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      <title>Raízes indígenas - Diacronia do Português by Alyssandra Viana</title>
      <link>https://padlet.com/alyssandraviana/od9pfgc015u9jwz9</link>
      <description>Levantamento das origens do local onde moram (cidade, estado, região)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-21 16:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade de reflexão</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Fazer um levantamento das origens do local onde moram (cidade, estado, região)</p></li><li><p>Procurar saber quem foram os primeiros habitantes (índios, escravos, imigrantes)</p></li><li><p>Pesquisar sobre a existência de nomes indígenas, africanos ou relativos a outras línguas em sua região (nomes de: lugares, ruas, rios, morros, frutas, músicas, comidas etc.)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 14:47:36 UTC</pubDate>
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         <title>Acari - RN</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<p>O povoamento do município de Acari começou por palhoças levantadas pelos índios, escapados ao destroço da guerra geral do século XVII, mais ou menos, ao que reza a tradição, em 1729, no sítio ocupado, hoje, pela cidade (Lima, 1929.)</p><p><br/></p><blockquote><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acari.rn.gov.br/storage/content/noticias/geral/582/arquivos/file_202304080920fn7G.pdf">https://www.acari.rn.gov.br/storage/content/noticias/geral/582/arquivos/file_202304080920fn7G.pdf</a></p></blockquote><p><br/></p><p>O território do município era habitado pelos índios cariris, que para ali se deslocaram em virtude das perseguições movidas pelos colonizadores da Paraíba, em fins do século XVII.</p><p><br/></p><blockquote><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=34512&amp;view=detalhes">https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=34512&amp;view=detalhes</a></p></blockquote><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 14:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>Pau dos Ferros - RN</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong> O povoamento do município de Pau dos Ferros começou pela região que era povoada pela tribo dos Panatis, até que, entre finais do século XVII e início do século XVIII, vaqueiros e viajantes que cruzavam o sertão descobriram um curso de água, mais tarde batizado de Rio Apodi, cercado de grandes árvores que serviriam de descanso para os vaqueiros. </strong></p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/Fn9bXVMbTbMlUiGPz">https://share.google/Fn9bXVMbTbMlUiGPz</a></p><p><strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 14:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Umarizal - RN</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<p>No começo do século XVIII, quando foi concedido ao padre Manoel Pinheiro Teixeira e a Joseph Ferreira, sesmarias de terras situadas entre as serras da Mãe d'Água e a do Catolé, às margens do riacho Umary, tinha início uma povoamento e a primeira preocupação dos novos donos foi implantar fazendas de criação de gados e lavoura.</p><p>Inicialmente a comunidade foi denominada de Gavião, em virtude de parte das terras pertencentes ao padre João de Paiva, ficarem na nascente do riacho Gavião. Na trajetória pelo progresso local destacaram-se as figuras dos proprietários Domingos Rodrigues Pereira de Miranda, Francisco da Silva Cardoso e o Tenente Reginaldo Pereira de Oliveira.</p><p>No início do século XIX, no povoamento de Gavião já existiam muitas casas, grandes fazendas uma abrangente atividade rural. A povoação continuou crescendo à margem do riacho Gavião, por onde passava uma estrada que servia de caminho para os comboios que saíam da Paraíba com destino a Mossoró. Em 1894, a localidade ganhou seu primeiro açude. No ano de 1902, o arrumado que continuava em progresso já tinha cemitério e a capela do Sagrado Coração de Jesus. </p><p>Por decisão da Interdência de Martins, em 1925, o nome do povoado foi mudado para Divinópolis. Em 1943, estava em fortalecimento econômico, e teve seu nome outra vez mudado, passando a se chamar Umarizal, numa referência à grande quantidade de umazeira existente na região, que consegue, mesmo em período de estiagem, molhar o solo debaixo de sua copa com gotejamento, sendo conhecida como a árvore que verte água. No dia 27 de novembro de 1958, pela Lei nº 2.312, Umarizal desmembrou-se de Martins e tornou-se um novo município potiguar.</p><p><br></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rn/umarizal/historico">https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rn/umarizal/historico</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 13:50:49 UTC</pubDate>
