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      <title>História 11ºD by Carolina Martins Duarte</title>
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      <description>Criado com um ar de mistério</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-05 19:52:55 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá eu sou a Carolina Martins Duarte, tenho 16 anos e frequento a disciplina de história no curso de humanidades.<br>Historia não é uma das minhas melhores disciplinas em termos de avaliações, mas não pretendo desistir vou sempre fazer o melhor que possa para puder sempre melhorar e ficar a aprender mais e superar assim os meus objetivos.<br>Acima de tudo esta disciplina desperta-me  interesse pois estamos a todo o tempo a descobrir os nosso antepassados e a descobrir coisas novas.<br>Para terminar só espero que este ano letivo me corra bem e que consiga realizar o que pretendo.  <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 19:55:41 UTC</pubDate>
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         <title>Mercantilismo</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Definições importantes:<br>-Mercantilismo </strong>é um conjunto de <strong>praticas económicas </strong>desenvolvido na Europa na Idade Moderna, entre o <strong>século XV e o final do século</strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII"><strong> </strong></a><strong>XVIII</strong> O mercantilismo originou um conjunto de medidas econômicas diversas de acordo com os Estados. Caracterizou-se por uma forte intervenção do <strong>Estado</strong> na <strong>economia</strong>. Consistiu numa série de medidas tendentes a unificar o <strong>mercado interno</strong> e teve como finalidade a formação de fortes <strong>Estados nacionais</strong>.<br><br><strong>-Manufatura</strong> é um sistema de produção manual, em série, difundido na <strong>Europa pré-industrial</strong>, entre os seculos XVI e XVIII, que contempla a <strong>conceção</strong> de trabalhadores e a divisão do trabalho. <br><br><strong>-Protecionismo</strong> designa a pratica económica destinada a <strong>proteger</strong> a produção nacional da concorrência estrangeira.<br><br><strong>-Balança Comercial</strong> é a relação entre as<strong> importações</strong> e as <strong>exportações</strong> de um pais num determinado período de tempo. Quando as exportações superam as importações, a balança comercial é <strong>superavitária</strong>; quando as importações são superiores às exportações, a balança comercial é <strong>deficitária.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 17:03:28 UTC</pubDate>
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         <title>A Hegemonia Económica Britânica</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A hegemonia britânica no seculo XVIII foi resultante do comercio colonial que se manifestou a diversos níveis:</strong><br><strong>-</strong>no desenvolvimento do mercado externo inglês e no dinamismo do mercado interno que proporcionaram lucros avultados e a acumulação de capitais;<br><strong>-</strong>a cidade de Londres tornou-se um entreposto comercial mundial;<br><strong>-</strong>as colónias inglesas forneciam as matérias-primas (tabaco, açúcar e algodão), a baixo custo à metrópole e em regime de exclusivo colonial.<br><br>A hegemonia inglesa, centrada no Atlântico e no Índico, afirmou-se face ás outras potências europeias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-21 15:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>Condições de Sucesso</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>-<strong>Inovação agrícola<br>-Crescimento demográfico e Urbanização<br>-Criação de um amplo mercado interno<br>-Mercado externo e colonial<br>-O sistema financeiro <br>-Arranque industrial<br><br>VER: https://www.apontamentosnanet.com/historia-11-o-ano-a-hegemonia-economica-britanica-condicoes-de-sucesso-e-arranque-industria-revolucao-agricola-revolucao-industrial-maquina-a-vapol/<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 09:56:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Descoberta do Ouro Brasileiro</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>No <strong>final do século XVII</strong>, encontraram-se as primeiras jazidas no interior do Brasil, na região de Minas.<br><strong>Os bandeirantes organizaram bandeiras, com o objetivo de:<br>-</strong>encontrar novas riquezas, no interior brasileiro;<br><strong>-</strong>prover novas fontes de rendimento que permitissem fazer frente à crise com que o reino se debatia;<br><strong>-</strong>explorar o interior do Brasil e delimitar as fronteiras do território brasileiro.<br><strong>A descoberta do ouro veio dar novo folego à economia portuguesa e permitiu um período de relativa prosperidade:<br>-</strong>aumentou a moeda em circulação(serviu para cunhar moeda de ouro);<br><strong>-</strong>tornou possível pegar novamente as importações, o que contribuiu para negligenciar as politicas de fomento da produção interna;<br><strong>-</strong>não diminuiu o défice comercial, que passou a ser pago com o ouro brasileiro.<br><br><strong>-- A Inglaterra  acabou por ser o destino preferencial do ouro brasileiro.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:59:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Politica Económica E Social Pombalina</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1021408759</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1750, a conjuntura<strong> económica</strong> era adversa pela elevado défice de balança comercial, pela diminuição do afluxo do ouro e dos diamantes, a agricultura era atrasada e pouco produtiva, a excessiva dependência da economia nacional face a Inglaterra, e entre outras coisas.<br><br>No domínio<strong> social </strong>o Marques de Pombal conferiu à alta burguesia um estatuto social elevado, aboliu a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos, valorizou a alta burguesia, considerada a base social do desenvolvimento económico, e etc.<br><br><strong>VER Documentário:<br>https://ensina.rtp.pt/artigo/as-politicas-economicas-do-marques-pombal/</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-15 18:48:10 UTC</pubDate>
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         <title>O Método Experimental e o Progresso do Conhecimento do Homem e da Natureza </title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1052984300</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi durante os séculos XVII e XVIII que se estabeleceram os fundamentos da ciência moderna:</div><ul><li>ressoltou de um longo processo, desde o Renascimento italiano, o Humanismo e os Descobrimentos portugueses, que contribuíram para questionar a autoridade dos Antigos e a tradição. </li></ul><div>Os contributos herdados do século XVI levaram à valorização, nos séculos XVII e XVIII: </div><ul><li>da observação direta e do experiencialismo;</li><li>do conhecimento assente num método rigoroso;</li><li>da experiência, base da ciência moderna. </li></ul><div>Este desenvolvimento teve como principais impulsionadores <strong>Galileu Galilei, Francis Bacon, René Descartes e Isaac Newton.<br><br>Galileu Galilei</strong> as suas observações foram fundamentais:</div><ul><li>basearam-se na experiencia e no conhecimento matemático;</li><li>abriram um novo caminho à construção do conhecimento cientifico;</li><li>puseram em causa o saber tradicional académico e as convicções defendidas pela Igreja;</li><li>comprovaram a Teoria Coperniciana, defendendo o heliocentrismo.</li></ul><div><br></div><div><strong>Francis Bacon, </strong>o seu contributo assentou:</div><ul><li>na defesa de um novo método para alcançar o conhecimento, baseado na observação, na experiencia e na indução;</li><li>na defesa da observação de factos concretos e de experiencias para chegar ao conhecimento;</li><li>na valorização do raciocínio indutivo, isto é, partir de uma observação empírica particular (facto) para alcançar uma conclusão universal (lei).</li></ul><div><strong><br>René Descartes </strong>teve um papel relevante na construção do pensamento cientifico:</div><ul><li>evidenciou os princípios racionalistas para o conhecimento do Homem e do mundo que o rodeia.</li></ul><div><br></div><div><strong>Isaac Newton </strong>foi uma figura cimeira da "revolução cientifica" do seculo XVII:</div><ul><li>conjugou a razão, a observação, a demonstração e a analise matemática;</li><li>formulou a lei da gravitação universal que pôs fim à cosmologia antiga;</li><li>demonstrou que o universo era infinito e que o sistema solar se regia por regras matemáticas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-01-04 18:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>A Filosofia Das Luzes</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Iluminismo foi um movimento intelectual que teve o seu início na segunda metade do século XVII e se prolongou pelo século XVIII, difundindo-se pela Europa. <strong>A "luz" simboliza:</strong></div><ul><li>o conhecimento e a clareza de espírito que fazia despertar o Homem do obscurantismo;</li><li>a passagem das "trevas" para a "luz" era alcançada através da razão.</li></ul><div><strong>O Iluminismo preconizava:</strong></div><ul><li>a liberdade de pensamento orientada pelo uso da razão; o progresso material e espiritual do Homem; o desenvolvimento de várias áreas do conhecimento, contrava ignorância e o fanatismo. </li></ul><div><strong><br>Meios De Difusão Do Pensamento Iluminista<br></strong>As ideias iluministas divulgaram-se pela Europa através dos seguintes meios de difusão:</div><ul><li><strong>As academias- </strong>objetivos científicos em vários ramos do conhecimento;</li><li><strong>As bibliotecas- </strong>colecionavam os trabalhos científicos;</li><li><strong>A língua francesa- </strong>instituiu-se como a língua do Iluminismo;</li><li><strong>Os cafés-</strong> reuniam os pensadores e debatiam as novas ideias;</li><li><strong>A imprensa- </strong>divulgou as ideias Iluministas, apesar da censura;</li><li><strong>Os salões- </strong>recebiam intelectuais e filósofos, promovendo debates;</li><li><strong>A Enciclopédia-</strong> reuniu os mais importantes vultos do Iluminismo e abarcou os conhecimentos da época. </li></ul><div><strong>Apologia da Razão, do Progresso e do Valor do Indivíduo <br></strong>O Iluminismo ficou conhecido como a <strong>"Idade da Razão" </strong>porque defendia:</div><ul><li>uso da razão, considerava como guia, aplicada a todos os domínios do conhecimento;</li><li>a razão, de que todos os Homens eram dotados, era um meio através do qual se chegava à verdade;</li><li>o uso da razão como motor do progresso e do desenvolvimento da humanidade. </li></ul><div>A<strong> apologia da razão humana </strong>estava aliada à fé inabalável no progresso:</div><ul><li>o uso da razão foi determinante no progresso do conhecimento cientifico;</li><li>a ideia de progresso possibilitava o desenvolvimento da humanidade;</li><li>o progresso era continuo e assentava na virtude que conduzia à felicidade.</li></ul><div>O valor do individuo passou a centrar-se no mérito e não no nascimento, e as Luzes atribuíram uma importância crucial à educação como fator de promoção individual.<br><br>A <strong>valorização do individuo levou</strong> à defesa da tolerância como um valor fundamental:</div><ul><li>condenaram-se a tortura e a escravatura; defendeu-se o ideal de tolerância religiosa, e o principio da liberdade de pensamento.</li></ul>]]></description>
