<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Contos do Mundo by Biblioteca Escolar</title>
      <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg</link>
      <description>Biblioteca Escolar - Agrupamento de Escolas nº 2 de Beja</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-29 20:17:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-24 21:58:49 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/460404841/0b7d4a09b0720a7a29102c64c8fa49e3/Preocupa__es_1B.mp4</url>
      </image>
      <item>
         <title>MIBE (Mês Internacional das Bibliotecas Escolares), Contos de Fadas e contos de todo o mundo - Guião 3º ciclo e Ensino Secundário</title>
         <author>bibliotecaescolar4</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779331826</link>
         <description><![CDATA[<div>Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE),&nbsp; uma celebração anual das bibliotecas escolares em todo o mundo, uma oportunidade para darem a conhecer o trabalho que desenvolvem e mostrarem que não são apenas um serviço, mas um centro nevrálgico vital nas escolas. A <a href="https://iasl-online.org/ISLM">chamada à ação</a> é da IASL (International Association of School Librarianship).<br><br></div><div>Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar assinala-se na quarta segunda-feira do mês de outubro, em 2021, dia 25/10.<br><br></div><div>O tema do MIBE 2021 “Contos de fadas e contos tradicionais de todo o mundo” é baseado no tema da Conferência da <a href="https://www.iasl-online.org/">IASL</a> de 2021 “Uma rica tapeçaria de prática e pesquisa ao redor do mundo.” A expressão “Era uma vez…” transporta-nos imediatamente para o mundo mágico dos livros, através do qual partilhamos a vida de fadas, duendes e muito mais. Existem histórias que foram transmitidas há muito tempo, de geração em geração, e que nos ensinam sobre os valores humanos e a cultura. Vamos ligar-nos e aprender mais sobre diferentes países de todo o mundo, através das histórias.<br><br></div><div>RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. 2021. <em>Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE)</em>. [online] Disponível em: &lt;https://www.rbe.mec.pt/np4/MIBE.html&gt; [Acedido a 27 Setembro 2021].<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/772205e992a8e0cdc02a03424407df32/Contos_do_mundo_mapa_gui_o_3_ciclo.docx" />
         <pubDate>2021-09-29 20:48:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779331826</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Padlet em formato de mapa</title>
         <author>bibliotecaescolar4</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779481243</link>
         <description><![CDATA[<div>Padlet - Tutorial em português</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/8GorFn1AfPI" />
         <pubDate>2021-09-29 22:27:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779481243</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tutorial Padlet em formato de Mapa</title>
         <author>bibliotecaescolar4</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779547961</link>
         <description><![CDATA[<div>Tutorial Padlet em formato de Mapa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://biblosdmi.wixsite.com/ae2beja/mibe" />
         <pubDate>2021-09-29 23:23:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1779547961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As Micaias</title>
         <author>bibliotecaescolar4</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1783942976</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As Micaias<br></strong><br></div><div>A micaia é uma árvore alta, de tom amarelado, que existe principalmente no sul de Moçambique, nos imensos tandos por onde corre o rio Maputo e que se estende até ao Kruger Park, na República da África do Sul.<br><br></div><div>São as micaias a principal fonte de alimento das girafas.<br><br></div><div>É vulgar naqueles sítios termos de parar o carro para deixar passar uma manada de girafas que, tendo roído os rebentos das micaias dum lado da estrada vão calmamente atravessando para se irem banquetear com as do outro lado.<br><br></div><div>Ora, conta a lenda que, quando Deus criou o mundo, com os animais e as plantas, as micaias eram verdes e pequeninas e nunca tinham visto nem animal nem planta com maior porte do que o seu.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Viviam sossegadas, espalhadas pelo tando, sem pensar que pudesse ser agredidas fosse por quem fosse.<br><br></div><div>Certo dia, surgiu-lhes uma manada de búfalos, correndo desenfreadamente, espezinhando-as debaixo dos cascos.<br><br></div><div>As pobres micaias foram comidas, destruídas, quase reduzidas a pó, levando os búfalos na sua frente, na sua louca corrida, o pouco que delas ainda restava.<br><br></div><div>Ficaram apenas as raízes na terra que teimaram em crescer de novo.<br><br></div><div>Passado o perigo maior, olharam-se assustadas, a tremer, erguendo-se nos seus frágeis caules, tão barbaramente magoados.<br><br></div><div>Levantaram-se a custo e resolutas, combinaram entre si nunca mais se deixarem, de novo maltratar daquele jeito. Encheram-se, então, de força, cresceram, erguendo o seu caule a tal altura que mais nenhum animal lhes poderia chegar. A sua copa tornou-se amarelada para se confundisse com a aridez da paisagem.<br><br></div><div>Desde aí ficaram sossegadas. Apenas as girafas, com o seu longo pescoço, conseguem atingir-lhes os rebentos mais baixos das copas, comendo comodamente, sem terem que baixar a cabeça.<br><br></div><div>Deste modo, perante a agressão e o medo, as micaias se tornaram grandes e amarelas, diferentes das restantes árvores do tando.<br>Conto recolhido por Cesaltina Matos, cedido por Sandra Bettencourt</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/859678582/39ecf2d6ea608a214ac29787b086cc3e/1472495459743.jpg" />
         <pubDate>2021-10-01 11:35:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1783942976</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Lagoa das Sete Cidades</title>
         <author>aleonorisidro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845429617</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Origem: São Miguel, Açores&nbsp;</strong></div><div><br><br></div><div>A Lenda da lagoa das Sete Cidades conta que há muitos, muitos anos nesta freguesia existia um reino onde vivia uma bela jovem princesa de olhos azuis.​ Ela adorava a sua vida no campo sendo uma das suas atividades preferidas passear, cheirar as flores e molhar os seus pés nas ribeiras, observando toda a beleza dos montes e vales do reino.​&nbsp;</div><div>Um dia, durante os seus passeios, passou por um rebanho. Junto ao rebanho estava um pastor de olhos verdes com quem ela decidiu conversar. Falaram muito. O tema de conversa recaía sobre os animais, flores, o tempo e a simplicidade da beleza que os rodeava. Daí em diante passaram a encontrar-se todos os dias para conversar.&nbsp;</div><div>Passados vários dias e semanas, a princesa foi-se encontrando com o pastor sempre no mesmo lugar, acabando por se apaixonar e trocar juras de amor eterno.​ Quem não gostou de saber que a princesa e o pastor se andavam a encontrar foi o Rei que a proibiu de voltar a ver o pastor. Ele queria que a filha se cassasse com um príncipe de um dos reinos vizinhos e não com um simples pastor.​&nbsp;</div><div>A princesa acabou por aceitar a cruel decisão de seu pai e pediu ao Rei que a deixasse encontrar-se com o pastor para se despedir dele, o que lhe foi permitido.​Encontraram-se pela última vez nos campos verdes onde se tinham conhecido onde, como de costume, falaram sobre o seu amor e igualmente da separação impingida pelo Rei.​&nbsp;</div><div>Enquanto conversaram, choravam também. E choraram tanto que as lágrimas dos olhos azuis da princesa desceram pelo vale, formando assim a lagoa azul; por sua vez as lágrimas do pastor de olhos verdes, caíam com tanta intensidade que formaram a lagoa verde. ​&nbsp;</div><div>Despediram-se os dois amados, enquanto as suas lágrimas formaram duas lagoas que ficaram eternamente juntas e, tal como os dois nunca se puderam unir, as lagoas também nunca se irão separar.​&nbsp;</div><div><br>A verdadeira Lenda das Sete Cidades - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://byacores.com/lenda-das-sete-cidades/&gt;. <br><br><strong>Moral: </strong>Usando o pastor e a princesa como representantes de duas classes sociais diferentes, esta história, pretende passar a mensagem que o amor não tem em conta género, raça, cor, idade ou religião. E que acima de tudo, é ele que prevalece nos tempos difíceis.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br>Leonor Isidro e Matilde Charraz- 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/jKV_QZ25UVk" />
         <pubDate>2021-10-26 15:36:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845429617</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda do Galo de Barcelos </title>
         <author>aleonorisidro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845471371</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Origem: Barcelos, Portugal</strong><br><br>A curiosa lenda do galo está associada ao cruzeiro medieval que faz parte do espólio do Paço dos Condes. Segundo esta lenda, os habitantes do burgo andavam alarmados com um crime e, mais ainda, com o facto de não se ter descoberto o criminoso que o cometera.&nbsp;</div><div>Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém acreditou que o galego se dirigisse a Santiago de Compostela, em cumprimento de uma promessa, e que fosse fervoroso devoto de Santiago, S. Paulo e Nossa Senhora. Por isso, foi condenado à forca. Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado que, nesse momento, se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa, exclamando: “É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem”. Risos e comentários não se fizeram esperar, mas, pelo sim pelo não, ninguém tocou no galo.&nbsp;</div><div>O que parecia impossível tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidou das afirmações de inocência do condenado. O juiz correu à forca e viu, com espanto, o pobre homem de corda ao pescoço. Todavia, o nó lasso impedia o estrangulamento. Imediatamente solto foi mandado em paz. Passados alguns anos, voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor a Santiago e à Virgem. <br><br>A lenda do Galo - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.cm-barcelos.pt/visitar/caminho-portugues-de-santiago/a-lenda-do-galo/&gt;. <br><br><strong>Moralidade</strong>: Esta História tem o objetivo de nos mostrar que não devemos julgar as pessoas pela sua aparência e que, até prova em contrário, todos são inocentes independentemente do seu país de origem, cor, raça ou religião. Porque mais cedo ou mais tarde acaba-se sempre por saber a verdade.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br><br>Leonor Isidro e Matilde Charraz- 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115047/9ec862ce4b1935cd47723c6b98fdb9e3/6A525D47_4CED_462E_BBAF_5FC912356DB8.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-26 15:47:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845471371</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda da Besta de Nian</title>
         <author>aduartecrispim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845554886</link>
         <description><![CDATA[<div>Duarte Crispim e Maria Clara 7.º A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/0978306776f02612a317869dcbbe8fdb/A_LENDA_DA_BESTA_NIAN___Duarte_Crispim_e_Maria_Clara.pdf" />
         <pubDate>2021-10-26 16:12:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845554886</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Menina que Não Falava</title>
         <author>arodrigotrincalhetas</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845870161</link>
         <description><![CDATA[<div>Conto tradicional Africano<br>Feito Por : Rafael Tavares e Rodrigo Trincalhetas<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/0f0d116650ec7e562d7d17567274672d/A_MENINA_QUE_N_O_FALAVA___Rodrigo_Trincalhetas_e_Rafael_Tavares__1_.pdf" />
         <pubDate>2021-10-26 17:55:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845870161</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Mungomba que Punha Ovos</title>
         <author>aduartecrispim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845911367</link>
         <description><![CDATA[<div>Duarte Crispim e Maria Clara, 7.º A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/54eb808f0dc2f2982c49e43b1da355cd/A_MUNGAMBA_QUE_PUNHA_OVOS___Duarte_Crispim_e_Maria_Clara.pdf" />
         <pubDate>2021-10-26 18:10:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1845911367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Onça e a Raposa</title>
         <author>amariacaro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848457158</link>
         <description><![CDATA[<div>Conto tradicional "<strong>A onça e a raposa</strong>".<br>Trabalho realizado por: Maria Caro, Rita Simões e Carolina Trindade do 7º A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109191/4b6d7546295e0d1d4f7b7da00ea403e8/Conto_Luso_fono__A_onc_a_e_a_raposa.pdf" />
         <pubDate>2021-10-27 14:40:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848457158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os Dez Anõezinhos da Tia Verde-Água </title>
         <author>amariacaro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848476489</link>
         <description><![CDATA[<div>Conto Tradicional: "<strong>Os dez anõezinhos da Tia Verde-Água"</strong><br>Trabalho realizado por: Maria Caro, Rita Simões e Carolina Trindade do 7º A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109191/250d287560e0c54809ad35c5bf485c7d/Conto_tradicional_Os_dez_ano_ezinhos_da_Tia_Verde.pdf" />
         <pubDate>2021-10-27 14:45:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848476489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>The Old Witch</title>
         <author>aalicekabenda</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848693899</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Joseph Jacobs<br><br>O</strong>nce upon a time there were two girls who lived with their mother and father. Their father had no work, and the girls wanted to go away and seek their fortunes. Now one girl wanted to go to service, and her mother said she might if she could find a place. So she started for the town. Well, she went all about the town, but no one wanted a girl like her. So she went on farther into the country, and she came to the place where there was an oven where there was lots of bread baking. And the bread said:<br><br>- Little girl, little girl, take us out, take us out. We have been baking seven years, and no one has come to take us out.</div><div>&nbsp;<br>So the girl took out the bread, laid it on the ground, and went on her way. Then she met a cow, and the cow said:<br><br>- Little girl, little girl, milk me, milk me! Seven years have I been waiting, and no one has come to milk me.</div><div>The girl milked the cow into the pails that stood by. As she was thirsty she drank some, and left the rest in the pails by the cow. Then she went on a little bit farther, and came to an apple tree, so loaded with fruit that its branches were breaking down, and the tree said:<br><br>- Little girl, little girl, help me shake my fruit. My branches are breaking, it is so heavy.</div><div>&nbsp;And the girl said:<br><br>- Of course I will, you poor tree.<br>So she shook the fruit all off, propped up the branches, and left the fruit on the ground under the tree. Then she went on again till she came to a house. Now in this house there lived a witch, and this witch took girls into her house as servants. And when she heard that this girl had left her home to seek service, she said that she would try her, and give her good wages. The witch told the girl what work she was to do.&nbsp;<br><br>- You must keep the house clean and tidy, sweep the floor and the fireplace; but there is one thing you must never do. You must never look up the chimney, or something bad will befall you.&nbsp;</div><div>&nbsp;So the girl promised to do as she was told, but one morning as she was cleaning, and the witch was out, she forgot what the witch said, and looked up the chimney. When she did this a great bag of money fell down in her lap. This happened again and again. So the girl started to go off home.&nbsp;<br>When she had gone some way she heard the witch coming after her. So she ran to the apple tree and cried:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Apple-tree, apple-tree hide me,&nbsp;</div><div>So the old witch can’t find me;&nbsp;</div><div>If she does she’ll pick my bones,&nbsp;</div><div>And bury me under the marble stones.</div><div>&nbsp;So the apple-tree hid her. When the witch came up she said:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Tree of mine, tree of mine,&nbsp;</div><div>Have you seen a girl&nbsp;</div><div>With a 🤬-🤬 wag, and a long-tailed bag,&nbsp;</div><div>Who’s stole my money, all I had?</div><div>And the apple-tree said:<br>- No, mother; not for seven year.</div><div>&nbsp;When the witch had gone down another way, the girl went on again, and just as she got to the cow heard the witch coming after her again, so she ran to the cow and cried:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Cow, cow, hide me,&nbsp;</div><div>So the old witch can’t find me;&nbsp;</div><div>If she does she’ll pick my bones,&nbsp;</div><div>And bury me under the marble stones.</div><div>So the cow hid her.&nbsp;</div><div>&nbsp;When the old witch came up, she looked about and said to the cow:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Cow of mine, cow of mine,&nbsp;</div><div>Have you seen a girl&nbsp;</div><div>With a 🤬-🤬 wag, and a long-tailed bag,&nbsp;</div><div>Who’s stole my money, all I had?</div><div>And the cow said:<br><br>- No, mother, not for seven year.</div><div>&nbsp;When the witch had gone off another way, the little girl went on again, and when she was near the oven she heard the witch coming after her again, so she ran to the oven and cried:&nbsp;</div><div><br>- Oven, oven, hide me,&nbsp;</div><div>So the old witch can’t find me;&nbsp;</div><div>If she does she’ll break my bones,&nbsp;</div><div>And bury me under the marble stones.</div><div>&nbsp;And the oven said:<br>&nbsp;<br>- I’ve no room, ask the baker, and the baker hid her behind the oven.&nbsp;</div><div>&nbsp;When the witch came up she looked here and there and everywhere, and then said to the baker:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Man of mine, man of mine,&nbsp;</div><div>Have you seen a girl,&nbsp;</div><div>With a 🤬-🤬 wag, and a long-tailed bag,&nbsp;</div><div>Who’s stole my money, all I had?</div><div>&nbsp;So the baker said:<br><br>- Look in the oven. The old witch went to look, and the oven said:<br><br>- Get in and look in the furthest corner. The witch did so, and when she was inside the oven shut her door, and the witch was kept there for a very long time.&nbsp;</div><div>&nbsp;The girl then went off again, and reached her home with her money bags, married a rich man, and lived happy ever afterwards.&nbsp;</div><div>&nbsp;The other sister then thought she would go and do the same. And she went the same way. But when she reached the oven, and the bread said:<br><br>- Little girl, little girl, take us out. Seven years have we been baking, and no one has come to take us out, he girl said:<br><br>- No, I don’t want to burn my fingers.</div><div>&nbsp;So she went on till she met the cow, and the cow said:<br>&nbsp;<br>- Little girl, little girl, milk me, milk me, do. Seven years have I been waiting, and no one has come to milk me. But the girl said:<br><br>- No, I can’t milk you, I’m in a hurry, and went on faster.&nbsp;</div><div>&nbsp;Then she came to the apple-tree, and the apple-tree asked her to help shake the fruit.&nbsp;<br><br>- No, I can’t; another day p’raps I may, and went on till she came to the witch’s house. Well, it happened to her just the same as to the other girl - she forgot what she was told, and one day when the witch was out, looked up the chimney, and down fell a bag of money. Well, she thought she would be off at once. When she reached the apple-tree, she heard the witch coming after her, and she cried:&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>- Apple-tree, apple-tree, hide me,&nbsp;</div><div>So the old witch can’t find me;&nbsp;</div><div>If she does she’ll break my bones,&nbsp;</div><div>And bury me under the marble stones.</div><div>&nbsp;But the tree didn’t answer, and she ran on further. Presently the witch came up and said:&nbsp;</div><div>- Tree of mine, tree of mine,&nbsp;</div><div>Have you seen a girl,&nbsp;</div><div>With a 🤬-🤬 wag, and a long-tailed bag,&nbsp;</div><div>Who’s stole my money, all I had?</div><div>&nbsp;The tree said:<br>- Yes, mother; she’s gone down that way.</div><div>&nbsp;So the old witch went after her and caught her, she took all the money away from her, beat her, and sent her off home just as she was.&nbsp;<br><br>Site:&nbsp; [Em linha], atual. 2021. [Consulta. 23 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://fairytalez.com/the-old-witch/&gt;.</div><div><br><strong>Moral:</strong> We have to be careful with our attitudes, because they are like seeds and <em>we reap what we sow</em>.&nbsp;<br><br>By: Alice Kabenda, Ema Barros and Rafaela Dias - 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115040/1e401ff1f40d2146e12c80f91c3dd171/The_Old_Witch.mp4" />
