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      <title>PORTFÓLIO EJA 2 by Maria Jéssica</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-14 14:55:07 UTC</pubDate>
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         <title>APRESENTAÇÃO </title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá meu nome é Maria Jéssica dos Santos, tenho 25 anos, moro em Maceió -AL. No momento considero que estou bem graças a Deus, cursando o 9º período de pedagogia, na reta final do curso já estou planejando os próximos passos. Atualmente trabalho como estagiária no CEMEI Breno Agra, que fica localizado no Bairro do Benedito Bentes I, trabalhar no CEMEI está sendo uma experiência muito rica.</p><p>Quanto a origem do meu nome, o Maria segundo a minha mãe foi porque eu nasci "laçada" pelo cordão umbilical e o Jéssica pra combinar com o nome do meu irmão mais velho que é Jefferson.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 14:56:07 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE EU SEI SOBRE: EJA, ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO</title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>Até o presente momento ainda não tive a oportunidade de atuar com o público da EJA, mas, com base nas leituras realizadas ao longo do curso e cursando no momento as disciplinas EJA 2 e Estágio em Alfabetização e Letramento tenho alguns pontos relevantes a destacar:</p><p>Primeiramente no que se refere a EJA cabe ressaltar que, é uma modalidade de ensino que possui especificidades, o público da EJA possui muito a nos ensinar, sendo essencial considerarmos as histórias de vida desses sujeitos. No que tange a Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos, torna-se perceptível que essa não é uma tarefa fácil, sendo necessário a participação ativa do sujeito no processo de ensino/aprendizagem</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 15:02:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE DO CAPITULO 1: EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS CONCEPÇÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS. </title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883608907</link>
         <description><![CDATA[<p><em>AUTORA: TÂNIA MOURA</em></p><p><br/></p><p>Como futuras docentes torna-se indispensável  conhecermos e reconhecermos a luta por uma educação de qualidade para o sujeitos da EJA, a educação como um todo em nosso país possui uma longa trajetória de luta, com a educação de Jovens e Adultos não é diferente e a partir do  texto de Tânia Moura podemos conhecer melhor o percurso histórico da EJA no Brasil.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 15:29:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883613830</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com Moura (2004) mesmo a Alfabetização sendo uma prática de caráter político, principalmente quando se refere ao adulto, cujo processo se destina a corrigir ou resolver uma situação de exclusão que, na maioria das vezes, faz parte de um quadro de marginalização maior, sua natureza é pedagógica, devendo ter como objetivo propiciar as condições de ensino-aprendizado para que os sujeitos se "apropriem" (Vygotsky) de um sistema de representação da realidade no caso a linguagem escrita, "internalizando-o".</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 15:33:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Concepções e tratamento dado à alfabetização de adultos até finais do anos 50. </title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>A alfabetização de adultos tem sido alvo de lutas de interesses intensas e movimentos distintos na história da educação. Desde o império já aconteciam iniciativas de experiências, através das escolas noturnas para adultos. A partir da República iniciam-se as inúmeras campanhas, normalmente de duração curta, descontínuas, sem grande sistematização e buscando sempre o apoio e a parceria das diferentes instâncias da sociedade civil.</p><p>Isto reflete a falta de compromisso do poder público em definir uma política de educação institucional, de forma que as práticas para a área fossem desenvolvidas de maneira sistemática através de ensino regular, como acontece com os demais níveis de escolarização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 15:43:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883643605</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da revolução de 30, as mudanças políticas e econômicas permitiram finalmente, o início da consolidação de um novo sistema público de educação elementar no país, ocorrendo, consequentemente, experiências significativas na área.</p><p>A década de 40 pode ser considerada como um período áureo para a educação de Adultos. Nela aconteceram inúmeras iniciativas políticas e pedagógicas de peso.</p><p>Beisiegel (1974), ao fazer uma análise do material didático elaborado para orientar os trabalhos de ensino supletivo, neste período, constata que há uma verdadeira identidade entre os conteúdos destinados as crianças. E não só os conteúdos eram   os mesmos, as escolas, as salas, e todo o corpo docente, técnico, administrativo que atendiam as crianças passaram a atender à noite as classes de educação de adultos.