         <pubDate>2021-01-04 18:32:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Defesa do Direito Natural, do Contrato Social e da Separação dos Poderes</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1064445871</link>
         <description><![CDATA[<div>A idade do direito natural ganhou especial relevância durante o período das Luzes.<br>John Loke:</div><ul><li>Defendeu a liberdade e a igualdade entre os homens como os direitos naturais.</li></ul><div>Montesquieu e Rousseau:</div><ul><li>consideravam a existência de leis naturais anteriores ao Estado e às conceções religiosas, pelo que o direito natural se assumia como um sistema comum a todos os Homens.</li></ul><div>A vida em sociedade levava a que o individuo renunciasse a uma parte dessa liberdade natural.<br><br>Entre o governo e o individuo era estabelecido um acordo, isto é, um contrato social.<br><br>Montesquieu considerava que a organização social decorria da divisão dos poderes políticos:</div><ul><li>fez a apologia das instituições politicas e dos governos que protegiam a liberdade e os direitos através do exercício partilhado do poder politico.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-01-07 18:10:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal- O Projeto Pombalino de Inspiração Iluminista</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1075515580</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O reinado de D. José I (1714-1777) foi marcado pelo iluminismo cujas influencias vindas do estrangeiro, fizeram-se sentir ao nível da doutrina politica, mas também na pratica do governo.</li><li>No reinado de D. José I, e através da ação governativa de Sebastião José de Carvalho Melo, procedeu-se a uma reforma do Estado e da sociedade, tendo por base os valores e ideias de iluminismo.</li><li>Apesar do monarca ser auxiliado por um conjunto complexo de órgãos administrativos e de governação, a autoridade do rei mantinha-se absoluta. Mantinha-se por isso uma forte centralização politica, fiscalizadora das varias instituições judiciais, financeiras e militares, quer no reino quer no ultramar.</li></ul><div><br><strong>Modernização do Estado e das Instituições<br></strong>O governo de D. José I e de Pombal procedeu a um conjunto de reformas para centralizar e reorganizar o aparelho do Estado:</div><ul><li>criou a Real Mesa Censória, em 1768, para o controlo da censura;</li><li>criou o Erário Régio, em 1761, que tinha como objetivo a centralização e o controlo das contas públicas;</li><li>criou o cargo do tesoureiro-geral das sisas e de tesoureiro-mor;</li><li>criou a Junta do Comercio, que promoveu o desenvolvimento do reino e da produção nacional;</li><li>promulgou, em 1769, a Lei da Boa Razão, que visava uma uniformização;</li><li>das fontes do Direito e da pratica jurídica, para impor, em todo o território nacional, a autoridade incontestável do rei;</li><li>criou novas áreas jurisdicionais e reformou os cargos judiciais;</li><li>criou, em 1760, a Intendência-geral da Policia da Corte e Reino.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-11 18:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Organização do Espaço Urbano</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>A 1 de novembro, de 1755, Lisboa foi devastada por um violento terramoto.<br>Sebastião José de Carvalho e Melo tomou iniciativas:</div><ul><li>o abastecimento da cidade foi feito para evitar a especulação nos preços;</li><li>policiaram-se as ruas para conter os roubos e implementaram-se medidas de higiene pública;</li></ul><div>A reconstrução de Lisboa implicou o reordenamento urbano, inspirado no Iluminismo:</div><ul><li>uso de modelos padronizados e de elementos d simetria e infraestruturas de saneamento;</li><li>os edifícios, nivelados e ordenados, com fachadas sóbrias, destinavam-se à burguesia pombalina ou à nobreza renovada;</li><li>destacou-se o sistema de gaiola, que constituiu um eficaz sistema antissísmico.</li></ul><div><br></div><div><strong>Imagem Do Terramoto</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-11 18:44:16 UTC</pubDate>
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         <title>A Reforma Do Ensino</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Razões que levaram o Marques de Pombal e proceder a Reformas no Ensino</strong></div><ul><li>Marques de Pombal considerava...</li><li>a religião e sobretudo as ordens religiosas, como os Jesuítas, os grandes responsáveis pelo atraso cultural só país;</li><li>a velha nobreza culpada de nunca se ter preocupado com a instrução dos demais nem com a sua própria;</li><li>era desejável uma nova nobreza, cultura, instruída, sobretudo submissa ao poder despótico de D. José I;</li></ul><div><br><strong>Reformas na Educação</strong></div><ul><li>Por influencia de estrangeirados( Luís António de Verney e de Ribeiro Sanches) Pombal introduziu um conjunto de medidas visando modernizar o ensino em Portugal;</li><li>Expulsão dos Jesuítas;</li><li>Extinção da universidade de Évora ( consequências da expulsão dos Jesuítas);</li><li>Reforma da Universidade de Coimbra ( introduzindo novos cursos, laboratórios, teatro anatómico, jardim botânico);</li><li>Criação da Aula do Comercio ( como o objetivo de criar pessoas aptas para a Junta de Comercio);</li><li>Criação do Real Colégio dos Nobres;</li><li>Criação da Junta de Providência Literária ( responsável pelos Estatutos da UC);</li><li>Reforma dos Estudos Menores ( escolas de primeiras letras- onde se aprendia a ler, escrever e contar)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 18:19:17 UTC</pubDate>
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         <title>Antecedentes e Conjuntura (1807 e 1820)</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1245822956</link>
         <description><![CDATA[<div>No inicio do <strong>século XIX</strong>, Portugal, face ao Bloqueio Continental, procurou manter a neutralidade, mas Napoleão Bonaparte acabou por ordenar a invasão do reino.<br>A <strong>primeira invasão</strong> foi comandada pelo general Junot:</div><ul><li>a família real portuguesa transferiu a sede da monarquia para o Brasil;</li><li>a Inglaterra decidiu auxiliar Portugal e o duque de Wellington, chefe do contingente inglês, com o apoio de tropas portuguesas, venceu os franceses  nas batalhas da Roliça e do Vimeiro.</li><li>em 1808, os franceses assinaram a paz, pela Conveção de Sintra.</li></ul><div>A <strong>segunda invasão francesa</strong>, em 1809, foi liderada pelo marechal Soult:</div><ul><li>atingiu o Porto mas as tropas luso-inglesas forçaram a retirada dos franceses.</li></ul><div>A <strong>terceira invasão</strong>, em 1810, foi chefiada pelo marechal Massena:</div><ul><li>houve confrontos no Buçaco;</li><li>os franceses não conseguiam ultrapassar as Linhas de Torres Vedras e retiraram em março de 1811.</li></ul><div>As invasões francesas provocaram destruição, pilhagens e a perda de vidas humanas, afetaram a agricultura, o comercio e a industria.<br>Outros <strong>fatores foram causadores de insatisfação</strong> entre os portugueses:</div><ul><li>a manutenção da presença inglesa em Portugal;</li><li>a ausência da família real no Brasil;</li><li>a elevação do Brasil a reino;</li><li>a abertura de comércio aos portos ingleses.</li></ul><div>Os <strong>ideais liberais</strong> influenciaram o desencadear de uma conspiração em Lisboa, em 1818, liderada por Gomes Freire de Andrade, que acabou por falhar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:10:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Revolução de 1820</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Em 1820, reuniram-se as condições favoráveis à revolução de 1820.</li><li>Formou-se a Junta Provisional de Governo Supremo do Reino.</li><li>Um segundo levantamento militar, em Lisboa, conduziu à constituição de um Governo Interno.</li><li>A 28 de setembro, a Junta do Porto e o Governo Interino de Lisboa uniram-se e formaram a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que preparou as eleições para as Cortes Constituintes.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>As Dificuldades de Implantação da Ordem Liberal  (1820-1834)</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Foi um processo marcado pela <strong>resistência absolutista</strong> tendo-se sucedido vários golpes contrarrevolucionários, liderados por D. Carlota Joaquina e por D. Miguel:</li></ul><div><strong>-»</strong>23 de fevereiro de 1823, em Vila Real; em março de 1823, a Vila Franca, que proclamou a restauração do absolutismo; em 30 de abril de 1824, a Abrilada, que instaurou um clima de terror;<br><strong>-»</strong>o rei D. João VI prometeu uma Constituição mais moderada e dissolveu as Cortes, suspendendo a Constituição de 1822.<br><br></div><ul><li>Em março de 1826, com de D. João VI, D. Pedro, ausente no Brasil, foi reconhecido como rei de Portugal, com o titulo de D. Pedro IV. Por ser Imperador do Brasil, abdicou a favor da filha, D. Maria.