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      <title>Geriatria pra Graduação  by Karoline Rodrigues</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-10 14:30:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>geriUfam</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de ter mais dificuldades em aprender novidades tecnologicas, minha mãe mantem uso de computador, aplicativos de banco. Fisiologicamente a memoria da pessoa idosa fica mais lenta, o processamento de aprendizado mais lento, porém a pessoa não perde a capacidade de aprender. ainda existe plasticidade neuronal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-08 14:56:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natashaalkmim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente, sabe-se que cerca de 4 milhões de pessoas são transgênero ou não-binárias no Brasil. E se as pessoas trans já são invisibilizadas, vocês imaginem as pessoas trans idosas... A transexualidade já foi tratada até como transtorno psiquiátrico pela medicina há não muitas décadas atrás! Daí, eu estava lendo um artigo sobre isso e achei bem legal dar um pouco de atenção e compartilhar um assunto tão pouco falado. Hoje mesmo a professora comentou sobre os altos índices de depressão, solidão e etc com relação às pessoas idosas no geral, e é pior ainda para transexuais, isso quando eles conseguem chegar na terceira idade, já que a expectativa de uma pessoa trans no Brasil é de 35 anos (por conta dos altos índices de homicídios e suicídios desse recorte populacional).<br>Outra coisa que eu sempre penso também são essas campanhas do setembro rosa e do novembro azul, que são focadas apenas em pessoas cisgênero e isso sempre me incomodou muito. Enfim, vale a reflexão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 21:28:25 UTC</pubDate>
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         <title>Pilates na terceira idade</title>
         <author>2001anarocha2001</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Ana Paula de Alcantara Rocha- Turma 6<br>Minha avó tem atualmente 82 anos e uma das atividades que ela mantém regularmente é o pilates! Eu admiro muito ela manter esse hábito que traz tantos benefícios para saúde física e emocional, além de formar laços com as pessoas que praticam também regularmente no mesmo local. Eu achei interessante falar sobre esse tema já que muitas vezes os jovens têm dificuldades em praticar exercícios físicos, às vezes pela rotina corrida ou por não dar atenção a esse aspecto importante para a saúde, mas temos não só a minha avó, como muitos outros idosos dando o exemplo de que devemos cuidar da nossa saúde, ainda que com nossas limitações (lembrando que fisiologicamente na velhice, há perda de massa muscular - sarcopenia - e tendência a doenças como a artrose, trazendo mais dificuldades para os exercícios físicos, inclusive minha avó tem artrose em um dos joelhos). É importante encontrar formas de manter hábitos saudáveis, em todas as idades, mesmo que isso vá diferir de pessoa para pessoa. Enquanto uns se identificam com pilates, outros podem gostar de hidroginástica ou caminhadas, o cenário é diferente conforme as particularidades de cada um!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-26 14:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de Caso </title>
         <author>josemaiag</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante um plantão referente à aula prática de Atenção ao Trauma, chegou uma solicitação de parecer da Neurocirurgia sobre o caso de um idoso de 80 anos que apresentou um episódio de crise convulsiva. Durante a investigação foi excluída a possibilidade de AVC, porém se chegou à hipótese de crise secundária a um processo infeccioso ou metabólico, como desidratação ou hipoglicemia. Achei interessante a discussão, pois pudemos pensar em diagnósticos diferenciais do quadro, inclusive vimos um relato de caso sobre Ataque Isquêmico Transitório em paciente idoso.<br><br>FONTE: Walls SP, Andre T, Adetunji A, Hama E. Transient Ischemic Attack Shakes: A Case Report. Cureus. 2022 Aug 25;14(8):e28410. doi: 10.7759/cureus.28410. PMID: 36171836; PMCID: PMC9509206.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 00:34:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.instagram.com/p/CwXtAiTsuMm/?igshid=NjIwNzIyMDk2Mg==<br>Um lembrete de que não tem porque perder a jovialidade após a perda da juventude. 💕</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-12 10:12:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ARTIGO&nbsp;</div><div>ANALISE&nbsp; COMPARATIVA&nbsp; DA&nbsp; MASSA&nbsp; E&nbsp; FORCA&nbsp; MUSCULAR&nbsp; E&nbsp; DO&nbsp;</div><div>EQUILIBRIO&nbsp;</div><div>ENTRE &nbsp; INDIVIDUOS &nbsp; IDOSOS &nbsp; PRATICANTES &nbsp; E&nbsp; &nbsp;NAO &nbsp; PRATICANT</div><div>ES &nbsp; DE&nbsp;</div><div>MUSCULAÇÃO&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 02:47:06 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade de vida e cuidados paliativos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Marcia Gabriela Lira de Lacerda turma 3<br><br>Essa é a minha vó paterna, ela sempre foi uma pessoa muito ativa, cheia de independência, adorava cozinhar, dançar, cantar e nas horas vagas da mini broncas em toda a família como demostração de carinho. Nos últimos, três anos, ela teve recidiva do câncer de mama de uma forma muito agressiva, o que ocasionou uma mudança total da rotina que ela já era acostumada. Mas em todas as vezes que eu vi, minha vó sempre repetia para mim que por mais que um dia ela fosse partir o que mais importava era ter os últimos momentos com qualidade de vida. Isso me fez refletir muito sobre cuidados paliativos, ainda mais no último mês de vida que eu estive cuidando dela. Muito além de medicar, o cuidado com&nbsp; acolhimento é muito importante porque já é uma experiência difícil para aquele idoso que vê sua rotina mudar totalmente. O aprendizado que tive foi sobre saber envelhecer que é muito mais do que todas as mudanças fisiológicas que o nosso corpo vai ter, mas também sobre preservar atividades, rotinas que você gosta de fazer, cuidar da sua saúde mental, religiosidade e bem estar físico. E sobre o cuidar nos últimos momentos, por mais difícil que seja demostrar empatia e acolhimento para o idoso que estiver na sua frente independente dele ser da sua família ou não. Então compartilho essa aprendizagem como uma homenagem a minha vozinha que me ensinou muito sobre viver e sobre o envelhecer&nbsp; ♥️</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 03:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Caso sobre HIV em idoso </title>
         <author>josemaiag</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 00:16:48 UTC</pubDate>
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         <title>O envelhecimento e a tradição</title>
         <author>lauraefrogers</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha avó, filha de imigrantes japoneses, é uma mulher notável que enriqueceu nossas vidas de maneira única. À medida que envelhece, sua jornada se torna ainda mais impressionante, pois ela carrega não apenas as tradições de seus pais, mas também a sabedoria que vem com o passar dos anos.<br>Sua vida é um testemunho da resiliência dos imigrantes japoneses que construíram novos lares em terras estrangeiras. À medida que envelhece, ela se torna um vínculo cada vez mais importante com essa história, lembrando-nos da importância de preservar nossas raízes culturais.<br>Minha avó é um exemplo inspirador de como o envelhecimento e a tradição podem coexistir de maneira equilibrada. Sua dedicação contínua à cultura de seus pais, sua disposição em compartilhar sua história e sua sabedoria acumulada ao longo dos anos são um presente inestimável para nossa família. Ela nos lembra de que a herança cultural é uma parte vital de quem somos, e seu envelhecimento é um tributo à riqueza da vida e à importância de nossas raízes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 18:03:51 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade de vida e o envelhecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vou contar brevemente sobre Manoel Chagas de Assis Alves, meu avô paterno. Há 2 anos e 9 meses, após uma infecção por COVID-19, foi internado devido a complicações e falaceu. Meu avô foi puramente inspiração para todos nós, um homem cheio de vida, humor, amor, energia e vitalidade. Aos 94 anos, esbanjava lucidez e alegria; amava estar com seus netos e cultivar suas plantas; tomar uma cervejinha e pescar.&nbsp; Nos contava histórias de sua infância como se tivessem acontecido ontem, gostava de jogos e contar piada! Ao longo de sua vida, venceu 2 cânceres, não possuía demais comorbidades, deixou o tabagismo pois "fazia mal" e praticou atividades físicas constantemente. A única doença do meu avô era uma enxaqueca crônica que tirava seu sossego quase que diariamente. Nos seus últimos anos, foi perdendo a força e já não conseguia cuidar de suas plantinhas ou pescar, andava com apoio, perdia o equilíbrio e caiu algumas vezes. Essa não era a vida que ele gostaria de continuar vivendo; então, nos confortamos dele não estar triste, desconfortável ou sofrendo, e nos orgulhamos imensamente da vida que ele levou! Com a experiência na disciplina, pude correlacionar vários temas com o que acompanhei de meu avô. E o livro "A morte é um dia que vale a pena viver" também me fez refletir bastante sobre essa transição.&nbsp;<br><br>Aspectos observados da Saúde do Idoso:<br>Sarcopenia - o número de fibras musculares reduz em 35% entre os 50 e 80 anos, bem como a redução no tamanho da fibra (30%);&nbsp;<br>Apetite - a ingesta calórica foi bastante reduzida devido à falta de apetite e saciedade precoce, fatores que também podem estar alterados nos idosos;<br>Tontura - processos degenerativos do envelhecimento podem desencadear vertigem, desequilíbrio e tontura;<br>Dor crônica - bolsas térmicas, eletroestimulação, inativação de pontos de gatilhos, acupuntura são algumas abordagens viáveis para esses pacientes;<br>Câncer no Idoso - correspondem a 60% dos novos diagnósticos de CA, sendo necessário uma ampla avaliação geriátrica e de risco x benefício dos tratamentos;<br>Qualidade de vida - meu avô adotou um estilo de vida saudável fisicamente e mentalmente, praticando atividades de lazer, cognitivas e lógicas, mantendo interação social, atividades ao ar livre, alimentação saudável, cessação do tabagismo e muito bom humor. Todos estes fatores, contribuíram para sua longevidade, lucidez e saúde até os 94 anos!<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 19:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>paliATIVA</title>
         <author>castelothaynara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há alguns dias me deparei com um perfil no Instagram: @vidaavivida<br><br>Sobre uma paciente com CA de cólon diagnosticado em 2012 e paliATIVA, como ela mesmo se intitula.&nbsp;<br>Um perfil sobre a desmistificação dos Cuidados Paliativos em pacientes Idosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-16 20:22:14 UTC</pubDate>
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         <title>O envelhecimento e a busca dos sonhos</title>
         <author>evangelistandrel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos maiores exemplos em minha vida é a minha avó, <strong>Maria Orlane do Nascimento e Silva</strong>. Hoje é uma senhora de 72 anos que há 12 anos conquistava o sonho de sua vida: tornar-se médica. Ela é uma mulher vinda do interior do Ceará, natural do distrito de sítios novos no município de Caucaia. Desde cedo ia para longe da família estudar e por muitos anos atuou como fisioterapeuta, cuidando sempre de sua família e da família que construiu ao lado do meu avô. Após muita luta, ela enfim decidiu focar em seu sonho de se tornar médica e, por meio do financiamento do FIES, finalmente se formou e segue carreira desde os 61 anos de idade. Mesmo com todas as dificuldades que já passou e com o impedimento do próprio envelhecer, ela é a mulher com o coração mais puro que já conheci e definitivamente uma das médicas mais dedicadas, uma que faz a nossa área ser mais linda. É uma honra seguir o mesmo caminho que a senhora, Maria Orlane</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-17 00:52:11 UTC</pubDate>
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         <title>Á beira rio</title>
