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      <title>Ciências Naturais - 8ºA by Ana Lúcia Pinho</title>
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      <description>Criado com fascinação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-09 09:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Nacional da Peneda-Gerês</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome Comum: </strong>Lobo-ibérico&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Nome Científico: </strong><em>Canis lupus signatus</em>&nbsp;</div><div>O lobo-ibérico é o maior predador e um dos animais mais&nbsp;</div><div>perseguidos em Portugal.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Descrição da espécie: </strong>&nbsp;O lobo-ibérico é, de entre as subespécies de lobo, a que apresenta menores dimensões e peso (altura ao garrote - 70 cm; peso - 25 a 40Kg). Caracteriza-se por possuir uma pelagem castanho amarelada no tronco.&nbsp;</div><div>&nbsp;O lobo é o canídeo com maior distribuição geográfica natural. Tem uma grande capacidade de adaptação e organização social, o que lhe permite distribuir-se por uma vasta área, adaptando-se a quase todos os tipos de biótopos do Hemisfério Norte.&nbsp;</div><div>O número de lobos ibéricos numa alcateia varia entre 2 e 10, conforme a altura do ano. Este número depende, também, do espaço disponível, do número de presas e de lobos da população. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Alimentação:&nbsp; </strong>É um animal carnívoro.&nbsp;</div><div>Tem uma necessidade energética diária de cerca de 3-5 kg, no entanto, pode passar vários dias sem comer.&nbsp;</div><div>A sua dieta é de um predador generalista, consumindo de pequenos roedores a mamíferos de grande porte.&nbsp;</div><div>Como todos os predadores, este tem presas preferenciais: ungulados silvestres, como o corço, o veado e o javali. Contudo, devido à destruição do habitat e à escassez das suas presas silvestres, é forçado a alimentar-se de ungulados domésticos.&nbsp;</div><div>&nbsp;As suas principais presas são o porco-montês, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente, também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra, isto é, sempre que pode é necrófago.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Reprodução:&nbsp; </strong>É um animal mamífero.&nbsp;</div><div>A sua época de reprodução acontece apenas uma vez por ano (março – abril), nascendo as crias em maio – junho.&nbsp;</div><div>O período reprodutor das fêmeas é de 5 a 7 dias.&nbsp;</div><div>A gestação dura cerca de 2 meses. &nbsp;</div><div>O número médio de crias por ninhada é de 5, com um mínimo de 1 e um máximo de 11 crias.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Vias de Extinção:&nbsp; </strong>Em Portugal, o lobo-ibérico é considerado como uma espécie “Em Perigo (EN)”, desde 1990.&nbsp;</div><div>Ainda no século XIX o lobo-ibérico distribuía-se por quase todo o território da Península Ibérica. Ao longo do século XX, a caça e a redução do habitat natural causaram, a sua extinção na maior parte desse território.&nbsp;</div><div>Em Portugal foi criada uma lei para a proteção de lobos-ibéricos:<strong> Lei de Proteção do Lobo Ibérico</strong> (Lei n.º 90/88 de 13 de agosto e Decreto-Lei 139/90 de 27 de abril). Esta lei define as bases para a proteção e conservação do lobo ibérico, integrando regras relativas à sua proteção, detenção, transporte, comercialização, exposição e prevenção quanto à utilização de meios de extermínio com recurso a cães assilvestrados (cães treinados para caçar lobos) e regras de responsabilidade.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Medidas que devemos adotar e consolidar para protegermos o lobo-ibérico: </strong>&nbsp;</div><ul><li>Proibir a caça furtiva aos lobos;&nbsp;</li><li>Não destruir o seu habitat natural;&nbsp;</li><li>Proteger os lobos-ibéricos em reservas naturais;&nbsp;</li><li>Acabar com os fojos (armadilhas usadas para caçar lobos);&nbsp;</li><li>A Associação de Conservação do Habitat do Lobo Ibérico (ACHLI) tem como missão contribuir para a preservação da paisagem natural e cultural de áreas sensíveis em território nacional, em particular nas áreas onde se detete a presença do Lobo Ibérico.&nbsp;</li><li>Entre muitas outras...