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      <title>Glossário de sociologia 103 by Bianca Gonzales</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-05 10:38:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-02 23:57:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tipo Ideal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3061204378</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma espécie de parâmetro utilizado para viabilizar o estudo do sociólogo. Consiste em uma construção mental da realidade, onde o pesquisador seleciona um certo número de características do objeto em estudo, a fim de construir um "todo tangível", ou seja, um tipo.</p><p>Para exemplificar, usaremos o conceito de democracia: "regime político em que a soberania é exercida pelo povo, que delega parte de seu poder ao Estado para que possa organizar a sociedade". Este seria o "tipo ideal" de democracia. Agora, basta que comparemos os governos atuais para classificá-los como democráticos ou não.</p><p>Referências:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://cafecomsociologia.com/tipo-ideal-de-max-weber/#google_vignette">cafecomsociologia.com/tipo-ideal-de-max-weber/#google_vignette</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 12:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>Durkheim - Funcionalismo/Método Comparativo</title>
         <author>valdirwermannjr</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3062621951</link>
         <description><![CDATA[<p>Funcionalismo</p><p>O Funcionalismo de Durkheim foi muito influenciado pelo Positivismo de Comte e tem uma grande inspiração na Biologia. Para Durkheim, devemos analisar a sociedade como um grande corpo social, no qual há diversos "órgãos" (instituições sociais) com uma forte relação de interdependência. Portanto, se uma parte da sociedade não está em bom funcionamento, essa prejudica a ordem e a coesão da sociedade inteira. Alguns exemplos de instituições sociais são a família, a escola, etc. Essa teoria teve diversas críticas sendo considerada conservadora por tentar harmonizar a sociedade e não promover mudanças.</p><p><br/></p><p>Método Comparativo:</p><p>Durkheim desenvolveu o Método Comparativo com base no método científico das Ciências Naturais, muito influenciado pela Biologia. O Método Comparativo é composto de três etapas: observação, hipótese e experimentação. A parte da experimentação seria a parte comparativa do método, na qual comparamos um mesmo aspecto em diferentes sociedades. Para Durkheim, a sociologia teria o dever de explicar as leis ou generalizações que regem os fenômenos sociais, portanto a sociedade. Essas leis são maiores que os indivíduos e independem da vontade desses.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>-<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/funcionalismo">https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/funcionalismo</a>;</p><p>- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/0J9fHzTKO54">https://youtu.be/0J9fHzTKO54</a>;</p><p>- Slides da Professora Gabriela, disponíveis no EBVirtual.</p><p><br/></p><p>Wermann (40033)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-28 19:12:00 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Marx - Relação de produção (infraestrutura e superestrutura)</title>
         <author>beatrizuebelweber</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3062640525</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao se dedicar a compreender a organização da sociedade capitalista e sua estrutura social, Marx identificou a divisão entre infraestrutura e superestrutura. Para ele, a infraestrutura compreende as forças de produção, que incluem a matéria-prima, os meios de produção e os próprios trabalhadores. Nesse contexto, ele compara a sociedade a um edifício, com a infraestrutura sendo a base econômica, onde ocorrem as relações de produção entre empregados e patrões. A posição de um indivíduo no processo produtivo e suas relações de trabalho, marcadas pela exploração da força de trabalho, são fundamentais na acumulação capitalista.&nbsp;</p><p>Marx também identifica três elementos importantes no processo de trabalho: a força de trabalho (potencial humano), o objeto de trabalho (o que será transformado pela atividade humana) e o meio de trabalho (instrumentos utilizados na produção).</p><p>A superestrutura, por sua vez, deriva do conflito de interesses entre diferentes classes econômicas. Sua função é manter as relações econômicas da infraestrutura, reforçando os interesses da classe dominante através da regulamentação, sanções, coerções políticas e persuasão ideológica. Para consolidar e perpetuar a dominação, a classe dominante utiliza estratégias que envolvem tanto a força quanto a ideologia. Um exemplo é o Estado, que segundo Marx, serve para interesses das altas classe para manter o status quo.</p><p>Marx destaca a mais-valia como o principal mecanismo do qual os donos dos meios de produção obtêm lucro. A mais-valia é a diferença entre o valor do trabalho necessário para produzir uma mercadoria e o salário pago ao trabalhador. Existem duas formas de mais-valia:</p><p>Mais-valia absoluta: Aumento das horas trabalhadas, resultando em maior produção.</p><p>Mais-valia relativa: Incorporação de tecnologia ou reorganização do trabalho que aumente a produtividade.</p><p>Portanto, segundo o marxismo, o modo de produção da vida material condiciona o processo da vida social, política e intelectual em geral. Diferentes relações econômicas determinam diferentes formas de Estado e consciência social, adequadas ao funcionamento dessas relações. Quando o desenvolvimento das forças produtivas provoca mudanças nas relações de produção, a superestrutura também se transforma. Assim, a superestrutura não é autônoma, mas tem seu fundamento nas forças produtivas e nas relações de produção.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Livro Sociologia em movimento.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cafecomsociologia.com/infraestrutura-e-superestrutura-em-marx/">https://cafecomsociologia.com/infraestrutura-e-superestrutura-em-marx/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cafecomsociologia.com/infraestrutura-e-superestrutura-em-marx/">https://www.infoescola.com/sociologia/superestrutura-e-infraestrutura/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cafecomsociologia.com/infraestrutura-e-superestrutura-em-marx/">https://filosofianaescola.com/politica/infraestrutura-e-superestrutura-no-pensamento-de-marx/</a></p><p><br/></p><p>Alunas </p><p>Beatriz Weber 38719</p><p>Schneider 35690</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-28 21:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ação social e sua Tipologia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3063215479</link>
