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      <title>Manual de Desculpas esfarrapadas  by Tainá Baldan</title>
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      <description>Atividade de Comunicação e Expressão </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-26 16:11:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-21 19:00:32 UTC</lastBuildDate>
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         <author>tainabaldan_tb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Manual de Desculpas Esfarrapadas <br><br>Atividade de Comunicação e Expressão <br>Professora Silvia Martos<br>    MANUAL DE DESCULPAS ESFARRAPADAS <br>1. As cruéis mitocôndrias                                                              Leo Cunha quando adolescente na escola não sabia o porquê de aprender em biologia tantos nomes de causadores de doenças. Quase no final da adolescência “descobriu” a finalidade, colocou o nome de sua banda de rock (que não existiu apesar do nome) de Giardia lamblia e seus Vacúolos Contráteis.                                                                                     Como nunca se animou para seguir a carreira de músico, acabou fazendo jornalismo, e foi ali que descobriu outra utilidade para as aulas de biologia. Foi com seu amigo a um museu onde a escada principal estava em reforma e os visitantes tinham que ir por uma escada bem velha de madeira. Quando os dois amigos estavam descendo para ir embora viram um garotinho com medo de subir, o amigo dele logo disse para o menino não subir e ele perguntou o porquê e respondeu que lá em cima estava cheio de mitocôndrias, o garotinho perguntou se isso mordia e a resposta o fez sair correndo, gritando pela sua mãe: “morder não morde não. Mas sintetiza ATP”.<br>2. Fazendo fita                                                                                 Leo atrasado pra faculdade desceu do quarto e seu pai pediu para ele levar o lixo para fora, ele pegou as sacolinhas de mercado com o lixo junto com as da fita da locadora e rindo por dentro pensou: “Já imaginou se eu jogo no lixo o saquinho com a fita de vídeo e devolvo na locadora o saco do supermercado?”.                                                                      Quando chegou na locadora deu falta da fita, procurou por todo o carro e não achou, então ligou para o pai para pedir para descer no depósito do prédio. Quando o pai retornou disse que o caminhão de lixo tinha acabado de passar.                                                                 Como Leo não queria pagar pela fita mentiu que o carro foi roubado e levaram a fita junto. Depois das lamentações pelo ocorrido falaram que mesmo assim ele teria que pagar os R$50 da fita, falaram também para tentar ver em outras locadoras se eles tinham de sobra e vendiam mais barato. Leo foi em várias outras locadoras com a mesma história e ninguém quis vender mais barato, quando ele finalmente contou a verdade disseram que era a desculpa mais ridícula que já escutaram e venderam a fita por R$20. <br>3. Engolindo sapos                                                 Quando a filha de 2 anos de Leo quis saber se o sapo que não lava o pé era o mesmo que não tem rabinho nem orelha (das músicas) ele preocupado com que a resposta dele causaria de reação na filha analisou a pergunta, e juntou as duas músicas e mais uma história para respondê-la.                                                      Disse a ela que quando o sapo olhava o reflexo na água e via um sapo, mas as pessoas chegavam para ele e diziam que ele não era sapo, era um príncipe enfeitiçado. Juravam que um dia chegaria uma princesa, daria um beijo e ele seria transformado en príncipe. E que quando ele cantava era porque tinha frio, mas era um frio no estômago, um medo de ser príncipe e não sapo pois ele gostava muito de ser sapo.                                             Leo ficou animado com o desenvolver da história, mas sua filha não gostou nenhum pouco e para demonstrar isso avisou que estava com fome e iria almoçar e seu pai ficou ali, parado, de olhos arregalados, feito um sapo “jururu”. <br>4. Emoção do primeiro assalto                                Leo estava em um restaurante com sua filha meio avoado em pensamentos fúteis, quando dois elementos invadiram o local, anunciando o assalto. Olhou para sua filha e se deu conta que ela não tinha percebido o que aconteceu, mas na mesa ao lado, um garotinho de uns cinco anos arregalou os olhos pro seu pai, mostrando a emoção do seu primeiro assalto e seu pai balançou a cabeça compreensivo.                                                                 