&nbsp;</li></ul><div><br><br>Laura Bispo nº 15<br>Manuela Vicaria nº 16</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 08:53:01 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural da Ria Formosa, Faro</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087914049</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum: </strong>Pepino-do-mar&nbsp;<br><br></div><div><strong>Nome científico:</strong> <em>Stichopus herrmanni&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>Descrição da espécie:</strong> O pepino-do-mar é um animal de pele grossa e espinhosa que possui um corpo alongado, alcançando em média 25 cm (embora existem espécies de poucos milímetros e outras que passam de 1 metro) e podem apresentar diferentes cores, com texturas duras e fortes.</div><div>São encontrados principalmente em águas rasas, mas alguns podem ser encontrados no fundo dos oceanos. O pepino-do-mar é um animal marinho equinoderme e um invertebrado que se move muito lentamente. A boca do pepino-do-mar é rodeada por 10 a 30 tentáculos, que são usados para comer e cavar. A abertura anal é usada tanto para respirar quanto para eliminar dejetos. Muitos pepinos-do-mar podem ejetam os seus órgãos internos através do ânus e depois criá-los novamente.</div><div>Seus corpos são alongados, alcançando em média 25cm (embora existem espécies de poucos milímetros e outras que passam de 1 metro) e podem apresentar diferentes cores, com texturas duras.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Alimentação:</strong></div><div>Os pepinos-do-mar alimentam-se de algas e de areia.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Reprodução:</strong></div><div>Os pepinos-do-mar podem se reproduzir de duas maneiras. Uma delas é quando a fêmea liberta milhões de ovos no oceano. Os ovos são então fecundados pelas células sexuais do macho depois os ovos fecundados desenvolvem-se sozinhos.&nbsp;</div><div>A outra forma é através da reprodução assexuada. Nesse caso, um pepino-do-mar divide-se em dois para criar a sua prole.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Extinção da espécie:</strong> A China induz os seus barcos de pesca a invadirem santuários marinhos protegidos ao redor do mundo, pescando os pepinos-do-mar para os coletar para a fabricação de vários produtos, incluindo medicamentos, champôs, pasta de dentes e como ingrediente culinário.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Medidas para proteger o pepino-do-mar:</strong> &nbsp;</div><div>- Reduzir a pesca furtiva.</div><div>- Estabelecer zonas de reservas do pepino do mar ao longo da costa.</div><div>- Estabelecer uma colheita rotatória em áreas diferentes.&nbsp;</div><div>- Fazer estudos aprofundados sobre o pepino do mar, tendo um melhor conhecimento das suas características e assim ter mais possibilidade em protegê-lo.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Curiosidades:</strong>&nbsp;</div><div>Um hábito curioso dos pepinos-do-mar é que eles relacionam-se com a fuga da predação. Para distrair os predadores e sobreviver aos ataques, estes animais realizam uma estratégia, na qual ejetam parte de seus intestinos no ambiente. Já em segurança, os pepinos-do-mar são capazes de regenerar os tecidos perdidos.</div><div>&nbsp;</div><div>A universidade do Algarve está a criar o pepino-do-mar em terra (em aquários) de forma a estudá-los e reproduzi-los, de forma a satisfazê-los nas necessidades de consumo mundial, nomeadamente aos países asiáticos. O estudo também permitirá analisar as características do pepino-do-mar que poderá aliviar as mudanças climáticas em corais preservando os mesmos, uma vez que ao comer areia, o pepino-do-mar diminui a acidificação do mar.&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Amanda e Clara&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 08:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural da Serra da Arrábida</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087916238</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum:</strong> Raposa-vermelha<br><br></div><div><strong>Nome científico:</strong>&nbsp; <em>Vulpes vulpes<br></em><br></div><div><strong>Habitat:</strong> A raposa-vermelha ocorre em quase todos os tipos de habitats, mas de um modo geral, prefere zonas de habitats mistos, ocupando especialmente matagais em mosaico, lameiros, florestas e campos agrícolas. É também abundante em zonas pantanosas, montanhas, dunas e subúrbios de cidades. <br><br><strong>Biometrias:</strong> É um dos maiores carnívoros de Portugal. O comprimento da cabeça mais corpo varia entre 58 e 90 cm e a cauda mede entre 32 e 48 cm entre 90 e 132 cm. Normalmente as fêmeas são mais pequenas do que os machos. Pesa em média entre 5 e 7 kg.