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      <title>padlet geografia by Sara Brito</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-02 09:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>rtp 31/10/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Principes do nada 16/02/2017</p><p>No episódio 6 de "Príncipes do Nada," a narrativa foca na organização Casa Vida, localizada em Díli, Timor-Leste, que oferece abrigo e apoio a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. O programa explora os desafios enfrentados por estas crianças e os esforços da Casa Vida para garantir um futuro melhor para elas. A apresentação é feita por Catarina Furtado, que destaca a importância do trabalho social na comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 10:16:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a Sara, tenho 17 anos. Vivo em Paços de Ferreira, carvalhosa.</p>]]></description>
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         <title>Projeto 1 26/09/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 10:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>24h em marcas </title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>31/10/2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 10:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>A economia da felicidade 2/10/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A Economia da Felicidade aborda a<br>evolução positiva e negativa do bem-estar, da qualidade de vida, da satisfação<br>da população mundial, relacionando fatores económicos e sociais. Somos uma<br>sociedade rica, mas insatisfeita, agitada, descontente e insegura.&nbsp; A procura do lucro por parte do capitalismo e<br>das empresas tem ameaçado a sustentabilidade mundial. Até onde chegará a<br>globalização mundial e qual a melhor sustentabilidade do Planeta?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 10:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>Goodbye Lenine 17/10/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>"Good Bye Lenin!"</strong> (2003) é um filme alemão que acompanha a história de <strong>Alex</strong> (Daniel Brühl), um jovem da Alemanha Oriental, que tenta proteger a sua mãe, <strong>Christiane</strong> (Katrin Saß), de saber que o regime socialista que ela tanto defendia foi derrubado. Após entrar em coma durante a queda do Muro de Berlim e da reunificação da Alemanha, Christiane acorda num país completamente diferente. Para a proteger, Alex cria uma série de mentiras e disfarces para mantê-la ignorante sobre as transformações políticas e sociais à sua volta, criando uma ilusão de que a Alemanha Oriental ainda existe.</p><p>O filme mistura comédia e drama, refletindo sobre as mudanças pessoais e históricas da reunificação, e a forma como os indivíduos lidam com o fim de uma era.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>queda do muro de berlim</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>prompt: cria uma imagem sobre a queda do muro de berlim, o mais real possivel e com mais detalhes possiveis</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Muro de Berlim </title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>prompt:cria uma imagem sobre o muro de berlim o mais real possivel e com o maximo de detalhes possiveis</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>Muro de berlim</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>Queda do muro de berlim</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>sic 28/11/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O documentário oferece uma visão interna do que é viver sob o regime de Kim Jong-un e explora os esforços do governo norte-coreano para controlar todos os aspectos da vida cotidiana dos seus cidadãos. Ele mostra como o regime controla a mídia, a educação e até os relacionamentos pessoais, e como qualquer dissidência é severamente punida, com prisioneiros políticos sendo enviados para campos de concentração ou até mesmo executados.</p><p>Um ponto central é a abordagem do documentário sobre as condições de vida dos cidadãos norte-coreanos, que são em grande parte desconhecidas fora do país devido à censura e à falta de liberdade de expressão. O filme traz entrevistas e testemunhos de desertores que conseguiram fugir do regime, revelando os horrores enfrentados por aqueles que desafiam o governo.</p><p>A produção também fala sobre a opressão política, os controles sociais e os problemas econômicos que afligem a população, além de detalhar as táticas do governo para manter sua autoridade, incluindo a vigilância constante e as campanhas de culto à personalidade em torno da figura de Kim Jong-un e seus predecessores.</p><p>Este documentário, assim como outros sobre a Coreia do Norte, ajuda a entender o funcionamento de um dos regimes mais secretos e repressivos do mundo, proporcionando uma perspectiva rara sobre um país fechado ao resto do mundo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 11:07:27 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário proibido – Coreia do Norte SIC 23/11/2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
