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      <title>Meu padlet do terceiro período by </title>
      <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-24 09:28:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-17 09:02:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Poema 24/4/2025</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>As estações mudam, mas continuo na primavera </p><p>Nas pressas da vida, vivo só e pensativa</p><p>Talvez algo cresça nesta nova era</p><p>Só espero sim ficar mais viva</p><p><br/></p><p>As flores crescem diferentes está estação </p><p>E eu continuo com uma mágoa no coração </p><p>Queria que tudo fosse diferente </p><p>E talvez eu fosse contente </p><p><br/></p><p>Mais uma primavera </p><p>E eu, só, na Terra. </p><p>Queria ver a primavera das estrelas </p><p><br/></p><p>E poder pintar o Sol com aquarelas. </p><p>Ver florescer as Margaridas </p><p>E finalmente não as ver sofridas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 09:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>O Amor em Camões do “puro afeto” de Pretrarca ao desejo humano </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3437882857</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Transforma-se o amador na cousa amada</mark></p><p><br/></p><p><mark>Transforma-se o amador na cousa amada,</mark></p><p><mark>por virtude do muito imaginar;</mark></p><p><mark>não tenho, logo, mais que desejar,</mark></p><p><mark>pois em mim tenho a parte desejada. </mark></p><p><br/></p><p><mark>Se nela está minh’ alma transformada, </mark></p><p><mark>que mais deseja o corpo de alcançar?</mark></p><p><mark>Em si somente pode descansar,</mark></p><p><mark>pois consigo tal alma está liada.</mark></p><p><br/></p><p><mark>Mas esta linda e purs semideia</mark></p><p><mark>que, como um acidente em seu sujeito,</mark></p><p><mark>assi co a alma minha se conforma,</mark></p><p><br/></p><p><mark>está no pensamento como ideia:</mark></p><p><mark>[e] o vivo e puro amor de que sou feito,</mark></p><p><mark>como a matéria simples busca a forma. </mark></p><p><br/></p><p>Ideias principais:</p><ul><li><p>Amor, tema principal dos poemas de Camões, fonte de contradições, analisada de duas formas </p></li><li><p>À maneira pretrarquista, amor espiritualizado, amor focado na adoração e contemplação do ser amado, ausência da amada purifica o sentimento amoroso, mulher amada é reflexo da beleza divina, é um ser sublime</p></li><li><p>Outra abordagem, consciência de que a vivência quotidiana do amor causa inquietação, se não houver erotismo, conflitos interiores provocados pela tensão entre amor espiritual e amor sensual, necessidade de concretização do amor no mundo sensível (o do corpo). </p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 11:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>As canções </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3437890360</link>
         <description><![CDATA[<p>🎶🎤As canções são poemas extensos com um número variável de estrofes e de versos, as estrofes devem seguir sempre o mesmo esquema rimático, quanto aos versos, é frequente haver alternância de versos mais longos, de vez sílabas, com versos mais curtos. A canção devia terminar com uma estrofe mais curta, composições era muito adequado à confidência autobiográfica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 11:42:24 UTC</pubDate>
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         <title>💡Ideas principais das Constatações de Camões</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3443431801</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A realidade é absurda</p><p>(desconcerto)⏳</p></li><li><p>A ingratidão ditam e egoísmo, o abuso de poder, as perseguições são manifestações de um Destino 🔮;</p></li><li><p>as maiores expectativas sucederam os maiores desenganos 💸⛓️‍💥;</p></li><li><p>sente-se uma vítima da “fortuna” 🔐</p></li><li><p>A mudança foi sempre para pior 🧿</p><p><strong><mark>❤️‍🩹Sentimentos do poeta❤️‍🩹</mark></strong></p></li><li><p><strong><mark>A dúvida e a inquietação ❓</mark></strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 11:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>O desconcerto do mundo</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3443432673</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>💡Ideias principais:</mark></p><p><br/></p><p><mark>Desconcerto — constatação </mark></p><p><br/></p><ul><li><p>da distribuição absurda do prémio e do castigo</p></li><li><p>da busca despropositada de bens, pois não prevalecem para além da morte </p></li><li><p>dos contrastes entre opulência e miséria devido à expansão ultramarina </p></li><li><p>da caótica redistribuição da riqueza e do poder</p></li><li><p>da violação da ordem de valores;</p></li><li><p>da irracionalidade do universo e da vaidade humana</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 11:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>Fernão Mendes Pinto</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3443459834</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 11:31:59 UTC</pubDate>