</p><p>O ensino supletivo ao depender fundamentalmente de todos as instalações e pessoal administrativo e docente do ensino primário infantil, definiu-se como uma réplica do ensino infantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 15:54:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Final dos anos 50: as proposições de Paulo Freire demarcando uma revolução-conceitual para a área. </title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde o final da década de 50 até meados da década de 60 vive-se no país uma verdadeira efervescência no campo da educação de adultos e da alfabetização principalmente por parte da sociedade civil. </p><p>No ano de 58, um evento veio a se constituir num marco histórico para a área: O II Congresso Nacional de Educação de Adultos.</p><p>Freire, construiu nas décadas de 60 e 70 uma proposta teórico-metodológica para a alfabetização de adultos que se constituiu no único referencial próprio para a alfabetização de adultos, a única formulação, no acervo da literatura brasileira, que define explicitamente a conceitualização   de alfabetização de adultos, reconhecida inclusive, por educadores e pesquisadores, como Giroux (1983).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 16:05:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anos 60-70: hegemonia da concepção instrumental de alfabetização.</title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>A necessidade de expansão e diversificação o modelo econômico e consequentemente, a modernização dos meios de produção, passaram a exigir mão-de-obra mais qualificada; o sistema político vai necessitando de um suporte administrativo mais bem equipado, surge a necessidade de ampliar, também, os objetivos da educação e consequentemente, a concepção de alfabetização. </p><p>Essa ampliação na forma de conceber a alfabetização pode ser exemplificada através do conceito definido pela Unesco mundialmente adotado na década de 60.</p><p>Dessa forma durante a ditadura militar, a alfabetização passa a ser utilizada como estratégia de despolitização, de suavização das tensões sociais e como instrumento fundamental de preparação de mão-de-obra para colaborar com os mecanismos de desenvolvimento econômico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 16:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As décadas de 80 e 90: A busca de novas contribuições para a área. </title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>No final dos anos 70 e começo dos 80, inicia-se o processo de "abertura democrática" possibilitando a volta de inúmeros educadores que estavam foram do Brasil. Dentre eles Paulo Freire que, trás consigo uma "bagagem" de experiências e novos conhecimentos, a reorganização e mobilização da sociedade civil, fazendo ressurgir os movimentos populares, a rearticulação dos partidos políticos de esquerda e do movimento sindical, bem como a ampliação e revisão de movimentos educativos como o MEB, e o movimento de experiências de caráter popular baseadas nas concepções e método de Freire.</p><p>Toda essa movimentação política traz significativas contribuições e conquistas para a área da educação e alfabetização de adultos. </p><p>Do ponto de vista das políticas, a constituição de 1988, garantindo a extensão e obrigatoriedade de educação básica para os Jovens e Adultos e a elaboração das constituições estaduais e dos planos diretores do municípios, constitui-se em exemplos de ganhos para a área.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 16:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>APRESENTAÇÃO </title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Katianny Onezia de Lima Santos, meu nome é Katianny porque já tinha minha irmã com a letra K e todas as primas o nome termina com "anny", e o Onezia foi minha tia que escolheu para homenagear meu avô materno que morreu 5 dias antes do meu nascimento, o nome dele era Onezio. Pedagoga em formação, casada, mãe de uma linda garota chamada Vitória, atualmente não estou trabalhando, mas, já trabalhei como auxiliar de sala com crianças autistas e fui professora substituta em uma turma da EJA. A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino para as pessoas que não alcançaram  em idade "estimada".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 17:16:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
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         <description><![CDATA[<p>Contraditoriamente, no âmbito das políticas e ações a nível federal, observa-se que no início dos anos 90, a partir da disseminação do pensamento/modelo neoliberal em que se impõe uma política de redução de gastos público, de privatização e enxugamento do Estado. A escolarização de jovens e adultos analfabetos é vista como um empreendimento sem retorno para o sistema produtivo.</p><p>Os governantes entendem que, como os adultos chegaram a determinada idade sem instrução já não terá mais condições de aprender a tempo de se qualificarem para a produção. Nesse sentido, priorizam-se recursos e ações para educação das crianças e dos mais jovens ou adolescentes.</p><p>Por outro lado a partir da metade da década de 80 e principalmente na década de 90, algumas prefeituras do país tomaram a educação de jovens e adultos como uma de suas prioridades, passando a dar à área um tratamento próprio, definindo seus espaços nas escolas, investindo na capacitação dos professores e do corpo técnico administrativo e elaborando proposta pedagógica específica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 17:29:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE DO CAPITULO 2: A TEORIA DE FREIRE COMO A &quot;PEDRA ANGULAR&quot; DA ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS </title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883927380</link>