         <link>https://padlet.com/sarabrito272_/op0f2bajfto1p6yu/wish/3354076192</link>
         <description><![CDATA[<p>A Coreia do Norte é um país asiático, que foi dividido em 1948, após a 2.º guerra mundial de acordo com os interesses dos EUA e a antiga URSS, dando origem à atual Coreia do Norte. É um país conhecido pela sua ditadura política e pouco mais se sabe sobre ela, para além das atrocidades praticadas nesse país… através deste documentário poderá ver-se exemplos das atrocidades que ocorrem neste país.&nbsp;<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 10:41:04 UTC</pubDate>
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         <title>Um comboio chamado desejo 23/01/2025</title>
         <author>sarabrito272_</author>
         <link>https://padlet.com/sarabrito272_/op0f2bajfto1p6yu/wish/3354078487</link>
         <description><![CDATA[<p>A reportagem <strong>"Um comboio chamado desejo"</strong> retrata a dura jornada de migrantes que fogem de países devastados pela guerra, como a Síria, em busca de uma vida melhor na Europa. Para muitos, a viagem é longa e incerta — pode durar dias, semanas, meses ou até anos. Cada passo é movido pela esperança de encontrar paz, segurança e melhores condições de vida, mesmo carregando a dor de ter deixado para trás a sua terra natal.</p><p>A reportagem dá voz a essas pessoas, revelando histórias de quem perdeu tudo do dia para a noite: casas, famílias, sonhos, e uma rotina que foi abruptamente destruída pelos conflitos. Esses testemunhos humanizam a crise migratória, mostrando que, por trás dos números e das manchetes, existem vidas marcadas por sacrifícios e resiliência.</p><p>Mesmo depois de enfrentarem travessias arriscadas, perseguições e xenofobia, muitos mantêm viva a esperança de um dia poder voltar ao seu país de origem — quando houver paz e estabilidade. O título, <strong>"Um comboio chamado desejo"</strong>, simboliza essa viagem tanto física quanto emocional, onde o desejo de um futuro digno é o combustível que os impulsiona a seguir em frente.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 10:43:16 UTC</pubDate>
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         <title>Megacities 1 – BBC, episódio</title>
         <author>sarabrito272_</author>
         <link>https://padlet.com/sarabrito272_/op0f2bajfto1p6yu/wish/3354087001</link>
         <description><![CDATA[<p>A reportagem <strong>“Megacities 1”</strong>, da <strong>BBC</strong>, é o primeiro episódio de uma série que explora o crescimento e a complexidade das megacidades — áreas urbanas com mais de 10 milhões de habitantes. O jornalista <strong>Andrew Marr</strong> viaja por cinco megacidades distintas para entender como a arquitetura, a infraestrutura e a organização desses gigantes urbanos moldam a vida diária de seus habitantes.</p><p>As primeiras megacidades surgiram no século <strong>XX</strong>, principalmente em países do <strong>Norte Global</strong> (como EUA, Europa e Japão), refletindo o rápido processo de industrialização e urbanização. No entanto, com o tempo, essas grandes concentrações populacionais se expandiram também para o <strong>Sul Global</strong>, especialmente na Ásia, América Latina e África, tornando-se centros de oportunidades e desafios sociais.</p><p>A série destaca como cada cidade tem uma personalidade própria, influenciada pela sua história, cultura e dinâmica socioeconômica. Marr explora tanto as oportunidades que as megacidades oferecem — como inovação, diversidade cultural e crescimento económico — quanto os problemas que enfrentam, como <strong>desigualdade social</strong>, <strong>superlotação</strong>, <strong>trânsito caótico</strong> e <strong>poluição</strong>.</p><p>Essa abordagem revela que as megacidades não são apenas espaços físicos enormes, mas também organismos vivos que refletem as tensões e aspirações do mundo contemporâneo. É um retrato fascinante da urbanização global e do impacto direto que a configuração dessas cidades tem sobre milhões de vidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 10:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário: One Child Nation</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O documentário <strong>"One Child Nation"</strong> (2019), dirigido por <strong>Nanfu Wang</strong> e <strong>Jialing Zhang</strong>, é uma análise profunda e comovente sobre a <strong>política do filho único</strong> na China, que esteve em vigor de <strong>1979 a 2015</strong>. A produção investiga as consequências brutais dessa política de controlo populacional, revelando como ela afetou milhões de famílias e deixou marcas profundas na sociedade chinesa.