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      <title>A avaliação das aprendizagens em livros - década de 1980 by Sonia Faleiros Almeida</title>
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      <description>Oiê! 
Conta aqui pra nós!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-03 12:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>Você pode compartilhar um pouco do que lembra sobre a(s) forma(s) como foi avaliado(a) ao longo da vida escolar ou em um momento específico? Tem traumas? Superou de alguma forma?               </title>
         <author>faleirossa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 12:59:23 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação - De um trauma recorrente à novas possibilidades de ressignificação! </title>
         <author>faleirossa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tive momentos conturbados em minha infância.<br>A matemática me perseguiu...<br>ops... não foi exatamente a matemática e sim o meu medo dela... <br>A raiz desse medo está exatamente nas formas&nbsp; com as quais vivi a avaliação ou verificação, que sempre tinha resultado negativo a partir do 5º ano. Notas baixas, aulas sem entendimentos. Nem mesmo dúvidas e perguntas eu sabia formular. <br>O resultado disso foi medo, traumas e muita opressão.<br>Ponto positivo: vontade de superar, de vivenciar formas diferentes de avaliar. <br>Conquistas: superação constante. Cuidado e compaixão comigo mesma. Eu me ensino e me oriento buscando avaliar de outras formas. Para mim "É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, <strong>de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática</strong>.” Freire (2003, p. 61).</div><blockquote><pre>No vídeo: Estudantes da *<strong>minha</strong>* turma de 6º  ano, durante uma aula de Língua Portuguesa na Escola Estadual "Afonso Arinos", interpretando uma imagem do livro didático para mostrar as diferenças e evoluções da carta ao e-mail. (parte 1) - <strong>uma das inúmeras formas de avaliar para além das provas e verificações.</strong></pre></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 13:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Medo da professora de Matemática</title>
         <author>olenirmendes</author>
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         <description><![CDATA[<div>1978 - Tive que mudar de escola ao final da antiga quarta série (hoje terceiro ano do fundamental), final do que chamávamos de primeira a quarta série. Nova escola e novo formato, professores por disciplinas, especialmente. Encontrei uma professora de Matemática muito brava. Entrava na sala, parava na porta e fica olhando para nós até que houve total silêncio. Se alguém desobedecia ela humilhava e ameaçava com agressões. Eu sempre fui muito tímida na escola, especialmente no primeiro grau, depois me envolvi com grupos de jovens e melhorei a timidez, mas essa é uma outra história. Aquela professora me fazia sentir muito medo, dela e também medo de errar e mais ainda de tirar nota baixa. Quem errava ela humilhava e as vezes ameaçava. Na outra escola, eu sempre me sai bem em matemática e em todos os outros conteúdos e com ela comecei a me sair mal. Nem sempre conseguia os 60% exigidos, mesmo me esforçando muito. Ao final do ano fui reprovada por 0,5 décimos. Sim, tomei bomba na quinta série, hoje sei que eu e mais de 35% dos e das estudantes daquela época foram reprovados/as. O índice de reprovação era altíssimo. No outro ano trocaram a minha professora de matemática porque ela não dava aula para repetentes. Passei com a maior nota da sala em matemática. Ah! Eu adorei a nova professora! No primeiro dia de aula ela quis ser amiga de toda a turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 17:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Traumas da avaliação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255090135</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, minha pior experiência com a avaliação aconteceu aos meus 11 anos de idade no 6º ano do ensino fundamental (antiga 5ª série), quando a professora de arte propôs aos alunos a ampliação de um desenho em uma malha quadriculada. Nunca tive muitas habilidades com desenhos, mas&nbsp; me lembro, que fiquei muito entusiasmada com aquela atividade achando que ali seria uma oportunidade para aprender e superar minhas dificuldades com desenhos. No entanto, minha empolgação logo foi ceifada por aquela professora, quando olhou para meu desenho e disse que poderia ter feito melhor, e o pior, apagou o que havia feito. Recomecei o meu trabalho me esforçando e dando o meu melhor para que meu desenho ficasse melhor e a professora me elogiasse como estava fazendo com meus/minhas colegas, no entanto, todo esforço foi em vão, ela, mas uma vez, criticou meu trabalho.&nbsp; E isso se repetiu uma, duas, três vezes.... até eu conseguir rasgar a folha... Foi um trauma que nunca me esqueço e que trago comigo até os dias de hoje.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 22:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Trauma de avaliação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255098761</link>
         <description><![CDATA[<div>Comecei a estudar em 1998 com uma professora amorosa, humana e que auxiliou durante minha adaptação na escola. Como não fiz a alfabetização e entrei direto na 1a série do EF tive que acompanhar a turma que já estava um pouco mais avançada e adaptada com a rotina escolar. Durante esse tempo tinha um professor auxiliar que vez ou outra substituía a regente da turma e “tomava a leitura” (expressão antiga kkkk). Esses momentos em que me sentia pressionada eram aterrorizantes. Os anos foram passando e esses medos foram ficando cada vez piores, principalmente quando tinha alguma prova oral de geografia ou história e eu precisava decorar nomes de lugares e datas. Inclusive ainda hoje tenho dificuldade com essas habilidades.&nbsp;<br>Meus maiores medos e traumas com as avaliações sempre estiveram atrelados a exposição para a turma, questionamentos que me colocavam em dúvida sobre o que estava ou não certo naquele momento. Já ouvi de uma professora que ela sempre tinha que mudar minha nota porque eu sempre argumentava explicando o que eu queria dizer naquela questão e que isso era péssimo.&nbsp;<br>Percebi durante os longos e cansativos anos de estudo que a avaliação é para punir, colocar o aluno na posição de bom ou ruim, expor para a turma os fracassados e apoiar cada vez mais os que já estão com as notas altas.&nbsp;<br><br>Ver esse grupo maravilhoso trabalhando em prol da educação e valorizando os espaços formativos me deixa esperançosa por uma educação diferente, ainda que demore muito para que a mudança seja percebida por aí.&nbsp;<br><br>Abraços,<br>Elizabete Pacheco </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 22:32:07 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação classificatória e avaliação humanizadora</title>