         <pubDate>2021-10-27 15:49:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1848693899</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jack-O&#39;-Lanterns</title>
         <author>aleonorisidro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1849234340</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Origin: Ireland<br></strong><br>People have been making jack-o’-lanterns at Halloween for centuries. The practice originated from an Irish myth about a man nicknamed “Stingy Jack.” According to the story, Stingy Jack invited the Devil to have a drink with him. True to his name, Stingy Jack didn’t want to pay for his drink, so he convinced the Devil to turn himself into a coin that Jack could use to buy their drinks. Once the Devil did so, Jack decided to keep the money and put it into his pocket next to a silver cross, which prevented the Devil from changing back into his original form. &nbsp;</div><div>Jack eventually freed the Devil, under the condition that he would not bother Jack for one year and that, should Jack die, he would not claim his soul. The next year, Jack again tricked the Devil into climbing into a tree to pick a piece of fruit. While he was up in the tree, Jack carved a sign of the cross into the tree’s bark so that the Devil could not come down until the Devil promised Jack not to bother him for ten more years.&nbsp;</div><div>Soon after, Jack died. As the legend goes, God would not allow such an unsavory figure into heaven. The Devil, upset by the trick Jack had played on him and keeping his word not to claim his soul, would not allow Jack into hell. He sent Jack off into the dark night with only a burning coal to light his way. Jack put the coal into a carved-out turnip and has been roaming the Earth with ever since. &nbsp;</div><div>The Irish began to refer to this ghostly figure as “Jack of the Lantern,” and then, simply “Jack O’Lantern.”<br><br><br>How Jack O’Lanterns Originated in Irish Myth - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 1 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="https://www.history.com/news/history-of-the-jack-o-lantern-irish-origins%3E.">https://www.history.com/news/history-of-the-jack-o-lantern-irish-origins&gt;.<br></a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Moral:</strong></div><div>By those who made them, the lanterns were said to represent either spirits or supernatural beings or were used to ward off evil spirits. For example, sometimes they were used by Halloween participants to frighten people, and sometimes they were set on windowsills to keep harmful spirits out of one's home.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.history.com/news/history-of-the-jack-o-lantern-irish-origins%3E."><br></a>Leonor Isidro e Matilde Charraz- 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115047/07f2bf366087fd1bea7a763ef8395570/WhatsApp_Image_2021_11_02_at_21_12_32.mp4" />
         <pubDate>2021-10-27 19:05:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1849234340</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O lobisomem</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851009865</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O lobisomem</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Diz o povo que queimar as roupas do lobisomem, que este despe quando vai fazer as suas correrias durante a noite, é a forma mais usada para livrar uma pessoa do seu triste destino. Esta ação salvadora tem, porém, os seus riscos, pois poderosas forças do mal podem ser despertadas, tornando o lobisomem violento. Enquanto as roupas ardem, é vulgar ouvirem-se gritos e violentas pancadas nas portas das casas onde se faz a fogueira. É o momento da salvação para o lobisomem e o de maior tensão para o salvador. Com o fim do fogo, terminado o feitiço, o homem salvo aparece tranquilo, nu e inocente. Ficou livre.<br><br></div><div>&nbsp;Esta história passou-se em Beja há muitos anos.&nbsp;<br><br></div><div>Um rapaz, que era lobisomem, saiu de casa por volta da meia-noite, para se ir encontrar com outros lobisomens e com bruxas numa encruzilhada. Daí saíram juntos e iam para o campo onde se despiam e dançavam fazendo uma roda.&nbsp;<br><br></div><div>Uma noite, quando este se transformava, uma pessoa da sua família viu-o e roubou as suas roupas para as queimar. Se o conseguisse fazer, poderia acabar com o feitiço do lobisomem e do seu familiar. O roubo da roupa foi feito com cuidado pois, se o lobisomem o visse, poderia correr atrás da pessoa e matá-la. O familiar do lobisomem levou as roupas para um casão, para aí as queimar, tendo tido o cuidado de fechar bem o portão do casão. Aí fez uma fogueira. Logo que começou a queimar as roupas, começaram a ouvir-se terríveis gritos e fortes pancadas no portão. Embora com medo, pois as pancadas no portão eram cada vez mais fortes, o familiar do lobisomem continuou a queimar as roupas. Com receio, ficou no casão até de manhã. Ao amanhecer, abriu o portão. Lá estava o&nbsp; rapaz estendido, nu, como uma pessoa inocente. O feitiço de lobisomem estava quebrado.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Mitos e Lendas de Beja - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 27 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://www1.ci.uc.pt/iej/alunos/2001/lendas/Lendas%20de%20Beja.htm&gt;.<br><br>Recolha de Guilherme Silva 11º D</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Mx_cWZ5McqU" />
         <pubDate>2021-10-28 11:28:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851009865</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Lobo e a Raposa</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851025842</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Lobo e a Raposa<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Havia um lobo que tinha um bode. A raposa tinha uma fêmea. A raposa foi pedir o bode ao lobo para criar com a fêmea. A cabra da raposa teve dois filhos. Depois, o lobo foi pedir os cabritinhos da raposa, dizendo que eram dele porque eram filhos do seu bode. A raposa respondeu: – Não, os cabritinhos são meus porque são filhos da minha cabra. E o lobo a teimar que eram dele. A raposa foi depois queixar-se ao rei, que era o dono da mata – o leão –, e este diz: – Vou chamar os bichos todos para virem amanhã ao julgamento, de manhã. Só depois de estarem todos reunidos os bichos, começou o julgamento, e à frente estavam o lobo e a raposa. Dos animais, só faltava o cágado. Esperaram um pouco mais. Aí vinha o cágado, lá ao longe. O lobo falou ao cágado: – Oh! Bicho da casca, onde estavas que demoraste tanto tempo? Os bichos todos já estão cá e os elefantes também. O cágado respondeu: – Eu estava ao pé de meu pai, que estava a ter um filho ... – lh! Como é que você fala? Assim o teu pai costuma dar filhos? É por acaso mulher? Todos os bichos que ali estavam responderam: – lh! Afinal, um homem não dá filhos. Este julgamento que chamou a gente aqui, perdeu a razão. Estes cabritinhos ficam da raposa, porque um homem não dá filhos. E o lobo perdeu a partida.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Contos Tradicionais da CPLP - [Em linha]. [S.l.] : CPLP, 2021 [Consult. 4 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="https://www.cplp.org/Default.aspx?ID=4547%3E.">https://www.cplp.org/Default.aspx?ID=4547&gt;.</a> Descarregue o <a href="https://22c44777-6a0f-4dfa-8930-ad835e7fbaae.filesusr.com/ugd/fb82f8_d71d7acf6e0e4f2aa0856c10e36577a1.pdf">PDF<br></a><br>Recolha de Ana Correia, 11º D</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/SF_z6fUKG2E" />
         <pubDate>2021-10-28 11:38:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851025842</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda do Cativo de Belmonte</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851038373</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Lenda do Cativo de Belmonte</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Esta é a história de Manuel, um corajoso soldado nascido em Belmonte que combateu com ardor os muçulmanos. Um dia, foi capturado pelos mouros e levado para Argel. Aí ficou longos anos como escravo. Encarava o seu destino como uma penitência e iludia as saudades da terra e da família com as tarefas mais pesadas.<br><br></div><div>Após muitos anos, um mouro perguntou-lhe qual o significado da palavra que Manuel repetia vezes sem conta: esperança. Manuel disse-lhe que significava o desejo de voltar à sua terra e a sua fé na Virgem da Esperança. O mouro respondeu-lhe que tal fé era impossível e tornou-lhe a vida ainda mais dura.<br><br></div><div>Conta a lenda que a Virgem se apiedou de Manuel. Apareceu-lhe na véspera do dia de Páscoa e anunciou-lhe a sua libertação. Perante o espanto dos mouros, a arca onde Manuel costumava dormir elevou-se no ar e desapareceu em direção ao mar.<br><br></div><div>VortexMag. 2021. <em>Lendas pequenas: 10 histórias tradicionais portuguesas</em>. [online] Available at: &lt;https://www.vortexmag.net/lendas-pequenas-10-historias-tradicionais-portuguesas/&gt; [Accessed 26 October 2021].<br><br>Recolha de Patrícia Silva, 11º E</div>]]></description>
         <enclosure url="http://3.bp.blogspot.com/-jknOi4ZUuc4/ULd9ie2oBZI/AAAAAAAAAIk/nSYT1-hkZTE/s1600/soldado_arabe.gif" />
         <pubDate>2021-10-28 11:45:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851038373</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Formiga e a Neve</title>
         <author>amariarelva</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851356281</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/a1c3c82ec0cd252ed7b1b0e7b0b78320/A_FORMIGA_E_A_NEVE___Carolina_Relva_e_Miguel_Garc_s.pdf" />
         <pubDate>2021-10-28 13:44:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1851356281</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda da Sopa de Pedra</title>
         <author>asamuelnunes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1852142480</link>
         <description><![CDATA[<div>Um frade andava ao peditório; chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada. O frade estava a cair com fome, e disse:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Vou ver se faço um caldinho de pedra.&nbsp;</div><div>&nbsp;E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança. Diz o frade:&nbsp;</div><div>&nbsp; – Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa.&nbsp;</div><div>&nbsp;Responderam-lhe:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Sempre queremos ver isso.&nbsp;</div><div>&nbsp;Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, disse:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Se me emprestassem aí um pucarinho.&nbsp;</div><div>&nbsp;Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.&nbsp;</div><div>&nbsp;– Agora se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas.&nbsp;</div><div>&nbsp;Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava de primor.&nbsp;</div><div>&nbsp;Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada para o que via. Diz o frade, provando o caldo:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Está um bocadinho insosso; bem precisa de uma pedrinha de sal.&nbsp;</div><div>&nbsp;Também lhe deram o sal. Temperou, provou e disse:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Agora é que com uns olhinhos de couve ficava que os anjos o comeriam.&nbsp;</div><div>&nbsp;A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras. O frade limpou-as, e ripou- -as com os dedos deitando as folhas na panela. Quando os olhos já estavam aferventados disse o frade:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça...&nbsp;</div><div>&nbsp;Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço; ele botou-o à panela, e enquanto se cozia, tirou do alforge pão, e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço; depois de despejada a panela ficou a pedra no fundo; a gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe:&nbsp;</div><div>&nbsp;– Ó senhor Frade, então a pedra?&nbsp;</div><div>&nbsp;Respondeu o frade:&nbsp;</div><div>&nbsp;– A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.&nbsp;</div><div>&nbsp;E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.</div><div><strong>Moral da história</strong>: <em>Temos de aprender a viver com o que temos e com o que nos é dado pela vida, tal como diz o ditado “Se a vida te dá limões faz uma limonada”.&nbsp;<br></em><br></div><div>Extraído do livro, <em>Contos Tradicionais do Povo Português</em>, de Teófilo Braga, de 1883&nbsp;<br><br></div><div>Trabalho realizado por: Diogo Páscoa, João Sobral, Miguel Maia e Samuel Nunes</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/oupVLIZEv40" />
         <pubDate>2021-10-28 18:19:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1852142480</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Rato e o Caçador</title>
         <author>alaurareves</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1852456179</link>
         <description><![CDATA[<div>Conto "O rato e o caçador"<br>Laura Revés e Mariana Baião 7°A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109188/a47e852f97b9f262a60f95c513fe447d/O_RATO_E_O_CA_ADOR___Laura_Rev_s_e_Mariana_Bai_o.pdf" />
         <pubDate>2021-10-28 21:47:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1852456179</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Comboio De Natal</title>
         <author>asofiapires</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1853308734</link>
         <description><![CDATA[<div>Sofia Pires e Marta Monge-7ºA</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109202/ef61d2f6d2e4cd234fb3bcbc33d8e086/O_COMBOIO_DE_NATAL___Sofia_Pires_e_Marta_Monge.pdf" />
         <pubDate>2021-10-29 06:24:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1853308734</guid>
      </item>
      <item>
         <title>La Cigale et la Fourmi</title>
         <author>aduartecrispim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1853888831</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>La Cigale et la Fourmi<br></strong><br></div><div>La cigale ayant chanté<br>&nbsp;Tout l'été,<br>&nbsp;Se trouva fort dépourvue<br>&nbsp;Quand la bise fut venue.<br>&nbsp;Pas un seul petit morceau<br>&nbsp;De mouche ou de vermisseau.<br>&nbsp;Elle alla crier famine<br>&nbsp;Chez la Fourmi sa voisine,<br>&nbsp;La priant de lui prêter<br>&nbsp;Quelque grain pour subsister<br>&nbsp;Jusqu'à la saison nouvelle.<br>&nbsp;Je vous paierai, lui dit-elle,<br>&nbsp;Avant l’août, foi d'animal,<br>&nbsp;Intérêt et principal.<br>&nbsp;La Fourmi n'est pas prêteuse,<br>&nbsp;C'est là son moindre défaut.<br>&nbsp;Que faisiez-vous au temps chaud?<br>&nbsp;Dit-elle à cette emprunteuse.<br>&nbsp;Nuit et jour à tout venant,<br>&nbsp;Je chantais, ne vous déplaise.<br>Vous chantiez? j'en suis fort aise,<br>&nbsp;Eh bien! dansez maintenant.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Cette fable nous dit qu’il ne faut pas seulement penser à s’amuser et qu’il faut travailler pour préparer l’avenir.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Bibliografia:</div><div>Lesfables.fr. <em>La Cigale et la Fourmi</em>. [em linha]. 2021. [Consult. 22 out. 2021]. Disponível em WWW:&nbsp;</div><div><a href="http://www.lesfables.fr/livre-1/la-cigale-et-la-fourmi">http://www.lesfables.fr/livre-1/la-cigale-et-la-fourmi<br></a><br></div><h1>&nbsp;</h1><div><strong>Duarte Crispim </strong>e<strong> Maria Clara Martins</strong>, 7.º A<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109185/4d159207e31cf6e865c41f7dfccfb187/la_cigale_et_la_fourmi.mp4" />
         <pubDate>2021-10-29 13:13:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1853888831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Sonho</title>
         <author>aalicekabenda</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1854585213</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>António Thomaz Pires, Elvas</strong><br><br>Era uma vez, um rei que tinha 3 filhas e todos os dias lhes perguntava o que tinham sonhado, e uma vez a mais nova disse-lhe que tinha sonhado que ainda havia de ser rainha, dar beija-mão, e que havia de recusar a mão ao pai. O pai, assim que a filha lhe disse isto, nunca mais a pôde ver e pensou em matá-la. Um dia mandou preparar um trem, mandou meter a filha dentro e disse ao criado que a levasse para um escampado e que a matasse e que lhe levasse a língua dela. Ela levava um <em>can</em>zinho.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ao chegar ao descampado, o criado mandou-a descer do trem e disse-lhe:&nbsp; <br><br>- Real senhora, o seu pai manda-me matá-la, mas eu tenho muita pena de a matar e não a mato; mato antes o <em>can</em>zinho e levo-lhe a língua.&nbsp;</div><div>&nbsp;Ela disse: &nbsp;<br>- Mata-me.&nbsp;</div><div>Mas ele matou o cão, tirou-lhe a língua e foi-se embora, deixando a princesa no descampado. O pai quando recebeu a língua ficou muito satisfeito.&nbsp;</div><div>A princesa anoitecia e amanhecia nos campos e um dia meteu-se num bosque fechado onde não havia senão bichos; e tão farta estava de viver que ia ter mesmo com os bichos para tragarem, mas os bichos cheiravam-na e fugiam dela e ela dizia: &nbsp;<br><br>- Sou tão má que até os bichos fogem de mim!&nbsp;</div><div>Uma noite viu ao longe uma luz e foi direto a ela. Foi ter a um palácio e, como estava a chover, entrou e escondeu-se atrás do portão. À hora da meia-noite viu entrar um Gigante muito feio e ela teve tanto medo que tapou a cara.&nbsp; O Gigante, assim que entrou, disse: &nbsp;<br><br>- Cheira-me aqui a carne humana.&nbsp;</div><div>&nbsp;E disse-lhe:&nbsp;<br><br>- Levanta-te. &nbsp;</div><div>E ela levantou-se e depois ajoelhou e pediu-lhe perdão. &nbsp;<br><br>- Quem te trouxe aqui? Perguntou o Gigante.&nbsp;<br><br>- A minha desgraça, respondeu ela. &nbsp;<br><br>- E quem és tu? Ela contou-lhe o que se tinha passado com o pai. E depois o Gigante mandou-a subir e levou-a a uma casa onde havia todas as qualidades de comida e fê-la comer. Depois levou-a a um quarto com uma cama preparada e disse-lhe: &nbsp;<br><br>- Esse quarto é o da menina; aqui ninguém lhe há-de tocar; a menina fica sendo minha filha e amanhã lhe digo o serviço que há-de fazer. E foi-se embora.&nbsp;</div><div>No outro dia, quando se levantou, apareceu-lhe o Gigante e disse-lhe que fosse almoçar. Depois do almoço disse-lhe que lhe queria dar um serviço a fazer e levou-a a uma casa que estava rodeada de gaiolas de passarinhos. &nbsp;<br><br>- O serviço que te dou a fazer é tratar destes passarinhos todos, mas cautela, não deixes fugir algum.&nbsp;</div><div>Estava lá um de que ela gostou muito e levava horas esquecidas a brincar com ele; mas um dia fugiu-lhe e ela teve um grande desgosto; chorou todo o dia e à noite veio o Gigante e disse-lhe: &nbsp;<br><br>- Que choras tu, estás doente?&nbsp;<br><br>- Não, meu pai, não estou doente, o que tenho é um grande desgosto porque o passarinho verde fugiu. &nbsp;<br><br>- Não tenhas desgosto que eu é que lhe dei licença; mais tarde o verás.&nbsp;</div><div>Um dia chegou um cavalheiro ao palácio e bateu à porta.&nbsp;</div><div>Ela disse-lhe que não lhe abria a porta porque não estava lá o pai. Depois veio o pai e levou o cavalheiro para a sala, chamou-a a ela e disse-lhe: &nbsp;<br><br>- Este senhor vem a pedir-te para casar, é o príncipe de tal parte. Depois trataram do casamento; o Gigante era rei de sete reinados e no dia do casamento deu quatro à filha e fez convite para todos os reis irem ao casamento.&nbsp;</div><div>No dia do casamento o príncipe apresentou-se todo vestido de verde e ela lembrou-se do passarinho que tinha fugido, o qual passarinho era o príncipe que estava ali encantado. O príncipe e a princesa, que já eram reis, subiram depois do casamento ao trono e todos os convidados foram beijar a mão à rainha, onde também foram as irmãs dela e o pai e, quando este ia a beijar a mão, ela recusou a mão ao pai e a ele deu-lhe um desmaio e caiu das escadas do trono. E depois aclarou-se tudo.&nbsp;</div><div><br></div><blockquote>Seja Jesus louvado,&nbsp;<br>Que é meu conto acabado.&nbsp;</blockquote><div><br></div><div>Fonte: PIRES, A. THOMAZ; LAGES, MÁRIO F. - Contos populares alentejanos. Lisboa : Universidade Católica Portuguesa, 1992. 60 p.&nbsp;</div><div><br><strong>Mora</strong>l: O autor original do famoso:<em> Podes fugir, mas não te podes esconder </em>é o Destino. A nossa vida é um livro já escrito por Deus; podemos tentar nos livrar de algo que já está escrito/destinado, mas é impossível.&nbsp;</div><div><br><strong>De: Alice Kabenda, Ema Barros e Rafaela Dias - 9ºC&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115040/b2b735edb1afeb9bc715622dfba46419/sonho.mp4" />
         <pubDate>2021-10-29 18:30:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1854585213</guid>
      </item>
      <item>
         <title>The Flying Lion</title>
