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      <title>2T9 FOTOGRAFANDO O TERRITÓRIO | USO DO ESPAÇO | TERRITORIALIDADE | CIDADE by BARBARA BEATRIZ PENA DA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t</link>
      <description>1- Coloque a foto de acordo com o local e a 2 - escreva qual instrução que o grupo escolheu, exemplo: &quot;Fotografe elementos acolhedores ou que você se reconheça nesse espaço&quot;. 3. Coloque também o motivo dessa foto e como vocês associaram com a frase de referência que está no verso da folha de atividade entregue pelos professores. 4. COLOQUE O NOME DO GRUPO NA TAREFA. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-20 01:18:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-04 13:34:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>2.fronteiras.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>Associamos as linhas que separam cada arraia ao conceito de fronteiras, não são grades e nem muros, mas vendo apenas com olhos entendemos que os traços separam cada pista para que seja ocupada por mais de uma pessoa em seus devidos lugares. Em relação à frase referência destacamos a fronteira simbólica nas pistas e como as pessoas que correm nesses espaços definem entre si como separam seu território/arraia. Também percebemos ao longo do caminho diversas placas, portas e prédio que davam a entender que aquele era um local restrito de acesso, como os prédios de manutenção e as estações de tratamento.</em></blockquote><div><br><strong><em><sub>"Nessa concepção, o conteúdo-cultural ou o simbólico-cultural delimitam o território a partir da teia de representações e subjetividades que se enraízam em porção do espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como produto da apropriação/valorização simbólica de um grupo em relação ao seu espaço vivido." (Dantas; Ione, 2012)</sub></em></strong><br><br><br><strong>T9<br></strong><strong><em>•Davi Cordeiro de Souza Araújo<br>•José Elias Gomes Camargo<br>•Pedro Henrique Alves Cardoso</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 23:37:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2. Símbolos que demostre que há interação entre pessoas nesse espaço — ou não (este é um espaço pensando para trabalho coletivo ou individual?).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1843422603</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Comparando as fotos das duas salas podemos perceber que apesar de abrigarem um mesmo emprego são espaços completamente diferentes, sendo a sala do ensino médio um espaço de muita interação social e com ambientes de companheirismo, como os sofás de vários lugares e os armários com personalizações próprias de cada um e mais descontraídas.<br><br>Em contraponto com a sala de professores da faculdade com espaços de trabalho reservados e separados por divisórias, assim podemos relacionar essa mudança de espaço e de identidade com a frase do Cara de 2002 onde cita <strong><sup>"O conceito de territorialidade, assim, está ligado ao de identidade porque o território pressupõe manifestações identitárias"</sup></strong>. Também notamos que a máquina de bater ponto serve para demonstrar que é um espaço de trabalho e reforçar o compromisso com esse.</blockquote><div><br><strong><sup>“O conceito de territorialidade,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>assim, está ligado ao de&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>identidade porque o território&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>pressupõe manifestações&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>identitárias. A territorialidade é "a&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>qualidade subjetiva do grupo&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>social ou do indivíduo que lhe&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>permite, com base em imagens,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>permite, com base em imagens,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>representações e projetos, tomar&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>consciência de seu espaço de&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>vida” (Cara, 2002, p. 261).&nbsp;</sup></strong></div><div><br><br><strong>T9<br></strong><strong><em>•Davi Cordeiro de Souza Araújo<br>•José Elias Gomes Camargo<br>•Pedro Henrique Alves Cardoso</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 01:10:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3. Elementos acolhedores ou que você se reconheça nesse espaço.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1843478337</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Nessa colagem podemos observar como foco principal o Jardim de inverno, um espaço mais calmo que podemos frequentar com mais tranquilidade, o que faz ser um ambiente escolar somos nós mesmos, os alunos, os professores que trabalham na escola mesmo que sejam professores eles poderiam ser de uma faculdade, assim como também podem ser professores do ensino médio.