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      <title>Atividade avaliativa- Formação de Docentes 2022 by Sophia Theo Ribeiro</title>
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      <description>O que faria para provocar emoções de valência positiva em seus alunos ? Adicione uma foto a sua postagem para ilustrar sua resposta.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-25 21:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>teste</title>
         <author>vandradehomem</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 15:55:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sribeiroestagio</author>
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         <pubDate>2021-10-06 15:56:06 UTC</pubDate>
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         <title>Socorro!</title>
         <author>iennaco</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Quando é que parte o último comboio, Walt? Quando é que parte o último comboio?"<br><br>Colegas, a neurociência é um campo promissor da especulação científica, mas eu ainda tenho algumas reservas quanto à interpretação ou à compreensão de seus resultados, como se se tratasse da constatação de uma fratura óssea numa radiografia por um traumatologista.<br>Eu vejo o futuro da neurociência vinculado, a um só tempo, às pesquisas farmacológicas e endocrinológicas, mas, principalmente, à redescoberta, por assim dizer, da Psicologia do Conhecimento. O comportamento do ser humano, creio eu, não se restringir ao resultado de um processo determinista em termos de estímulo-resposta; deve haver algo mais, que os psicólogos chamam "psique", e que para mim, intuitivamente, se chama "anima". A Psicologia do Conhecimento me parece a chave complementar inafastável da (e insuperável pela) neurociência, uma espécie de sintonia fina, com aptidão para o resgate da autonomia e o desenvolvimento da categoria da "responsabilidade social" do ser humano.&nbsp;<br>Emoção deriva de "e-movere": "ex-movere", botar para fora, "get out". Emoção, emozione; emotion. Pra mim, a grande discussão provocada pela excelente aula da Profa. Sofia foi: como motivar o aluno a partir de sua vivência e suas perspectivas e visão de mundo? Como identificar o conteúdo adequado da emoção (e sua representação simbólica para o aluno, no seu significado pessoal, de identidade e subjetividade), potencializando-o positivamente, num contexto em que as relações são cada vez mais pautadas pela dificuldade de diálogo sensível, e falta de empatia?&nbsp;<br>Minhas sugestões: a) tente identificar pontos comuns de interesses ou histórias de vida (lugares ou pessoas conhecidos em comum); ou seja, crie ou identifique vínculo intersubjetivo, sem artificialismos; b) se a pessoa fizer algo, valorize o esforço e o resultado obtido, no que ele tem de melhor, e responda as falhas eventuais com uma pergunta que permita ao próprio autor refletir sobre o problema intrínseco à sua atividade; c) sempre que for o caso, não perca a oportunidade de elogiar; o ser humano é carente e precisa de reforço de sua autoconfiança, principalmente em ambiente em que não se sente seguro e confortável; d) e, principalmente, crie um ambiente de confiança para a crítica e a contribuição do outro, de modo a mudar o rumo de sua própria condução dos trabalhos pedagógicos.<br>Na prática é fácil? Não.<br><br><br><br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 12:11:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: Laís Paranaíba Frattari Ribeiro</title>
