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      <title>Colocação pronominal by </title>
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      <description>(Grupo 6 - Adele, Lucia e Valentina ARCO).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-19 11:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>O pronome</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palavra que denota o ente ou a ele se refere, considerando-o apenas como <strong>pessoa do discurso&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 11:24:53 UTC</pubDate>
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         <title>Pessoa do discurso</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div>se chama:<br>- o indivíduo que fala&nbsp;<br>- o indivíduo com que se fala<br>- o indivíduo ou a coisa de que se fala</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 12:38:06 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação dos pronomes </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Pessoais</li><li>Possessivos</li><li>Demonstrativos</li><li>Indefinidos</li><li>Relativos</li><li>Interrogativos</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 09:10:18 UTC</pubDate>
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         <title>Pronomes pessoais</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 09:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>Colocação pronominal dos pronomes átonos com a forma finitas</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 10:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>Gramáticas normativas </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Gramática normativa da língua portuguesa- Rocha Lima (1972, Rio de Janeiro) por a introdução dos pronomes.</li><li>Moderna Gramática Portuguesa- Evanildo Bechara (2006, Rio de Janeiro) por a conclusões.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 12:33:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2351617498</link>
         <description><![CDATA[<div>O pronome átono pode assumir três posições em relação ao vocábulo tônico, donde a <strong>ênclise, próclise e mesóclise</strong>.</div><ul><li><strong>Ênclise</strong> é a posposição do pronome átono (vocábulo átono) ao vocábulo tônico a que se liga:</li></ul><blockquote>Deu-me a notícia.</blockquote><ul><li><strong>Próclise</strong> é a anteposição ao vocábulo tônico:</li></ul><blockquote>Não me deu a notícia (<strong>PB</strong>)</blockquote><ul><li><strong>Mesóclise</strong> é a interposição ao vocábulo tônico:</li></ul><blockquote>Dar-me-ás a notícia.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 12:40:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2351618775</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante muito tempo se viu o problema da colocação pronominal apenas pelo aspecto vocabular sintático. Graças a notáveis pesquisadores se passou a considerar o assunto pelo aspecto fonético também. Se estudou a questão dos vocábulos átonos e tônicos, e se chegou à conclusão de que muitas das regras estabelecidas pelos puristas ou estavam erradas, ou se aplicavam em especial atenção ao falar lusitano. A Gramática, alicerçada na tradição literária, ainda não se dispôs a fazer concessões a algumas tendências do falar de brasileiros cultos, e não leva em conta as possibilidades estilísticas que os escritores conseguem extrair da colocação de pronomes átonos. É urgente afastar a ideia de que a colocação brasileira é inferior à que os portugueses observam, porque:<br><br></div><blockquote>“A pronúncia brasileira diversifica da lusitana; daí resulta que a colocação pronominal em nosso falar espontâneo não coincide”.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 12:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Explicação da colocação dos pronomes átonos no Brasil</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2351619543</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos princípios anterior, vimos certas tendências brasileiras que nem sempre a Gramática agasalha como dignas de imitação, presa que está a um critério de autoridade que a linguística moderna pede seja revisto.<br>Sobre o assunto, em lúcido resumo, comenta o Prof. Martinz de Aguiar:<br><br></div><blockquote>“A colocação de pronomes complementos em português não se rege pela fonética, nem é o ritmo, o mesmo binário-ternário, em ambas as modalidades, brasileira e lusitana, que impõe uma colocação aqui, outra ali, não. Ela obedece a um complexo de fatores, fonético (rítmico), lógico, psicológico (estilístico), estético, histórico, que às vezes se entreajudam e às vezes se contrapõem… No Brasil, na linguagem coloquial, o pronome átono pode assumir posição inicial de período.”</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 12:44:06 UTC</pubDate>