<br><br></div><div><strong>Comportamento:</strong> Tem sobretudo, uma atividade noturna e crepuscular, mas pode ser avistada durante o dia em locais onde a disponibilidade de alimento é menor ou onde a pressão humana é menor. À semelhança de outros canídeos, a raposa vive em grupos familiares, formados por um macho adulto e várias fêmeas (normalmente entre 2 e 4 fêmeas), havendo alguma hierarquia entre estas. A reprodução é, por vezes, exclusiva às fêmeas dominantes do grupo e nestes casos as restantes ajudam tomando conta, brincando e alimentando as crias. Nos grupos em que há mais do que uma fêmea a reproduzir, podem juntar as ninhadas e amamentá-las em conjunto. O tamanho do grupo está dependente do tamanho do território, que é defendido ativamente, o que por sua vez depende da disponibilidade de alimento. Apesar de viver em grupos, cada indivíduo caça e alimenta-se sozinho e como consequência caça por emboscada e não por perseguição como outros canídeos. A raposa é capaz de se deslocar de uma forma furtiva e silenciosa, caçando as suas presas com os seus característicos e ágeis saltos de grande amplitude. A raposa tem uma tendência para caçar os animais mais doentes, velhos e fracos, prevenindo a expansão de doenças perigosas para estas espécies.<br><br></div><div><strong>Predadores e Estratégias de Defesa:</strong> Ocasionalmente, grandes predadores como o lobo, a águia-real&nbsp; e o lince-ibérico podem matar e alimentarem-se de raposas. A longevidade potencial de uma raposa na natureza varia entre os 9 e os 13 anos.<br><br></div><div><strong>Dieta:</strong> a raposa é omnívora, apresentando uma dieta variada, que depende da disponibilidade de alimento e, por isso, varia com a região e época do ano. Os roedores, os coelhos, aves, insetos (principalmente besouros), ovos e minhocas são as principais fontes de proteína animal, enquanto que os frutos são a principal fonte de alimento vegetal. É oportunista e, por isso, as carcaças de animais mortos e lixeiras também podem ser importantes.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Reprodução:</strong> Os acasalamentos têm lugar entre dezembro e fevereiro e os nascimentos acontecem entre março e maio e é nesta altura que começam a procurar tocas onde as crias possam nascer. As tocas podem ser escavadas pelas próprias raposas ou então podem reaproveitar tocas pré-existentes de coelhos ou de outros animais como o texugo.&nbsp; O período de gestação dura cerca de 53 dias e nascem 4 a 5 crias por ninhada, mas este número depende da disponibilidade de alimento. As crias nascem surdas e cegas e com um mês de idade já comem alimentos sólidos e nesta altura tanto o macho como a fêmea cuidam das crias, trazendo alimento para as tocas. O desmame dá-se às 6 semanas e as crias tornam-se independentes no outono. Cada fêmea tem apenas uma ninhada por ano. Tanto o macho como a fêmea participam nos cuidados parentais e as crias tornam-se independentes no outono, atingindo a maturidade sexual aos 10 meses.<br><br>Trabalho por: Sofia Fonseca, nº21 e Matilde Valente nº17 &nbsp; 8ºA&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 08:56:29 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural da Serra da Estrela, Seia</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087917621</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 08:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural do Alvão</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087919820</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Serra do Alvão, uma das espécies em perigo de extinção é a víbora cornuda ou <strong><em>Vipera latastei</em></strong><em>, </em>que se classifica na classe reptilia (répteis) e são da família viperidae. Desde 2008 é classificada como vulnerável, encontra-se também incluída na lista de espécies estritamente protegidas</div><div>A <strong><em>Vipera latastei </em></strong>é encontrada geralmente em áreas rochosas húmidas, matagais e bosques secos, sebes e por vezes em dunas costeiras; uma característica que faz a <strong><em>Vipera latastei</em></strong> se distinguir de outras da mesma família é o pequeno “chifre” que tem na ponta do nariz, a sua cor é cinzento-azulado, cabeça triangular, possuindo no dorso uma mancha mais escura, em zig-zag, ao longo de todo o corpo. A ponta da cauda é amarela.