         <author>aalicekabenda</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1854671403</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>- <strong>O</strong>nce upon a time, remarked Outa, thoughtfully, Oom Leeuw used to fly.<br>- O-o-o-oh! Said the children all together, and their eyes widened with terror at the picture called up by Outa’s words.&nbsp;</div><div>- Yes, my baasjes, and then nothing could live before him.&nbsp;<br><br>His wings were not covered with feathers: they were like the wings of Brother Bat, all skin and ribs; but they were very big, and very thick, and very strong, and when he wasn’t flying they were folded flat against his sides. When he was angry he let the points down to the ground—tr-r-r-r—like Oubaas Turkey when he gobble-gobble-gobbles and struts before his wives—tr-r-r-r, and when he wanted to rise from the ground he spread them out and flapped them up and down slowly at first—so, my baasjes; then faster and faster—so, so, so—till he made a big wind with them and sailed away into the air.</div><div>Outa, flapping his crooked arms and puffing out his disproportionate chest, seemed about to follow suit, but suddenly subsided again on to his stool.&nbsp;</div><div><br>- Ach, but it was a terrible sight! Then, when he was high above the earth, he would look down for something to kill. If he saw a herd of springbokke he would fly along till he was just over them, and pick out a nice fat one; then he would stretch out his iron claws, fold his wings and—woops!—down he would fall on the poor bokkie before it had time to jump away. Yes, that was the way Oom Leeuw hunted in the olden times.&nbsp;</div><div><br>- There was only one thing he was afraid of, and that was that the bones of the animals he caught and ate would be broken to pieces. No one knew why, and everyone was too frightened of Oom Leeuw to try and find out. He used to keep them all at his home in the krantzes, and he had crows to look after them, two at a time - not like the ugly black crows that build in the willow-trees near the dam, but White Crows, the kind that come only once in many years. As soon as a white crow baby was found it was taken to Oom Leeuw - that was his order; then he kept it in the krantzes of the mountains and let it grow big; and when the old White Crows died the next eldest became watchmen, and so there were always White Crows to watch the bones when Oom Leeuw went hunting.&nbsp;</div><div><br>- But one day while he was away Brother Big Bullfrog came along, hop-hop-hoppity-hop, hop-hop-hoppity-hop, and said: ‘Why do you sit here all day, you Whitehead Crows?</div><div>And the White Crows said:&nbsp;<br><br>- We sit here to look after the bones for Oom Leeuw.</div><div><br>- Ach, but you must be tired of sitting!’ said Brother Big Bullfrog, ‘You fly away a little and stretch your wings. I will sit here and look after the bones.</div><div><br>The White Crows looked this way and that way, up and down and all round, but no! they couldn’t see Oom Leeuw, and they thought:&nbsp;<br><br>- Now is our chance to get away for a fly.&nbsp;</div><div>So they said ‘Cr-r-raw, cr-r-raw! and stretched out their wings and flew away.&nbsp;</div><div><br>Brother Big Bullfrog called out after them:&nbsp;<br>- Don’t hurry back. Stay as long as you like. I will take care of the bones.</div><div>But as soon as they were gone he said:&nbsp;<br>- Now I shall find out why Oom Leeuw keeps the bones from being broken. Now I shall see why men and animals can live no longer.’ And he went from one end to the other of Oom Leeuw’s house at the bottom of the krantz, breaking all the bones he could find.&nbsp;</div><div><br>- Ach, but he worked quickly! Crack! crack, crack, crack! Wherever he went he broke bones. Then when he had finished he hopped away, hop-hop-hoppity-hop, hop-hop-hoppity-hop, as fast as he could. When he had nearly reached his dam in the veld, the White Crows overtook him. They had been to the krantz and, foei! they were frightened when they saw all the broken bones.&nbsp;</div><div><br>- Craw, craw! They said:<br>- Brother Big Bullfrog, why are you so wicked? Oom Leeuw will be so angry. He will bite off our nice white heads—craw, craw!—and without a head, who can live?&nbsp;</div><div>But Brother Big Bullfrog pretended he didn’t hear. He just hopped on as fast as he could, and the White Crows went after him.&nbsp;</div><div>- It’s no good hopping away, Brother Bullfrog, they said, Oom Leeuw will find you wherever you are, and with one blow of his iron claws he will kill you.<br>But old Brother Big Bullfrog didn’t take any notice. He just hopped on, and when he came to his dam he sat back at the edge of the water and blinked the beautiful eyes in his ugly old head, and said:&nbsp;<br>- When Oom Leeuw comes tell him I am the man who broke the bones. Tell him I live in this dam, and if he wants to see me he must come here.<br>The White Crows were very cross. They flew down quickly to peck Brother Big Bullfrog, but they only dug their beaks into the soft mud, because Brother Big Bullfrog wasn’t sitting there any longer. Kabloops! he had dived into the dam, and the White Crows could only see the rings round the place where he had made a hole in the water.&nbsp;</div><div>Oom Leeuw was far away in the veld, waiting for food, waiting for food. At last he saw a herd of zebras - the little striped horses that he is very fond of - and he tried to fly up so that he could fall on one of them, but he couldn’t. He tried again, but no, he couldn’t. He spread out his wings and flapped them, but they were quite weak, like baasjes' umbrella when the ribs are broken.&nbsp;</div><div>Then Oom Leeuw knew there must be something wrong at his house, and he was toch too angry. He struck his iron claws into the ground and roared and roared. Softly he began, like thunder far away rolling through the kloofs, then louder and louder, till - hoor-rr-rr-rr, hoor-rr-rr-rr - the earth beneath him seemed to shake. It was a terrible noise.&nbsp;</div><div>But all his roaring did not help him, he couldn’t fly, and at last he had to get up and walk home. He found the poor White Crows nearly dead with fright, but they soon found out that he could no longer fly, so they were not afraid of him.&nbsp;</div><div>Hoor-rr-rr-rr, hoor-rr-rr-rr! He roared. What have you done to make my wings so weak?&nbsp;</div><div>And they said: While Oom was away someone came and broke all the bones.</div><div>And Oom Leeuw said:&nbsp;<br>- You were put here to watch them. It is your fault that they are broken, and to punish you I am going to bite your stupid white heads off. Hoor-rr-rr-rr!</div><div>He sprang towards them, but now that they knew he couldn’t fly they were not afraid of him. They flew away and sailed round in the air over his head, just too high for him to reach, and they called out:&nbsp;<br>- Ha! ha! ha! Oom cannot catch us! The bones are broken, and his wings are useless. Now men and animals can live again. We will fly away and tell them the good news.&nbsp;</div><div>Oom Leeuw sprang into the air, first to one side and then to the other, striking at them, but he couldn’t reach them, and when he found all his efforts were in vain, he rolled on the ground and roared louder than ever.&nbsp;</div><div>The White Crows flew round him in rings, and called out:&nbsp;<br>- Ha! ha! ha! he can no longer fly! He only rolls and roars! The man who broke the bones said:&nbsp;<br>- If Oom Leeuw wants me he can come and look for me at the dam. Craw, craw, and away they flew.&nbsp;</div><div>Then Oom Leeuw thought:&nbsp;<br>- Wait, I’ll get hold of the one who broke the bones. I’ll get him. So he went to the dam, and there was old Brother Bullfrog sitting in the sun at the water’s edge. Oom Leeuw crept up slowly, quietly, like a skelm, behind Brother Bullfrog.&nbsp;</div><div>- Ha! now I’ve got him, he thought, and made a spring, but Brother Bullfrog said:<br>- Ho! and dived in - kabloops! - and came up at the other side of the dam, and sat there blinking in the sun.&nbsp;</div><div>Oom Leeuw ran round as hard as he could, and was just going to spring, when - kabloops! - Brother Bullfrog dived in again and came up at the other side of the dam.&nbsp;</div><div>And so it went on. Each time, just when Oom Leeuw had nearly caught him, Brother Bullfrog dived in - kabloops! - and called out:<br>- Ho! From the other side of the dam.&nbsp;</div><div>Then at last Oom Leeuw saw it was no use trying to catch Brother Bullfrog, so he went home to see if he could mend the broken bones. But he could not, and from that day he could no longer fly, only walk upon his iron claws. Also, from that day he learned to creep quietly like a skelm after his game, and though he still catches them and eats them, he is not as dangerous as he was when he could fly.&nbsp;</div><div>And the White Crows can no longer speak. They can only say:<br>- Craw, craw.&nbsp;</div><div>But old Brother Big Bullfrog still goes hop-hop-hoppity-hop round about the dam, and whenever he sees Oom Leeuw he just says:<br>- Ho! And dives into the water - kabloops! - as fast as he can, and sits there laughing when he hears Oom Leeuw roar with anger.&nbsp;<br><br>Site: [Em linha], atual. 2021. [Consulta. 23 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://fairytalez.com/the-old-witch/&gt;.</div><div><br>Moral: <em>Pride goes before destruction, a haughty spirit before a fall.&nbsp; </em>Pride and haughty are feelings that lead us down the path of shame and destruction, things that once led us to be humiliated.&nbsp;<br><br>By: Alice Kabenda, Ema Barros, Rafaela Dias - 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115040/55df7105b9a5f92c209a10a7fb1ebd8d/images.mp4" />
         <pubDate>2021-10-29 19:31:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1854671403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda das Amendoeiras em Flor</title>
         <author>aduartecrispim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855546051</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>LENDA DAS AMENDOEIRAS EM FLOR<br>&nbsp;</em></strong></div><div>Conta a lenda que há muito, muito tempo, ainda o Algarve era dominado pelos árabes, vivia naquela zona um jovem rei mouro. Era famoso pelos seus dotes guerreiros e poucos lhe conheciam uma derrota. A sua coragem e determinação faziam dele um verdadeiro vencedor. Por isso, o seu povo dizia muitas vezes:<br>- O nosso Rei é mesmo um grande homem!</div><div>- Com ele temos conseguido muitas vitórias!</div><div>Um dia, quando ele orientava os seus homens, apercebeu-se de que, no meio das gentes que tinha trazido das terras do Norte, uma linda rapariga, sua escrava, se ocupava a preparar o almoço. Os olhos do jovem rei fixaram-se na sua beleza: ela tinha a pele branca como a neve, os seus olhos eram de um verde quase transparente e os cabelos loiros estavam apanhados em duas longas tranças.</div><div>O rei ficou fascinado e, todos os dias, ia até àquele local para observar a rapariga. Ficava ali horas a fio e, um dia, percebeu que estava perdido de amor por ela. Embora um pouco envergonhada, a rapariga gostava da presença do rei e começou também a interessar-se por ele, até que os dois perceberam a paixão que sentiam um pelo outro.</div><div>Apesar destas diferenças, algum tempo depois, o rei decidiu mostrar o seu amor a esta rapariga e pediu-a em casamento:</div><div>- Amo-te desde o primeiro momento em que te vi. Não consigo estar longe da tua beleza. Em breve, casaremos e passaremos a ser felizes no meu castelo. Quero fazer de ti uma verdadeira rainha.</div><div>Os dois casaram, o tempo foi passando e o rei começou a notar que a sua mulher estava mais triste. Na verdade, tinha perdido a vontade de sorrir, de passear e até de conversar. O rei vivia preocupado e achou que ela só poderia estar doente. Rapidamente, decidiu:</div><div>- Tragam a este reino todos os sábios e curandeiros do mundo.</div><div>Mas nada se alterou! A rainha continuava triste e desanimada. O rei pensou que talvez uma festa trouxesse a alegria de volta à sua amada:</div><div>- Mandem vir os músicos e os bailarinos mais famosos do reino. Não quero que falte comida nem animação a esta festa!</div><div>No entanto, nem assim a rainha voltou a sorrir. A sua tristeza incomodava bastante o seu marido que, já sem saber o que fazer, pediu ajuda ao poeta do reino. Era um homem sensível, como todos os poetas e, depois de uma breve conversa com a rainha, anunciou ao rei:</div><div>- Meu senhor, já sei a razão de tão grande tristeza! A angústia e o sofrimento da sua rainha devem-se às saudades que sente de, quando é Inverno, ver a sua terra toda branquinha, coberta de neve…</div><div>O rei não perdeu tempo. Talvez tivesse encontrado a solução para fazer regressar a alegria à sua esposa. Dirigiu-se aos seus homens e pediu-lhes:</div><div>- Plantem por todo o meu reino muitas amendoeiras. Quero o território coberto com estas árvores!</div><div>Assim se fez. No Inverno seguinte, numa manhã cheia de sol e luz, o rei correu para a janela do seu quarto, acordou a rainha e os dois ficaram maravilhados: à sua frente, cobrindo toda a paisagem, um manto branco perdia-se de vista e parecia chegar ao mar. Desde então, a rainha nunca mais deixou de sorrir e, todos os Invernos, matava as saudades da sua terra e da neve, sempre que olhava os campos cheios de flores brancas.</div><div>Ainda hoje, no Algarve, podemos deslumbrar-nos com esta paisagem fantástica das flores branquinhas que nascem nas amendoeiras.<br><em>Estas florzinhas tão simples<br><br>Trouxeram de volta, à rainha,<br><br>O sorriso e a alegria<br><br>Que há muito ela não tinha.<br><br></em><br></div><div>Moralidade:<br><em>Esta lenda diz-nos que se pode adoecer de tristeza por causa da saudade. Há que usar a criatividade para tentar minimizar a causa de tamanha tristeza.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>Bibliografia:</div><div>COLEÇÃO EXPRESSO MAIS NOVOS - Lendas de Portugal: Lenda das Amendoeiras em Flor. Lisboa: Zero a Oito, 2007. ISBN 978-972-8993-81-8.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Duarte Crispim e Maria Clara Martins, 7.º A<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109185/e8dcb6be6c05e1053e33a22506c41d35/Lenda_das_Amendoeiras_em_Flor.mp4" />
         <pubDate>2021-10-30 14:09:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855546051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda do Milagre das Rosas </title>
         <author>amariacaro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855662709</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>LENDA DO MILAGRE DAS ROSAS<br></strong><br></div><div>Segundo reza a lenda, D. Isabel tinha o hábito de sair de manhã com pão e outros víveres para dar aos pobres e desfavorecidos. Avisado do peso que este hábito estava a ter sobre o tesouro real e de que estas atividades pouco decorosas, D. Dinis decide verificar por ele próprio e numa gélida manhã de Inverno segue D. Isabel.</div><div>Após notar que D. Isabel levava algo escondido no seu regaço, surpreende-a perguntando onde ir tão cedo, ao que D. Isabel responde ao convento. Não satisfeito com a resposta D. Dinis insiste questionando:</div><div>– “O que levais aí?”</div><div>Ao que D. Isabel replica com a famosíssima frase:</div><div>– “São rosas, meu senhor!”</div><div>D. Dinis, com a certeza de que seria pão e outras esmolas, diz:</div><div>– “Rosas? Em janeiro? Ousais mentir-me?”</div><div>Obrigada a mostrar o seu regaço, D. Isabel levanta o manto, e nesse mesmo momento para espanto e burburinho de todos o pão que levava transforma-se em belíssimas rosas de Inverno.</div><div>O Rei, surpreendido pelas rosas, 🤬 desculpa à Rainha seguindo esta o seu caminho. O povo que ali se tinha juntado sabendo perfeitamente que a rainha levava pão e esmolas como era seu hábito, e que apenas um milagre poderia justificar o acontecimento começou a trata-la como Rainha Santa Isabel.</div><div><strong>Moralidade</strong>: “<em>Quem trabalha e mata a fome, não come pão de ninguém.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</em></div><div><em>Quem ganha mais do que come, come sempre o pão de alguém.”</em></div><div><strong>ORIGEM:</strong> Coimbra</div><div><strong>Fonte:</strong>&nbsp; Porto Editora – Lenda do Milagre das Rosas na Infopédia [em linha]. Porto: Porto&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Editora. [consult. 2021-10-20 19:31:35]. Disponível em https://www.infopedia.pt/$lenda-do-milagre-das-rosas<br><br></div><div><strong>Trabalho realizado por: Maria Caro; Rita Simões e Carolina Trindade do 7º A<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109191/e71077e529cb01afff324d1064a2c11d/Captura_de_ecrA___2021_10_30__A__s_16_54_28.mp4" />
         <pubDate>2021-10-30 15:59:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855662709</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Black Annis</title>
         <author>aleonoragostinho</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855785937</link>
         <description><![CDATA[<div>Origin: Leicestershire, United Kingdom, England<br><br>Black Annis is a mysterious witch. According to myth, Annis lived in a cave known as Anny's Black Bower, which had a large tree at the entrance.</div><div>It is believed to have been built during the housing boom that followed World War I. Black Annis was a witch with a blue face and claws made of iron, she haunted Leicestershire at night, looking for small children or animals to eat. She had long slender arms, which she would use to get through people's windows and pick up their children.</div><div>Once they were won, she would take them back to her arbor, drain all their blood and then hang the skins on the tree outside. When the furs dried, she added them to her skirt (which she had made out of children's furs). Fortunately, Annis's howls could be heard up to 8 miles away. So people had plenty of time to protect their windows and put on protective herbs. This is one of the darkest legends in English folklore.<br><br></div><div>Moral:</div><div>Black Annis was a mysterious witch who terrorized the population of Leicestershire by doing terrible things for their children and animals.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>Site:<br><a href="https://www.fatosdesconhecidos.com.br/7-lendas-mais-tenebrosas-do-folclore-ingles/">https://www.fatosdesconhecidos.com.br/7-lendas-mais-tenebrosas-do-folclore-ingles/</a>&nbsp;<br><br>By: Mª Leonor and Mª Inês Agostinho - 9ºC<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/931826879/ec7ea2c9f9d31851197d26c498e84556/Black_Annis.mp4" />
         <pubDate>2021-10-30 18:11:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855785937</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda da Costureirinha</title>
         <author>aleonoragostinho</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855809174</link>
         <description><![CDATA[<div>Origem: Beja, Portugal<br><br>Entre as crenças que existiram no Baixo Alentejo, a da Costureirinha era uma das mais conhecidas. Não é difícil, ainda hoje, encontrar pessoas de alguma idade, e não tanta como isso… que ouviram a costureirinha. O que se ouvia, então? Segundo diversos testemunhos, ouvia-se distintamente o som de uma máquina de costura, das antigas a pedal, assim como o cortar de uma linha e até mesmo, segundo alguns relatos, o som de uma tesoura a ser pousada. Um trabalho de costura, portanto. O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa: cozinha, quarto de dormir, a casa de fora, e até mesmo de alpendres. De tal modo era familiar a sua presença nos lares alentejanos que não infundia medo. Era a costureirinha.&nbsp;</div><div>Mas quem era ela? Afirma a tradição que se tratava de uma costureira que, em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando, portanto, o dia sagrado. É esta a versão mais conhecida no Alentejo. Outra versão afirma que a costureirinha não cumprira uma promessa feita a S. Francisco. Esta última versão aparece referenciada num exemplar do Diário de Notícias do ano 1914, em notícia oriunda de aldeias do Ribatejo. Pelo não cumprimento dos seus deveres religiosos, a costureirinha fora condenada, após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir. De acordo com a crença os pecados do mundo, o desrespeito pelas coisas sagradas e, nomeadamente, o não cumprimento de promessas feitas a Deus ou aos Santos podiam levar à errância, depois da morte. Já não se ouve, agora, a costureirinha? Terminou já o seu fado, expiou o castigo e descansa em paz? A urbanização moderna, a luz elétrica, os serões da TV, afastaram-na do nosso convívio. Desapareceu, naturalmente, com a transformação de uma sociedade rural arcaica, que tinha os seus medos, os seus mitos, as suas crenças e o seu modo de ser e de estar na vida.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Moral:</strong>&nbsp;</div><div>No fundo, a costureirinha é uma alma penada que expia os nossos pecados. Não devemos desrespeitar as coisas religiosas mesmo que não acreditemos nelas, nomeadamente, o não cumprimento de promessas feitas a Deus ou aos Santos que de acordo com a crença podem levar à errância, depois da morte.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Fonte:</strong>&nbsp;</div><div>Mitos e Lendas de Beja - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 23 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://www1.ci.uc.pt/iej/alunos/2001/lendas/Lendas%20de%20Beja.htm&gt;.&nbsp;<br><br>Feito por: Mª Leonor e Mª Inês Agostinho - 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/931826879/87dabd7e826d6a38cfc28dc67870d390/Imagem_costureirinha1.mp4" />
         <pubDate>2021-10-30 18:38:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855809174</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Coelhinho Branco</title>
         <author>aleonoragostinho</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855816212</link>
