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      <title>Autonomia e Flexibilidade Curricular by Paula Pinto</title>
      <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h</link>
      <description>Feito com muito amor pela educação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-22 19:28:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-10 18:34:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title> Tarefa 1-Carta de Apresentação                                                                                         Olá, sou Paula Pinto e professora de História, no Colégio Novo da Maia. Adoro o meu local de trabalho, colegas e alunos, não me imaginava a fazer outra coisa. No entanto, os desafios da educação são muitos o que torna necessário a partilha de novos métodos de aprendizagem. Na  escola  onde leciono à vários anos, atualmente estamos a implementar um novo método de aprendizagem denominado, Projeto A+, este é um  projeto inovador e promotor do sucesso escolar. Todos os alunos do mesmo ano partilham um espaço comum e desenvolvem de forma autónoma os diferentes projetos, relacionados com os temas que se propõem trabalhar e os objetivos das disciplinas envolvidas.   Por tudo isto, eu acredito que esta formação será muito relevante  para aprendizagem de novas experiências. </title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/223521849</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-22 19:33:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 - Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/233274553</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Os desafios que se colocam, hoje, à educação já há muito que deviam ter sido alvo de reflexão, os tempos que vivemos não são os mesmos das décadas anteriores, assim, as mudanças têm de ser operadas com urgência. Não podemos exigir a mesma passividade na aprendizagem quando no mundo do trabalho os estudantes do presente se irão defrontar com escolhas e lideranças para as quais não foram preparados. No entanto, não podemos esquecer as bases do ensino e os programas megalómanos com que nos deparamos nas diferentes disciplinas. Contudo, o maior desafio prende-se com as mentalidades dos docentes, infelizmente ainda existe muito receio do desconhecido e da inovação, penso que esta transformação será a mais difícil de operar, só se conseguirá atingir com muita formação e acima de tudo força de vontade e adotando medidas inovadoras e ambiciosas, que junto com uma retaguarda das direções dos diferentes estabelecimentos de ensino serão uma realidade.<br><br></strong><br></div><div><strong><br> </strong></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 14:25:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 - O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/233277742</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerando que nem todos os alunos têm os mesmos interesses, capacidades e motivações temos de contribuir para uma escola que responda a esta problemática. Só por si este desafio torna-se incomensurável e quase inatingível, assim, devemos tornar os alunos mais autónomos dotando-os de ferramentas para estarem preparados para os grandes desafios que os esperam. Assim, torna-se imperativo prepará-los para o trabalho em equipa, onde todas as disciplinas contribuem em conjunto para atingir o que se espera da formação integral do aluno, não apenas um profissional, bem como um cidadão responsável, com capacidade de reflexão, inovação e de resolução de problemas.</div><div>Estes alunos têm de ser acima de tudo humanistas, para isso teremos de colocar nas aprendizagens o fator essencial do seu desenvolvimento.</div><div>Na escola onde trabalho já fazemos um esforço de dar resposta a esta questão não sei se será a forma correta, no entanto, parece-me estar a dar bons resultados e o mais importante é que nos encontramos a tentar, inserimos uma nova disciplina, Projeto A+, que conta com o envolvimento de diferentes disciplinas e no projeto final os conteúdos trabalhados serão apresentados no formato que os alunos preferirem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 14:30:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.6 Mapa de ideias - Articulação de Aprendizagens essenciais e o perfil do aluno</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/233894026</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4545477">http://popplet.com/app/#/4545477</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/164062341/d86e8640908ad446a5566c9c14a3ce74/Articula_o_AE_PA.pdf" />