         <author>heloisarochamed</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Heloísa Campos Rocha T6 <br><br>Uma das minhas maiores paixões tem sido dedicar tempo e amor aos povos ribeirinhos. Desde 2019, viajo com grupos de médicos para levar assistência ao interior do Amazonas, e muitas vezes percebemos que, além do cuidado á saúde, o que ele mais necessitam é de alguém para ouvi-los. Conheci o Sr. Jurandir, este senhor da foto, que morava em uma região distante em Autazes. Foi solicitado pela sua filha que fizéssemos uma visita domiciliar, pois ele não teria como ir à vila em que estávamos, já se encontrava fraco, mas também teimoso demais para parar de cuidar de suas galinhas e da sua plantação que tinha no quintal de casa, e que era a principal fonte de sustento da família. Durante a visita, passamos mais de uma hora ouvindo as histórias que o paciente tinha para nós contar, desde a sua chegada á aquela região no passado, suas aventuras em Manaus quando mais novo, e até sobre o neto que estava criando atualmente. Mal conseguíamos fazer perguntas para completar sua anamnese, pois ele sempre tinha algo interessante para nos contar. O paciente não conseguia lembrar da última vez que chegou a ir ao médico ou que recebeu alguma assistência. Sem conhecer e saber a importância de cuidados, os meios de ajuda dados pelo governo e outros. O que nos alerta ao maior cuidado e melhoria do acesso para essa população tão querida, como o Sr. Jurandir que fez questão de nos presentear depois da visita pois nunca tinha recebido uma equipe em sua casa, e estava muito feliz por isso. <br><br>Essa necessidade é vista em estudos diversos, como o feito pela Instituição Fio Cruz com o Título – <em>A relação entre desempenho físico, sarcopenia e utilização dos serviços de saúde em idosos residentes em comunidades rurais ribeirinhas do Rio Negro, Manaus, Amazonas</em>. <br>Que escreve em sua conclusão: O que requer medidas organizacionais do sistema local de saúde que potencializem o acesso aos serviços de saúde e a organização dos fluxos de assistência, permitindo maior integração entre as redes de serviços, garantindo a qualidade, resolutividade e integralidade do cuidado ofertado. Além disso, são necessárias ações de promoção, proteção e prevenção nas localidades rurais ribeirinhas, que respeitem a autonomia e a participação dos idosos, e contribuam com a manutenção da capacidade funcional desse grupo populacional.<sup><br><br></sup>Devemos cuidar do nosso povo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-17 15:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>O envelhecimento do ponto de vista dos cuidadores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha tia é cuidadora de idosos e já dedica sua vida a eles há mais de 20 anos, então pedi para ela compartilhar conosco um pouco da sua experiência.<br>"Meu amor da minha vida é D.Cleonice q atualmente cuido dela! É uma senhora muito agradável!<br>D.Cleonice eu a conhecir ainda muito jovem tinha uns 68 anos era uma grande profissional: Estilista fazia os desenhos das roupas e ela mesmo confeccionava, uma verdadeira artista! Com o passar do tempo D.Cleonice começou a ter uns picos de demência, esquecia de tudo! Quando comecei a cuidar dela, estava no primeiro estágio no segundo estágio de Alzhaime! Não lembrava de seu nome é nem o nome de seus filhos! Era uma situação triste! Ela ainda desenhava e pintava, não sabia quem eu era, só mim chamava de menina!&nbsp;<br>Atualmente D.Cleonice já estar no terceiro estágio de sua doença! Ela anda fala e come só, é considerada tbm semi independente! Mas sua memória já não apresentam mas suas percepções! Mesmo ela sendo assim, Ela interage comigo! Conversa fala de seu jeito! Assim D.Cleonice vai passando seu processo de envelhecimento mesmo sem ter mais sua cognição!<br>Muda de humor de um segundo p o outro!<br>Com toda sua doença de Alzhaime ela é feliz do jeito q é!<br>Amo cuidar dela! Aprendo muito c sua doença"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-18 16:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>O envelhecimento do ponto de vista dos cuidadores pt. 2</title>
         <author>samanthabromero</author>
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         <description><![CDATA[<div>"D.Wilsia era uma senhora muito bonita cheia de vida! Uma professora q tinha muito amor por seus alunos! Chegou o tempo de sua aposentadoria! Ela foi procurar um grupo de terceira idade p frequentar!<br>Já chegando nos seus 66 anos e tbm chegando as comobidades. D.Wilsia era portadora de pressão alta e doença do coração! Ela gostava muito de caminhar na Praça, dizia se parasse de caminhar não ia mais andar! Com o passar do tempo D.Wilsia deixou de ir p o seu grupo pois! Entrou em depressão a começou desenvolver uma doença degenerativa q ia afetando todos seus órgãos!<br>Fui contratada p ser sua Cuidadora oficial! Trabalhava à noite c ela! Nós tínhamos muitas afinidades pois já tinha amizade c D.Wisia, cada noite era uma surpresa! Vir ela se deteriorando caindo! É parando de andar, de falar de sorrir, ficou sendo acamada! Carregava todas as noite D.Wilsia p por na cama, p dormir! Meu amor por ela era grande e tinha muita paciência. D.Wilsia teve seu processo de envelhecimento muito difícil e sofrido! Teve uns sete AVC e depois de um ano eu já não estava mais cuidando dela! Ela chegou a óbito! Mas cuidei com todo meu amor e carinho tendo empatia e toda a paciência com ela."<br>- Maria Regina Brandão</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-18 16:20:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Medicina e empatia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não vou falar sobre a fisiologia do envelhecimento nem sobre nada científico. Decidi falar sobre a minha avó e o quanto ela me faz exercer uma medicina mais humana e empática. Perdi minha vó durante a pandemia e foi, sem dúvidas, uma das perdas mais dolorosas da minha vida. Pela forma como foi e, principalmente, por tudo que ela significa para mim. Mas de certa forma, isso me fez olhar para geriatria com outros olhos. Isso porque todas as vezes que me deparo com um paciente idoso, o pensamento que me vem à cabeça é: “e se fosse a minha avó?”. Às vezes, durante o cansaço e a rotina pesada, ao atender um paciente, acabamos por não nos dedicarmos inteiramente a ele. Ouvir suas queixas, suas dores… Mas desde que minha avó partiu, é impossível não olhar para um paciente idoso com olhos de ternura. Porque sempre enxergo nele(a) minha avó amada. E com toda a paciência do mundo, me debruço a ouvir sua história, realizo o exame físico com todo o carinho e cuidado. Semana passada, atendemos uma paciente no ambulatório de oftalmologia que se parecia muito (fisicamente) com minha vó. O nó na garganta foi inevitável. A saudade ainda dói, mas a partida dela certamente fez de mim uma futura médica melhor. E acho que a medicina é isso mesmo! Acabamos por ver doenças e sofrimentos que fazem com que a gente se “blinde”, de certa forma, para agir racionalmente e não sofrer tanto junto com o paciente. Mas a medicina é um eterno lutar contra o que faz de nós médicos insensíveis. É sobre enxergar o paciente com olhos de ternura; sobre ouvir a dor dele e entender que nem sempre a cura está no medicamento; é sobre estar 100% presente durante a consulta.&nbsp;<br><br>Obrigada, dona Arlete, por tudo e por tanto. Mas, principalmente, por fazer de mim um ser humano melhor!&nbsp;<br><br>Mariana Martins Valente </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-19 16:49:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atualizações sobre uso de medicações potencialmente inapropriadas em idosos</title>
         <author>izaelbatista999_</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2756884008</link>
         <description><![CDATA[<div>Izael Pereira da Silva - 21950459 - T04<br>Durante um atendimento na cardiologia, me deparei com um senhor de 75 anos, com mais de 8 medicações em uso por diversas causas e entre elas, uso de DOAC. Logo busquei rapidamente checar se cada medicação estava sendo usada da maneira adequada e se estava indicado, porém ao buscar sobre os ACO ou varfarina não tinha certeza qual o melhor benefício ao paciente idoso e se eram potencialmente inapropriados. Logo busquei essa recente atualização da american geriatrics society 2023 sobre o uso de medicações potencialmente inapropriados e os critérios de de Beers. Os critérios de Beers da American Geriatric Society são usados ​​para determinar a prescrição apropriada de medicamentos em idosos. A atualização de 2023 abordou os anticoagulantes e o risco de sangramento relativamente menor com anticoagulantes orais diretos (DOACs) em relação à varfarina , especialmente em indivíduos idosos. A atualização recomenda que pacientes com idade ≥65 anos não iniciem varfarina para tromboembolismo venoso (TEV) ou fibrilação atrial não valvar, a menos que haja barreiras ou contraindicações substanciais ao uso de um DOAC. Entre os DOACs, <a href="https://www.uptodate.com/contents/apixaban-drug-information?topicRef=16437&amp;source=see_link">a apixabana</a> e <a href="https://www.uptodate.com/contents/edoxaban-drug-information?topicRef=16437&amp;source=see_link">a edoxabana</a> são consideradas mais seguras. Indivíduos que usam varfarina por um longo prazo com bom controle da razão normalizada internacional (INR) podem razoavelmente continuar a tomar varfarina.<br><br>Fica aí uma boa literatura pra complementar nossos conhecimentos sobre esse tema importante e que cada vez mais devemos ter responsabilidade ao preescrever qualquer conduta aos pacientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-21 04:16:22 UTC</pubDate>
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         <title>Envelhecimento de pessoas trans (Ana Carolina Apocalypse)</title>
         <author>levyjesse13_</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2759719269</link>
         <description><![CDATA[<div>Resolvi compartilhar a história de uma das pessoas mais importantes pra comunidade trans que utiliza de seu exemplo para encorajar outras pessoas trans e nos mostra que o processo de transição não tem idade/validade. Aos 59 anos Ana Carolina Apocalypse compartilhou em suas redes sociais a história de seu processo de transição realizado pelo SUS em São Paulo com ajuda da família que a recebeu bem. Ela afirma que ficar introspectiva e não se assumir durante todo esse tempo foi necessário para sua sobrevivência, afirma que sempre soube ser uma menina mas o preconceito atrelado a falta de informação da época fez com que ela não demonstrasse isso. Foi então assistindo A força do querer novela de 2017 que Ana viu na atriz Carol Duarte (que se descobre trans no enredo e termina como Ivan na novela) a representatividade que lhe faltava para sua identificação como pessoa trans. Sua transição começou aos 59 anos e agora aos 63 anos conseguiu o nome social (conforme a foto acima). Ela tem mais de 100mil seguidores nas redes sociais e compartilha a sua vivência como mulher trans na 3° idade inspirando diversas pessoas, além disso possui parcerias com grandes marcas como o Burger King e a Nivea. Ana Carolina apesar da idade também trabalha ativamente com entregas não deixando de lado a atividade da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 19:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Geriatria aplicada</title>
         <author>marcusathan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acredito que uma das contribuições mais importantes da Geriatria no acadêmico de Medicina é mostrá-lo que tudo o que estudou é essencial no olhar ao paciente idoso, bem como pode melhorar a sua qualidade de vida. Aos seminários da última aula, foi possível discutirmos assuntos muito comuns na nossa sociedade de hoje e na que está se formando. O envelhecimento ocorre, e com certa prevalência, temos que lidar com doenças como o Diabetes, a Hipertensão e a Dislipidemia. É o caso da Maria Luísa (88a 9m), minha querida tia-avó. Faz uso de Dapaglifozina + Metformina, Valsartana + Hidroclorotiazida e Sinvastatina. A disciplina e a prática nos mostra a eficiência dos medicamentos, a classe, a posologia, os efeitos... Fomos muito bem preparados a direcionar essas comorbidades ao paciente idoso, sempre relacionando a outras possíveis temáticas como iatrogenia e polifarmácia. Todavia as discussões não param por aí, entramos em diversas pautas acerca de qualidade de vida e de cuidado ao idoso, que são essenciais no olhar holístico que temos que ter com o nosso paciente. No caso da Geriatria, acredito que essa função tenha sido cumprida, uma vez que a minha visão e com certeza a dos meus colegas foi ampliada para a atenção aos pacientes idosos e tudo que diz respeito a vida deles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 20:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>Envelhecimento em Casas de Repouso</title>