         <description><![CDATA[<p>A ação social pode ser categorizada de várias maneiras com base em diferentes critérios. Uma das maneiras mais comuns de classificação é a tipologia de Max Weber, que divide as ações sociais em quatro tipos principais:</p><p><br></p><p>1. <strong>Ação racional com relação a fins:</strong> Ação em que os meios são escolhidos de forma racional para atingir objetivos específicos. Exemplo: Estudar para obter uma boa nota em um exame.</p><p><br></p><p>2. <strong>Ação racional com relação a valores:</strong> Ação motivada por crenças, valores ou princípios pessoais. Exemplo: Fazer uma doação para uma causa em que se acredita.</p><p><br></p><p>3. <strong>Ação afetiva ou emocional:</strong> Ação motivada por estados emocionais, como amor, raiva ou medo. Exemplo: Protestar por uma causa por indignação.</p><p><br></p><p>4. <strong>Ação tradicional:</strong> Ação orientada por hábitos arraigados, costumes ou tradições. Exemplo: Participar de uma cerimônia religiosa por ser algo feito pela família há gerações.</p><p><br></p><p>Esses tipos de ação social ajudam a entender as motivações por trás do comportamento humano em diferentes contextos sociais e culturais.</p><p><br></p><p>Consulta: </p><p>Livro Weber, Max. <em>Economia e Sociedade: Fundamentos da Sociologia Compreensiva</em>. </p><p>E</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.uel.br/revistas/lenpes-pibid/pages/arquivos/8%20Edicao/33%20%20VICTORIA%20CORREA.pdf">http://www.uel.br/revistas/lenpes-pibid/pages/arquivos/8%20Edicao/33%20%20VICTORIA%20CORREA.pdf</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Al Yasmin Barreto.            N°:17247</p><p>Al Isadora Medeiros        N°:31812</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 15:51:19 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio e sua tipologia</title>
         <author>biancagnzlw</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3063369363</link>
         <description><![CDATA[<p>     O sociólogo Èmile Durkheim, em 1897, publicou sua mais famosa obra, “O suicídio”. Neste livro, o autor trouxe para época uma nova visão deste ato radical, questionando se o suicida é aquele que busca a ruptura com a sociedade ou se desesperadamente a busca, tendo como sua tentativa final a morte. Deste modo, seu pensamento reflete sobre a relação do suicídio com a individualidade em seus polos, separados em quatro tipos detalhados a seguir.<br></p><p><br/></p><p>Suicídio Anômico</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;É motivado pelo contexto de anomia social, uma grande mudança na sociedade inesperada pelos indivíduos. Desemprego, guerras civis e crises econômicas são fatores que influenciam o suícidio do tipo anômico. A anomia social pode ser explicada como desregulação total de normas previamente estabelecidas e pelo aumento abrupto de taxas de suicídios. As taxas de autocídio anômicos são menores em países mais pobres, já que a classe rica tem menos facilidade em lidar com situações de crise. Podemos considerar exemplos de anomias sociais a Quebra de Wall Street (1929) e a Pandemia do Covid-19 (2020).</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Suicídio Altruísta</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Está relacionado com indivíduos com relações suicidas, é consequência da obediência à uma força ou ideologia coletiva. Os suicidas altruístas realizam o ato acreditando estar contribuindo positivamente para a sua cultura. Por muitas vezes, o ato está relacionado à religião ou ao devotamento à uma ideia maior, ou até à pátria. Exemplos de suicídios altruístas são os kamikazes japoneses: pilotos de aviões que, na Segunda Guerra Mundial, colidiram propositalmente com embarcações ou aeronaves inimigas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Suicídio Fatalista</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Considerado o contrário do suicídio anômico, o suicídio fatalista é resultado da excedente presença de normas sociais e demasiada falta de liberdade de indivíduo: que se vê preso em um contexto deprimente, infeliz, inevitável e previamente estabelecido. A pessoa que o realiza se sente massacrada pela regulamentação social. Um exemplo de contexto fatalista em relação ao indivíduo é o momento da vinda dos negros escravizados para as terras brasileiras pelos portugueses, e os seguintes anos de escravidão: as pessoas submetidas à esse regime não viam, naquele contexto, uma chance das suas vidas prosperarem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Suicídio egoísta&nbsp;</p><p>    Causado por um individualismo extremado, para Durkheim, o suicídio egoísta ocorre quando existe uma insuficiente presença da sociedade na vida do indivíduo, podendo ser encontrado em casos de laços familiares e/ou sociais precários ou ausentes. Esse tipo é o mais identificado na sociedade e o que mais apresenta potencial terapêutico, visto que o laço criado entre o profissional e o paciente, por vezes, é capaz de suprir a presença social evitando o ato suicida. Como exemplo, é possível descrever um jovem que não se sente inserido ou valorizado pelas pessoas ao seu redor e acaba sem suporte nos âmbitos sociais e familiares tornando-se extremamente individual.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28">https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28">https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/sobre-suicidio-na-sociologia-Emile-durkheim.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28">https://www.psicanaliseclinica.com/suicidio-altruista/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-73952010000100008#:~:text=Assim%2C%20para%20Durkheim%2C%20o%20suic%C3%ADdio,o%20a%20um%20individualismo%20excessivo</a>.&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=66d4oKIIv28">https://www.uninter.com/noticias/as-quatro-mortes-e-o-suicidio</a></p><p><br/></p><p>Bianca (00027)</p><p>Siqueira (00024)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 23:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Durkheim - Sistema Social</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3064151788</link>