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         <title>Pronomes pessoais retos</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os pronomes pessoais do caso reto são aqueles que têm a função de sujeito ou de predicativo do sujeito.<br><br></div><blockquote><strong>Eu</strong> entreguei a requisição hoje. (sujeito)<br>A felizarda é <strong>ela</strong>. (predicativo)</blockquote><div><br>Os pronomes <strong>tu</strong> e vós também podem ter a função de vocativo.<br><br></div><blockquote><strong>Tu</strong>, que sabes tudo, vem à frente e explica.<br>“Ó <strong>vós</strong>, que não sabeis do Inferno, olhai, vinde vê-lo...!” (Cecília Meireles)</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 13:06:47 UTC</pubDate>
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         <title>Pronomes pessoais oblíquos</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2351633420</link>
         <description><![CDATA[<div>Eles são usados como objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva e adjunto adverbial.<br><br>Os <strong>pronomes oblíquos átonos </strong>são: me, nos, te, vos, o(s), a(s), se, lhe(s).<br><br></div><ul><li>Os pronomes <strong>me</strong>, <strong>te</strong>, <strong>nos,</strong> <strong>vos</strong> e <strong>se</strong> são empregados como objeto direto ou objeto indireto.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote>Eles me respeitam. (respeitar alguém - objeto direto)<br>Entregaram-te o documento ontem. (entregar a alguém - objeto indireto)<br>Digam-nos a verdade. (dizer a alguém - objeto indireto)</blockquote><div><br></div><ul><li>Os pronomes <strong>o</strong>, <strong>a</strong>, <strong>os</strong> e <strong>as </strong>são empregados como objetos diretos.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote>Fechou-a e saiu. (fechar algo - objeto direto)<br>Nunca as vi. (ver alguém - objeto direto)<br>Às vezes os convidamos para jantar. (convidar alguém - objeto direto)</blockquote><div><br></div><ul><li>Os pronomes <strong>lhe</strong> e <strong>lhes</strong> são empregados como objetos indiretos.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote>Devolverei se estas coisas pertencerem-lhes. (pertencer a alguém - objeto indireto)<br>Mandem-lhe o recado. (mandar o recado a alguém - objeto indireto)<br>Dê-lhes os presentes que pedem. (dar os presentes a alguém - objeto indireto)</blockquote><div><br>Os <strong>pronomes oblíquos tônicos </strong>são: mim, nós, ti, vós, ele(s), ela(s), si.<br><br>Esses pronomes são sempre seguidos de preposições.&nbsp;<br><br></div><blockquote>Muitos doces fazem mal a <strong>mim</strong>. (faz mal a algo - complemento nominal)<br>Não contaria o segredo para <strong>ti</strong>. (contar o segredo a alguém - objeto indireto)<br>Quero dizer algo a <strong>vós</strong> todos. (dizer algo a alguém - objeto indireto)<br>Os biscoitos foram feitos por <strong>ela</strong>. (feitos por alguém - agente da passiva)</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 13:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>Gêneros textuais na fala e na escrita - manifestações de uso da língua </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2374705002</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Registro informal (na fala)</strong></div><div>Tutorial no YouTube:&nbsp;</div><ul><li>YouTube 360 | 10 maiores canais do YouTube no Brasil 2022 (https://youtu.be/byBqEUDNbV4)</li></ul><div>Comentários sociais no YouTube:</div><ul><li>MONARK| MONARK SENCURADU NO YOUTUBE BRASIL (<a href="https://youtu.be/NWeVmPEEBGg">https://youtu.be/NWeVmPEEBGg</a>)</li><li>Eu sou seu Pai| YouTube desativa canal do&nbsp; Monark no Brasil (<a href="https://youtu.be/mEmVxgp5fU0">https://youtu.be/mEmVxgp5fU0</a>)</li></ul><div><br><strong>Registro