</li><li>D. Pedro outorgou, em 29 de abril de 1826, a Carta Constitucional.</li><li>D. Miguel deveria jurar a Carta, assumindo o cargo de regente durante a menoridade de D. Maria.</li><li>D. Miguel não respeitou os compromissos e dissolveu as Cortes, sendo aclamado rei absoluto em 1928.</li><li>Foi desencadeada a guerra civil entre absolutistas e liberarias que durou até 1834.</li><li>Nos Açores organizou-se a resistência ao absolutismo e preparou-se uma expedição, que desembarcou no reino. Os liberais contaram com o apoio da Inglaterra e da França e derrotaram os miguelistas, nas batalhas de Almoster e de Asseiceira.</li><li>Chegava ao fim a guerra civil, com a assinatura da Convenção de Évora-Monte que levou D. Miguel ao exilio.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:29:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Precariedade Da Legislação Vintista De Carácter Socioeconómico</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1282887626</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>Cortes Constituintes aprovaram legislação</strong> com vista a abolir os diretos feudais e alguns dos traços do Antigo Regime:</div><ul><li>aboliram os privilégios do clero e da nobreza, do rei e da família real; </li><li>aprovaram a abolição de obrigações estabelecidas nos forais;</li><li>nacionalizaram os bens da Coroa;</li><li>extinguiram da Inquisição;</li><li>decretaram a liberdade de consciência e de imprensa.</li></ul><div>Muitas destas <strong>medidas</strong> não chegaram a ter aplicação prática e foram suspensas pela reação absolutista.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 16:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Desagregação Do Império Atlântico </title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1282928812</link>
         <description><![CDATA[<div>Às <strong>Cortes portuguesas de 1820 </strong>cabia encontrar uma solução que conciliasse os interesses de Portugal e do Brasil. Acabaram por <strong>tomar medidas</strong> que não foram bem aceites, pois limitavam os direitos dos brasileiros:</div><ul><li>obrigaram D.João VI a regressar a Portugal;</li><li>exigiram que D. Pedro regressasse à Europa;</li><li>exigiram a extinção dos tribunais e defenderam a submissão a Portugal das tropas estacionadas no Brasil.</li></ul><div>D.Pedro não acatou a exigência das Cortes, permaneceu no Brasil e convocou a reunião de Cortes no Brasil, rompendo com Lisboa.<br>D.Pedro proclamou a independência do Brasil pelo célebre "grito do Ipiranga".<br><br><strong>D. Pedro I</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2f/Portrait_of_Dom_Pedro%2C_Duke_of_Bragan%C3%A7a_-_Google_Art_Project_edited.jpeg/1200px-Portrait_of_Dom_Pedro%2C_Duke_of_Bragan%C3%A7a_-_Google_Art_Project_edited.jpeg" />
         <pubDate>2021-03-08 16:14:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição de 1822</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1282991779</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Constituição de 1822 </strong>foi a primeira Constituição portuguesa e consagrou:</div><ul><li>a monarquia constitucional;</li><li>a divisão dos poderes e respetivas competências;</li><li>o sistema unicameral;</li><li>o sufrágio era direto e universal, masculino, extensivo aos homens, maiores de 25 anos, que soubessem ler e escrever;</li><li>consagrava os direitos de liberdade, de segurança e de propriedade, as garantias individuais, a igualdade perante a lei e no acesso aos cargos públicos.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>VER LINK: </strong>http://portocanal.sapo.pt/um_video/KLVOcofS06PjwY1reglv</li></ul><div><br></div><div><strong>Primeira página da Constituição de 1822</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="http://app.parlamento.pt/Constitucionalismo/Imagens_grandes/1pag_constitui22.jpg" />
         <pubDate>2021-03-08 16:25:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Carta Constitucional de 1826</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1283075226</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Carta Constitucional de 1826</strong> foi outorgada pelo rei D.Pedro IV e surgiu como uma tentativa de conciliar liberais e realistas. <strong>Apresentava as seguintes características:</strong></div><ul><li>o regime monárquico, hereditário e representativo;</li><li>reconheceu a separação dos poderes políticos;</li><li>introduziu o poder moderador, que cabia ao rei, considerado o chefe supremo da nação;</li><li>o rei detinha o direito de veto;</li><li>o sistema bicameral das Cortes;</li><li>o voto censitário;</li><li>garantia os direitos do indivíduo (liberdade, segurança e propriedade).</li></ul><div>Era conservadora e esteve ligada à tendência liberal mais moderada: o cartismo.</div><div><br><br><strong>Gravura de 1832. Alegoria à Carta Constitucional de 1826.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e4/Portuguese_Constitution_of_1826.jpg/250px-Portuguese_Constitution_of_1826.jpg" />
         <pubDate>2021-03-08 16:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Precariedade Da Legislação Vintista De Caráter Socieconómico</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1299152739</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>Cortes Constituintes </strong>aprovaram legislação com vista a abolir os direitos feudais e alguns dos traços do Antigo Regime:</div><ul><li>aboliram os privilégios do clero e da nobreza, do rei e da família real;</li><li>aprovaram a abolição de obrigações estabelecidas nos forais;</li><li>nacionalizaram os bens da Coroa;</li><li>extinguiram da Inquisição;</li><li>decretaram a liberdade de consciência e de imprensa.</li></ul><div>Muitas destas <strong>medidas</strong> não chegaram a ter aplicação prática e foram suspensas pela reação absolutista. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-11 17:11:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1299152739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Novo Ordenamento Político E Socioeconómico (1834-1851)</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1299200313</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Entre 1834 e 1851, a vida política nacional foi marcada pela oposição entre a fação liberal progressista vintista e a fação conservadora cartista, dificultando consensos políticos estáveis e duradouros.</li><li>• Durante este período registaram-se cinco tentativas de golpes de estado, motins, pronunciamentos militares e ainda duas guerras civis (1837 e 1846-47).</li><li>Foi durante este período que se criou um corpo legislativo<br>que visava a modernização do país e que apesar nem sempre ter tido aplicação imediata, não deixou de constituir um importante.</li><li>Foi durante este período que se criou um corpo legislativo que visava a modernização<br>do país e que, apesar nem sempre ter tido aplicação imediata, não deixou de constituir um importante legado da monarquia constitucional portuguesa e do liberalismo português.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-11 17:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Importância Da Legislação De Mouzinho Da Silveira</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1303155895</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das mais importantes figuras da reforma legislativa do liberalismo foi <strong>Mouzinho da Silveira</strong>, como podemos ver:<br><strong>Objetivos:</strong></div><ul><li>Modernizar o estado;</li><li>Valorizar a propriedade e a liberdade;</li><li>Desmantelar a ordem económica e social do Antigo Regime;</li></ul><div><strong>Medidas:</strong></div><ul><li>abolição dos dízimos;</li><li>extinção dos morgadios;</li><li>abolição dos vínculos e dos forais;</li><li>abolição da sisa sobre as transições e redução da taxa sobre os bens de raiz;</li><li>eliminação das portagens e outras barreiras à circulação para promover o comercio interno.</li><li>...</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 16:12:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Importância Dos Projetos Setembrista E Cabralista</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1303280286</link>
         <description><![CDATA[<div>O período entre 1836 e 1851 foi marcado por forte instabilidade politica opondo vintistas e cartistas, que se traduziu em dois projetos políticos diferenciados:</div><ul><li>o <strong>setembrismo</strong>, entre 1836 e 1842, defensor do vintismo;</li><li>o <strong>cabralismo</strong>, de 1842 a 1851, ligado ao projeto cartista.</li></ul><div><strong>O SETEMBRISMO:</strong></div><ul><li>revogou a Carta de 1826;</li><li>repôs a Constituição de 1822;</li><li>adotou a Constituição de 1838;</li><li>procedeu a uma reforma educativa;</li><li>adotou a pauta aduaneira de janeiro de 1837;</li><li>protegeu a indústria e o comercio;</li><li>publicou o Código Administrativo de 1836;</li><li>procurou reduzir a despesa pública;</li></ul><div><strong>O CABRALISMO:</strong></div><ul><li>restaurou a Carta Constitucional;</li><li>defendeu a ordem pública, apoiado nos conservadores ligados ao grande comercio e à finança;</li><li>publicou o Código Administrativo de 1842;</li><li>criou o Banco de Portugal;</li><li>assinou um novo Tratado de Comércio com a Inglaterra;</li><li>elaborou o cadastro das propriedades fundiárias;</li><li>criou a décima industrial;</li><li>criou a Companhia das Obras Públicas de Portugal;</li><li>criou o Tribunal de Contas;</li><li>publicou as "leis da saúde" que proíbam os enterramentos  nas igrejas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://historia789.files.wordpress.com/2018/01/os-projetos-setembrista-e-cabralista.pdf" />
         <pubDate>2021-03-12 16:38:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolução Americana </title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1312058277</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A revolução resultou da insurreição das 13 colónias inglesas na América do Norte contra o domínio da Inglaterra.</li><li>Os colonos americanos sentiram que os valores do Iluminismo estavam a ser colocados em causa, reagiram, opondo-se ao modo como ingleses exerciam o seu domínio, especialmente a partir de 1763.</li><li>A revolta das 13 colónias inglesas culminou em 1776 com a Declaração da Independência.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/carla77/rev-americana-11-d" />