         <description><![CDATA[<p>    Émile Durkheim, um dos fundadores da sociologia moderna, desenvolveu a ideia de "Sistema Social" como parte central de sua teoria sociológica. Durkheim buscava entender como a sociedade se mantém coesa e como as instituições sociais funcionam para manter a ordem e a estabilidade social. Para o sociólogo, o sistema social é a estrutura e o conjunto de relações que ligam os indivíduos em uma sociedade, que é composto por normas, valores, crenças e práticas compartilhadas que moldam o comportamento humano e garantem a coesão social. Durkheim acreditava que a sociedade não é apenas a soma dos indivíduos, mas algo maior, com propriedades e leis próprias.</p><p>    Um dos conceitos centrais de Durkheim é o de "fatos sociais", que são maneiras de agir, pensar e sentir externas ao indivíduo, mas que exercem uma pressão coercitiva sobre ele. Esses fatos sociais são elementos fundamentais do sistema social, pois são responsáveis por moldar e regular o comportamento dos indivíduos, garantindo a conformidade às normas e valores sociais. A exemplo disso, a família, como parte do sistema social, exemplifica como os indivíduos são moldados e regulados por normas e valores culturais. Essa instituição básica da sociedade ajuda a manter a coesão social e a estabilidade, demonstrando o funcionamento das teorias de Durkheim na prática</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Livro didático Sociologia em Movimento – Moderna</p><p>https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/sociologia/o-metodo-sociologico-durkheim.htm#:~:text=Os%20fen%C3%B4menos%20sociais%20s%C3%A3o%20considerados,na%20intera%C3%A7%C3%A3o%20dos%20fatos%20sociais.</p><p>https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/emile-durkheim</p><p><br/></p><p>Al Ana Amorim - 00032</p><p>Al Zilli - 47119</p><p>Al Mesko - 24301</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-30 23:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Marx - Classes Sociais (conflito e contradição)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3064152948</link>
         <description><![CDATA[<p>    Karl Marx desenvolveu uma teoria sobre classes sociais, conflitos e contradições no capitalismo. Ele identificou duas classes principais: a burguesia, que controla os meios de produção, e o proletariado, que vende sua força de trabalho. Essa relação gera exploração, com a burguesia acumulando riqueza às custas do proletariado, criando uma dinâmica de dependência econômica. Os conflitos de classe são centrais para Marx, manifestando-se em lutas por melhores condições de trabalho e salários. A alienação dos trabalhadores, que se sentem desconectados de seu trabalho e da sociedade, intensifica esses conflitos. A burguesia busca maximizar lucros, enquanto o proletariado luta por direitos, resultando em greves e protestos.</p><p>    Marx também apontou contradições internas no capitalismo, como a discrepância entre forças produtivas e relações de produção, que levam a crises econômicas e sociais. Essas crises, como a superprodução e o desemprego, destacam a incapacidade do capitalismo de distribuir a riqueza de forma justa, aumentando os conflitos de classe. Marx acreditava que essas contradições e crises criariam as condições para uma revolução proletária, onde os meios de produção seriam socializados, eliminando a exploração e a alienação, e resultando na criação de uma sociedade sem classes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p>Livro didático Sociologia em Movimento – Moderna</p><p>https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/classe-social.htm</p><p>https://periodicos.ufpa.br/index.php/cepec/article/download/11708/8090</p><p><br/></p><p>AL Ana Amorim - 00032</p><p>Al Zilli - 47119</p><p>Al Mesko - 24301</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 00:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>Durkheim - Coesão e solidariedade social, Anomia / Weber - Relação entre indivíduo e sociedade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3064855238</link>
         <description><![CDATA[<p>Anomia:</p><p>&nbsp;</p><p>  Anomia é um conceito desenvolvido pelo sociólogo Émile Durkheim que se refere ao estado social de interrupção das regras e normas que regem um determinado grupo social. A palavra deriva do grego <em>nomos</em> que significa “regra” e do prefixo <em>a</em> que significa “não”. Para Durkheim, a sociedade desempenha uma função essencial na disciplina exercida sobre os indivíduos. Logo, em momentos de crise esse papel é paralisado, resultando em um cenário sem regras (anômico).</p><p>   Esse fenômeno social está presente nas sociedades modernas quando há o enfraquecimento das estruturas que norteiam as ações dos indivíduos. Assim, essa “falta de controle” ocasiona um estado anômico que apresenta graves problemas. Nesse estado, uma das patologias sociais mais comuns é o suicídio, que foi estudado por Durkheim em sua obra “O Suicídio” (1897).</p><p>&nbsp;  O suicídio anômico se tornou muito comum nesses casos onde as pessoas estão desreguladas e em desarmonia com as regras vigentes das sociedades. Diante disso, percebe-se a importância das pesquisas realizadas por Durkheim em diversas áreas do conhecimento, como a criminologia, no Direito.</p><p>&nbsp;</p><p>Coesão e solidariedade social:</p><p>&nbsp;</p><p>Coesão Social é a união e conexão entre os membros de uma sociedade, baseada em valores e normas comuns. Enquanto que, solidariedade é a forma como as pessoas se relacionam e ajudam umas às outras dentro de uma sociedade. Émile Durkheim, um importante sociólogo, descreveu a solidariedade de duas formas:</p><p>Solidariedade Mecânica :</p><p>Sociedades Simples e Tradicionais: As pessoas têm trabalhos e modos de vida semelhantes. Todos compartilham as mesmas crenças e valores. Como, em uma pequena aldeia rural, todos são agricultores e participam das mesmas festividades e rituais.</p><p>Solidariedade Orgânica:</p><p>Sociedades Modernas e Complexas: As pessoas têm trabalhos diferentes e especializados. A união vem da interdependência; todos dependem do trabalho dos outros. Como, em uma cidade grande, há médicos, engenheiros, professores, e todos dependem uns dos outros para que a sociedade funcione bem.</p><p>&nbsp;</p><p>Relação entre indivíduo e sociedade</p><p>&nbsp;</p><p>   A relação entre o indivíduo e a sociedade é um dos problemas centrais na sociologia. As teorias clássicas propuseram que essa ligação se dá através do conceito de "papel", desempenhado pelo indivíduo. Este conceito é explorado nas teorias da ação, onde o indivíduo é visto tanto como ator quanto como componente essencial da ação social. A individualidade é considerada uma variável social, e não apenas individual, o que pode parecer paradoxal. Além disso, a sociologia frequentemente estuda os contextos interativos focando no indivíduo, mas muitas vezes sem generalizar sobre a sociedade como um todo. Um exemplo disso é o processo de socialização, pelo qual os indivíduos aprendem e internalizam os valores, normas e práticas de sua sociedade. Por exemplo, Max Weber destacou como a ética protestante influenciou o desenvolvimento do capitalismo moderno, mostrando como os valores religiosos internalizados pelos indivíduos moldaram práticas econômicas e comportamentos sociais.</p><p>   Mesmo a teoria crítica tenta delinear uma ideia de indivíduo em oposição aos abusos dos sistemas sociais, sugerindo que há algo mais natural e legítimo do que a economia ou a política, que deve ser protegido da racionalidade alienante. Em geral, as definições sociológicas tradicionais são criticadas por não oferecerem uma descrição precisa do indivíduo, focando mais nos modelos sociais e nas estruturas que controlam o comportamento. Mesmo a pesquisa sociológica que utiliza métodos estatísticos considera o indivíduo relevante apenas como "resposta à pergunta", e não como uma individualidade autônoma.</p><p>&nbsp;</p><p>Referências:</p><ul><li><p>https://www.todamateria.com.br/anomia/#:~:text=A%20anomia%20%C3%A9%20um%20conceito,%2D%20(%E2%80%9Cn%C3%A3o%E2%80%9D).</p></li><li><p>https://www.significados.com.br/anomia/</p></li><li><p>DURKHEIM, Émile. Da Divisão do Trabalho Social. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.</p></li><li><p>https://www.scielo.br/j/ts/a/TgXDcDk5ssrckGyWszV84Fj/</p></li></ul><p><br/></p><p>AL Paschoal  - 05052</p><p>Al Pangos    - 21421</p><p>Al Mühlbaier - 15277</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 21:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre indivíduo e sociedade, Método compreensivo e interação social.</title>