A reação mais óbvia do pai era explicar tudo pro menino, que aquilo não era um assalto de verdade apenas uma espécie de assalto cultual. Mas o autor torceu o caldo para que o pai não contasse e estragasse aquele momento, e o autor para se defender em deixar o garoto iludido, diz que o mundo de hoje, isso é o melhor a se fazer. <br>5. Cleopatra não mora mais na rua dos cataventos                                                          Leo vai a um sebo e após achar um livro de Mario Quintana se pergunta quem lê poesia. Perdido dentro do estabelecimento se vê feliz em encontrar o livro “Quintanares”, bem velinho e depois de fuçar o resto da prateleira pergunta o preço e a vendedora diz que está R$8. Entre satisfeito e indignado passa a página e encontra a assinatura de Cleopatra Chagas, antiga dona do livro, e se pergunta por que ela desistiu do livro.                                                                     Pensou, pensou até que chegou à conclusão de que Cleopatra não estava mais viva, porque sua assinatura era de 1982 e se passaram mais de 20 anos, seus filhos não sabiam o que fazer com aquele livro e decidiram vendê-lo. <br>6. Comunicado aos condôminos                           Esse conto fala sobre um comunicado aos moradores de um edifício, que seria instalado um “detector de vazamento de ideias cretinas”, com o objetivo de preservar a tranquilidade de todos. Ao detectar qualquer tipo de ideia imbecil, o detector apitará pongo e agudamente, a fim de garantir a eficiência da medida.                                                 “Caso haja interesse, a administração estará à inteira disposição dos senhores para informá-los como contratar a empresa responsável pela instalação. Se o sr. morador já tiver instalado o detector ao ler esse comunicado, por favor desconsidere o apito longo e agudo que está ouvindo”. <br>7. Linda de morrer                                                        O pai teve a ideia de abrir uma funerária e a mãe fez uma piadinha e o filho que, tinha acabado um curso de ensino e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos, pogo mandou ela parar. Qualquer coisa que tentavam falar o filho logo corrigia.                                                                            Os nomes que os pais inventavam ele achava horríveis, mas o que mais o irritou foi quando lembraram uma frase de um cemitério: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde” e o pai se recordou dizendo: “Na época eu achava aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimentos de... Perdedorismo... Predadorismo...”, o filho saiu batendo os pés e pensou consigo que seu pai nunca ia dar conta daquelas palavras lindas de morrer. <br>8. Duas vacas frígidas, digo, frívolas                      Leo relembra de época em que as revistas traziam frases para os assinantes escolherem e estamparem camisetas. Aqui vão algumas:                                             *Socialismo: você tem duas vacas. O governo toma uma e da pro seu vizinho.                             *Comunismo: você tem duas vacas. O governo toma as duas e te da o leite.                             *Facismo: você tem duas vacas. O governo toma as duas e te vende o leite.                                  *Nazismo: você tem duas vacas. O governo toma as duas e te da um tiro na cabeça.                                                               *Capitalismo: você tem duas vacas. Vende as duas e aplica o dinheiro.                                                         Leo ironiza dizendo que a frase do capitalismo seria mais verdade se fosse assim:                                                                  *Capitalismo: você não tem duas vacas. Quem tem é seu patrão. E, se bobear, ele vende as duas vacas, aplica o dinheiro e você vai pro olho da rua. <br>9. A matemática e os mendigos                           Dona Marta para abandonar os vícios começou a fazer aula de estatística e aprendeu que a chance de ganhar na mega-sena é de uma em 50 milhões de apostas. Ela contou ao seu marido que ficou nervoso e sem entender, então ela ligou para seu professor e pediu para que ele explicasse para ele o que ele explicou para ela.                                                              O marido desligou o telefone morrendo de vergonha e perguntou para Marta se o professor já tinha falado para ela da teoria dos mendigos, que era: segundo o professor era melhor pegar esse dinheiro da mega-sena e entregar para os mendigos na rua. A chance de um deles ser um milionário disfarçado e dar um milhão de reias para você é maior do que a chance de saírem os números. <br>10. A gafe                                                                    Um casal saindo da escola foram a um trailer para comer e quando começaram a escutar um música e dançar perceberam uma casa escura, somente com umas poucas luzes acesas e, logo acharam que era um jantar a luz de velas.                        Conforme continuavam a dançar, algumas pessoas foram saindo da janela da casa, a moça achando que estavam gostando, acenou, mandou beijos e chamou para dançarem também. Ela começou a perceber que eles não estavam sorrindo de volta e todos estavam de preto e foi aí que se tocou que não era um jantar a luz de velas e sim um velório.</div>]]></description>
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