         <description><![CDATA[<div>Origem: Coimbra, Portugal<br><br>Quando o coelhinho branco voltou para casa depois de vir da horta, chegou à porta e viu que estava trancada por dentro; bateu e perguntaram-lhe de dentro: – «Quem é?» O coelhinho respondeu:&nbsp;</div><div>Sou eu, o coelhinho branco&nbsp;</div><div>Que fui ali à horta buscar uma cenourinha para fazer o meu jantar&nbsp;</div><div>Responderam-lhe de dentro:&nbsp;</div><div>E eu sou a cabra cabrês&nbsp;</div><div>Que te pulo em cima&nbsp;</div><div>E faço-te em três.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O coelhinho branco foi-se embora, muito triste, mas por o caminho encontrou um boi e disse-lhe:&nbsp;</div><div>Eu sou o coelhinho branco&nbsp;</div><div>E fui à minha horta buscar uma cenourinha para fazer o meu jantar&nbsp;</div><div>Mas depois ia para casa&nbsp;</div><div>E quando lá cheguei&nbsp;</div><div>Encontrei a cabra cabrês&nbsp;</div><div>Que disse que me pulava em cima&nbsp;</div><div>E me fazia em três&nbsp;</div><div>O boi respondeu: «Eu não vou lá porque tenho medo.» &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O coelhinho continuou o seu caminho e encontrou um cão e disse-lhe:&nbsp;</div><div>Eu sou o coelhinho branco&nbsp;</div><div>E fui à minha horta buscar uma cenourinha para fazer o meu jantar&nbsp;</div><div>Mas depois ia para casa&nbsp;</div><div>E quando lá cheguei&nbsp;</div><div>Encontrei a cabra cabrês&nbsp;</div><div>Que disse que me pulava em cima&nbsp;</div><div>E me fazia em três&nbsp;</div><div>O cão respondeu: «Eu não vou lá porque tenho medo.» &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O coelhinho continuou o seu caminho e encontrou um galo, a quem disse também:&nbsp;</div><div>Eu sou o coelhinho branco&nbsp;</div><div>E fui à minha horta buscar uma cenourinha para fazer o meu jantar&nbsp;</div><div>Mas depois ia para casa&nbsp;</div><div>E quando lá cheguei&nbsp;</div><div>Encontrei a cabra cabrês&nbsp;</div><div>Que disse que me pulava em cima&nbsp;</div><div>E me fazia em três&nbsp;</div><div>Responde o galo: «Eu não vou lá porque tenho medo.» &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O coelhinho continuou o seu caminho. Já sem esperanças, no caminho de volta para casa encontrou uma formiguinha que lhe perguntou: «O que se passa coelhinho?»&nbsp;</div><div>Eu vinha da minha horta porque fui buscar uma cenourinha para fazer o meu jantar e reparei que a porta estava trancada por dentro. Eu bati à porta e lá de dentro respondeu-me a cabra cabrês que disse que me pulava em cima e me fazia em três.&nbsp;</div><div>A formiguinha responde: «Eu vou lá e veremos como isso há-de ser.» &nbsp;</div><div>Foram os dois e bateram à porta; diz-lhe a cabra cabrês lá de dentro;&nbsp;</div><div>Aqui ninguém entra&nbsp;</div><div>Está cá a cabra cabrês&nbsp;</div><div>Que vos pula em cima&nbsp;</div><div>E faz-vos em três.&nbsp;</div><div>Responde a formiga:&nbsp;</div><div>Eu sou a formiga rabiga,&nbsp;</div><div>Que te pulo em cima&nbsp;</div><div>E furo-te a barriga.&nbsp;</div><div>Dito isto, a formiguinha entrou pelo buraco da fechadura, assustou a cabra cabrês, abriu a porta ao coelhinho e foram fazer o jantar.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Moral:</strong>&nbsp;</div><div>Todas as fábulas têm por trás uma moralidade, a do coelhinho branco ensina que qualquer um pode ser, independentemente do seu tamanho ou força, o “herói” ou aquele que salva o dia. Muitas vezes é só preciso termos alguma coragem para lidar com o adversário.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Site:</strong>&nbsp;</div><div>COELHO, ADOLFO - III. O coelhinho branco [Em linha], atual. 2021. [Consult. 23 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://books.openedition.org/etnograficapress/4931&gt;.&nbsp;</div><div><br>Feito por: Mª Leonor e Mª Inês Agostinho - 9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/931826879/ee20dafa9f6363786ffaac8c6e1bbb99/Coelhinho_branco.jpg" />
         <pubDate>2021-10-30 18:46:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1855816212</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Cobra da Marreira </title>
         <author>alaraadvinha</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856456049</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Serpa, Portugal</strong><br>As Quintas da Marreira e do Fidalgo ficam situadas à saída de Serpa, uma de cada lado da estrada de Beja. Junto ao muro da Marreira, e também debaixo duma figueira da Quinta do Fidalgo, há quem afirme ter visto uma cobra muito grande com cabeça de mulher, de longos cabelos louros e lindos olhos negros. É uma fidalga encantada chamada Ana, e aparece em manhãs de S. João e de Quinta-feira de Ascensão, acompanhada de um maravilhoso tesouro de ouro e prata. Mas nem toda a gente é digna de a ver. Quem a quiser desencantar, terá de sujeitar-se às seguintes três provas, sem mostrar medo: primeiro, tem de bradar por Ana, que aparecerá em forma de touro, investindo e dando grandes urros. Se resistir a esta prova, o touro vai-se embora, e voltará em forma de cão preto. Se a pessoa vencer o medo, virá então a cobra, que se lhe enroscará à cintura e lhe dará um beijo. Se se assustar, será morto por ela. Se, pelo contrário, mostrar coragem, quebrar-se-á o encanto, e o salvador receberá, como recompensa, todo o tesouro da cobra!&nbsp; A história da Cobra Marreira, ou Cobra da Quinta do Fidalgo, é ainda contada entre o povo. Ela é narrada também em “A Tradição”, de Maio de 1904, pelo Dr. Ladislau Piçarra, que relata a seguir o caso de três raparigas que, ao atravessarem a Ponte do Pancaio no seu caminho para a ceifa, tiveram uma alucinação, tendo ouvido um urro medonho acompanhado da visão de uma cobra enorme com cabeça humana.&nbsp; <br><br><strong>Moralidade:</strong> Para atingires os teus objetivos tens que os encarar com coragem e correr todos os riscos que forem necessários.<br><br> <strong>Fonte:</strong> CORTEZ, MARIA RITA - Cancioneiro Tradicional de Serpa. Serpa : [s.n.]<br> <br><strong>Trabalho realizado por:</strong> Diana Veríssimo e Lara Advinha - 9°C</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115046/406bd55b00be47ffbc49d681c70f4301/20211022_091034.mp4" />
         <pubDate>2021-10-31 10:34:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856456049</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Le Loup et L&#39; Agneau
</title>
         <author>alaraadvinha</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856461871</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>França</strong>&nbsp;<br><br></div><div>La raison du plus fort est toujours la meilleure :</div><div>Nous l’allons montrer tout à l’heure.</div><div>Un Agneau se désaltérait</div><div>Dans le courant d’une onde pure.</div><div>Un Loup survient à jeun qui cherchait aventure,</div><div>Et que la faim en ces lieux attirait.</div><div>Qui te rend si hardi de troubler mon breuvage ?</div><div>Dit cet animal plein de rage :</div><div>Tu seras châtié de ta témérité.</div><div>– Sire, répond l’Agneau, que votre Majesté</div><div>Ne se mette pas en colère ;</div><div>Mais plutôt qu’elle considère</div><div>Que je me vas désaltérant</div><div>Dans le courant,</div><div>Plus de vingt pas au-dessous d’Elle,</div><div>Et que par conséquent, en aucune façon,</div><div>Je ne puis troubler sa boisson.</div><div>– Tu la troubles, reprit cette bête cruelle,</div><div>Et je sais que de moi tu médis l’an passé.</div><div>– Comment l’aurais-je fait si je n’étais pas né ?</div><div>Reprit l’Agneau, je encor ma mère.</div><div>– Si ce n’est toi, c’est donc ton frère.</div><div>– Je n’en ai point.</div><div>– C’est donc quelqu’un des tiens :</div><div>Car vous ne m’épargnez guère,</div><div>Vous, vos bergers, et vos chiens.</div><div>On me l’a dit : il faut que je me venge.</div><div>Là-dessus, au fond des forêts</div><div>Le Loup l’emporte, et puis le mange,</div><div>Sans autre forme de procès.</div><div><br>Jean de La Fontaine</div><div><br>&nbsp;<strong>Moralité:</strong> La raison du plus fort est toujours la meilleure. Cette fable montre qu'avec des gens déterminés à faire le mal, la défense la plus juste est sans effet.<br><br></div><div><br><strong>Site: </strong>Le loup et l'agneau, un poème de Jean de La Fontaine - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.poetica.fr/poeme-849/jean-de-la-fontaine-le-loup-et-agneau/&gt;.<br><br><strong>Travail effectué par: </strong>Diana Veríssimo e Lara Advinha 9°C<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sitededicas.com.br/gifs/imagens-fabulas/fabula-o-lobo-e-o-cordeiro.jpg" />
         <pubDate>2021-10-31 10:40:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856461871</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Enfiada de Petas</title>
         <author>alaraadvinha</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856772784</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Coimbra, Portugal </strong><br>&nbsp; &nbsp;Era uma vez um homem que não pôde pagar a renda ao Fidalgo de quem era caseiro, e foi-lhe pedir perdoança, o fidalgo pensou que o que ele estava era a mentir, e disse-lhe:&nbsp;</div><div><br>&nbsp; - Só te perdoo as medidas da renda, se me disseres uma mentira do tamanho de hoje e amanhã.&nbsp;</div><div><br>&nbsp;Foi-se o lavrador para casa e contou a coisa à mulher sem saberem como se haviam de arranjar com o senhorio, que os podia pôr no olho da rua. Um filho tolo, que tinha, disse-lhe:&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Oh meu pai, deixe-me ir ter com o fidalgo, que eu hei de arranjar a coisa de modo que ele não tenha remédio senão dar a perdoança das medidas.&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Mas tu não atas coisa com coisa.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Por isso mesmo.</div><div><br>Foi o tolo e pediu para falar ao fidalgo, dizendo que vinha ali pagar a renda. O fidalgo mandou-o entrar, e ele então disse:&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Saberá Vossa Senhoria que a anesa foi má,&nbsp; mas isso não faz ao caso; meu pai tinha tantos cortiços de abelhas que não lhe dava conta; pôs-se a contar as abelhas e acertou de lhe faltar uma; botou o machado às costas e foi procurar a abelha; achou-a pousada na carucha de uma amieira; vai ele cortou a amieira para caçar a abelha, que por sinal vinha tão carregadinha de mel que ele a crestou, e, não tendo em que guardar o mel, meteu a mão no seio e tirou dois piolhos, e fez da pele dois odres que encheu, mas quando vinha a entrar em casa, uma galinha comeu-lhe a abelha; atirou à galinha com o machado para a matar, mas o machado perdeu-se entre as penas; chegou o fogo às penas, e depois que elas arderam é que achou o olho do machado; dali foi ao ferreiro para lho arranjar, e o ferreiro fez-lhe um anzol, com que foi ao rio apanhar peixes, e saiu-lhe uma albarda, tornou a deitar o anzol e apanhou um burro morto há três dias que pestanejava; botou-se a cavalo nele e foi ao ferrador para lhe dar uma mezinha, e ele deu-lhe o remédio de sumo de fava seca, mas nisto caiu-lhe um bocado num ouvido, onde lhe nasceu tamanho faval, que tem dado facas e comido favas, que ainda aí trago quinze carros delas para pagar a renda a Vossa Senhoria.</div><div><br>O fidalgo, já enfadado com tanta patranha, disse:&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Oh rapaz, tu mentes com quantos dentes tens na boca.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;- Pois, senhor, está a nossa renda paga.</div><div><br>&nbsp;</div><div><strong><br>Moralidade</strong>: A moral deste conto é que tem que se acreditar em certas coisas senão sofre-se as consequências.<br><br></div><div><strong>Fonte:</strong> BRAGA, TEÓFILO, <em>Contos Tradicionais do Povo Português</em> (I). [S.l.] : Celta Editora, [s.d.]<br><br></div><div><strong>Trabalho realizado por:</strong> Diana Veríssimo e Lara Advinha - 9°C&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115046/003d0163a057bf2a6fac27523186b902/padlet_image_picker_file_76f97b8d_64ed_49f6_a927_6a16be51050d.jpg" />
         <pubDate>2021-10-31 14:53:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1856772784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Fonte Mouro</title>
         <author>amargaridacatarino</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1857015396</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Beja existe uma horta chamada Fonte Mouro. Conta a lenda que esta horta pertencia a um abastado mouro, cujo nome era Albutassém, que tinha uma filha chamada Aldonça.<br>Albutassém era rico e avarento e a sua filha era bondosa e crente em Alá. Um dia Aldonça apaixonou-se por um jovem cristão, Atanásio.<br>O pai de Aldonça ficou contra este amor e por isso Atanásio, certo dia, montou-se no seu cavalo e fugiu com a sua amada. Mas Alá não podia permitir a fusão das duas crenças. Assim, com o seu poder divino não permitiu que o amor dos jovens amantes continuasse e transformou Atanásio em serpente e Aldonça numa fonte de água cristalina, que dizem que ainda hoje corre.<br>Diz a lenda, que em noites de luar a serpente vai beber à fonte para matar saudades da sua bela amada.<br><br><strong>Fonte:</strong> ARGENTINO, TRILHO et al. - tons de azul [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://tonsdeazul.blogspot.com/search/label/Lendas%20e%20Mitos&gt;.<br><br><strong>Moral:</strong> O amor vence tudo!? <br><br><strong>Trabalho Realizado por: </strong>Madalena Duarte, Margarida Catarino, Raquel Miranda- 9ºC<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115049/0a5da2d703c921f3aa8d38a62d97ac56/DSC05679.jpg" />
         <pubDate>2021-10-31 17:59:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1857015396</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Doutor Sabetudo</title>
         <author>ajoaopereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1857114953</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho realizado por: João Pereira, Simão Duarte e Rúben Costa</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/0a57aebae0ab34ab7a3237be40286ae3/O_DOUTOR_SABETUDO___Jo_o_Pereira__Sim_o_Duarte_e_R_ben__4_.pdf" />
         <pubDate>2021-10-31 19:34:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1857114953</guid>
      </item>
      <item>
         <title> A Origem do Tambor </title>
         <author>apedrolopes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858532266</link>
         <description><![CDATA[<div>Conto: "Origem do tambor". Trabalhado por: Pedro Lopes, Daniel Cavaco e Alexandre Fialho 7°A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109195/ef6fd8ce0676c25023388de5cab0d1ed/A_ORIGEM_DO_TAMBOR_convertido.pdf" />
         <pubDate>2021-11-01 12:01:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858532266</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tutorial para unir áudio à imagem</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858627846</link>
         <description><![CDATA[<div>Tutorial para unir áudio à imagem</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/19d738fffa502a7dc382142ff4b892ae/Unir__udio_e_imagem.mp4" />
         <pubDate>2021-11-01 12:46:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858627846</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Padlet a App para telemóvel e tablet: gravar aúdio</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858630030</link>
         <description><![CDATA[<div>Paldet app para telemóvel e tablet: gravar áudio</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/7bde7fd39b4dd96a789a076a574f09cc/Padlet_a_app_para_gravar_a_dio.mp4" />
         <pubDate>2021-11-01 12:47:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1858630030</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Cidade de Beja</title>
         <author>aritabrito</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859306553</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta lenda pretende justificar a razão porque se encontra no escudo da cidade a cabeça de um toiro.<br>&nbsp;Diz-nos a lenda: - «Muito antes dos lusitanos, o local onde hoje se encontra a nobre cidade de Beja com as suas muralhas romanas, os seus prédios góticos, a mesquita árabe e o castelo do princípio da monarquia portuguesa. Essa Beja com documentos que representam 4 civilizações, era pequeno povo que vivia em cabanas cobertas de colmo, que apenas se empregava no exercício da caça. Todos esses campos ubérrimos de pão que vemos hoje, eram um compacto matagal, impossível de ser penetrado pelo homem. E uma serpente, uma serpente monstro que tudo matava, tudo triturava, era a horrível preocupação do povo que habitava no local que mais tarde, no tempo dos romanos, se havia de chamar Pax-Júlia, depois no domínio árabe se chamou Buxú e presentemente se chama Beja. Um ardil porém germinou no cérebro de um habitante dessa região: Envenenar um toiro, deitá-lo para a floresta onde existia a tal serpente. Aprovada por todos essa ideia, o toiro foi envenado e deitado para o local indicado».<br><br>bibliografia:<br>http://www1.ci.uc.pt/iej/alunos/2001/lendas/Lendas%20de%20Beja.htm<br>Trabalho de: Matilde Guerreiro, Rita Brito e Sofia Silva<br>9ºC<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934136369/a59c88fc038200b92f223246d0261257/20516231_SczKh.jpeg" />
         <pubDate>2021-11-01 16:41:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859306553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda da Lua e da Água </title>
         <author>aritabrito</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859323948</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Quando Deus foi fazer o Inferno deixou Luz-Velha na cadeira d’ele; quando veio não lhe quis Luz-Velha restituir a cadeira, alegando que o Senhor lh’a tinha dado.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Dizia o Senhor:&nbsp;</div><div>— A cadeira é minha, emprestei-ta, não ta dei.&nbsp;</div><div>Luz-Velha ateimava muito e pôs uma demanda com o Senhor. O Senhor apresentou a Lua, a Água e o Sol como testemunhas de que tinha emprestado e não dado a cadeira. A Lua e a Água juraram falso; o Sol jurou a verdade, dizendo ao Senhor:&nbsp;</div><div>— O que é dado é dado; o que é vendido é vendido; o que é emprestado é emprestado. Portanto a cadeira é vossa.&nbsp;</div><div>Deus então castigou a Lua (que era tão linda como o Sol) tirando-lhe os raios para os dar ao Sol; castigou a Água, obrigando-a a correr sempre, sem nunca estar queda.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Moralidade<em>:&nbsp; mesmo que uma pessoa te empreste alguma coisa, não quer dizer que nos foi dada, como é o caso da cadeira que foi emprestada à luz vermelha por Deus.</em>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>ORIGEM</strong>: Famalicão&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Contos Tradicionaes do Povo Portuguez/Lenda da Lua e da Agua - Wikisource - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://pt.wikisource.org/wiki/Contos_Tradicionaes_do_Povo_Portuguez/Lenda_da_Lua_e_d<br><br>Trabalho de: Matilde Guerreiro, Rita Brito e Sofia Silva<br>9ºC&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934136369/a0e1455c50ed8be688a4b7846653763b/transferir__1_.mp4" />
         <pubDate>2021-11-01 16:48:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859323948</guid>
      </item>
      <item>
         <title>La Barbe Bleue</title>
         <author>aritabrito</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859361988</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>La Barbe Bleue </strong>&nbsp;</div><div>Un homme riche est doté d'une barbe bleue qui lui donne un aspect laid et terrible. Il a déjà eu plusieurs épouses par le passé, dont on ne sait ce qu'elles sont devenues. Il propose à ses voisines de l'épouser, mais aucune ne le souhaite. Finalement, l'une d'elles, séduite par les richesses de Barbe-Bleue, accepte.&nbsp;</div><div>Un mois après les noces, celui-ci annonce à sa femme qu'il doit partir en voyage. Il lui confie un trousseau de clefs ouvrant toutes les portes du château, mais il y a un cabinet où il lui interdit formellement de pénétrer. Curieuse, elle enfreint l'interdit, entre dans la pièce et y découvre les corps des précédentes épouses, accrochés au mur. Terrifiée, elle laisse tomber la clef, qui se tache de sang. Elle essaye d'effacer la tâche, mais le sang ne disparaît pas car la clef est magique.&nbsp;</div><div>La Barbe-Bleue revient à l'improviste et découvre la trahison de sa trop curieuse femme. Furieux, il s'apprête à l'égorger, comme les précédentes épouses. Ce jour-là, la malheureuse attend la visite de ses deux frères et elle supplie son mari de lui laisser assez de temps pour prier avant de mourir. Le monstre lui accorde un quart d'heure. Pendant ce temps, la sœur de l'infortunée épouse, prénommée Anne, monte au sommet d'une tour d'où elle cherche à voir si leurs frères sont sur le chemin. L'épouse éplorée demande à plusieurs reprises à sa sœur Anne si elle les voit venir, mais cette dernière répète qu'elle ne voit que « le soleil qui poudroie et l'herbe qui verdoie». La Barbe-Bleue crie et s'apprête à l'exécuter avec un coutelas, la tenant par les cheveux, lorsque les frères surgissent enfin et le tuent à coups d'épée.&nbsp;</div><div>Elle hérite de toute la fortune de son époux, aide sa sœur à se marier et ses frères à avancer dans leurs carrières militaires. Elle épouse ensuite un honnête homme qui la rend enfin heureuse.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Moralité :&nbsp; Ne pas épouser un homme juste parce qu'il est riche, il pourrait être une personne horrible.&nbsp;</div><div>Fonte: La Barbe bleue — Wikipédia - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://fr.wikipedia.org/wiki/La_Barbe_bleue&gt;. &nbsp;<br><br>Travail de: Matilde Guerreiro, Rita Brito, Sofia Silva &nbsp;</div><div>Classe : 9ºC&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934136369/15414ae7cb3d87bd2b2e936febc3a53f/La_Barbe_bleue_by_FaKe_Elf_on_DeviantArt.mp4" />