<br><br>Na frase de Bauma onde se cita <strong><sup>"Na clássica definição de Richard Sennett, uma cidade é "um assentamento humano em que estranhos têm chance de se encontrar"</sup></strong> podemos ver por nós mesmos que a escola pode ser considerado um ponto de encontro de pessoas estranhas, sendo cada pessoa muito diversa uma da outra onde muitas pessoas que frequentam esse espaço não conhecem nem metade das outras pessoas.</blockquote><div><br><strong><sup>“Na clássica definição de Richard Sennett,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>uma cidade é “um assentamento humano&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>em que estranhos têm chance de se&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>encontrar”. Isso significa que estranhos têm&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>chance de se encontrar em sua condição&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>de estranhos, saindo como estranhos do&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>encontro casual que termina de maneira&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN,&nbsp;</sup></strong></div><div><strong><sup>Z. Modernidade Liquida)"<br></sup></strong><br><br><strong>T9<br></strong><strong><em>•Davi Cordeiro de Souza Araújo<br>•José Elias Gomes Camargo<br>•Pedro Henrique Alves Cardoso</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 01:32:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1843694204</link>
         <description><![CDATA[<div><em>As imagens que escolhemos se conectam tanto com o </em><strong><em>tópico 2</em></strong><em> quanto com o </em><strong><em>tópico 3</em></strong><em>, já que não há nada melhor para representar um espaço escolar do que os próprios alunos, utilizando símbolos como as mochilas e as placas no corredor. Já o reconhecimento no espaço se dá pela aproximação dos alunos, da conversa, gerando uma sensação tanto de pertencimento quanto de acolhimento. <br><br>Conectamos com a seguinte frase, já que o reconhecimento no espaço se dá através das relações, das compreensões e da impressões próprias, sobre o território.</em><br><br></div><blockquote><sub>"Relações de poder que estão nas famílias, nas universidades,no Estado em suas diferentes e complementares instâncias,nas fábricas, na igreja... enfim, em nossa vida cotidiana. Relações vida cotidiana. Relações que são vividas, sentidas e, às vezes percebidas e compreendidas diferentemente. Assim são os territórios e as territorialidades: vividos, percebidos e compreendidos de formas distintas."&nbsp;</sub></blockquote><div><br><strong><em>T09</em></strong></div><h1><strong><em>Rafael Cassiano</em></strong></h1><h1><strong><em>Giovanni Scorzato<br>Maria Fernanda<br>Lucas da Silva<br>Yasmin Soriano</em></strong><strong><br></strong><br></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 02:57:25 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1843704246</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Percebemos muitas diferenças entre a sala dos professores do ensino médio em relação à sala do ensino superior, enquanto uma se destaca por elementos que representam um trabalho coletivo e uma grande interação (mesas de reunião, um espaço para lazer, até mesmo mesinhas de bar), gerando uma certa familiaridade com o espaço, a outra aparenta ser muito mais "formal" e desconexa de interações, composta por mesas de baias e sem nenhum elemento que demonstre um trabalho coletivo.&nbsp;<br><br>Conseguimos conectar os retratos com a frase de Bauman, principalmente em relação à&nbsp; sala dos professores do ensino superior, pois o espaço não promove grandes interações, podendo manter as pessoas que ali trabalham estranhas entre si, sem nenhuma coletividade, apesar de haver excessões.<br></em><br></div><blockquote><em><sub>“Na clássica definição de Richard Sennett, uma cidade é “um assentamento humano em que estranhos têm chance de se encontrar”. Isso significa que estranhos têm chance de se encontrar em sua condição de estranhos, saindo como estranho do encontro casual que termina de maneira tão abrupta quanto começou.”</sub></em></blockquote><div><br><strong><em>T09</em></strong></div><h1><strong><em>Rafael Cassiano</em></strong></h1><h1><strong><em>Giovanni Scorzato<br>Maria Fernanda<br>Lucas da Silva<br>Yasmin Soriano</em></strong><strong><br></strong><br></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 03:01:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><em>Em nossa visita reparamos muito nas placas de aviso e&nbsp; nas câmeras de segurança, que são alguns elementos que demonstram que poucas pessoas possuem acesso e podem frequentar o local. Em relação ao trabalho exercido no local, percebemos alguns galões, tambores de metal, caçambas e um armazenamento de peróxido de hidrogênio (água oxigenada).