</div><div>As fêmeas dão à luz de 2 a 13 crias, em média, uma vez cada três anos.</div><div>O veneno da <strong><em>Vipera latastei</em></strong> pode causar danos graves, principalmente a crianças e idosos. A espécie encontra-se em perigo de extinção por perda de habitat e atropelamentos, o que acontece quando destroem o seu habitat para criar novas estradas.</div><div>Uma maneira de as protegermos é criar áreas protegidas, demarcadas, onde a mão humana não interfira para que a<strong><em> Vipera Latastei</em></strong> se mantenha longe das estradas criando o seu ninho e vivendo fora de perigo.<br><br>João Carlos e&nbsp; Rodrigo Lisboa&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 08:58:52 UTC</pubDate>
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         <title>Reserva Natural da Serra da Malcata</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087921456</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome Comum: Lince Ibérico<br><br>	Nome Científico: Lynx pardinus<br><br><br>&nbsp;Descrição<br><br>Aparência da espécie: Apresenta tipicamente cauda curta, tufos de pêlos negros em forma de pincel na extremidade das orelhas e membros longos. O lince-ibérico, apresenta um padrão de pintas negras muito denso, e os tufos de pêlo em cada lado da face, são os mais compridos do género, sendo tanto maiores quanto mais idade o animal tiver. A pelagem ventral muito clara é também distintiva da espécie.<br>Apresenta muitas das características típicas dos linces, como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. Ao contrário dos seus parentes mais próximos, o lince-ibérico tem uma cor castanho-amarelada com manchas. O comprimento da cabeça e do corpo é de 85 a 110 centímetros, com a pequena cauda a acrescentar um comprimento adicional de 12 a 30 centímetros. O macho é maior que a fêmea e podem pesar até cerca de 27 kg. A longevidade máxima na natureza é de treze anos.<br><br>Alimentação: O coelho-bravo representa mais de 90% da alimentação do lince ibérico. Basta a captura de um indivíduo por dia para satisfazer as suas necessidades energéticas.<br>Porém, também se alimenta de outras espécies: lebres, veados, gamos, corços, passeriformes e perdizes-vermelhas.<br><br>Reprodução: A época de acasalamento inicia-se em janeiro-fevereiro. As crias, geralmente duas, são amamentadas até aos 8 meses e recebem cuidados parentais da progenitora até perto dos 20 meses de idade, altura em que se tornam independentes e abandonam o grupo familiar.<br>Sua reprodução demora de 9 a 11 semanas sendo a uma reprodução do tipo Vivípara<br><br>A época do cio ocorre de Janeiro a Julho, predominantemente em Janeiro-Fevereiro. Durante a época de acasalamento a fêmea deixa o seu território à procura de um macho. O típico período de gestação dura cerca de dois meses; as crias nascem entre Março e Setembro, com o ponto alto de nascimentos em Março e Abril. Uma ninhada consiste em duas ou três crias (raramente uma, quatro ou cinco). As crias pesam entre 200 e 250 gramas.<br>As crias tornam-se independentes quando têm sete a dez meses, mas permanecem com a mãe até aos vinte meses de idade. Entre os 8 e os 23 meses os machos dispersam-se (as fêmeas dispersam-se mais tarde). A distância de dispersão máxima verificada foi de 42 km. A sobrevivência dos mais novos depende muito da população de coelhos no seu habitat. No estado selvagem, tanto os machos como as fêmeas alcançam a maturidade sexual com um ano de idade, embora na prática raramente se reproduzam sem que um território fique vago e tenha qualidade suficiente; foi conhecida uma fêmea que só criou aos cinco anos de idade, quando a sua mãe morreu. A longevidade máxima na natureza é de treze anos. A reprodução não é anual, pois no melhor habitat de Doñana, registou-se o valor de 0,8 ninhada/fêmea/ano.