informal (na escrita)</strong></div><div>Historias en quadrinho:</div><ul><li>https://images.app.goo.gl/95LodHVhu9SbkctT7</li><li>https://images.app.goo.gl/KMEgYgs8Sic2LTs26</li></ul><div>Livro para crianças:</div><ul><li>Você Já Tem Uma Marquinha? – Karina Zecchin (<a href="https://domainpublic.files.wordpress.com/2022/08/marquinha_web.pdf">https://domainpublic.files.wordpress.com/2022/08/marquinha_web.pdf</a>)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 09:52:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Registro informal: exemplões </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2374733751</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Videos no YouTube</strong></div><div><br>YouTube 360 | 10 maiores canais do YouTube no Brasil 2022 (https://youtu.be/byBqEUDNbV4)</div><ul><li><em>"Creado no 2005 o Youtube cresceu tanto de </em><strong><em>se tornare</em></strong><em> a egunda maior plataformade buscas du mundo"&nbsp; [0:31]</em></li><li>"<em>A plataforma transformou a maniera de </em><strong><em>se consumare</em></strong><em> entretenimento e informare.. " [0:51]</em></li><li><em>"Pessoas que antes eram anônimas&nbsp; </em><strong><em>se tornassem</em></strong><em> celebridades" [1:02]</em></li></ul><div><br></div><div>MONARK | Monark censurado no YouTube Brasil (https://youtu.be/NWeVmPEEBGg)</div><ul><li><em>" O STF </em><strong><em>se declarou</em></strong><em> ditadores e </em><strong><em>se declarou</em></strong><em> imperador sobre toda a Internet..." [0:30]</em></li><li><em>"Eu pedi para que especialistas de dados </em><strong><em>se pronunciasem</em></strong><em> sobre a live..." [1:18]</em></li></ul><div>Eu sou seu Pai| YouTube desativa canal do&nbsp; Monark no Brasil (https://youtu.be/mEmVxgp5fU0)</div><ul><li>"E aí beleza para você que não <strong>me conhece</strong> meu nome é Alessandro" (0:07)</li><li>"Se você não&nbsp; fui inscrito no canal <strong>se inscreve</strong>..." (0:12)</li></ul><div><br><strong>Historias en quadrinho&nbsp;</strong></div><ul><li>https://images.app.goo.gl/95LodHVhu9SbkctT7</li><li>https://images.app.goo.gl/KMEgYgs8Sic2LTs26</li></ul><div><br><strong>Livro para crianças&nbsp;<br></strong>“<em>A diretora </em><strong><em>me levou </em></strong><em>até a minha nova sala e me apresentou para minha professora e os colegas”<br>“O colega </em><strong><em>me disse</em></strong><em>: Oi”<br>“Ele </em><strong><em>me contou </em></strong><em>que faz tratamento em um hospital”<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 10:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>Registro semi-formal: exemplões</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2374752030</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Telejornais</strong></div><div>CNN Brasil: Lula busca recuperar a estabilidade política no país | WW</div><ul><li>"<em>A missão de aumentar o leque de apoio não </em><strong><em>se restringe </em></strong><em>ao congresso chegando a própria formação do primeiro escalão do governo. Há setores da sociedade que </em><strong><em>se apuseram</em></strong><em> abertamente a candidatura de Lula como os evangélicos e os agronegócios, que podem atrapalhar os planos do petista" [02:16]</em></li><li><em>"Boa noite para você, para Raquel e para todo mundo que </em><strong><em>nos acompanha</em></strong><em>" [04:35]</em></li><li><em>"Ele (o Bolsonaro) precisará </em><strong><em>se moderar</em></strong><em> porque os<br>momentos em que ele </em><strong><em>se moderou</em></strong><em>, principalmente na campanha, foram os momentos em que ele conseguiu avançar mais sobre eleitorado de centro para ter uma<br>maioria" [09.35]</em></li><li><em>"Ele vai contar com essa massa de apoiadores que já </em><strong><em>se mostrou </em></strong><em>disposta a tudo" [10:15]</em></li></ul><div><br><strong>Documentários</strong><br>Tv Brasil: Caminhos da Reportagem | A luta pela abolição</div><ul><li><em>“Os dois principais portos de desembarque da era do tráfico negreiro </em><strong><em>se encontram </em></strong><em>aqui no Brasil: primeiro Rio de Janeiro que, a partir do século 19, </em><strong><em>se expande</em></strong><em> por conta da produção de café […] e Salvador que, desde o início da colonização, já tinha uma grande participação nesse comércio