         <author>laisparanaiba</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem pode ser definida como um processo de aquisição de novos conhecimentos por meio de experiências vivenciadas e determinadas por fatores internos e externos ao indivíduo, as quais resultam na modificação do comportamento humano e que dependem de certas condições, como mentais, físicas, sensoriais e sociais para se desenvolverem. Praticamente todo comportamento e todo conhecimento humanos são aprendidos (Costa e Netto, 2017).</div><div>Já para Lewin (1965), aprender significa que a pessoa tem que fazer alguma coisa e não ser passivamente impulsionada por forças impostas sobre ela. Significa também estabelecer aquilo que se gosta ou não, ou seja, certas valências, valores. Para este autor, os objetos, pessoas ou situações adquirem para o indivíduo uma valência positiva (quando podem ou prometem satisfazer necessidades presentes do individuo) ou valência negativa (quando podem ou prometem ocasionar algum prejuízo).</div><div>Podemos entender que a valência está diretamente relacionada à motivação. Para Vroom, autor da Teoria da Expectativa, a motivação de uma pessoa depende do produto entre a expectativa, a instrumentalidade e a valência. Para ele, a motivação é&nbsp; uma condição interna relativamente duradoura que leva o indivíduo a persistir em um comportamento direcionado a um objetivo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sabemos que o processo de ensino e aprendizagem é complexo e depende de vários fatores, como a dedicação dos professores, o apoio da gestão/coordenação e a motivação dos alunos. Dessa forma, todos precisam atuar em conjunto para que os alunos obtenham os melhores resultados e se mantenham motivados e com emoções positivas durante o processo de aprendizagem .</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O ambiente (virtual ou presencial) precisa ser leve, tranquilo e sem discussões ofensivas. É papel do tutor gerenciar esse ambiente e realizar intervenções, caso seja necessário. Felizmente nunca passei por situações constrangedoras enquanto tutora.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Atividades em grupo podem ajudar a manter sentimentos positivos, pois os alunos podem aprender com a experiência dos colegas e refletir sobre o conteúdo disponibilizado. Eu sempre procuro incentivar os alunos a participarem ativamente desse tipo de atividade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Feedbacks constantes também são importantes, pois os alunos precisam conhecer o seu desempenho geral e seu progresso, ajudando-os a alcançarem o que precisam. Por isso, ao avaliar uma atividade, procuro demonstrar ao aluno o seu erro e, ao mesmo tempo, incentivo-o a buscar mais conhecimentos. Jamais eu o censuro pelos seus erros.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Além disso, para manter a motivação, nas tarefas mais cansativas, o tutor pode sempre ajudar os alunos a se lembrarem da aplicação prática do que está estudando, ou descobrir alguma relação com seu mundo, seus interesses e gostos pessoais. Tarefas grandes e mais complexas podem ser divididas e terem seus prazos aumentados, para que o aluno não perca o interesse nos estudos. Na EV algumas vezes estendemos o prazo de entrega das atividades, a pedido dos alunos, para que não se sentissem desmotivados.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Compreender a dificuldade de cada aluno ajudando-o a superá-las é fundamental também. Da mesma forma, compreender o perfil do aluno, seus interesses e aptidões podem ajudar no desenvolvimento das suas habilidades e, consequentemente, sentimentos positivos em relação aos estudos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gosto muito também das atividades em fóruns de debate, pois os alunos, além de exercitarem o conteúdo teórico, dividem experiências com seus pares e são estimulados a buscarem novas fontes de conhecimento, encontrando soluções para o problema proposto.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Entendo que a aprendizagem precisa ser um processo leve, dinâmico e eficiente, proporcionando a integração e colaboração entre alunos e tutores, ampliando seus conhecimentos e interesses. E é isso que a imagem trazida nos mostra: no ensino não deve haver um aprendiz e um detentor do conhecimento, impositivo, rígido. O conhecimento, as buscas, a compreensão e interpretação da informação devem ser partilhados por todos, sejam alunos ou tutores, em uma construção coletiva. E é assim que procuro ser, enquanto tutora.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Referências:&nbsp;</div><div>1)A importância da Psicologia da Aprendizagem e suas teorias para o campo do ensino-aprendizagem (Netto e Costa, 2017)&nbsp;</div><div>2)Work And Motivation&nbsp; (Vroom, 1964)</div><div>3)Teoria de campo em ciência social (Lewin, 1965)</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 14:27:17 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: Miralda Lavor -                                  Provocando emoções de valência positiva!    </title>
