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      <title>Os esquecidos do Sertão by Valentina Tedeschi</title>
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Valentina Tedeschi e Isadora Borelli 3º A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-03-07 17:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>A dança e o amor</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>(do minuto 3.33 à 4.6)<br>O vídeo mostra uma coreografia da renomada dançarina Pina Bausch, que compõe seu documentário "Pina". Este foi escolhido devido a relação dos tópicos trabalhados por Pina, em suas reconhecidas "danças-teatros" (danças com traços definidos de drama e enredo) e o livro "Lisbela e o Prisioneiro", tais como o amor, a solidão, a infância e o poder. Esta dança, especificamente, foca no amor e retrata a complexidade deste tema, através dos impactantes movimentos de aproximação, distanciamento, assim como&nbsp; a exploração do toque e do espaço entre o homem e a mulher. Elementos estes que mostram-se evidentes no livro de Osman Lins, dada a dificuldade que Leléu e Lisbela enfrentam para consumar o amor, uma vez que ela está prometida e ele está submisso e isolado atrás das grades da prisão. Alem disso, tanto no livro quanto na danca, os dois encerram o enredo fugindo juntos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-14 18:00:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lisbela</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A música, como o nome sugere, dialoga com com o livro "Lisbela e o Prisioneiro". estabelecendo uma relação de intertextualidade. Tanto a música quanto o livro tratam do nordeste, desilusões, aspirações, relações de poder e principalmente do amor. Amor este que, em ambos os casos, se direciona para a desejada Lisbela. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-28 18:01:15 UTC</pubDate>
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         <title>&amp;nbsp;Quem obedece a quem</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta imagem pertence a uma cena do famoso curta-metragem "O dia em que Dorival encarou a guarda", no qual, além de se passar em uma prisão- assim como a peça teatral "Lisbela e o Prisioneiro"- evidencia como principal crítica a hierarquia existente dentro do sistema carcerário. Elemento este, que permeia todo a peça  através de personagens como o Tenente Guedes, Citonho (o carcereiro), Heliodoro (cabo), que dialogam entre si e que exaltam essa hierarquização de poder, principalmente, quando dialogam com os presos (como mostra a imagem). </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 22:15:04 UTC</pubDate>
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         <title>&amp;nbsp;O suporte calejado dos trabalhadores brasileiros</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma imagem lembrada ao longo da obra de Graciliano Ramos é a situação dos pés dos retirantes, calejados e machucados pelo trabalho, pela seca e pela fuga no solo quente. Os personagens se veem obrigados a utilizar as alpercatas, sapatos muito simples que representam a precariedade em que se encontra a família e a condição social dos personagens. Vale lembrar que no capítulo “Festa”, em que a família se encontra no meio social de modo mais significativo em toda a obra, as alpercatas são deixadas de lado, para dar lugar a sapatos socialmente decentes. Os machucados nos pés e o uso das alpercatas ilustram também um cenário insalubre e a vida da família enquanto fadados a um trabalho muito exaustivo. A fotografia de Sebastião Salgado nos remete a uma realidade de trabalho intenso, precariedade e miserabilidade, fatores explorados em Vidas Secas e discutidos ao serem colocados tanto sob o cenário da seca nordestina quanto inseridos em uma realidade própria do nordeste brasileiro: o descaso das autoridades e exploração nas relações de trabalho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 23:57:18 UTC</pubDate>
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         <title>O Auto da Compadecida</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>(do minuto 14.15 ao 16.05)<br>O excerto do filme em questão usa o contexto do julgamento do personagem João Grilo para tratar da realidade dura dos sertanejos brasileiros, representada pela trajetória do personagem. É possível relacionar o apelo da personagem interpretada pela atriz Fernanda Montenegro com a condição de Fabiano e sua família na obra Vidas Secas. Tanto o trecho do filme como o livro possibilitam a construção de um cenário de necessidade de superação dos indivíduos nordestinos afetados pela seca para sobreviverem tanto diante da natureza quanto em meio a sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-31 01:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>Seca do Nordeste</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A canção Seca do Nordeste interpretada por artistas como Fagner e Clara Nunes faz uma representação da seca nordestina explicitando a dor vivida por essa parcela do povo brasileiro em forma de poesia. Relacionando diretamente a emoção sentida pelo nordestino com condições meteorológicas, a letra ressalta como o clima permeia a vida de pessoas que dependem da terra para trabalhar e para sobreviver. O reconhecimento de certa injustiça é percebida na construção dos personagens de Vidas Secas, indivíduos afetados tanto pela ordem da natureza como pela ordem dos homens. Vale frisar quão determinante é o clima na trajetória dos personagens e na sua luta pela sobrevivência. O excerto do minuto 1.52 ao 2.35 lembra o trecho da obra de Graciliano Ramos em que os retirantes, ao chegar em uma fazenda abandonada, se emocionam com a chegada da chuva, fato que arranca lágrimas de Fabiano e Sinha Vitória ao olharem para o céu. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-31 01:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>ELEMENTOS COMPARATIVOS</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir da análise das obras de Graciliano Ramos e a de Osman Lins, é possível identificar congruências entre os assuntos e no que diz respeito à composição de 'Vidas Secas' e 'Lisbela e o Prisioneiro'. A questão dos contextos que dão cenário às obras, é um exemplo disso: Ambas se passam no Nordeste brasileiro e ambas tratam de momentos não contemporâneos a atualidade. Outro elemento semelhante entre as obras, são as relações de poder estabelecidas em cada livro, que (em ambos), exaltam exorbitantes abusos de autoridades/ superiores sobre seus subordinados. Também é relevante ressaltar que os dois livros apresentam como protagonistas pessoas pertencentes às camadas inferiores da sociedade, neste caso, nordestina e portanto podem ser classificados como "esquecidos do Sertão".</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-31 18:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vazio</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta imagem tem como autoria o renomado fotógrafo Sebastião Salgado, a qual compõe um de seus livros, "Terra". A escolhemos devido a correlação existente entre sua representação e as descrições relatadas em 'Vidas Secas', que dizem respeito a precariedade vivenciada por Fabiano, Sinha Vitoria, seus filhos e a cachorrinha Baleia. No livro é detalhadamente caracterizada a jornada desta família, na qual a fome, a exaustão e a solidão apresentam-se como pilares centrais- assim como se pode inferir da imagem de Sebastião Salgado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-31 20:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>QUESTÕES PROPOSTAS</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[<div>1- Por que Heliodoro aceita fazer o trato com Leléu?<br>&nbsp;<br>Heliodoro aceita fazer o trato pois ele seria tão beneficiado quanto Leléu, e da forma discreta que sua situação exigia. Seu pedido ao preso consistia neste conseguir alguém para casar-lhe com sua amada, porém Heliodoro já era casado - por isso este seu desejo envolvia sigílo, o qual o preso estava lhe garantindo.&nbsp;<br><br>2- Por que Fabiano e a família abandonam a fazenda nos momentos finais do livro? E porque deixam o cavalo para trás?<br><br>No final do livro, Fabiano e Sinha Vitória percebem a proximidade da seca e reconhecem que é preciso abandonar o local para fugir da morte, representada pela seca, e sobreviver. O cavalo é deixado para trás pois pertence ao patrão, o dono da fazenda, e mesmo que Fabiano saiba da morte iminente do animal, se vê obrigado a pegar apenas o que lhe pertence do local.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-31 20:59:36 UTC</pubDate>
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         <title>Texto conclusivo</title>
         <author>vgtedeschi</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-04-01 01:36:30 UTC</pubDate>
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