         <pubDate>2021-11-01 17:03:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859361988</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Les Souhaits Ridicules</title>
         <author>alaurareves</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859929487</link>
         <description><![CDATA[<div>Laura revés e Mariana Baião 7A<br>Les souhaits ridicules<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109188/3c1c607c6531fadd21074b431ff958e7/Documento_1.pdf" />
         <pubDate>2021-11-01 21:57:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859929487</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Fonte da Moura </title>
         <author>amargaridacatarino</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859932747</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Um grupo de cavaleiros, liderado pelo jovem rei, seguia já há dias pelos campos quando, cheios de sede, procuraram uma fonte. Foi então que surpreenderam uma jovem moura fugitiva que ao ser questionada onde ficaria a fonte mais próxima lhes disse que era muito longe, acrescentando em tom de desafio que se o Deus dos cristãos era tão poderoso que fizesse nascer ali mesmo uma fonte. Talvez então ela se convertesse.<br>D. Afonso Henriques desceu do cavalo e retirou-se para rezar e, de repente, ouviu-se um som e viu-se um jato de água límpida e fresca que formou um pequeno regato.<br>Os cavaleiros ajoelharam-se perante o milagre e a jovem moura, que chorava de emoção, prometeu dedicar a sua vida ao Deus cristão.<br>A fonte ficou para sempre conhecida como a Fonte da Moura. <br><br><strong>Fonte:</strong>MÁGICO, LÁPIS - Lenda da Fonte da Moura - Santarém [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível emWWW:&lt;URL:https://www.lapismagico.com/lendas/lenda-fonte-moura-santarem/&gt;<br><br><strong>Moral: </strong>A esperança, a confiança e a crença valeram aos cavaleiros e ao rei e viram saciado a sua sede através do milagre.<br><br></div><div><strong>Trabalho Realizado por: </strong>Madalena Duarte, Margarida Catarino, Raquel Miranda- 9ºC<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115049/b0084f6a13e0740b4a2bec0a1d0b6ae5/fonte_da_moura__1_.mp4" />
         <pubDate>2021-11-01 22:00:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859932747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>La Tortue et les deux Canards</title>
         <author>apedrolopes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859953125</link>
         <description><![CDATA[<div>Pedro Lopes, Daniel Cavaco e Alexandre Fialho 7ºA</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109195/092d4395bd0a40854c71c3e64122bc3a/La_tortue_et_les_deux_canards__1__convertido.pdf" />
         <pubDate>2021-11-01 22:18:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1859953125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Les souhaits ridicules</title>
         <author>amarianabaiao</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1861154871</link>
         <description><![CDATA[<div>Les souhaits ridicules<br>Audio Mariana Baião e Laura Revés</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109192/63bc65868fae56ccfd3dd01672911df6/Audio_Mariana_Laura.mp3" />
         <pubDate>2021-11-02 09:40:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1861154871</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jack Seek His Fortune</title>
         <author>aritabrito</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862559763</link>
         <description><![CDATA[<div>How jack went out to seek his fortune</div><div>Once on a time there was a boy named Jack, and one morning he started to go and seek his fortune.</div><div>He hadn't gone very far before he met a cat.</div><div>"Where are you going, Jack?" said the cat.</div><div>"I am going to seek my fortune."</div><div>"May I go with you?"</div><div>"Yes," said Jack, "the more the merrier."</div><div>So on they went, jiggelty-jolt, jiggelty-jolt. They went a little further and they met a dog.</div><div>"Where are you going, Jack?" said the dog.</div><div>"I am going to seek my fortune."</div><div>"May I go with you?"</div><div>"Yes," said Jack, "the more the merrier."</div><div>So on they went, jiggelty-jolt, jiggelty-jolt. They went a little further and they met a goat.</div><div>"Where are you going, Jack?" said the goat.</div><div>"I am going to seek my fortune."</div><div>"May I go with you?"</div><div>"Yes," said Jack, "the more the merrier."</div><div>So on they went, jiggelty-jolt, jiggelty-jolt. They went a little further and they met a bull.</div><div>"Where are you going, Jack?" said the bull.</div><div>"I am going to seek my fortune."</div><div>"May I go with you?"</div><div>"Yes," said Jack, "the more the merrier."</div><div>So on they went, jiggelty-jolt, jiggelty-jolt. They went a little further and they met a rooster.</div><div>"Where are you going, Jack?" said the rooster.</div><div>"I am going to seek my fortune."</div><div>"May I go with you?"</div><div>"Yes," said Jack, "the more the merrier."</div><div>So on they went, jiggelty-jolt, jiggelty-jolt.</div><div>Well, they went on till it was about dark, and they began to think of some place where they could spend the night. About this time they came in sight of a house, and Jack told them to keep still while he went up and looked in through the window. And there were some robbers counting over their money. Then Jack went back and told them to wait till he gave the word, and then to make all the noise they could. So when they were all ready Jack gave the word, and the cat mewed, and the dog barked, and the goat bleated, and the bull bellowed, and the rooster crowed, and all together they made such a dreadful noise that it frightened the robbers all away.</div><div>And then they went in and took possession of the house. Jack was afraid the robbers would come back in the night, and so when it came time to go to bed he put the cat in the rocking-chair, and he put the dog under the table, and he put the goat upstairs, and he put the bull down cellar, and the rooster flew up on to the roof, and Jack went to bed.</div><div>By-and-by the robbers saw it was all dark and they sent one man back to the house to look after their money. Before long he came back in a great fright and told them his story.</div><div>"I went back to the house," said he, "and went in and tried to sit down in the rocking-chair, and there was an old woman knitting, and she stuck her knitting-needles into me." That was the cat, you know.</div><div>"I went to the table to look after the money and there was a shoemaker under the table, and he stuck his awl into me." That was the dog, you know.</div><div>"I started to go upstairs, and there was a man up there threshing, and he knocked me down with his flail." That was the goat, you know.</div><div>"I started to go down cellar, and there was a man down there chopping wood, and he knocked me up with his axe." That was the bull, you know.</div><div>"But I shouldn't have minded all that if it hadn't been for that little fellow on top of the house, who kept a-hollering, 'Chuck him up to me-e! Chuck him up to me-e!'" Of course that was the 🤬-a-doodle- do.</div><div>Moral: The moral of this story is, don’t trust everyone you meet at first, because they can look harmless but in the end they aren’t.<br><br></div><div>How jack went out to seek his fortune - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.tititudorancea.com/z/english_fairy_tales_how_jack_went_seek_his_fortune.htm\&gt;.</div><div><br>Work from: Matilde Guerreiro, Rita Brito, Sofia Silva</div><div>9ºC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934136369/ec2bb6ca22b6c6fc6050c18cadc3ea2e/transferir.mp4" />
         <pubDate>2021-11-02 18:43:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862559763</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Macaco e o Cágado</title>
         <author>amiguelgarces</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862829827</link>
         <description><![CDATA[<div>O MACACO E O CÁGADO</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Tendo o cágado feito amizade com o macaco, disse este certo dia:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>– Amigo, quero que venhas almoçar a minha casa. O&nbsp;</div><div>cágado, todo contente, respondeu:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>– Agradeço-te&nbsp; muito&nbsp; o&nbsp; convite.&nbsp; Amanhã&nbsp; lá&nbsp; estarei.&nbsp;</div><div>No dia seguinte, o cágado dirigiu-se a casa do amigo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Quando&nbsp; lá&nbsp; chegou,&nbsp; viu&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; macaco&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; macaca&nbsp;</div><div>tinham&nbsp; matado&nbsp; um&nbsp; galo&nbsp; e&nbsp; cozinhado&nbsp; chima.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O&nbsp; macaco pousou a comida na mesa e disse:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; Ora vamos lá comer a chima e este belo galo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ao ver isto, o cágado pensou para consigo:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- “Então... o meu amigo põe a comida na mesa, sabendo que eu não arranjo&nbsp; maneira de lá chegar?”. Ainda tentou subir, mas nada conseguiu: as pernas pequenas e&nbsp; a pesada carapaça não lho permitiam. E, sem se importarem com o amigo, o macaco e a companheira banquetearam-se com o galo e a chima. Ofendido e com fome, o cágado decidiu regressar a casa, não sem antes convidar o macaco:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- Agora, hão de ir vocês a minha casa.</div><div>&nbsp;</div><div>- Lá estaremos na próxima semana - disse o macaco em tom jovial. E combinaram o dia.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Na semana seguinte, o macaco e a macaca atravessaram um campo e, saltando de&nbsp; árvore&nbsp; em&nbsp; árvore,&nbsp;</div><div>chegaram&nbsp; à&nbsp; casa&nbsp; do&nbsp; amigo.&nbsp; Aí&nbsp; deram&nbsp; conta&nbsp; de&nbsp; que&nbsp; também&nbsp; o cágado tinha preparado um galo e feito chima</div><div>&nbsp;e lamberam os beiços. O cágado deitou fora a água das panelas e disse para o amigo:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- Não há água, mas podem lavar as mãos no poço. Tenham cuidado para não as porem no chão quando voltarem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ao macaco e à macaca, o conselho pareceu lógico. Foram ao poço, lavaram as mãos&nbsp; e&nbsp; começaram&nbsp; a&nbsp; caminhar&nbsp; só&nbsp;</div><div>&nbsp;com as&nbsp; patas&nbsp; de&nbsp; trás.&nbsp; Ora&nbsp; acontece&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; cágado&nbsp;</div><div>tinha queimado todo o capim em volta da casa e o chão estava coberto de cinza. Como o macaco e a macaca não aguentavam andar só nas patas traseiras, pousaram as mãos no chão, ficando com elas todas sujas. Tiveram de voltar ao poço para de novo as lavar.&nbsp;</div><div>E&nbsp; fizeram&nbsp; isto&nbsp; tantas&nbsp; vezes&nbsp; que&nbsp; acabaram&nbsp; por&nbsp; desistir.&nbsp; Despediram-se&nbsp; então&nbsp; e&nbsp; foram para&nbsp; casa,&nbsp; amuados e&nbsp; com&nbsp; fome.&nbsp; Quanto&nbsp; ao&nbsp; cágado,&nbsp; deliciou-se&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; galo.&nbsp; E,&nbsp; desde essa altura, não voltaram a ser amigos.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Moralidade:&nbsp;</div><div>Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Fonte:</div><div>&nbsp;</div><div>Contos Tradicionais da CPLP-[Em linha].[S.l.] : CPLP, 2021 [Consult. 4 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL: https://www.cplp.org/Default.aspx?ID=4547&gt;. PDF</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Miguel Garcês e Maria Carolina Relva&nbsp; – 7º A</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=n-V1OUvjBSs&amp;ab_channel=BiblosdmiBeja" />
         <pubDate>2021-11-02 21:06:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862829827</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Les Voleurs de Noix</title>
         <author>aleonorisidro</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862955490</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Origine: Paris, França&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Deux voleurs de noix se réfugient dans un cimetière afin de partager leur butin. Ils font assez de bruit pour que le sacristain les entende depuis le presbytère, et décide d'aller voir ce qui se passe.&nbsp;</div><div>C'est la nuit ; le sacristain aperçoit parmi les tombes deux silhouettes qui lui semblent effroyables. Elles ont l'air de compter, et l'homme les entend dire :&nbsp;</div><div>- Une pour toi, une pour moi, une pour toi, une pour moi...&nbsp;</div><div>Effrayé, le sacristain s'enfuit, va trouver le curé, tremble en lui confiant la chose sa façon:&nbsp;</div><div>- J'ai vu le bon Dieu et le diable, tous les deux au cimetière. Je vous l'assure : ils étaient en train de se partager les âmes des morts.&nbsp;</div><div>Le curé lève les bras au ciel, mais l'autre insiste tant qu'il finit par le suivre. Ils approchent tous deux doucement du triste lieu où l'on enterre les humains, mais n'en franchissent pas l'entrée, se contentent de prêter l'oreille.&nbsp;</div><div>À ce moment, les voleurs ont fini de compter les noix de deux sacs disposés devant eux. Et l'un d'entre eux demande à son compagnon :&nbsp;</div><div>- Va chercher les deux autres qui sont derrière le mur.&nbsp;</div><div>Croyant qu'on parle d'eux, le curé et le sacristain s'enfuient, épouvantés. Ils courent encore.&nbsp;</div><div><br>2021. <em>LES VOLEURS DE NOIX</em>. [online] Disponível em: &lt;http://eprimaire.free.fr/contes/tradi/auv49.html - b67&gt; [Acessado em 2 de novembro de 2021].<br><br><strong>Moralité:&nbsp;</strong></div><div>Cette histoire a comme morale, que nous ne devons pas croire à tout ce que nous entendons et ce quil semble être vrai ne l’ai pas toujours.&nbsp;</div><div><br>Leonor Isidro e Matilde Charraz- 9ºC<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115047/9ecd453f27f58cdc8f7d05671e52ba09/walnuts_3.mp4" />
         <pubDate>2021-11-02 22:40:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1862955490</guid>
      </item>
      <item>
         <title>El abuelo, el nieto y el burro</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1865139061</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>El abuelo, el nieto y el burro<br></strong><br></div><div>Un abuelo y su nieto salieron de viaje con un burro. El nieto había pasado las vacaciones con su abuelo y ahora volvía a casa de sus padres para empezar nuevamente el colegio. A ratos, el abuelo o el nieto se subían en el burro y así iban haciendo el viaje más cómodo. El primer día de viaje llegaron a un pueblo, en ese momento el abuelo iba sentado sobre el burro y el nieto iba caminando al lado. Al pasar por la calle principal del pueblo, algunas personas se enfadaron mucho cuando vieron al viejo sobre el burro y al niño caminando, y decían: “¡Parece mentira, que viejo tan egoísta, va montado en el burro y el pobre niño a pie!”.<br><br></div><div>Al salir del pueblo, el abuelo se bajó del burro. Llegaron a otro pueblo, como iban caminando los dos al lado del burro, un grupo de muchachos se burló de ellos, diciéndoles: “Pareja de bobos, ¿para que tenéis un burro si vais los dos andando?”…<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Guilherme Sousa, Mário Carvoeiras e Filipe Olho Azul<br><br></div><div>10°A<br><br></div><div>El abuelo, el nieto y el burro - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 3 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.todopapas.com/ninos/desarrollo-infantil/cuentos-tradicionales-espanoles-para-ninos-8679&gt;.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/MAgn4baPYVo" />
         <pubDate>2021-11-03 15:55:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1865139061</guid>
      </item>
      <item>
         <title>El abuelo, el nieto y el burro</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1865167747</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>El abuelo, el nieto y el burro<br></strong><br></div><div>Un abuelo y su nieto salieron de viaje con un burro. El nieto había pasado las vacaciones con su abuelo y ahora volvía a casa de sus padres para empezar nuevamente el colegio. A ratos, el abuelo o el nieto se subían en el burro y así iban haciendo el viaje más cómodo. El primer día de viaje llegaron a un pueblo, en ese momento el abuelo iba sentado sobre el burro y el nieto iba caminando al lado. Al pasar por la calle principal del pueblo, algunas personas se enfadaron mucho cuando vieron al viejo sobre el burro y al niño caminando, y decían: “¡Parece mentira, que viejo tan egoísta, va montado en el burro y el pobre niño a pie!”.<br><br></div><div>Al salir del pueblo, el abuelo se bajó del burro. Llegaron a otro pueblo, como iban caminando los dos al lado del burro, un grupo de muchachos se burló de ellos, diciéndoles: “Pareja de bobos, ¿para que tenéis un burro si vais los dos andando?”…<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Teresa Amaral, Madalena Lampreia, Leonor Pato<br><br></div><div>10°A<br><br></div><div>El abuelo, el nieto y el burro - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 3 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.todopapas.com/ninos/desarrollo-infantil/cuentos-tradicionales-espanoles-para-ninos-8679&gt;.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/3dec757003c1dfc3a6779cffe025647b/espanhol2.mp4" />
         <pubDate>2021-11-03 16:04:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1865167747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Robin Hood</title>
         <author>aduartecrispim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1867187818</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Robin Hood”<br></strong><br></div><div>People have told stories about Robin Hood for more than 700 years. Nobody knows if he was a real person or an invented character. In the legends, Robin was extremely intelligent and had a playful sense of humour. He loved playing tricks on people.&nbsp;<br><br></div><div>‘Pick a card, any card!’&nbsp;<br><br></div><div>The stories say that Robin Hood was a skilled archer and he always carried a bow and arrow.&nbsp;<br><br></div><div>‘Ha ha, too easy!’<br><br></div><div>&nbsp;He wore green clothes and a hat with a green feather. He lived in Sherwood Forest with a group of outlaws, or criminals, known as his ‘Merry Men’. The group included Friar Tuck, ‘Mmm, yummy!’, Little John, who was unusually tall, ‘Little is just my nickname!’, and Robin’s true love, Maid Marian. ‘Take that!’&nbsp;<br><br></div><div>Sherwood Forest was a royal hunting forest near Nottingham in England. Most people thought that forests were dangerous places to go. People travelling through the forests were often robbed by outlaws. ‘Your money, please, my Lord!’ ‘Oh no, it’s Robin Hood!’&nbsp;<br><br></div><div>The stories say that Robin Hood only took money from rich people so that he could give it to people who needed it. So he became famous for ‘robbing from the rich and giving to the poor’.&nbsp;<br><br></div><div>‘Here you are, my dear.’&nbsp;<br><br></div><div>‘Oh, thank you, Robin!’&nbsp;<br><br></div><div>The Sheriff of Nottingham was Robin’s arch-enemy. It was the sheriff’s job to keep the woods safe and to make sure that nobody stole the king’s deer. ‘What’s that? Is that Robin Hood?’ The Sheriff of Nottingham tried to catch Robin Hood, but never succeeded.&nbsp;<br><br></div><div>‘Oh no, not again!’&nbsp;<br><br></div><div>Centuries ago people loved to tell each other stories of Robin Hood. Later he became a famous character in books, and nowadays Robin is still a well-loved hero in literature, theatre, TV and films.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>The sheriff was the real thief who took the little the poor had through taxes, rents, and undue fines. Robin Hood only returned what was taken from the victims. The tale tells us of the importance of reducing differences between social classes.<br><br><br></div><div>Bibliografia:</div><div>(2021).[Ebook].Obtido em WWW:</div><div>&nbsp;<a href="https://learnenglishkids.britishcouncil.org/sites/kids/files/attachment/short-stories-british-tales-robin-hood-transcript.pdf">https://learnenglishkids.britishcouncil.org/sites/kids/files/attachment/short-stories-british-tales-robin-hood-transcript.pdf<br></a><br></div><div>Duarte Crispim e Maria Clara Martins, 7.º A<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109185/44f828b0c53f0e6bcd4c6e6fb5d6a424/robin_hood.mp4" />