         <author>miraldalavor</author>
         <link>https://padlet.com/sribeiroestagio/or1wp925ehzuzz0/wish/1802457428</link>
         <description><![CDATA[<div>  Bom dia colegas e tutoras<br><br>Estou encantada com a modificação que está sendo implementada pela Escola Virtual. É a segunda vez que me proponho a ser Tutora. Da primeira vez, em abril deste ano, iniciei o primeiro módulo com a inserção de um vídeo meu, dando as boas vindas e falando um pouco sobre o conteúdo que seria desenvolvido. Chamei atenção para músicas em alguns momentos no cafezinho virtual e na apresentação inicial. No decorrer do curso, procurei fazer uma análise personalizada de cada postagem. E acho que foi mesmo muito importante. E senti isso nos feedbacks ao final do curso.<br>Agora, com esse estímulo da EV será possível uma ampliação das possibilidades. É que, a tecnologia é um pouco difícil para quem já passou dos 40... portanto, o passo a passo será excelente.<br><br>Focando objetivamente na pergunta, para provocar valência positiva,&nbsp; eu usaria metodologias ativas e, especificamente:<br>a) Acolhida calorosa com a publicação de um clip musical com alguma mensagem que tivesse relação com o que escrevi;<br>b) Faria vídeos curtos resumindo o que será ou foi estudado num determinado módulo. Em tais ocasiões tentaria trazer casos práticos e reais. A aplicação prática daquilo que se estuda traz muito interesse para quem está aprendendo;<br>c) Respostas individualizadas ao aluno em suas postagens, incluindo elogios e destaques a pontos de vista;<br>d) Usaria plataformas como esta (Padlet) para perguntas provocativas ou reflexivas;<br>e) Mensagens de estímulo, motivando o aluno a raciocinar e ir em frente<br>f) busca&nbsp; individual dos alunos que estão apáticos, ausentes...<br>g) validaria sentimentos daqueles que estão por desistir em face da correria do dia a dia, buscando motivação e resgate do aluno<br>h) A partir dessa orientação do curso, usaria emojis. Não fiz isso antes porque achava que seria inadequado para o ambiente.&nbsp;<br>g) Indicaria, para além dos textos da plataforma, podcasts, vídeos do youtube sobre o assunto, reportagens<br>h) Traria casos reais para serem solucionados&nbsp;<br>i) Uma coisa que eu fiz na tutoria anterior e, penso que faria novamente, é apresentar um resumo ou os pontos principais daquilo que foi apresentado pelos alunos no final de cada módulo no Fórum respectivo. Uma espécie de balanço das abordagens acrescentando reflexões em cima disso e indicando novos caminhos para aprofundamento sobre os temas.&nbsp;<br><br>Estas são algumas das ações que eu procuraria empreender para provocar valências positivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 13:01:27 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: Fanny Melo</title>
         <author>fannymelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Começo esta atividade, rendendo uma homenagem ao nosso “Patrono da educação Brasileira – Paulo Freire” em comemoração ao seu Centenário, especialmente por seu legado de estratégias para provocar “emoções de valência positiva” no universa da construção do conhecimento, firmado na "pedagogia da autonomia".<br><br>Acredito que provocar emoções de valência positiva nos alunos é nossa missão, já que como tutores é nosso papel facilitar a aprendizagem e isso nos exige profundo preparo, mas especialmente sensibilidade. Além de nossa missão, provocar emoções de valência positiva em nossos alunos e também um enorme desafio.