         <author>mafeehtorres</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assistentes sociais, treinadores e preparadores físicos que oferecem novas maneiras de engajar os residentes de casas de repouso podem ter um impacto positivo no seu bem-estar físico e mental. Atividades como estas podem ajudar os residentes a manterem-se envolvidos, a melhorar a sua aptidão física e a melhorar a sua interação social, o que é essencial para a sua qualidade de vida geral. É uma ótima maneira de promover um senso de comunidade e felicidade entre os idosos residentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 20:47:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que aprendi com meus avós </title>
         <author>marianaymonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2759835341</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Não poderia falar de geriatria sem falar um pouco sobre meus avós e sobre tudo que&nbsp; aprendi com eles nesses meus 22 anos de vida.&nbsp;<br><br>Minha avó nasceu em Itacoatiara, filha mais velha de doze irmãos. Um exemplo de mulher, mãe, avó, esposa, profissional e&nbsp; de tudo que se propôs a fazer na vida. Sempre muito dedicada e batalhadora, começou a trabalhar em Boca do Acre onde meu avó (8 anos mais novo) estava de passagem e assim iniciaram um relacionamento que rende atuais 51 anos de casados, 2 filhos, 3 netos e muitas histórias.<br><br>Meu avô é daquele tipo de pessoa cativante, figurinha rara, amado por todos e admirado por onde passa pelo alto astral e capacidade de fazer os outros rir. Avô babão mas que tem as broncas mais construtivas. Viciado em palavras cruzadas e em teimosia. Ele me ensinou e ensina sobre união, integridade, amor incondicional, música e tantas outras coisas.&nbsp;<br><br>Tive o privilégio de crescer com os meus avós presentes em todas as fases da minha vida, sempre preocupados e amorosos com a minha saúde e dia a dia. Cresci nos almoços de domingo na casa deles e com as ligações todos os dias fielmente. Me buscavam na escola quando meus pais não podiam. Moveram mundos pra me ver feliz. Foram eles que mesmo não sendo fãs de cachorros me presentearam com o Tobias, meu melhor amigo dos 4 aos 16 anos. Além de avós, foram meus pais e também me criaram. Não tenho como ser mais grata do que sou a tudo que eles fazem por mim e pelos meus primos. São exemplos que vão estar sempre guardados no meu coração. Espero conseguir retribuir todo o amor que me deram agora na fase em que são eles que mais precisam do meu apoio e atenção.<br><br>Em relação ao lado profissional, fica de aprendizado pra mim o quanto os idosos tem a nos ensinar quando sabemos ouvir e absorver. São anos de experiências e histórias que devem ser valorizados e acima de tudo respeitados!<br><br>⁠”Os avós e os idosos não são sobras de vida, desperdícios para jogar fora. Mas são aqueles preciosos pedaços de pão deixados na mesa da nossa vida, que ainda nos podem nutrir com uma fragrância que perdemos, a fragrância da memória.” - Papa Francisco<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 21:53:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A importância dos estímulos cognitivos no Alzheimer</title>
         <author>helsonhferreira</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2760001667</link>
         <description><![CDATA[<div>James, 81 anos, mais conhecido como meu avô. Há 5 anos meu avô apresentava sinais progressivos de esquecimento, sendo diagnosticado com Alzheimer. A evolução da doença em meu avô foi acelerada, em pouco tempo já se mostrava incapacitado de realizar atividades diárias. Atualmente, apresenta sintomas clássicos da doença avançada, como incontinência fecal e urinária, comportamento agressivo e alta irritabilidade, pensamentos obsessivos e compulsivos, além da severa perda de memória. Entretanto, durante esse período, um grande aliado ao meu avô no combate ao avanço dessa doença foi o estímulo cognitivo por meio de atividades e exercícios que estimulassem seu raciocínio lógico, matemático e memória. Meu avô sempre foi um amante de cálculos e contabilidade, característica que veio perdendo para a doença, mas que graças ao bom cuidado e adesão aos métodos de tratamento, recuperou e apresentou evoluçao nos déficits que vinha apresentando. Essa relação já foi e continua sendo demonstrada na literatura, evidenciando a importância de se investigar, investir e persistir no conhecimento e cuidado de pacientes com alzheimer para otimizar o quadro e qualidade de vida. Esse breve relato visa a expor e celebrar a ciência, a medicina, todos os profissionais que lidam com essa doença e, claro, meus parentes, que tornaram e tornam essa triste e desgastante jornada contra o Alzheimer mais leve e permitem que meu avô continue contemplando a vida com o mesmo sorriso, com as mesmas histórias, cantorias, assobios, piadas e alegria que carrega dentro de sua alma há 81 anos.<br><br>Você jamais será esquecido, vovô!<br>ou como ele gostaria, Bond, James Bond.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-24 00:57:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conhecendo para entender</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2767184511</link>
         <description><![CDATA[<p>Em geriatria notamos que é imprescindível um conhecimento profundo das mudanças do organismo dos idosos e em como compreender a comunicação deles para fazer um bom diagnóstico. Além disso, também é necessário compreender os desafios sociais, a mudança de rotina, de mentalidade e as questões econômicas desses indivíduos para fornecer um atendimento de qualidade e realizar o manejo adequado. Afinal, não se trata apenas de prolongar a vida, mas de lhes oferecer melhor qualidade de vida. Para isso, busquei conhecer mais “do outro lado” em cada atendimento no ambulatório, e por meio de pesquisas nas mídias sociais atrás de idosos que relatassem mais sobre suas rotinas, seus modos de lidar com as mudanças no corpo, com as comorbidades, em como seus corpos respondem às doenças e aos tratamentos, para tentar compreende-los mais. A Sra Zuleide Azevedo Lima, idosa de 97 anos, me chamou atenção, com todo seu ânimo de vida, sua forma confiante de enfrentar as novas dificuldades e a habilidade de tentar ensinar por meio de vídeos os idosos em como enfrentar seu novo contexto, e outras indivíduos não-idosos para que possam compreende-los corretamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:55:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Legado de Determinação</title>
         <author>rdgkawai</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2767385271</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu avô nasceu em 1937, no Japão, e sua vida é uma incrível história de força de vontade e resiliência como imigrante no Brasil. Com cerca de 20 anos, ele tomou a corajosa decisão de deixar sua terra natal devido às crises do pós-guerra e com o sonho de prosperar em um país distante. Ele chegou no Brasil apenas com o dinheiro que tinha no bolso e seu espírito aventureiro, embarcando em uma viagem de navio que durou cerca de 60 dias, junto com um amigo.</p><p>Essa jornada foi repleta de desafios, mas meu avô nunca desistiu. No Brasil, após anos de trabalho e apoio do governo japonês, ele conseguiu adquirir seu próprio terreno e com muita persistência e esforço, se tornou um pequeno agricultor no interior de São Paulo.</p><p>Hoje, com 86 anos, é um pai dedicado, tendo criado quatro filhos, e um avô amoroso de seis netos. Todos nós o admiramos profundamente por sua determinação e esforço ao longo da vida. A sua história é um exemplo inspirador de como a força de vontade e a resiliência podem superar desafios e transformar sonhos em realidade. Sua determinação em superar obstáculos como imigrante no Brasil, desde uma viagem incerta até a construção de uma nova vida, destaca como a força de vontade pode impulsionar qualquer conquista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 04:52:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Duas vezes avó, minha bisa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2767673738</link>
         <description><![CDATA[<p>aluna : elzianne assayag / 21453228</p><p>Fui criada pela minha bisavó, dona Elza Melo, uma senhora ímpar, de um coração enorme, capaz de mover o mundo em prol da sua família. Daquelas mulheres raras, inteligentes, integras, batalhadoras mas que ao mesmo tempo são capazes de oferecer um carinho e um abraço protetor. Desde pequena tive a sorte de acompanhar muitas de sua batalhas, não só o árduo trabalho e responsabilidade de criar seus filhos, netos e bisnetos, mas também sua incessante vontade de viver e, mais que isso, seu AMOR e respeito pela vida. Minha bisa era o coração da nossa família, o eixo que mantinha tudo no lugar, funcionando e trazia estabilidade para nossas relações. Consigo me lembrar das nossas tardes regadas de muita poesia, livros, palavras cruzadas, músicas e histórias sobre o tempo em que ela morou no interior de Manaus e sobre a época em que lecionava nas escolas. A capacidade que ela tinha para descrever tudo com tantos detalhes, a memória impecável, a oratória perfeita, eram admiráveis. Ela me dizia que eram frutos de muitas atividades cognitivas que praticava em casa e no seu grupo do parque do idoso e, também, muita leitura. Sua primorosa lucidez e entendimento aos 90 anos eram motivo de orgulho. Minha bisa passou por diversas provações, tendo que enfrentar um CA de mama e dois AVCs. Eu estive ao lado dela em todos esses momentos, e pude presenciar a força, o otimismo, a fé e a sua determinação em busca da cura e dos cuidados necessários para sua melhora. Minha bisa é um exemplo pra mim. Sempre que penso nela, me sinto mais próxima de Deus e mais confiante para enfrentar qualquer que seja o desafio. </p><p>O nome Elzianne vem de Elza, uma linda homenagem que levarei comigo pelo resto da minha vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 15:41:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Catarata, cegueira reversível</title>
         <author>marcoasrc</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2767798948</link>
         <description><![CDATA[<p>Marco Antonio da Silva Ribeiro Castro - Turma 2 - 21950845<br>Nesse período cursamos a matéria de oftalmologia, como professor de prática, tive Dr. Alex Sá, que nos ofereceu a oportunidade de acompanhá-lo em suas atividades, tanto obrigatórias, quanto em seus serviços privados. Nessas práticas acompanhei com grande frequência inúmeros idosos com catarata, doença comum do envelhecimento e principal causa de cegueira reversível, todos conforme envelhecem terão catarata, faz parte da fisiologia do cristalino. Os pacientes antes das cirurgias eram frustrados com as grandes baixas de visão, alguns se queixavam que não conseguiam mais ler, ver televisão, sair de casa, não podiam mais dirigir e tinham medo de sair de casa com medo de queda.&nbsp; Botavam grande esperança no tratamento. Uma das práticas que se tornou inesquecível para mim foi as de centro cirúrgico, onde esses pacientes faziam a remoção da catarata por facoemulsificação e colocavam uma lente nova no lugar. No dia seguinte víamos esses pacientes, os quais estavam super gratos, pois estavam enxergando bem, algo que não conseguiam a muito tempo. Uma das pacientes foi dona Sueli, foi tratada 2020, mas estava voltando para acompanhamento anual, paciente idosa que já não conseguia realizar suas atividades diárias antes do tratamento, hoje em dia com o tratamento completo, consegue inclusive ler bíblias de bolso, as quais tem fonte muito pequenas, sem uso de nenhum óculos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 19:15:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medicina + Saúde: um estilo de vida possível </title>
         <author>limariosevangelista</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2767881239</link>
