflito: há um preço a pagar pelo privilégio de ‘viver em comunidade’. O preço é pago em forma de liberdade, também chamada ‘autonomia’, ‘direito à auto-afirmação’ e à ‘identidade’. Qualquer que seja a escolha, ganha-se alguma coisa e perde-se outra. Não ter omunidade significa não ter proteção; alcançar a comunidade, se isto ocorrer, poderá em breve significar perder a liberdade.</p><p>(Baumann, 2003, p.10)</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>O capital social</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910678189</link>
         <description><![CDATA[<p>Cabe lembrar que James Coleman (1990) e Robert Putnam (1993), que estão entre os primeiros a analisar a noção de capital social, procuraram defini-lo como a coerência cultural e social interna de uma sociedade, as normas e valores que governam as interações entre as pessoas e as instituições com as quais elas estão envolvidas. A importância do papel das instituições é muito clara aqui, pois estas funcionam como mediadoras da interação social, uma vez que propagam valores de integração entre homens e mulheres. Escolas, empresas, clubes, igrejas, famílias ainda funcionam</p><p>como referência para as relações sociais, apesar de todas as crises que vêm enfrentando. Compreender seu papel e influência numa comunidade faz parte do processo de avaliação do capital social. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:35:38 UTC</pubDate>
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         <title>Simpatia parcial e confiança</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910686408</link>
         <description><![CDATA[<p>A tese central de Hume (1983) é a de que nossa generosidade é limitada por natureza. O que nos é natural é uma generosidade limitada. O homem seria, então, muito menos egoísta do que parcial. A verdade é que o homem é</p><p>sempre o homem de um clã, de uma comunidade. Sendo assim, a essência do interesse particular não é o egoísmo, mas a parcialidade. Com efeito, os egoísmos apenas se limitariam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:42:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redes digitais</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910691207</link>
         <description><![CDATA[<p>As comunidades virtuais estariam funcionando, portanto, como verdadeiros filtros humanos inteligentes.</p><p>Junte-se a isso a possibilidade real de se mensurar e cartografar a atividade coletiva por meios digitais, quer seja de forma direta com pesquisas on-line, de forma indireta via agentes inteligentes ou ainda de forma concedida via racking. Atualmente, são várias as análises de redes sociais que se valem da Internet para realizar mapeamentos e pesquisas 3 . </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:46:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>dannnielllle</author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2910698425</link>
         <description><![CDATA[<p>Há muito ainda a se aprender sobre a formação de redes sociais, a afluência de idéias e informações por meio de associações humanas no ciberespaço. O que já está claro, para a multidão que povoa o mundo virtual,é que estamos diante de um fenômeno que nos força a  pensar diferentemente a maneira como nos organizamos em grupos e comunidades.</p><p><br/></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 01:52:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dannnielllle/ow114e5zyyt3qe49/wish/2911249026</link>
         <description><![CDATA[<p>BARABASI, A. L. Linked: the new science of networks. New York: Perseus, 2002.</p><p>BAUMANN, Z. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,</p><p>2003.</p><p>BUCHANAN, M. Nexus: small worlds and the groundbreaking theory of networks. Local: Norton, 2002.</p><p>COLEMAN, J. Foundations of social theory. Cambridge: Harvard University Press, 1990.</p><p>COSTA, R. A cultura digital. Publifolha, 2002.</p><p>DELEUZE, G. Empirisme et subjectivité. Paris: PUF, 1953.</p><p>DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mille plateaux. Paris: Minuit, 1982.</p><p>FUKUYAMA, F. Confiança: as virtudes sociais e a criação da prosperidade. Rio de Janeiro: Rocco,</p><p>1996.</p><p>GRANOVETTER, M. Le marché autrement. Paris: Desclée de Brouwer, 2000.</p><p>GRANOVETTER, M. Getting a job: a study of contacts and careers. Chicago: University of Chicago</p><p>Press, 1974.</p><p>GROOTAERT, C. Social capital: the missing link? (Social Capital Initiative working paper n.3).</p><p>Washinton: World Bank, 1997.</p><p>GROOTAERT, C; WOOLCOCK, M. Expanding the measure of wealth: indicators of environmentally</p><p>sustainable development. Washington: World Bank, 1997.</p><p>HEYLIGHEN, F.; BOLLEN, J.; RIEGLER, A. The evolution of complexity. Dordrecht: Kluwer Academic,</p><p>1999.</p><p>HUME, D. Traité de la nature humaine. Paris: Aubier, 1983.</p><p>JOHNSON, S. Swarming next time. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://web.archive.org/web/20010707070217/">http://web.archive.org/web/20010707070217/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.feedmag.com/templates/default.php3?a_id=1568">www.feedmag.com/templates/default.php3?a_id=1568</a>&gt;. Acesso em: 15 jan. 2001.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 11:16:48 UTC</pubDate>
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         <title>Obrigada!!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Cinthia Aragão</p><p>Daniele Ribeiro</p><p>Benedito Marcelo</p><p><br></p><p>Prof. Ma. Bruna Moreira</p><p>Cooperação e Gestão de Redes - GRH</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 11:22:51 UTC</pubDate>
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