         <author>claricecarolinacamargo</author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255147471</link>
         <description><![CDATA[<div>Fiz o ensino fundamental em sistema de semiinternato em escolas particulares de São Paulo. Eram escolas com muitas diversidades de atividades para além do currículo formal. Por meio dessas escolas tive acesso por exemplo, à ginástica olímpica, esgrima, corte e costura, gastronomia, etc. O sistema de ensino era bem diversificado, amplo e significativo, porém o sistema avaliativo não representava tal diversidade, pois eram centradas em provas individuais bimestrais e entrega de medalhas para os que atingiam a média, sendo bronze, prata e ouro. A classificação entre os estudantes era permanente e embora eu sempre tenha ganhado medalhas, me sentia mal pelos que não recebiam. Além disso, passei a acreditar que as medalhas definiam meu aprendizado. Assim, começou a ser muito frequente o sentimento de fracasso caso eu ganhasse uma medalha de bronze ou de prata, como se só a medalha de ouro definisse o meu valor como estudante. Ou seja, o aprendizado, que era para ser o eixo central dos meus estudos, passou a ser secundário, numa busca pela memorização e macetes de cada professor/a para atingir as notas almejadas, movidas a muita ansiedade.&nbsp;<br>Na faculdade tive o privilégio de ter uma maioria de professores que descontruíram a ideia e a lógica classificatória de avaliação e com eles pude experienciar práticas maravilhosas como portfólios, relatórios, crônicas, jogos, fotografias, vídeos, diários de bordo, dinâmicas corporais, cênicas, pinturas, estudos de campo, dentre outros. Mas a revolução mesmo veio com as práticas do professor Marcos Ferreira Santos, da Faculdade de Educação da USP. Nos anos de 2003 e 2004 fiz três disciplinas ministradas por ele na pós graduação como estudante ouvinte e suas aulas-processos avaliativos-artísticos-criativos (tudo junto e misturado) eram puro estado de poesia. Foi com ele que entendi (embora soubesse, mas não tivesse experienciado como estudante) que os espaços-tempos da sala de aula são diversos. As aulas do professor foram na sala, mas foram também nas ruas, embaixo de uma mangueira da USP, na praça, no saguão, no Lab_Arte.&nbsp;<br>Para conhecer um pouquinho:&nbsp;<br>https://youtu.be/sj0EJTJ3zj0<br>Vivenciamos o movimento e o siêncio, a fala e a escuta, o canto e a dança. Fizemos sarau, produzimos mosaicos, modelamos, pintamos, dançamos, construímos cavernas, dialogamos, poetamos, brincamos, choramos, rimos, nos encontramos. O professor Marcos promovia conexões e encontros verdadeiros com seu grupo. Não é a toa que abordava temas como Educação de sensibilidade, ancestralidade, mithohermeneutica... Nele, visualizei a coerência entre discurso e prática avaliativa contínua, fluída, espiralada, dialogada, sensível, rigorosa e poética. Foi ele que nos falou sobre "Ser-com os/as outros/as- no mundo". Aprendi e nunca mais tirei do meu coração.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=sj0EJTJ3zj0" />
         <pubDate>2022-08-05 00:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução docente</title>
         <author>claricecarolinacamargo</author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255155631</link>
         <description><![CDATA[<div>Um pouquinho mais sobre esse professor querido e revolucionário...</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zjcr5mWfh0I" />
         <pubDate>2022-08-05 00:52:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claricecarolinacamargo</author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255168429</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/MUAPp2ZDDsU" />
         <pubDate>2022-08-05 01:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu vejo a avaliação como algo muito punitivo..e hoje na realidade em que estamos vivendo, sinto que avaliar se tornou punitivo para os [as] professores [as],pois muitas das vezes o profissional se sente obrigado pelo sistema aprovar alunos sem condições de ir para série seguinte, inventam uma avaliação que na  verdade não avalia nada..infelizmente nosso sistema está falido, necessário se faz uma reavaliação do sistema antes de tudo..</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 01:18:52 UTC</pubDate>
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         <title>Conselho de classe </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/faleirossa/ot9vcbx0zmgs6ctr/wish/2255839380</link>
         <description><![CDATA[<div>Como&nbsp;coordenadora pedagógica eu vivi muitas experiências relacionadas a avaliação na escola. Uma que me marcou profundamente foi a agressão de um professor na hora do conselho de classe, pois decidimos aprovar um aluno que tinha ótimo desempenho em quase todos componentes e, em apenas 01, ele tinha ficado sem média. Esse aluno estava no 9 ano e o professor não se conformou com a nossa decisão. Reagiu com um comportamento agressivo, insultando e ameaçando as mulheres que estavam no conselho. Ele se dirigiu enfaticamente a mim, que além de mediar o conflito trazendo reflexões sobre as concepções de avaliações em pauta fui assediada e desrespeitada por ser mulher. Lamentável! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 10:37:26 UTC</pubDate>
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