         <pubDate>2021-03-15 17:48:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolução Francesa</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1312126763</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Revolução Francesa foi um processo complexo de transformação ligado a causas de natureza diversa.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/Historia2000/revoluo-francesa-72750088" />
         <pubDate>2021-03-15 18:01:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estado Como Garante Da Ordem Liberal</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1312152504</link>
         <description><![CDATA[<div>A filosofia das Luzes, a Revolução Francesa e a Revolução Industrial contribuíram para a difusão do liberalismo.<br>O liberalismo baseia-se no principio da liberdade e afirmou-se contra os princípios absolutistas e quaisquer formas de opressão.<br><br><strong>O Estado Liberal:</strong></div><ul><li>garante os direitos e liberdades individuais- a segurança, a inviolabilidade do domicilio e da correspondência, a livre circulação de pessoas, a liberdade de escolha da educação e do ensino;</li><li>garante as liberdades económicas- o direito de propriedade, a liberdade de iniciativa, a liberdade de mercado ou de comércio;</li><li>garante a liberdade e o pensamento politico, filosófico ou religioso;</li><li>garante a liberdade de expressão, de opinião e de reunião.</li></ul><div><strong>A organização política do Estado assentava na ideia de representação e de separação dos poderes:</strong></div><ul><li>o Estado deveria ter o poder limitado, subordinado à lei, de forma a conciliar autoridade e de liberdade;</li><li> a instituição de um texto constitucional era o melhor meio para limitar a arbitrariedade do Estado e proteger os direitos dos indivíduos;</li><li>os poderes políticos estavam separados de forma a controlar o poder dos governantes.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-15 18:06:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Secularização das Instituições</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1344062666</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O liberalismo:</strong></div><ul><li>rejeitava os dogmas, a intolerância religiosa e quaisquer formas de dominação;</li><li>fazia a apologia de um Estado secular ou laico pelo que a Igreja deixou de ter o papel dominante;</li><li>difundiu-se um sentimento anticlerical que levou à extinção das ordens religiosas, ao confisco e à nacionalização dos bens da Igreja.</li></ul><div>O Estado liberal tendeu a tornar-se não confessional ou a realizar a separação do Estado das Igrejas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-23 16:57:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Cidadão, Ator Político</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1344112198</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Com o liberalismo nasceu um novo indivíduo, o cidadão politicamente ativo, que elegia os representantes da nação.</li><li>Substituiu-se o primado do nascimento pelo primado das capacidades individuais.</li><li>O Estado Liberal não estabeleceu a universidade eleitora.</li><li>Predominou o voto censitário, que diferenciava os cidadãos ativos dos cidadãos ativos dos cidadãos passivos.</li><li>Os cidadãos ativos eram os que dispunham de direito de voto ou que podiam ser eleitos, pelo facto de possuírem um rendimento.</li><li>Os direitos políticos estavam restritos a uma elite, composta sobretudo pela burguesia.</li><li>Os Estados liberais foram defensores do liberalismo económico da iniciativa privada, estimulada pela concorrência livre em todos os domínios da economia, da intervenção mínima do Estado no domínio económico e o direito à propriedade privada era sagrado.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 17:06:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Direito À Propriedade E À Livre Iniciativa</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1344207011</link>
         <description><![CDATA[<div>O fundador do liberalismo económico foi Adam Smith, que defendia:</div><ul><li>que a sociedade antiga atingia o auge através da livre iniciativa e da liberdade de comércio;</li><li>que o sistema tinha de garantir os direitos e as liberdades individuais;</li><li>que o livre-cambismo estimulava o desenvolvimento;</li><li>que o mercado estava sujeito às regras da oferta e da procura e que tinha mecanismos autorreguladores.</li></ul><div><br></div><div>O liberalismo económico defendeu a propriedade livre de entraves, o fim dos obstáculos feudais, das guildas e corporações, dos monopólios e das barreiras à livre circulação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 17:21:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Limites Da Universalidade Dos Direitos Humanos: A Problemática Da Abolição Da Escravatura</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1344293192</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A filosofia das Luzes  e a defesa dos direitos naturais do Homem contribuíram para o debate do problema da escravatura, no sentido de defender a sua abolição.</li><li>O arranque da Revolução Industrial e a generalização do liberalismo económico, durante a primeira metade do século XIX, contribuíram também para condenar o esclavagismo.</li><li>Portugal, como potência signatária do Congresso de Viena, e como aliado da Grã-Bretanha, comprometeu-se a abolir o tráfico de escravos.</li><li>O governo setembrista, por intermédio da ação de Sá da Bandeira, proibiu, em 1836, o tráfico de escravos nas colónias portuguesas. A aplicação desta medida foi difícil e só a 25 de fevereiro de 1869 se aboliu definitivamente a escravatura em todo o Império Português.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 17:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Expansão Da Revolução Industrial</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1383407047</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolução Industrial conheceu novo impulso na segunda metade do século XIX:</div><ul><li>beneficiou de desenvolvimentos técnicos e descobertas cientificas;</li><li>expandiu-se geograficamente na Europa e noutros continentes, ainda que com ritmos diferenciados.</li></ul><div><br><strong>Novos Inventos E Novas Fontes De Energia</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 14:56:22 UTC</pubDate>
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         <title>A Ligação da Ciência-Técnica</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os progressos técnicos assumiram um caracter mais cientifico:</div><ul><li>estiveram ligados a descobertas em laboratório, ao trabalho do engenheiro, dos investigadores, dos cientistas com formação em universidades ou escolas técnicas;</li><li>os progressos técnicos fizeram-se com base na química, na mecânica e na física.</li></ul><div>Os progressos foram consequência de uma estreita ligação entre a ciência e a técnica.<br>A industrialização de meados do século XIX foi o resultado de uma série de progressos cumulativos, que se associaram e desenvolveram à medida que as descobertas foram aplicadas a novos produtos e a novas indústrias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 15:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>Concentração Industrial E Bancária</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A Revolução Industrial está ligada ao triunfo do capitalismo, à livre concorrência entre as empresas e à livre iniciativa, à procura do lucro e do sucesso económico e financeiro.</li><li>O desenvolvimento da indústria implicou a necessidade de investimentos&nbsp; de capital e levou a que duas ou mais empresas se&nbsp; associassem para aumentarem os seus capitais.</li><li>Este sistema económico funcionava de acordo com os princípios do liberalismo económico.</li><li>As empresas mais fortes absorviam as mais pequenas: formavam concentrações horizontais ou verticais e evitavam a concorrência.</li><li>A concentração industrial assumiu<strong> duas formas diferenciadas:</strong></li></ul><div>--- concentração vertical, quando todas as fases de produção se integravam na mesma empresa;<br>--- concentração horizontal, quando as empresas se associavam para eliminar a concorrência e para controlar áreas de negócio.</div><ul><li>Estas formas de concentração&nbsp; também ocorreram no setor bancário.</li><li>Os bancos adquiriram e controlaram os outros bancos mais pequenos, constituindo-se como grupos económicos importantes que passaram a financiar as empresas.</li><li>No final do século XIX assistiu-se à afirmação do capitalismo financeiro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 09:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>A Racionalização Do Trabalho</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>O desenvolvimento da industrialização exigiu uma racionalização da produção, dos custos e do trabalho, operários mais especializados, máquinas mais complexas e modelos de produção mais organizados.</li><li>Frederick W. Taylor desenvolveu o método cientifico e racional de organização do trabalho, procurando obter o máximo rendimento do trabalhador e da máquina.</li><li>O trabalho deveria ser dividido em secções especializadas na fábrica, cada trabalhador, no seu setor de produção, executiva apenas uma tarefa sequencial e repetitiva, num determinado espaço de tempo, num ritmo marcado pela máquina , para obter a máxima eficiência.</li><li>Esta nova forma de produção ficou conhecida como taylorismo.</li><li>Henry Ford aplicou estes métodos de racionalização do trabalho nas suas fábricas de automóveis.</li><li>A produção de um carro acessível à classe média americana foi possível devido à racionalização do trabalho e dos custos, produzindo em série, de forma uniformizada, através da estandardização, o Ford modelo T.</li></ul><div><strong>Ford modelo T</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 09:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>A Geografia Da Industrialização</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1399320787</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de meados do século XIX, a Inglaterra , que havia liderado o processo de desenvolvimento industrial, viu surgir novos países que iniciaram a sua industrialização: a Bélgica, a França, a Alemanha, os Estados Unidos da América e o Japão.