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      <title>Leishmaniose visceral  by Anna Clara Bastos Fontinha</title>
      <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw</link>
      <description>Criado por: Anna Clara Bastos, Juliana Barros e Priscila Santos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-13 19:05:59 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-04 14:58:50 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>[NOTÍCIA] Evolução da Leishmaniose visceral no Brasil</title>
         <author>priscila_santos1</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1413980230</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa notícia é baseada em um artigo que foi publicado em 29 de Janeiro de 2021 e fala sobre a deleção no genoma que foi observada em algumas cepas brasileiras, podendo ter relação com a resistência à miltefosina. Esse medicamento é usado para tratamento na Índia e já tinha recebido autorização no Brasil para tratar a leishmaniose visceral canina (LVC).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/saude/6242-pesquisa-mostra-a-evolucao-da-leishmania-no-brasil.html" />
         <pubDate>2021-04-13 20:56:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[ARTIGO] Processos de colonização e diversificação genética de Leishmania infantum nas Américas</title>
         <author>priscila_santos1</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1414009402</link>
         <description><![CDATA[<div>Artigo completo sobre a evolução da Leishmaniose visceral no Brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nature.com/articles/s42003-021-01658-5" />
         <pubDate>2021-04-13 21:08:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>[VÍDEO] Vacinação canina</title>
         <author>priscila_santos1</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1414568337</link>
         <description><![CDATA[<div>Trata-se de uma propaganda de vacina, mas o mais interessante é a forma como o material foi produzido, explicando como acontece a infecção e o que ocorre no caso da vacinação, a nível celular.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://saludanimal.leti.com/pt/letifend-vacina-contra-a-leishmaniose-canina_3944" />
         <pubDate>2021-04-14 01:23:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[VÍDEO] Avanço da Leishmaniose visceral para metrópoles</title>
         <author>priscila_santos1</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1417821078</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo produzido pela Pesquisa Fapesp, que fez um levantamento sobre a expansão da doença para os centros urbanos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/QMw4OBE-r74" />
         <pubDate>2021-04-14 18:02:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[NOTÍCIA] Leishmaniose visceral no Brasil</title>
         <author>priscila_santos1</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1417861430</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapa indicando os caso de LV em humanos, no ano de 2016.<br><br>A matéria completa pode ser acessada através do link:<br><a href="http://observatorio.fiocruz.br/noticias/um-parasita-chega-metropoles"><mark>http://observatorio.fiocruz.br/noticias/um-parasita-chega-metropoles</mark></a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://observatorio.fiocruz.br/sites/default/files/040-043_leishmaniose_268-1_corrigido-3-1.jpg" />
         <pubDate>2021-04-14 18:10:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Classificação Taxonômica </title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1423424646</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Família -</mark> Trypanosomatidae<br><mark>Gênero -</mark> Leishimania<br><mark>Sub-gênero -</mark> Leishimania&nbsp; &nbsp;<br><mark>Complexo -</mark>&nbsp;<em>Leishimania donovani</em><br><mark>Sub-complexo -</mark>&nbsp;<em>Leishimania infantum<br><br></em>Lembrando que no caso apresentado no mural o complexo responsável pela ocorrência da leishimaniose visceral é<em> Leishimania infantum, </em>contudo, vale ressaltar que a leishimania possui diversos complexos, onde muitos apresentam importância médica.<em><br><br></em>Abaixo disponibilizamos uma imagem ilustrativa da amastigota, forma infectante do vetor.<br><em><br></em><a href="https://biblioteca.univap.br/dados/000015/0000155d.pdf">Imagem retira da biblioteca virtual publica da UNIVAP</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1044511409/f12da93d6cc7db943dc0adafa45db47d/amastigota.png" />
         <pubDate>2021-04-15 23:36:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>#DIGA NÃO A EUTANASIA </title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1423634208</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2017 foi aprovado o primeiro medicamento para o tratamento de Leishmaniose visceral canina no Brasil. A Milteforan é uma solução oral desenvolvida pela Virbac, o seu princípio ativo é a miltefosina, um fosfolipídio com uma estrutura similar aos compostos metabolizados pelo parasito Leishmania. Ela atua por inibição da síntese da membrana celular do parasito e por interrupção das vias de sinalização celulares presentes nessa membrana, logo inibindo a proliferação e diferenciação da Leishmania no linfonodo.<br><br>Vale resaltar que os outros meios de tratamento, mais acessívesi, estão sendo estudados e implementados na atualidade como;Alopurinol,&nbsp;Aminosidina,&nbsp; Antimoniais pentavalentes e&nbsp; Anfotericina B.<br>Segue abaixo panfleto, de domínio público, sobre o medicamento Milteforan, evidenciando o seu funcionamento e os dados obtidos com o tratamento. Além de um breve resumo muito acessível e educativo sobre essa enfermidade.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1044511409/4c67ba03cf387b9347c21719f6036b28/Milteforan_O_Unico_Produto_Aprovado_Tratamento_Leishmaniose_Visceral_Canina_Brasil.pdf" />