         <description><![CDATA[<p>É verdadeiramente inspirador ver meus avós, pediatras que mantêm uma paixão pela medicina infantil, mesmo aos 75 anos de idade, enquanto desfrutam da vida na terceira idade. Além de continuarem a trabalhar, eles incorporam alegria e leveza em suas vidas de maneiras únicas.</p><p><br/></p><p>Minha avó, por exemplo, inicia seu dia indo à praia antes do trabalho, aproveitando a beleza natural e a serenidade do oceano. Essa rotina não apenas a conecta com a natureza, mas também ajuda a manter sua saúde mental em equilíbrio, proporcionando um momento de relaxamento e clareza de pensamento. </p><p><br/></p><p>Meu avô é um exemplo notável de autodidatismo e busca contínua pelo aprendizado. Ele não só pratica a medicina pediátrica, mas também encontrou paixão na música e na marcenaria, mantendo sua mente ativa e preservando a função cognitiva, que é fundamental na terceira idade.</p><p><br/></p><p>Além de todas as impressionantes qualidades mencionadas anteriormente, meus avós continuam a surpreender com sua dedicação à saúde e ao bem-estar. Atualmente, eles incorporam a atividade física regular em suas vidas, mantendo-se ativos e saudáveis, preservando a saúde muscular e a densidade óssea, que naturalmente diminuem com a idade.</p><p><br/></p><p>Também é notável que eles estejam sempre atualizados com as evoluções da tecnologia, mantendo contato semanalmente por chamadas de vídeo comigo e minha irmã, que moramos em outro estado. Isso demonstra uma mentalidade aberta para novos conhecimentos e um desejo de se manterem conectados ao mundo moderno, uma estratégia eficaz para manter a saúde mental e a função cognitiva, bem como um forte vínculo com a família.</p><p><br/></p><p>Além disso, eles frequentemente participam de congressos de pediatria, mostrando seu comprometimento em fornecer o melhor atendimento possível aos seus pacientes. Esta dedicação se estende até mesmo quando estão de férias, pois, não importa se estão longe, quando uma mãe de um paciente liga preocupada por uma febre ou um vômito, minha avó sempre atende e orienta da melhor forma possível, sendo sempre solícita.</p><p><br/></p><p>Por fim, o fato de viajarem cerca de 5 vezes ao ano é a cereja no topo do bolo. Isso demonstra que eles equilibram suas vidas de maneira excepcional, aproveitando não apenas o trabalho, mas também o lazer e a exploração do mundo.</p><p><br/></p><p>Meus avós são um exemplo inspirador de como a terceira idade pode ser uma fase de vitalidade, aprendizado e aventura. Sua capacidade de incorporar atividades físicas, atualizações tecnológicas, comprometimento profissional e paixão por viajar reflete um estilo de vida verdadeiramente enriquecedor e gratificante. Eles são um tesouro de sabedoria e alegria, tanto para suas famílias quanto para seus pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-29 22:21:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O envelhecimento e o cuidar</title>
         <author>victoriafujimoto</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2768246917</link>
         <description><![CDATA[<p>"Cuidar de nossos idosos é preservar a nossa história."</p><p>Assim como alguns de meus colegas já mencionaram, pensar em Geriatria é pensar nos nossos avós. Tenho o privilégio de conviver com minhas avós, tias e tios-avós desde pequena, e posso dizer que aprender com eles é realmente uma dádiva. Essa na foto é minha avó materna, a dona Myrthes. Veio de Canutama para Manaus ainda pequena, e começou a trabalhar aos 14 anos para ajudar a família e a criação dos outros 5 irmãos. Falar sobre a dona Myrthes é falar sobre amor. Ela passou por altos e baixos durante a vida, se tornou órfã de pai e mãe na adolescência, e batalhou muito para ter o que precisava e queria. Posso dizer que a dona Myrthes é um dos meus maiores exemplos de vida. Não deixava as provações lhe abalarem, apesar de travar uma luta diária com a artrose bilateral nos joelhos há vários anos. Hoje, aos 90 anos, o andador se tornou seu fiel escudeiro, e embora nos últimos anos seu pensamento tenha ficado um pouco mais lentificado, continua com a mente bem ativa. Cresci ouvindo as mais diversas e hilárias histórias sobre meus tios-avós, de viagens para visitar os irmãos ao redor do Brasil (e do mundo) e amenidades do local de trabalho. Quando olho para minha avó, e penso em toda a bagagem de vida que ela carrega consigo, penso que devemos cada dia mais cuidar dos nossos idosos, principalmente nós, que em breve vamos nos deparar com a "terceira idade" profissionalmente. Devemos nos atentar ao que eles falam, suas queixas, suas histórias (mesmo aquelas repetidas, que já ouvimos várias vezes). Devemos ter paciência em olhar para aquele que pode ser um reflexo do que seremos daqui a alguns anos. Aqui, mencionei apenas uma fração do que os idosos da minha vida representam para mim, mas sei que a contribuição deles a quem sou hoje (e quero ser) é imensurável. Espero levar os ensinamentos que eles trouxeram para a vida, tanto pessoal quanto profissional, assim como os conhecimentos que aprendemos aqui na Geriatria.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 04:04:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AtivIDADE, mantendo a vida ativa e saudável</title>
         <author>gabinho2105_</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2768381004</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa é minha avó Maria do Carmo, com seus recém completados 90 anos de idade. Ela é hipertensa e recentemente tem sofrido com problemas de refluxo. Já não dirige mais, faz 3 anos que o carro foi retirado da vida dela, em comum acordo com a própria. Ela é uma pessoa mais caseira, gostando de estar na casinha dela com as coisas dela, por isso mesmo sempre conversamos com ela sobre como é importante ela se manter ativa e pensando nisso nesse ano iniciamos uma rotina de fisioterapia e atividade física pra ela. Ela já havia praticado hidroginástica (a qual ela gostava muito) há alguns anos, porém deixou de frequentar a alguns anos por vontade própria. O rapaz das imagens é o fisioterapeuta que a acompanha, Sebastião, um rapaz super atencioso que vai até a casa da minha avó 3 vezes na semana (segunda, quarta e sexta) das 7h às 8h da manhã. A rotina de exercícios é sempre adequada a capacidade dela suportar o exercício num bom ritmo, o instrutor sempre de bom humor auxilia minha avó, a orienta e a incentiva a completar os exercícios, eu nitidamente percebo que ela se sente estimulada a continuar e se sente gratificada consigo mesma quando finaliza. Junto dos exercícios vem também a parte que eu considero mais importante nessa rotina: as conversas sempre bem humoradas, dos mais diversos assuntos, minha avó conta as novidades que ouviu no jornal, as fofocas que soube das amigas, conta o que preparou ontem no fogão novo, e por aí vai. Minha avó com o avançar da idade adquiriu um jeito mais fechado com outras pessoas de fora da família, não que ela não quisesse conhecer pessoas novas ou aprender coisas novas, era apenas o jeito dela de ser mesmo e que segundo ela mesmo falava e acreditava: "Não vai ser agora, com a minha idade que eu vou mudar meu filho, esse é o meu jeito de ser, nem sempre o querer é poder". Talvez tudo que ela precisasse fosse realmente um estímulo. Ela está muito bem, graças a deus, e sempre conversa comigo sobre os exercícios dela, sobre como termina suando e cansada, mas feliz. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 06:04:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A experiência de um familiar cuidador de idoso com Alzheimer e Parkinson</title>
         <author>melldorann</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769321269</link>
         <description><![CDATA[<p>Trouxe esse artigo que achei muito interessante, pois pouco se fala sobre as dificuldades que é cuidar de alguém com Alzheimer e/ou Parkinson, minha avó tinha as duas doenças, as vezes tinha surtos que eram bem difíceis de conseguir ajudar de alguma forma. Hesitei de fazer essa atividade pois é complicado falar sobre isso pra mim, minha avó era do interior do interior como falamos, uma cidade pequena, não conseguiu estudar, sabia ler e escrever um pouco, casou muito jovem e era costureira, muito simples e humilde, não teve muitos estímulos cognitivos durante a vida e já com o Alzheimer tinha dificuldade em jogos e outras atividades que pudessem estimular de alguma maneira e assim controlar o avanço da doença. Foi bem difícil quando recebemos o diagnóstico inicialmente apenas do Alzheimer e com pouco mais de 5 anos recebemos o diagnóstico também do Parkinson, todo dia era um novo dia, tinha dias que elas estava bem e outro nem tanto com crises, as vezes não conseguia comer ou se locomover normalmente, ou tinha dificuldade de lembrar das pessoas, guardo nossas memórias com muito carinho no coração, queria ter vivido muito mais com ela, aprendido muito mais, ela podia esquecer de todos mas sempre se lembrava da "Mellzinha" dela. Em um dos surtos que eu estava, ela se agitou muito, ficou até um pouco violenta, era difícil acreditar que a minha avó sempre tão doce e serena estava naquele estado, ela estava em Manaus mas cismou que estava em Itacoatiara (era onde ela morava na época já próximo de quando ela faleceu) ela quis fugir, queria sair de casa, dizia que estavam chamando por ela, foi bem difícil, conversei várias vezes com ela, até inventar outra atividade para fazermos, ela se divertiu tanto nesse dia e conseguiu se distrair. Mesmo com todas as dificuldades do diagnóstico ela tinha uma boa vida, rodeada por muito amor, na última vez que pude falar com ela pelo telefone em maio/2020 (já na pandemia então não podíamos nos encontrar) ela disse o quanto me amava e eu também, perguntou pela faculdade e falou que estava se cuidando para estar na minha formatura. Infelizmente poucos dias depois ela sofreu uma queda na casa da minha tia aqui em Manaus mesmo, pois quando começou a pandemia ela estava aqui para ir ao médico e desde então ficou sem conseguir voltar pra cidade dela, nessa queda minha tia ainda tentou cuidar só em casa para não precisar levar ao hospital com tantos casos de covid, mas ela sentia muita dor, em um domingo de manhã o SAMU a levo ao HPS 28 de agosto, ela passou 15 dias internada, lá ela contraiu covid e adquiriu pneumonia, comprometendo seu pulmão em mais de 60%, ela faleceu no dia 1 de junho de 2020 e junto com ela se foi um pedaço do meu coração. Então hoje eu posso dizer que é possível sim os nossos idosos viverem bem, mesmo com duas doenças neurológicas como a minha avó, desde que haja muito amor e cuidado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 17:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>O direito de envelhecer em paz</title>
         <author>liviamariapraciano</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769400314</link>
         <description><![CDATA[<p>Lívia Maria Alves Rebouças Tomé Praciano - T5 - 21950863</p><p><br/></p><p>Meu avô paterno se chama Espedito Praciano, tem recém-completados 89 anos. É um homem muito simples, com uma história de vida rica e desafiante. Ele nasceu e mora até hoje numa vila de pescadores no litoral do Ceará, chamada Caetanos, pertencente ao município de Itapipoca. Tem 6 filhos e 15 netos.</p><p>Ele pescou a vida toda e se dedicou ao cuidado do seu sítio e casa, que construiu com minha avó e onde mora até hoje. Lá, construiu por longos anos - uma vida inteira - enormes plantações de coqueiros, tradicionais na região, e outras árvores frutíferas para consumo próprio, como caju, siriguela, atas, limões, mangas, com muito carinho. Além disso, também já se dedicou a diversos empreendimentos, como um pequeno mercadinho que mantém sozinho na frente de casa e o aluguel de algumas de suas propriedades.</p><p><br/></p><p>Sua alimentação sempre consistiu em peixes pescados por ele mesmo, frutas e legumes plantados por ele mesmo e pela vovó, todos pouquíssimo temperados. Era muito ativo fisicamente. Entretanto, mesmo vivendo um estilo de vida saudável e campestre, meu avô acabou desenvolvendo algumas doenças típicas do envelhecimento, como a Diabetes Mellitus Tipo 2, a Hipertensão, e a Doença Renal Crônica.</p><p>Tem se tornado cada dia mais frágil, se cansado mais em suas caminhadas, perdido mais dentes, a vista… mas segue um homem muito ativo e independente.</p><p>Para mim, ele é um exemplo de envelhecimento com vitalidade!