         <author>danielgimenest13</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3064870709</link>
         <description><![CDATA[<p>A relação entre o indivíduo e a sociedade é um assunto muito estudado na sociologia. Dois dos principais pensadores sobre esse tema são Émile Durkheim e Max Weber. Cada um deles tem uma visão diferente sobre como a sociedade e os indivíduos se relacionam. Vamos ver um pouco sobre as ideias deles e também sobre a interação social.</p><p>1. Émile Durkheim e a Relação entre Indivíduo e Sociedade</p><p>Émile Durkheim é um dos fundadores da sociologia. Ele acreditava que a sociedade é mais do que apenas um grupo de pessoas; ela tem normas e regras que todos seguem, mesmo sem perceber. Durkheim chamou essas regras de "fatos sociais". Por exemplo, o jeito como nos comportamos na escola ou em casa são fatos sociais que influenciam nossas ações.</p><p>Fatos Sociais</p><p>Os fatos sociais são maneiras de agir e pensar que são externas ao indivíduo e têm poder sobre ele. Por exemplo, a moda, as leis e as tradições são fatos sociais que nos dizem como devemos nos comportar.</p><p>Solidariedade Mecânica e Orgânica</p><p>Durkheim explicou que existem dois tipos de solidariedade, ou maneiras de as pessoas se conectarem na sociedade. A solidariedade mecânica acontece em sociedades mais simples, onde todos fazem as mesmas coisas e têm os mesmos valores. Já a solidariedade orgânica acontece em sociedades modernas, onde as pessoas têm diferentes trabalhos e dependem umas das outras para viver.</p><p>2. Max Weber e o Método Compreensivo</p><p>Max Weber também é um sociólogo importante. Ele desenvolveu o método compreensivo, que é uma maneira de entender as ações das pessoas olhando pelo ponto de vista delas. Para Weber, é importante saber por que as pessoas fazem o que fazem.</p><p>Ação Social</p><p>Weber dizia que ação social é qualquer ação que leva em conta o comportamento dos outros. Ele identificou quatro tipos de ação social:</p><ul><li><p>Ação racional com relação a fins: ações feitas com um objetivo claro.</p></li><li><p>Ação racional com relação a valores: ações feitas por causa de crenças ou valores.</p></li><li><p>Ação afetiva: ações motivadas por emoções.</p></li><li><p>Ação tradicional: ações feitas por costume ou hábito.</p></li></ul><p>Tipos Ideais</p><p>Os tipos ideais são modelos teóricos que Weber usava para estudar a sociedade. Eles ajudam a entender fenômenos sociais complexos comparando a realidade com esses modelos.</p><p>3. Interação Social</p><p>Interação social é como as pessoas agem e reagem umas com as outras. É através da interação que construímos nossa identidade e entendemos nosso lugar na sociedade. Aqui os link</p><p>1. Émile Durkheim: [Brasil Escola](<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/emile-durkheim.htm">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/emile-durkheim.htm</a>)</p><p>2. Max Weber: [Brasil Escola](<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/max-weber.htm">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/max-weber.htm</a>)</p><p>3. Sociologia: Compreensiva e a ação social: [Mundo Educação](<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/sociologia-compreensiva-acao-social.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/sociologia-compreensiva-acao-social.htm</a>) Daniel Gimenes 11197 Lucas </p><p>28335</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 22:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação - Karl Marx</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>      A palavra "alienação" deriva do latim "<em>alienare</em>", que significa "tornar alguém alheio". Atualmente, essa palavra possui diversos significados. O primeiro estudioso a abordar esse conceito foi o filósofo Friedrich Hegel. De acordo com Hegel, a alienação está diretamente ligada ao trabalho humano. Ele acreditava que, ao produzir algo, a potencialidade do indivíduo é transferida para o objeto produzido. Quando essa potencialidade é transferida para o objeto criado, o homem se torna vazio, alienado. Assim, do ponto de vista filosófico, a alienação pode ser vista como uma espécie de vazio existencial.</p><p>      Para Karl Marx, a alienação é um pilar fundamental da sociedade capitalista. Ele considerava o trabalho uma parte essencial da essência humana, pois, diferentemente de outros animais, o trabalho nos permite criar livremente e contribui para a nossa sociabilidade. A alienação seria, então, uma ruptura na identificação do operário com o seu trabalho e o produto final. Em vez de produzir para si, o proletário tem sua dimensão ontológica fundamental arruinada ao ser obrigado a trabalhar em funções específicas dentro da fábrica para ganhar um salário, enquanto a mais-valia do seu trabalho é apropriada pela burguesia.</p><p>      Imagine o seguinte exemplo: um homem que trabalha em uma fábrica de automóveis tem como única função apertar parafusos. Ele não tem nenhuma ligação com o produto final, o automóvel. Segundo Marx, ele está "alienado". Essa alienação traria diversas consequências negativas para esse indivíduo.</p><p>      Para ilustrar ainda mais, pense em uma costureira que trabalha em uma fábrica de roupas. Sua única tarefa é costurar um tipo específico de costura em uma parte específica de uma peça de roupa. Ela repete essa tarefa inúmeras vezes ao longo do dia, sem ver o produto final ou ter qualquer envolvimento no design ou na escolha dos materiais. Ela não tem conexão com a roupa como um todo ou com as pessoas que eventualmente usarão essas roupas. Segundo Marx, essa falta de envolvimento com o produto final e a repetição mecânica da tarefa a tornam alienada. Essa alienação pode levar a um sentimento de descontentamento, desmotivação e até depressão, pois a costureira não vê valor ou propósito em seu trabalho.</p><p>      Além disso, a alienação pode impactar a criatividade e a satisfação pessoal, uma vez que o trabalho deixa de ser uma expressão de si mesma e passa a ser apenas uma atividade mecânica para garantir sua sobrevivência econômica.</p><p><br/></p><p>Al. Lopes 90428</p><p><br/></p><p>FONTES: </p><ol><li><p>https://youtu.be/4a4XBSaNTBQ?si=yATIM1AWQxED8rzR</p></li></ol><ol start="2"><li><p>https://youtu.be/VR4kD_9kY4M?si=V2UCc-9Ynmz_VlI9</p></li><li><p>https://youtu.be/BVR5eCo3P_g?si=eo7WFYuJVQFnqwSN</p></li><li><p>https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/filosofia/alienacao</p></li><li><p>https://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/Kinesis/6_RenatoAlmeidadeOliveira.pdf</p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 02:47:31 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia-Marx</title>