         <description><![CDATA[<p>Moura (2004) afirma que, a importância atribuída universalmente, às formulações de Freire, torna qualquer tentativa de síntese de suas ideias e contribuições, seja para a alfabetização de adultos ou para qualquer outra área de estudo no campo da educação uma tarefa difícil e árdua.</p><p>Moura (2004) destaca que, realizaram um estudo de alguns dos principais trabalhos de Freire, afim de extrair da vasta produção de Freire elementos que pudessem ampliar o entendimento em relação às suas formulações para a alfabetização de adultos. Essa investigação permitiu identificar três períodos marcantes na sua trajetória de educador e pesquisador. O primeiro período de experiências e produções teóricas de Freire compreende quase 20 anos de sua experiência em Recife e no Nordeste brasileiro, estendendo-se da segunda metade dos anos 40 até o golpe militar de 1964, que o expulsou do país; o segundo período compreende os seus anos de exílio - 1964 até 1979- período de intensa efervescência teórica e riqueza de experiências práticas vivendo uma verdadeira, catarse cultural com diferentes povos das mais diferentes realidades; e o terceiro período que se inicia com a sua volta para o Brasil, até a sua morte em maio de 1997.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 19:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A alfabetização de adultos em Freire: a construção de um conhecimento pela prática.</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883967159</link>
         <description><![CDATA[<p>As raízes político-pedagógicas do trabalho de Freire com a alfabetização de adultos podem ser buscadas na experiências vivenciadas como professor educador e coordenador de grupos populares em que foram se acumulando preocupações com as várias formas de exclusão social a que as classes populares eram submetidas, dentre elas o acesso à educação escolarizada, comprovadas através dos alarmantes índices de analfabetismo existente no país. </p><p>Sua inserção como coordenador dos Círculos de Cultura, trazia alguns indícios de que estavam acontecendo modificações no comportamento dos participantes. Desta forma, Freire, a partir dos resultados positivos com os grupos do círculos de cultura, aproveita o período em que o governo popular de Pernambuco, e o governo populista de João Goulart, no Brasil, possibilitaram o desenvolvimento de ações educativas para as classes populares, denominado como período de "transição" para por em prática suas ideias sobre a alfabetização desenvolvendo o caminho investigativo-crítico, que depois sistematizou como método. Entendia que, para desenvolver esse processo de alfabetização esses conteúdos teriam que sair do próprio povo da área onde o trabalho ia ser desenvolvido. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 20:46:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883981779</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir dessas reflexões e decisões, Freire organizou grupos de educadores que, após uma preparação davam início a um longo processo de alfabetização. O trabalho iniciava pela investigação do que ele chamou de "pesquisa do universo vocabular" que se constituía na realização da entrevista com o povo de cada área onde o trabalho seria desenvolvido. O objetivo da pesquisa era colher dos sujeitos suas expressões verbais sobre os desejos, frustações, desilusões, enfim suas representações acerca da situação de vida social e suas perspectivas em relação as mudanças. Com os dados colhidos, após analise dos grupos, se constituiriam nos conteúdos que seriam trabalhados na prática. Freire denominou-os de "palavras geradoras" para a alfabetização e "tema geradores" para a pós-alfabetização. </p><p>cabe destacar que, a definição dos critérios para seleção das "palavras geradoras" partiam do seu próprio conhecimento e experiências como professor de língua portuguesa. Selecionadas as palavras geradoras, criavam-se situações nas quais elas eram colocadas em ordem crescente de dificuldades fonéticas.</p><p>Freire aproveitou o período de "transição" e assumiu durante aproximadamente cinco anos, a direção dos trabalhos e planejamento de desenvolvimento de uma prática pedagógica de alfabetização de caráter político-pedagógico. Durante esse período coordenou e desenvolveu a prática de alfabetização de adultos por todo o Brasil, utilizando uma forma de trabalhar até então inédita na história da educação brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 21:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>O método proposto e desenvolvido por Freire</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2883994948</link>
         <description><![CDATA[<p>As etapas propiciadas pelo método de Freire, representam, de forma articulada, uma prática de pesquisa e de ensino em que acontecem todos os passos pedagógicos: o planejamento, o acompanhamento e a avaliação, que sempre é auto avaliação. Pois de acordo com Moura (2004), Freire só vê sentido na alfabetização como práxis político-pedagógica. </p><p>O objetivo maior de Freire, quando propôs o método para alfabetizar adultos era o de propiciar formas de ajudar a população analfabeta a organizar reflexivamente o pensamento de maneira a superar o seu pensamento "ingênuo", passando para um pensamento lógico, abstrato, que pudesse ajudar no processo de construção da consciência crítica, no entendimento do que ocorreria na sociedade na "fase de transição" e das possibilidades que os homens conscientes e organizados teriam na "rachadura" da sociedade.    </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 21:27:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O conceito freiriano de alfabetização de adultos.</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884015554</link>
