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      <title>Clonagem do padlet E1 Entamoeba histolytica I - Enfermagem G3 2020_2 by Desirê Ventura</title>
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      <description>Criado com um momento de genialidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-07 21:48:53 UTC</pubDate>
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         <title>Amebíase </title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: (https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/parasitoses/ameba-entamoeba-histolytica/)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 21:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>Entamoeba histolytica</title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte da imagem: (https://br.pinterest.com/pin/518969557040626492/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 21:53:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após ingeridos na forma de cistos maduros do protozoário <em>E. histolytica</em> seguem até a região final do intestino delgado há o desencistamento. São liberados os metacistos por uma abertura na parede cística, que seguem sua vida de modo comensal e começam a se dividir binariamente. Transformam-se então em trofozoítos metacíclicos e migram para o intestino grosso, onde se multiplicam, provocando a colonização. Nessa fase, podem invadir outros órgãos por meio da corrente sanguínea. Alimentam-se das bactérias quando estão aderidos à parede da mucosa até que se desprendem e, consequentemente, se desidratarem, formando pré-cistos. Esses irão se variar para a forma de cistos primeiramente mononucleares, posteriormente tetranucleados e depois são eliminados nas fezes, quando em sua forma não-invasiva.</div><div>Fonte da imagem: (https://www.cdc.gov/dpdx/amebiasis/index.html)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 21:58:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seu tipo de infecção ocorre no modo oral-fecal, tal fato se dá pois o hospedeiro, no caso o homem, ingere cistos que podem estar presentes tanto nos alimentos quanto na água. <br>Fonte da imagem: (<a href="https://www.kuadro.com.br/resumos-enem-vestibulares/biologia/classificacao-e-evolucao/caracteristicas-do-reino-protista?id=282&amp;topicId=6175">https://www.kuadro.com.br/resumos-enem-vestibulares/biologia/classificacao-e-evolucao/caracteristicas-do-reino-protista?id=282&amp;topicId=6175</a>)</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:01:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>	A infecção ocorre quando ingere-se alimentos que estão contaminados com os cistos maduros. Isso porque a forma trozoíta não consegue viver no meio exterior e, quando é ingerida, é destruída devido a secreção gástrica, que é ácida. Desse modo, o ciclo de infecção segue um fluxo fecal-oral porque a pessoa contaminada elimina os cistos com as fezes e essas fezes permanecem com potencial de infecção por volta de até 20 dias. Além disso, a água que não recebe tratamento e entra em contato com esses dejetos, e depois é consumida ou entra em contato com outros alimentos, também constitui um modo de transmissão. Logo, podemos afirmar que a transmissão é agravada em locais que não possuem tratamento de água e esgoto. Os cistos, após serem ingeridos, passam pelo estômago e vão se desencistando quando estão no intestino delgado. O ceco e o retossigmóide são o local de preferência para a invasão tecidual. <br>Fonte da imagem: (https://www.medicinanet.com.br/conteudos/acp-medicine/5818/infeccoes_por_protozoarios_%E2%80%93_wesley_c_van_voorhis.htm)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:03:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
         <link>https://padlet.com/desire_ventura/ooasd1qa2v8ldqbw/wish/1279504190</link>
         <description><![CDATA[<div>	Ciclo evolutivo do tipo monoxênico, ou seja, este parasita completa todo o seu ciclo em apenas um hospedeiro. Seu hospedeiro é o ser humano.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Intestino Grosso</title>
         <author>desire_ventura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte da imagem: (https://www.ativosaude.com/saude/amebiase/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:10:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
         <link>https://padlet.com/desire_ventura/ooasd1qa2v8ldqbw/wish/1279507907</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto às manifestações clínicas referentes a infecção por E. histolytica, pode-se afirmar que a maioria é assintomática e o próprio organismo é capaz de combater o problema. Entretanto, algumas pessoas infectadas apresentam disenteria amebiana ou então formas extra intestinais da doença. No primeiro caso, a pessoa com disenteria amebiana aguda apresenta dores abdominais e diarreia com sangue, podendo também ter náuseas, febre, mal estar e cefaléia. Além disso, também é possível ver cristais de Charcot-Leyden. Em relação às formas extra intestinais, o abscesso hepático amebiano é o mais comum e está relacionado com taxas de morbidade e mortalidade, apresentando dor e a sensação de peso no hipocôndrio direito. Vale ressaltar que os sintomas da amebíase intestinal podem ser confundidos com sintomas de outras doenças intestinais. <br>Fonte da imagem: (https://www.medicina.ufmg.br/observaped/wp-content/uploads/sites/37/2018/10/Ameba.jpg)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:12:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