         <author>alicegoulartf1201</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3065712215</link>
         <description><![CDATA[<p>Ideologia possui diferentes significados, no senso comum, ela é tida como algo ideal, que contém ideias, pensamentos, doutrinas ou visões de mundo de um indivíduo ou de determinado grupo, orientado para suas ações sociais e políticas.</p><p><br></p><p>Karl Marx criou um conceito crítico do termo ideologia,&nbsp; colocando-a como uma falsa consciência da realidade social, política e econômica, nesse sentido, ideologia é o conjunto de ideias ou representações através das quais um indivíduo é levado a pensar da forma que é conveniente à classe ou as pessoas dominantes, que foram chamadas por ele de idealistas.&nbsp;</p><p><br>O conceito de Karl Marx de ideologia possui cinco características: A naturalização, a abstração, a universalização, a lacuna e a inversão.&nbsp;</p><p><br></p><p>A naturalização se refere à aceitação de situações fruto do ser como algo já “pré-programado” na criação da sociedade. Sobre a abstração, podemos dizer que as ideias e valores das classes dominadoras acabam se tornando universais na medida em que há o esquecimento dos conflitos, em prol da fantasia de uma sociedade “una” e “harmônica”. Já a universalização trata da imposição dos valores dos dominantes aos dominados, sem questionamentos. Portanto a lacuna é o vazio deixado pela ideologia, o ocultamento que se for explicitado, poderia acabar revelando as ilusões.</p><p><br></p><p>al: Alice Goulart n: 11205</p><p><br></p><p>Bibliografia:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/ideologia.htm#:~:text=Em%20seu%20livro%20A%20ideologia,classes%20com%20a%20aquiesc%C3%AAncia%20delas">https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/ideologia.htm#:~:text=Em%20seu%20livro%20A%20ideologia,classes%20com%20a%20aquiesc%C3%AAncia%20delas</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/ideologia.htm#:~:text=Em%20seu%20livro%20A%20ideologia,classes%20com%20a%20aquiesc%C3%AAncia%20delas">https://descomplica.com.br/d/vs/aula/ideologia-por-marx/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 22:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Dominação e sua tipologia - Max Weber</title>
         <author>victormeloo2019</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3065727715</link>
         <description><![CDATA[<p>          A dominação para o sociólogo alemão Max Weber é um fenômeno social intrínseco a todas as sociedades e presente em diversas relações sociais. As relações de poder legítimas são estabelecidas em uma esfera macropolítica definida por instituições fortes, como o Estado, ou em relações sociais baseadas em construções sociais duradouras, como a tradição. </p><p>        Na teoria weberiana sobre a organização da sociedade, o poder e a dominação são como dois polos de uma mesma concepção: o poder é uma espécie de emissão, enquanto a dominação é uma espécie de recepção. O poder é o exercício da vontade sobre os indivíduos e a dominação é a aceitação e a subordinação dos indivíduos ao poder exercido por alguém. Desse modo, a legitimidade do poder é conferida pelas formas de dominação legítimas, ou seja, se os indivíduos aceitam certos tipos de poder exercidos por alguém, esses próprios indivíduos conferem a legitimidade da dominação e, consequentemente, do poder que alguém exerce. </p><p><br/></p><p>        Para Weber, são três os tipos de dominação legítima que se formam nas sociedades.</p><p>                   </p><p>                   Dominação legal</p><p><br/></p><p>        Esse tipo de dominação estabelece-se por meio de uma convenção social estabelecida entre os indivíduos de uma mesma sociedade. Weber entende o Estado como um elemento comum que subordina as pessoas à sua autoridade legal para o bem delas mesmas, uma instituição que detém o monopólio da força e da violência mediante a legalidade para evitar que indivíduos exerçam a força e a violência. Para o sociólogo, se os indivíduos não fossem violentos, o Estado seria desnecessário.</p><p><br/></p><p>Exemplo: A força das leis, o emprego da força por parte do Estado por meio da polícia e do exército em relação a população e os indivíduos</p><p><br/></p><p><br/></p><p>               Dominação carismática</p><p><br/></p><p>         Essa forma de dominação ocorre por meio da capacidade carismática que uma pessoa tem de mobilizar as massas e comandar as pessoas. Geralmente, os súditos desse tipo de pessoa conferem uma devoção ao líder carismático não só pela sua personalidade de liderança, mas também pela crença e pela fé.</p><p>O líder carismático  faz com que os seus seguidores depositem nele a esperança de uma mudança ou de uma ação correta. Nesse tipo de dominação, não há qualquer indício de requerimento de competência para que o líder exerça poder e, segundo Weber, é a forma de dominação mais instável, visto que de uma hora para outra os súditos podem perder o encanto pelo líder carismático. </p><p><br/></p><p>Exemplo: O profeta nordestino Antônio Conselheiro, que, por meio de sua capacidade de liderança carismática, fundou a comunidade de Canudos, uma comunidade alternativa no Nordeste contra o poder estabelecido dos coronéis.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>               Dominação tradicional</p><p><br/></p><p>          Essa forma de dominação é conferida pela forma do respeito à tradição. A forma mais comum de estabelecimento dessa autoridade vem pelo sistema patriarcal, que domina a sociedade, em que a figura do patriarca ou senhor é uma figura de liderança e os submetidos a essa liderança são os seus súditos ou servidores. Nesse tipo de dominação, existe uma relação moral implícita em que as normas morais conferem a tradição do exercício do poder por parte do patriarca. Nesse caso, não há a necessidade de uma competência da liderança para a conferência da autoridade, pois é a tradição quem confere tal autoridade. Esse tipo de dominação também confere uma estabilidade da dominação, visto que a tradição é algo que se perpetua por muito tempo em uma sociedade.</p><p><br/></p><p>Exemplo: No período de grande produção de açúcar do Brasil Colonial os senhores de engenho, líderes patriarcais que tinham sob sua tutela a esposa, os filhos, os escravos da fazenda e os agregados da casa grande. Todas essas pessoas viviam na propriedade do senhor de engenho e respeitavam o poder dele por conta da ordem tradicional. </p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/dominacao-para-max-weber.htm">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/dominacao-para-max-weber.htm</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Alunos:</p><p>Victor Rodrigues 21422</p><p>Kauan 91446</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 22:55:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>alicegoulartf1201</author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3065748979</link>