de seres humanos […] também </em><strong><em>se incorporaram </em></strong><em>nessa máquina de trazer pessoas escravizadas para trabalhar força” [01:14]</em></li><li><em>“Ela </em><strong><em>estava</em></strong><em> </em><strong><em>me </em></strong><em>contando que aqui as pessoas que eram escravizadas eram negociadas” [01:59]</em></li><li><em>"O escritório da rua 25 de março número 99 </em><strong><em>tornou-se</em></strong><em> a referência um símbolo da Liberdade na São Paulo daquela época e no Brasil" [08.37]</em></li><li><em>“Mas a gente sabe que a condição de cidadania exigiria mais politicas de inclusão, mais política de </em><strong><em>se tornar </em></strong><em>a sociedade mais igualitária, mais igual com direitos” [09:24]</em></li><li><em>“Criada em salvador no início do século 19, a Irmandade </em><strong><em>se transferiu </em></strong><em>depois para a histórica cidade de Cachoeira [13:19]</em></li><li><em>“O rapaz […] </em><strong><em>se tornou”</em></strong><em> [15:20]</em></li><li><em>“Eu já fui duas vezes parar na delegacia, por conta de intolerância, por </em><strong><em>me sentir </em></strong><em>pior” [16:12]</em></li><li><em>“Então não é qualquer pessoa que vai dizer a gente que não pode ou não deve fazer isso, porque isso </em><strong><em>me livre </em></strong><em>[18:00]</em></li><li><em>“Outra forma de resistência e que deu uma contribuição decisiva na formação da alma do povo brasileiro foi a arte que</em><strong><em> se manifesta</em></strong><em> sobre várias formas inclusive, na forma de luta e a capoeira, que também emula dança” [18:06]</em></li><li><em>“Bocão, cabelinho, macaco, eu procurei, esse lado negativo que eles </em><strong><em>me davam</em></strong><em> eu procurei fazer em positivo, eu valorizo a minha sexualidade” [22:57]</em></li><li><em>“O carnaval […]&nbsp; se transformou em uma importante instituição dos direitos dos afro-brasileiros” [24:00]</em></li><li><em>“Toda essa e história, que </em><strong><em>nos enchem</em></strong><em> de orgulho de ser dos povos que vieram forcados da África” [25:32]<br></em><br></li></ul><div><strong>Artigos de jornal<br></strong>BBC News Brasil: <em>A tensa realidade de 4 territórios e povos amazônicos fotografados por Sebastião Salgado</em></div><ul><li><em>Em 2017, Sebastião Salgado </em><strong><em>me procurou </em></strong><em>querendo que eu o ajudasse a acessar os índios korubo</em></li><li><em>Ficamos um mês nessa discussão. Mas ele </em><strong><em>me disse</em></strong><em>: 'Beto, eu quero e eu posso ajudar você.</em></li><li><em>O episódio ilustra a situação de vulnerabilidade em que </em><strong><em>se encontram</em></strong><em> os povos indígenas isolados hoje na região.</em></li><li><em>O representante da Unijava diz ainda que o aumento de invasores tem aumentado cada vez mais o risco de a covid-19 </em><strong><em>se disseminar </em></strong><em>entre os indígenas isolados.</em></li><li><em>A Raposa Serra-do-Sol, uma das primeiras e maiores áreas indígenas reconhecidas no Brasil, </em><strong><em>se tornou</em></strong><em> um símbolo da luta pelo reconhecimento dos territórios dos povos originários.</em></li><li><em>Com 96 mil km², a Terra Indígena Yanomami é considerada a maior reserva indígena do Brasil, </em><strong><em>se estendendo</em></strong><em> do norte de Roraima até rio Negro, no Estado do Amazonas.</em></li><li><em>Ao longo dessa transformação, conseguiram a demarcação de seu território, reinventaram costumes e expulsaram seringueiros e missionários. A trajetória </em><strong><em>os tornou</em></strong><em> uma referência para povos indígenas vizinhos, que acabaram por seguir vários de seus passos.</em></li><li><em>A animação dos rituais também tem ajudado a atrair turistas para as aldeias, atividade que </em><strong><em>se tornou </em></strong><em>a principal fonte de receitas da comunidade.</em></li><li><em>Mas temos alianças com centros espirituais em todo o Brasil e até na Europa. Mandamos comunicados a essas famílias próximas muitos </em><strong><em>nos ajudaram</em></strong><em>.</em></li></ul><div><br></div><div>Carta Capital: <em>Como os estereótipos atribuídos às mulheres das favelas impulsionam o vazio de políticas públicas&nbsp;</em></div><ul><li><em>Desde o início de sua trajetória acadêmica, a pesquisadora </em><strong><em>se propôs</em></strong><em> a investigar as infâncias nas favelas do Rio de Janeiro</em></li><li><em>Ao longo da pesquisa, ela </em><strong><em>se deparou</em></strong><em> com dinâmicas diversas.