</p><p>Por meio de entrevistas com familiares, ex-funcionários do governo, parteiras e jornalistas, o documentário expõe a face oculta dessa medida: <strong>esterilizações forçadas</strong>, <strong>abortos tardios</strong>, <strong>abandono e tráfico de bebés</strong>, especialmente meninas, devido à preferência cultural por filhos homens. Muitas crianças foram abandonadas ou enviadas para adoção internacional, enquanto as campanhas de propaganda glorificavam a política como um sacrifício necessário para o bem da nação.</p><p><strong>Nanfu Wang</strong>, que cresceu na China durante a vigência da política, usa a sua história pessoal como fio condutor da narrativa, confrontando-se com o impacto da ideologia estatal na sua própria família e comunidade. O documentário também reflete sobre a manipulação ideológica do governo, que conseguiu convencer gerações inteiras de que a limitação de nascimentos era essencial para o progresso do país.</p><p><strong>"One Child Nation"</strong> é uma obra poderosa que não apenas denuncia as violações dos direitos humanos, mas também questiona os efeitos de longas décadas de controle estatal sobre os corpos e as vidas das pessoas. A produção convida o espectador a refletir sobre o preço da obediência cega ao poder e as cicatrizes emocionais deixadas por políticas autoritárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 10:55:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Oito mil milhões de habitantes </title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O mundo alcançou, em novembro de 2022, os oito mil milhões de habitantes. Um marco histórico que pode ser motivo para celebrar os avanços civilizacionais, mas também pode refletir sobre a forma como os recursos do planeta são cada vez mais pressionados.</p><p>A população mais do que triplicou entre 1950 e 2020. Aos progressos da medicina e da ciência permitiram, mas últimas décadas, o abrandamento das mortes e o aumento exponencial da esperança de vida, que aumentou 25 anos desde os meados do século XX.</p><p>Em pouco mais de uma década, reforçamos em mil milhões o número de habitantes no planeta. As estimativas apontam para que o crescimento continue, mas a um ritmo um pouco mais lento. Se apontarmos para o final do século XXI, as probabilidades deixam antever o valor de 10 mil milhões de seres humanos.</p><p>Ásia e África concentram a maior parte da população e é sobretudo nos países subdesenvolvidos que a explosão demográfica é maior. Sobretudo a falta de políticas de natalidade e de condições básicas de vida tem forte expressão neste índice. Em contrapartida, é nos países mais desenvolvidos que o número de nascimentos mais se tem reduzido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 11:17:18 UTC</pubDate>
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         <title>novos centros de poder | TP 2 21 de novembro de 2024</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <pubDate>2025-03-27 10:15:01 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Projeto ONG - Conflitos Mundiais</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <pubDate>2025-03-27 10:16:32 UTC</pubDate>
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         <title>TP 5 Estudos de caso – diásporas e migrações | Cidades Globais</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <pubDate>2025-03-27 10:17:44 UTC</pubDate>
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         <title>O caminho dos ODM até aos ODS</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>Angola, um país de ricos com 20 milhões de pobres</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A reportagem "Angola, um país rico com 20 milhões de pobres", da SIC, expõe a enorme desigualdade em Angola. Apesar das riquezas naturais, como o petróleo, a maioria da população vive em extrema pobreza.</p><p> Contrastes: Enquanto se vendem milhares de garrafas de champanhe por ano, 80% das pessoas vivem em bairros de lata e 60% não têm acesso a água potável.<br> Problemas sociais: O país regista altas taxas de mortalidade infantil, epidemias como malária e febre-amarela, e restrições às liberdades civis.<br> Desigualdade extrema: Embora tenha registado crescimento económico, cerca de 70% da população vive com menos de 2 dólares por dia.</p><p>A reportagem questiona como um país tão rico pode continuar com a maioria da sua população em situação de pobreza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Dia da Internet Segura</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <pubDate>2025-03-27 10:26:41 UTC</pubDate>