         <description><![CDATA[<p>A divisão social do trabalho é um conceito desenvolvido por Émile Durkheim que explica como as sociedades evoluem e se mantêm coesas. Ele identificou dois tipos de solidariedade que sustentam essa coesão:</p><p><br/></p><p>Solidariedade Mecânica:</p><p>Predomina em sociedades tradicionais e simples, como tribos e comunidades pequenas.</p><p>As pessoas compartilham crenças, valores e comportamentos semelhantes, o que cria um forte senso de unidade.</p><p>As funções sociais são homogêneas, e a coesão social vem das semelhanças entre os indivíduos e de uma consciência coletiva poderosa.</p><p><br/></p><p>Solidariedade Orgânica:</p><p>Comum em sociedades modernas e complexas, como cidades grandes e economias industriais.</p><p>A divisão do trabalho leva à especialização, onde cada pessoa desempenha um papel específico e diferenciado.</p><p>A coesão social resulta da interdependência entre indivíduos com funções variadas, já que cada um depende dos outros para o funcionamento da sociedade.</p><p>Durkheim acreditava que a divisão do trabalho, além de aumentar a eficiência econômica, também é fundamental para a coesão social em sociedades complexas. No entanto, ele alertou sobre os riscos da "anomia", uma condição em que a falta de normas claras ou o excesso de individualismo leva à desintegração social. A anomia pode ocorrer em períodos de rápida mudança social, quando as normas antigas não se aplicam mais, e novas normas ainda não estão estabelecidas.</p><p><br/></p><p>Durkheim destacou a importância de encontrar um equilíbrio, garantindo que a especialização e a interdependência não prejudiquem o sentido de comunidade e propósito dos indivíduos. Essa teoria ajuda a compreender como as sociedades podem manter a coesão social em meio a mudanças e diversificações crescentes.</p><p><br/></p><p>al: Jamile n: 01071</p><p><br/></p><p>Bibliografia</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/emile-durkheim.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biografia/emile-durkheim.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/durkheim/#:~:text=%C3%89mile%20Durkheim%20foi%20um%20soci%C3%B3logo,fosse%20considerada%20um%20disciplina%20acad%C3%AAmica">https://www.todamateria.com.br/durkheim/#:~:text=Émile%20Durkheim%20foi%20um%20sociólogo,fosse%20considerada%20um%20disciplina%20acadêmica</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://novaescola.org.br/conteudo/456/criador-sociologia-educacao">https://novaescola.org.br/conteudo/456/criador-sociologia-educacao</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/emile-durkheim.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/emile-durkheim.htm</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 23:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre indivíduo e sociedade para Karl Marx / Materialismo histórico dialético</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3065751145</link>
         <description><![CDATA[<p>Relação entre indivíduo e sociedade para Karl Marx</p><p><br></p><p>Ao contrário de alguns sociólogos que acreditavam que apenas a sociedade influencia o ser ou apenas o ser influencia a sociedade, temos uma terceira ideia, engendrada pelo escritor, filósofo, sociólogo e economista Karl Marx. Para Marx, o indivíduo e a sociedade dividem uma relação recíproca, ou seja, a sociedade influencia o indivíduo e, da mesma forma, o indivíduo influencia a sociedade. Marx também diz que as ações individuais que um indivíduo tem são delimitadas por um contexto histórico e social e que elas variam de acordo com a posição que o ser exerce na sociedade. Por fim, Marx acreditava que o indivíduo constrói a sua história não da forma como quer, mas com as condições que são impostas a ele</p><p><br></p><p>Referências:</p><p>https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EconRev/article/download/50733/751375148841/#:~:text=Marx%20v%C3%AA%20o%20%E2%80%9Cindiv%C3%ADduo%E2%80%9D%20como,e%2C%20portanto%2C%20historicamente%20condicionado.</p><p>https://medium.com/@frankwcl/individuos-e-sociedade-que-tal-discutir-essa-relacao-6c8fa7e687fd</p><p><br></p><p><br></p><p>Materialismo histórico dialético</p><p><br></p><p>Materialismo histórico dialético é o nome conferido à teoria sociológica e política desenvolvida, no século XIX, por Karl Marx e Friedrich Engels. Essa teoria buscava compreender e explicar a realidade na visão de Marx, sendo apontada como o método principal de análise sociológica do autor. O nome materialismo histórico e dialético referencia os principais pilares da teoria, que podem ser divididos e explicados de acordo com suas características.</p><p>Trata-se de um materialismo histórico porque configura uma ótica que entende a realidade como um produto das condições materiais e históricas da sociedade, que relaciona-se com o indivíduo por meio de sua classe social, seja ela a burguesia, aquela que possui o monopólio dos meios de produção, ou o proletariado, que sobrevive por meio da venda de sua força de trabalho. De acordo com Karl Marx, “Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha, e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”. Observa-se que, portanto, a relação e influência entre o indivíduo e a sociedade é um elemento determinante para a compreensão de Marx, sendo de vital importância para sua teoria. Além disso, o autor reconhece a condição material como fator decisivo em meio ao processo social, sendo que a humanidade acaba sendo definida por esta. A observação da história, por sua vez, revela sua transformação ao longo do tempo através da dialética.</p><p>A dialética, um conceito muito antigo e desenvolvido por diversos pensadores e filósofos, dentre os quais Heráclito, Sócrates e Hegel, assume uma nova posição dentro da teoria marxiana. Dentro deste pensamento, a dialética é o fenômeno reconhecido como a contradição, o conflito de ideias que permeia a sociedade e suas relações materiais, no caso, entre o proletariado e a burguesia. Para Marx, a transformação da história é derivada do conflito de uma Tese e de uma Antítese, responsável por produzirem uma Síntese, a partir da qual o processo se repete.</p><p>A partir desta análise, portanto, é possível compreender o materialismo histórico dialético como método de compreensão do mundo na perspectiva de Karl Marx, bem como identificar os aspectos da teoria que a caracterizam como um pensamento materialista, histórico e dialético.