</p><p>Todos os dias, acorda antes do amanhecer, toma café, anda pelo seus compridos terrenos sozinho, arrancando as ervas-daninhas que crescem na areia, espantando cabras de outras pessoas que por ventura tenham entrado no seu cercado, varrendo as folhas do chão do seu quintal, descascando feijão, alimentando porcos, entre outras atividades…</p><p>Por vezes, minha avó (bem mais nova) ainda tenta contê-lo, convencendo-o de que o caseiro pode cuidar disso, mas ele é determinado a fazer o que gosta, e ela entende que isso é bom. Vovô diz que “quer agradecer a Deus pela vida que Ele dá pra ele, sendo útil”. E ele é muito feliz assim. </p><p><br/></p><p>Ele sempre foi um pouco esquecido desde jovem, afirma meu pai, mas esse ano, começou a apresentar também sinais de demência pelo esquecimento de pessoas próximas a ele, como seus irmãos.</p><p>É um homem muito sensível, muito carinhoso, e ama ver a casa cheia. Ama contar suas aventuras de quando era mais novo, e suas peripécias, porque sempre foi um homem muito esperto e corajoso.</p><p><br/></p><p>Mesmo passando pouco tempo com ele anualmente, por morar muito distante, a maturidade e a formação na medicina me levaram a valorizar ainda mais esses momentos… Percebo agora, com os sinais cada ano mais palpáveis do envelhecimento, que a qualquer momento ele pode nos deixar, e eu não o verei de novo nas férias que vem…</p><p>Para amá-lo, eu só tenho hoje…</p><p><br/></p><p>Então, eu comecei a ter mais atenção às suas conversas, e a ouví-las por muitas horas… ele se entretém muito falando, e revisita tempos  em que sentiu o amor de Deus por ele quando foi sustentado através de muitas dificuldades com sua família.</p><p><br/></p><p><mark>O meu avô tem vivido os últimos dias de sua vida, e tem vivido em paz!</mark> Meus tios tantas vezes já desistiram de levá-lo para morar na cidade grande com eles, perto de hospitais, porque percebem o quão feliz ele é na simplicidade do interior.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 18:43:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>História de Severina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769601805</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha vó se chama Severina e tem 84 anos. Há aproximadamente 15 anos ela sofreu um AVC, desde então nunca mais foi a mesma. Minha vó sempre foi uma mulher forte e batalhadora, de origem pobre, sempre incentivou minha mãe a estudar. Se hoje minha mãe é o que é deve-se a minha vó. Infelizmente, Dona Severina sempre velou por todos, criou todos, serviu a todos e, quanto a si mesma, não destinou os mesmos cuidados (seu AVC foi resultado de uma hipertensão/dislipidemia mal controlados). É difícil ver alguém que era tão ativa/proativa, à frente do seu tempo ir perdendo sua força, envelhecendo imóvel e dependente em uma cadeira de rodas. Não é à toa que um dos gigantes da geriatria é a imobilidade, só sendo gigante pra derrubar outro gigante, no caso, minha vovó. Hoje entendo parte do que aconteceu e continua acontecendo com ela. Não há mais toda aquela atividade que era tão característica da vida da minha vó, mas ela continua com o coração enorme dela, ama ouvir as músicas da sua juventude, ama estar com os filhos e netos e o nosso amor por ela continua o mesmo. Nossa família, hoje, tem a honra de cuidar de quem um dia cuidou de todos nós.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 22:32:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patinação: um hábito para sentir-se vivo!</title>
         <author>brunacoimbramed</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769692102</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante uma videochamada com minha irmã que mora na província de Aichi localizada no Japão, vimos este senhor patinando no parque. À primeira vista poderia ser facilmente confundido com alguém mais jovem. Com uma disposição invejável e um sorriso radiante, este senhor de 73 anos desafia todas as expectativas associadas à idade. &nbsp;Apesar de ser uma atividade um pouco arriscada, ele diz não ter medo de cair e se machucar. Acrescenta que pratica patinação desde bem jovem e que isto é uma oportunidade de fazer novas amizades, apreciar a paisagem do parque, melhorar sua saúde e bem estar e, o mais importante, o faz sentir-se vivo. Isto já é maior que qualquer medo. Gosta de estar neste lugar para se distrair e que é muito melhor que ficar em casa. Ao ouvir este relato, percebemos que a dedicação à patinação não apenas o mantém fisicamente apto, mas também estimula sua mente e o mantém motivado a enfrentar novos desafios a cada dia. Ele é uma prova viva de que a idade não precisa ser um obstáculo para viver uma vida cheia de vitalidade e paixão. Sua história inspira aos que o observam a adotarem hábitos de vida saudáveis e a seguirem com suas paixões, não importa a idade. Ele nos lembra que a juventude está ao alcance de todos, e tudo o que precisamos é uma atitude positiva, dedicação e a disposição, não importa a idade que tenhamos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 00:25:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação... Patinação: um hábito para sentir-se vivo!</title>
         <author>brunacoimbramed</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769701049</link>
         <description><![CDATA[<p>Ele permitiu a gravação deste vídeo e ainda mandou um tchauzinho para a turma :D</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 00:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>“É o que você vai ser quando você crescer..”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769701807</link>
         <description><![CDATA[<p>É muito difícil começar a falar algo sobre os idosos mais importantes da minha vida.. Minha avó se chama Nilza, filha da bisa Nelsonita que faleceu recentemente aos 101 anos. Teve uma vida muito desafiadora, nascida no interior do Pará, sua família era extremamente humilde e o maior sonho da minha avó era se casar para então viver na capital e construir sua vida. Então conheceu meu avô Benedito, nascido no mesmo interior da minha avó e que na época já morava na cidade. Minha avó diz que se casou por emoção de morar na capital, mas sempre diz com lágrimas nos olhos que o amor e a paixão foram construídos ao longo do tempo e não é a toa que passaram 52 anos juntos de uma união linda, venceram a pobreza juntos, minha avó teve a oportunidade de estudar após se casar com meu avô, teve a felicidade de usar sua primeira calça comprida casada( um fato que parece tão simples hoje em dia e que para ela foi tão marcante). Ela dedicou sua vida ao meu avô e aos filhos, fez o possível e o impossível para dar o melhor de si como dona do lar para o meu avô que era o sustento da casa. Não é à toa que formou seus 3 filhos em universidades públicas com êxito, um médico, um engenheiro e uma contadora e é o que ela tem mais orgulho na vida.</p><p>Aos 75 anos meu avô foi diagnosticado com CA de intestino e assim foram 5 anos de puro sofrimento e minha avó mesmo com todas as limitações de saúde que tinha o acompanhava em todas as viagens de tratamento e suportou todo o processo ao lado dele, ali eu via o quanto a minha família foi construída com uma base sólida de amor, cuidado, afeto e respeito. É difícil falar da perda, mas amar também é deixar ir e hoje minha família sabe que existe um anjo muito abençoado, feliz e sem dor cuidando de todos nós..🖤</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 00:32:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O idoso e a saúde mental</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2769780928</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa é minha avó Iza, de 75 anos. Morava sozinha desde que os filhos foram embora e sempre foi muito ativa. Cozinhava, arrumava a casa, resolvia as coisas da casa, saia sozinha pra ir no mercado e onde quisesse ir. Porém, no ano passado, algum tempo depois da morte de seu vizinho e grande amigo, que morreu pela covid, começou a ter alguns comportamentos estranhos. Passou a ter medo de dormir sozinha, ficou um pouco mais quieta e calada, e tinha dificuldade pra dormir. Por vezes me chamava pra "conversar" porque dizia estar nervosa e não sabia explicar o porque, apenas chorava. Algumas vezes nos chamava e pedia pra que aferissemos sua pressão pois segundo ela estava alterada. Fazíamos aferições que indicavam uma pressão normal. Por ter um aparelho em casa, passou a mantê-lo ao lado da cama e aferia sozinha constantemente, mesmo sem necessidade. Também deixou de fazer diversas atividades que costumava fazer e passou a ficar quase o tempo todo na cama. Quando perguntada o porque, dizia que tinha medo de cair, apesar de não ter tido nenhuma queda recente e não ter nenhuma dificuldade na deambulação. Então, eu e a família especulamos, é claro, que poderia ser um quadro de Ansiedade. Mas sempre que falávamos isso a ela, ela negava e dizia que tinha algo "realmente" de errado com ela, e por não saber o que era, ficava ainda mais nervosa...Sem entender que a Ansiedade de fato era um diagnóstico digno de importância. Pensando em como esclarecer isso a ela, lembrei do fato de que minha avó gostava de fazer pesquisas no google. Ela geralmente pesquisava receitas mas também buscava por sintomas que ela ou alguém estivesse sentindo e dizia "O google falou que é virose", e pra ela, se o google disse então é lei kkkk. Então, pesquisei por "Ansiedade" e mostrei pra ela uma lista de sintomas que um certo site descrevia. E fingi: "Vó, olha o que encontrei no Google" E fui listando os sintomas que ela tinha, como: pernas inquietas, insônia, medos desproporcionais entre outros. Eaí foi que ela finalmente acreditou em mim: "Meu Deus, então é isso que eu tenho". Tendo-a convencido, conseguimos levá-la ao psiquiatra e começar o tratamento adequado. Ela fez também fisioterapia e logo estava 100% de novo. Algo interessante, é que somente após passar por essa experiência minha avó entendeu que doenças da mente são realmente doenças, e que podem desencadear sintomas físicos, pois ela mesma sentiu o impacto que isso teve na sua vida. Hoje, apesar de não entender completamente, ela me pergunta: "Minha filha, como está sua saúde da mente?" E acho que isso abriu os olhos da minha avó pra essa realidade. O que aprendi com isso é que os idosos têm uma experiência diferente da nossa. Hoje em dia, transtornos mentais são muito mais discutidos do que em sua época, e por isso, fazem parte da nossa realidade, mas não da dela. Por isso precisamos ter paciência e encontrar a melhor forma de explicar esses conceitos pra que se tornem compreendidos pelos idosos. </p><p><br/></p><p>Aluna: Julia de Oliveira Simão</p><p>Turma 06 </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 01:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prevenção = Saúde</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>João Fleming Andrade Nabeshima - 21950861 - T4.</p><p><br></p><p>Na minha postagem gostaria de lembrar uma experiência que tive junto aos meus colegas de medicina no primeiro módulo de saúde coletiva da UFAM. Acompanhamos o grupo Nova Vida no bairro Santo Agostinho, que se trata de senhoras idosas que se organizam em grupo para desenvolver atividades físicas e lúdicas entre os membros, seja dança, exercícios ou uma roda de conversa. Nesse período tivemos a honra de trazer atividades para elas como uma equipe. Aprendemos com o sorriso delas a importância das relações sociais e de atividades em coletivo para a faixa etária da melhor idade, assim como a importância das atividades físicas para manter um corpo saudável, prevenindo doenças crônicas e também retardando alterações fisiológicas do envelhecimento, em exemplo as alterações respiratórias (perda de massa muscular do diafragma e diminuição da complacência por mudanças da caixa torácica), alterações neuropsiquiátricas (declínio da memória), osteoarticulares (diminuição de líquido sinovial e afinamento da cartilagem), entre outros. A prevenção é igual a saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 02:58:59 UTC</pubDate>
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         <title>Lições de Amor e Resiliência</title>