         <pubDate>2021-04-16 01:03:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1423634208</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quais os principais sintomas e sinais 
clínicos da doença?</title>
         <author>jufreitas</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431048594</link>
         <description><![CDATA[<div>Em humanos<br>• febre irregular de longa duração (mais de 7 dias);<br>• falta de apetite, emagrecimento e fraqueza; <br>• barriga inchada (pelo aumento do fígado e do baço, com o passar do tempo).<br>Em cães<br>Os cães podem ficar infectados por vários anos sem apresentarem sinais clínicos. Estes cães são fontes de infecção para o inseto transmissor, e, portanto, um risco à saúde de todos. <br>A única forma de detectar a infecção nestes animais é através dos exames de laboratório específicos.<br>Quando os cães adoecem, apresentam principalmente os seguintes sinais clínicos<br>• apatia;<br>• lesões de pele;<br>• queda de pelos, inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas;<br>• emagrecimento;<br>• lacrimejamento (conjuntivite);<br>• crescimento anormal das unhas.<br><strong>Fonte:</strong><br>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=http://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/leishmanioses_visceral.pdf&amp;ved=2ahUKEwjGmKLGlYnwAhUqqpUCHTbdBxwQFjAFegQIDxAC&amp;usg=AOvVaw3rpDbQaJjkfExdZqJwQb7l</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 01:40:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431048594</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que faz o poder público para controlar a LV?</title>
         <author>jufreitas</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431057800</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;• Investiga os casos suspeitos de leishmaniose visceral humana;<br>• Garante o diagnóstico e tratamento adequado dos casos humanos;<br>• Realiza o controle químico do vetor, de acordo com critérios estabelecidos pelo Programa de Vigilância das Leishmanioses;<br>• Realiza exames sorológicos de cães para diagnóstico da LV.<br>• Recolhe e realiza eutanásia dos cães com LV, mesmo os que não apresentem sinais clínicos;<br>• Realiza atividades educativas sobre a LV.<br><strong>Fonte:</strong><br>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=http://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/leishmanioses_visceral.pdf&amp;ved=2ahUKEwjGmKLGlYnwAhUqqpUCHTbdBxwQFjAFegQIDxAC&amp;usg=AOvVaw3rpDbQaJjkfExdZqJwQb7l</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 01:44:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual o dever do cidadão no controle da LV?</title>
         <author>jufreitas</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431062435</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeiro lugar, deve-se evitar a criação e proliferação do inseto vetor da doença, que se reproduz no meio de matéria orgânica e em criadouros de animais. Para isso deve-se:<br>• evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana;<br>• manter a casa e o quintal livres de matéria orgânica, recohendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeira e frutas;<br>• todo esse lixo deve ser embalado e fechado em sacos plásticos; <br>• os proprietários de terrenos desocupados devem adotar as mesmas medidas descritas acima.<br><strong>Fonte:</strong><br>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=http://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/leishmanioses_visceral.pdf&amp;ved=2ahUKEwjGmKLGlYnwAhUqqpUCHTbdBxwQFjAFegQIDxAC&amp;usg=AOvVaw3rpDbQaJjkfExdZqJwQb7l</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 01:46:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431062435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como é feito o diagnóstico da Leishmaniose Visceral?</title>
         <author>jufreitas</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1431098283</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico da leishmaniose visceral pode ser realizado por meio de técnicas imunológicas e parasitológicas.<br><br></div><div>Diagnóstico imunológico</div><div>Baseia-se na detecção de anticorpos anti <em>Leishmania</em>. Existem diversas provas que podem ser utilizadas no diagnóstico da LV, e dentre elas podemos citar duas técnicas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde.<br><br></div><div>i. Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) – consideram-se como positivas as amostras reagentes a partir da diluição de 1:80. Nos títulos iguais a 1:40, com clínica sugestiva de LV, recomenda-se a solicitação de nova amostra em 30 dias.<br><br></div><div>ii. Teste rápido imunocromatográfico – são considerados positivos quando a linha controle e a linha teste C e/ou G aparecem na fita ou plataforma (conforme Nota Informativa Nº 3/2018-CGLAB/DEVIT/SVS/MS<br><br></div><div>É importante ressaltar que títulos (anticorpos) variáveis dos exames sorológicos podem persistir positivos por longo período, mesmo após o tratamento. Assim, o resultado de um teste positivo, na ausência de manifestações clínicas, não autoriza a instituição de terapêutica.