</em></li><li><em>O que </em><strong><em>me chamou</em></strong><em> a atenção, à época, foram as casas de mulheres que tomam conta de crianças na vizinhança.&nbsp;</em></li><li><em>Há toda uma dimensão política que, por um lado, torna o trabalho dessas mulheres fundamental nesses territórios mas, por outro, </em><strong><em>os invisibiliza</em></strong><em> diante o reconhecimento.</em></li><li><em>Ao não fazer creches, o Estado não </em><strong><em>se responsabiliza</em></strong><em>, e cria essa dinâmica onde as pessoas da comunidade precisam se organizar. É uma relação de cinismo, porque é sabido que aquilo ali está acontecendo e simplesmente </em><strong><em>se finge</em></strong><em> que não existe..</em></li><li><em>Ao circular entre as casas de cuidado e as creches, comecei a </em><strong><em>me deparar</em></strong><em> com percepções distorcidas e ainda muito difundidas na sociedade: que as mulheres pobres têm filhos demais, que não </em><strong><em>se planejam</em></strong><em>, não usam preservativo, que fazem filho um atrás</em></li><li><strong><em>Me deparei </em></strong><em>com um pouco de tudo […] Médicos dizendo que ‘as mulheres são ignorantes porque </em><strong><em>se quisessem </em></strong><em>poderiam </em><strong><em>se prevenir</em></strong></li><li><em>Fica evidente que o colonialismo, a escravidão, </em><strong><em>se organiza</em></strong><em> não somente a partir da violência direta contra determinadas pessoas, mas a partir da destruição da família, da família negra.&nbsp;</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 10:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Registro formal: exemplões </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2374759227</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Coletiva de imprensa e discursos oficiais </strong><br>YouTube: Discurso do Presidente Lula&nbsp;</div><ul><li><em>Não foi o mundo que isolou o Brasil, é o Brasil que </em><strong><em>se isolou&nbsp;</em></strong></li><li><em>Neste país eu fui acusado das maiores infâmias feito acusador, jamais pudesse provar, eu não tive que provar minha inocência, que provar a culpa de quem </em><strong><em>me acusou</em></strong></li><li><em>A gente </em><strong><em>se preocupa</em></strong><em> tanto, nós temos que garantir uma política fiscal muito séria</em></li><li><em>A gente que discutiu o plano de educação para os próximos dez anos […] </em><strong><em>se limita</em></strong><em> a discutir um programa escola sem partido</em></li></ul><div>YouTube: Declarações do ministro do meio-ambiente Joaquim Leite</div><ul><li><em>Alguns exemplos eu </em><strong><em>te dei,</em></strong><em> alguns exemplos eu posso </em><strong><em>te dar</em></strong></li><li><em>Ele </em><strong><em>se colocou </em></strong><em>numa posição defensiva&nbsp;</em></li></ul><div><br><strong>Documentos oficiais</strong></div><div>Constituição da República federativa do Brasil de 1988&nbsp;</div><ul><li>Art. 1</li></ul><div><em>A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, </em><strong><em>constitui-se </em></strong><em>em Estado Democrático de Direito(..).</em></div><ul><li>Art. 5</li></ul><div><em>&nbsp;Todos&nbsp; são&nbsp; iguais&nbsp; perante&nbsp; a&nbsp; lei,&nbsp; sem&nbsp; distinç<br>ão&nbsp; de&nbsp; qualquer&nbsp; natureza, </em><strong><em>&nbsp;garantindo-se</em></strong><em>&nbsp; aos&nbsp;<br>brasileiros&nbsp; e&nbsp; aos&nbsp; estrangeiros&nbsp; residentes&nbsp; no&nbsp; País&nbsp; a<br>inviolabilidade&nbsp; do&nbsp; direito&nbsp; à&nbsp; vida,&nbsp; à&nbsp; liberdade,&nbsp; à&nbsp;<br>igualdade, à segurança e à propriedade(...)