         <pubDate>2021-11-04 11:37:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1867187818</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EL León y El Ratón</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1868294849</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>EL León y El Ratón</em></strong></div><div>&nbsp;</div><div><em>Unos ratoncitos, jugando sin cuidado en un prado, despertaron a un león que dormía plácidamente al pie de un árbol. La fiera, levantándose de pronto, atrapó entre sus garras al más atrevido de la pandilla.<br>&nbsp;El ratoncillo, preso de terror, prometió al león que si le perdonaba la vida la emplearía en servirlo; y aunque esta promesa lo hizo reír, el león terminó por soltarlo.<br>&nbsp;Tiempo después, la fiera cayó en las redes que un cazador le había tendido y como, a pesar de su fuerza, no podía librarse, atronó la selva con sus furiosos rugidos.<br>&nbsp;El ratoncillo, al oírlo, acudió presuroso y rompió las redes con sus afilados dientes. De esta manera el pequeño exprisionero cumplió su promesa, y salvó la vida del rey de los animales.<br>&nbsp;El león meditó seriamente en el favor que acababa de recibir y prometió ser en adelante más generoso.</em></div><div>En los cambios de fortuna, los poderosos<br>&nbsp;necesitan la ayuda de los débiles.</div><div>Fin</div><div>Adaptado de El Hombre y La Culebra - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 4 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://contenidos.educarex.es/mci/2004/30/WebQuest/koko/raton.html&gt;.&nbsp;<br><br>Ana Correia, Guilherme Silva, Patrícia Silva, Pedro Santos 11º D/E</div>]]></description>
         <enclosure url="http://1.bp.blogspot.com/_zJHcuCFzbgk/TNHHoh1RbnI/AAAAAAAAA3c/K6nhiNniRRA/s320/EL+LE%C3%93N+Y+EL+RAT%C3%93N.jpg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:16:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1868294849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Beata e o Senhor dos Passos</title>
         <author>rafaeltavaress</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870735322</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A BEATA E O SENHOR DOS PASSOS</strong>&nbsp;<br><br>Uma beata tinha por costume ir todas as noites rezar a uma capela onde estavam duas imagens uma do Senhor dos Passos, e uma de S. Francisco. Dizia: «Ai, meu senhor! Quem me dera receber-vos em minha casa; mas eu não mereço essa graça.» Por baixo da casa da beata morava um sapateiro, e vendo-a sair todas as noites foi espreitar para onde ela ia, e viu-a a orar ao Senhor dos Passos. O sapateiro calou-se muito calado, e no dia seguinte pediu à criada da beata, que lhe levasse o livro da missa da ama. A criada levou-lhe o livro e o sapateiro sem que ela visse, escreveu-lhe uma folha: «O teu Deus lá vai à noite.» Quando a beata abriu o livro e leu aquelas palavras, ficou muito contente, e disse á criada que era preciso preparar muito bem a casa, porque á noite esperava pela visita de Nosso Senhor. Forraram a casa com damascos, e encheram o quarto da beata de flores, a criada foi buscar muitos doces e licores, para o Senhor. Ora o sapateiro vestiu-se de Senhor dos Passos e o aprendiz de S. Francisco, e à noite foram bater à porta da beata; e ela como tinha mandado deitar a criada, foi abrir a porta, e levou-os para o quarto. Depois a beata beijava os pés do sapateiro e dizia:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><em>«Ai, meu Deus, meu tudo!</em>&nbsp;</div><div><em>Até pelas pernas</em>&nbsp;</div><div><em>Sois cabeludo!»</em>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Depois comeram todos muito doce, e beberam muitos licores, a pontos de já não saberem onde tinham as cabeças; e despediram-se então da beata, e foi acompanha-los até à porta da rua; ali começaram à pancada, fazendo tal desordem que ficaram todos com as cabeças partidas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Moralidade</strong><em>: ao tentar tirar proveito de outro nós é que nos vamos prejudicar</em> &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Origem: </strong><em>Coimbra</em>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Fonte:</strong> Contos Populares Portuguezes/A beata e o Senhor dos Passos - Wikisource - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:https://pt.wikisource.org/wiki/Contos_Populares_Portuguezes/A_beata_e_o_Senhor&nbsp; <br>_dos_Passos <br><strong><mark><br></mark></strong><strong>Trabalho por: </strong>Rafael Tavares e Rodrigo Trincalhetas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109196/7304d6dfa89e8c395f80c23cc8599905/A_Beata_e_o_Senhor_dos_Passos.mp4" />
         <pubDate>2021-11-05 19:43:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870735322</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Retrato da Princesa</title>
         <author>amarianabaiao</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870820493</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O RETRATO DA PRINCESA&nbsp;<br>Era uma vez um príncipe que não achava mulher que lhe agradasse. Um dia foi a uma feira e viu lá o retrato de uma menina tão linda, tão linda que mal pode imaginar-se; perguntando de quem era, responderam-lhe que era da princesa de tal, mas custou-lhe a crer que houvesse uma dama tão formosa. Logo que chegou ao palácio, disse a el-rei seu pai que só casaria com a princesa de quem vira o retrato. Tratou-se do casamento, que foi feito por procuração, e o príncipe, antes de levar a noiva para o palácio, quis vê-la sem ser conhecido; disfarçou-se e foi a umas cavalhadas que houve por aquela ocasião e a que a princesa havia de assistir. Quando a princesa chegou com a sua companhia, o príncipe perguntou qual das damas era ela e disseram-lhe que a noiva era uma muito feia que ia na frente; ele ficou sem pinga de sangue e, quando chegou o dia da noiva ir para a sua companhia, não a quis ver. Todas as noites, quando se ia deitar, apagava a luz e levantava-se antes do amanhecer para não lhe ver a cara. Andava a princesa por isso muito triste, mas não se queixava a ninguém. Um dia em que ela estava no jardim foi uma pobre pedir-lhe esmola e disse-lhe: -Eu bem sei a causa da vossa tristeza; mas posso dar-vos remédio, se quiserdes tomar os meus conselhos. A princesa disse que sim e a pobre no outro dia voltou ao jardim e disse à princesa que fosse com ela a um sítio onde o príncipe tinha uma quinta. Chegadas que foram ao portão, a pobre mandou dizer ao príncipe se lhe dava licença para passear na quinta com uma filha que andava muito doente e a quem os médicos mandavam tomar ares. O príncipe deu a licença e quis ver a doente mas ficou maravilhado quando viu que a doente tinha a cara exata do retrato da feira. A princesa voltou no dia seguinte e por conselho da pobre pediu ao príncipe um copo de água daquela fonte de neve, pois talvez lhe desse saúde. O príncipe mandou vir um rico copo que encheu de água e lhe ofereceu; mas ela, quando lhe ia a pegar, deixou-o cair e feriu um pé no vidro. O príncipe ficou muito aflito por ela se ter ferido, pois já estava deveras apaixonado; mas a princesa disse que aquilo não valia nada, que o pior era ter quebrado o copo; pediu mil desculpas e foi-se embora encostada à velha. Quando o príncipe à noite se foi deitar ainda com piores modos para a princesa, e tendo-lhe chegado a um pé, ela disse: -Ai meu pé ferido, Em fonte de neve, Em copo de vidro. O príncipe, julgando que ela dizia aquilo por saber do que se tinha passado na quinta, disse que não se importasse com o que ele fazia; mas ela continuou a repetir as mesmas palavras, até que ele acendeu a luz e conheceu que a princesa era a doente da quinta. Ela então disse-lhe que a dama feia que ele tinha visto nas cavalhadas era uma aia sua e que o tinham enganado, pois que o retrato que estava na feira era realmente dela. O príncipe ficou muito contente, não sabendo nunca que a velha fora quem tinha quebrado o encanto que trazia feia a princesa.&nbsp;<br><br>Moral: este conto mostra que não se deve julgar ninguém pela aparência, ou seja, não devemos julgar o livro pela capa.<br><br>&nbsp;Fonte: COELHO, ADOLFO - XLVI. O retrato da princesa [Em linha], atual. 2021.[Consult. 28 out. 2021]. Disponível em WWW:.&nbsp;<br><br>Laura Revés e Mariana Baião - 7 A&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109192/72f555a759811f48a709a47497e0ceea/o_retrato_da_princesa__3_.mp4" />
         <pubDate>2021-11-05 20:52:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870820493</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Bela e a Cobra</title>
         <author>ajoaopereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870873055</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A BELA E A COBRA&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Era uma vez um rei que tinha três filhas, uma das quais era muito formosa e ao mesmo tempo dotada de boas qualidades. Chamava-se Bela.&nbsp;</div><div>O rei tinha sido muito rico, mas, por causa de um naufrágio, ficou completamente pobre. Um dia foi fazer uma viagem; antes, porém, perguntou às filhas o que queriam que ele lhes trouxesse.&nbsp;<br>–&nbsp; Eu, disse a mais velha, quero um vestido e um chapéu de seda.&nbsp;<br>–&nbsp; Eu, disse a do meio, quero um guarda-sol de cetim.&nbsp;<br>–&nbsp; E tu que queres? – perguntou ele à mais nova.&nbsp;<br>–&nbsp; Uma rosa tão linda como eu, respondeu ela.&nbsp;<br>–&nbsp; Pois sim, disse ele.&nbsp;<br>E partiu.&nbsp;<br>Passado algum tempo trouxe as prendas de suas filhas, disse à mais nova:&nbsp;<br>–&nbsp; Pega lá esta linda rosa. Bem cara me ficou ela!&nbsp;<br>Bela ficou muito preocupada e perguntou ao pai por que é que lhe tinha dito aquilo. Ele, a princípio, não lho queria dizer, mas ela tantas instâncias fez, que ele lhe respondeu que no jardim onde tinha colhido aquela rosa encontrou uma cobra, que lhe perguntou para quem ela era; que ele lhe respondeu que era para a sua filha mais nova e ela lhe disse que lha havia de levar, se não que era morto. Depois disse ela:&nbsp;<br>–&nbsp; Meu pai, não tenha pena, que eu vou. Assim foi.&nbsp;<br>Logo que ela entrou naquele palácio, ficou admirada de ver tudo tão asseado, mas ia com muito medo. O pai esteve lá um pouco de tempo e depois foi-se embora. Bela, quando ficou só, foi a uma sala e viu a cobra. Iase a deitar quando começaram a ajudarem-na a despir.&nbsp;</div><div>Estava ela na cama quando sentiu uma coisa fria; deu um grito e disse-lhe uma voz:&nbsp;<br>–&nbsp; Não tenhas medo.&nbsp;<br>Em seguida foi ver o que era e apareceu-lhe uma cobra. Ela, a princípio, assustou-se, mas depois começou a afagá-la.&nbsp;</div><div>Ao outro dia de manhã apareceu-lhe a mesa posta com o almoço.&nbsp;<br>Ao jantar viu pôr a mesa, mas não viu ninguém; a noite foi-se deitar e encontrou a mesma cobra.&nbsp;<br>Assim viveu durante muito tempo, até que um dia foi visitar o pai; mas quando ia a sair ouviu uma voz que lhe disse:&nbsp;<br>–&nbsp; Não te demores acima de três dias, senão morrerás.&nbsp;<br>Ia a continuar o seu caminho e já se esquecia do que a voz lhe tinha dito. Chegou a casa do pai. Iam a passar três dias quando se lembrou que tinha de tornar; despediu-se de toda a sua família e partiu a galope; chegou lá à noite, foi-se deitar, como tinha de costume, mas já não sentiu o tal bichinho.&nbsp;<br>Cheia de tristeza, levantou-se pela manhã muito cedo, foi procurá-lo no jardim e qual não foi a sua admiração vendo-o no fundo dum poço!&nbsp;</div><div>Ela começou a afagá-lo chorando; mas, quando chorava, caiu-lhe uma lágrima no peito da cobra; assim que a lágrima lhe caiu a cobra transformou-se num príncipe, que ao mesmo tempo lhe disse:&nbsp;</div><div>–&nbsp; Só tu, minha donzela, me podias salvar! Estou aqui há uns poucos de anos e, se tu não chorasses sobre o meu peito, ainda aqui estaria cem anos mais.&nbsp;</div><div>O príncipe gostou tanto dela que casou com ela e lá viveram durante muitos anos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><strong>MORAL: Quem é bom tem sempre a sua recompensa</strong>. &nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; MÁGICO, LÁPIS - A bela e a cobra, conto tradicional português [Em linha], atual. 2021. [Consult. 15 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.lapismagico.com/contos-tradicionais/a-bela-e-a-cobra/&gt;.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong><strong><sub>Trabalho realizado por: João Pereira, Rúben Costa e Simão Duarte</sub></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/k5KrAFhUoas" />
         <pubDate>2021-11-05 21:48:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1870873055</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Le Rossignol et L’Orvet </title>
         <author>aleonoragostinho</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1876036291</link>
         <description><![CDATA[<div>Origem: França<br><br></div><div>Il était une fois un rossignol et un orvet qui vivaient dans la même maison. Chacun d'eux n'avaient qu'un œil, cela ne les empêchait pas de vivre en parfaite harmonie !&nbsp;</div><div>Un jour le rossignol fût invité à un mariage ! "Je ne peux pas y aller avec un seul œil, sois gentil et prête - moi le tien, je te le rendrai demain." Et l'orvet le lui donna par obligeance.&nbsp;</div><div>Mais le lendemain, quand le rossignol rentra chez lui, il était tellement content d'avoir deux yeux et de pouvoir voir des deux côtés, qu'il ne voulut pas le rendre au malheureux orvet. L'orvet jura alors de se venger sur lui, de ses enfants et des enfants de ses enfants.&nbsp;</div><div>"Très bien dit le rossignol, tu n'as qu'à aller et à chercher :&nbsp;</div><div>Je fais mon nid dans des tilleuls,&nbsp;</div><div>Si hauts, si hauts, si hauts, si hauts,&nbsp;</div><div>Que tu ne le trouveras jamais !"</div><div>Et depuis ce tempslà, tous les rossignols ont deux yeux et les orvets n'ont pas d'yeux.&nbsp;</div><div>Mais là où le rossignol fait son nid, il y a toujours aussi, en bas dans les buissons, un orvet qui n'a de cesse de grimper en haut de l'arbre et de percer les œufs de son ennemi ou de les vider !&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Morale:</strong>&nbsp;</div><div>Ce que nous retenons de ce conte français, c'est que nous devons toujours rendre ce qui n'est pas à nous (on ne peut pas être égoïste), car nous pouvons avoir des conséquences dans le futur que nous n'aimerons pas beaucoup.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Site :</strong>&nbsp;</div><div>l'histoire de l'orvet et du rossignol - Le blog de colporteuse d'histoires - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 26 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://colporteuse-d-histoires.over-blog.com/article-l-histoire-de-l-orvet-et-du-rossignol-68885368.html&gt;.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Faite par: Mª Leonor e Mª Inês Agostinho 9ºC&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/931826879/842bafc49e4e3c80af42e06bc80a4cb7/rouxinol_e_licran_o.mp4" />
         <pubDate>2021-11-08 18:45:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1876036291</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Le Petit Chaperon Rouge</title>
         <author>aalicekabenda</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1876405567</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Charles Perrault<br></strong><br><strong>I</strong>l était une fois une petite fille de village, la plus jolie qu'on eût su voir; sa mère en était folle, et sa grand-mère plus folle encore. Cette bonne femme lui fit faire un petit C<a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">haperon</a> Rouge, qui lui <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">seyait</a> si bien que partout on l'appelait le petit Chaperon Rouge.&nbsp;<br>Un jour sa mère, ayant cuit et fait des galettes, lui dit: &nbsp;</div><div><br>- Va voir comme <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">se porte</a> ta grand-mère, car on m'a dit qu'elle était malade, porte-lui une galette et ce petit pot de beurre.&nbsp; <br><br>Le petit Chaperon Rouge partit aussitôt pour aller chez sa grand-mère, qui <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">demeurait</a> dans un autre village. En passant dans un bois elle rencontra <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">compère</a> le Loup, qui eut bien envie de la manger; mais il n'osa, à cause de quelques <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">bûcherons</a> qui étaient dans la forêt. Il lui demanda où elle allait; la pauvre enfant, qui ne savait pas qu'il est dangereux de s'arrêter à écouter un Loup, lui dit : &nbsp;</div><div><br>- Je vais voir ma grand-mère, et lui porter une galette avec un petit pot de beurre que ma mère lui envoie.&nbsp; <br><br>- Demeure-t-elle bien loin? lui dit le Loup. <br><br>- Oh! oui, dit le petit Chaperon Rouge, c'est <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">par-delà</a> le moulin que vous voyez tout là-bas, à la première maison du village.&nbsp;<br><br>- Hé bien, dit le Loup, je veux l'aller voir aussi; je m'y en vais par ce chemin ici, et toi par ce chemin-là, et nous verrons qui plus tôt y sera. &nbsp;</div><div><br><strong>L</strong>e loup se mit à courir de toute sa force par le chemin qui était le plus court, et la petite fille s'en alla par le chemin le plus long, s'amusant à cueillir des noisettes, à courir après des papillons, et à faire des bouquets des petites fleurs qu'elle rencontrait.&nbsp;<br>Le Loup ne fut pas longtemps à arriver à la maison de la grand-mère; il heurte: Toc, toc. &nbsp;</div><div><br>- Qui est là? <br><br>- C'est votre fille le petit Chaperon Rouge (dit le Loup, en <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">contrefaisant</a> sa voix) qui vous apporte une galette et un petit pot de beurre que ma mère vous envoie. &nbsp;<br>La bonne grand-mère, qui était dans son lit à cause qu'elle se trouvait un peu mal, lui cria: &nbsp;</div><div><br>- Tire <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">la chevillette, la bobinette</a> <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">cherra</a>.&nbsp; <br>Le Loup tira la chevillette, et la porte s'ouvrit. Il se jeta sur la bonne femme, et la dévora en moins de rien; car il y avait plus de trois jours qu'il n'avait mangé. Ensuite, il ferma la porte et s'alla coucher dans le lit de la grand-mère, en attendant le petit Chaperon Rouge, qui quelque temps après vint <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">heurter</a> à la porte. Toc, toc. &nbsp;</div><div><br>- Qui est là ? &nbsp;<br>&nbsp;</div><div><strong>L</strong>e petit Chaperon Rouge, qui entendit la grosse voix du Loup, eut peur d'abord, mais croyant que sa grand-mère était enrhumée, répondit : &nbsp;</div><div><br>- C'est votre fille le petit Chaperon Rouge, qui vous apporte une galette et un petit pot de beurre que ma mère vous envoie. Le Loup lui cria en adoucissant un peu sa voix: &nbsp;</div><div>- Tire la chevillette, la bobinette cherra. Le petit Chaperon Rouge tira la chevillette, et la porte s'ouvrit.&nbsp;</div><div>Le Loup, la voyant entrer, lui dit en se cachant dans le lit sous la couverture: &nbsp;</div><div><br>- Mets la galette et le petit pot de beurre sur la <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">huche</a>, et viens te coucher avec moi. Le petit Chaperon rouge se déshabille, et va se mettre dans le lit, où elle fut bien étonnée de voir comment sa grand-mère était faite en son <a href="https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020">déshabillé</a>. Elle lui dit:&nbsp;</div><div><br>- Ma grand-mère, que vous avez de grands bras!&nbsp;<br><br>- C'est pour mieux t'embrasser, ma fille.&nbsp;<br><br>- Ma grand-mère, que vous avez de grandes jambes!&nbsp;<br><br>- C'est pour mieux courir, mon enfant.&nbsp;<br><br>- Ma grand-mère, que vous avez de grandes oreilles!&nbsp;<br><br>- C'est pour mieux écouter, mon enfant.&nbsp;<br><br>- Ma grand-mère, que vous avez de grands yeux!&nbsp;<br><br>- C'est pour mieux voir, mon enfant.&nbsp;<br><br>- Ma grand-mère, que vous avez de grandes dents!&nbsp;<br><br>- C'est pour mieux te manger. &nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Et en disant ces mots, ce méchant Loup se jeta sur le petit Chaperon Rouge, et la mangea.&nbsp;<br><br>Site: Le petit Chaperon rouge - Il était une histoire - IEUH</div><div>https://www.iletaitunehistoire.com/genres/contes-legendes/lire/le-petit-chaperon-rouge-biblidcon_020#histoire</div><div><br>Moral : L’un des enseignements que nous pouvons tirer de ce conte est que nous ne devrions pas faire confiance aux étrangers ou désobéir à nos parents. Parce que <em>vous voyez le visage mais pas le cœur.</em>&nbsp;</div><div><br><strong>De: </strong>Alice Kabenda, Rafaela Dias e Ema Barros - 9ºC&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/934115040/dcfaf809753a0e8df9b60195f2a89d30/WhatsApp_Image_2021_10_22_at_16_13_52.mp4" />
         <pubDate>2021-11-08 21:29:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1876405567</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Frei João Sem Cuidados</title>
