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      <title>FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO by Fernanda Serra</title>
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      <description>Síntese dos principais tópicos constituintes da disciplina</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-18 13:25:51 UTC</pubDate>
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         <title>A emergência do Behaviorismo </title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XIX, como consequência das pesquisas de W. Wundt e da criação do primeiro laboratório de psicologia experimental, a psicologia se desdobra como ciência. Inicialmente, as perspectivas teóricas da psicologia que ascenderam possuíam a consciência como objeto de estudo, utilizando principalmente a introspecção como método de análise. No entanto, com a ascensão do pensamento científico, métodos mais objetivos foram desenvolvidos também na área da psicologia, como a psicologia comparativa com animais baseada na ideia de continuidade das espécies. A partir disso, o método introspectivo e sua subjetividade passam a ser questionados. J. B. Watson foi o primeiro a defender a perspectiva behaviorista, em que o objeto de estudo da psicologia não mais seria a consciência e sim o comportamento observável. Assim, a ideia de Watson começa a progredir, ocasionando no desenvolvimento de não apenas um mas vários behaviorismos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 20:05:22 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A psicologia como o behaviorista a vê&quot;</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>O clássico artigo "A psicologia como o behaviorista a vê" foi escrito e publicado por John B. Watson em 1913, e foi considerado o "manifesto behaviorista" por ser a primeira produção a apresentar a ideia de como a psicologia deveria ser, à luz do behaviorismo. Em resumo, o autor defende que o método da introspecção largamente utilizado pela psicologia da época era inadequado por sua subjetividade, e que a psicologia deveria retirar o foco da consciência e transformar o comportamento em seu objeto de estudo. Tal ciência deveria partir do fato observável de que os seres se ajustam ao seu meio ambiente por meio de hábitos e a adequabilidade desses atos determina se a existência de cada espécie será ou não mantida. Nesse sistema de psicologia, a partir de um comportamento pode-se prever o estímulo que o gerou, e a partir de um estímulo pode-se prever o comportamento resposta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 12:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>Livre-arbítrio x Determinismo</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livre-arbítrio é a capacidade que o ser humano supostamente possui de tomar decisões livremente, desconsiderando os fatores ambientais e hereditários/genéticos.&nbsp;<br>Em contrapartida, o determinismo é a ideia de que o comportamento humano (incluindo as decisões) é determinado pela hereditariedade e pelo ambiente, sendo assim, um comportamento&nbsp; pode ser previsto desde que se tenha dados necessários e pode ser controlado desde que se tenham os meios corretos.<br>A dualidade entre livre-arbítrio e determinismo não pode ser analisada demonstrativamente, visto que é impossível ter conhecimento de todos os possíveis fatores que influenciam no comportamento ou atitude de alguém, sendo assim, a discussão sobre a veracidade de cada uma dessas perspectivas se fundamenta em argumentos sobre as consequências de se adotar um ponto de vista ou o outro, tais consequências podem ser sociais ou estéticas.<br>Os argumentos sociais defensores da ideia de livre-arbítrio ressaltam que tal concepção&nbsp; é necessária para preservar a democracia e a moralidade na sociedade. Já os defensores do determinismo sustentam a ideia de que&nbsp; uma visão e  conduta comportamental para as questões da sociedade pode melhorar a democracia e propiciar um comportamento moral. Por outro lado, os argumentos estéticos favoráveis ao livre-arbítrio apontam que os cientistas nunca conseguiram prever completamente e por detalhes um comportamento, portanto o livre-arbítrio continua sendo uma possibilidade, mesmo que de forma misteriosa. Nesse âmbito, os defensores do determinismo rebatem que a ideia de livre-arbítrio junto a ideia de um deus onipotente (como geralmente acontece) é ilógica, pois não há como os eventos serem atribuídos simultaneamente a vontade de deus e a livre escolha dos indivíduos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 13:07:35 UTC</pubDate>