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         <title>São Miguel - RN</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<p>A cidade de São Miguel - RN está situada a 431 Km da capital do estado, Natal. Sendo a segunda maior cidade do Alto Oeste, São Miguel é um centro urbano de influência para as cidades circunvizinhas. </p><p><br/></p><p>Sua história ainda remonta ao período colonial. No século XVIII, a chegada do português Manoel José de Carvalho à zona serrana do Rio Grande do Norte, deu origem ao povoado em torno de uma lagoa, em 29 de setembro de 1750, no dia de São Miguel Arcanjo, que se tornou o padroeiro local e o nome da cidade. </p><p><br/></p><p>Alguns dos nomes dados pelo colonizador permanecem até hoje, como o de três lagoas da cidade: Lagoa de São Miguel, Lagoa dos Cedros e Lagoa dos Milhomens. O povoado começou a crescer e futuramente pôde se emancipar de outros povoados que se estabeleceram pela região, inicialmente de Portalegre e posteriormente de Pau dos Ferros. </p><p><br/></p><p>Dois sítios do município, denominados Comum e Vieira, são territórios quilombolas. É no sítio Vieira, inclusive, que é encontrado um grande Baobá, o qual acredita-se ter sido trazido enquanto semente diretamente da África. </p><p><br/></p><p>Dos grupos destacados acima, temos atividades no município como o artesanato produzido pelas "loiceiras", artesãs de cerâmicas de barro, e a capoeira. </p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/DOzMRdNkZPB/?igsh=MWFta2drMGUxdXlkNA==">https://www.instagram.com/p/DOzMRdNkZPB/?igsh=MWFta2drMGUxdXlkNA==</a></p><p><br/></p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Miguel_(Rio_Grande_do_Norte)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 13:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Iracema/Ce</title>
         <author>alyssandraviana</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>Antes de se chamar Iracema, essa região encantadora, entre as serras do Camara e do Apodi, era lar de povos indígenas tapuias, como os Paiacus e os Carati. Eles viviam em harmonia com a natureza muito antes de qualquer colonizador chegar por aqui.</sup></p><p><br></p><p><sup>Com o tempo, famílias vindas de São Bernardo das Russas, fugindo da grande seca de 1777, se instalaram na região. Ao redor da Capela de Nossa Senhora da Conceição, fundada por Manuel Pereira, nasceu o pequeno povoado que, aos poucos, foi ganhando vida e crescendo.</sup></p><p><br></p><p><sup>No início, o lugar teve nomes curiosos - Quixó-Açu, Quixoxó e até Caixa-só -, mas o progresso foi inevitável. A agricultura e o pastoreio fizeram o povoado florescer, e em 1890, ele finalmente se tornou Vila de Iracema, em homenagem à bela personagem do escritor cearense José de Alencar.</sup></p><p><br></p><p><sup>Assim, entre histórias, fé e raízes indígenas, nasceu a cidade de Iracema, um pedaço vivo da memória e da cultura do nosso povo.</sup></p><p><br></p><blockquote><p><strong><sup>Fonte: </sup></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cgirsvj.ce.gov.br/entes/8#:~:text=Hist%C3%B3ria,escritor%20cearense%20Jos%C3%A9%20de%20Alencar"><strong><sup>https://cgirsvj.ce.gov.br/entes/8#:~:text=Hist%C3%B3ria,escritor%20cearense%20Jos%C3%A9%20de%20Alencar</sup></strong></a></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 13:52:39 UTC</pubDate>
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         <title>MOSSORÓ - RN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Infelizmente não tem um fator histórico ou algum acontecimento para o nome, existe algumas teorias para que o nome fosse dado, uma das teorias é que vem do tupi e quer dizer <em>erosão, corte, ruptura</em>. Ao longo dos anos, a grafia foi se alterando para <em>mo-so-'ro</em>, <em>moçoró</em> e finalmente para <em>mossoró</em>. Do mesmo vocábulo vinha o <em>moçoroense</em>, para mossoroense que é o nome da pessoa natural do município. A outra versão é, . “Mororó” ou árvore Mororó, Há ainda quem diga que o nome poderia vir de mororó, que seria o nome de uma árvore comum na região, flexível e resistente, ou alguma variação desse termo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:38:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Martins -RN 🌵</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A cidade de Martins, no Rio Grande do Norte, tem uma história com vestígios da presença indígena, especialmente evidenciada pelas figuras rupestres encontradas na serra. Embora o município tenha se desenvolvido a partir da colonização, com influências culturais e religiosas como a capela de Nossa Senhora do Rosário, há também marcas da história original da terra. A presença indígena é uma parte do passado da região, como documentado em alguns achados arqueológicos e no próprio nome da serra, que remete aos potiguaras.