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      <title>Registo de leitura by simone souza da silva</title>
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      <description>Os livros que li e o que penso sobre eles</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-21 21:52:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-22 02:30:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>simoneluz26</author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034784201</link>
         <description><![CDATA[<p>   O texto analisa a escola como espaço sociocultural, na busca de entender o que é a escola como instituição, cultura, espaço e conjunto das relações sociais por estabelecer no interior e exterior da escola sendo determinante para o processo educativo. Analisa o espaço físico, arquitetura e suas influências nas interações dessas relações, o papel do professor e do aluno, o método educativo que não contribui para o saber questionador, mostrando-se linear e materializado em conteúdos de programas e livros escolares. Trata do potencial que a escola possui em ampliar a transmissão de saberes através das relações e suas trocas de experiências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 21:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>PRIMEIROS OLHARES SOBRE A ESCOLA</title>
         <author>simoneluz26</author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034784516</link>
         <description><![CDATA[<p>   A escola como espaço sociocultural repousa no sentido de compreender a cultura com um olhar mais denso, em espaços, pessoas de todas as idades, partes, na busca de resgatar o papel dos sujeitos no meio social das instituições. Expressando análise surgida a partir da década de 80 que tentava superar as análises mais deterministas, desenvolvendo uma análise em que se privilegia a ação dos sujeitos na relação com as estruturas sociais.</p><p>   Neste sentido, a escola como espaço sociocultural é entendida como espaço social próprio, ordenado em dupla dimensão, resultando de um conflito de interesses em que de um lado está a escola como instituição, organização oficial escolar com suas regras e normas, e de outro as tramas de relações sociais que os sujeitos participantes da escola carregam, como um processo de ação recíproca entre o sujeito e a instituição.</p><p>   A reprodução do velho sempre vai se recolocando e a possibilidade de construção do novo no processo educativo escolar, assim destrinchando ao longo da escrita angústias e questões de professores de escolas noturnas da rede pública de ensino na periferia da região metropolitana de Belo Horizonte-MG em 1994.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 21:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>OS ALUNOS CHEGAM À ESCOLA</title>
         <author>simoneluz26</author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034784648</link>
         <description><![CDATA[<p>   Traz a descrição de um momento de aula na área externa, em que as pessoas vão chegando, conversando, formando grupos, conversas, paqueras, os sons, o comércio em volta, uma escola grande com muros altos, sendo um espaço claramente delimitado, como se passasse para o novo cenário onde serão desempenhados papéis específicos, próprios do “mundo da escola”, bem diferentes dos desempenhados no “mundo da rua”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 21:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>A DIVERSIDADE CULTURAL</title>
         <author>simoneluz26</author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034784770</link>
         <description><![CDATA[<p>   Para grande parte dos professores, não se leva em conta aspectos pessoais dos alunos, pois são vistos como estudantes, independente de cor, sexo, idade, origem social, pois entendem que a instituição escolar deveria atender todos da mesma forma, sendo assim essa homogeneização corresponde instituição escolar, compreendida como universal.</p><p>   Neste sentido, existe uma desarticulação entre o conhecimento escolar e a vida dos alunos. O conhecimento escolar se torna “objeto” ao ser materializado nos programas e livros didáticos, sendo valorizadas as provas e notas devido à ênfase ser centrada nos resultados da aprendizagem e não no processo, tornando assim o conhecimento como um produto. Expressam uma lógica instrumental que reduz a compreensão de educação e seus processos em transmissão de informações. O mesmo método é aplicado em diferentes públicos, em diversos lugares, e este tratamento uniforme só vem consagrar a desigualdade e as injustiças das origens sociais do aluno.