         <description><![CDATA[<p>O construto teórico-prático acumulado pelas experiências que viveu no exílio, assessorando programas de alfabetização de adultos em Estados africanos e os estudos realizados nesses período, levaram Freire a reforçar a ideia do papel da educação e da alfabetização como um processo permanente a serviço da consolidação desse reconstrução nacional. Acreditando que a alfabetização e a pós-alfabetização poderiam contribuir para que o povo tomasse a sua História nas mãos e se refizesse na própria feitura da história. Dessa forma, Freire defendia que o relevante para a alfabetização era que tivesse como objetivo dar aos estudantes-adultos da classe popular os instrumentos de que necessitavam para reafirmar seus modos de expressão, suas histórias e suas próprias vidas.</p><p>Assim, a concepção de alfabetização de Freire ao considerar os sujeitos do processo como seres cognoscentes, ou seja, seres pensantes que tem a capacidade cognitiva para aprender, exige a análise de suas categorias fundamentais: a cultura e a conscientização. Entende-se que essas duas categorias são fundamentais tanto na compreensão das capacidades de aprender dos sujeitos, quanto na sua capacidade de criar e intervir para transformar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 21:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Caracterização dos sujeitos do processo de alfabetização: alfabetizandos e alfabetizadores</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884037722</link>
         <description><![CDATA[<p>Para freire, existem semelhanças marcantes entre os sujeitos do processo de alfabetização: alfabetizadores e alfabetizandos. Ambos têm a mesma gênese histórico cultural, são sujeitos portadores e produtores de cultura. Ao tempo em que nascem em ambientes ricos e diversificados, são sujeitos cognoscentes, dotados de uma estrutura neuropsicológica que os estimula para necessidades e curiosidades e o empurram para a busca e apropriação do conhecimento.</p><p>Desta forma, alfabetizador e alfabetizandos devem ser postos numa situação de igualdade enquanto sujeitos do mundo e no mundo e consequentemente numa situação de igualdade nas relações pedagógicas, entendendo-se que a diferença existente entre eles encontra-se na maior experiência que o alfabetizar possui no que se refere à leitura e sistematização do saber.</p><p>O grande compromisso do alfabetizar está em colocar essas experiências à disposição e a serviço dos alfabetizandos de maneira a permitir-lhes ter acesso a esse saber. Isto é possível numa relação horizontal em que partindo-se de diferentes níveis de conhecimentos e experiências, através de permanente diálogo, alfabetizadores e alfabetizandos consigam atingir o mesmo ponto de chegada: a apropriação do saber sistematizado e sua utilização como instrumento de intervenção na sociedade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 22:41:25 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do alfabetizador e os &quot;saberes&quot; indispensáveis a sua prática.</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884061893</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Moura (2004), ao longo de toda a sua trajetória Freire mostrou que o alfabetizador, ao lado do papel político de ajudar a desvelar o mundo, a fazer a leitura crítica da realidade e buscar elementos necessários a intervenção na sociedade, tinha o papel pedagógico e epistemológico de proporcionar aos alfabetizandos os saberes necessários à leitura e escrita da palavra e a sua consequente apropriação como instrumento desencadeador de novos conhecimentos que possibilitassem formas competentes de intervenção gnosiológica e política.</p><p>Em toda sua produção a partir dos anos 80, e particularmente nos anos 90, Freire enfatiza a necessidade cada vez maior da educação libertadora e do papel dos professores como agentes políticos que trabalhem a consciência crítica dos trabalhadores, que assumam o papel político de desmascarar a ideologia dominante e construir, junto com os educandos, uma, contra-ideologia que se contraponha à ótica da excelência do capitalismo, do mercado e do lucro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 23:30:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884067544</link>
         <description><![CDATA[<p>Em relação aos alfabetizadores, particularmente, defende que a preocupação deles deve ser em instrumentalizar os sujeitos para o bom desempenho do trabalho, mas especialmente para o exercício da cidadania.</p><p>Nesse sentido Freire, define uma série de "virtudes" ou "saberes" que o educador precisa ter. Moura (2004) afirma que, esses saberes propostos por Freire, constituem-se num construto teórico-prático podendo ser agrupados em três campos de conhecimentos que envolvem: uma competência geral de natureza política acerca da própria essência de ser do sujeito, do seu estar no mundo e com o mundo e a  compreensão do próprio mundo e suas influências sobre os sujeitos;  os conhecimentos sobre a natureza da ação educativa, da prática pedagógica, os elementos constitutivos dessa ação; e os conhecimentos específicos das ciências que propiciarão à atividade docente e discente. De posse desses saberes é possível uma prática pedagógica que demonstre sua qualidade política.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 23:40:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A prática alfabetizadora em Freire: possibilidades e limites</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884086629</link>