<br><br></div><div><strong>Diagnóstico parasitológico</strong></div><div>É o diagnóstico de certeza feito pelo encontro de formas amastigotas do parasito, em material biológico obtido preferencialmente da medula óssea – por ser um procedimento mais seguro. Examinar o material aspirado de acordo com esta sequência: exame direto, isolamento em meio de cultura (in vitro), isolamento em animais suscetíveis (i<em>n vivo</em>), bem como novos métodos de diagnóstico. Outras amostras biológicas podem ser utilizadas tais como o linfonodo ou baço. Este último deve ser realizado em ambiente hospitalar e em condições cirúrgicas<br><br></div><div><strong>Fonte:</strong><br>https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z-1/l/leishmaniose-visceral</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 02:01:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ciclo Evolutivo nos Flebotomíneos</title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1433236497</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora seja um ciclo evolutivo um tanto complexo, com bastantes diferenciações e denominações, quando ele é ilustrado e animado facilita muito a compreensão e entendimento sobre o ciclo.<br>Para isso, separamos um vídeo animado sobre a infecção e evolução parasítica da leishmaniose em geral no mosquito palha. Ressaltamos que o mesmo apresentado no vídeo vale para a <em>Leishmaniose visceral, </em>sendo que independente da forma parasita o ciclo evolutivo é o mesmo. O que determina o tipo de Leishmaniose é&nbsp; o complexo e os constituintes presentes no mesmo. Que no nosso caso é a <em>Leishmania infantum</em> do complexo <em>Leishmania donovani.</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=-Q5BojzdUGA" />
         <pubDate>2021-04-19 14:13:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1433236497</guid>
      </item>
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         <title>Projeto LeishNão</title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1434159472</link>
         <description><![CDATA[<div>No meio das nossas pesquisas encontramos esse projeto lindo e super dedicado, desenvolvido por professores e acadêmicos dos cursos de Veterinária, Enfermagem, Ciências Biológicas, Medicina e outros cursos de saúde da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Tal projeto carrega a responsabilidade de conscientizar a população sobre a <em>Leishmaniose visceral</em>, seja utilizando ferramentas como teatros para crianças ou palestras virtuais de acesso gratuito, sempre disponibilizando informações mais recentes sobre essa parasitologia.<br><br><mark>Deixamos aqui a sua página oficial no Facebook para que possam conhecer o projeto LeishNão.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.facebook.com/leishnao/" />
         <pubDate>2021-04-19 17:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1434159472</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ciclo evolutivo no Homem </title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1434953202</link>
         <description><![CDATA[<div>Separamos um vídeo bastante educativo sobre o ciclo da Leishmania no homem. Repare na diferença entre os ciclo no homem e nos flebotomíneos, sendo que no homem é um ciclo muito mais simples, e em como a forma evolutiva promastigota se internalizam nos macrófagos, ficando envoltos da vacúolo parasitóforo, nesse vacúolo ela se diferencia para a forma amastigota e começa a multiplicar de forma binária, sem se diferenciar, graças a fusão de lisossomos a esse vacúolo parasitóforo. Até chegar o momento que essa multiplicação rompe a membrana do citoplasma, onde parte desses macrófagos vai para corrente sanguínea e a outra parte pode invadir outros macrófagos, repetindo o ciclo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=LveRTb8EJjI" />
         <pubDate>2021-04-19 19:42:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1434953202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>[NOTÍCIA] Novo vetor para a leishmaniose visceral é descoberto</title>
         <author>annaclarafontinha</author>
         <link>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1435510730</link>
         <description><![CDATA[<div>Um novo vetor, possível para a leishimania visceral, como para outras doenças viscerais têm se tornado foco de pesquisas nos últimos tempos. Um estudo feito aponta o <em>Migonemyia migonei </em>como vetor para alguns casos de leishmaniose visceral e outras doenças viscerais na Argentina e no Brasil. Isso por que foi detectado em áreas endémicas, com épocas de grande surtos um prevalência maior da<em> Migonemyia migonei </em>do que o<em> Lutzomyia longipalpis </em>que são os vetores costumeiros.<br><mark><br>Disponibilizamos abaixo o link da notícia, repare que no final da página há uma direção para um artigo mais abrasivo sobre o assunto.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://agencia.fiocruz.br/estudo-aponta-novo-vetor-para-leishmaniose-visceral?utm_source=Twitter&amp;utm_medium=AFN&amp;utm_campaign=campaign&amp;utm_term=term&amp;utm_content=content&amp;fbclid=IwAR3roB2I-DHK82jSXYOv4DSw7t7Et2EW3cmGDYApCRMMqnlW-TTJZzp8QG8" />
         <pubDate>2021-04-19 23:26:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/annaclarafontinha/oktrrled5cmd2ljw/wish/1435510730</guid>
      </item>
   </channel>
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