<br><br>Ligamos o espaço C com a frase a seguir pois conectamos essencialmente as imagens com o uso do espaço e como, os elementos que os formam, alteram sua identidade e sua função social.</em><br><br></div><blockquote><sub>"Nessa concepção, o conteúdo cultural ou simbólico-cultural delimitam o território a partir da teia de representações e subjetividades que se enraízam em porção do espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como produto da<br>apropriação/valorização simbólica de um grupo em&nbsp;<br>relação ao seu espaço vivido."</sub></blockquote><div><br><strong><em>T09</em></strong></div><h1><strong><em>Rafael Cassiano</em></strong></h1><h1><strong><em>Giovanni Scorzato<br>Maria Fernanda<br>Lucas da Silva<br>Yasmin Soriano</em></strong></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 03:03:40 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A placa apesar de simples pode ser considerada uma fronteira, já que restringe quem pode fazer o uso do espaço<br><br>Não conseguimos conectar muito bem com nenhuma das frases, apesar de retratar novamente um pouco a questão da identidade e por quem é feito o uso do local.</em><br><br></div><blockquote><sub>"Nessa concepção, o conteúdo cultural ou simbólico-cultural delimitam o território a partir da teia de representações e subjetividades que se enraízam em porção do espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como produto da<br>apropriação/valorização simbólica de um grupo em <br>relação ao seu espaço vivido."</sub></blockquote><div><br><strong><em>T09</em></strong></div><h1><strong><em>Rafael Cassiano</em></strong></h1><h1><strong><em>Giovanni Scorzato<br>Maria Fernanda<br>Lucas da Silva<br>Yasmin Soriano</em></strong></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 03:05:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa imagem , não podemos deixar de citar<em> o </em>espaço escolar ,onde tem os alunos como modelo&nbsp; utilizando as mochilas e além disso as placas no corredor.&nbsp; Isso representa uma situação&nbsp;de ambiente escolar com bastante tranquilidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:33:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos perceber que existe varias entre a sala dos alunos do ensino médio em relação à sala do ensino superior e as dos professores, como uma grande quantidade de interações  sociais e ambientes acolhedores , como sofás , armários e outras personalizações </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:47:54 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1845870321</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa colagem , podemos perceber bastante placas de sinalização de atenção , além de câmeras de seguranças.  Em relação ao trabalho podemos notar tambores , galões e etc</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:55:45 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1846223293</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa imagem , podemos notar que é um espaço de de ''diversão'' e para praticar atividades físicas , consideramos como acolhedor , pois é um local que se sentimos livres e dispostos a frequentar para relaxar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 20:31:12 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1846635679</link>
         <description><![CDATA[<div>(Da esquerda para direita) Nós escolhemos essa obra de arte como algo que distingue o espaço como uma escola, pois dificilmente as outras escolas têm obras de artes expostas para todas as pessoas verem. Já ao lado, vemos uma porta de sala de aula, o que reconhece o local como um espaço escolar.</div><div><br></div><div>O banco, para nós, é um elemento/local acolhedor já que é algo que usamos para descansar e conversar, por exemplo. Por último, a foto desse trabalhador que respeitosamente nos autorizou a tirar essa foto e usar pro trabalho.&nbsp;</div><div><br></div><div>Nós entendemos melhor que essa foto do trabalhador se encaixe na frase de Saquete, pois de certa forma, existem pessoas com diferentes funções e saberes individuais em toda a instituição.&nbsp;</div><div><br></div><div>Já as fotos do banco e das salas de aula, podem se encaixar nas frases de Bauman, Saquete e Moraes. Já que, causa da união dos desconhecidos em um mesmo local, que continuam sendo desconhecidos, mas com o mesmo propósito no espaço (Bauman),&nbsp; existem relações nesse espaço&nbsp; (Saquete), e tem a ver com o encontro das pessoas e essa jornada que essas fazem (Moraes).