<br><br>Extinção da espécie<br>O lince-ibérico foi uma espécie em perigo crítico até 2015, para agora ser considerada uma espécie em perigo. Ainda assim, é a espécie de felino mais ameaçada no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa. De acordo com o grupo de conservação SOS <em>Lynx</em>, se o lince-ibérico desaparecesse, seria a primeira espécie de felino a ficar extinta desde os tempos pré-históricos. Está categorizado como espécie em perigo por várias organizações, incluindo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN)<br><br>Motivos de sua possível extinção<br>O Lince Ibérico é o felino mais ameaçado deste planeta, devido a várias razões. Em primeiro lugar, trata-se de um especialista de habitat e presa, pelo que as alteações destes afetam muito negativamente as suas populações com efeito, uma das causas mais importantes que provocou a quase extinção do lince ibérico foi a Diminuição da sua principal presa, o coelho bravo, afetado pelo aparecimento das doenças virais: a mixomatose nos anos 50 e a doença hemorrágica vírica do coelho nos anos 80, que provocavam um decréscimo nas populações de coelho superior a 80%. Em segundo lugar, a transformação, fragmentação e Destruição do seu habitat (a floresta mediterrânica, que congrega uma elevada biodiversidade e cuja alteração também afeta as populações de coelho bravo. Além disso, outra das ameaças foi a Morte provocada pelo ser humano, por vezes de maneira involuntária, como o caso dos atropelamentos, e outras vezes intencional, como a utilização de técnicas ilegais e não seletivas de caça, furtivismo, uso de venenos, etc. Outra ameaça para as populações de lince ibérico que esta assumindo relevância nos últimos anos são as Doenças. O lince ibérico é uma espécie com grande risco sanitário (existem escassos efetivos e uma alta densidade de indivíduos), pelo que a aparição de qualquer pico infecioso pode desprezar com facilidade e pode levar a extinção da população local. A isto se une a baixa variabilidade genética do lince, entre outros efeitos negativos, provoca uma fraca resposta do sistema imunitário.<br><br>Medidas para proteção da Espécie.<br>-Proteger seus habitats na natureza&nbsp;<br>-Proteger a espécie em reservas naturais<br>-Evitar a Desflorestação e qualquer tipo de coisa que degrade a floresta<br>-Apoiar a (IUCN) e outras associações de apoio aos animais&nbsp;<br>-Não praticar a caça furtiva<br><br><br>&nbsp;<br>Webgrafia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; https://www.zoo.pt/pt/conhecer/animais/mamiferos/lince-iberico<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; http://www.iberlince.eu/index.php/port/lince-iberico/ameacas#.Yjs3wVXP0dU<br><br>Hernani Aguiar N.º 26&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Dunas de São Jacinto</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087985865</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome Comum:</strong> Morcego-de-ferradura-grande<br><br></div><div><strong>Nome Científico:</strong> <em>Rhinolophus ferrumequinum<br></em><br></div><div><strong>DISTRIBUIÇÃO<br></strong><br></div><div>Rhinolophus ferrumequinum é uma espécie típica da Ásia Central e da Europa Mediterrânica.<br><br></div><div><strong>DESCRIÇÃO<br></strong><br></div><div>O Morcego-de-ferradura-grande é o maior da Europa. Este possui um comprimento entre 5 e 7 cm, com uma envergadura de 35 a 40 cm. O seu peso varia entre as 17 g e as 34 g. É a sua estrutura nasal que lhe permite diferenciá-lo das outras espécies, isto porque, o seu focinho é em forma de ferradura. Esta estrutura serve-lhe de sistema de orientação, ou seja, quando caça emite sons que o orientam na captura do seu alimento. As suas orelhas são compridas e ligeiramente agudas na ponta. As suas membranas alares são igualmente largas. A sua pelagem no dorso é pardo-acinzentada a avermelhada enquanto que a sua zona abdominal é esbranquiçada.<br><br></div><div><strong>COMPORTAMENTO<br></strong><br></div><div>Este animal hiberna entre os meses de Outubro até Abril em cavernas. Durante este período enrola-se nas suas membranas alares, na posição de cabeça para baixo, preso ao teto das cavernas, quase sempre em grupos formando colónias, muito raramente hibernam sozinho. As suas saídas para caçar são feitas unicamente à noite, para além de que, não caça no Inverno a não ser que a temperatura exterior esteja amena para os insetos voarem, dado isto, o ato de caçar é menor durante as temperaturas mais baixas. Tal como as outras espécies de morcegos, estes também usam o sistema de ecolocação para localizarem as suas presas, a particularidade desta espécie está no facto, de estes sons serem emitidos pelo nariz e não pela boca. É considerado uma animal muito sociável, com um voo lento e próximo do solo. Para além disso é um animal sedentário que se desloca num tanto de 50 Km do seu abrigo.