         <author>bordamateus</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima, estou com minha avó, Iva Terezinha. Sempre gostei de estar ao seu lado e de lhe dar abraços calorosos. Dos 60 aos 75 anos, ela foi muito independente, capaz de realizar todas as suas atividades diárias. Ela costumava atravessar a cidade de ônibus para visitar seus irmãos ou até mesmo para comprar algo tão simples quanto "cheiro verde", apenas porque achava que era melhor lá. No entanto, ela possuía séria obesidade, o que a levou a desenvolver HAS e DM2, resultando em uma série de medicamentos, que agora percebi como polifarmácia.</p><p>Suas comorbidades nunca foram um impedimento até a pandemia de COVID-19. Antes disso, minha avó morava sozinha, mas em 2021 começou a ter dificuldades de locomoção e acabou se mudando para a casa ao lado da minha, tornando-se minha vizinha. Eu evitava ficar muito perto dela devido ao risco de contágio por COVID-19 na época. No entanto, quando finalmente a vi, pude perceber melhor suas dificuldades para caminhar, que agora identificaria como sequelas de um AVC isquêmico. Naquela época, eu mal havia completado o terceiro período da faculdade, então não entendia o que era.</p><p>Algumas semanas após ela se mudar para a casa ao lado, ela sofreu outro AVC isquêmico. Eu, meu irmão e meu pai a levamos para o Hospital João Lúcio, onde existe uma ala específica para idosos que sofreram um AVC, e lá ela foi muito bem cuidada. Durante a internação, foi descoberto que além do AVC, ela também tinha um meningioma, e por isso foi transferida para o Hospital Getúlio Vargas. Enquanto estava internada, ela teve várias crises de delirium durante as noites, um conceito que só fui aprender recentemente, além da sua locomoção e administração de medicamentos que foram dificultadas pela obesidade. Foi bem difícil comunicar a ela sobre o meningioma e a necessidade da cirurgia. Infelizmente, ela desenvolveu uma insuficiência respiratória antes que pudesse passar pela cirurgia, falecendo aos 76 anos.</p><p>Esse acontecimento marcou o início da minha jornada na faculdade de medicina, mostrando-me a necessidade crucial de conhecimento, empatia, compaixão e uma comunicação eficaz. O sentimento de que poderia ter feito algo mais nunca deixará de existir, então, farei por eles o que não pude fazer por você, vó.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 03:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>Limitações e Envelhecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa senhorinha de 86 anos, minha avó, mais conhecida como Dona Nete, é um grande exemplo de como as limitações e intercorrências do processo de envelhecimento não precisam nos impedir de fazermos aquilo que amamos. Em 2010, minha avó sofreu uma queda em casa que ocasionou uma fratura em seu fêmur esquerdo, a cirurgia foi complicada e, no pós-operatório, acabou contraindo uma infecção no local da cirurgia que repercutiu numa nova cirurgia. Mesmo diante de tantas complicações e incontáveis dias de internação, minha avó nunca perdeu o desejo de retornar para casa. O processo de recuperação não foi nada fácil, a fisioterapia e as dores eram um incômodo diário, mas todo o bairro e a família torcia e apoiava no que podia. Hoje, minha avó consegue andar pequenas e médias distâncias, porém prefere a cadeira de rodas, as complicações da fratura com toda certeza impactaram no envelhecimento da minha avó, mas sua história é um exemplo do impacto positivo que uma rede de apoio tem na vida do idoso, mesmo com limitações, ela segue sendo a maior jogadora de dominó da família e fazendo deliciosos salgados para os filhos e netos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 04:15:00 UTC</pubDate>
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         <title>O exemplo arrasta </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esses são meus abuelitos, que traduzindo carinhosamente para o português seriam meus “vovós”. Minha família é do Peru e uma das minhas maiores saudades definitivamente, são eles. Ir para lá é ir pra casa dos meus avós, é lembrar dos bons tempos de infância, é sentir o aconchego e a paz que eles transmitem. É ver o amor na forma de cuidado e carinho mais pura que existe, um amor de doação que é tão raro hoje em dia que só tenho a agradecer por ter a oportunidade de vivenciá-lo com eles. O café da manhã é sagrado, com pão quentinho, ovos cozidos, azeitonas, abacate e suco de laranja feito na hora. Meu vô, atualmente com 93 anos, sai para trabalhar como médico radiologista até o consultório, que fica a poucas quadras de distância. Segundo ele, só vai parar de exercer a medicina depois de falecer, e acho isso muito inspirador. Ele é movido pelo trabalho e me espelho muito nele, no seu cuidado com os pacientes e como apesar da idade, adora ensinar. Minha avó é sinônimo de doçura e resiliência, ela tem os melhores conselhos do mundo, parece que sempre sabe o que dizer, independente da situação. Se doa tanto, é detalhista em tudo que faz, muito bem humorada e acho que esse é o segredo, aprendo que não podemos levar a vida tão a sério, talvez isso seja o que resume nossa saúde, no fim das contas. Só tenho a agradecer por aprender tanto com eles, são meus modelos em todas as esferas. Espero um dia ser 1/3 de tudo que eles significam pra mim e transbordar amor, como eles o fazem. A geriatria me ajudou a entender um pouco mais sobre a atual fase que eles vivem e com certeza, a ter um olhar mais atento a eles e aos meus futuros pacientes geriátricos, que de alguma forma sempre irão me remeter aos meus avós. Obrigada por todos os ensinamentos, prof!</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 04:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Priorizar conforto</title>
         <author>geisylimacel</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse é o meu falecido avô sr. Jomerval de Andrade em sua aula de pilates em meados de 2017. A representatividade poética do vídeo traz o idoso em sua a atividade física em nome do "abaixo a sarcopenia" e em "prol do fortalecimento muscular" em meio a senilidade que não pede licença.  Cada dobrinha de sua pele ao mesmo tempo que demarca a disfunção elástica de seus tecidos carrega a história sob o sol a sol por detrás de quase 100 anos vividos. Concomitante, a  toda uma rede de apoio que se organiza e mobiliza para promover esse bem estar físico e mental do ente querido, conviver com o vô o cotidiano de seus últimos anos de vida foi uma oportunidade única que o tempo não apaga e nem substitui. O vô veio morar com a gente na cidade depois que a vó faleceu e sob a luz dos seus 93 anos nos deixou quando faltava 15 dias para eu me mudar para Manaus em 2019.  Eu na época ainda sem dimensão mais abrangente e real dos cuidados paliativos fui aprender o significado do "priorizar o conforto" na terminologia paliativa no hospital no dia de sua morte. No momento em que era necessário intervir em sua parada cardiorrespiratória fui orientada a entrar na "sala vermelha" e impedir que ele fosse intubado em nome da <strong>prioridade ao seu conforto</strong>. E foi ali que me foi dimensionado e interiorizado o sentido do viver e a coragem para lidar com a morte de fato, e que num sopro leva a luz da vida e da presença. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 05:36:29 UTC</pubDate>
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         <title>A fé e a medicina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770111474</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Meu avô, um resiliente homem de 75 anos, é a personificação viva de uma lição valiosa que nós, estudantes de medicina, aprendemos ao longo de nossa formação: por mais avançada e eficaz que seja a medicina, <strong>o paciente é uma peça fundamental no processo de cura.</strong> Acreditar, mentalizar e participar ativamente do tratamento são fatores cruciais para o sucesso contra qualquer doença.</p><p>Desde seus 18 anos, meu avô enfrenta a osteomielite. Na primeira manifestação da doença, ele passou quase seis meses internado. Naquela época, a medicina, com seus recursos e conhecimentos, propôs a amputação de sua perna como solução. Contudo, a fé de meu avô o levou a buscar outras respostas. Ele orava incessantemente, pedindo a Deus que o guiasse por um caminho de cura e superação. E, em meio a essa jornada, encontrou minha avó. Juntos, fortaleceram-se na fé e na dedicação ao evangelho.</p><p>A medicina desempenhou um papel crucial em sua recuperação, mas foi sua mentalidade positiva e sua fé inabalável que potencializaram os efeitos do tratamento. Como estudantes de medicina, sabemos que o corpo humano é uma máquina complexa, e a mente tem um poder imenso sobre ele. A confiança de meu avô no tratamento e sua crença na cura foram tão essenciais quanto os medicamentos e procedimentos médicos.</p><p>Trinta anos depois, a osteomielite retornou. A medicina, mais uma vez, estava lá para apoiá-lo, mas foi sua fé que o sustentou durante os momentos mais sombrios. Ele enfrentou uma depressão profunda, mas, ao se voltar para sua fé e confiar no tratamento médico, encontrou a cura para seu corpo e alma.</p><p>Agora, diante de uma nova recidiva, a serenidade e a confiança de meu avô são inspiradoras. Ele entende a gravidade da situação e valoriza a importância da medicina em sua jornada. No entanto, também reconhece o poder de sua fé e mentalização positiva no processo de cura.</p><p><strong>A história de meu avô nos ensina que a medicina e a fé podem caminhar juntas. </strong>Enquanto a medicina oferece os meios e o conhecimento para tratar doenças, a fé e a mentalização positiva do paciente amplificam as chances de sucesso. Ele é um lembrete constante de que, como futuros médicos, devemos sempre considerar o paciente como um todo, valorizando não apenas seu corpo, mas também sua mente e espírito.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Timóteo Quereza e Silva Faria - 21950465</p><p>Turma 09</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 05:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>Queda no idoso</title>
         <author>feldbergc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha mãe tem 68 anos. É saudável, ativa e trabalhadora. Completamente independente.</p><p><br></p><p>Porém, nos últimos meses, pudemos observar que o físico dela já não respondia como antigamente. Esse ano ela caiu três vezes.</p><p><br></p><p>Eu vi, ao longo do ano, a confiança dela ruir. Chorei com ela quando ela caiu do banco ao se sentar.</p><p>"Perdi o banco".</p><p>O choro do desespero de estar chegando "aquela hora"; da insegurança de não saber exatamente que hora é "aquela". A dúvida e o medo de perder autonomia.</p><p><br></p><p>Acompanhei a dor dela quando ela caiu durante um evento científico, porque "perdeu o degrau". A dor era mais emocional do que física: a vergonha, a humilhação, o temor. Tudo isso acompanhou ela ao longo do ano como um fiel cachorro acompanha o dono, um cachorro preto nesse caso.</p><p><br></p><p>Na terceira vez, trabalhando e carregando um objeto pesado, ela lesionou o joelho. Precisou de cirurgia no menisco. Aqui, a frustração era a dificuldade de conseguir um médico, a revolta com o plano de saúde.</p><p><br></p><p>Após a cirurgia, a parte física melhorou, mas o medo continuou. Junto a ele, lamúrias, dores fibromiálgicas, dores no joelho, perda de confiança, insegurança, ansiedade, depressão.</p><p><br></p><p>Ela decidiu buscar uma psiquiatra para a sensação ruim que veio crescendo: ela estava infeliz, entristecida, desmotivada e descrente de si mesma.</p><p><br></p><p>A psiquiatra receitou escitalopram.</p><p><br></p><p>Eu lembrei particularmente da aula de Insuficiência Cognitiva, em que aprendemos que essa medicação é bem adequada para idosos. Trata-se de um inibidor seletivo da serotonina eficaz e bem tolerado nessa população. Fiquei esperançosa.</p><p><br></p><p>E o resultado não tardou. Em duas semanas, ela já era outra pessoa: mais positiva, mais empolgada, com mais energia. Ao ponto de ela mesma se questionar: “eu sou assim mesmo? Ou é só o remédio?”</p><p><br></p><p>Hoje, ela está recuperada da cirurgia. Ela se exercita e se desafia fisicamente todos os dias. Está mais animada e motivada com a vida. Já não revisita mais os dias das quedas e já não fala mais de medos nem de inseguranças.</p><p><br></p><p>Na foto, ela convidou a mim e meu marido para uma aula experimental em uma academia de treinamento funcional. Nós três saímos de lá doloridos - e assim ficamos por uma semana. Mas ela continua indo lá, duas vezes por semana, além de fazer três dias de pilates.</p><p><br></p><p>Estou muito orgulhosa dela.</p><p><br></p><p>Diante dessa história, a lição que fica é que a queda afeta a pessoa idosa consideravelmente, mesmo as mais ativas. É algo tão incontrolável e comum na criança e no adolescente, mas, no idoso, é deveras limitante e impactante.</p><p><br></p><p>Portanto, não se deve nunca menosprezar um episódio de queda na pessoa idosa, não importa a gravidade, nem o nível de independência do idoso. A queda deixa cicatrizes, se não físicas, emocionais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 09:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meus avós valem ouro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770456053</link>