</p><p><br></p><p><br></p><p>Referências:</p><p>https://www.scielo.br/j/icse/a/RCh4LmpxDzXrLk6wfR4dmSD/</p><p>https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/materialismohistorico.htm#Materialismo+histórico+e+dialético</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=G1kj_9m4IjQ</p><p>https://www.marxists.org/portugues/stalin/1938/09/mat-dia-hist.htm</p><p><br></p><p>Al Pedro Aragão (11204)</p><p>Al João Manoel (00002)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 23:40:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancagnzlw/oj8jcwzoecdx58v7/wish/3065965402</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>WEBER</p><p>DESENCANTO DO MUNDO:</p><p>É um dos termos que mais marcam a escrita de Weber, pois com ele o autor descobriu ser possível designar, com propriedade, o longuíssimo período de racionalização por que passou a religiosidade ocidental.</p><p>É importante lembrar que esse termo, nas obras do pensador alemão, não significa perda, carência. Sendo que o termo desencantamento do mundo não é desencanto, como alguém que se desencanta com outra pessoa, e não pode ser confundido com um estado de espírito que possa se encontrar desencantado, como uma espécie de desapontamento, desilusão. Tais significados nada têm a ver com o que Weber quer dizer quando usa a expressão desencantamento do mundo.</p><p>Na verdade, este conceito tem a intenção de explicar o mundo e não lamentá-lo: “O desencantamento em sentido estrito se refere ao mundo da magia. Weber acreditava que, em nossa sociedade, grande parte da vida social havia sido reduzida à lógica racional”. Isso quer dizer que características do mundo social que se baseavam na tradição, como a crença religiosa, dissolveram-se. A modernidade construiu-se em meio aos conflitos ideológicos da razão objetiva instrumental, utilizada como ferramenta de abordagem de questões do pensamento humano e de sua realidade, e o pensamento tradicional foi progressivamente abandonado. Weber referiu-se a esse fenômeno como o processo de “desencantamento do mundo”, no qual o sujeito moderno passou a se despir de costumes e crenças baseados em tradições herdadas ou aprendidas que se apoiavam nos pilares fixos das religiões ou da “magia”.</p><p>&nbsp;</p><p>MARX</p><p>MERCADORIA (FETICHISMO)</p><p>&nbsp;</p><p>Karl Marx discutiu o tema fetiche da mercadoria no qual&nbsp;é explicado o caráter que a mercadoria possui na sociedade capitalista, ou seja, a ocultação da exploração nas relações de trabalho.</p><p>Marx utilizou esta parábola bíblica na qual Moisés que após vagar quarenta anos com o povo escolhido por Deus atrás da terra prometida se depara com a crescente descrença dos seus seguidores, que já estavam cansados, dado esta insatisfação Moisés, deixa o seu povo em uma terra fértil e se retira temporariamente para meditar e procurar algum sinal que indique a existência real deste Deus. Moisés sobe ao monte Sinai e fica por muito tempo lá a meditar, o povo ao sentir o sumiço de seu “guia”, se reorganiza politicamente e espiritualmente. Muito tempo se passa até que surge o sinal e as tabuas da salvação, onde estavam contidos os “Dez Mandamentos”. A partir deste sinal Moises, desce o monte Sinai e vai de encontro ao seu povo para lhes contar e mostrar a boa nova, ao chegar nota que estes haviam se reorganizado em sua ausência e que possuíam novas lideranças e principalmente que haviam juntado todo o ouro e jóias que carregavam consigo e fundiram estas para fazer uma imagem, um novo Deus, que segundo a bíblia seria a imagem de um animal (possivelmente um bezerro) que havia se tornado objeto de adoração e glorificação pelo povo, o nome atribuído a esta imagem era “Fetiche”.</p><p>Ele utiliza o nome atribuído à essa imagem para exemplificar na modernidade como o homem estava tratando as mercadorias (sapatos, bolsas, etc.), estas, que com o tempo deixaram de ser um produto estritamente humano para tornarem-se objeto de adoração, a mercadoria deixa de ter a sua utilidade atual e passa a atribuir um valor simbólico, quase que divino, o ser humano não compra o real, mas sim a transcendência que determinado artefato representa.</p><p>Atualmente, um exemplo disso seria as marcas de grife como por exemplo um porta cartão e um porta-moeda da Louis Vuitton custarem mais de 2.500 cada um.</p><p>&nbsp;</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.jusbrasil.com.br/artigos/o-mundo-desencantado-de-max-werber/662795005</a></p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.infoescola.com/filosofia/o-fetichismo-da-mercadoria-na-obra-de-karl-marx/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www2.uesb.br/eventos/semana_economia/2014/anais-2014/g02.pdf">g02.pdf (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow">uesb.br</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www2.uesb.br/eventos/semana_economia/2014/anais-2014/g02.pdf">)</a> - Fetichismo e alienação do trabalho na atualidade a partir das concepções de Marx</p><p>&nbsp;</p><p>Alunos Vieira Schmitt, nº 01189 e Marco Antônio, nº 05051i</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 04:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Instituição social,fato social e ética protestante </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dentro da sociologia, uma instituição social é uma estrutura ou mecanismo de ordem social que governa o comportamento dos indivíduos dentro de uma comunidade. Essas instituições são essenciais para a organização e coesão social, pois estabelecem normas e regras que orientam a vida em sociedade12.</p><p>As principais instituições sociais incluem a família, a escola, o trabalho, a Igreja e o Estado. Cada uma dessas instituições desempenha um papel crucial no processo de socialização, ajudando a integrar os indivíduos na sociedade e a garantir que eles sigam as normas e valores sociais.</p><p>Por exemplo, a família é geralmente a primeira instituição com a qual uma pessoa tem contato, ensinando as normas básicas de convivência e valores morais. A escola, por sua vez, continua esse processo de socialização, preparando os indivíduos para a vida adulta e para o mercado de trabalho.</p><p>Referências : brasilescola</p><p>A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo</p><p>"A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo" é um estudo seminal de Max Weber publicado em 1904 que explora a relação entre a ética religiosa do protestantismo, especialmente o calvinismo, e o desenvolvimento do capitalismo moderno. A principais ideias vocação e trabalho, a ascetismo secular e a predestinação</p><p>Vocação e Trabalho: Weber argumenta que a ética protestante, particularmente a calvinista, enfatizava a ideia de "vocação" (Beruf), onde o trabalho secular era visto como um dever divino. Isso incentivava os indivíduos a se dedicarem a suas profissões com diligência e responsabilidade, considerando o sucesso no trabalho como um sinal de favor divino.</p><p>Ascetismo Secular: A ética protestante promovia um estilo de vida ascético, valorizando a frugalidade e a austeridade. Os protestantes evitam o consumo ostentatório e reinvestem seus lucros, contribuindo para a acumulação de capital e o desenvolvimento econômico.