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         <title>Dia da Mulher</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <pubDate>2025-03-27 10:27:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A carreira de Mariano Feio destacou-se pelo rigor, determinação e pela coragem nos seus projetos de vida. Focou-se muito na observação, experimentação e discussão de todos os resultados científicos, sendo também defensor da divulgação pública de resultados. Desde cedo que se interessou por Geomorfologia e Geologia, temáticas que veio a aprofundar na Universidade de Berlim e Munique, entre 1936 e 1942. Com a ajuda de Orlando Ribeiro, Mariano Feio integrou um grupo científico na Faculdade de Letras de Lisboa onde desenvolveu a atividade de docente e de investigação. Posteriormente, tornou-se Professor Catedrático (1975-1984) na universidade de Évora, onde tinha uma abordagem diferente em relação aos professores dessa altura, as suas aulas baseavam-se diapositivos audiovisuais inéditos que teriam sido obtidos pela sua dedicação ao trabalho campo. Também nas aulas práticas, relata-se que utilizava as Cartas Militares, onde os seus alunos poderiam evoluir as leituras e compreensão de números e formas de relevo.</p><p>A bibliografia de Mariano Feio conta com quase duzentas obras, focadas maioritariamente na agricultura e na morfologia. A sua tese de doutoramento em 1952 com o título de "A evolução do Relevo do Baixo Alentejo e do Algarve, Estudo de Geomorfologia", foi revolucionária na região e permitiu uma melhor compreensão da geomorfologia do Baixo Alentejo e Algarve. O seu grande interesse pela agricultura, levou-o a viajar pelas regiões de Espanha, Marrocos, Itália, Israel, África do Sul e Califórnia, de forma a poder formar uma comparação dos solos, clima, práticas agrícolas e rendimentos. Com novos conhecimentos, utilizou os seus terrenos como campos de experimentação, com objetivo de criar modelos de comparação e modelos de contabilidade analítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:32:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida em 1958, Maria Catarina de Melo Ramos, foi autora de vários trabalhos científicos, incluindo livros e artigos nacionais e internacionais com foco na Hidrologia, Geomorfologia Fluvial, Paleoclimatologia e Dinâmica Fluvial, Mudanças Ambientais, Risco de Cheia e Medidas de Mitigação e o Ordenamento do Território. Iniciou o seu percurso académico em 1976-77 na Facultade de Letras da Universidade de Letras da Universidade de Lisboa. Durante a licenciatura destaca-se pela qualidade e rigor dos trabalhos, em 1981 é contratada como assistente estagiária e, mais tarde, inicia o seu percurso como docente na área da Geografia Física.</p><p>Foi Investigadora do Centro de Estudos Geográficos desde 1983, e vogal da Direção (1986-1988). Teve um envolvimento muito empenhado na criação do IGOT, tendo sido membro da sua Comissão Instaladora (2009-2010), Subdiretora do Instituto (2010-2012) e Coordenadora do 1° ciclo de estudos (2013-17). Ao longo da sua carreira foi sempre em busca de novos temas, e juntando a sua admiração pela Geografia Física, desenvolveu investigações sobre bacias hidrográficas, geomorfologia e climatologia. Obteve o grau de doutora em 1995 com a dissertação</p><p>"Condições Geomorfológicas e Climáticas das Cheias da Ribeira de Tera e do Rio Maior (Bacia Hidrográfica do Tejo)".</p><p>O domínio da Hidrogeografia foi introduzido na Geografia por Catarina Ramos, que alargou a sua investigação ao estudo dos recursos hídricos e do seu uso sustentável, sendo este tema central para a disciplina que criou na licenciatura. Em março de 2009 apresentou o programa da unidade curricular do 2° ciclo "Dinâmica Fluvial e Ordenamento do Território", onde abordou o tema das "Cheias: causas, consequências e medidas mitigadoras". 0 seu percurso académico e profissional, nos vários domínios da geografia, tornaram Catarina Ramos uma figura de destaque na Geografia portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:33:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fernando Rebelo, é lembrado na Geografia Portuguesa como um geógrafo que deixou uma investigação de prestígio nacional e internacional. Natural de Espinho, este geógrafo deixou grandes marcas na geografia com relevância nas suas obras, mas também pelo seu tempo dedicado á reitoria da Universidade de Coimbra.</p><p>Durante a sua vida publicou várias obras importantes para a geografia portuguesa como: Riscos Naturais e Ação</p><p>Antrópica (2003), Viagens pelo Brasil. Impressões de um Geógrafo, A Geografia Física de Portugal na Vida e Obra de Quatro Professores Universitários: Amorim Girão - Orlando Ribeiro - Fernandes Martins - Pereira de Oliveira</p><p>(2008) e Portugal: Geografia, Paisagens e Interdisciplinaridade (2013). Estas obras destacaram-se pela sua qualidade e rigor, mas também pelo seu contributo para a geografia, pois considerava-se que Fernando Rebelo tinha uma "visão moderna" e demostrava tais características nas obras tornando-as assim inovadoras.