&nbsp; Nesta formação para tutores e em tantas outras pela quais já passamos, aprendemos que o ser humano é um ser social e afetivo, portanto tem a necessidade de estabelecer relacionamentos, de se sentir amado e querido pela família, amigos, colegas e sociedade em geral, mesmo que isso não seja admitido ou verbalizado por muitos “seres sociais”. No ambiente de aprendizagem não é diferente, observamos esta mesma demanda por acolhida e conexão. Existem uma infinidade de muitos estudos demonstrando que aprendemos quando nos sentimos bem conosco, e com os que se encontram ao nosso redor, como: professores, colegas, amigos, gestores e equipes. Para além dos estudos científicos, eu, na condição de filha, mãe, profissional, educadora, cidadã... e acredito que muitos de vocês, senão todos, posso afirmar, por experiência, que só aprendemos, e/ou aprendemos verdadeiramente e melhor, quando estabelecemos uma conexão positiva com as pessoas. Também acredito que só conseguimos facilitar, verdadeiramente, a aprendizagem, quando somos capazes de encontrar formas de acesso (estratégias de ensino) capazes de estabelecer conexões positivas e de gerar emoções em nossos alunos. Sabemos que a emoção é o que nos leva ao movimento, ela nos faz sentir motivação ou impulso a fazer algo, a tomar atitudes! Assim, feitas estas considerações, passo a responder a questão: <strong>“O que faria para provocar emoções de valência positiva em seus alunos </strong>?”, para esta resposta, gostaria de destacar três ações que acredito serem essenciais:<br>&nbsp;1<strong>º</strong>) <strong>adotar uma postura centrada no aluno: </strong>todo aluno é um<strong> </strong>ser integral, dotado de sentimentos, emoções, pensamentos e experiências que o faz único e especial. Para isso precisamos realmente ter espaços e estratégias que nos permitam conhecer cada aluno, ao menos quanto às suas origens, experiências, habilidades, competências, história de vida, família, sonhos... É preciso ouvir e conhecer com acolhida e profundidade nossos alunos, sem esta detida escuta, dificilmente conseguiremos estabelecer conexão e provocar emoções de valência nos alunos. As <strong>estratégias </strong>iniciais de apresentação do grupo são imprescindíveis para este conhecimento (Fórum de Apresentação, Cafezinho Virtual....);<br><br>&nbsp;<strong>2º) mediar a aprendizagem com empatia: </strong>realmente se colocar no lugar do aluno, conhecendo sua história, habilidades e limitações, manter-se realmente presente e em contato constante. As <strong>estratégias</strong> de envio de mensagens individuais e coletivas de reconhecimento, de eventuais dificuldades, de desafios, de superação, de trabalho assertivo, de percepção de ausência, de validação de sentimentos, de buscativa dos ausentes/silentes, com feedback´s sobre desempenho, de flexibilização positiva e inclusiva... são ações fundamentais para o exercício da mediação com empatia; <br><br><strong>3º) mediar a aprendizagem trazendo o cotidiano dos alunos para o contexto do curso</strong>: <strong>&nbsp;</strong>facilitar a construção do conhecimento utilizando as experiências e vivências dos alunos, promover o debate, questionamento, a oposição, o conflito de ideias como estratégia para chegar ao cerne das questões. As <strong>estratégias</strong> dos fóruns de discussão, simulação de reuniões, respostas a questões, estudos de caso, avaliação de aprendizagem....são alguns exemplos de ferramentas para auxiliar na mediação com o uso de experiências e vivências dos alunos. <br><br>Para finalizar, mesmo estando infinitamente distante de exaurir o tema, penso que para <strong>provocar emoções de valência positiva</strong> nos alunos, é preciso ir sempre além, o desafio é gigante e ao longo da humanidade temos tido o privilégio de avançar e poder mediar a construção do conhecimento à luz do que nos ensina incontáveis estudiosos e grandes filósofos da antiguidade (Sócrates, Platão...) e da atualidade (Paulo Freire, Mário Sergio Cortella...), com quem aprendemos que a mediação da aprendizagem deve oportunizar ao aluno uma buscava amorosa e incansável da verdade, do autoconhecimento, do entendimento de si por meio da relação com o outro.