&nbsp;</div><div><br></div><div>Por fim, a foto dos quadros se relaciona com a frase de Dantas já que seria um símbolo cultural, por simbolizar a arte e ser cultivada pelas pessoas de diversas formas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 00:45:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Símbolos que reconhecem o local como um espaço escolar.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O que diferencia esse espaço e mostra que é, uma escola e são os alunos e o ambiente em que eles estão, ou seja, os alunos são a alma da escola assim como os professores.&nbsp;<br><br></div><div>Frases Relacionadas:&nbsp;</div><ul><li>Cara,2002, pag 261&nbsp;</li><li>DANTAS; IONE, 2012&nbsp;</li></ul><div><br>Grupo<br><br>Miguel Borges<br>Nicolas araujo<br>Edson de Oliveira<br>Eric Chelles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:56:12 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/okjs6br8121xaj1t/wish/1846824357</link>
         <description><![CDATA[<div>símbolos que demostre que há interação entre pessoas nesse espaço— ou não (este é um espaço pensando para trabalho Coletivo ou individual?&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Nessa imagem demonstra um professor na frente do outro que certamente mostra que interagem na maioria dos seus dias uns com os outros, é pensado para trabalho individual.&nbsp;<br><br></div><div>Frases Relacionadas:&nbsp;</div><ul><li>BAUMAN, Z. Modernidade Liquida&nbsp;</li><li>SAQUETE, 2010&nbsp;</li></ul><div><br>Grupo<br><br>Miguel Borges<br>Nicolas Araujo<br>Edson de oliveira<br>Eric Chelles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:58:18 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>símbolos, objetos que dão a entender que as pessoas de modo geral não devem frequentar esse espaço.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Aqui achamos uma área reservada e restrita podendo acessar somente pessoas autorizadas por conta dos riscos contra a integridade física por conta da “Alta tensão” representada pela placa.&nbsp;<br><br></div><div>Frases Relacionadas:&nbsp;</div><ul><li>DANTAS; IONE, 2012&nbsp;</li><li>MORAES, 2020&nbsp;</li></ul><div><br>Grupo<br><br>Miguel Borges<br>Nicolas Araujo<br>Edson de Oliveira&nbsp;<br>Eric Chelles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:59:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>algo que claramente não pertence a instituição.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A imagem monstra uma caçamba de lixo que claramente não é propriedade da instituição e sim um objeto alugado como demonstra em suas laterais os meios de contato para alugar o serviço.&nbsp;<br><br></div><div>Frases Relacionadas:&nbsp;</div><ul><li>MORAES, 2020&nbsp;</li><li>DANTAS: IONE,2012&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><div>Grupo:&nbsp;</div><ul><li>Miguel Borges&nbsp;</li><li>Edson de Oliveira &nbsp;</li><li>Eric Chelles&nbsp;</li><li>Nicolas Araujo&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>1. Algo que claramente não pertence a instituição</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Conseguimos notar que mesmo estando dentro do campus lanchonetes e lojas de equipamentos esportivos não pertencem integralmente ao Senac, podendo relacionar essa relação com a frase de Saquete, 2010 na parte em que cita <strong><sup>"Relações de poder que estão nas famílias, nas universidades, no Estado em suas diferentes e complementares instâncias, nas fábricas, na igreja..."</sup></strong>, uma vez que que há uma relação de poder entre o estabelecimento e o Senac, como ocorre por exemplo em um Shopping onde uma empresa aluga um espaço para vender seus produtos abrigada por uma empresa maior.<br><br>No final da frase "<strong><sup>Assim são os territórios e as territorialidades: vividos, percebidos e percebidos e compreendidos de formas distintas.”</sup></strong>, relacionamos a forma que são reconhecidos os territórios de acordo com a vivência dos alunos no Campus, com percepções que são diversas e territórios modelados por cada experiência, como o olhar de cada aluno ao tirar as fotos dessa atividade.</blockquote><div><br><strong><sup>“Relações de poder que estão nas famílias, nas universidades, no Estado em suas diferentes e complementares instâncias, nas fábricas, na igreja...enfim, em nossa vida cotidiana. Relações vida cotidiana. Relações que são vividas, sentidas e, às vezes percebidas e compreendidas diferentemente. Assim são os territórios e as territorialidades: vividos, percebidos e percebidos e compreendidos de formas distintas.” (SAQUETE, 2010.)"</sup></strong><br><br><br><strong>T9<br></strong><strong><em>•Davi Cordeiro de Souza Araújo<br>•José Elias Gomes Camargo<br>•Pedro Henrique Alves Cardoso</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 02:12:13 UTC</pubDate>
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