<br><br><strong>A Hegemonia Inglesa</strong></div><ul><li>A Grã-Bretanha assumiu-se fez-se&nbsp; com uma potencia industrial hegemónica a nível mundial, mas começou a ficar fragilizada;</li><li>Estava atrasada na indústria química, bem como no setor elétrico e os empresários resistiam às inovações.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 10:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Afirmação De Novas Potências</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>França<br></strong>A industrialização fez-se par do desenvolvimento dos caminhos de ferro e, a partir de 1851, o seu crescimento industrial acelerou.<br><strong>Alemanha</strong></div><ul><li>O desenvolvimento industrial alemão assentou na indústria pesada e no setor da indústria química;</li><li>Beneficiou da concentração industrial, que promoveu a competitividade, e concentrou capitais que impulsionaram a industrialização.</li></ul><div><strong>Estados Unidos da América <br></strong>A década de 1860 foi decisiva para o arranque da industrialização:</div><ul><li>o desenvolvimento dos caminhos de ferro;</li><li>a criação de um mercado nacional;</li><li>a abundância de matérias-primas;</li><li>o desenvolvimento de novas tecnologias;</li><li>o forte crescimento populacional;</li><li>implementação de um sistema de ensino primário gratuito;</li><li>o desenvolvimento industrial foi impulsionado pela indústria algodoeira, pela indústria siderúrgica, pela indústria automóvel e pela industria elétrica;</li><li>os Estados Unidos afirmaram-se como a primeira potência mundial.</li></ul><div><strong>Japão<br></strong>A partir de 1868, sob a liderança do imperador Mutsuhito, iniciou-se o processo de industrialização do Japão:</div><ul><li>o crescimento demográfico disponibilizou uma mão de obra abundante e barata;</li><li>o incentivo do Estado à modernização da agricultura e as novas indústrias ;</li><li>a concentração de técnicos estrangeiros;</li><li>a existência de capitais e a concessão de empréstimos favorecem&nbsp; o arranque industrial;</li><li>desenvolveu se a indústria do algodão;</li><li>a indústria e ferro e de aço e a indústria de construção naval.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 10:26:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Permanência De Formas De Economia Tradicional</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1399377226</link>
         <description><![CDATA[<div>A industrialização não se generalizou em termos mundiais:</div><ul><li>as regiões da Europa do Sul, do Norte, Central e Oriental não conheceram um ritmo de industrialização acelerado;</li><li>o crescimento demográfico, a formação de um sólido mercado interno, as estruturas sociais, a mentalidade empreendedora, a disponibilidade financeira, o apoio governamental, as inovações técnicas e as características geográficas determinaram o arranque industrial ou a permanência de formas de economia mais tradicionais.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 10:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Agudização Das Diferenças</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1399409484</link>
         <description><![CDATA[<div>A expansão da industrialização, com ritmos diferentes, nos diversos países europeus, nos Estados Unidos no Japão desenvolveu-se no contexto do capitalismo.<br>Os produtos circulavam, livremente, no mercado cada vez mais mundial, onde os preços eram fixados e oscilavam, consoante a oferta e a procura.<br><strong>Criou-se um verdadeiro mercado mundial:</strong></div><ul><li>as matérias primas, os artigos, os serviços, o dinheiro, o capital investido e as pessoas moviam-se em todas as direções, sem ter em conta fronteiras políticas;</li><li>os negociantes, dos países compravam onde era mais barato e vendiam onde era mais caro;</li><li>o mercado estabelecia a competição entre regiões distantes em situações diferentes;</li><li>agudizaram-se as diferenças entre os países industrializados e os não industrializados.</li></ul><div><strong>A confiança nos mecanismos autorregulares do mercado:</strong></div><ul><li>o mercado era regulado sem intervenção do Estado ficando apenas submetido às decisões individuais dos que compravam e vendiam, num mercado que se autorregulava.</li><li>o mercado, sujeito a esse jogo de oferta e de procura, oscila entre fases de expansão e de crise que, para os defensores do liberalismo, serviam como mecanismos naturais autorregulares do mercado.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 11:08:46 UTC</pubDate>
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         <title>Crises do Capitalismo</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1399512586</link>
         <description><![CDATA[<div>O sistema económico do capitalismo liberal atravessou fases de prosperidade e fases de crise ou depressão:</div><ul><li>estas crises eram provocadas pela liberdade económica, sem regulação, que, em períodos de expansão, provocavam excesso de produção, que provocava desequilíbrios entre a oferta e a procura- eram crises de superprodução;</li><li>as crises ocorriam periodicamente, eram crises cíclicas.</li></ul><div><strong><br>Crise cíclica- </strong>&nbsp;Designa o período de estagnação ou de recessão da atividade económica que se repete em determinados intervalos de tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 11:57:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Mercado Internacional E A Divisão Internacional Do Trabalho</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1399534209</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao século XIX, nunca o mundo tinha estado tão unificado economicamente, com cada região desempenhando o seu papel e a sua especialização em todo mundo:</div><ul><li>os países mais industrializados dependiam da circulação mundial de matérias-primas, de alimentos e da colocação dos seus produtos nos vários mercados à escala mundial;</li><li>os países europeus mais industrializados importavam mais do que exportavam, mas tinham uma balança de pagamento favorável. Pagavam uma parte das importações, com a exportação de produtos fabricados, e a outra parte eram "exportações invisíveis".</li></ul><div>O desenvolvimento do mercado internacional exigiu novas práticas económicas que <strong>favorecessem o dinamismo das trocas comerciais:</strong></div><ul><li>foi adotada a politica económica do livre-cambismo, assente na liberdade de circulação de produtos entre os mercados;</li><li>a Inglaterra foi primeiro país a adotar o livre-cambismo&nbsp;</li><li>entre 1860 e 1870, a corrente livre cambista afirmou-se nos países da Europa continental;</li><li>nos Estados Unidos da América vigorosa o protecionismo, pois viam no livre-cambismo um modelo que favorecia a economia inglesa.</li></ul><div>A grande realização da Europa industrializada foi <strong>criar um sistema de comércio multilateral e liberal:</strong></div><ul><li>a economia tornou-se internacional e abarcava o mundo inteiro, procurando as vantagens económicas do modelo livre-cambismo;</li><li>a liberdade de comércio era vista como um impulso para a economia de cada país, que desenvolvia uma área de especialização e se fortalecia como fornecedor de um determinado produto.&nbsp;</li></ul><div>O mundo afirmava-se como uma imensa <strong>"fábrica</strong>" e cada país como uma <strong>"oficina":</strong></div><ul><li>promoveu-se uma divisão internacional do trabalho entre os países e regiões produtoras do mundo;</li><li>aproveitou-se a vantagem comparativa dos diferentes países no sentido de produzirem os bens para os quais estavam naturalmente mais habilitados, com custos mais reduzidos;</li><li>segundo o liberalismo económico, os países beneficiavam com a divisão internacional do trabalho.</li></ul><div>A redução das tarifas alfandegárias, a orientação dos países para a produção de bens específicos, o desenvolvimento dos transportes&nbsp; e a produção em massa dinamizaram o mercado internacional e afirmaram as economias nacionais mais desenvolvidas.<br>Os países ou regiões dependentes dos países mais industrializados, com baixo nível de especialização tecnológica, viram-se forçados a manter-se como fornecedores de produtos primários, mais baratos do que os produtos acabados, a sua dependência no mercado internacional agudizou as diferenças face aos países industrializados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 12:05:51 UTC</pubDate>
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         <title>A Explosão Populacional</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1404174661</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Entre 1870 e 1913,</strong> assistiu-se ao aumento da população mundial.<br>No fim do século XIX 1/4 da população mundial era de origem europeia:</div><ul><li>a Europa viu a sua população mais do que duplicar, contribuindo para o crescimento efetivo dos outos continentes;</li><li>o crescimento demográfico europeu foi consequência da redução da mortalidade, especialmente da mortalidade infantil, e do aumento da esperança média de vida, o que provocou uma explosão demográfica na Europa.</li></ul><div>Na Europa esse crescimento acelerado é evidenciado nos indicadores da <strong>mortalidade e da natalidade:</strong></div><ul><li>a mortalidade diminui, sobretudo, nos países mais industrializados;</li><li>a natalidade permanece elevada;</li><li>a esperança média de vida aumentou.</li></ul><div>No inicio do século XX, a Europa era o continente mais densamente povoado. O seu crescimento demográfico teve <strong>consequências:</strong></div><ul><li>no plano económico (necessidade de mais subsistências, de mais recursos, aumento da mão de obra e mais consumo);</li><li>na vida social (mais dificuldades, baixos salários, deslocação de populações).