         <author>cristinaalmeida10</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1881040255</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Origem: Coimbra</strong><br><br>O rei ouvia sempre falar em Frei João Sem-Cuidados como um homem que não se afligia com coisa nenhuma deste mundo. E isso provocava-lhe uma certa inveja:<br>— Deixa estar, que eu hei de meter-te em trabalhos — pensou o rei para consigo.<br>Mandou-o chamar à sua presença e disse-lhe:<br>— Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias, não me souberes responder, mando-te matar. Quero que me digas:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Quanto pesa a lua? <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Quanta água tem o mar? <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Que é que eu penso?<br>Frei João Sem-Cuidados saiu do palácio bastante atrapalhado, pensando nas respostas que havia de dar a cada uma daquelas perguntas.<br>O velho moleiro encontrou-o no caminho e estranhou ver o frade tão macambúzio e de cabeça baixa.<br>— Olá, Frei João Sem-Cuidados, então porque é que está tão triste?<br>— É que o rei disse-me que me mandava matar se, dentro de três dias, não lhe respondesse a estas perguntas:<br>- Quanto pesa a lua? Quanta água tem o mar? E o que é que ele pensa!<br>O moleiro desatou a rir e disse-lhe que não tivesse cuidado, que lhe emprestasse o hábito de frade, que ele iria disfarçado e havia de dar boas respostas ao rei.<br>Passados três dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audiência ao rei. Este perguntou-lhe:<br>— Então quanto pesa a lua?<br>— Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, pois todos dizem que ela tem quatro quartos.<br>— É verdade. E agora: quanta água tem o mar?<br>— Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só quer saber a água do mar, é preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.<br>O rei achou bem respondido, mas, zangado de ver Frei João Sem-Cuidados a escapar-se às dificuldades, tornou:<br>— Agora, se não souberes que é que eu penso, mando-te matar!<br>O moleiro respondeu:<br>— Ora, Vossa Majestade pensa que está a falar com Frei João Sem-Cuidados e está mas é a conversar com o seu moleiro.<br>O velho moleiro deixou então cair o capucho de frade e o rei ficou pasmado com a esperteza dele e a do João Sem-Cuidados, que tão bem soube fazer-se substituir.<br><br><strong>MORALIDADE</strong>: A esperteza é mestra do engenho<br><br>BRAGA, Teófilo, in Contos Tradicionais do Povo Português, Porto Editora, julho de 2015<br><br><strong>Valdemar Patrício- 8°B<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/myYRNgPBscI" />
         <pubDate>2021-11-10 11:53:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1881040255</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cendrillon</title>
         <author>aritasimoes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1887645892</link>
         <description><![CDATA[<div>Cendrillon<br><br></div><div>Il était une fois un Gentilhomme qui épousa en secondes noces une femme, la plus hautaine et la plus fière qu'on eût jamais vue. Elle avait deux filles de son humeur, et qui lui ressemblaient en toutes choses. Le Mari avait de son côté une jeune fille, mais d'une douceur et d'une bonté sans exemple; elle tenait cela de sa Mère, qui était la meilleure personne du monde. Les noces ne furent pas plus tôt faites, que la Belle-mère fit éclater sa mauvaise humeur; elle ne put souffrir les bonnes qualités de cette jeune enfant, qui rendaient ses filles encore plus haïssables. Elle la chargea des plus viles occupations de la Maison : c'était elle qui nettoyait la vaisselle et les montées, qui frottait la chambre de Madame, et celles de Mesdemoiselles ses filles; elle couchait tout au haut de la maison, dans un grenier, sur une méchante paillasse, pendant que ses soeurs étaient dans des chambres parquetées, où elles avaient des lits des plus à la mode, et des miroirs où elles se voyaient depuis les pieds jusqu'à la tête. La pauvre fille souffrait tout avec patience, et n'osait s'en plaindre à son père qui l'aurait grondée, parce que sa femme le gouvernait entièrement. Lorsqu'elle avait fait son ouvrage, elle s'allait mettre au coin de la cheminée, et s'asseoir dans les cendres, ce qui faisait qu'on l'appelait communément dans le logis Cucendron. La cadette, qui n'était pas si malhonnête que son aînée, l'appelait Cendrillon; cependant Cendrillon, avec ses méchants habits, ne laissait pas d'être cent fois plus belle que ses soeurs, quoique vêtues très magnifiquement.<br><br></div><div>Il arriva que le fils du Roi donna un bal, et qu'il en pria toutes les personnes de qualité : nos deux Demoiselles en furent aussi priées, car elles faisaient grande figure dans le Pays. Les voilà bien aises et bien occupées à choisir les habits et les coiffures qui leur siéraient le mieux; nouvelle peine pour Cendrillon, car c'était elle qui repassait le linge de ses soeurs et qui godronnait leurs manchettes. On ne parlait que de la manière dont on s'habillerait.<br><br></div><div>« Moi, dit l'aînée, je mettrai mon habit de velours rouge et ma garniture d'Angleterre.<br><br></div><div>- Moi, dit la cadette, je n'aurai que ma jupe ordinaire; mais en récompense, je mettrai mon manteau à fleurs d'or, et ma barrière de diamants, qui n'est pas des plus indifférentes. »<br><br></div><div>On envoya quérir la bonne coiffeuse, pour dresser les cornettes à deux rangs, et on fit acheter des mouches de la bonne Faiseuse : elles appelèrent Cendrillon pour lui demander son avis, car elle avait le goût bon. Cendrillon les conseilla le mieux du monde, et s'offrit même à les coiffer; ce qu'elles voulurent bien. En les coiffant, elles lui disaient :<br><br></div><div>« Cendrillon, serais-tu bien aise d'aller au Bal ?<br><br></div><div>- Hélas, Mesdemoiselles, vous vous moquez de moi, ce n'est pas là ce qu'il me faut.<br><br></div><div>- Tu as raison, on rirait bien si on voyait un Cucendron aller au Bal. »<br><br></div><div>Une autre que Cendrillon les aurait coiffées de travers; mais elle était bonne, et elle les coiffa parfaitement bien. Elles furent près de deux jours sans manger, tant elles étaient transportées de joie. On rompit plus de douze lacets à force de les serrer pour leur rendre la taille plus menue, et elles étaient toujours devant leur miroir. Enfin l'heureux jour arriva, on partit, et Cendrillon les suivit des yeux le plus longtemps qu'elle put; lorsqu'elle ne les vit plus, elle se mit à pleurer. Sa Marraine, qui la vit toute en pleurs, lui demanda ce qu'elle avait.<br><br></div><div>« Je voudrais bien... je voudrais bien... »<br><br></div><div>Elle pleurait si fort qu'elle ne put achever. Sa Marraine, qui était Fée, lui dit :<br><br></div><div>« Tu voudrais bien aller au Bal, n'est-ce pas ? - Hélas oui, dit Cendrillon en soupirant. - Hé bien, seras-tu bonne fille ? dit sa Marraine, je t'y ferai aller. »<br><br></div><div>Elle la mena dans sa chambre, et lui dit :<br><br></div><div>« Va dans le jardin et apporte-moi une citrouille. »<br><br></div><div>Cendrillon alla aussitôt cueillir la plus belle qu'elle put trouver, et la porta à sa Marraine, ne pouvant deviner comment cette citrouille la pourrait faire aller au Bal. Sa Marraine la creusa, et n'ayant laissé que l'écorce, la frappa de sa baguette, et la citrouille fut aussitôt changée en un beau carrosse tout doré. Ensuite elle alla regarder dans sa souricière, où elle trouva six souris toutes en vie; elle dit à Cendrillon de lever un peu la trappe de la souricière, et à chaque souris qui sortait, elle lui donnait un coup de sa baguette, et la souris était aussitôt changée en un beau cheval; ce qui fit un bel attelage de six chevaux, d'un beau gris de souris pommelé. Comme elle était en peine de quoi elle ferait un Cocher :<br><br></div><div>« Je vais voir, dit Cendrillon, s'il n'y a point quelque rat dans la ratière, nous en ferons un Cocher.<br><br></div><div>- Tu as raison, dit sa Marraine, va voir. »<br><br></div><div>Cendrillon lui apporta la ratière, où il y avait trois gros rats. La Fée en prit un d'entre les trois, à cause de sa maîtresse barbe, et l'ayant touché, il fut changé en un gros Cocher, qui avait une des plus belles moustaches qu'on ait jamais vues. Ensuite elle lui dit :<br><br></div><div>« Va dans le jardin, tu y trouveras six lézards derrière l'arrosoir, apporte-les-moi. »<br><br></div><div>Elle ne les eut pas plus tôt apportés que la Marraine les changea en six Laquais, qui montèrent aussitôt derrière le carrosse avec leurs habits chamarrés, et qui s'y tenaient attachés, comme s'ils n'eussent fait autre chose toute leur vie. La Fée dit alors à Cendrillon :<br><br></div><div>« Hé bien, voilà de quoi aller au bal, n'es-tu pas bien aise ?<br><br></div><div>- Oui, mais est-ce que j'irai comme cela avec mes vilains habits ? »<br><br></div><div>Sa Marraine ne fit que la toucher avec sa baguette, et en même temps ses habits furent changés en des habits de drap d'or et d'argent tout chamarrés de pierreries; elle lui donna ensuite une paire de pantoufles de verre, les plus jolies du monde. Quand elle fut ainsi parée, elle monta en carrosse; mais sa Marraine lui recommanda sur toutes choses de ne pas passer minuit, l'avertissant que si elle demeurait au Bal un moment davantage, son carrosse redeviendrait citrouille, ses chevaux des souris, ses laquais des lézards, et que ses vieux habits reprendraient leur première forme. Elle promit à sa Marraine qu'elle ne manquerait pas de sortir du Bal avant minuit. Elle part, ne se sentant pas de joie. Le Fils du Roi, qu'on alla avertir qu'il venait d'arriver une grande Princesse qu'on ne connaissait point, courut la recevoir; il lui donna la main à la descente du carrosse, et la mena dans la salle où était la compagnie. Il se fit alors un grand silence; on cessa de danser, et les violons ne jouèrent plus, tant on était attentif à contempler les grandes beautés de cette inconnue. On n'entendait qu'un bruit confus :<br><br></div><div>« Ah, qu'elle est belle ! »<br><br></div><div>Le Roi même, tout vieux qu'il était, ne laissait pas de la regarder, et de dire tout bas à la Reine qu'il y avait longtemps qu'il n'avait vu une si belle et si aimable personne. Toutes les Dames étaient attentives à considérer sa coiffure et ses habits, pour en avoir dès le lendemain de semblables, pourvu qu'il se trouvât des étoffes assez belles, et des ouvriers assez habiles. Le Fils du Roi la mit à la place la plus honorable, et ensuite la prit pour la mener danser. Elle dansa avec tant de grâce, qu'on l'admira encore davantage. On apporta une fort belle collation, dont le jeune Prince ne mangea point, tant il était occupé à la considérer. Elle alla s'asseoir auprès de ses soeurs, et leur fit mille honnêtetés : elle leur fit part des oranges et des citrons que le Prince lui avait donnés, ce qui les étonna fort, car elles ne la connaissaient point. Lorsqu'elles causaient ainsi, Cendrillon entendit sonner onze heures trois quarts : elle fit aussitôt une grande révérence à la compagnie, et s'en alla le plus vite qu'elle put. Dès qu'elle fut arrivée, elle alla trouver sa Marraine, et après l'avoir remerciée, elle lui dit qu'elle souhaiterait bien aller encore le lendemain au Bal, parce que le Fils du Roi l'en avait priée. Comme elle était occupée à raconter à sa Marraine tout ce qui s'était passé au Bal, les deux soeurs heurtèrent à la porte; Cendrillon leur alla ouvrir.<br><br></div><div>« Que vous êtes longtemps à revenir ! » leur dit-elle en bâillant, en se frottant les yeux, et en s'étendant comme si elle n'eût fait que de se réveiller; elle n'avait cependant pas eu envie de dormir depuis qu'elles s'étaient quittées.<br><br></div><div>« Si tu étais venue au Bal, lui dit une de ses soeurs, tu ne t'y serais pas ennuyée : il y est venu la plus belle Princesse, la plus belle qu'on puisse jamais voir; elle nous a fait mille civilités, elle nous a donné des oranges et des citrons. »<br><br></div><div>Cendrillon ne se sentait pas de joie : elle leur demanda le nom de cette Princesse; mais elles lui répondirent qu'on ne la connaissait pas, que le Fils du Roi en était fort en peine, et qu'il donnerait toutes choses au monde pour savoir qui elle était. Cendrillon sourit et leur dit :<br><br></div><div>« Elle était donc bien belle ? Mon Dieu, que vous êtes heureuses, ne pourrais-je point la voir ? Hélas ! Mademoiselle Javotte, prêtez-moi votre habit jaune que vous mettez tous les jours.<br><br></div><div>- Vraiment, dit Mademoiselle Javotte, je suis de cet avis ! Prêtez votre habit à un vilain Cucendron comme cela : il faudrait que je fusse bien folle. »<br><br></div><div><br><br></div><div>Cendrillon s'attendait bien à ce refus, et elle en fut bien aise, car elle aurait été grandement embarrassée si sa soeur eût bien voulu lui prêter son habit. Le lendemain les deux soeurs furent au Bal, et Cendrillon aussi, mais encore plus parée que la première fois. Le Fils du Roi fut toujours auprès d'elle, et ne cessa de lui conter des douceurs; la jeune Demoiselle ne s'ennuyait point, et oublia ce que sa Marraine lui avait recommandé; de sorte qu'elle entendit sonner le premier coup de minuit, lorsqu'elle ne croyait pas qu'il fût encore onze heures : elle se leva et s'enfuit aussi légèrement qu'aurait fait une biche. Le Prince la suivit, mais il ne put l'attraper; elle laissa tomber une de ses pantoufles de verre, que le Prince ramassa bien soigneusement. Cendrillon arriva chez elle bien essoufflée, sans carrosse, sans laquais, et avec ses méchants habits, rien ne lui étant resté de toute sa magnificence qu'une de ses petites pantoufles, la pareille de celle qu'elle avait laissé tomber. On demanda aux Gardes de la porte du Palais s'ils n'avaient point vu sortir une Princesse; ils dirent qu'ils n'avaient vu sortir personne, qu'une jeune fille fort mal vêtue, et qui avait plus l'air d'une Paysanne que d'une Demoiselle. Quand ses deux soeurs revinrent du Bal, Cendrillon leur demanda si elles s'étaient encore bien diverties, et si la belle Dame y avait été; elles lui dirent que oui, mais qu'elle s'était enfuie lorsque minuit avait sonné, et si promptement qu'elle avait laissé tomber une de ses petites pantoufles de verre, la plus jolie du monde; que le fils du Roi l'avait ramassée, et qu'il n'avait fait que la regarder pendant tout le reste du Bal, et qu'assurément il était fort amoureux de la belle personne à qui appartenait la petite pantoufle. Elles dirent vrai, car peu de jours après, le fils du Roi fit publier à son de trompe qu'il épouserait celle dont le pied serait bien juste à la pantoufle. On commença à l'essayer aux Princesses, ensuite aux Duchesses, et à toute la Cour, mais inutilement. On l'apporta chez les deux soeurs, qui firent tout leur possible pour faire entrer leur pied dans la pantoufle, mais elles ne purent en venir à bout. Cendrillon qui les regardait, et qui reconnut sa pantoufle, dit en riant :<br><br></div><div>« Que je voie si elle ne me serait pas bonne ! »<br><br></div><div>Ses soeurs se mirent à rire et à se moquer d'elle. Le Gentilhomme qui faisait l'essai de la pantoufle, ayant regardé attentivement Cendrillon, et la trouvant fort belle, dit que cela était juste, et qu'il avait ordre de l'essayer à toutes les filles. Il fit asseoir Cendrillon, et approchant la pantoufle de son petit pied, il vit qu'elle y entrait sans peine, et qu'elle y était juste comme de cire. L'étonnement des deux soeurs fut grand, mais plus grand encore quand Cendrillon tira de sa poche l'autre petite pantoufle qu'elle mit à son pied. Là-dessus arriva la Marraine, qui ayant donné un coup de sa baguette sur les habits de Cendrillon, les fit devenir encore plus magnifiques que tous les autres.<br><br></div><div>Alors ses deux soeurs la reconnurent pour la belle personne qu'elles avaient vue au Bal. Elles se jetèrent à ses pieds pour lui demander pardon de tous les mauvais traitements qu'elles lui avaient fait souffrir. Cendrillon les releva, et leur dit, en les embrassant, qu'elle leur pardonnait de bon coeur, et qu'elle les priait de l'aimer bien toujours. On la mena chez le jeune Prince, parée comme elle était : il la trouva encore plus belle que jamais, et peu de jours après, il l'épousa. Cendrillon, qui était aussi bonne que belle, fit loger ses deux soeurs au Palais, et les maria dès le jour même à deux grands Seigneurs de la Cour.<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Moralité:</div><div>Avec de l'humilité et la foi dans les rêves, on peut arriver à tout. Même avec tous les défis de sa routine et de sa condition, Cendrillon a eu ce qu'elle voulait et a eu une fin heureuse.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Pays: France<br><br></div><div>Cendrillon - Charles Perrault | touslescontes.comTous les contes - Contes, récits et légendes de tous les pays - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 26 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://touslescontes.com/biblio/conte.php?iDconte=168&gt;.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Trabalho realizado por: Rita Simões, Maria Caro e Carolina Trindade<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109197/601e226281b2cbbae463076031a6609e/AD2F5F5C_4291_4678_A252_8E19C70CEF88.MOV" />
         <pubDate>2021-11-13 00:04:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1887645892</guid>
      </item>
      <item>
         <title> La Grenouille qui veut se Faire aussi Grosse que le Boeuf
</title>
         <author>asofiapires</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1887656157</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>La Grenouille qui veut se Faire aussi Grosse que le Boeuf</strong><br><br></div><div><br>Une Grenouille vit un Bœuf,<br>&nbsp;Qui lui sembla de belle taille.<br>&nbsp;Elle qui n’était pas grosse en tout comme un œuf,<br>&nbsp;Envieuse s’étend, et s’enfle et se travaille,<br>&nbsp;Pour égaler l’animal en grosseur ;<br>&nbsp;Disant : Regardez bien, ma sœur,<br>&nbsp;Est-ce assez ? dites-moi ? n’y suis-je point encore?<br>&nbsp;Nenni. M’y voici donc ? Point du tout. M’y voilà ?<br>&nbsp;Vous n’en approchez point. La chétive pécore<br>&nbsp;S’enfla si bien qu’elle creva.<br>&nbsp;Le monde est plein de gens qui ne sont pas plus sages :<br>&nbsp;Tout Bourgeois veut bâtir comme les grands Seigneurs ;<br>&nbsp;Tout petit Prince a des Ambassadeurs :<br>&nbsp;Tout Marquis veut avoir des Pages.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>Moralité</strong>: Tout bourgeois veut bâtir comme les grands seigneurs, tout prince a des ambassadeurs, tout marquis veut avoir des pages.&nbsp;</div><div><br></div><div><br>Sofia Pires e Marta Monge&nbsp;<br><br></div><div><br>7ºA<br><br>Les Fables de la Fontaine - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 15 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://www.lesfables.fr/&gt;.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/799c66fe85aa89dca46adfa6eaaec638/grenouille.mp4" />
         <pubDate>2021-11-13 00:19:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1887656157</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Le Lièvre et La Tortue</title>
         <author>ajoaopereira1</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1888479171</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Le Lièvre et la Tortue<br>&nbsp;<br>Rien ne sert de courir ; il faut partir à point.<br>Le lièvre et la tortue en sont un témoignage.<br>« Gageons, dit celle-ci, que vous n’atteindrez point<br>Sitôt que moi ce but. — Sitôt ? Êtes-vous sage ?<br>Repartit l’animal léger.<br>Ma commère, il vous faut purger<br>Avec quatre grains d’ellébore.<br>— Sage ou non, je parie encore. »<br>Ainsi fut fait : et de tous deux<br>On mit près du but les enjeux :<br>Savoir quoi, ce n’est pas l’affaire,<br>Ni de quel juge l’on convint.<br>Notre lièvre n’avait que quatre pas à faire ;<br>J’entends de ceux qu’il fait lorsque prêt d’être atteint<br>Il s’éloigne des chiens, les renvoie aux calendes,<br>Et leur fait arpenter les landes.<br>Ayant, dis-je, du temps de reste pour brouter,<br>Pour dormir, et pour écouter<br>D’où vient le vent, il laisse la tortue<br>Aller son train de sénateur.<br>Elle part, elle s’évertue;<br>Elle se hâte avec lenteur.<br>Lui cependant méprise une telle victoire,<br>Tient la gageure à peu de gloire,<br>Croit qu’il y va de son honneur<br>De partir 🤬. Il broute, il se repose,<br>Il s’amuse à toute autre chose<br>Qu’à la gageure. À la fin quand il vit<br>Que l’autre touchait presque au bout de la carrière,<br>Il partit comme un trait ; mais les élans qu’il fit<br>Furent vains : la Tortue arriva la première.<br>« Eh bien ! lui cria-t-elle, avais-je pas raison ?<br>De quoi vous sert votre vitesse ?<br>Moi, l’emporter ! et que serait-ce<br>Si vous portiez une maison ? »<br><br>Moral : Être persévérant nous permet de gagner, même si tout le monde pense le contraire.<br><br>FONTE: FONTAINE, FÁBULAS; FONTAINE, FÁBULAS - Fábulas de Jean de La Fontaine [Em linha], atual. 2021. [Consult. 17 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.pensador.com/fabulas_de_jean_de_la_fontaine/&gt;.<br><br>Simão Duarte, Rúben Costa e João Pereira - 7ºA<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/010055a99bdfed17b2e929afd3db91a6/la_lievre.mp4" />