</p><p>Considerado um dos "últimos geógrafos completos", realizou trabalhos na Geografia Física e Geografia Humana, tendo desenvolvido trabalhos de pormenor da Geografia de Portugal. Utilizando dados e conhecimentos geográficos mundiais que utilizou nas suas aulas e investigações deixou textos detalhados sobre Portugal, Angola e Brasil. Foi um geógrafo completo, no sentido em que ensinou e escreveu sobre o cruzamento dos diferentes saberes da geografia sem se focar num tema central. Destes variados temas, é importante referir os textos nas temáticas da Geomorfologia e sobre Riscos Naturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:34:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascido em 1895, em Coimbra, Amorim Girão foi um dos mais importantes geógrafos portugueses que se tem memória, inspirando gerações futuras com as suas obras, mas também com o seu trabalho como professor. A sua vida profissional ficou marcada pela sua dedicação à Escola Geográfica de Coimbra onde lecionou de 1916 a 1960, mas ao mesmo tempo com trabalho na investigação e publicação de várias obras (90). Destas publicações são de importante relevância as obras - A Geografia Moderna, Evolução, Conceito, Relação com outras ciências - Estudo Geográfico (Dissertação de Doutoramento em Geografia, 1922) - Lições de Geografia Humana (1936), Geografia de</p><p>Portugal (1941, 1949-1951), Atlas de Portugal (1941, 1958).</p><p>Girão considerava a dimensão física da paisagem indissociável da vertente humana, o seu percurso também ficou caraterizado pelo trabalho de campo, o contacto com as paisagens e a forma como integrava as perguntas e procurava respondê-las da forma mais integrada possível. O seu trabalho científico focava se na valorização e reconhecimento dos recursos naturais, a sua obra - A Bacia do Vouga: Estudo Geográfico - destacou se pelo potencial que tinha para a potencialização dos recursos nacionais. Já no ano de 1941 foi publicado o Atlas de Portugal, onde demonstrava "o desejo ser útil aos que estudam ou ensinam Geografia de Portugal; dando-lhes um indispensável instrumento de trabalho". Sendo esta obra de extrema importância pois foi o mais próximo que Portugal teve durante várias décadas. Foram trabalhos como estes que asseguraram um lugar de destaque na geografia portuguesa, sendo o primeiro geografo português com pensamento original e focado na geografia portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:35:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Isabel André foi geógrafa e professora associada ao Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa e investigadora do Centro de Estudos Geográficos. Chegou ao Departamento de</p><p>Geografia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, após o 25 de Abril de 74.</p><p>No final dos anos 70, Isabel André participou na investigação no Centro de Estudos Geográficos, com especial atenção para o Planeamento Regional e Urbano. Em 1980, iniciou no Departamento de Geografia na Universidade de Lisboa a função de professora, posteriormente participou na empresa Geoideia com foco no planeamento, consultoria e avaliações políticas. O seu doutoramento teve em foco a Geografia humana intitulada de "O falso neutro em Geografia Humana: género e relação patriarcal no emprego e no trabalho doméstico", tendo sido um estudo pioneiro em Portugal.</p><p>Com interesse nas novas temáticas socias que a revolução permitiu desbloquear, Isabel André impôs os seus pontos de vista e, desde cedo, foi pioneira em atividades e decisões na academia. O seu percurso pessoal e profissional ficou associado ao seu pensamento racional, ao entusiamo e paixão que sentia com cada descoberta, passando esta forma de ser aos seus colegas e principalmente aos seus alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:36:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Considerado por muitos o geógrafo português mais conhecido pelo mundo, Orlando Ribeiro nasceu em Lisboa a 15 de fevereiro de 1911 e dedicou a grande parte da sua vida à ciência geográfica.</p><p>Começou o seu percurso académico em 1932 onde se formou em Ciências Histórico-Geográficas na Universidade de Lisboa, de seguida lecionou no Colégio Infante de Sagres e defendeu o primeiro doutoramento em Ciências Geográficas na Universidade de Lisboa, no ano de 1939. Ao longo do seu percurso fundou o Centro de Estudos Geográficos, publicou o clássico "Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico" (1945) e organizou o Congresso Internacional de Geografia de Lisboa (1949), que o levou a ser vice-presidente da União Geográfica Internacional.</p><p>Orlando Ribeiro contribuiu de forma muito ativa ao longo da sua vida para a geografia portuguesa e mundial, onde privilegiou a observação em campo e os métodos indutivos. A sua vida e obra é de extrema relevância, pois contribui para a criação de uma identidade profissional entre geógrafos e permitiu compreender melhor as características da geografia atual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 10:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>E-Safety quiz</title>
         <author>sarabrito272_</author>
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         <title>April activities evaluation </title>
         <author>sarabrito272_</author>
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