         <description><![CDATA[<p>A concepção de alfabetização assumida por Freire e a forma como caracteriza os sujeitos e como defende a relação pedagógica e epistemológica entre eles, levou-o a desenvolvê-la como uma prática que vai além da apropriação do sistema de linguagem escrita, ou que se estende além da introdução do homem no mundo letrado. </p><p>Moura (2004) afirma que, os limites identificados no trabalho de Freire não diminuem as contribuições à área da alfabetização de adultos, muito pelo contrário, nós só podemos apontar esses limites porque ele construiu uma proposição incompleta, inacabada. E é justamente sua incompletude que abriu espaço para que possamos buscar elementos em outras teorias, seguindo os seus conselhos de que fossem recriadas as suas ideias e suas práticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 00:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A IDENTIFICAÇÃO DO CIDADÃO NO PROCESSO DE LETRAMENTO CRÍTICO</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884189748</link>
         <description><![CDATA[<p><em>AUTORAS: SYLVIA TERSI E GRAZIELA PONTE</em></p><p><br/></p><p>De acordo com Terzi e Ponte (2006)o letramento é a relação que indivíduos e comunidades estabelecem com a escrita, relação esta construída através da familiarização com as práticas de letramento, práticas sociais que têm um texto escrito como elemento constitutivo (TERZI, 2003, 2005).</p><p> Ao estudarmos o letramento de uma comunidade, temos que considerar as práticas de letramento das quais seus membros participam, ou que a elas estão expostos, do ponto de vista local e temporal, sem, contudo, deixar</p><p>de considerá-las como construídas historicamente.</p><p>Street (1984, 1995) apresenta dois modelos de letramento, sem, contudo, excluir a possibilidade de modelos intermediários: o modelo autônomo e o ideológico. A visão autônoma define o letramento em termos de habilidades</p><p>individuais e cognitivas que podem ser desenvolvidas independentemente de contextos específicos ou de padrões culturais. Seria a capacidade de usar a escrita de maneira descontextualizada. A visão ideológica de letramento, por outro lado, define as práticas de letramento a partir da perspectiva das estruturas culturais e de poder na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 02:28:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884194260</link>
         <description><![CDATA[<p>Terzi e Ponte (2006), comparam a realidade das pessoas que moram no sul e as do nordeste, onde as condições econômicas e sociais são bem distintas, pois no sul, se as pessoas forem afetadas com a seca, terão dinheiro para comprar água para beber e cozinhar, enquanto no nordeste a água barrenta vai servir para esse fim. Então essas diferenças não são respeitadas quando se é feito por exemplo um livro para ser utilizado nas salas de aula, trabalhar com a realidade de cada um fortalece a aprendizagem.</p><p>Portanto, apresentar, em sala de aula, o texto da forma como é utilizado nas interações sociais, refletindo as relações de poder e os padrões de significação culturais locais, é condição para a formação do leitor cidadão</p><p>capaz de utilizar-se da escrita para melhor entender a si mesmo, e a sua realidade, dela participando. Seria, então, a alternativa ao trabalho hoje vigente na escola pública, e ao seu fracasso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-02-15 02:34:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884199167</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das primeiras coisas a serem ensinadas para aqueles que iniciam a aprendizagem do código da escrita é a escritura do próprio nome, apresentado como identidade da pessoa. É, sem dúvida, um trabalho importante. Em primeiro lugar, porque o nome a nós atribuído, muitas vezes antes mesmo de nascermos, é a primeira identificação que recebemos. Por outro lado, há toda uma significação positiva no impacto da aprendizagem do nome. </p><p>Para os adultos é bem difícil a "sobrevivência" na sociedade sem ser alfabetizado, porque no mundo atual em tudo se faz necessário ter um pouco de conhecimento na leitura, seja na hora de pegar um ônibus, de fazer feira, de assinar um documento etc.</p><p>Para uma criança escrever o próprio nome é só mais uma conquista, para um adulto aprender a escrever o nome é uma grande vitória, que muitos já encaram como o "bastante".</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 02:40:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2884219635</link>