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         <title>Behaviorismo Radical e Behaviorismo Metodológico</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 21:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos básicos</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para que haja a compreensão do que é o <strong>Condicionamento Clássico ou Pavloviano ou Respondente</strong> é necessário, precedentemente, o entendimento de conceitos básicos relacionados a maneira que o indivíduo interage com o mundo.<br>Tais conceitos são:<br><strong>ORGANISMO</strong>: forma individual de vida;<br><strong>AMBIENTE</strong>: tudo o que rodeia ou envolve o organismo;<br><strong>ESTÍMULO</strong>: uma parte do ambiente ou uma mudança que ocorre no ambiente;<br><strong>RESPOSTA</strong>: uma mudança no próprio organismo;<br><strong>INTERAÇÃO</strong>: comunicação entre dois ou mais elementos;<br><strong>REFLEXO</strong>: interação entre estímulo e resposta;<br><strong>ESTÍMULO</strong> <strong>NEUTRO</strong>: estímulo que não elicia determinada resposta;<br><strong>ESTÍMULO INCONDICIONADO</strong>: estímulo que elicia uma resposta incondicionada;<br><strong>RESPOSTA INCONDICIONADA</strong>: reação inata do organismo diante de um estímulo, um reflexo não aprendido; <br><strong>ESTÍMULO</strong> <strong>CONDICIONADO</strong>: estimulo previamente neutro que, ao ser associado com um estímulo incondicionado, passa a eliciar a mesma resposta de tal estímulo;<br><strong>RESPOSTA CONDICIONADA</strong>: reação do organismo diante do estímulo condicionado, um reflexo aprendido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 17:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>O Condicionamento Clássico</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já com os conceitos básicos apresentados, pode-se definir o <strong>Condicionamento Clássico como o processo em que um estímulo neutro é emparelhado com um estímulo condicionado, uma ou mais vezes, de modo que tal estímulo neutro passe a eliciar no organismo a mesma resposta que o estímulo incondicionado produzia, tornando-se assim um estímulo condicionado que elicia uma resposta condicionada</strong>.<br>Para melhor compreensão de tal processo, utiliza-se aqui o exemplo do experimento de Pavlov, fisiologista conhecido justamente por seu trabalho com o condicionamento respondente que, inclusive, carrega também o seu sobrenome ao ser denominado também como condicionamento pavloviano.<br>Em seu experimento, Pavlov apresentava a um cão dois estímulos emparelhados (um seguido do outro): a <strong>carne</strong> (<strong>estímulo incondicionado</strong> que eliciava <strong>resposta incondicionada de salivação</strong> no cão) e <strong>o som de um sino</strong> (que não eliciava resposta de salivação no cão sendo, portanto, <strong>estímulo neutro</strong> nesse caso). Após aproximadamente 60 emparelhamentos entre tais estímulos Pavlov apresentou ao cão apenas o som do sino, sem a carne, e percebeu que <strong>esse som</strong> que antes não eliciava resposta de salivação agora<strong> passou a eliciar tal resposta</strong>, tornando-se, portanto, um <strong>estímulo condicionado </strong>que elicia a<strong> resposta condicionada de salivação no cão</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 18:37:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O CASO SUE</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 18:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>O CASO GINA</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 18:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>Comportamento operante</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>O comportamento operante é aquele que produz <strong>consequências</strong> (alterações no ambiente) e tais consequências podem <strong>aumentar ou diminuir a probabilidade de ocorrência futura da resposta/comportamento inicial</strong>. O aprendizado nesse processo ocorre em função das consequências que o comportamento desencadeia.<br>A partir de um <strong>estímulo discriminativo</strong> (Sd) o indivíduo emite uma <strong>resposta</strong> (R) que causa uma ou mais <strong>consequências</strong> (C/S). <br>No comportamento respondente, um estímulo elicia uma determinada resposta e no comportamento operante <strong>uma resposta é emitida a partir de um estímulo discriminativo para que haja uma consequência esperada. </strong><br>Por exemplo, uma pessoa não acorda as 6h da manhã porque o despertador tocou. O toque do despertador é apenas o estímulo discriminativo, que indica quando a pessoa emitirá o comportamento, mas ela acorda e se levanta para ir para o trabalho e receber o salário no fim do mês (consequência).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 13:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>As consequências do comportamento operante</title>
         <author>nandaserrafr</author>
         <link>https://padlet.com/nandaserrafr/Bookmarks/wish/2206099412</link>