<br><br></div><div><strong>ALIMENTAÇÃO<br></strong><br></div><div>Esta espécie come fundamentalmente de grandes insetos noturnos capturados em voo, tais como, borboletas, mariposas e escaravelhos.<br><br></div><div><strong>REPRODUÇÃO<br></strong><br></div><div>O acasalamento ocorre geralmente no Outono, mas também existem indivíduos que se reproduzem na Primavera. Nesta fase são formadas colónias com crias que podem atingir cerca de 200 elementos, onde podem estar presentes outras espécies. Após a cópula a vagina da fêmea é fechada, com o género de uma película vaginal segregada pelo macho, com a função de guardar o esperma até à Primavera, altura em que estão reunidas as melhores condições climatéricas para terem os filhotes, ou então, com o objetivo de fazer seleção natural. O parto acontece ao fim de 40 ou 60 dias de gestação. Da progenitora nasce somente uma única cria, completamente sem pelo, nos meses de Junho ou Julho. Os recém-nascidos abrem os olhos ao fim de 1 semana e começam a voar na terceira ou quarta semana de vida. Na oitava semana deixam o ninho de vez. As fêmeas só atingem a maturidade sexual após o terceiro ano de idade, enquanto que, os machos já estão aptos aos dois anos de idade. As fêmeas voltam aos mesmos locais para fazer os ninhos, que são sempre em lugares quentes, e para dar à luz as suas crias. O <em>Rhinolophus ferrumequinum </em>pode viver até 30 anos.<br><br></div><div><strong>HABITAT<br></strong><br></div><div>Estes morcegos vivem em regiões quentes e longe dos lugares urbanos. Os seus habitats comuns são locais com árvores pouco densas, em terrenos abertos, cavernas e locais com muita água.<br><br></div><div><strong>CONSERVAÇÃO<br></strong><br></div><div>No nosso país, estes morcegos tem o estatuto de espécie “Em Perigo” pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, isto porque, estes animais são bastante sensíveis às ações do Homem. O ser humano facilmente perturba o seu meio e as suas condições de vida, provocando assim, diminuições ao nível populacional. Exemplo disso é o uso desregulado dos inseticidas, a desflorestação, a aumento de incêndios, a espeleologia mal planeada, entre outros.<br><br></div><div><strong>CURIOSIDADES<br></strong><br></div><div>Segundo um estudo realizado por cientistas britânicos, está provado que os morcegos da espécie <em>Rhinolophus ferrumequinum</em> mantêm relações incestuosas. Estes biólogos depois de analisarem a árvore genealógica desta espécie, concluíram que existem filhos de gerações diferentes que provêm do mesmo pai. Este facto, acontece devido ao seu comportamento social, ou seja, estes animais têm o hábito de viver em colónias constituídas por fêmeas com as suas crias. Quando chega a época reprodutiva as fêmeas procuram machos para procriar, e têm o costume de querer acasalar com o mesmo ao longo dos anos. Desta forma, chega a acontecer que os machos acasalam com as suas mães e com as suas avós.<br><br><strong>Medidas para proteger a espécie:</strong><br><br></div><div>-Apoiar a criação de parques naturais&nbsp;</div><div>-Apoiar as leis para proteger a espécie&nbsp;</div><div>-Proibir a caça&nbsp;</div><div>-Proibir a utilização de venenos&nbsp;</div><div>-Não cortar árvores&nbsp;</div><div>-Não destruir ruínas&nbsp;</div><div>-Não interromper a&nbsp; hibernação&nbsp;<br><br>Ana e Maria&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:44:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reserva Natural do Paul do Boquilobo</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087988799</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum</strong> - Gamo&nbsp;<br><br></div><div><strong>Nome científico </strong>- <em>Dama dama</em><br><br></div><div><strong>Descrição da espécie</strong> - O <strong>gamo</strong>&nbsp; (<em>Dama dama</em>) é um mamífero ruminante, pertencente à família Cervidae, apresentando características idênticas ao veado, tendo porém, a cauda comprida e a parte superior das hastes achatadas e palmadas.<br><br></div><div>O gamo possui um pescoço comprido e fino, com o focinho longo e orelhas grandes. O pelo do gamo é variável ao longo do ano. No Inverno, é negro e as manchas da dorsal são também escuras, sendo a região ventral a única parte em que é branca. No Verão, o pelo é castanho-avermelhado, com as manchas dorsais brancas bem delineadas no dorso e nos lados. Os machos apresentam hastes, as quais aumentam de tamanho durante o crescimento. Contrariamente, as fêmeas não possuem hastes.