         <description><![CDATA[<p>Arnaldo Ramos de Oliveira Netto </p><p>T6 </p><p>21950859</p><p><br/></p><p>Estar com meus avós não tem preço! Eles tem muitas comorbidades, cada um diferente. Meu avô é coronariopata, já teve que realizar esternotomia aos 74 anos; hoje em dia, depois de muito convencimento de toda a família, cessou o tabagismo e faz caminhada leve todos os dias de manhã. Minha avó materna (foto superior) possui diabetes e fibrilação atrial, ela quem me exime mais cuidado, pois tem idas constantes ao pronto-socorro, mas que graças a Deus se encerrarão em breve pois fará uma ablação para correção da FA. E minha avó paterna (foto inferior) perdeu seu marido, meu avô Arnaldo Oliveira, há 9 anos, mas mesmo assim, aos seus 84 anos, ainda viaja e se diverte, entretanto começou a apresentar algum grau de comprometimento cognitivo leve e foi à consulta com a neurologista depois de indicação minha após ver a aula dos 3D's da geriatria.</p><p>Meus avós são tudo para mim. Todo domingo no almoço eles chegam no meu quarto para eu olhar os exames que eles fizeram ao longo da semana. Não posso dar nenhuma conduta perante os exames, porém só pelo fato de dar atenção para eles, eles se sentem acolhidos e enchem o peito de orgulho de me chamar de médico da família.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 10:53:17 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil Envelhecido: Estamos preparados?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770581523</link>
         <description><![CDATA[<p>O resultado do censo do IBGE de 2022 confirmou uma tendência já esperada: o envelhecimento acelerado da população. Os idosos já correspondem a 10,9% dos habitantes do país. Esse cenário traz desafios específicos, para os quais o país deve se adequar rapidamente, tentando acompanhar a velocidade da transformação populacional. O avançar da idade é acompanhando por limitações funcionais próprias do envelhecimento, que podem ser retardadas por uma atenção maior a uma série de fatores determinantes de saúde. Em primeiro lugar, pode-se falar sobre a adoção de um estilo de vida mais saudável. Estabelecer uma mudança para esse modelo pode ser especialmente desafiador em um país com uma desigualdade social bem acentuada, no qual muitas famílias sofrem de insegurança alimentar. Além disso, muitas pessoas também não se sentem seguras para atividades ao ar livre por conta da criminalidade, nem possuem recursos financeiros para buscar opções mais seguras de lazer. &nbsp;Assim, muitos idosos ficam limitados aos afazeres domésticos, sedentários e com uma alimentação ruim. Lidando, muitas vezes, com a solidão, pois os demais familiares precisam sair para trabalhar. Além disso, culturalmente, os brasileiros acreditam numa medicina mais curativa do que preventiva, criando um contexto favorável ao desenvolvimento de doenças crônicas. Como ter um envelhecimento saudável nesse cenário? Isso nem de longe esgota os problemas enfrentados pelos idosos do Brasil, mas dá um bom panorama das mudanças que precisam ser feitas para receber essa nova composição demográfica que se estabelece no país.</p><p>Igor Lorenzo Ribeiro de Oliveira. Matrícula: 21950467. Turma:03</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/10/brasil-tem-envelhecimento-recorde-e-pessoas-de-65-anos-ou-mais-chegam-a-109-da-populacao.shtml" />
         <pubDate>2023-10-31 12:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Paciente 01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770614833</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ciência da geriatria, encontra-se a arte de cuidar não apenas dos corpos envelhecidos, mas também dos corações cheios de histórias.</p><p><br></p><p>É neste cenário que conhecemos Ananias, um senhor de 88 anos. Um paciente peculiar, pois, às vezes, ele desafia a medicina, recusando-se a tomar a medicação prescrita, escolhendo suas refeições com base nos próprios desejos. No entanto, o que torna Ananias notável não são suas excentricidades, mas a maneira como ele mantém viva a chama da vida e o brilho nos olhos.</p><p>Ananias é uma espécie de desafio constante para a medicina, mas também é um lembrete pungente de que a qualidade de vida não pode ser medida apenas em comprimidos e dietas restritas. É seu neto e futuro médico, que personifica a ponte entre a geriatria e a vida de Ananias. Ele não apenas busca tratar os problemas de saúde de seu avô, mas também o incentiva a viver com alegria, buscando a essência da existência, independentemente do tempo que resta.</p><p><br></p><p>O impasse é que Ananias luta contra uma insuficiência cardíaca, uma sombra que paira sobre seu futuro, uma incerteza que permeia os dias. Mas, mesmo assim, ele não perde a paixão pela vida. Ananias entende que a medicina pode prolongar a vida, mas é o amor, a alegria e a conexão com a família que dão sentido a ela.</p><p><br></p><p>O neto estudante da medicina, é tanto um estudante da ciência da saúde quanto um aprendiz da arte de viver. Ele vê em Ananias não apenas um paciente, mas um ser humano repleto de sabedoria acumulada ao longo de décadas. Ananias, por sua vez, olha para seu neto com orgulho, vendo nele não apenas um futuro médico, mas um jovem que compreende que a medicina é sobre mais do que diagnósticos; é sobre dignidade, qualidade de vida e aproveitar o tempo que temos.</p><p><br></p><p>O vovô Ananias não é apenas um exemplo do desafio que a geriatria enfrenta, mas também um farol que nos mostra que a medicina, juntamente com o amor e o apoio da família, pode proporcionar uma vida plena e significativa, mesmo quando o relógio da vida parece correr mais rápido. No final das contas, Ananias, com seus risos e brilho nos olhos, nos ensina que a geriatria, como a vida, é uma jornada, não apenas um destino, e que a qualidade de vida reside não apenas nos anos vividos, mas nas experiências compartilhadas e nas memórias construídas.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 13:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>A Balada de Narayama</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br>"A Balada de Narayama, tanto carregada de metáforas quanto de alusões diretas à inexorabilidade da natureza, explora de forma sensível, porém incisiva, a dualidade entre o instinto e a racionalidade, os sentimentos e o dever, assim como a dicotomia entre a vida e a morte.</p><p>Baseado no romance de mesmo nome escrito por Fukazawa Shichirō em 1956, o filme dirigido por Imamura Shōhei estreou em 1983 e foi laureado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes do mesmo ano. Essa é a segunda adaptação cinematográfica do livro, sendo a primeira sob a direção de Kinoshita Keisuke em 1958."</p><p>Neste enredo temos Orin, uma senhora de 69 anos que apesar de plenamente ativa e lúcida começa com os preparativos para deixar a vila rumo ao seu fatídico destino, contrariando seu filho mais velho, Tatsuhei (Ogata Ken), que não consegue aceitar o fato da mãe querer se entregar à morte de forma tão determinada e serena.</p><p>Interpretada por Sakamoto Sumiko, a velha matriarca simboliza a renovação e o fechamento de um ciclo, na medida em que ela age para que nenhum assunto fique pendente antes de sua partida, seja dentro de sua família como também na comunidade em que está inserida.</p><p>Com um olhar único sobre aspectos tão delicados de nossa existência, A Balada de Narayama é um filme duro e belo que certamente não deixará nenhum espectador indiferente ao cair dos inesperados e tardios flocos de neve.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 13:33:27 UTC</pubDate>
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         <title>Pai, meu super herói.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Davi Luiz Silva De Lima - T6</p><p><br/></p><p>Meu pai, o vi falecer aos poucos aos 82 anos… por causa do derrame cerebral. É meu exemplo, mesmo após sua partida! Sempre com força, determinação, atencioso com os filhos e muito amado por onde ia. Me inspiro na determinação e coragem desse incrível homem que é herói para mim. Valorizava o tempo e as coisas simples da vida. Via beleza em tudo ao redor, e me ensinou valores que não se compram. Sua coragem me ensinou que viver a vida é um privilégio, e que não podemos desistir independente de todas as barreiras e peripécias que a vida nos opõe! Agradeço a Deus por ter tido um pai tão incrível e parte dele estará em mim para onde eu for. Como dizia meu outro super herói favorito Homem de Ferro, Tony Stark: “ Eu te amo, mil milhões.” </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 14:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Perseverança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta senhora de 72 anos, chama-se Maria, minha avó. Sua história é um exemplo de força de vontade. Aos 17 anos perdeu seus pais num acidente no interior onde morava e veio para Manaus com a intenção de prosperar na capital distante. Ela chegou a Manaus apenas com a roupa do corpo e uns trocados, além da sua fé numa mudança de vida.</p><p>Apesar de tudo parecer contrário a sua vida, com uma jornada repleta de dificuldades, ela foi à luta. Em Manaus, após anos de labuta intensa e estudos, ela conseguiu adquirir sua casa própria depois de morar de favor na casa de muitos.</p><p>Hoje é uma mãe amorosa, possui 5 filhos e é uma avó exemplar. Toda sua família a admira e ama tanto pela sua história quanto pelo seu cuidado com a família. Ela é um exemplo inspirador de como a força de vontade e a fé podem superar desafios e concretizar sonhos.</p><p>O envelhecimento também tem impacto na saúde mental. Ela enfrentou desafios emocionais ao perder os pais quando era jovem, mas sua fé e determinação a ajudaram a superar essa tragédia. Além disso, a busca por uma vida melhor e a realização de sonhos em Manaus são testemunhos de sua resiliência e determinação mental. </p><p>À medida que envelhecemos, o suporte social e familiar desempenha um papel crucial em nossa qualidade de vida. Maria construiu uma família amorosa e solidária, com cinco filhos e netos que a admiram. Isso é fundamental para sua saúde emocional e bem-estar.</p><p>A história dela é um exemplo inspirador de como a força de vontade, a resiliência e a fé podem ajudar a superar os desafios do envelhecimento. Mesmo enfrentando as mudanças naturais do corpo e desafios emocionais, minha avó demonstra que é possível manter a determinação e alcançar objetivos, como adquirir uma casa própria e ser uma avó exemplar. Ela personifica a ideia de que o envelhecimento não precisa ser um obstáculo intransponível, mas sim uma fase da vida em que a resiliência e a determinação podem desempenhar um papel fundamental na realização de sonhos e na construção de uma vida plena.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 14:41:11 UTC</pubDate>
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         <title>Jeitos diferentes de envelhecer</title>
         <author>fernandallmagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770816010</link>