         <pubDate>2018-02-21 18:07:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 Criação de novas disciplinas</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/235149236</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div> </div><div>Na escola onde leciono existe uma nova disciplina, denominada Projeto A+, foi criada no sentido de promover um ensino de qualidade que implica e  garante que o sucesso se traduz em aprendizagens “efetivas e significativas, com conhecimentos consolidados, que são mobilizados em situações concretas que potenciam o desenvolvimento de competências de nível elevado, que, por sua vez, contribuem para uma cidadania de sucesso no contexto dos desafios colocados pela sociedade contemporânea”. Nesta disciplina estão envolvidas cinco disciplinas, no caso do 7.ºano de escolaridade. Existem no nosso estabelecimento de ensino quatro turmas e têm um horário comum, nesses tempos letivos existem cinco professores das áreas disciplinares envolvidas nomeadamente, Inglês, História, Geografia, Físico-química e Ciências Naturais, que estão com a turma. Os alunos são colocados em grupos de seis ou sete alunos o mais heterogéneos possível. Cada disciplina apresenta os conteúdos que os alunos devem trabalhar e estes têm de desenvolver um projeto em articulação com disciplinas. </div><div>A criação desta nova disciplina prendeu-se com o facto das estratégias que usamos já não se coadunarem  com os objetivos que pretendemos atingir, o ensino está focado apenas no objetivo de forma a atingir a nota, mas a formação de um cidadão integral é muito mais do que isso e deve ser o aluno o centro da reflexão e da aprendizagem, o foco é mantido neste de forma a ser o agente deste processo.</div><div>O mais importante é a monitorização dos grupos, para isso todos os alunos dispõem de uma pasta online a que todos os professores acedem quando pretendem, os alunos criam o seu próprio cronograma. </div><div>No que concerne à avaliação esta disciplina tem uma percentagem que no final do período é acrescentada na grelha das diferentes áreas envolvidas.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 21:20:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 1.4 - Fórum: Do Perfil dos Alunos à prática pedagógicaFórum 1: Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula </title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/237773928</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que os alunos alcancem o perfil desejado à saída da escola as mudanças também têm se ser acentuadas. Embora a formação escolar se centre na obtenção de conhecimentos/saberes estes não bastam para a existência de um ser completo nas diferentes vertentes, sociais, humanas e cognitiva. Até ao momento todas as aprendizagens se centravam no professor e não no aluno seguindo como foi falado nos documentos o professor o condutor do autocarro e os alunos os passageiros. Esta visão está de longe ultrapassada, não basta que sejam bem sucedidos na aquisição de conhecimentos, mas apostar numa formação completa de um cidadão bem formado. Para isso, teremos de abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural e geográfico em que se insere, recorrendo a materiais e recursos diversificados, assim os alunos terão ao seu dispor um conjunto de soluções e podem </div><div>ser os condutores da sua própria aprendizagem. Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 10:13:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/237775637</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos deverão ser livres de construir a sua própria aprendizagem, assim poderão construi-la, abordando os conceitos nucleares de cada disciplina curricular, por ano ou ciclo. Como o poderemos fazer sem prejudicar os extensos programas das diferentes disciplinas? Aqui a estratégia tem de ser repensada e a melhor forma de o fazermos é aproveitando os 25% de autonomia de gestão do curriculum e retirar uma percentagem a 4 ou 5 disciplinas envolvidas, por exemplo, história, ciências naturais, geografia e português. Os alunos escolhem um tema de trabalho e tentam articulá-lo com os conteúdos apresentados nas disciplinas e interligar todos acabando num único projeto que envolveu todos os conteúdos. Para que seja possível, este tempo comum, teremos de reduzir o tempo de aulas nas salas ditas comuns e retirar uma parte do curriculum e usá-lo nessas aulas. Por experiência própria sei que este modelo é uma boa forma de ir de encontro às preferências dos alunos, aprendem mais porque estão muito envolvidos na aprendizagem. Este modelo pode ser aplicado em qualquer ciclo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 10:30:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.4.Qual o impacto das Aprendizagens Essenciais na sala de aula? Mudam-se os tempos mudam-se as aprendizagens</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/237776252</link>
         <description><![CDATA[<div>Não há dúvida que esta temática dá muito que refletir, no entanto, se queremos alunos do século XXI também temos de ter estratégias à altura deste desafio. </div><div>Sempre achei que os alunos não deviam ser moldados segundo aquilo que cada professor considera mais adequado e felizmente esta realidade começa a mudar, vemos cada vez mais docentes interessados em mudar esta tendência. As Aprendizagens Essenciais dotam os alunos de ferramentas para enfrentar os novos desafios, que terão que encarar no mundo do trabalho</div><div>Não podemos esquecer que os alunos têm de atingir o mesmo objetivo embora o caminho percorrido possa ser diferente e não em quantidade, mas sim em qualidade e com aplicação na vida prática. Se quisermos uma enciclopédia compramo-la e consultamo-la, para quê encher os alunos com datas e outros acontecimentos que podem consultar em qualquer momento, faz sentido enquadrar determinados acontecimentos e épocas, apenas como um fio condutor.   