&nbsp;<br><br>Aprendemos nesta jornada que para mediar a construção do conhecimento devemos despertar no aprendiz a capacidade dele de observar, analisar e debater a vida cotidiana dentro do contexto estudado, para que ele possa encontrar, na reflexão profunda e fundamentada das situações, alguma emoção ou significado que lhe traga a sabedoria para enfrentar seus desafios de forma a alcançar a promoção e aprimoramento para si e para a humanidade.<br><br>Abraços a todos, seguimos juntos nesta longa, desafiadora e maravilhosa jornada da busca pelo saber!<br><br>Abraços,<br>Fanny Melo<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 15:24:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: Alexandra Soares</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá colegas e tutoras!&nbsp;<br><br></div><div>Inicio minha resposta acerca de qual estratégia utilizar para provocar emoções de valência positiva nos alunos ressaltando que esta é uma tarefa ainda mais desafiadora nos ambientes virtuais. Atuo como professora há alguns anos e percebo que o contato presencial facilita a criação de conexões com os alunos e consequentemente a existência de emoções positivas no processo de aprendizagem. Dessa forma, considero que uma das principais maneiras de criar essas emoções nos ambientes virtuais é por meio das metodologias ativas, com utilização de ferramentas que aproximem o EAD das atividades presenciais. Conforme apresentado pela Sophia, na vídeoaula disponibilizada na Escola Virtual, as ferramentas auxiliares como <em>podcasts</em>, o PADLET e, principalmente, a utilização de imagens e gravação de vídeos que aproximam o tutor dos alunos, contribuem consideravelmente para o processo de aprendizagem nos ambientes virtuais e compensam a ausência das expressões (comunicação corporal) que são características das aulas presenciais. Outra forma muito útil na área em que leciono (perícia e direito ambiental) é a apresentação de estudos de caso. Essa estratégia é eficaz principalmente quando envolve problemas cotidianos e próximos à realidade dos alunos ou com casos de grande repercussão ambiental.&nbsp;<br><br></div><div>Apesar do desafio, cabe ressaltar que os ambientes virtuais possuem suas vantagens. Percebo que a flexibilidade de horário e a existência de ferramentas inovadoras e participativas nesses ambientes é muito benéfica para os alunos. Nesse sentido, é de extrema importância que o ambiente virtual seja verdadeiramente acolhedor a todos, considerando suas particularidades e promovendo a inclusão e participação dos alunos. A personalização das mensagens para cada um, demonstrando a importância individual no processo educacional, é uma das principais estratégias para alcançar esse objetivo. Para isso é importante conhecer cada participante, sendo que as interações no fórum cafezinho virtual e via mensagens de chat promovem essa aproximação entre tutor e alunos.&nbsp;<br><br></div><div>Em síntese, a principal estratégia para criação de emoções de valência positiva é colocar o aluno no foco, buscando ferramentas de conhecê-lo e formas de tornar o ambiente virtual acolhedor e participativo.<br><br>Abraços<br>Alexandra<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 15:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno: Fabrício R. C. Pádua</title>
         <author>fabriciodepadua</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Caminante, son tus huellas el camino y nada más.<br>Caminante, no hay camino: se hace camino al andar.<br>Al andar, se hace camino, y al volver la vista atrás<br>se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar.<br>Caminante, no hay camino, sino estelas en la mar" ( Joan Manuel Serrat).<br><br>-------------------------------------------<br>Boa tarde colegas! Espero encontra-los bem e com saúde.<br><br></div><div>Desde logo gostaria de agradecer à Professora Sophia pela excelente aula de neurociência na EAD.