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         <title>A Peregrinação ou o outro livro das maravilhas — síntese </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3452268695</link>
         <description><![CDATA[<p>📔A obra narra as viagens de Fernão Mendes Pinto por diversas regiões da Ásia, como Índia, China, Japão e outros territórios do Império Português do Oriente. Ele parte de Portugal em busca de fortuna e, ao longo da narrativa, passa por experiências extraordinárias: é feito escravo, participa de batalhas, conhece culturas exóticas, envolve-se com jesuítas (inclusive São Francisco Xavier), e chega até a alegar ter sido um dos primeiros europeus no Japão.</p><p>Apesar de apresentar-se como um testemunho pessoal, o livro mistura fatos históricos com exageros e elementos claramente fictícios, o que o aproxima da literatura de aventura e da tradição das viagens fantásticas.</p><p> <strong>Temas centrais</strong></p><ul><li><p>Expansão marítima portuguesa</p></li><li><p>Choque cultural entre Europa e Oriente</p></li><li><p>Aventura e exploração</p></li><li><p>Fé e religiosidade</p></li><li><p>Crítica à ambição, à guerra e à corrupção</p></li></ul><p> <strong>Importância literária</strong></p><ul><li><p>É considerado um dos marcos da literatura portuguesa do século XVII.</p></li><li><p>Tem valor histórico e antropológico, apesar das dúvidas sobre a veracidade de muitos relatos.</p></li><li><p>Reflete o espírito da época dos Descobrimentos, mas com um tom mais crítico e irônico.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 09:30:05 UTC</pubDate>
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         <title>O grande peregrino</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3452285046</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Vinte e um anos no oriente. Treze vezes aprisionado e dezassete vezes vendido como escravo; viajante nas “partes da Índia, Etiópia, Arábia Feliz, China, Tartária, Macáçar, Samatra e outras muitas províncias daquele oriental arquipélago” ;</p></li><li><p> O Japão onde deixou uma recordação que ainda se mantém, já que poderá ter sido testemunha da introdução da espingarda naquele país, feita por Diogo Zeimoto (talvez);</p></li><li><p>Fernão Mendes Pinto e Luís de Camões, ambos aventureiros, ambos andaram pelo o Oriente e ambos cantaram o império mas de modo distinto na forma e no conteúdo. </p></li><li><p>Fernão Mendes Pinto aplica uma lupa à tal apagada e vil tristeza e dá-nos, em pormenor, um quadro espantoso desse império de uns poucos. </p></li><li><p>Fernão Mendes nasceu em Montemor-o-Velho, “na miséria e estreiteza da pobre casa” do seu pai, e que um tio, querendo encaminhá-lo para melhor fortuna, o levou para Lisboa, teria ele dez ou doze anos, e o pôs ao serviço de uma dama “assaz nobre”. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 09:44:18 UTC</pubDate>
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         <title>Visita de estudo ao Cetro de Arqueologia e Artes de Beja</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3454110908</link>
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         <pubDate>2025-05-16 11:07:39 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização Histórica de Bocage</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3479064825</link>
         <description><![CDATA[<p>📜 <strong>Contextualização Histórica de Bocage</strong></p><p><strong>Manuel Maria Barbosa du Bocage</strong> (1765–1805) foi um dos principais poetas portugueses do século XVIII, e sua vida e obra refletem um período de transição cultural, social e política em Portugal e na Europa. Entender o contexto histórico é essencial para compreender sua poesia.</p><p>🏛️ <strong>Iluminismo e Crise do Antigo Regime</strong></p><ul><li><p>O século XVIII foi marcado pela influência do <strong>Iluminismo</strong>, movimento intelectual que valorizava a razão, a ciência e a liberdade individual, desafiando as estruturas tradicionais da monarquia e da Igreja.</p></li><li><p>Em Portugal, essas ideias chegaram de forma limitada, devido à censura e ao conservadorismo da <strong>monarquia absolutista</strong>.</p></li><li><p>Bocage absorveu parte do espírito iluminista, especialmente nos seus poemas mais críticos e satíricos, nos quais ironizava a hipocrisia social e a autoridade.