</p><p>Os primeiros habitantes de Martins, no Rio Grande do Norte, foram os povos indígenas Icozinhos e Janduís, que deixaram vestígios arqueológicos na região. Posteriormente, a ocupação do território se deu com a chegada de colonizadores portugueses no século XVIII, como o Capitão-Mor Aleixo Teixeira, que recebeu terras e deu origem a um povoado. Os primeiros registros na área são dos povos indígenas Icozinhos e Janduís, que deixaram marcas em sítios arqueológicos como Ramada, Junco, Timabúba e Vila Pintada.</p><p>Em Martins, Rio Grande do Norte, a presença de nomes de origem indígena e africana é mais notável na toponímia (nomes de lugares) do que nos nomes de pessoas atualmente, refletindo as heranças culturais que formaram a região. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>Itaú-RN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O povoamento de Itaú (RN) teve início com uma sesmaria concedida ao comissário Francisco Pinto da Cruz, às margens do riacho Gitirina, na ribeira do Apodi. A construção de uma capela, incentivada pelo fazendeiro Marcolino José Bessa, deu origem ao núcleo que formou o povoado. O nome “Itaú” vem do tupi e significa “pedra preta”.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>ITAÚ (RN). Histórico do Município. Prefeitura Municipal de Itaú. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.itau.rn.gov.br/omunicipio.php">https://www.itau.rn.gov.br/omunicipio.php</a>. Acesso em: 17 out. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Gomes - RN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alyssandraviana/od9pfgc015u9jwz9/wish/3636633197</link>
         <description><![CDATA[<p>A história de Luís Gomes, no Rio Grande do Norte, começa em 1756 com a chegada do coronel Luís Gomes de Medeiros, que construiu a primeira casa na região da atual cidade, então chamada de "Serra do Senhor Bom Jesus". O povoado cresceu a partir do trabalho pioneiro e da chegada de outros exploradores, e foi rebatizado em homenagem ao desbravador. A emancipação política ocorreu em 1890, tornando-se município do Rio Grande do Norte. A origem do quilombo em Luís Gomes, Rio Grande do Norte, está ligada à história da comunidade quilombola do Quati/Lagoa do Mato. Como outras comunidades quilombolas, sua fundação remonta ao período da escravidão no Brasil, quando africanos e seus descendentes fugiam para se proteger da opressão e construir uma nova vida em liberdade, muitas vezes se estabelecendo em áreas remotas como as da região de Luís Gomes. </p><p>A formação dos quilombos era uma forma de resistência ao sistema escravocrata no Brasil, que vigorou entre os séculos XVI e XIX. Os fugitivos procuravam refúgio em locais como matas, onde formavam comunidades. A comunidade quilombola do Quati/Lagoa do Mato é um exemplo dessa resistência na região, sendo reconhecida oficialmente pela Fundação Cultural Palmares.  Atualmente, essa comunidade mantém vivas suas tradições culturais, incluindo o grupo de danças culturais e músicas chamado "Treme Terra".  A história dessas comunidades é marcada pela busca por liberdade e pela luta para preservar sua identidade e cultura, mesmo diante de um passado de exploração e sofrimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:44:54 UTC</pubDate>
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         <title>Taboleiro Grande - RN</title>
         <author>alcivanjosepb19</author>
         <link>https://padlet.com/alyssandraviana/od9pfgc015u9jwz9/wish/3636655261</link>
         <description><![CDATA[<p>História</p><p><br></p><p>Até o século XVIII, a região do atual município de Taboleiro Grande era habitada por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%ADgenas">indígenas</a>, cuja economia era voltada à <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pecu%C3%A1ria">pecuária</a>. Através de um documento, a "Data dos Marcos", foi concedida a primeira <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sesmaria">sesmaria</a> ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sargento-mor">sargento-mor</a> Bento Fernandes de Lima, datada de 12 de agosto de 1733, originando uma grande propriedade rural.</p><p>Mas a fundação da cidade é atribuída a Raimundo Pereira de Araújo, que no século XIX ergueu a primeira residência que daria origem ao povoado de Taboleiro Grande. O povoado começou a crescer, ainda que lentamente, até que, na década de 1920, começou a ser construída uma capela, dedicada a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Sebasti%C3%A3o">São Sebastião</a>, que seria concluída em 1930. Posteriormente o povoado foi contemplado com a construção de um cemitério e de um mercado público.</p><p>Inicialmente subordinado a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portalegre_(Rio_Grande_do_Norte)">Portalegre</a>, o povoado de Taboleiro Grande tornou-se um distrito de Rodolfo Fernandes, após este ser desmembrado e elevado à categoria de município através da lei estadual 2&nbsp;763, de 10 de maio de 1962. Somente em 26 de dezembro de 1963, através da lei estadual 3&nbsp;020, Taboleiro Grande desmembra-se de Rodolfo Fernandes e se torna um novo município do Rio Grande do Norte, tendo como primeiro prefeito Manoel Inácio de Freitas, nomeado interinamente pelo governador <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alu%C3%ADzio_Alves">Aluízio Alves</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ereré - CE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alyssandraviana/od9pfgc015u9jwz9/wish/3636671613</link>