<br><br></div><div><strong>Alimentação</strong> - O gamo tem abundância em alimento e se não for perturbado, não se desloca grandes distâncias. O gamo é um animal herbívoro, usando pastos e consumindo rebentos e frutos de árvores na sua alimentação. No entanto, a sua dieta está dependente da estação do ano em que se encontra e da disponibilidade alimentar, pelo que a sua alimentação no Verão passa por arbustos, frutos e hortícolas e no Inverno passa essencialmente por raízes e cereais.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Reprodução</strong> - Os gamos são animais polígamos. Na época de reprodução são formados grupos mistos, constituído em regra por várias fêmeas e um único macho. Por vezes, o grupo poderá ter mais do que um macho, no entanto, um deles é dominante. O macho é <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maturidade_sexual">sexualmente ativo</a>, a partir dos dez meses, e as fêmeas, a partir dos dezasseis meses. A época de reprodução ocorre essencialmente no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Outono">Outono</a>. No entanto, os machos permanecem férteis durante seis meses e têm apenas uma ninhada por ano.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Espécie em perigo – motivos:&nbsp;<br></strong><br></div><div>O gamo está classificado com estatuto de conservação pouco preocupante. O gamo encontra-se protegido em várias zonas de áreas protegidas, tal como acontece no Parque Natural do Paul Boquilobo. No entanto, são apresentados alguns motivos para ser considerada uma espécie em perigo, tais como:&nbsp;<br><br></div><div>- a mortalidade desta espécie, em Portugal é essencialmente pela <strong>caça ilegal</strong> ou pela <strong>velhice (mortalidade natural</strong>) da espécie, pois são animais resistentes a doenças e parasitas.<br><br></div><div>&nbsp;- podem morrer atropelados ao atravessar as estradas;<br><br></div><div>- destruição do seu habitat. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Medidas para proteger a espécie</strong>:<br><br></div><div>- Apoiar organizações de conservação de espécies ameaçadas ou em extinção;<br><br></div><div>- Evitar a desflorestação e degradação das florestas;&nbsp;<br><br></div><div>- Apoiar a criação de Reservas e Parques Naturais;<br><br></div><div>- Evitar a caça furtiva.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Francisco Ferreira, n.º 10 e Daniel Vieira, n.º 8<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:45:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parque Natural do Vale do Guadiana, Rua Dom Sancho II, Mértola</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2087989829</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</title>
         <author>viagemavoltadomundo</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2088002315</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome comum: Víbora-cornuda<br><br>Nome científico: <em>Vipera latastei<br><br>Descrição: </em>A <strong>víbora-cornuda</strong> (<em>Vipera latastei</em>) é uma espécie de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Viperinae">víbora</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Serpente_venenosa">venenosa</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Endemismo">endémica</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica">Península Ibérica</a> e do noroeste da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a>. São atualmente reconhecidas duas subespécies incluindo a subespécie nominal aqui descrita <em>V. latastei</em> atinge um comprimento total (corpo + cauda) máximo de aproximadamente 72 cm, mas é, em regra, menor.  A sua cor é cinzento-azulado, cabeça triangular, e um "corno" na ponta do nariz, possuindo no dorso uma mancha mais escura, em zig-zag, ao longo de todo o corpo. A ponta da cauda é amarela.<br><br>Alimentação: As víboras predam sobre uma grande variedade de presas, como lagartos, lagartixas e outros répteis, musaranhos, toupeiras, ratos, pequenas aves, pequenos anfíbios e invertebrados como escorpiões e centopeias.<br><br>Reprodução: As fêmeas dão à luz de 2 a 13 crias, em média, uma vez cada três anos.