</li></ul><div>O seu crescimento demográfico ficou a dever-se a <strong>vários fatores:</strong></div><ul><li>progressos na medicina ( combate às doenças infeciosas, melhorias nos cuidados materno-infantis);</li><li>progressos na higiene (uso do vestuário de algodão, o uso do sabão, as redes de saneamento, a melhoria no abastecimento de água&nbsp; e das condições materiais das habitações);</li><li>progressos na alimentação (alimentos em maior quantidade e mais variados, progressos dos transportes que possibilitaram o abastecimento das populações, melhoria na conservação dos alimentos).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 13:20:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Expansão Urbana E O Novo Urbanismo</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1407747330</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Motivos</strong> de concentração populacional nas cidades:</div><ul><li>o desenvolvimento da industrialização, acompanhado do forte crescimento populacional;</li><li>a possibilidade de fluxos migratórios, facilitados pelo desenvolvimento dos transportes;</li><li>os fenómenos migratórios, do campo para a cidade (êxodo rural) e entre países (emigração);</li><li>a melhoria das condições económicas e o desenvolvimento técnico;</li><li>&nbsp;a procura de oportunidade de emprego, de melhores salários e de melhores condições de vida.</li></ul><div>O <strong>crescimento das cidades</strong> entre 1850 e 1914 foi notório:</div><ul><li>esta expansão urbana foi marcante nas capitais dos países industrializados;</li><li>a percentagem de população urbana, no cômputo geral da população de cada país, aumentou.</li></ul><div><strong>Novos desafios </strong>se colocaram às cidades e às autoridades governamentais e citadinas:</div><ul><li>planear e organizar as cidades, de acordo com novos modelos;</li><li>solucionar problemas específicos: alojamento, abastecimento, limpeza, iluminação, espaços de circulação e de tráfego; equipamentos próprios da vivência no espaço urbano.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 15:03:37 UTC</pubDate>
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         <title>A Sociedade Industrial E Urbana</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1407926619</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Unidade 2, matéria toda.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/vmsantos/6-02-a-sociedade-industrial-e-urbana" />
         <pubDate>2021-04-12 15:34:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Novo Urbanismo</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1407935892</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de meados do século XIX, devido às transformações ocorridas na economia e na sociedade, as estruturas urbanas alteraram-se:</div><ul><li>as cidades expandiam a sua área para a periferia;</li><li>modernizaram e reformularam o ordenamento do seu espaço;</li><li>aparecimento de um urbanismo de cariz mais geométrico, utilitário;</li><li>as ruas amplas e retilíneas favoreciam a circulação das pessoas e dos novos meios de transporte;</li><li>nasceram as grandes avenidas, ladeadas de árvores, de jardins e parques;</li><li>construíram-se teatros, óperas;</li><li>os edifícios alinhavam-se simetricamente, conferindo ao espaço um sentido de ordem;</li><li>o caminho de ferro afirmou-se como uma das grandes portas de entrada e de saída da cidade, construindo-se imponentes gares;</li><li>uso dos mais modernos materiais da época, como o ferro, o aço e o vidro, cuja estética e arquitetura traduziram uma imagem da imponência da cidade.</li></ul><div>Na cidade, o trabalho, o lazer, a atividade económica e financeira conviviam em simultâneo. <br>A cidade do século XIX apresentava <strong>fortes contrastes sociais:</strong></div><ul><li>a classe burguesa residia em bairros luxuosos e em habitações elegantes no centro das cidades;</li><li>o centro era reservado para os negócios, para a finança e a banca, para o comércio e as funções administrativas;</li><li>os bairros operários, situados na preferia, tinham más condições de habitabilidade e de higiene onde a miséria, o desemprego, a criminalidade e a prostituição eram também realidades que faziam parte do quotidiano urbano.</li></ul><div>Nos Estados Unidos da América, a cidade do século XIX começou a elevar-se em altura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 15:36:02 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações Internas E Emigração</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1408096936</link>
         <description><![CDATA[<div>O século XIX ficou marcado por fluxos migratórios, quer no interior dos países, quer entre Estados diferentes ou até entre continentes. As correntes migratórias do século XIX foram de <strong>dois tipos:</strong></div><ul><li>migrações internas, quando se realizavam no interior do próprio país;</li><li>emigração, realizada de um país para outro.</li></ul><div>Migrações internas <strong>foram favorecidas:</strong></div><ul><li>pelo desenvolvimento industrial em ligação com o crescimento urbano;</li><li>pelas oportunidades de trabalho nas minas, na indústria, na construção civil, no comércio e no serviço doméstico;</li><li>as migrações internas podiam ser também sazonais, de acordo com o calendário agrícola.</li></ul><div>Foram <strong>vários os fatores</strong> que contribuíram para a emigração:</div><ul><li>as crises económicas cíclicas;</li><li>&nbsp;o desenvolvimento de novos países como os Estados Unidos, o Brasil, a Argentina, ou os domínios coloniais;</li><li>o desenvolvimento das vias férreas e as melhorias técnicas nos transportes, sobretudo no comboio e no barco a vapor;</li><li>os motivos políticos (vagas revolucionárias) provocaram&nbsp; instabilidade e favoreceram a emigração (polacos, franceses, alemães);</li><li>a intolerância religiosa levou a que povos perseguidos se refugiassem noutras regiões.</li></ul><div>No que se refere à emigração, em termos geográficos e temporais, ocorreram <strong>duas grandes vagas:&nbsp;</strong></div><ul><li>a primeira, entre 1846 e 1880, composta maioritariamente por ingleses, irlandeses, alemães e escandinavos;</li><li>a segunda, entre 1880 e 1914, constituída por italianos, espanhóis, russos, húngaros, polacos e outros povos eslavos, num total de 20 milhões de europeus.</li></ul><div>A emigração portuguesa aumentou desde a segunda metade do século XIX até ao ano de 1900.<br>Fora da Europa, os chineses e os indianos deslocaram-se para a Malásia, Birmânia e Cuba.<br>A emigração contribuiu para acelerar o dinamismo económico dos países de destino e de origem (no regresso investiam nos seus países).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 16:04:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Transformações Políticas </title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ao longo do século XIX</strong> o sistema político que predominou até 1914 foi o da monarquia constitucional, destacando-se algumas repúblicas.<br>A afirmação dos princípios liberais conduziu a um alargamento progressivo dos direitos políticos e das liberdades dos cidadãos.<br>A <strong>ordem liberal</strong> começou a ser contestada:</div><ul><li>reivindicação do principio da universalidade relativamente ao direito de voto;</li><li>pedia-se a abolição do voto censitário e o fim das restrições políticas com base na riqueza.</li></ul><div>Outros<strong> progressos no sistema política:</strong></div><ul><li>ganhou força a ideia de soberania popular;</li><li>o voto tornou-se secreto;</li><li>a democracia consolidou-se;</li><li>os cidadãos que podiam ser eleitos eram em maior número;</li><li>os cargos políticos tornaram-se remunerados;</li><li>os partidos ganharam cada vez importância;</li><li>o alargamento do sufrágio e a democratização da vida política conduziu à instauração da escolaridade obrigatória e gratuita e à liberdade de imprensa.</li></ul><div><br><strong>Os Excluídos Da Democracia Representativa<br></strong>Continuavam a existir excluídos do exercício dos direitos políticos:</div><ul><li>as mulheres estavam impedidas de votar;</li><li>estavam impedidas de desempenhar cargos políticos;</li><li>não eram consideradas elegíveis;</li><li>o direito do voto continuo a ser restringido às mulheres, às minorias étnicas e também aos analfabetos.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 13:30:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Aspirações De Liberdade Nos Estados Autoritários E Os Movimentos De Unificação Nacional</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Os Afrontamentos Imperialistas: O Domínio Da Europa Sobre&nbsp; O Mundo<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/vmsantos/6-03-evolucao-democratica-nacionalismo-e-imperialismo" />
         <pubDate>2021-05-01 14:06:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Portugal, Uma Sociedade Capitalista Dependente*</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/vmsantos/6-04-portugal-uma-sociedade-capitalista-dependente" />
         <pubDate>2021-05-15 09:08:14 UTC</pubDate>
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         <title>A Regeneração Entre O Livre-Cambismo E O Protecionismo (1850-1880)</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1526859205</link>