         <description><![CDATA[<p>Essas são duas senhoras da minha família. De um lado, está minha avó e do outro, sua irmã. As duas são completamente diferentes. Minha tia-avó é uma senhora de 67 anos que vive na academia e corre maratonas. E minha avó é uma senhora de 62 anos que ainda trabalha - apesar de não precisar mais - e ama passear em consultórios médicos. </p><p><br/></p><p>Essas duas mulheres são exemplos de força e determinação para mim. Pois saíram do interior do Ceará e vieram para Manaus em busca de uma melhor condição de vida. E hoje têm uma qualidade de vida mil vezes melhor do que a que tinham quando eram crianças. E proporcionaram aos seus filhos a educação que não tiveram. </p><p><br/></p><p>Mesmo que suas lutas tenham sido semelhantes, hoje as duas vivem essa fase de envelhecimento de formas diferentes. Enquanto minha avó é uma senhora mais caseira e cuida da sua saúde por meio de várias consultas médicas; minha tia-avó ainda mantém vivo dentro de si o espírito da juventude e usa várias roupas coloridas, usa maquiagem e pratica esportes.</p><p><br/></p><p>Não há um jeito certo de envelhecer, mas a forma de enxergar esse processo muda de pessoa para pessoa. </p><p><br/></p><p>Fernanda Lemos Magalhães - 21950475</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 15:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Esquecendo da vida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A imagem acima retrata um dia muito especial na minha vida. Fomos eu, minha mãe e meu avô ao Museu da Amazônia. Durante o passeio, uma jornalista nos abordou para entrevistar o meu avô. Ela queria que ele falasse sobre a importância de atividades ao ar livre para os idosos. Não lembro bem o que o vovô respondeu, mas sei que ele terminou a entrevista falando de dominó e de como ele ficou cego. Meu avô era diagnosticado com Alzheimer. Ele era um homem ativo, nunca bebeu ou fumou. Notamos que a doença começou com a perda da sua única companheira da vida, minha avó. No começo, esquecia de coisas do cotidiano, não lembrava se tinha pagado o mercado da esquina, se tinha tomado remédio ou onde tinha deixado a chave da casa. Fugia de casa, ia para o shopping que ficava na esquina e de vez em quando a minha tia recebia uma ligação: ''Cris, o teu pai tá aqui no shopping de novo''. Com o tempo, passou a esquecer de nós. Durante todo esse período, foi muito bem assistido pela família, que apesar do estresse em ter que responder mais de cinco vezes a mesma pergunta, nunca o abandonou. No final, o que tirou sua vida foi um tumor cerebral.  Não sei se ele lembrava quem eram as pessoas que estavam com ele nos seus últimos momentos, mas tenho certeza que nunca esqueceu que era amado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 15:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Novembro está chegando...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Já adentrando no mês de novembro, senti-me entusiasmado em falar de um dos temas mais comentados e temidos pelos homens, particularmente os mais velhos: a próstata! Esta que é um órgão fibroelástico de peso de até 20-30g (pequena, né?) inerente ao trato genital masculino, com funções relacionadas tanto com à micção quanto à atividade sexual. É notória (e popular) o crescimento senescente deste pequeno órgão, que comumente em idades avançadas pode chegar a medidas como 35g, 40g... ou até mesmo incríveis 240g! (uma das experiências mais inusitadas na Urologia, que me foi possível observar). Logo esse crescimento pode afetar de certo modo as funções deste órgão. Estou aqui para falar sobre a Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), condição que cosuma afetar significamente a vida de homens idosos, devido sintomas urinários desconfortáveis (quem nunca ouviu o avô reclamar de ir várias vezes à noite no banheiro e sair uns "pinguinhos"?). Os principais sintomas dessa patologia é a dificuldade para iniciar a micção, noctúria, urgência miccional, gotejamento, e, em alguns casos pode levar a sérias complicações como a hematúria e retenção urinária, levando o paciente ao uso de dispositivos para drenagem urinária. Em último caso, pode levar a uma insuficiência renal pós-renal crônica, complicação grave da HPB. Esta moléstia tem impacto psicológico nos idosos homens, uma vez que não possuem mais o padrão anterior de micção e em alguns casos até mesmo dificuldade para dormir, devido ansiedade e noctúria. Devo salientar que em alguns casos, este diagnóstico é diferencial com patologias malignas como o câncer de próstata, muito prevalente em homens mais velhos. Logo, é de suma importância que informemos os nossos idosos para busca de auxílio médico especializado, seja com o geriatra ou o urologista, para enfoque e tratamento de seus sintomas urinários, a fim de melhorar a qualidade de vida e fornecer as melhores opções.</p><p><br/></p><p>Eliakim Ribeiro de Oliveira - 21950472 - Turma 07</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 15:27:37 UTC</pubDate>
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         <title>Realidades contraditórias do envelhecimento</title>
         <author>vvieira204</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770906280</link>
         <description><![CDATA[<p>Na publicação de hoje, gostaria de falar um pouco sobre o envelhecimento ativo, isolamento e como as pessoas que mesmo com todos os cuidados e apoio familiar, acabam envelhecendo de maneiras diferentes, e que isso é natural, haja vista que cada indivíduo tem suas próprias particularidades, além dos aspectos genéticos.</p><p><br/></p><p>Para isso, gostaria de compartilhar duas realidades bem antagônicas que convivo diariamente na minha família. A primeira é minha avó paterna, de 88 anos. Ela sempre foi uma mulher ativa e que teve que lidar com muitas situações sozinha, tanto nos aspectos do trabalho como a vida doméstica, pois ficou viúva muito cedo. Pois bem, em 2006 a mesma foi diagnosticada com Alzheimer, e eu acredito que deva ter sido em um estágio bastante inicial. Não foi muito comentado na época, até porque eu era bastante pequeno e não iria compreender do que se tratava. Por conta do diagnóstico (que eu acredito que tenha sido bastante precoce), ela iniciou o tratamento muito cedo, então a doença evoluiu de uma forma muito lenta, na qual eu e minha irmã jamais desconfiamos. Ela reclamava de esquecimentos, perdia um pouco a noção de dinheiro, não lembrava onde tinha guardado seus pertences, mas acreditávamos ser "natural da idade". Nada que afetava muito a sua vida, já que ela morava na casa ao nosso lado, convivia diariamente conosco e que estava sempre presente nas reuniões de família, amigos e tudo mais.</p><p>11 anos depois, em 2017, contratamos um serviço de cuidadora, que morava na casa com ela, para dar a ela o melhor suporte, haja vista que começamos a nos ausentar de casa por conta do trabalho/estudos e notamos que ela começava a dar sinais de dependência, de se perder em casa, contar histórias que não aconteceram, etc. Mas mesmo assim, sempre íamos lá, principalmente pela noite quando estávamos mais livres para interagir e fazer companhia. A coisa começou a piorar mesmo a partir do final de 2019 até todo o ano 2020, e a pandemia gerou um intenso isolamento dela. Mesmo morando ao nosso lado, reduzimos contato por conta de todos os fatores de risco que ela possuía e a ascensão da COVID. E a partir daí, é como se a doença tivesse acelerado de uma forma nunca antes vista. 1 ano depois, em novembro de 2021, ela parou de andar e se mantém acamada, e o estado geral foi caindo cada vez mais: diminuiu a frequência da fala e, a partir de 2023, parou de deglutir. Passou a se alimentar por sonda nasogástrica de forma provisória, até que a fonoaudióloga indicou a gastrostomia foi feita a gastrostomia há cerca de 3/4 meses, e está mantendo as necessidades fisiológicas até então. Resumindo: acreditamos que o "isolamento" na época da COVID foi certamente foi propulsor do agravamento da doença, que em 3 anos evoluiu mais do que em 12. Sobre a carga genética, três irmãos dela já tiveram ou estão em investigação diagnóstica desta demência. Ela fazia uso da memantina e tem comorbidades, como a dislipidemia, controlando com estatinas. Não é diabética nem hipertensa, mas sempre foi um pouco acima do peso, porém nada exagerado (IMC de sobrepeso), e acredito que isso possa ter uma certa influência também.</p><p><br/></p><p>O outro caso é de minha avó materna, de 89 anos (um ano mais velha), e que incrivelmente está em perfeito estado, sem qualquer limitação nas suas atividades básicas ou instrumentais diárias. Conversa, vai ao shopping, viaja, faz um cafezinho, vai ao sítio, indo "muito bem obrigada". Mora com a filha (minha tia) e com a neta, e sempre teve a casa cheia de visitas (com exceção da pandemia). Também passou por um certo período de isolamento em 2020/2022. Na família dela, até onde se sabe, apenas o pai desenvolveu a doença. A memória dela é perfeita, e só faz uso de AAS e anti-hipertensivos. Nunca foi diabética.</p><p><br/></p><p>A reflexão que eu queria mostrar é que duas pessoas com praticamente a mesma idade podem envelhecer de formas COMPLETAMENTE DIFERENTES, pois esse processo tem causas multifatoriais. Aspectos ambientais, genéticos, sociais, tudo influencia. Por isso a importância de adotar hábitos saudáveis desde cedo, inclusive na infância, a exemplo do que aprendemos nas aulas de pediatria: uma criança saudável muito provavelmente será um idoso saudável lá na frente. Criar um ambiente seguro e sadio para o idoso também é fundamental, seja pelo estímulo a uma dieta equilibrada, exercícios regulares e interações sociais sólidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 16:00:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os efeitos do pilates no envelhecimento</title>
         <author>filipeeeolivalle</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770953673</link>
         <description><![CDATA[<p>Gostaria de colaborar com a postagem da minha colega de classe Ana Paula Rocha, que publicou um relato sobre sua avó e a prática de pilates. Trago esse artigo que é uma revisão sistemática sobre o assunto e revelou resultados positivos na melhoria do equilíbrio, flexibilidade e força muscular entre os participantes. O pilates demonstrou potencial para reduzir o risco de quedas e aprimorar o funcionamento físico geral nessa faixa etária. Alguns estudos enfatizaram seu papel na promoção de uma postura melhor, na redução da dor e potencialmente auxiliando no controle de certas condições crônicas. No entanto, mais pesquisas de alta qualidade e extensas são necessárias para solidificar essas descobertas e determinar os efeitos de longo prazo do Pilates na saúde e bem-estar da população idosa. O artigo é extenso mas já fica claro pela postagem da colega o quanto essa prática pode agregar no envelhecer físico e especialmente no social, que é algo que o estudo falha em discutir. </p><p>Filipe Oliveira do Valle Filho - 21950840 - T1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 16:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do envelhecimento ativo</title>
         <author>victoriacosta12_</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2770990026</link>
         <description><![CDATA[<p>Gostaria de compartilhar com os colegas e a professora, uma reflexão sobre a importância do envelhecimento ativo. Minha avó, dona Raimundinha, de 82 anos, diariamente me recorda sobre o quanto é feliz ao encontrar os netos, passear no shopping, ir a restaurantes e viajar. Percebo que apesar da idade, ela sempre está ativa e diz que isso é o que a mantém viva. Todo final de semana encontra algum membro da família e diz: vamos tomar um cafézinho? Isso nos mostra sobre o quão importante é que os idosos tenham seus momentos de lazer, momentos para estar com os seus e cuidar de si, contribuindo pra um aspecto muito negligenciado hoje em dia: a saúde mental. Atividades de lazer e atividades físicas devem ser pilares da saúde do idoso, pra que envelheçam bem e felizes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 16:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Como podemos contribuir para termos um envelhecimento com qualidade?</title>
         <author>joelsbjrmed</author>
         <link>https://padlet.com/geriUfam/opb49ioo9ikph8as/wish/2771179149</link>
         <description><![CDATA[<p>Gostaria de tocar num tema que para mim é muito interessante e que gosto de propagar por onde passo. Afinal, a prevenção é sempre o melhor caminho :) </p><p><br/></p><p>A importância da atividade física para um envelhecimento saudável é fundamental. À medida que envelhecemos, o corpo passa por várias mudanças fisiológicas, como perda de massa muscular, redução da densidade óssea e diminuição da capacidade cardiovascular. A prática regular de exercícios físicos pode ajudar a minimizar muitos desses efeitos e proporcionar inúmeros benefícios para a saúde. </p><p><br/></p><p>Dentre os benefícios da atividade física temos: saúde cardiovascular, óssea e mental, controle de peso, melhoria da mobilidade e do equilíbrio, melhora da qualidade do sono. Enfim... poderia elencar diversos e diversos outros benefícios!</p><p><br/></p><p>Quais atividades podem ser realizadas? as opções são as mais variadas e atendem a todos os gostos. Posso citar varias: caminhada, natação, hidroginástica, yoga, musculação, andar de bicicleta, dança, pilates e exercícios de equilíbrio e mobilidade.</p><p><br/></p><p>É essencial incentivar e promover a prática de atividades físicas entre os idosos para que possam desfrutar de uma melhor qualidade de vida, manter a independência, reduzir o risco de doenças crônicas e aumentar a longevidade.</p><p><br/></p><p>Joel Sarmento barros Junior - 22051887 - T07</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 19:35:04 UTC</pubDate>
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