         <description><![CDATA[<div>As consequências de um comportamento influenciam a probabilidade da reincidência desse comportamento no futuro. As <strong>consequências</strong> podem ser <strong>reforçadoras</strong>, ou seja, aumentam a probabilidade de ocorrência da mesma resposta no futuro, ou <strong>punitivas</strong>, que diminuem a probabilidade de ocorrência daquele comportamento posteriormente.<br>As <strong>consequências reforçadoras</strong> podem ser <strong>positivas</strong>, quando há a adição de um estímulo no ambiente, ou <strong>negativas</strong>, quando há a subtração de um estímulo no ambiente, mas sempre<strong> aumentarão a probabilidade de ocorrência da resposta emitida previamente</strong>. <br>As <strong>consequências punitivas</strong> também podem ser <strong>positivas</strong>, quando há a adição de um estímulo no ambiente, ou <strong>negativas</strong>, quando há a subtração de um estímulo no ambiente, mas sempre <strong>diminuirão a probabilidade de ocorrência da resposta emitida previamente</strong>.<br>Por exemplo, se uma criança diz uma palavra e é recebida com sorrisos e carinho após fazer uma careta, a probabilidade de voltar a fazer caretas no futuro aumenta. Nesse caso, a resposta da criança (dizer a palavra) ocasionou uma consequência reforçadora positiva (os estímulos sorriso e carinho foram adicionados ao ambiente e aumentaram a probabilidade de ocorrência daquela resposta).<br>Mas se a criança emite essa mesma resposta e é recebida com palavras de repreensão, a probabilidade de fazer caretas novamente diminui. Nesse caso, a resposta da criança (dizer a palavra) ocasionou uma consequência punitiva positiva (a adição do estímulo palavras de repreensão ao ambiente diminui a probabilidade de ocorrência daquela resposta).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 13:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de comportamentos Penny, Leonard e Sheldon.</title>
         <author>nandaserrafr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 15:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Controle aversivo</title>
         <author>nandaserrafr</author>
         <link>https://padlet.com/nandaserrafr/Bookmarks/wish/2225920317</link>
         <description><![CDATA[<div>As consequências de uma resposta são ditas controladoras do comportamento pois aumentam ou diminuem a probabilidade de ocorrência desse comportamento, ou seja, de certa maneira o controla.<br><strong>O controle aversivo ocorre quando o indivíduo se comporta para que uma consequência não aconteça</strong>, ou seja, para subtrair um estímulo do ambiente ou par evitar que o estímulo ocorra. Assim, os seres humanos emitem respostas de <strong>fuga</strong> e <strong>esquiva</strong> afim de escaparem de experiências aversivas.<br><strong>Três tipos de consequências exercem o controle aversivo, são elas o reforço negativo e a punição positiva ou negativa.<br>A consequência reforçadora aumenta a probabilidade de ocorrência da resposta que retira o estímulo aversivo.<br></strong>Por exemplo, uma pessoa com <strong>dor de cabeça (estímulo aversivo)</strong> toma um <strong>analgésico (resposta do indivíduo)</strong> para <strong>cessar a dor (consequência)</strong>. Nesse caso, <strong>a consequência é reforçadora negativa</strong> pois a retirada do estímulo aversivo (dor) aumenta a probabilidade de ocorrência da resposta (tomar o remédio) diante daquele estímulo.&nbsp; <br><strong>Já nas consequências punitivas, a própria consequência será o estímulo aversivo que controlará o comportamento, diminuindo a probabilidade de ocorrência da resposta inicial.<br></strong>Por exemplo, uma pessoa <strong>ultrapassa o sinal vermelho (resposta)</strong> e por isso <strong>é multada (consequência)</strong>. A multa é uma <strong>consequência punitiva positiva</strong>, pois a adição de um estímulo aversivo (multa) diminui a probabilidade de ocorrência da resposta inicial do indivíduo (ultrapassar sinal vermelho).<br>Em um outro caso, uma pessoa <strong>comete um assalto (resposta)</strong> e por isso é presa, ou seja, <strong>perde sua liberdade (consequência)</strong>. Essa <strong>consequência é punitiva negativa</strong>, pois a retirada de um estímulo (liberdade) é um fator aversivo ao indivíduo e diminui a probabilidade de ocorrência da resposta inicial.<br>É importante ressaltar, no entanto, que <strong>a contingência reforçadora ou negativa de uma consequência é subjetiva e depende da história de vida e aprendizado de cada um</strong>. O que pode ser reforçador para uma pessoa pode ser punitivo para outra.<br>Além disso, destaca-se que a diminuição da ocorrência de uma resposta devido a consequências punitivas só ocorre enquanto há a presença dessa contingência punitiva. Ou seja, <strong>comportamentos sujeitos a punição tendem a se repetir assim que essa punição é retirada.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 16:26:27 UTC</pubDate>
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