</p></li></ul><p>⚖️ <strong> Declínio do Império Português</strong></p><ul><li><p>Portugal vivia um período de decadência econômica e perda de prestígio internacional.</p></li><li><p>A Inquisição ainda existia, e havia forte repressão à liberdade de expressão.</p></li><li><p>Bocage confrontou esse conservadorismo, o que lhe rendeu perseguições, incluindo prisão por parte da <strong>Real Mesa Censória</strong>.</p></li></ul><p>🎭 <strong>Neoclassicismo e Pré-Romantismo</strong></p><ul><li><p>Bocage começou sua carreira no contexto do <strong>Neoclassicismo</strong>, movimento literário que valorizava a razão, a ordem e a imitação dos modelos clássicos greco-romanos.</p></li><li><p>Participou da <strong>Arcádia Lusitana</strong>, um grupo de poetas neoclássicos, adotando o pseudônimo "Elmano Sadino".</p></li><li><p>No entanto, sua poesia evoluiu para um tom mais pessoal, melancólico e emotivo — características do <strong>Pré-Romantismo</strong>, antecipando o Romantismo do século XIX.</p></li></ul><p> 👨🏻‍⚖️<strong>Vida Boêmia e Crítica Social</strong></p><ul><li><p>Bocage teve uma vida marcada por dificuldades financeiras, conflitos com a moral vigente e uma postura boêmia e irreverente.</p></li><li><p>Sua poesia satírica denunciava a falsidade, a hipocrisia e o moralismo da sociedade lisboeta da época, o que o tornou uma figura controversa.</p></li><li><p><strong>Época:</strong> Final do século XVIII, período de crise do absolutismo e de entrada das ideias iluministas em Portugal.</p></li><li><p><strong>Movimentos literários:</strong> Neoclassicismo → Pré-Romantismo.</p></li><li><p><strong>Temas na obra:</strong> Amor, angústia existencial, crítica social e política, liberdade criativa, erotismo e melancolia.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 15:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Autorretrato De Bocage</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <pubDate>2025-06-04 15:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto que descreve Bocage</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <pubDate>2025-06-04 15:42:04 UTC</pubDate>
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         <title>Já Bocage não sou</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <pubDate>2025-06-04 15:47:45 UTC</pubDate>
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         <title>Longe do meu coração- Julio Magalhães</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3479107866</link>
         <description><![CDATA[<p>"Longe do Meu Coração", de Júlio Magalhães, é um relato pessoal e quase jornalístico sobre a experiência da imigração portuguesa para a França. A história, focada no protagonista Joaquim, retrata as dificuldades e privações que os portugueses enfrentaram ao deixar o país em busca de uma vida melhor, sonhando um dia regressar ricos à terra natal. O livro destaca a coragem e o sacrifício, mas também a esperança e o amor, que marcaram a experiência migratória para muitos portugueses pois na altura essa imigração era ilegal, muitos até morriam por a imigração ser feita a pé e escondidos das autoridades. </p><p>Bidonville era o nome dado aos bairros de lata onde os portugueses emigrados para França viviam. Eram casas construídas em lata ou madeira situadas na periferia de Paris. Bidon significa lata em francês e ville significa cidade. Eram bairros de lata sem condições de habitabilidade, sem eletricidade, sem água ou saneamento básico foram construídos junto a obras de construção civil onde os milhares de portugueses emigrantes em França trabalhavam. O bidonville marcou a primeira fase da chegada dos emigrantes a França e simboliza o sacrifício que estes portugueses fizeram para alcançar uma vida melhor.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 16:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Jorge Castanho</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3479286355</link>
         <description><![CDATA[<p>🍂Jorge Castanho nasceu em Beja, em 1961. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Frequentou a ESBAL nos anos 80.&nbsp;</p><p>Foi curador de Arte Contemporânea no Baixo-Alentejo, nos anos 90, onde desenvolveu um programa com artistas nacionais e não nacionais, criando projetos em fábricas abandonadas, edifícios religiosos fora de culto, associações culturais, bibliotecas, minas, paisagens, museus, ruas e praças.</p><p>Doutorou-se em Desenho na Universidade de Sevilha, em 2006, com uma bolsa do Ministério da Cultura.</p><p>Desenvolveu dois programas de Pós-doutorado na Universidade de Lisboa, em 2007 e 2010 e em 2010 e 2013, com bolsas FCT.🟤</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 20:27:01 UTC</pubDate>