Temos de deixar de valorizar o acessório e focar no essencial. Sabemos que é mais fácil atingir o objetivo, no entanto, não podemos de deixar de analisar que trabalhamos com pessoas e não somos todos iguais, devemos potenciar o que de melhor existe dentro de cada um dos nossos alunos, dotando-os de melhores atitudes, valores, saberes e competências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 10:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa           &quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas.&quot;</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/237780518</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos autónomos e humanistas<br>As aprendizagens significativas devem ser aquelas que colocam o ser humano em primeiro lugar e são essenciais para o seu desenvolvimento, para que isso aconteça o aluno tem que ter contacto com todo o meio ambiente envolvente e outras realidades. De forma a tornar esta metodologia uma realidade, os alunos terão de deixar de focar apenas nos conteúdos das disciplinas e envolverem-se em projetos solidários e de relações abertas ao exterior da escola. Estas metodologias resultam naturalmente em aprendizagens motivantes e geradoras de aprendizagens reais e que facilmente os alunos conseguem articular com os saberes. As aulas não passaram a ser ausentes de ruído e em que os alunos estão todos em fila e só abrem a boca quando os deixam participar, este modelo está obsoleto e os alunos têm que discutir os seus problemas e novas ideias para atingirem estes conhecimentos fundamentais ao seu desenvolvimento. O professor passará apenas a ser um moderador das aprendizagens.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 11:25:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.6. Tarefa e 2.ª revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/244736821</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 19:51:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6.6 - Atividade de Planificação- Igualdade de género</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/251909893</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 17:24:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/254428182</link>
         <description><![CDATA[<div>Na escola onde leciono, o grupo de Português implementou, este ano, uma prática de diferenciação pedagógica: uma professora de Português colabora com a professora de Português da turma e está na sala a acompanhar os alunos com mais dificuldades, nomeadamente, os alunos com Plano de Educação Individual. Relato esta prática como mera espectadora, pois não sou docente de Português. No entanto, em conversa com as colegas noto que esta prática tem ajudado muito quer na dinâmica das aulas quer no acompanhamento das mesmas por parte dos alunos com mais dificuldades. O professor titular da turma pode, também, fomentar a curiosidade e o pensamento dos alunos com mais capacidades sem prejudicar o seguimento da matéria de nenhum aluno. Esta prática traz vantagens para o processo de ensino-aprendizagem, na medida em que beneficia o sucesso dos alunos com mais dificuldades e permite a toda a turma um melhor acompanhamento dos conteúdos lecionados. Além disso, em turmas com um elevado número de alunos, o professor titular é ajudado para que todos os alunos possam ter o seu tempo de esclarecimento de dúvidas e progredir com mais facilidade e acompanhamento. Este projeto poderia ser alargado a mais áreas disciplinares, uma vez que o trabalho colaborativo em sala de aula é muito vantajoso quer para os alunos quer para o professor titular da disciplina. Além disso, as fichas de trabalho diferenciadas para os alunos poderiam ser elaboradas por vários docentes e implementadas e ajustadas a diferentes alunos. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 14:46:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/254432777</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma vez que o modelo pedagógico em uso no <em>Institut Les Vinyes </em>vai ao encontro da generalidade das ideias patentes no Despacho n.º 5908 / 2017, de 5 de julho, considero que pode responder aos desafios lançados às escolas pelo PAFC. Como pudemos analisar, o modelo apresentado permite aos órgãos responsáveis gerir o currículo de forma flexível e contextualizada, quer com os alunos quer com o meio envolvente, dando às escolas a possibilidade de participarem no desenvolvimento curricular. De acordo com o Despacho n.º 5908 / 2017, de 5 de julho, a mudança não é, assim, consubstanciada numa vontade de inovar, é, antes, motivada pela valorização das escolas e dos professores enquanto agentes de desenvolvimento curricular, procurando garantir que com autonomia e flexibilidade se alcançam aprendizagens relevantes e significativas para todos os alunos. Neste sentido, podemos concluir que o modelo apresentado incentiva diferentes tipos de trabalho dos alunos (cooperativo, individual, guiado, autónomo e sequencial) promovendo a autonomia, iniciativa, confiança, responsabilidade e trabalho em equipa entre os alunos, tendo como linha de pensamento que o cidadão de sucesso é conhecedor, mas é também capaz de integrar conhecimento, resolver problemas, dominar diferentes linguagens científicas e técnicas, coopera, é autónomo, tem sensibilidade estética e artística e cuida do seu bem-estar.