<br><br>Motivos de Extinção da espécie: Está ameaçada pela perda de habitat, pelos atropelamentos em estradas e pela perseguição direta, que acontece por aversão ou para ser vendida a colecionadores, ou ainda para o fabrico de amuletos.<br><br>Medidas para proteger a espécie:<br> - Apoiar organizações de conservação de espécies ameaçadas ou em extinção;</div><div>- Evitar a desflorestação e degradação das florestas;&nbsp;</div><div>- Apoiar a criação de Reservas e Parques Naturais;</div><div>- Evitar a caça furtiva.<br><br>Diogo e Hugo</div><div><br><br><br><br><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 09:54:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parque Natural de Montesinho</title>
         <author>silvaprof195</author>
         <link>https://padlet.com/viagemavoltadomundo/omk29fi2cgrwaf92/wish/2097714480</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parque Natural de Montesinho<br></strong><br></div><div><strong>Nome do animal:</strong> Veado-vermelho ou Cervo-vermelho<br><br></div><div><strong>Nome Científico: </strong><em>Cervus elaphus&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>Características:&nbsp; </strong>Dentro da família dos<strong> </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cervidae"><strong>cervos</strong></a>, o cervo-vermelho (também chamado de europeu)<strong> é o terceiro de maior tamanho (só é superado pelos alces e pelo uatipi), já que alcança os 2,5 metros de comprimento e pesa 200 quilos. </strong>O peso varia com a região, por exemplo, mais ao norte os animais costumam ser maiores: os machos podem pesar até 350 kg na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa_Central">Europa Central</a>, mas na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica">Península Ibérica</a> não passam dos 250 kg e as fêmeas normalmente pesam 150 kg.</div><div><strong>O macho é&nbsp; mais corpulento e tem chifres ou cornos que renova todo ano, passada a época do cio.</strong></div><div>Em regiões como o norte da Europa os machos desenvolvem uma área de pelo espesso ao redor do pescoço no outono, formando uma juba.&nbsp;</div><div>Em ambos os sexos, a pelagem é geralmente castanha, à exceção da barriga e do traseiro que são brancos. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pelagem">pelagem</a> do veado-vermelho muda com a estação do ano, variando de castanho-avermelhado no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ver%C3%A3o">verão</a> a castanho-escuro no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inverno">inverno</a>. Os filhotes apresentam manchas brancas no dorso que os ajudam a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Camuflagem">camuflar-se</a> em seu ambiente.</div><div><strong>Alimentação: </strong>O veado-vermelho come uma grande variedade de matéria vegetal. As fontes de alimentos destes animais incluem ervas, folhas, brotos de árvores e arbustos, frutos e cogumelos. No outono e inverno europeu consomem muitas bolotas de carvalhos e árvores similares.</div><div><strong>Medidas para proteger a espécie: </strong>Em algumas zonas do planeta este animal est<strong>á</strong> extinto ou por caça desportiva ou por destruição do seu habitat natural.</div><div><strong>Curiosidades: </strong>&nbsp;A espécie foi também introduzida em várias regiões do mundo, ele tem esse nome por causa do órgão genital das fêmeas e dos machos ser tão vermelho.</div><div>Os veados vermelhos na Europa geralmente passam seus invernos em altitudes mais baixas em terrenos mais arborizados. Durante o verão, eles migram para altitudes mais elevadas, onde o suprimento de alimentos é maior e melhor para a estação de parto.</div><div>O período de gestação dos veados-vermelhos dura 236 dias.</div><div>Durante a temporada de acasalamento, chamada de cio, os cervos maduros competem pela atenção das corças e então tentam defender as corças que atraem. Os veados rivais desafiam os oponentes cantando e caminhando em paralelo. Isso permite que os combatentes avaliem os chifres uns dos outros, o tamanho do corpo e a habilidade de luta. Se nenhum dos veados recuar, pode ocorrer um choque de chifres e, às vezes, os veados sofrem ferimentos graves.<br><br>Ana Luiza, Bruna Sampaio e Davide</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 10:01:20 UTC</pubDate>
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