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         <title>Sigmund Freud</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3589380019</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Carta de Amor</strong></p><p>Eu sabia que seria apenas depois de te teres ido embora que iria perceber a completa extensão da minha felicidade e, alas! o grau da minha perda também. Ainda não a consegui ultrapassar, e se não tivesse à minha frente aquela caixinha pequena com a tua doce fotografia, pensaria que tudo não teria passado de um sonho do qual não quereria acordar. Contudo os meus amigos dizem que é verdade, e eu próprio consigo-me lembrar de detalhes ainda mais charmosos, ainda mais misteriosamente encantadores do que qualquer fantasia sonhadora poderia criar. Tem que ser verdade. Martha é minha, a rapariga doce da qual todos falam com admiração, que apesar de toda a minha resistência cativou o meu coração logo no primeiro encontro, a rapariga que eu receava cortejar e que veio para mim com elevada confiança, que fortaleceu a minha confiança em mim próprio e me deu esperanças e energia para trabalhar, na altura que eu mais precisava.<br><br>Quando tu voltares, querida rapariga, já terei vencido a timidez e estranheza que até agora me inibiu perante a tua presença. Iremos sentar-nos de novo sozinhos naquele pequeno quarto agradável, vais-te sentar naquela poltrona castanha , eu estarei a teus pés no banquinho redondo, e falaremos do tempo em que não existirá diferença entre noite e dia, onde não existirão intrusos nem despedidas, nem preocupações que nos separem.<br><br>A tua amorosa fotografia. No início, quando eu tinha o original à minha frente não pensei nada sobre a mesma; mas agora, quanto mais olho para ela mais esta se assemelha ao objecto amado; espero que o rosto pálido se transforme na cor das nossas rosas, e que os braços delicados se desprendam da superfície e prendam a minha mão; mas a imagem preciosa não se move, parece apenas dizer: «Paciência! Paciência” Eu sou apenas um símbolo, uma sombra no papel; a tua amada irá voltar, e depois podes negligenciar-me de novo».<br><br>Eu gostaria imenso de colocar esta fotografia entre os deuses da minha casa que pairam acima da minha secretária, mas embora eu possa mostrar os rostos severos dos homens que reverencio, quero esconder a face delicada da minha amada só para mim. Vai continuar na tua pequena caixinha e eu não me atrevo a confessar a quantidade de vezes, nestas últimas vinte e quatro horas, que tranquei a minha porta para poder tirar a fotografia da caixa e refrescar a minha memória.<br><br><em>Carta de Sigmund Freud a Martha Bernays, 19 de Junho 1882 (excerto)</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 07:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sigmund Freud</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.citador.pt/frases/citacoes/t/autoconhecimento"><strong>Auto-conhecimento</strong></a></p><p>O demónio do homem é o que nele há de melhor, é o próprio homem. Não se deve empreender coisa alguma de que se não goste realmente.</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.citador.pt/frases/citacoes/s/correspondencia-1885-sigmund-freud">Correspondência (1885)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 07:52:00 UTC</pubDate>
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         <title>Produção escrita</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Prosa</p><p><br/></p><p>Dois anos fui eu à procura nas escuras de uma faisca que se iguala à minha, pois o meu coração sente o que não consigo explicar ao meu amado, um ardor que nada extingue, mas nada encontro.</p><p>Espero que entendas que não faço por mal o meu desapego e desinteresse quando estás perto, eu quero ser diferente, mas nem por ti vou mudar, um dia irei explicar mas por enquanto prefiro chorar. </p><p>Tens um abraço apertado que me faz escutar as tuas palpitações aconchegantes e felizes por me ver, mas não posso, nem consigo, imaginar o que vai acontecer quando pararem, quero sentir a tua alma na minha mas ao mesmo tempo manter me afastado e sem mostrar nenhuma das minhas fraquezas. Não quero que saibas como não consigo fazer nada quando estás perto, pois às de pensar o quanto tu me afetas e eu ficarei exposto e sem chão enquanto me olhas com a tua cara de gozão. Achas piada ao meu desconforto e eu ao teu, talvez nisso consigamos ser iguais e normais um com o outro, enquanto um se ri o outro faz mais piadas, sem nenhum mencionar os nossos corações em sintonia, sem nenhum mencionar as nossas mãos entrelaçadas, sem nenhum olhar estranho de “será que isto é certo?” sem nada, só dois sorrisos e duas almas abraçadas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 09:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>Almeida Garrett</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Almeida Garrett é considerado o pai do Romantismo em Portugal, um movimento literário que ele inaugurou com a publicação do poema Camões em 1825. O seu projeto romântico português focava-se na valorização da cultura e identidade lusitanas, impulsionado pelo seu exílio na Inglaterra e contato com o romantismo europeu. Garrett defendeu que a arte romântica deveria ser popular, divulgar a verdade e defender os valores nacionais e a liberdade, influenciando o teatro e a prosa moderna em Portugal. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 09:47:26 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Romantismo foi um movimento cultural do século XIX que exaltou o indivíduo, a emoção e a liberdade, em contraste com o racionalismo clássico, manifestando-se na literatura, música e artes plásticas. Em Portugal, o movimento iniciou-se em 1825 e durou até o fim do século. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 10:12:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O contexto político e social do Romantismo português (páginas 30-32)</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3593718843</link>
         <description><![CDATA[<p>O eco das ideias da Revolução Francesa chegara já aos nossos pré-românticos, deixando marcas na sua poesia.</p><p>As invasões Francesas de 1807 a 1810 obteve uma difusão das ideias liberais em Portugal.</p><p><br/></p><p>pág 32</p><p>D.Pedro morre em 1834 subindo ao trono sua filha, com nome de D.Maria II. </p><p>Houve lutas políticas entre defensores da carta constitucional e os defensores da constituição. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 09:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3593727458</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas Artes Plásticas pintores como Caspar David Friedrich e Eugène Delacroix usaram cores vibrantes e pinceladas expressivas para transmitir sentimentos e criar atmosferas dramáticas em suas obras.</p><p>Na pintura envolve temas como a natureza tempestuosa, desespero evidente. — Idade Média</p><p>A música da era envolvia o piado de uma forma dramática e compositores como Beethoven e Chopin exploraram novas formas de expressão musical para evocar emoções intensas.</p><p>A arquitetura era exótica, neogótico neomanuelino e árabe.</p><p>E por final na literatura tem o Almeida Garrette e o Alexandre Herculano</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 09:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>O teatro português até ao século XIX</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3612963403</link>
         <description><![CDATA[<p>O teatro português teve existência com o impacto das condições sócioeconómicas no desenvolvimento teatral. </p><p>1.º período favorável ao teatro foi o reinado de D.Manuel e D.João III com os descobrimentos; teatro vicentino</p><p>A perda da independência, Inquisição, influências estrangeiras —&gt; “destruição” do teatro português </p><p><br/></p><p>2.º período favorável ao teatro foi com a revolução liberal com a ascensão da burguesia. </p><p>Defesa do teatro enquanto meio de promoção cultural + ideologia romântica com a valorização do popular, do nacional, do passado, do indivíduo e dos seus sentimentos.</p><p>E por final a restauração do teatro nacional com Almeida Garrett</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 07:35:25 UTC</pubDate>
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         <title>Um Auto do Gil Vicente </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/oolgqhazr5wj1x04/wish/3612988383</link>
         <description><![CDATA[<p>Escrita por João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799-1854) em 1838 (entre 11 de junho e 10 de julho) e impressa em 1841. </p><p>Marcou a sua opção por uma dramaturgia nacional com inspiração romântica, composto por três atos cuja ação decorre na corte de D.Manuel I. </p><p>A trama dos amores secretos entre a infanta Dona Beatriz, filha de D.Manuel I, e o porta Bernadim Ribeiro desenrola-se em torno da preparação e representação da peça vicentina Cortes de Júpiter, apresentanda aquando da partida de D.Beatriz para Saboia (casamento com D.Carlos III) —&gt; Teatro dentro do teatro </p><p>A peça responde ao plano de que Garrett fora incumbido: Fundar um teatro Nacional —&gt; Um Auto de Gil Vicente: Drama nacional, com figuras históricas num momento de grandeza nacional. </p><p>Objetivo fr Garrett fazer “um drama de outro drama e ressuscitar Gil Vicente” para ressuscitar o teatro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 07:54:14 UTC</pubDate>
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