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      <title>Grandes Temas de Veterinária - Atividade 1 by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-07 21:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Caso Clínico - Dirofilariose</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373908594</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi atendido em uma clínica veterinária, um animal da espécie canina, fêmea, com 4 anos de idade, pertencente a raça Border Collie.<br>O animal apresentava apatia, cansaço e inapetência. A cadela tosse frequentemente principalmente após o aumento da atividade física. Com bastante Letargia para realização de atividades físicas. Nos últimos 6 meses teve perda de peso significativa e aumento da circunferência abdominal. Vacinação apenas com antirrábica. Diante desses achados foram solicitados: hemograma; Teste rápido SNAP® 4Dx® Plus; radiografa de tórax; ecocardiograma, raio x de tórax e ultrassom abdominal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 21:58:46 UTC</pubDate>
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         <title>Morfologia do parasito - Dirofilaria immitis</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373912862</link>
         <description><![CDATA[<div>As microfilárias (fase larval) não possuem corpo retrátil, com extremidade caudal estendida e cefálica afilada. Medem em média 308µm de comprimento e 7µm de diâmetro.<br>Na fase adulta, são filiformes, longos, esbranquiçados e com extremidade anterior arredondada. As fêmeas são maiores que os machos, enquanto eles possuem entre 12 e 20 cm, elas medem de 25 a 31 cm, com extremidade caudal arredondada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo Biológico e Forma de Transmissão - D. immitis</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373923496</link>
         <description><![CDATA[<div>O nematódeo necessita do mosquito como hospedeiro intermediário (artrópode hematófago) para realizar seu ciclo de vida, além de condições climáticas de zonas tropicais e subtropicais, sendo fruto de preocupação durante os verões. Tem como hospedeiro definitivo o cão, mas pode infectar os hospedeiros acidentais felídeos, canídeos selvagens e humanos.<br>Para a larva L1 maturar até o estágio infectante, a temperatura média diária deve ser mais alta que 18º C por aproximadamente um mês, demorando mais que isso em temperaturas mais baixas.<br>Ao infectar um cão sadio, as larvas estão em seu terceiro estágio, que migram para o tecido subcutâneo e muscular e, em 3-4 dias, tornam-se jovens adultos. Logo após, invadem o sistema vascular e, quando chegam ao coração (por volta de 100 dias após a infecção) se alojam no ventrículo direito e nas artérias pulmonares dos lobos caudais do animal, atingindo a maturidade sexual e liberando novas microfilárias após a reprodução sexuada.<br>As microfilárias são encontradas na circulação periférica após 6-8 meses da infecção, podendo sobreviver por até dois anos no hospedeiro, garantindo microfilaremia nesse período.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia e Sinais Clínicos- Dirofilariose</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373930232</link>
         <description><![CDATA[<div>A etiologia dos sinais clínicos dessa parasitemia estão associados à cronicidade do caso. Em estágios iniciais (por volta de 7 meses) os cães são geralmente assintomáticos, podendo, após esse período, desenvolver doença pulmonar progressiva crônica e insuficiência cardíaca congestiva. Assim, as consequências visíveis podem incluir tosse, intolerância ao esforço físico, perda de peso e letargia. Em estágios avançados, pode ocorrer dispneia, taquipneia, hemoptise, taquicardia, murmúrios cardíacos, síncope, hepatomegalia, ascite e insuficiência renal.<br>Até 50 parasitos, em um cão de 25 kg, todos ficam alojados nas artérias pulmonares; carga parasitária de 75 vermes associa-se à localização destes em átrio direito, enquanto a síndrome da veia cava (hemólise com sinais adicionais respiratórios, palidez, icterícia e hemoglobinúria) é caracterizada por população de parasitos ≥ 100.&nbsp;<br>No caso clínico apresentado, é perceptível que o animal está com os sinais de uma infecção em estágio crônico avançado. A perda de peso tendo iniciado há 6 meses indica que, apesar de poder ser diagnosticado por um médico veterinário clínico geral, o ideal é que o tratamento seja acompanhado por um cardiologista, tendo em vista que há altas chances de desenvolver a Síndrome da Veia Cava e evoluir a óbito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:23:36 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico de Dirofilariose</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373944861</link>
         <description><![CDATA[<div>O caso clínico demonstra como a principal forma de diagnóstico tem como base o histórico do paciente (falta de prevenção e tosse crônica, por exemplo) e achados na anamnese. A confirmação ocorre por testes de antígenos ou de detecção de microfilárias (teste modificado de Knott ou filtração), que deve ser realizado no período vespertino/noturno, após o animal se alimentar, tendo em vista que a densidade de microfilárias na circulação diminui a chance de um falso negativo.<br>As alterações em exames complementares servem como apoio no diagnóstico de casos suspeitos, pois podem ou não apresentar variações significativas. As alterações mais comuns em hemogramas são: anemia regenerativa, eosinofilia, basofilia, leucocitose com neutrofilia e trombocitopenia associados à tromboembolia; em exames séricos e na urinálise: hiperglobulinemia, proteinúria, hipoalbuminemia e albuminúria discreta; radiografia: na ausência de microfilárias encontradas nos exames, é possível encontrar dilatação cardíaca, aumento ventricular direito, dilatação e tortuosidade acentuada das artérias pulmonares principais e lobares, obstrução das artérias pulmonares periféricas e doença perivascular.<br>Deste modo, ainda que não sejam encontradas microfilárias, o diagnóstico de Dirofilariose não pode ser descartado quando há sintomatologia compatível, sendo necessário relacionar os achados clínicos ao tratamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:40:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento e Prevenção</title>
         <author>jcazti</author>
         <link>https://padlet.com/jcazti/oink832wcckwcyfi/wish/2373957377</link>
         <description><![CDATA[<div>É necessário primeiro matar as formas adultas da&nbsp;<em>D. immitis</em>, depois as microfilárias, e concluir com a profilaxia, para evitar reinfecção.<br>A fim de matar as formas adultas, os cães não devem se exercitar e devem receber lactona macrocíclica (ivermectina, milbemicina, moxidectina ou selamectina) mensal ou injetável e doxiciclina (10 mg/kg, durante 4 semanas) dois meses antes da administração inicial de dicloridrato de melarsomina 2,5 mg/Kg por via intramuscular no músculo epaxial lombar e uma segunda e terceira doses administradas novamente após um mês com um intervalo de 24 horas. O possível efeito adverso (edema pulmonar) deve ser controlado com dimercaprol 3 mg/Kg. Após a administração do Immiticid, o cão deve ser deixado em repouso absoluto.<br>As microfilárias são exterminadas com ivermectina 50 mcg/Kg ou milbectina 500 mg/Kg.<br>A profilaxia só deve ser iniciada em caso de testes negativos para <em>D. immitis</em>, uma vez que portadores do verme podem ter reação anafilática ao medicamento. São utilizados para tal as lactonas macrolíticas todos os meses segundo posologia presente na bula e coleiras com repelente para evitar picadas de mosquitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:57:33 UTC</pubDate>
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