         <pubDate>2021-11-13 18:57:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1888479171</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda da Moura Salúquia</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1892169258</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A LENDA DA MOURA SALÚQUIA&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;Conta-se que a princesa e governadora da cidade (então chamada <em>Al-Manijah</em>), de nome Salúquia, filha de Abu-Hassan, se apaixonou pelo alcaide de <em>Aroche</em>, <em>Bráfam</em>a. Na véspera do matrimónio, <em>Bráfama</em> dirigiu-se então com uma comitiva para Moura, a dez léguas de distância. Mas todo o território alentejano a norte e oeste tinha já sido conquistado pelos cristãos, e a jornada revelava-se perigosa. Entretanto, D. Afonso Henriques encarregara dois fidalgos, os irmãos Álvaro Rodrigues e Pedro Rodrigues, de conquistar a cidade de Moura.</div><div>Estando ao corrente dos preparativos matrimoniais que aí se desenrolavam, emboscaram-se num olival perto dos limites da povoação. Surpreendidos pela ação dos cavaleiros cristãos, a comitiva de <em>Aroche</em> foi facilmente vencida, e <em>Bráfama</em> foi morto. Então, disfarçando-se com as vestes dos representantes muçulmanos, os fidalgos cristãos dirigiram-se para a cidade. Do alto da torre do castelo, onde aguardava a chegada do seu noivo, e vendo aproximar-se um grupo de cavaleiros aparentemente islâmicos, Salúquia julgou que se tratava da comitiva de <em>Aroche</em>, ao que ordenou que lhes franqueassem<br> as portas da fortificação.</div><div>Mas mal transpuseram a muralha, os cristãos lançaram-se sobre os defensores da cidade, tomados de surpresa, e conquistaram o castelo. Salúquia apercebeu-se então do erro que tinha cometido e, ferida pela certeza da morte de <em>Bráfama</em>, tomou as chaves da cidade e precipitou-se da torre onde se encontrava.</div><div>Comovidos pela história de amor que os sobreviventes islâmicos lhes contaram, os irmãos Rodrigues teriam renomeado a cidade para Terra da Moura Salúquia. O tempo encarregar-se-ia de transformar esta designação para Terra da Moura, até que evoluiu para a atual forma de Moura. A uma torre de taipa do Castelo de Moura ainda hoje se chama a Torre de Salúquia, e a um olival nas proximidades de Moura, aquele onde sup<em>ostamente teriam sido emboscados Bráfama e a sua comitiva, o povo chama Bráfama de</em> <em>Aroche</em>. Nas armas da cidade figura, deitada no chão, uma moura morta, com uma torre em segundo plano, numa alusão à Lenda da Moura Salúquia. (Manuel Seleiro)&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Sofia Pires e Marta Monge – 7ºA<br><br></strong>Fonte: Lenda da Moura Salúquia - [Em linha], atual. 2021. [Consult. 25 out. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://tradicional3.blogs.sapo.pt/3612.html#:~:text=taipa%20do%20Castelo-,de%20Moura%20ainda,-hoje%20se%20chama&gt;. <br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ZC00qQfpJXU" />
         <pubDate>2021-11-15 19:18:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1892169258</guid>
      </item>
      <item>
         <title>La pie et ses petits</title>
         <author>amiguelgarces</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1894391272</link>
         <description><![CDATA[<div><br>La pie et ses petits<br><br></div><div>Il était une fois une pie qui emmenait ses petits dans les champs pour leur apprendre la vie et comment se procurer de la nourriture. Eux, cependant, qui étaient très gâtés, voulaient retourner au nid, pensant que leur mère devait continuer à les nourrir avec son bec. Cette dernière pensait cependant qu'ils étaient déjà en mesure de voler partout, et voulaient donc les forcer, une fois pour toutes, à chercher directement de la nourriture, en les instruisant de la manière suivante :<br><br></div><div>- Allez voler dans les champs, car vous êtes déjà assez grands pour prendre soin de vous-mêmes. Ma mère m'a libéré à mes ressources bien avant.<br><br></div><div>- Mais que pouvons-nous faire? - ils ont demandé. - Les chasseurs vont nous abattre immédiatement.<br><br></div><div>- Pas du tout, insista la pie. - Ils ont besoin de temps pour viser la cible. Quand vous voyez qu'ils pointent l'arquebuse et la dirigent vers le visage, fuyez.<br><br></div><div>- Très bien, nous le ferons - ils ont accepté. - Mais que se passe-t-il si l'un d'eux ramasse une pierre et nous la lance ? Pour cela, il n'est pas nécessaire de pointer au préalable.<br><br></div><div>- De toute façon, vous verrez qu'il se penche pour ramasser la pierre.<br><br></div><div>- Et si, par hasard, il l'a déjà en main, prêt à la lancer ?<br><br></div><div>- Si tu as la sagesse d'y penser, décida sa mère, prends toutes les précautions qui te paraissent nécessaires.<br><br></div><div>A ces mots, elle prit la fuite et abandonna ses petits.<br><br></div><div><br></div><div>Moralité: Nous devons affronter nos peurs pour être indépendants.<br><br></div><div><br>&nbsp;fonte: QUERIDO, GUIDA - Escritores e Jogos de Língua Portuguesa [Em linha], atual. 2021. [Consult. 17 nov. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:http://guida.querido.net&gt;.<a href="http://guida.querido.net"><br></a><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Maria Relva - 7ºA<br><br></div><div>Miguel Garcês&nbsp; - 7ºA<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/dfc106673e037191ebf9f1c0ce012ae4/Miguel_Maria.mp4" />
         <pubDate>2021-11-16 15:06:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1894391272</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bragança</title>
         <author>amariaserralha</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1894949235</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289672/3f4d37c47498b14c93d4ccfce41b5394/Ambiente_de_trabalho_joana_e_maria.pdf" />
         <pubDate>2021-11-16 18:53:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1894949235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Todos dependem da boca</title>
         <author>cristinaalmeida10</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1896676311</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/933849666/de3c403b2c779b470f79ce4dda165f50/VALDEMAR__CONTOS_TRADICIONAIS___MO_AMBIQUE.pdf" />
         <pubDate>2021-11-17 12:09:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1896676311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>The Dobhar Chu</title>
         <author>asofiapires</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1896852293</link>
         <description><![CDATA[<div>Sofia Pires e Marta Monge- 7ºA<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109202/bcb5cca451418c13b3cee34ac0f42334/The_Dobhar_Chu__1_.pdf" />
         <pubDate>2021-11-17 13:33:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1896852293</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Le coq et le renard</title>
         <author>rafaeltavaress</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1903655137</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Le coq et le renard</strong><br><br></div><div>Sur la branche d'un arbre était en sentinelle<br>Un vieux coq adroit et matois.<br>« Frère, dit un renard, adoucissant sa voix,<br>Nous ne sommes plus en querelle :<br>Paix générale cette fois.<br>Je viens te l'annoncer, descends, que je t'embrasse.<br>Ne me retarde point, de grâce :<br>Je dois faire aujourd'hui vingt postes sans manquer.<br>Les tiens et toi pouvez vaquer<br>Sans nulle crainte à vos affaires ;<br>Nous vous y servirons en frères.<br>Faites-en les feux dès ce soir,<br>Et cependant, viens recevoir<br>Le 🤬 d'amour fraternelle.<br>- Ami, reprit le coq, je ne pouvais jamais<br>Apprendre une plus douce et meilleure nouvelle<br>Que celle<br>De cette paix ;<br>Et ce m'est une double joie<br>De la tenir de toi. Je vois deux lévriers,<br>Qui, je m'assure, sont courriers<br>Que pour ce sujet on envoie.<br>Ils vont vite et seront dans un moment à nous<br>Je descends : nous pourrons nous entre-🤬 tous.<br>- Adieu, dit le renard, ma traite est longue à faire,<br>Nous nous réjouirons du succès de l'affaire<br>Une autre fois. » Le galant aussitôt<br>Tire ses grègues, gagne au haut,<br>Mal content de son stratagème.<br>Et notre vieux coq en soi-même<br>Se mit à rire de sa peur ;<br>Car c'est double plaisir de tromper le trompeur.<br><br>Morale : Être rusé, c'est bien, mais attention à ne pas exagérer : cela peut se retourner<br>contre vous.<br><br>Source: La-fontaine-ch-thierry.net. 2021. fable Jean de La Fontaine : le coq et le renard.&nbsp;<br>[online] Available at: &lt;http://www.la-fontaine-ch-thierry.net/coqrena.htm&gt; [Accessed 2&nbsp;<br>November 2021].<br><br></div><blockquote><strong>Feito por: </strong>Rafael Tavares e Rodrigo Trincalhetas 7ºA</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109196/652e515e5cef9f6b24766b6cff4ec014/Le_coq_et_le_renard.mp4" />
         <pubDate>2021-11-20 16:15:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1903655137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elves and the shoemaaker</title>
         <author>amarianabaiao</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1909250694</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Elves and the shoemaaker<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377109192/347192d3fd870c4751b3e64d530e8eb6/Co_pia_de_Documento__2_.pdf" />
         <pubDate>2021-11-23 20:34:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1909250694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Beja</title>
         <author>ajoaomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918800100</link>
         <description><![CDATA[<div>Madalena Amândio Martins, Tomás Lança, Tomás Efigénio e Miguel Catronga, 10ºB</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896340844/9b33c2fdec951b9a380c071642420042/Escola_Secunda_ria_D__Manuel_I__1_.mp3" />
         <pubDate>2021-11-29 19:23:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918800100</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Beja</title>
         <author>ajoaomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918805431</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896340844/f02b4f87b953e90a9519a992f0087683/Grupo_da_Leonor.mpeg" />
         <pubDate>2021-11-29 19:26:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918805431</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os Três Irmãos</title>
         <author>ajoaomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918838439</link>
         <description><![CDATA[<div>Os tres irmãos<br><br><br>Um homem tinha três filhos, um seu e dois que a mulher lhe metera em casa. O pai puxava para o seu filho, e a mulher puxava para os outros dois, e cada um prometera que havia de deixar os bens àquele a quem mais amava. É certo que morreram sem testamento, e os três irmãos não sabendo para quem ficariam os bens da casa, resolveram ir à cidade consultar um letrado. Quando iam pelo caminho, encontraram um homem muito azafamado, que lhes perguntou:<br><br>— Oh patrõezinhos, viram passar por aqui a minha burra?<br><br>Os três irmãos disseram que não tinham visto, e puseram-se a rir entre si, dizendo:<br><br>	◦	— Ele não era burra, era uma mula, e por sinal que tinha o rabo torto; e ainda para mais era cega de um olho.<br><br>O homem pescou o que eles diziam, e como era possante, gritou:<br><br>— Ah, grandes birbantes, que me hão de dar já para aqui conta da minha mula. Era essa mesma que vocês dizem que não viram.<br><br>Travaram-se de razões e lá foram todos para a cidade à presença do juiz. O homem fez a sua queixa, e o juiz certo de que os homens sabiam onde estava a mula disse que o declarassem:<br><br>	◦	— Saberá, senhor juiz, que não vimos mula nenhuma; este homem perguntou-nos se tínhamos visto passar por ali uma burra, e dissemos que não, porque o que tinha passado era uma mula.<br><br>Disse o juiz:<br><br>— Então como sabeis isso, se a não vistes?<br><br>— É porque no chão estavam umas pegadas, em que os pés se botavam adiante das mãos, e assim é que andam as mulas, e isso era sinal de ter por ali passado uma.<br><br>— E como sabeis que tinha o rabo torto, se é que a não vistes?<br><br>— Saberá o senhor juiz que era por um campo de cevada, que ainda estava orvalhado, e para a banda para onde a mula tinha o rabo torto já o orvalho estava sacudido.<br><br>— Está bem; mas como sabeis que a mula era cega de um olho?<br><br>— É porque pelo trilho que ela levava estava a cevada comida só de um lado; sinal de que ela via só por um olho.<br><br>O juiz mandou os três irmãos embora, e condenou nas custas o dono da mula.<br><br>Nisto os três irmãos requereram ao juiz sobre o caso que os trazia à cidade para a partilha da herança. O juiz vendo que eram tão espertos e que não se entendiam, disse-lhes:<br><br>— Vinde amanhã a minha casa, que vos quero dar uma lebre guisada para o almoço, e então darei a sentença.<br><br><br><br><br><br>Os três irmãos foram ao outro dia muito contentes; o juiz mandou-os sentar à mesa, e veio a lebre guisada; eles comeram e lamberam o beiço.<br><br>— Então que tal é a lebre?<br><br>Diz-lhe dali um dos irmãos:<br><br>— Ela não é lebre, é cão.<br><br>— Então como sabeis isso?<br><br>— É porque botei um osso ao cão cá da casa, e ele não o quis roer, porque é certo que os cães não se comem uns aos outros.<br><br>O juiz confessou que era verdade, e disse:<br><br>— Pois dou por sentença que há de ficar com a herança o que for capaz de ir à sepultura do pai cravar-lhe uma faca nos peitos.<br><br>Disseram os dois mais novos:<br><br>— Vou eu, vou eu!<br><br>O mais velho, espantado, exclamou:<br><br>— Já não quero os bens; eu sou lá capaz disso?<br><br>Então o juiz disse que aquele é que era o verdadeiro filho, e escreveu a sentença a favor dele.<br><br>Carlos Almeida, Afonso Rosa, José Pedro Gonçalves, Martim Madeira, 10º B<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896340844/21d84df371572e0d803c5151279c6aac/Gravac_a_o_nova_16.mp3" />
         <pubDate>2021-11-29 19:43:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918838439</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Beja</title>
         <author>ajoaomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918857465</link>
         <description><![CDATA[<div>10º B</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896340844/995ae21c7ab0dddefb51988f89ea84c7/Gravac_a_o_nova_170__1_.mp3" />
         <pubDate>2021-11-29 19:52:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1918857465</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Beja</title>
         <author>ajoaomagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1921529486</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Dias, João Magalhães, João Carolino, Miguel D'Almeida, 10º B</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896340844/f92c0ec7b1f93f1d43a5e66f84f4bb28/trim_73214C56_9B87_43ED_905E_84F9FC0F48E1.MOV" />
         <pubDate>2021-11-30 22:43:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/1921529486</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lenda do Galo de Barcelos</title>
         <author>amadalenabarradas</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025245612</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho realizado por: Madalena Barradas e Maria Margarida 5ºG</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289668/1774403ef98d3ba20a09c908fb645de5/A_lenda_do_Galo_de_Barcelos.docx" />
         <pubDate>2022-02-02 12:34:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025245612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Grão de Milho</title>
         <author>ajoanamarim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025252147</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho de recolha de Joana Marim e Maria Eduarda Serralha, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289672/8e4a281b5b9b25db5aa23d276e7d7093/Ambiente_de_trabalho_joana_e_maria.pdf" />
         <pubDate>2022-02-02 12:39:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025252147</guid>
      </item>
      <item>
         <title> O Sapateiro Pobre</title>
         <author>aluisrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025254968</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho de recolha de Manuel Covas, Miguel Crispim e Luís Rodrigues, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289667/4d6cf311477cf36750e6187dbe91778a/O_Sapateiro_Pobre__conto___Miguel_Crispim__5__G.docx" />
         <pubDate>2022-02-02 12:41:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025254968</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Sapateiro Pobre</title>
         <author>aluisrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025255556</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura Expressiva por Manuel Covas, Miguel Crispim e Luís Rodrigues, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289667/46b60bebe4baf512ef863d98e81fdd4d/mix_3m23s__audio_joiner_com_.mp3" />
         <pubDate>2022-02-02 12:42:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025255556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Serra da Estrela</title>
         <author>acatarinaamoroso</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025261664</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho de recolha de Maria Beatrice Brandão e Catarina Amoroso, 5º G<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/3c83c6677664236c2fc3321b23a1088a/serra.docx" />
         <pubDate>2022-02-02 12:46:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025261664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Serra da Estrela</title>
         <author>acatarinaamoroso</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025261866</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura Expressiva de Maria Beatrice Brandão e Catarina Amoroso, 5º G<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289671/c86bb18b6a90374a1d98289f29e7ac6d/Grava__o6.mp3" />
         <pubDate>2022-02-02 12:46:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025261866</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O grão de milho</title>
         <author>ajoanamarim</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025264045</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura expressiva de "O grão de Milho" por Joana Marim e Maria Eduarda Serralha, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289672/6f6fb8f27b6743554f4aeead06d4b692/GraomilhoJMarimMSerralha.mp3" />
         <pubDate>2022-02-02 12:48:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025264045</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Aprendiz de Mago</title>
         <author>acatarinafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025267875</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura Expressiva de Catarina Fernandes e Tatiana Matias, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289653/147cf0ef93ab5ee635cd2775db4ff9b3/Tatiana_e_Catarina.mp3" />
         <pubDate>2022-02-02 12:50:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025267875</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Aprendiz de Mago</title>
         <author>acatarinafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025268019</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho de recolha de Catarina Fernandes e Tatiana Matias, 5º G</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1425289653/99a6c177661d507808e18bcb52121df8/O_aprendiz_de_mago__1_.docx" />
         <pubDate>2022-02-02 12:50:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2025268019</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MIBE (Mês Internacional das Bibliotecas Escolares), Contos de Fadas e contos de todo o mundo - Guião 2º ciclo</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2029335388</link>
         <description><![CDATA[<div>Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE),&nbsp; uma celebração anual das bibliotecas escolares em todo o mundo, uma oportunidade para darem a conhecer o trabalho que desenvolvem e mostrarem que não são apenas um serviço, mas um centro nevrálgico vital nas escolas. A <a href="https://iasl-online.org/ISLM">chamada à ação</a> é da IASL (International Association of School Librarianship).<br><br></div><div>Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar assinala-se na quarta segunda-feira do mês de outubro, em 2021, dia 25/10.<br><br></div><div>O tema do MIBE 2021 “Contos de fadas e contos tradicionais de todo o mundo” é baseado no tema da Conferência da <a href="https://www.iasl-online.org/">IASL</a> de 2021 “Uma rica tapeçaria de prática e pesquisa ao redor do mundo.” A expressão “Era uma vez…” transporta-nos imediatamente para o mundo mágico dos livros, através do qual partilhamos a vida de fadas, duendes e muito mais. Existem histórias que foram transmitidas há muito tempo, de geração em geração, e que nos ensinam sobre os valores humanos e a cultura. Vamos ligar-nos e aprender mais sobre diferentes países de todo o mundo, através das histórias.<br><br></div><div>RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. 2021. <em>Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE)</em>. [online] Disponível em: &lt;https://www.rbe.mec.pt/np4/MIBE.html&gt; [Acedido a 27 Setembro 2021].<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/9d114f9cf6f44854c5741bf05c61947b/Contos_do_mundo_mapa_5__ano.pdf" />
         <pubDate>2022-02-04 12:27:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2029335388</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ficha Técnica</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2029350864</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha Técnica:</div><div>Biblioteca Escolar</div><div>7º A, Professoras Cristina Almeida, Sandra Cristóvão e Nídia Fonseca;</div><div>9º C, Professoras Cristina Almeida, Sandra Cristóvão e Lúcia Panóias;</div><div>5º G, Profª Susete Petronilo</div><div>10º B, Profª Rosa Rasquinho</div><div>11º D/E, Profª Sandra Bettencourt e Víctor Correia</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/872409808/b213d2f2b87ea4c95e5c3e889ff3f188/top_mibe_2021.png" />
         <pubDate>2022-02-04 12:40:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bibliotecaescolar4/ogq0vzg6krn46wqg/wish/2029350864</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