         <description><![CDATA[<p>Ser registrada é um direito da criança garantido pela lei n. 6015/73 e um dever dos pais ou responsáveis. O registro coloca a criança como pertencente ao universo jurídico de cidadãos que compõem o povo brasileiro, dando-lhe um nome oficial, através do qual é identificada e adquire nacionalidade (Art. 12 da&nbsp; constituição Federal).</p><p>Em síntese importante esclarecer aos estudantes a função e o uso dos documentos como a certidão de nascimento, a carteira de identidade, o titulo eleitoral, o cadastro de pessoa física e etc.</p><p>Uma vez entendidos a função dos documentos e os fatores contextuais que podem influenciar seu uso, é importante que eles sejam analisados. Conhecendo a função de identificação, os alunos serão capazes de chegar aos tipos de informação que eles contêm e à forma em que essas informações são apresentadas, pois há uma relação entre a função que o texto escrito tem na prática de letramento da qual é constitutivo e sua forma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 03:06:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SÍNTESE CADERNO - 1 </title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2925843246</link>
         <description><![CDATA[<p>O caderno 1 - Intitulado alunos e alunas da EJA foi apresentado no dia 25/01 pelas estudantes Adlla Emanuelle; Camila Bezerra; Isabelle Santos e Rebeca Ester. O caderno em questão está dividido em três partes principais que são: parte 1 - <strong>A identidade dos alunos e alunas da EJA</strong>, parte 2- <strong>As diferentes raízes culturais </strong>e a parte 3 - <strong>O que a escola representa para os alunos e alunas da EJA</strong>. O caderno em questão enfatiza que esses alunos possuem visão de mundo, ou seja, são pessoas experientes com crenças e valores já construídos e que essa visão de mundo é influenciada pela origem e vivência social do sujeito. </p><p>Além disso, destaca-se que, a procura pela escola em muitos casos é uma decisão que envolve terceiros, ou seja, a família, os amigos, patrões, ou até mesmo por questões de praticidade no dia a dia, sendo de fundamental importância acolher a todos os sujeitos que fazem parte dessa modalidade de ensino.</p><p>A sala de aula da EJA é marcada pela diversidade de origens, são pessoas que migram de suas cidades de origem em busca de melhores condições de vida, trabalho, moradia, estudos e novas oportunidades.</p><p>Quanto as condições socioeconômicas o caderno 1 destaca que, o perfil dos estudantes da EJA, pertencem todos a uma mesma classe social, são pessoas com baixo poder aquisitivo, que consomem, de modo geral, apenas o básico a sua sobrevivência.</p><p>Cabe destacar que uma característica frequente dos alunos da EJA, é a baixa autoestima, muitas vezes reforçada pelas situações de fracasso escolar .</p><p>As alunas e alunos da EJA, em sua maioria, são trabalhadores e, muitas vezes, a experiência com o trabalho começou em suas vidas muito cedo, em todas as regiões do país, o trabalho é apontado pelos alunos de EJA tanto como motivo para terem deixado a escola, como razão para voltarem a ela.</p><p>O caderno 1 enfatiza que,  a escola, ao mesmo tempo em que tem a tarefa de apresentar aos alunos os marcos da cultura humana, deve permitir que seus alunos e a comunidade na qual se encontra expressem sua cultura particular, dessa forma, é papel da escola trazer para seus alunos outras formas de agir e pensar, outros modos de explicar o mundo. Contudo, reconhecendo e valorizando sua própria cultura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 23:35:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE DO CADERNO- 3</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2925882690</link>
         <description><![CDATA[<p>O caderno 3- Intitulado: observação e registro, foi apresentado no dia 15/02 pelas estudantes: Katianny Lima; Maria Jaqueline e Maria Jéssica, ou seja, foi o caderno no qual tivemos o privilégio de apresentar. O mesmo está divido em três partes principais que são: parte 1 -<strong>A Observação e o Registro</strong>, parte 2 - <strong>O registro</strong> e parte 3- <strong>Como registrar</strong>. No caderno em questão é enfatizado logo no início que, a observação, o registro, a avaliação e o planejamento são ferramentas metodológicas do professor(a). A observação e o registro evidenciam as habilidades e atitudes que o professor procura privilegiar, na prática do professor essas ferramentas estão intimamente ligadas e se misturam nas diferentes ações que vão sendo desenvolvidas.</p><p>O caderno destaca também que a observação não é um fato facilmente realizável, sendo porém, uma das formas mais tradicionais para se chegar ao conhecimento, dessa forma, observar é uma ação que precisa ser aprendida.</p><p>O caderno 3 destaca que, só é possível aprender a observar observando, não há outro caminho. O mesmo acontece com todas as outras práticas. Mas além do exercício de observar, o professor aprende quando comenta suas observações com outros professores. </p><p>Quanto ao registro o caderno enfatiza que, registrar é uma marca da humanidade, visto que, é próprio dos seres humanos registrarem o que pensam e a realidade onde se encontram, para o professor o registro da sua prática constitui-se como importante instrumento de aperfeiçoamento do seu trabalho, existem diferentes formas de registrar e com diferentes finalidades, seja uma foto, uma produção, um relato oral, a forma e o conteúdo do registro podem e devem variar, tanto quanto variam suas finalidades e o registro escrito torna visível estes diferentes objetivos. </p><p>O caderno em  questão destaca que,  é importante ter um caderno, para registrar fotos e comentários acontecidos ou relacionados a aula, organizar uma pasta para guardar as produções dos alunos, os planejamentos, os textos utilizados etc. E utilizar fichas com questões que orientam o registro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 00:12:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE DO CADERNO - 4</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2925946995</link>