&nbsp;<br><br></div><div>Sobre a questão proposta – não sem antes pedir desculpas pelos equívocos que certamente irei incorrer - tenho a dizer o seguinte:&nbsp;<br><br></div><div>Seja sob o ponto de vista da neurociência – segundo a qual, em razão da neuroplasticidade cerebral, a modelação de cada cérebro se dá de um modo particular e único –, seja sob o prisma de certa antropologia-existencial, nós humanos, fomos lançados no mundo como projetos inacabados, entes intrinsecamente livres e plasticizáveis, seres que se amoldam a partir dos estímulos que recebem e das escolhas que continuamente lhes são exigidas pela convivência social.&nbsp;<br><br></div><div>Por entender que o projeto humano – sujeito que está a uma historicidade radical – é incompatível com qualquer tipo de essencialismo ou reducionismo, sou averso à busca de soluções apodíticas e milagrosas, como se pudéssemos encontrar uma estratégia definitiva e universal de ensino-aprendizagem ou um método pedagógico que, de per si, fosse válido e eficaz para todos. É que isso implicaria em reconhecer que somos seres prontos e acabados, que já no ocaso da existência – no fim da história, para falar com Fukuyama –, se veem atingindo o ponto culminante de sua evolução.&nbsp;<br><br></div><div>No ensino, como em todo e qualquer processo humano, não há soluções prontas. Por inexistir um só aluno que aprenda de modo idêntico a outro, é que o professor deve continuamente (re)inventar o modo como ele ensina e é por isso que nunca haverá uma estratégia pedagógica melhor do que outra, pois só diante do caso concreto – trilhando o caminho – é que conseguiremos avaliar quais serão os mecanismos mais adequados e efetivos que deveremos mobilizar. Enfim – e desde já peço desculpas pela afirmação óbvia –, ensina-se ensinando e aprende-se aprendendo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Neste sentido, entendo que não podemos simplesmente abandonar o método tradicional, em que o aluno assume uma postura passiva, de receptor do conhecimento que lhe é transmitido pelo professor, para adotar, única e exclusivamente, métodos, que sob o rótulo do novo – salvo melhor juízo, a maiêutica e a escola peripatética, em alguma medida, nos mostram que não o são –, assumem a pretensão de perfazerem uma estratégia educacional definitiva.<br><br></div><div>&nbsp;Acredito que a metodologia tradicional não só pode perfeitamente conviver com os novos métodos, como penso que é entremeando-as – e tomando sempre o caso concreto como <em>prius</em> metodológico – que alcançaremos os melhores resultados.<br><br></div><div>Ademais, entendo que no palco da vida não há espaço para coadjuvantes, somos todos protagonistas.&nbsp; É bem verdade que no processo de fixação do conteúdo apreendido, o papel do aluno ganha um especial destaque. Todavia, o professor, embora não deva ser encarado como detentor absoluto do conhecimento, bem exerce seu papel quando também se assume como protagonista no processo de intelecção do objeto estudado, seja facilitando e catalisando a sua apreensão pelo dissente, seja despertando a sua curiosidade pelo assunto.&nbsp;<br><br>Assim, ao meu ver, em todo processo de aprendizagem que envolva a relação aluno-professor, ambos devem ser encarados como essenciais para se alcançar o telos pretendido e o foco há de estar sempre centrado tanto no processo, quanto no objetivo. &nbsp;<br><br></div><div>Assentadas essas premissas, parece-me que para despertar emoções de valência positiva nos alunos é preciso primeiro conhece-los e saber quais são as suas expectativas com relação àquilo que será ensinado.&nbsp;<br><br>Na prática, costumo me valer do período de ambientação e, em um fórum simples, peço aos alunos que falem um pouco sobre a sua vida, formação, expectativas, etc.&nbsp; Venho acompanhando o curso de Direito Constitucional e não raras vezes me vejo diante de turmas multifárias,&nbsp; compostas por alunos pós-graduados, estudantes de direito e de pessoas com outras formações.&nbsp;<br>Conhecer os alunos&nbsp; me permite escolher qual o melhor material a ser utilizado e, sobretudo, me auxilia no processo de avaliação, indicando-me o quão exigente eu posso ser ao avaliar as repostas.<br><br></div><div>Com esse mesmo desiderato, sempre entro nos perfis dos alunos e, por vezes, até procuro por seus nomes no google (quase um stalking, só que do bem..rs).