</em></div><div><em>VIII -&nbsp; ninguém&nbsp; será&nbsp; privado&nbsp; de&nbsp; direitos&nbsp; por&nbsp; motivo <br>de&nbsp; crença&nbsp; religiosa&nbsp; ou&nbsp; de&nbsp; convicção&nbsp; filosófica <br>ou&nbsp; política,&nbsp; salvo&nbsp; se&nbsp; as&nbsp; invocar&nbsp; para&nbsp; </em><strong><em>eximir-se</em></strong><em>&nbsp; de <br>obrigação&nbsp; legal&nbsp; a&nbsp; todos&nbsp; imposta&nbsp; e&nbsp; </em><strong><em>recusar-se</em></strong><em>&nbsp; a <br>cumprir prestação alternativa, fixada em lei<br>XVI &nbsp; -&nbsp; &nbsp;todos &nbsp; podem&nbsp; &nbsp;</em><strong><em>reunir-se </em></strong><em>&nbsp; pacificamente, sem &nbsp; armas, em locais abertos ao público, independentemente&nbsp; de&nbsp; autorização,&nbsp; desde&nbsp; que&nbsp; não&nbsp; frustrem&nbsp; outra&nbsp; reunião&nbsp; anteriormente&nbsp; convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente<br>XIX - as&nbsp; associações&nbsp; só&nbsp; poderão&nbsp; ser&nbsp; compulsoriamente&nbsp; dissolvidas&nbsp; ou&nbsp; ter&nbsp; suas&nbsp; atividades <br>suspensas por decisão judicial, </em><strong><em>exigindo-se</em></strong><em>, no primeiro caso, o trânsito em julgado<br>XX -&nbsp; ninguém poderá ser compelido a </em><strong><em>associar-se</em></strong><em> ou <br>a permanecer associado<br>XLIII&nbsp; -&nbsp; a&nbsp; lei&nbsp; considerará&nbsp; crimes inafiançáveis&nbsp; e&nbsp; in<br>suscetíveis&nbsp; de&nbsp; graça&nbsp; ou&nbsp; anistia&nbsp; a&nbsp; prática&nbsp; da <br>tortura,&nbsp; o&nbsp; tráfico&nbsp; ilícito&nbsp; de&nbsp; entorpecentes&nbsp; e&nbsp; drogas&nbsp; afins,&nbsp; o&nbsp; terrorismo&nbsp; e&nbsp; os&nbsp; definidos&nbsp; como&nbsp; crimes <br>hediondos,&nbsp; por&nbsp; eles&nbsp; respondendo&nbsp; os&nbsp; mandantes,&nbsp; os&nbsp; executores&nbsp; e&nbsp; os&nbsp; que,&nbsp; podendo </em><strong><em>&nbsp;evitá-los</em></strong><em>,&nbsp; se <br>omitirem<br>LXVIII&nbsp; -&nbsp; </em><strong><em>conceder-se-á</em></strong><em>&nbsp; "habeas-corpus"&nbsp; sempre&nbsp; que&nbsp; alguém&nbsp; sofrer&nbsp; ou&nbsp; se&nbsp; achar&nbsp; ameaçado&nbsp; de <br>sofrer violência ou coação em sua liberdade de loco<br>moção, por ilegalidade ou abuso de poder <br>LXIX - </em><strong><em>conceder-se-á </em></strong><em>mandado de segurança para prot<br>eger direito líquido e certo, não amparado <br>por "habeas-corpus" ou "habeas-data", quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for <br>autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no <br>exercício de atribuições do Poder Público<br>LXXI - </em><strong><em>conceder-se-á </em></strong><em>mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne <br>inviável&nbsp; o &nbsp; exercício&nbsp; dos&nbsp; direitos&nbsp; e &nbsp; liberdades&nbsp; cons<br>titucionais&nbsp; e&nbsp; das &nbsp; prerrogativas &nbsp; inerentes&nbsp; à <br>nacionalidade, à soberania e à cidadania<br>LXXII - </em><strong><em>conceder-se-á</em></strong><em> "habeas-data"<br>a)&nbsp; para&nbsp; assegurar&nbsp; o&nbsp; conhecimento&nbsp; de&nbsp; informações&nbsp; relativas&nbsp; à&nbsp; pessoa&nbsp; do&nbsp; impetrante,&nbsp; constantes <br>de registros ou bancos de dados de entidades govern<br>amentais ou de caráter público; <br>b)&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; retificação&nbsp; de&nbsp; dados,&nbsp; quando&nbsp; não&nbsp; se&nbsp; prefira&nbsp; </em><strong><em>fazê-lo</em></strong><em>&nbsp; por&nbsp; processo&nbsp; sigiloso,&nbsp; judicial&nbsp; ou <br>administrativo</em><br><br><strong>Documentos científicos </strong><br><a href="https://www.scielo.br/j/ci/a/dR967QsHrCwFR3cck5MCx7N/abstract/?lang=pt">Avaliação de periódicos científicos brasileiros da área da psicologia</a></div><ul><li><em>De forma análoga à primeira versão, </em><strong><em>definiu-se</em></strong><em> que seriam considerados os periódicos de psicologia publicados no Brasil referidos pelos docentes e pesquisadores nos relatórios dos programas de pós-graduação do período 1998-1999.&nbsp;</em></li><li><em>A lista gerada pela Capes foi confrontada com a relação que serviu de base para a primeira avaliação, </em><strong><em>chegando-se</em></strong><em> ao total de 51 periódicos da área.</em></li><li><em>Novamente, </em><strong><em>decidiu-se </em></strong><em>pela exclusão desse item para fins de análise, pela imprecisão das informações enviadas pelos próprios editores sobre esse aspecto.</em></li><li><em>Um exame inicial da figura torna evidente que as mudanças que foram operadas nos periódicos da área </em><strong><em>concentram-se</em></strong><em>, sobretudo, em dois aspectos: um incremento no aspecto circulação e uma melhoria da qualificação das revistas.