         <description><![CDATA[<div>No <strong>ano de 1851</strong>, a intervenção militar do duque de Saldanha pôs fim ao governo cabralista, marcando o início da Regeneração:</div><ul><li>um período de estabilidade e de pacificação entre as várias fações liberais, possibilitando a consolidação do regime liberal;</li><li>no domínio económico, afirmou-se o capitalismo;</li><li>socialmente assistiu-se à afirmação da burguesia.</li></ul><div>Durante a <strong>Regeneração</strong>, Portugal integrou-se na dinâmica do mercado livre, através de uma política económica promotora de medidas que oscilaram entre o livre-cambismo e o protecionismo.<br><br><strong>Regeneração: </strong>Dedigna o período do liberalismo português entre 1851 e o final da década de 80 do século XIX, marcado pela pacificação política pela afirmação do capitalismo, pelo desenvolvimento de infraestruturas, dos transportes e das comunicações, pelo crescimento económico e pela modernização do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 09:10:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O Desenvolvimento De Infraestruturas</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>Coube a Fontes Pereira de Melo o desenvolvimento dos "melhoramentos materiais", como ministro das obras públicas. <strong>Esta política ficou conhecida por fontismo:</strong></div><ul><li>procurou impulsionar a economia através da formação do mercado interno;</li><li>criou uma rede de transportes e de comunicações;</li><li>desenvolveu as vias terrestres e marítimas, com vista a dinamizar a circulação dos produtos e a aproximar as populações;</li><li>criou infraestruturas com capitais e empréstimos contraídos pelo Estado.</li></ul><div>No <strong>domínio dos transportes </strong>e comunicações assistiu-se à criação de novas das infraestruturas e à melhoria das já existentes:</div><ul><li>estradas;</li><li>caminhos de ferro;</li><li>portos e construção de faróis;</li><li>desenvolvimento das ligações&nbsp; marítimas e fluviais;</li><li>pontes;</li><li>telégrafo;</li><li>telefone;</li><li>os correios.</li></ul><div>No <strong>domínio do urbanismo</strong>:</div><ul><li>procedeu-se à melhoria da rede de esgotos na capital;</li><li>instalou-se a iluminação a gás nas zonas centrais da cidade de Lisboa, com projeto de Ressano Garcia.</li></ul><div>Os progressos verificados nos transportes e nas comunicações provocaram transformações ao nível da economia, da sociedade e da mentalidade.</div><div><br><strong>António Maria Fontes Pereira de Melo</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 09:29:18 UTC</pubDate>
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         <title>A Dinamização Da Atividade Produtiva</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1526883237</link>
         <description><![CDATA[<div>Até 1850 a economia portuguesa assentava essencialmente no setor primário.<br>No setor secundário, a indústria era pouco desenvolvida e sem capacidade concorrencial.<br>A criação do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria em 1852 foi fundamental na reestruturação do setor produtivo.<br>No <strong>setor económico agrícola:</strong></div><ul><li>a permanência de estruturas produtivas tradicionais condicionavam os índices de produtividade e de produção;</li><li>assistiu-se a um desenvolvimento da agricultura, marcado pelo aumento da produtividade e pelo crescimento do volume da produção;</li><li>a produção de cereais (milho e trigo) cresceu;</li><li>a vitivinicultura expandiu-se;</li><li>assentou-se a exploração intensiva da cortiça e do gado, que, com o vinho, constituíam produtos de exportação;</li><li>a agricultura era marcada pela dependência face aos mercados externos;</li><li>a política relativa ao setor agrícola oscilou entre a defesa do protecionismo e a adoção do livre cambismo;</li><li>a estrutura fundiária limitou o uso das novas máquinas e dos novos produtos;</li><li>grandes obstáculos se levantaram à colocação dos produtos agrícolas no exterior, devido à concorrência e à falta de capacidade de investimento.</li></ul><div>A transformação da agricultura em termos técnicos e na forma de exploração da terra <strong>provocou </strong>amplas mudanças na composição do campesinato e dos pequenos proprietários rurais, que acabaram por ser um contingente fundamental que veio para as cidades, ou seguiu o destino da emigração ao longo da segunda metade do século XIX.<br><strong>Ainda no setor primário é de referir:</strong></div><ul><li>a pesca e o incremento da exploração de recursos do subsolo;</li><li>assistiu à fundação de associações agrícolas;</li><li>à participação em exposições e em feiras;</li><li>à publicação de guias práticos ;</li><li>à criação do Instituto Agrícola e a Escola Regional de Lisboa.</li></ul><div>Apesar das limitações, o setor agrícola contribuiu para o crescimento da economia nacional até ao fim dos anos 90 do século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 09:46:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Indústria</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1526909222</link>
         <description><![CDATA[<div>Os progressos industriais beneficiaram das políticas de fomento e, em geral, pela politica desenvolvida ao longo da Regeneração.<br>Fontes Pereira de Melo defendeu a revisão das pautas alfandegárias como forma de diminuir os impostos sobre a importação de matérias-primas, para reduzir os custos.<br>O <strong>setor industrial </strong>experimentou melhorias generalizadas, nomeadamente entre 1873 e 1876:</div><ul><li>generalizaram-se as máquinas a vapor, os fornos verticais, a introdução de novas tecnologias no setor industrial, como foi o caso da indústria de moagem;</li><li>deu-se a afirmação de novas indústrias, como a do cimento, do tabaco, de fertilizantes e da cerâmica (porcelana&nbsp; e faiança);</li><li>assistiu-se ao aumento do número de trabalhadores e de unidades industriais, que se concentravam essencialmente na região de Lisboa e no Porto.</li></ul><div>A indústria portuguesa abarcava setores diversificados com peso diferente na rentabilidade económica.<br><strong>A indústria portuguesa:</strong></div><ul><li>foi sempre um setor frágil, que enfrentou problemas estruturais de difícil resolução;</li><li>a ausência de uma política de proteção consistente teve efeitos pouco eficazes;</li><li>a política económica oscilou entre um protecionismo restrito, sobre produtos agrícolas, e menos protecionista sobre os produtos industriais.</li></ul><div>Assim, a indústria portuguesa viu-se, muitas vezes, confrontada com dificuldades devido à concorrência<br>&nbsp;estrangeira, às dificuldades estruturais de atraso técnico e à fala de capitais.<br>Portugal integrou as exposições internacionais e organizou exposições industriais no reino.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.museudelisboa.pt%2Fpecas%2Fdetalhe%2Fnews%2Fa-antiga-fabrica-de-tabacos-de-xabregas.html&amp;psig=AOvVaw11vokc2zgx9LBA86io6VP5&amp;ust=1621162920500000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAIQjRxqFwoTCODhitTEy_ACFQAAAAAdAAAAABAD" />
         <pubDate>2021-05-15 10:23:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Necessidade De Capitais E Os Mecanismos Da Dependência</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1548583997</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A construção das infraestruturas exigiu um financiamento avultado de que o país não dispunha.</li><li>Os governos foram obrigados a recorrer a medidas que possibilitassem obter o maior número de receitas de modo a poderem efetuar despesa, para fazer face à insuficiência de capitais.</li><li>O aumento dos impostos surgiu como o expediente mais utilizado pelos Governos para arrecadarem receitas.</li><li>Houve necessidade de recorrer aos empréstimos, sobretudo no estrangeiro.</li><li>O recurso ao crédito era visto como uma forma de garantir o crescimento económico através do investimento em infraestruturas que, a longo prazo, reverteria em receitas para o reino e, assim, permitia amortizar a dívida contraída.</li><li>As despesas não assumiram a rentabilidade desejada, o que obrigava a recorrer continuamente ao crédito para manter os níveis de investimento, gerando assim um ciclo vicioso.</li><li>As remessas dos emigrantes foram insuficientes para colmatar o desequilíbrio orçamental, uma vez que este dinheiro ou era destinado ao consumo, ou acabava por servir para financiar a economia ou ser utilizado na compra de dívida pública.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-21 17:22:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre A Depressão E A Expansão (1880-1914) - A Crise Financeira de 1880-1890</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1554885572</link>
         <description><![CDATA[<div>O final do século XIX foi marcado por uma <strong>crise financeira que resultou:</strong></div><ul><li>do envidamento sucessivo;</li><li>do aumento da dívida pública;</li><li>de uma crise no setor bancário.</li></ul><div>Portugal debatia-se com um défice orçamental e um saldo negativo das contas públicas.<br>O <strong>final da década de 80 </strong>registou igualmente o agravamento da situação da economia:</div><ul><li>redução das exportações do vinho;</li><li>diminuição das remessas dos emigrantes em consequência da desvalorização monetária ocorrida no Brasil;</li><li>dificuldade de acesso ao crédito externo.</li></ul><div>Estes <strong>fatores</strong> provocaram:</div><ul><li>diminuição de afluxo de capital fresco (ouro) aos bancos;</li><li>diminuição da compra dos títulos da dívida pública;</li><li>o crédito retraiu-se.</li></ul><div>Na <strong>década de 90</strong>, Portugal:</div><ul><li>viu agravada a dificuldade em encontrar financiamento no estrangeiro;</li><li>a sustentabilidade das finanças nacionais ficou comprometida;</li><li>a emissão de papel-moeda agravou a situação e provocou o aumento da inflação, a queda dos salários reais e a subida do desemprego.</li></ul><div>No <strong>ano de 1891 </strong>eclodiu a crise. Portugal:</div><ul><li>abandonou o padrão-ouro que havia adotado em julho de 1854;</li><li>em 1892, suspendeu a amortização da dívida pública e entrou em bancarrota parcial;</li><li>o governo procedeu a um aumento de impostos, reduziu os gastos, os salários e as admissões na função pública.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=http%3A%2F%2Fpartilhar-historia.blogspot.com%2F2013%2F05%2Fa-crise-financeira-de-1880-90-barbara.html&amp;psig=AOvVaw1O_B8U_12qZ2ZU1Z_Ut5wo&amp;ust=1621967320857000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAIQjRxqFwoTCJjC8aX54vACFQAAAAAdAAAAABAD" />