&nbsp;<br><br></div><div>Como as turmas são sempre muito heterogêneas, ordinariamente parte do material que disponibilizo objetiva atender a quem teve pouco ou que nunca teve qualquer contato com a matéria. Já a outra parte, visa atender ao público que objetiva se aprofundar um pouco mais sobre os temas tratados.&nbsp;<br><br></div><div>Com base no material fornecido, sem se esquecer das questões objetivas que ao meu ver auxiliam na fixação do conteúdo, na medida do possível – e nem sempre é possível – procuro formular questões que exijam um certo esforço reflexivo dos alunos e que os estimule a pensar criticamente. Minha intenção é que os alunos, para responder tais questões, não fiquem adstritos ao material fornecido, mas que, ao formularem suas respostas, busquem outros textos e vídeos, o que lhes permite melhor fixar e ampliar os seus conhecimento sobre o conteúdo estudado e, também, ao&nbsp; trazerem, ainda que implicitamente, essas novas abordagens em suas respostas,&nbsp; colaborar com o aprendizado dos seus colegas de curso.<br><br>Sem mais, desejo a todos uma excelente semana.<br><br>Cordialmente,<br><br>Fabrício de Pádua.<br>&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 18:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação e reconhecimento: o despertar da motivação</title>
         <author>DeboraFioratto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Boa noite, colegas e tutoras!<br><br>&nbsp;Tenho um e-book de "cabeceira" 🤓🤪&nbsp; cuja orientação do autor é a revisitação constante de seu conteúdo. <br>&nbsp;E uma das temáticas abordadas é o despertar do entusiasmo, da motivação nas pessoas. <br>&nbsp;"(...) o meio mais eficiente para desenvolver o que de melhor há no homem é a apreciação e o encorajamento". (CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. 44ed., p. 55) <br>&nbsp;Para Dale Carnegie, a apreciação é o elogio sincero e o encorajamento é o reconhecimento pelo que fora construído e um retorno do que ainda pode ser construído, melhorado, desenvolvido.&nbsp; <br>&nbsp;Para as professoras Sophia Theo e Suzana Herculano-Houzel, pautadas na neurociência, a motivação seria o retorno positivo ou emoções de valência positiva (práticas que desencadeiam comportamentos de aproximação).<br>&nbsp;Confesso que assisti a outro vídeo da professora Suzana Herculano-Houzel ( <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VOfmQICpGmI">https://www.youtube.com/watch?v=VOfmQICpGmI<br>&nbsp;</a>) o qual ela explica sobre o sistema de recompensa e o papel do retorno (feedback) e expectativas positivas. <br> O professor desempenha importante papel no processo de aprendizagem, não apenas ensinando o método, mas principalmente ajudando o aluno a reconhecer quando ele acerta. <br> O elogio sincero, o reconhecimento, a palavra de encorajamento "ativa a satisfação que leva à motivação e à prática. (...) Elogio é um instrumento poderosíssimo de motivação" (HERCULANO-HOUZEL, Suzane. Vídeo disponível em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VOfmQICpGmI">https://www.youtube.com/watch?v=VOfmQICpGmI</a>"<br> Embora seja papel do professor dar retornos negativos (críticas) para ensinar/mostrar quando você errou, somente retornos positivos - reconhecimento, elogio sincero -&nbsp; funcionam como input para ativar a satisfação para manutenção da motivação e, por conseguinte, da prática, visando ao aprimoramento de um conhecimento ou à sedimentação de um aprendizado.&nbsp;<br><br></div><div>Onde a crítica falha em obter resultados, o retorno positivo e as emoções de valência positiva obtêm resultados satisfatórios. Logo, imprescindível fazermos uma adequação no processo avaliativo para que o escopo da avaliação não seja simplesmente apontar erros. A finalidade da avaliação é permitir que o aluno encontre a motivação para aprender o que ele ainda não se dedicou eficazmente (prática) a aprender.