</p><p>Predestinação: A doutrina calvinista da predestinação, que sugeria que apenas alguns estavam destinados à salvação, gerava uma ansiedade espiritual que levava os indivíduos a buscar sinais de eleição divina em suas vidas. O sucesso econômico era visto como um possível sinal de favor divino, incentivando a busca pelo sucesso material capitalista e para o crescimento econômico.</p><p>Conclusão: "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo" oferece uma análise detalhada de como as crenças religiosas podem influenciar atitudes econômicas e sociais. Weber não sugere que o protestantismo seja a única causa do capitalismo, mas destaca a complexa interação entre religião e economia, fornecendo uma compreensão mais profunda das origens culturais do capitalismo moderno.</p><p>FONTES:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revistas.usp.br/ecoa/article/download/175247/175579/512691">https://www.revistas.usp.br/ecoa/article/download/175247/175579/512691</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/sociologia/etica-protestante">https://www.nucleodoconhecimento.com.br/sociologia/etica-protestante</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://descomplica.com.br/d/vs/aula/a-etica-protestante-/">https://descomplica.com.br/d/vs/aula/a-etica-protestante-/</a></p><p>O conceito de "fato social" foi introduzido pelo sociólogo francês Émile Durkheim e é fundamental para a sociologia. Durkheim descreve os fatos sociais como aspectos da vida social que exercem uma influência coercitiva sobre os indivíduos e que são externos a eles. Esses fatos incluem normas, valores, instituições e estruturas sociais que moldam o comportamento e as ações dos indivíduos dentro de uma sociedade.</p><p>Características dos Fatos Sociais</p><p>Exterioridade: Os fatos sociais existem fora do indivíduo. Eles não são criados por indivíduos isoladamente, mas emergem das interações e práticas coletivas.</p><p>Coercitividade: Esses fatos têm a capacidade de pressionar ou coagir os indivíduos a se conformarem com normas e padrões estabelecidos. Por exemplo, leis, tradições e normas sociais impõem regras que regulam o comportamento.</p><p>Generalidade: Fatos sociais são comuns a todos os membros de uma sociedade ou grupo social. Eles são observáveis e têm um caráter coletivo, não se limitando a um indivíduo em particular.</p><p>Exemplos de Fatos Sociais</p><p>Normas e Valores: Regras de comportamento aceitas e esperadas em uma sociedade, como normas de etiqueta ou leis.</p><p>Instituições: Estruturas sociais, como a família, a escola e a religião, que organizam a vida social e têm impacto significativo sobre os indivíduos.</p><p>Estruturas Sociais: Relações e organizações sociais, como classes sociais e sistemas de poder.</p><p>Importância do Conceito</p><p>O conceito de fato social é crucial para entender como os comportamentos e atitudes individuais são moldados por fatores sociais externos. Ele ajuda a analisar como as sociedades se organizam e como as instituições sociais influenciam o comportamento humano.</p><p>Fontes</p><p>Durkheim, Émile. As Regras do Método Sociológico. Editora Companhia das Letras, 2012.</p><p>Giddens, Anthony; Duneier, Mitchell; Appelbaum, Richard P.; Carr, Deborah. Sociologia. Editora Companhia das Letras, 2017.</p><p>Coser, Lewis A. Funcionalismo e Sociologia da Vida Cotidiana. Editora Einaudi, 2005.</p><p>Alunas : Luiza Vitória 41126</p><p>Moretti </p><p>Flávia immich 18242</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 23:27:44 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência Coletiva - Durkheim</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O sociólogo francês Émile Durkheim fala sobre um conceito criado por ele: "consciência coletiva" que descreve comportamentos individuais que, no entanto são baseados nas crenças, opiniões e tradições do coletivo. A primeira vez que essa ideia surgiu foi em seu livro "As Regras do Método Sociológico", segundo ele é algo que une os indivíduos de um mesmo grupo justamente devido ao fato de todos eles possuírem uma base ou crença em comum. Esse fenômeno pode ser transmitido pelas  mais diversas formas, seja atravém da religião, da familía que segue uma tradição ou até pela instituição escolar. Esses comportamentos comum à média desse grupo social pode se apresentar também de vários modos diferentes, como leis, valores, moral, ética, rituais, mitos... dentre um universo de exemplos. Ainda sobre isso, é importante apontar que, visto que a consciência coletiva deriva do comum à maioria, ela pode sofrer alterações de acordo com a mudança da própria sociedade e do rumo ao qual ela se dirige.</p><p>Esse conceito é mais um caso em que Durkheim explora sua teoria de que o indivíduo é moldado pela sociedade, sendo suas ações justamente baseadas no que ele já conhece e no "normal" ao referente ao todo do grupo.</p><p>Com isso, também podemos buscar entender em como a consciência coletiva sofre uma mutação ao se analisar sociedades mais complexas e cm muitos mais indivíduos, onde não há necessariamente de fato um laço tão forte entre pessoas distitas, pois não compartilham, ou podem não compartilhar, das mesmas crenças, motivações e valores. </p><p>A partir disso também é descrito dois tipos de solidariedade social, ou seja, duas motivações para fazer com que indivíduos auxiliem e vão em apoio a outro, são elas a Solidariedade Mecânica e a Solidariedade Orgânica. A primeira refere-se mais à grupos menores ou a cidades de menor porte onde seus indivìduos se unam por laços mais fortes de costumes ou até mesmo familiares e por isso tendem a ir em auxílio ao próximo mis facilmente, justamente pelas semelhanças. Já a Solidariedade Orgânica trata de sociedades mais complexas como em cidades urbanizadas grandes, onde há uma variação de empregos, crenças e costumes e com isso, a consciência coletiva é mais fraca devido à especialização por exemplo do trabalho de diferentes pessoas e se torna uma sociedade unida através da interdependência entre os indivíduos</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/sociologia/consciencia-coletiva/">https://www.infoescola.com/sociologia/consciencia-coletiva/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/durkheim/">https://www.todamateria.com.br/durkheim/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/Emile-durkheim-os-tipos-solidariedade-social.htm">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/Emile-durkheim-os-tipos-solidariedade-social.htm</a></p><p><br/></p><p>Hubner, A. CONSCIÊNCIA COLETIVA EM DURKHEIM COMO FATO SOCIAL DE REPRESENTATIVIDADE POLÍTICA: interfaces com a legitimidade política em Maquiavel, representação em Hobbes e sistema político em Mosca, Pareto, Dahl e Bobbio. Contraponto Vol8 2018</p><p><br/></p><p>AL: Ezequiel (00011)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 23:56:13 UTC</pubDate>
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