         <pubDate>2021-05-24 18:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Surto Industrial De Final Do Século XIX</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1892, em resposta à grave crise de 1891-92, foi fixada uma nova pauta, marcadamente protecionista para Portugal, foi uma medida de reforço, para incentivar o desenvolvimento industrial que entre 1890 e 1914, teve um crescimento que atingiu cerca de 1% ao ano.<br>No final do século XIX <strong>afirmaram-se novos setores de atividade:</strong></div><ul><li>a indústria elétrica;</li><li>de adubos químicos;</li><li>de cimentos;</li><li>a indústria têxtil algodoeira;</li><li>da metalurgia, das conservas, da refinação de açúcar;</li><li>nos abastecimentos de água, eletricidade e gás, criaram-se companhias.</li></ul><div>No contexto do desenvolvimento industrial surgiram grandes companhias industriais.<br>No domínio dos transportes e comunicações, que continuavam a ser um fator fundamental na estruturação do mercado interno, e na articulação deste com o mercado externo, <strong>destaca-se:</strong></div><ul><li>a consolidação e alargamento dos caminhos de ferro, dando lugar a novas companhias que exploram os caminhos de ferro.</li></ul><div>A tendência de desenvolvimento industrial nos finais do século XIX assentou na concentração das empresas, de forma reforçar o domínio dos mercados e a integração de capitais, num processo em que o controlo do capital estrangeiro era cada vez mais dominante.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-industria-no-fim-da-monarquia/" />
         <pubDate>2021-05-24 18:48:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Transformações Do Regime Político Na Viragem Do Século</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1566028619</link>
         <description><![CDATA[<div>O<strong> período entre 1851 a 1906 </strong>foi caracterizado por, regime de monarquia constitucional, em que o exercício do poder executivo era assegurado pela alternância no poder de governos apoiados em "partidos de notáveis".<br>A vida política portuguesa, na segunda metade do século XIX, foi <strong>dominada pelo rotativismo:</strong></div><ul><li>as eleições eram u momento de disputa política com o intuito de garantir o acesso à governação;</li><li>eram marcadas pelo fenómeno do caciquismo;</li><li>as dissoluções da Câmara dos Deputados e a colaboração dos reis com vista à nomeação de "fornadas de Pares", garantiam maiorias.</li></ul><div>O <strong>Partido Socialista Português foi fundado em 1875</strong> e um ano depois foi formado o Partido Republicano Português, significaram a rutura com os partidos monárquicos de "notáveis" e constituíram-se como partidos de massas.<br>Em 1906, o rotativismo revelou as <strong>suas fragilidades:</strong></div><ul><li>os chefes partidários evidenciaram ainda mais as divergências pessoais e políticas;</li><li>deram lugar a cisões nos respetivos partidos;</li><li>o rei D. Carlos, perante a incapacidade dos partidos e face à crescente descredibilização da monarquia, demitiu o governo, dissolveu o Parlamento e entregou o poder a João Franco que governou entre 1096 e 1908;</li><li>os republicanos começaram a conquistar mais&nbsp; peso política e eleitoral, pondo em causa as instituições da monarquia, através de uma de uma intensa propaganda nos jornais republicanos.</li></ul><div><br></div><div><strong>João Franco</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 17:27:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Problemas Da Sociedade Portuguesa E A Contestação Da Monarquia</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaduarte7171/opqzsv5fonloc446/wish/1566188868</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 18:09:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Solução Republicana E Parlamentar - A Primeira República</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://prezi.com/p/isnjgj3jkvhv/a-solucao-republicana-e-parlamentar-a-primeira-republica/" />
         <pubDate>2021-05-27 18:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>A Constituição de 1911</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.arqnet.pt/portal/portugal/liberalismo/const911.html" />
         <pubDate>2021-05-27 18:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Confiança No Progresso Científico</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>final do século XIX</strong> foi o culminar de um conjunto de progressos científicos e da ciência como uma nova noção do mundo, do Homem e do universo:</div><ul><li>o triunfo da ciência experimental, o sucesso das teorias aplicadas ao mundo real fizeram com que os cientistas acreditassem na razão e nas suas potencialidades para chegar à verdade, por intermédio da ciência;</li><li>o século XIX foi, por isso, o século em que se afirmou o cientismo. Acreditava-se que a ciência explicava tudo;</li><li>durante este período assistiu-se ao nascimento de novos domínios nas ciências e conferiu-se uma maior cientificidade às descobertas realizadas;</li><li>a fé inabalável no progresso contínuo caracterizava a mentalidade do século XIX. No final do século XIX, o progresso cientifico era encarado como um fator impulsionador da confiança na própria humanidade, contribuindo para melhorar as condições de vida material.</li></ul><div>As descobertas cientificas deste século contribuíram para preparar e anunciar e se construíram teorias que contribuíram para a renovação e construção incessante do conhecimento científico.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-01 17:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>Avanço Das Ciências Exatas E Emergência Das Ciências Sociais</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <pubDate>2021-06-01 17:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>A Progressiva Generalização Do Ensino Público</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <pubDate>2021-06-01 17:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>O Interesse Pela Realidade Social Na Literatura E Nas Artes</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <pubDate>2021-06-01 17:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>O Interesse Pela Realidade Social Na Literatura E Nas Artes</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>As mudanças ocorridas em Oitocentos levaram o Homem a repensar as formas de expressão artística anteriores.<br><strong>Em 1850 surgiu o Realismo:</strong></div><ul><li>fazia uma descrição detalhada e minuciosa da realidade;</li><li>captava de forma fiel e objetiva o real;</li><li>focava os problemas da vida quotidiana das classes sociais mais numerosas e menos favorecidas;</li><li>a representação do real centrava-se na procura da verdade das coisas, da vida e do mundo.</li></ul><div><strong>Definição de Realismo:</strong></div><ul><li>O <strong>Realismo </strong>é um movimento artístico voltado para a <strong>representação da realidade</strong> vivida pela sociedade, muitas vezes através de críticas a temas sociais, de forma simples. A linguagem realista é direta e objetiva, contrária ao subjetivismo característico do <strong>Romantismo</strong>.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:15:24 UTC</pubDate>
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         <title>As Novas Correntes Estéticas Na Viragem Do Século</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <pubDate>2021-06-08 16:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>As Ruturas Da Pintura Na Viragem Do Século</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paul Cézanne, Vincent van Gogh e Paul Gauguin transformaram a arte.<br><strong>Paul Cézanne:</strong></div><ul><li>concebeu um novo tratamento das cores, das formas e do espaço;</li><li>a esfera, o cilindro e o cone permitiam representar a essência da realidade e conceber as figuras de acordo com diferentes prismas;</li><li>faz uso de uma mancha de cor mais sólida e ampla.</li></ul><div><strong>Vincent van Gogh:</strong></div><ul><li>dinamismo revelado através do ondulado da pincelada;</li><li>paleta de cores, mais contrastante e reduzida;</li><li>centra-se na emoção e na imediatez, evocando os sentimentos e estados de espírito.</li></ul><div><strong>Paul Gauguin:</strong></div><ul><li>novas técnicas através de novas formas de entender a vida.</li></ul><div>O <strong>final do século XIX</strong> assumiu-se como um período revelador da necessidade de cortar com os cânones estabelecidos, abrindo o caminho para as correntes de vanguarda do<strong> século XX.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal: O Dinamismo Cultural Do Último Terço Do Século</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>A Pintura: Do Tardo-Romantismo À Preparação Da Modernidade</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pintura das últimas décadas do século XIX assumiu três momentos que evocavam escolas correntes artísticas distintas: o tardo-romantismo, o Realismo/Naturalismo e o Simbolismo.<br>O tardo-romantismo prevaleceu na pintura de Francisco Metrass, de Cristino da Silva, de Luís de Menezes, de Alfredo Keil e de Miguel Ângelo Lupi:</div><ul><li>destacaram-se no retrato e nos temas históricos, pintavam cenas rurais pitorescas e a ruralidade de um povo simples.</li></ul><div><strong>O Naturalismo caracterizou a fase posterior:</strong> Silva Porto, Marques de Oliveira, João Vaz, Henrique Pousão, Columbano Bordalo Pinheiro, Carlos Reis , Veloso Salgado, José Malhoa, Aurélia de Sousa e o rei D. Carlos.<br><strong>O Realismo/Naturalismo em Portugal centrou-se:</strong></div><ul><li>na pintura de exterior que fixava na tela o retrato de um povo, afastado dos avanços da industrialização;</li><li>nos temas rurais, populares (feiras, romarias e procissões) e no afastamento da urbanidade;</li><li>José Malhoa com as cenas da cultura tradicional e as cenas do trabalho no campo pintadas por Silva Porto;</li><li>Henrique Pousão registou rostos populares.</li></ul><div>O Naturalismo ganhou relevo com os pintores do "Grupo do Leão".<br>O terceiro momento que introduziu o primeiro sinal de modernidade surgiu com o Simbolismo de António Carneiro.<br>Rafael Bordalo Pinheiro destacou-se na caricatura, com a figura do Zé Povinho.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 16:44:16 UTC</pubDate>
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         <title>A Escultura</title>
         <author>carolinaduarte7171</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Assistiu-se ao desenvolvimento da escultura pública com a representação de figuras marcantes da História nacional.</li></ul><div><strong>Arquitetura</strong></div><ul><li>Conheceu um conjunto de inovações arquitetónicas resultantes das novas técnicas de engenharia, bem como da arte do ferro.</li></ul><div><strong>Música</strong></div><ul><li>A música assumiu um papel de destaque e formou-se um novo gosto musical.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 16:51:49 UTC</pubDate>
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