<br><br></div><div>Feitas essas ponderações iniciais, entendo que podemos adotar algumas estratégicas para provocar emoções de valência positiva em alunos de EAD:<br><br></div><div>- utilizar as ferramentas disponíveis para estabelecer uma conexão do professor com o aluno e, principalmente, uma conexão entre os alunos:&nbsp;<br><br></div><div>1) Criar uma equipe no Teams colocando como membros todos os alunos do curso a ser ministrado. Incluir as tutoras (suporte técnico) para fins de acompanhamento. Lembrar de colocar foto na equipe criada. ☕<br><br></div><div>2) Criar anúncios para cada nova temática/tópico durante o curso. Orientar os alunos a utilizarem a ferramenta (Teams) adequadamente. Informações e conteúdos importantes se perdem no chat. Logo, agrupar os temas por anúncio📢📣.&nbsp;<br><br></div><div>3) Trazer contribuições extracurriculares🎵🔍📕 para os alunos: e.g. o @minuteams e @beofficeless no instagram trazem vídeo- aulas explicitando o Teams - as ferramentas disponíveis - o Planner - tecnologias já disponíveis que facilitam o planejamento e a gestão do tempo. A sensibilidade do professor quanto às dificuldades tecnológicas dos alunos e postagens de vídeos curtos que facilitam o letramento digital e o nivelamento de todos permite a aproximação dos alunos com o professor. <br>E.g.: Dicas diárias que facilitam a vida profissional, acadêmica e pessoal do aluno e aceleram🚀🚀&nbsp; o aprendizado do aluno . A empresa de tecnologia SOLO usa o Teams para tudo. Deem uma olhada nos vídeos "minuteams". São super curtos e práticos, do jeito que a gente gosta!&nbsp; <a href="https://www.youtube.com/channel/UCtOOJyVgQwRGe5vGdRQDruQ">https://www.youtube.com/channel/UCtOOJyVgQwRGe5vGdRQDruQ</a><br><br></div><div>4) Gravar vídeos curtos 👩‍🏫 🎥para fins de apresentação e explicação do curso; a cada novo início e encerramento do módulo, postar um vídeo com as orientações para o novo módulo e um vídeo com retornos positivos sobre as contribuições postadas.&nbsp;<br><br></div><div>5) Incentivar os alunos a complementarem as atividades, agregando valor às temáticas com sugestões de vídeos, podcasts, textos, etc.&nbsp;<br><br></div><div>6) Atividades a serem realizadas em grupo: incentivar os alunos a criarem equipes no Teams para construção compartilhada do conhecimento e interação tempo real. Ademais, o Teams permite a edição do documento por todos e ao mesmo tempo.<br><br></div><div>No curso Português Jurídico, turma 1/2021, incentivei os alunos a criarem equipes no Teams para a construção comparticipada do manual de redação jurídica. Expliquei que o Teams permitia editar o documento em tempo real com acompanhamento e contribuição de todos os envolvidos.&nbsp;<br><br></div><div>- feedbacks individualizados e personalizados: a forma como esse retorno é feito impacta diretamente a motivação do aluno: enaltecer pontos positivos, elogiar e reconhecer os acertos, sugerir (e não impor) melhorias e levar o aluno a refletir sobre outros possíveis caminhos.&nbsp;<br><br></div><div>1) Avaliação📝 : o processo de avaliação impacta diretamente a motivação do aluno e a absorção do conhecimento. Embora os retornos sejam iniciados com os aspectos positivos 🎯✨🎊🎉 – reconhecimento e elogios – o aluno precisa saber o que pode ser melhorado, desenvolvido, aprendido, sem que isso implique em perda de nota.&nbsp;<br><br></div><div>2) Critérios avaliativos bem definidos e previamente informados direciona o aluno para a realização da atividade.&nbsp;<br><br></div><div>3) Incluir como critério avaliativo que o próprio aluno auxilie na resolução das dúvidas 🤔🤓dos colegas como forma de interação.&nbsp;<br><br></div><div>- colocar o aluno efetivamente como protagonista no processo de aprendizagem. Manter a mediação para que o diálogo, a construção do conhecimento aconteça. Interagir com o grupo nas interlocuções. Levá-los a refletir, a pensar “fora da caixa” para as novas situações.&nbsp;<br><br>- a utilização de emojis ou emoticons: os especialistas sugerem inclusive que utilizemos emojis para identificar membros da equipe no Teams para fins de aproximação.&nbsp;<br><br>Grande abraço,<br>Débora Fioratto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 22:41:04 UTC</pubDate>
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