&nbsp;</em></li><li><em>Quanto à qualificação, é expressivo o incremento das revistas classificadas no topo da lista, ou seja, de âmbito nacional e qualidade “A”: </em><strong><em>passa-se</em></strong><em> de apenas quatro na primeira avaliação para um total de 15!</em></li><li><strong><em>Excetuando-se</em></strong><em> aquelas que permaneceram inalteradas no período, 25 revistas tiveram seu status incrementado, contra apenas cinco que tiveram um desempenho comparativamente pior na segunda avaliação.</em></li><li><strong><em>Considerando-se</em></strong><em> que não se trata de um “jogo de soma zero” (isto é, não há quotas previamente estabelecidas de periódicos em cada faixa), ainda há um caminho considerável a percorrer.&nbsp;</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 10:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos de Antropologia</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><em>Adele Fiorini</em></li><li><em>Lucia Elli</em></li><li><em>Valentina Di Simone</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-20 18:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação científica do fenômeno de variação e mudança da colocação pronominal</title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div>“<em>A colocação pronominal constitui o melhor exemplo do esforço insano dos puristas para impedir o reconhecimento de uma língua caracteristicamente brasileira. Por isso, é muito mais uma questão sociocultural (e, por conseguinte, política) do que uma questão de ordem gramatical, linguística. Saber colocar </em><strong><em>corretamente</em></strong><em> os pronomes virou uma marca de distinção, o conhecimento de alguma coisa </em><strong><em>difícil</em></strong><em> e </em><strong><em>sofisticada</em></strong><em> que exige algum grau de inteligência superior […]”</em></div><div><sub>Não é errado falar assim! - Marcos Bagno</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-20 18:55:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Registro semi-formal (na fala)</strong></div><div>Telejornais brasileiros:</div><ul><li>CNN Brasil: <em>Lula busca recuperar a estabilidade política no país | WW </em>(<a href="https://youtu.be/25SAXT7tvuA">https://youtu.be/25SAXT7tvuA</a>)</li></ul><div>Documentarios:</div><ul><li>Tv Brasil: <em>Caminhos de Reportagem | A luta pela abolição </em>(<a href="https://youtu.be/mYGFdR4Lx_0">https://youtu.be/mYGFdR4Lx_0</a>)</li></ul><div><br></div><div><strong>Registro semi-formal (na escrita) <br></strong>Artigos de jornal</div><ul><li>BBC News Brasil: <em>A tensa realidade de 4 territórios e povos amazônicos fotografados por Sebastião Salgado (</em><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60684802">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60684802</a>)</li><li>Carta Capital: <em>Como os estereótipos atribuídos às mulheres das favelas impulsionam o vazio de políticas públicas (</em><a href="https://www.cartacapital.com.br/sociedade/como-os-estereotipos-atr">https://www.cartacapital.com.br/sociedade/como-os-estereotipos-atr</a>)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 11:31:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Registro formal (na fala)<br></strong>Coletiva de imprensa e discursos oficiais</div><ul><li>Discurso do presidente Lula (<a href="https://youtu.be/RP1FUEBakXE">https://youtu.be/RP1FUEBakXE</a>)</li><li>Declarações do ministro do meio-ambiente Joaquim Leite (<a href="https://youtu.be/JRKG22CYgGg">https://youtu.be/JRKG22CYgGg</a>)</li></ul><div><strong><br>Registro formal (na escrita)</strong><br>Documentos oficiais:</div><ul><li>Constituição da República federativa do Brasil de 1988 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm</a>)</li></ul><div>Documentos científicos:</div><ul><li>Avaliação de periódicos científicos brasileiros da área da psicologia (<a href="https://www.scielo.br/j/ci/a/dR967QsHrCwFR3cck5MCx7N/">https://www.scielo.br/j/ci/a/dR967QsHrCwFR3cck5MCx7N/</a>)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 11:35:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 14:04:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <pubDate>2022-11-22 20:42:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 20:43:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2394760739</link>