         <description><![CDATA[<p>Ereré é um município brasileiro do estado do Ceará. O topônimo local vem do tupi e significa canoa-marreca, uma ave da família dos anatídeos comum no nordeste brasileiro. Sua denominação original era Saco de Orelha, depois Ipiranga e desde 1944, Ereré.</p><p>O povoado recebeu o nome de Saco de Orelha, conforme versão dos antigos, devido a região ter sido descoberta quando um cavalo de nome “Orelha” de propriedade e estimação do Padre, havia sumido e encontrado morto no local. </p><p>O município de Ereré é dividido em três distritos: Varjota, São João e Tomé Vieira.</p><p>O principal evento cultural do município é a festa do padroeiro Bom Jesus da Agonia.</p><p><br/></p><p>Os primeiros habitantes de Ereré, Ceará, foram as etnias indígenas tapuias, como os Icó, Icozinho, Janduí e Quixelô, que habitavam a região antes da expansão da pecuária.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Erer%C3%A9#:~:text=As%20terras%20entre%20a%20serra,em%201987%20tornou%2Dse%20munic%C3%ADpio">https://pt.wikipedia.org/wiki/Erer%C3%A9#:~:text=As%20terras%20entre%20a%20serra,em%201987%20tornou%2Dse%20munic%C3%ADpio</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fb/Pra%C3%A7a_da_Matriz_e_Igreja_Bom_Jesus_da_Agonia%2C_Erer%C3%A9_%28CE%29.jpg/1200px-Pra%C3%A7a_da_Matriz_e_Igreja_Bom_Jesus_da_Agonia%2C_Erer%C3%A9_%28CE%29.jpg" />
         <pubDate>2025-10-17 01:08:02 UTC</pubDate>
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         <title>Pereiro - CE</title>
         <author>annacristinafreitas392</author>
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         <description><![CDATA[<p>As terras da serra do Camará e as fronteiras com o Rio Grande do Norte eram habitadas por diversas etnias tapuias, entres elas os Paicacu, Icó, Icozinho, Janduí e Quixelô. Diz a tradição que Manuel Pereira, natural de e morador em São Bernardo de Russas, depois da grande seca de 1777, viera com a família estabelecer-se na serra e construíra um nicho no lugar em que se assenta hoje a cidade.  Por muito tempo o povoado conservou o nome de Pereira, derivado de Manuel Pereira, seu fundador; só mais tarde se chamou Pereiro, ou por correção ou pela abundância dessa árvore em&nbsp;cima&nbsp;da&nbsp;serra.</p><p>Já em 1777, o fazendeiro Manuel Pereira edificou a primitiva capela, tendo como padroeiros Santos Cosme e Damião. Desse assentamento e capela, nasceria o arraial que recebeu o nome de Santos&nbsp;Cosme&nbsp;e&nbsp;Damião.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://familiapereira.net.br/pereiro-ceara-e-russas-ceara/">https://familiapereira.net.br/pereiro-ceara-e-russas-ceara/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ce/pereiro/historico">https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ce/pereiro/historico</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 16:46:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Água Nova-RN</title>
         <author>luisfan036</author>
         <link>https://padlet.com/alyssandraviana/od9pfgc015u9jwz9/wish/3648153326</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Durante a pesquisa sobre a presença de moradores indígenas, quilombolas e imigrantes no município de Água Nova, localizado no Alto Oeste Potiguar, não foram encontradas informações documentadas que comprovem a existência histórica ou atual desses grupos na região. As fontes disponíveis, como registros municipais e levantamentos do IBGE, não mencionam comunidades indígenas ou quilombolas reconhecidas no território do município. Da mesma forma, não há registros oficiais de imigração estrangeira que tenham influenciado a formação populacional local. Portanto, conclui-se que não há dados que indiquem a presença significativa desses grupos em Água Nova-RN.</p><p><br></p><p><strong>Fontes consultadas:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://saibamais.jor.br/2025/05/quilombolas-estao-presentes-em-53-municipios-do-rn-segundo-ibge/">Saiba Mais – Quilombolas estão presentes em 53 municípios do RN, segundo IBGE</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aristidessiqueira.blogspot.com/2010/12/historia-do-municipio-de-agua-nova.html">História do Município de Água Nova – Blog de Aristides Siqueira</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://natalrn.com.br/agua-nova-rn/">NatalRN – História e Informações de Água Nova</a></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-23 23:51:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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