         <link>https://padlet.com/desire_ventura/ooasd1qa2v8ldqbw/wish/1279510338</link>
         <description><![CDATA[<div>    Tem-se em primeiro plano o diagnóstico clínico, cujas manifestações relacionadas a parasitoses por E. histolytica ou E. dispar são populares à várias doenças intestinais. Em grande parte dos casos, principalmente, na etapa crítica, poderá ser prontamente confundida com a salmoneloses, a disenteria bacilar e esquistossomose. Tendo assim, a necessidade de outros meios para uma ratificação diagnóstica mais exata.</div><div>	Sob a óptica laboratorial pode-se depreender a avaliação de exames parasitológicos relacionados às fezes do indivíduo e também por meio de exames sorológicos. Os exames de análise microscópica de fezes frescas buscam a identificação morfológica dos cistos e trofozoítos. Tal análise é considerada uma maneira de baixo custo financeiro e simples de se obter o diagnóstico.</div><div><strong>        </strong>Ademais, há outra forma de se conseguir um diagnóstico eficaz, que é o imunodiagnóstico, em que  a reação de imunofluorescência indireta (RIFI) para pesquisa de anticorpos específicos contra o parasita no soro do paciente e o ensaio imunoenzimático (ELISA) para detecção de coproantígenos nas fezes podem ser  empregados como alternativa diagnóstica.</div><div>          Sabe-se que, na amebíase extra-intestinal, em que os exames fecais tendem a ser negativos, as análises sorológicos podem contactar, aproximadamente 95% de tais casos. Desse modo, são considerados métodos de escolha no diagnóstico do abscesso hepático amebiano, como resultados, não só contribuem para distinguir a etiologia, como também são essenciais para a distinção entre a amebíase invasiva e não invasiva.</div><div>                 Por fim, há também outros exames complementares que podem vir a ser cruciais para o diagnóstico dessa enfermidade como o retossigmoidoscopia, que é um importante método na visualização das ulcerações, possibilitando a identificação do agente etiológico obtido no material das lesões. Anexado a isso, pode-se ter os exames complementares como, radiografias, tomografias, ultrassonografias e ressonância magnética que podem identificar a localização, o número e o tamanho dos abcessos, podendo distingui-los de outras patologias. Em casos mais graves em que não há regressão da doença após tratamento, tem-se a possibilidade da punção do abscesso hepático, porém, é um procedimento de alto risco, além do encontro do trofozoíto no líquido do abscesso ser difícil, necessitando de um tratamento prévio do material e bastante experiência do microscopista.</div><div>Fonte da imagem: (https://www.plugbr.net/entamoeba-histolytica-resultado-do-exame-de-fezes-positivo-e-como-tratar-segundo-recomendacoes-da-svs/)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:14:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
         <link>https://padlet.com/desire_ventura/ooasd1qa2v8ldqbw/wish/1279512707</link>
         <description><![CDATA[<div>A parasitose amebíase é uma infecção causada pelo parasito Entamoeba histolytica,que se propaga a partir da ingestão de água e alimentos  contaminados com o cisto, tendo em vista tudo isso países em desenvolvimento são mais afetados devido a precariedade em relação a saneamento básico e higiene.</div><div><br>Fonte da imagem: (<a href="https://docs.bvsalud.org/biblioref/2019/12/1026500/66-70.pdf">https://docs.bvsalud.org/biblioref/2019/12/1026500/66-70.pdf</a>)</div><div><br>Gráfico: INFECÇÕES POR AMEBÍASE NOS ESTADOS BRASILEIROS DE 2012 A 2016</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:16:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>desire_ventura</author>
         <link>https://padlet.com/desire_ventura/ooasd1qa2v8ldqbw/wish/1279520240</link>
         <description><![CDATA[<div>Saneamento básico; </div><div>Educação sanitária como: (lavagem das mãos antes das refeições e após a defecação,lavar bem os legumes, verduras e frutas);</div><div>Alimentação adequada;</div><div>Abastecimento de água potável;</div><div>Educação ambiental;</div><div>Informar e orientar a população sobre as maneiras de contaminação da amebíase e formas de evitá-las,como: beber água filtrada (a partir do método de filtração por diatomáceas),não ingerir alimentos suspeitos, uso da tintura de iodo para desinfecção da água. </div><div><br>Fonte da imagem: (https://www.vestibulandoweb.com.br/educacao/biologia/questoes-reino-protista/)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 22:22:32 UTC</pubDate>
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