</p><p>   Para superar essa visão estereotipada da noção de aluno implica-se, compreendê-los na sua diferença enquanto indivíduo que carregam sua história e tem suas particularidades, levando em conta a dimensão da “experiência vivida” que é matéria prima a partir da qual os jovens articulam sua própria cultura, aqui entendida enquanto conjunto de crenças, valores, visão de mundo, rede de significados.</p><p>   Tomando por base que nenhum indivíduo nasce homem, mas constitui-se e se produz como tal, num processo contínuo de passagem da natureza para cultura, sendo construído e se construindo enquanto ser humano, como se dá essa produção na sociedade concreta?</p><p>   Já existia uma sociedade quando qualquer um desses jovens nasceu e foi inserido. Existe outro nível de interação na vida social cotidiana com suas próprias estruturas, características próprias onde o nível do grupo social que produz uma cultura própria. Refletindo nas novas experiências de relações familiares diferentes, morar em outro bairro, estudar em outra escola, num constante reiniciar das relações, configurando um processo educativo amplo que ocorre no cotidiano das relações sociais, e os jovens alunos são resultado disso. Apesar da aparência de homogeneidade, expressam a diversidade cultural: uma mesma linguagem pode expressar múltiplas falas.</p><p>   Desta forma, afirma-se que “são as relações sociais que verdadeiramente educam, isto é, formam, produzem os indivíduos em suas realidades singulares e mais profundas. Nenhum indivíduo nasce homem. Portanto, a educação tem um sentido mais amplo, é o processo de produção de homens num determinado momento histórico...” (Daryrell, 1992, p.2). Diante desta ampla diversidade de experiências, marcadas pela própria divisão social do trabalho e das riquezas que vai delinear as classes sociais, constitui-se dois conjuntos culturais básicos: a oposição cultura erudita x cultura popular.</p><p>   Na sociedade brasileira a diversidade cultural também é fruto do acesso diferenciado às informações e distribuição dos recursos materiais, tendo assim também uma conotação político ideológica.</p><p>   A diversidade cultural dos alunos implicam no aspecto que a escola é polissêmica, tem uma multiplicidade de sentidos, e na experiência que a escola oferece na forma como estrutura o seu projeto político pedagógico e os projetos dos alunos. Neste sentido, a escola não poderia ser um espaço de ampliação de experiências? Além dessa questão, quais seriam os espaços e momentos que poderiam contribuir para que o aluno se situe em relação ao mundo que vive? Resgatando assim a função social da escola e seu processo de formação de cidadãos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 21:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>AS MULTIPLAS DIMENSÕES EDUCATIVAS DO ESPAÇO ESCOLAR </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034818488</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>   Dayrell, descreve o ambiente escolar como um local onde se dá um conjunto de relações interpessoais, que propiciam a aprendizagem seja de forma direta ou indireta, onde em algumas delas os aspectos físicos, suas estruturas acabam não estimulando o ato de aprender Como ele destaca em sua fala ao descrever as características do ambiente escolar que relata no texto: "no seu conjunto, o espaço físico é rígido, retangular, frio, pouco estimulante. As paredes são lisas, sem nenhum apelo” (Dayrell, p. 7).  segundo o autor, a escola tem que ser um ambiente que desperte no aluno o interesse pelo ato de aprender de forma espontânea e natural, promovendo o engajamento e a interdisciplinaridade durante este processo. Os diversos espaços pertencentes a escola, devem ser observados, analisados e inseridos como fatores que influenciam no aprendizado dos alunos. </p><p><br/></p><p><strong>DIMENSÃO DO ENCONTRO </strong></p><p><br/></p><p>   Dayrell destaca a importância de compreender o ambiente escolar como um espaço complexo e diversificado, onde as interações e práticas educativas são desenvolvidas constantemente. É este espaço que possibilita o desenvolvimento de diversas habilidades, contribuindo para a formação humana e a construção da identidade dos indivíduos.  </p><p>   Assim segundo Dayrell, a escola constituí um espaço coletivo, onde se estabelece as relações grupais que se materializam na convivência escolar, onde os comportamentos dos sujeitos se dão por meio do diálogo entre suas experiências, culturas, suas demandas e expectativas com a tradição ou a cultura escolar. Através das relações entre os diversos sujeitos envolvidos no processo de ensino aprendizagem, o que ele denomina de “encontro “, que permite construir e fortalecer as relações que propiciam a aprendizagem.</p><p>   As relações entre os sujeitos se dão em ambientes diversificados, sendo dentro ou fora da escola num determinado tempo e espaço, seja através da vivência ou do compartilhamento de experiências no campo do trabalho, da vida e da própria escola, onde cada uma delas podem variar a depender do ambiente ou momento em que ocorrem.  </p><p>   Embora a escola seja um lugar que contribui para a socialização dos indivíduos, Dayrell afirma que ao invés de promover e incentivar mais o encontro entre os educandos, professores, e todos inseridos no espaço escolar, infelizmente isso não ocorre, falta mais empenho, sendo importante também intensificar a relação entre família e escola. </p><p>   Essas ações são fundamentais, pois contribuem para a formação integral dos alunos. Assim as escolas priorizam mais a questão dos conteúdos, e investem muito pouco nos processos de socialização humana, que também contribuem para a aprendizagem.  </p><p>   Dayrell ressalta que escola se constitui de tempos e espaços ritualizados, onde através das relações estabelecidas entre os alunos espontaneamente o conhecimento é construído, na maioria das vezes de forma implícita, independente do planejamento pedagógico, do que se planeja alcançar. Esse fato é descrito por muitos autores como “currículo oculto “(Silva 1984). O autor cita, os diferentes comportamentos dos alunos, a relação com os professores, a semana de provas como exemplos desses rituais escolares, também temos as datas comemorativas; dia das mães, do estudante, do professor, festas juninas, todos constituem encontros que possibilitam reforçar os laços afetivos, promover o engajamento entre os alunos, e despertar valores e conceitos, reafirmar tradições e culturas existentes em nossa sociedade, despertando nos alunos o sentimento de pertencimento a sua própria cultura, reconhecendo-se como homem e mulher pertencentes a um grupo social. Como afirma o próprio autor, “todos eles são momentos que garantem a reprodução de valores considerados universais na nossa cultura, contribuindo, de alguma forma, na construção dos elementos de uma "identidade nacional “(Dayrell p. 10). </p><p>   Desse modo, a escola permite a convivência com as diferenças, construindo o conceito de igualdade através das relações estabelecidas nos trabalhos em grupo, onde o aluno aprende a lidar com as diferenças, e o processo de ensino aprendizagem se torna mais tranquilo atingindo melhores resultados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 00:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>ARQUITETURA DA ESCOLA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034837744</link>
         <description><![CDATA[<p>   No texto "A Escola como Espaço Sociocultural" de Juarez Tarcísio Dayrell, o autor discute a arquitetura da escola e como ela influencia o ambiente educativo e a interação entre os alunos.  </p><p>Podemos analisar e destacar os principais pontos como por exemplo.</p><p>Arquitetura da Escola:</p><p>   Espaço Físico e Educação</p><p>Dayrell argumenta que a arquitetura escolar vai além de um simples conjunto de edifícios; ela reflete e influencia as práticas pedagógicas, as relações sociais e a cultura escolar.</p><p>   O espaço físico é uma expressão concreta da organização escolar e pode facilitar ou dificultar a aprendizagem.</p><p>Estrutura e Organização:</p><p>   A disposição das salas de aula, corredores, pátios e outras áreas comuns afeta como os alunos interagem entre si e com os professores. </p><p>Por exemplo:</p><p>    Na Salas de Aula: O formato tradicional com fileiras de carteiras voltadas para o professor simboliza uma abordagem pedagógica centrada no professor. Em contraste, salas com mesas dispostas em círculo ou em grupos incentivam a interação e o aprendizado colaborativo.</p><p>Áreas Comuns: Pátios e espaços abertos promovem a socialização e a prática de atividades extracurriculares, fundamentais para o desenvolvimento sociocultural dos alunos.</p><p>Inclusão e Acessibilidade</p><p>    A arquitetura também deve considerar a inclusão, garantindo que todos os alunos, independentemente de suas necessidades físicas, possam acessar e utilizar os espaços escolares de maneira igualitária. Rampas, elevadores e banheiros adaptados são exemplos de como a arquitetura pode promover a inclusão.</p><p>Ambiente Agradável</p><p>   Um ambiente escolar bem planejado, com boa iluminação, ventilação adequada e espaços acolhedores, contribui para o bem-estar dos alunos e professores. Isso, por sua vez, tem um impacto positivo na motivação e no desempenho acadêmico.</p><p>   Conclui-se que a arquitetura escolar não deve ser negligenciada ao se discutir a qualidade da educação. </p><p>Ela é uma parte integrante do processo educativo, pois influencia as dinâmicas de ensino e aprendizagem e moldando o ambiente sociocultural da escola. É de extrema importância que a arquitetura escolar seja planejada de forma reflexiva, levando em conta não apenas aspectos estéticos, mas também funcionais e pedagógicos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 01:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>DIMENSÃO DO CONHECIMENTO NA ESCOLA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034839562</link>
