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      <title>  Mobilidade e acessibilidade IPE  PHRÓNĒSIS DE CRISTO by Aprendência</title>
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      <description>Nessa mural , vocês terão um espaço para dialogar com nossa capelania sobre a visão cristocêntrica acerca  do que estamos discutindo . Portanto, o  título “PHRÓNĒSIS DE CRISTO “ remete à atitude , ao sentimento e ao agir de Jesus Cristo em tudo.</description>
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      <pubDate>2022-01-11 17:37:03 UTC</pubDate>
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         <title>Nessa mural , vocês terão um espaço para dialogar com nossa capelania sobre a visão cristocêntrica acerca  do que estamos discutindo . Portanto, o  título “PHRÓNĒSIS DE CRISTO “ remete à atitude , ao sentimento e ao agir de Jesus Cristo em tudo.</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <pubDate>2022-01-11 17:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A PHRÓNĒSIS DE CRISTO71 O termo phrónēsis é traduzido ora por “sentimento” (ARA), ora por “atitude” (NVI). Entretanto, o sentido de phrónēsis é mais abrangente do que ambas as traduções. Na verdade, não há uma palavra em língua portuguesa que corresponda plenamente ao sentido de phrónēsis. Como se trata de um termo importante também para o estudo da ética aristotélica, muitos especialistas também optam por traduzir phrónēsis por “sabedoria prática”.72 De acordo com Pierre Aubenque, profundo conhecedor do conceito em Aristóteles, “No livro VI da Ética nicomaqueia, Aristóteles define phrónēsis como uma disposição prática acompanhada de regra verdadeira concernente ao que é bom ou mau para o homem (1140b 20)”.73 A despeito da ausência de um termo correspondente em língua portuguesa, é patente que phrónēsis não é mero sentimento, nem mera atitude. Na verdade, phrónēsis é a combinação da atitude correta com a consciência correta e a vontade correta. Por exemplo, podemos estar conscientes de que uma atitude boa precisa ser praticada sem, contudo, apresentarmos qualquer vontade de realizá-la. Isso não é phrónēsis, pois é preciso haver não só a consciência, mas a vontade de fazer o bem. E não somente isso, pois o bem que se deseja deve ser realizado conscientemente. A phrónēsis é a realização da boa atitude, da boa consciência e da boa vontade; portanto, é o contrário da experiência vivida pelo “homem miserável”,74 de Romanos 7, o homem que quer fazer o bem, mas não faz: Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio. E, se faço o que não desejo, admito que a Lei é boa. Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Assim, encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim. No íntimo do meu ser tenho prazer na Lei de Deus; mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte? (Rm 7.15-24). Note que a atitude do homem miserável é aquela que jamais corresponde com a vontade e a consciência do que é bom: “o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer”. Assim, quando Paulo usa o termo phrónēsis para instruir os filipenses, ele tem em vista não uma mera atitude, mas uma atitude específica e que sempre vem acompanhada de uma consciência de que o que será realizado é o bem que se deseja. O homem miserável sabe que em si mesmo não há recursos para alcançar o padrão da phrónēsis de Cristo, que, diga-se de passagem, só é possível pela graça. É a graça que sempre inclina o coração mau para o que é bom. Como diz Agostinho, “Gratiae tuae deputo mala quae non feci” [“Devo à tua graça os males que não fiz”] (Confissões, II.7.15).&quot;</title>
         <author>profwaydlle</author>
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         <pubDate>2022-01-11 17:37:52 UTC</pubDate>
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