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 14:53:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/254433905</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Identifique, numa das três reflexões, um aspeto que considere particularmente relevante para um debate em fórum sobre critérios de avaliação.</strong></div><div><br></div><div> “Deve haver coincidência entre a avaliação, o currículo e as metodologias e estratégias para o desenvolver, fazendo, deste modo, sempre que possível, coincidir as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação.” (Fernandes, 2005, p. 80)</div><div><br></div><div>Considero que esta afirmação de Fernandes é particularmente relevante para um debate, uma vez que considero pertinente a discussão sobre a coerência entre as metodologias e estratégias para desenvolver o currículo e, posteriormente, as tarefas de avaliação. Já não é a primeira vez que menciono a preocupação sobre, por exemplo, quais as adequações dos exames nacionais com as aprendizagens essenciais. Como saber que o que se está a desenvolver em sala de aula e as competências que os alunos estão a consolidar estão em concordância com a avaliação externa e nacional realizada?  </div><div><br></div><div><strong>Explicite três questões/dúvidas/reflexões que a leitura do documento lhe tenha suscitado. Por favor, detalhe e fundamente os seus juízos.<br></strong><br></div><div>Após a leitura do documento, sobre os critérios de avaliação da disciplina de Português de 7.º ano, suscitaram-me as seguintes dúvidas:</div><div><br></div><ul><li>Quando é referido no documento que “A informação [que permita avaliar o aluno em cada um dos domínios] deve ser recolhida através de instrumentos e procedimentos diversificados e adequados à especificidade do que se pretende avaliar” não é claro quais os instrumentos e procedimentos que são utilizados. Neste sentido, fica a dúvida se a avaliação é realizada de forma justa e igual a todas as turmas, a todos os alunos e por todos os professores. </li><li>Nos quadros onde estão apresentados os perfis de aprendizagens para cada domínio estão indicados níveis intercalares onde não está discriminado a que correspondem estes níveis; o que o aluno tem de saber e/ou dominar para ter a avaliação relativa a estes níveis intercalares.</li><li> Em todo o documento não há referência às atitudes e valores dos alunos, pelo que não se entende se este domínio é avaliado e como. Além disso, não se faz referência a tarefas que se possam adaptar para alunos com Necessidades Educativas Especiais.</li></ul><div><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 14:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/254434778</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 14:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>paula_pinto</author>
         <link>https://padlet.com/paula_pinto/ojrz0r6kvl8h/wish/254435661</link>
         <description><![CDATA[<div>(Cenário 2)</div><div><br></div><div>Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria. </div><div><br></div><div> . Português 5.º ano de escolaridade.</div><div><br></div><div> . O aluno deve ficar capaz de:</div><div><br></div><ul><li>selecionar informação relevante em função dos objetivos de escuta e registá-la por meio de técnicas diversas; (pág.4)</li><li>preparar apresentações orais (exposição, reconto, tomada de posição) individualmente ou após discussão de diferentes pontos de vista; (pág.4)</li><li>captar e manter a atenção da audiência (postura corporal, expressão facial, clareza, volume e tom de voz); (pág.4)</li><li>progredir na coesão textual: concordância; tempos verbais e advérbios; variação das anáforas; uso de conectores frásicos e textuais mais frequentes; (pág. 4)</li><li>intervir, com dúvidas e questões, em interações com diversos graus de formalidade, com respeito por regras de uso da palavra; (pág. 4)</li><li>explicitar o sentido global de um texto; (pág. 5)</li><li>fazer inferências, justificando-as; (pág. 5)</li><li>identificar tema(s), ideias principais e pontos de vista; (pág. 5)</li><li><br></li></ul><ol><li>Descritores do perfil dos alunos:</li></ol><ul><li>Base humanista</li><li>Saber </li><li>Inclusão</li><li>Adaptabilidade e ousadia</li><li>Responsabilidade e integridade </li><li>Curiosidade, reflexão e inovação</li><li>Cidadania e participação </li><li>Liberdade</li></ul><div><br></div><ol><li>Evidências</li></ol><div><br></div><ul><li>Os alunos estruturam um texto coeso e organizado para expor as suas ideias;</li><li>Os alunos expõem, oralmente, uma boa argumentação para defenderem as suas ideias;</li><li>Os alunos organizam e fazem o tratamento da informação, de acordo com guiões disponibilizados pelo professor</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 14:58:44 UTC</pubDate>
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