         <description><![CDATA[<p>O caderno 4 - Intitulado: Avaliação e Planejamento também foi apresentado no dia 15/02. O mesmo possui cinco tópicos principais sendo eles: <strong>Avaliação, Avaliação como um processo continuo, O planejamento, O planejamento do professor e Planejamento da escola</strong>. O caderno em questão destaca que, o planejamento é sucedido pela avaliação, portanto, planejamento e avaliação caminham juntos. O caderno enfatiza que, a avaliação vai muito além de provas e testes, para medir a inteligência dos alunos, precisamos saber que avaliar é um processo reflexivo, ou seja, uma oportunidade de pensar a prática que fazemos, é a avaliação que vai orientar tanto os professores quantos os alunos durante o processo de ensino-aprendizagem, o caderno destaca também a avaliação como um processo continuo, que deve ser realizada durante todo o período letivo. </p><p>Quanto ao planejamento o caderno aborda que o planejamento envolve os aspectos pedagógicos, comunitários e administrativos, sendo a espinha dorsal da escola, no qual envolve os fundamentos das áreas que serão estudadas, a proposta metodológica escolhida e a forma como se dará a avaliação, temos o planejamento curricular, o planejamento do professor, planejamento da escola.</p><p>Cabe ao planejamento curricular a organização do conjunto de matérias que vão ser ensinadas e desenvolvidas durante o período de duração de um curso, assim como, o plano de disciplinas, de unidades e experiências propostas pela escola, professores, alunos ou pela comunidade.</p><p>Quanto ao planejamento do professor o caderno 4 destaca que, planejar exige, estar aberto para o aluno e sua realidade, eleger prioridades, ser criativo na preparação da aula, ser flexível para modificar o planejamento sempre que necessário, sendo necessário estabelecer o que vai ensinar, como ensinar, o que, como e quando vai avaliar, e que é preciso levar em conta as características e aprendizagens do alunos, os objetivos e o projeto pedagógico da escola, o conteúdo da etapa ou nível do curso e as condições objetivas de trabalho, o planejamento é importante tanto para o professor quando para os alunos.</p><p>O planejamento político pedagógico é o planejamento geral que envolve o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição, os projetos pedagógicos convidam a escola a conhecer e explorar a realidade em que está situada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 00:53:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE CADERNO - 2</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2926024322</link>
         <description><![CDATA[<p>O caderno 2 - Intitulado: A sala de aula como espaço de vivência e aprendizagem, foi apresentado pelas estudantes: Amora Sarmento, Aryane Mayara e Lília Mariana. O caderno em questão  está dividido em três partes principais: parte 1 - <strong>A sala de aula como espaço de encontro entre alunos, professor, professora e conhecimento</strong>, parte 2- <strong>Alunos, alunas e professores, professoras aprendendo juntos</strong>, e parte 3 - <strong>A organização do tempo e a criação de uma rotina</strong>. O caderno destaca que a sala de aula é o espaço de encontro entre alunos, professor e conhecimento, nela vínculos de amizade, cooperação e confiança se constroem e se consolidam, animando o processo de ensinar e aprender. O caderno apresenta exemplos de sala de aula, e enfatiza que a sala de aula é um espaço de vivência e aprendizagem. </p><p>O caderno destaca também que, os alunos jovens e adultos caracterizam-se como um grupo heterogêneo, do ponto de vista da faixa etária, da cultura da visão de mundo e dos conhecimentos prévios, e que a escola é o lugar especialmente estruturado para potencializar a aprendizagem desses alunos.</p><p>É importante considerarmos que o sentido de aprender, nas classes da EJA, está no encontro dos alunos com a satisfação de suas necessidades e expectativas, e que, estas forma se constituindo ao longo da vida, a partir e no contexto de sua cultura, é desse lugar, ou seja, de sua cultura que os alunos partem e podem atribuir sentido ao conhecimento. O caderno afirma que, trabalhar com temas geradores ajuda a organizar o trabalho de sala de aula pois, possibilita uma aprendizagem significativa.</p><p>Quanto a organização do espaço o caderno em questão destaca que, não há forma única de organizar o espaço da sala de aula, dessa forma, deve-se levar em conta que casa modelo de organização serve a um propósito distinto, favorecendo relações distintas entre alunos, e entre professores e alunos.</p><p>No tópico a organização do tempo e a criação de uma rotina observamos que para instaurar um grupo harmonioso e produtivo, no qual cada pessoa se sinta atendida em suas necessidades, é preciso que essa rotina conte com marcas bem definidas, equilibrando diversidade e constância, o tempo todo, ou seja, o grupo precisa contar com uma rotina própria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:42:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE DO CADERNO - 5</title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2929247421</link>