         <description><![CDATA[<div>“<em>Entretanto, se todos concordam com a existência e as vantagens da língua padrão, pouca gente – se é que há alguém – será capaz de des- crevê-la rigorosamente. Pode-se dizer que aquilo que se chama ‘língua padrão’ é um peixe ensaboado! E tanto mais difícil será definir, quanto mais transformações sociais, políticas e econômicas se passem em cur- to espaço de tempo em uma sociedade, como é o caso do Brasil. De tal modo que um gramático conservador munido de compêndios, que passasse um mês diante de noticiários de televisão ou lendo jornais e revistas, acabaria por declarar, desesperado, ninguém mais sabe falar português no país</em>”<br><sub>C. A. Faraco, C. Tezza, Prática de texto para estudantes universitários, Petrópolis, Vo- zes, 2008, p. 52.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 22:39:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2394761280</link>
         <description><![CDATA[<div>“<em>A questão que se coloca, em face disso, é trágica, mas não é difícil de ser posta. A escola brasileira, ainda que pseudodemocratizada, no que diz respeito à língua materna, persegue, no geral, a tradição normati- vo-prescritiva. A consequência disso para quem tenha algum verniz de formação linguística é óbvia: muitas variedades chegam à escola e essa persegue ainda um ideal normativo tradicional. A grande maioria cala e tem que deixar a escola para lutar pela sobrevivência quotidianae continuará subalterna, na sociedade que se reproduz de geração a geração, deixando o poder e a voz com aqueles que, por herança, já os adquiriram”</em></div><div><sub>R. V. Mattos e Silva, Contradições no ensino de português, São Paulo, Editora Contex- to, 1995, p. 33.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 22:40:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2394761857</link>
         <description><![CDATA[<div>“<em>Se a educação linguística lida com valores, cabe então perguntar que valores – teóricos, sociais, culturais, políticos, ideológicos, enfim – ser- virão de esteio para a formulação de uma norma de referência e de uma gramática de referência para o português brasileiro culto con- temporâneo. Esperemos que não sejam os mesmos valores que têm contribuído há séculos para a formação de uma das sociedades mais desiguais, injustas, autoritárias e violentas do planeta – de fato, mais do que esperar, temos que lutar para que não seja assim”</em></div><div><sub>M. Bagno, “Critérios e valores para uma norma brasileira de referência” in Verbum, v. 9, n. 3, 2020, pp. 19-20.</sub></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 22:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>Análise e aprofundamento de dados: reflexão </title>
         <author>valentinadisimone2</author>
         <link>https://padlet.com/valentinadisimone2/od7a9at209ilxjkm/wish/2394764442</link>
         <description><![CDATA[<div>Observando o total da tabela de ocorrências podemos ver como o português brasileiro prefere o uso da <strong>próclise</strong>. Em particular:</div><ul><li>No <strong>registro informal</strong>, portanto nas conversas espontâneas onde se utiliza uma língua coloquial, nunca se utiliza a norma gramatical do português europeu. É interessante notar que, mesmo nos livros dedicados às crianças, a regra continua a ser a da <strong>próclise</strong>. Isso significa que os brasileiros não têm uma forma errada de colocação pronominal, mas essa é ensinada como ela é realmente usada no Brasil ou no contexto em que os brasileiros cresceram.</li><li>De fato, no <strong>registro semi-formal </strong>observamos como, na maioria dos casos de <strong>próclise</strong>, existem <em>apenas dóis casos de ênclise</em> usados ​​por brasileiros pertencentes ao meio acadêmico.</li><li>No <strong>registo formal</strong> se verifica um uso mais regular da <strong>ênclise</strong>, que na verdade <em>se limita apenas à escrita</em>. No discurso, mesmo aqueles que ocupam degraus muito altos da escada social usam a <strong>próclise</strong>. É evidente que no Brasil a regra da ênclise pertence a um registo coloquial mais formal, observável apenas em géneros textuais escritos.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Nota</strong>: A mesóclise agora está obsoleta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 22:46:22 UTC</pubDate>
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