         <description><![CDATA[<p>   O texto Análise Crítica das Dimensões do Conhecimento nas Escolas do autor Juarez Tarcisio Dayrell1 destaca a desconexão entre os métodos de ensino e os interesses dos alunos, levando ao desinteresse. As interações entre professores e alunos moldam identidades e reforçam estereótipos, afetando o comportamento e a autoimagem dos alunos. Os métodos tradicionais de ensino concentram-se em informações descontextualizadas e não conseguem conectar o conteúdo à realidade dos alunos. A aprendizagem significativa é crucial, integrando experiências e conhecimentos anteriores. As atividades extracurriculares, como festas, têm potencial educativo, mas muitas vezes não estão relacionadas com cursos formais.</p><p>   Os métodos tradicionais de ensino concentram-se em informações descontextualizadas e não conseguem conectar o conteúdo à realidade dos alunos. A aprendizagem significativa é crucial, integrando experiências e conhecimentos anteriores. As atividades extracurriculares, como festas, têm potencial educativo, mas muitas vezes não estão relacionadas com o currículo formal. </p><p>   A organização escolar (incluindo horários) muitas vezes não leva em conta a realidade dos alunos, principalmente daqueles que trabalham, resultando na diminuição da motivação. As escolas precisam se reorganizar para responder melhor às necessidades de seus alunos. </p><p>    Conclui-se que as escolas devem promover não só o desenvolvimento intelectual, mas também social e cultural dos alunos, refletindo nas práticas pedagógicas e na organização escolar de forma a valorizar a dimensão educativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 01:44:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>mirlandiaalvesfs881_</author>
         <link>https://padlet.com/simoneluz26/ooh2vleety1c5u8t/wish/3034844132</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>   A análise da escola como espaço sociocultural evidencia a sua importância como um ambiente complexo e multifacetado que vai além da mera transmissão de conhecimento formal. A escola é um local onde interagem instituições, culturas e indivíduos, influenciando profundamente o processo educativo. Essa interação é moldada pela arquitetura escolar, pelas relações sociais e pelos métodos educacionais adotados.</p><p>   O espaço físico da escola, desde suas salas de aula até as áreas comuns, desempenha um papel crucial na facilitação ou obstaculização das interações e da aprendizagem. Arquiteturas que promovem a inclusão e a acessibilidade, bem como ambientes acolhedores e bem planejados, contribuem significativamente para o bem-estar e a motivação dos alunos e professores. No entanto, estruturas rígidas e pouco estimulantes podem desmotivar e limitar o potencial educativo.</p><p>   A homogeneização do ensino, onde todos os alunos são tratados de maneira uniforme, ignora as particularidades e as experiências vividas de cada indivíduo. Essa abordagem instrumental e focada em resultados transforma o conhecimento em produto, desvalorizando o processo educativo e perpetuando desigualdades sociais. Para superar essa visão limitada, é essencial reconhecer e valorizar a diversidade cultural dos alunos, integrando suas histórias e experiências no processo de ensino-aprendizagem.</p><p>   As relações sociais no ambiente escolar, tanto formais quanto informais, desempenham um papel fundamental na educação. O "currículo oculto" composto por interações espontâneas, rituais escolares e atividades extracurriculares, como festas e eventos comemorativos, contribui para a construção da identidade dos alunos e para a formação de laços afetivos e sociais. Essas práticas reforçam valores culturais e promovem o sentimento de pertencimento e a socialização.</p><p>Contudo, há uma necessidade premente de intensificar o "encontro" entre todos os membros da comunidade escolar, incluindo a relação entre família e escola. Essa integração é vital para uma formação integral que vai além do conteúdo acadêmico, promovendo o desenvolvimento humano e a cidadania.</p><p>   Conclui-se que a escola deve ser compreendida e valorizada como um espaço sociocultural dinâmico, onde o conhecimento se constrói de forma holística, integrando aspectos intelectuais, sociais e culturais. É imperativo que as práticas pedagógicas e a organização escolar reflitam essa visão ampla, criando ambientes que não apenas transmitam informação, mas também fomentem o desenvolvimento integral dos alunos como indivíduos e cidadãos conscientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 01:59:54 UTC</pubDate>
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