         <description><![CDATA[<p>O caderno 5 - Intitulado: O processo de aprendizagem dos alunos e professores, foi apresentado por Amanda Beatriz, Claudiovana Francielle, Maria Alice e Roberta Maria, está dividido em quatro partes principais que são : parte 1 <strong>O conhecimento</strong>, parte 2 <strong>A concepção tradicional do conhecimento</strong>, parte 3 <strong>A concepção democrática do conhecimento</strong> e parte 4 <strong>Os passos do conhecer</strong>.</p><p>Inicialmente o caderno destaca que existem várias concepções do conhecimento e que essas concepções são construídas pelas experiências, informações pessoais, ideias socialmente construídas e transmitidas pela cultura.</p><p>Quanto a concepção tradicional de conhecimento é destacado no caderno em questão que esse método de ensino focado na repetição e memorização teve seu início no século XIX ganhou força no século XX e suas raízes ainda se perpetuam na atualidade.</p><p>A concepção democrática do conhecimento destaca que, o conhecimento é próprio dos seres vivos, que, dispõem da capacidade de perceber o ambiente em que estão e selecionar ou construir algumas alternativas para interagir com o ambiente em que estão inseridos. </p><p>Quanto aos passos do conhecer o caderno destaca a <strong>síncrese</strong> que é a primeira impressão de algo, é o primeiro contato com objeto do conhecimento, a <strong>análise</strong> que é onde ocorre a separação das partes que compõem qualquer objeto de conhecimento(passa a reparar detalhes que antes não foram percebidos), e a <strong>síntese</strong> que é o conhecimento que você foi capaz de construir a partir da interação com o objeto.</p><p>O caderno 5 enfatiza que, para estimular os conhecimento dos alunos é importante buscar assunto de interesse dos alunos, uma vez que, os alunos só aprenderão se quiserem aprender. Especialmente porque aprender custa esforço e ninguém dará esforço a troco de nada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 23:18:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS: </title>
         <author>mjsjessica17</author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2929264431</link>
         <description><![CDATA[<p>Cadernos do MEC: <strong>Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos.</strong> <strong>alunas e alunos da EJA</strong>. Brasília – 2006; </p><p><br></p><p>Cadernos do MEC: <strong>Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. &nbsp;A sala de aula como espaço de vivência e aprendizagem. </strong>Brasília – 2006; </p><p><br></p><p>Cadernos do MEC: <strong>Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. Observação e Registro. </strong>Brasília – 2006; </p><p><br></p><p>Cadernos do MEC: <strong>Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. Avaliação e Planejamento. </strong>Brasília – 2006;</p><p><br></p><p>Cadernos do MEC: <strong>Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. O processo de Aprendizagem dos alunos e professores. </strong>Brasília – 2006; </p><p><br></p><p>MOURA, Tânia. <strong>Evolução histórica das concepções sobre alfabetização de adultos. In:. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos – contribuições de Freire, Ferreiro e Vygotsky. 3.ed. Maceió</strong>: Edufal, 2004;</p><p><br></p><p>MOURA, Tânia. <strong>A teoria de Freire como a "pedra angular" da alfabetização de adultos.</strong> <strong>In:. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos – contribuições de Freire, Ferreiro e Vygotsky. 3.ed. Maceió</strong>: Edufal, 2004;</p><p><br></p><p>TERZI, Sylvia Bueno; PONTE, Graziela Luzia. <strong>A identificação do cidadão no processo de Letramento crítico. PERSPECTIVA, </strong>Florianópolis, v. 24, n. 2, p. 665-686, jul./dez. 2006</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 23:39:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relevante perceber o que você já traz da sua caminhada acadêmica, para a disciplina, suas descoberta no campo da docência e suas especificidades.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2939730976</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 02:01:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2939730976</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2939779624</link>
         <description><![CDATA[<p>Vocês trouxeram reflexões importantes e pertinentes sobre a importância da alfabetização de adultos e o papel fundamental da concepção freireana na  prática alfabetizadora.</p><p>Levem esses estudos na bagagem formativa de vocês.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 02:38:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vocês trazem também, os estudos de Terzi e Ponte na perspectiva do olhar e da escuta para se repensar o processo de formação de pessoas críticas e letradas na EJA. </p><p>Proponho que continuem buscado processos formativos para além da Universidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 02:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>Nossa Avaliação</title>
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         <link>https://padlet.com/mjsjessica17/osur5dadd4rv3v4v/wish/2939802748</link>
         <description><![CDATA[<p>Considero o  trabalho apresentado, significativo, pertinente, com estudos e reflexões teóricas e práticas com consistência. </p><p>No entanto, senti falta de uma avaliação e conclusão final, onde vocês falariam do que foi tudo isso para vocês nesse percurso de formação acadêmica.</p><p>Recomendo que em trabalhos posteriores, não deixem de concluir e dizer a sua palavra, os autores nos ajudam a chegar nesse processo.</p><p>O que justifica a minha avaliação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 02:57:17 UTC</pubDate>
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