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      <title>Educação Especial e Inovação Tecnológica - UFRRJ by Rosiane Batista</title>
      <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b</link>
      <description>Curso de Especialização - Por Rosiane Batista da Silva, Jornalista e Pedagoga</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-23 23:43:41 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-22 23:57:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Relação Escola e Família</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2584597476</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa disciplina foi possível perceber o quão importante é a parceria entre <em>Escola e Família</em> para o sucesso da escolarização de todas as crianças, deficientes ou não, com desenvolvimento típico ou atípico, ou apenas com dificuldades de aprendizagem. Ficou também evidenciado como é esse cenário das famílias nesses diversos universos e algo que, inclusive nos faz pensar que, quando após o diagnóstico - as famílias buscam por seus direitos, e quando não, a criança parece ficar desamparada pela própria família, às vezes por não aceitação ou mesmo por falta de conhecimento.<br><br></div><div>Família é lugar de cuidado, amor, proteção, onde se transmitem valores, onde se é <em>presente</em> e <em>se faz presente</em>, independente da sua configuração. Mas, como bem colocado, pelos próprios colegas, ainda existem muitos preconceitos em torno dessa temática.<br>Muita das vezes, tem-se uma família "padrão" (pai, mãe e filho/s) e que é só mesmo uma configuração, pois nela falta todo o resto que é essencial: <em>amor, apoio, proteção, cuidado</em>.<br>Temos que pensar família para além de uma configuração padrão, <em>um ambiente de acolhimento e respeito</em>. Faz-se necessário a reflexão sobre os valores de uma família. <mark>E, a escola deve e precisa desempenhar essa reflexão juntamente com sua comunidade escolar, fazer um trabalho de conscientização,</mark> se necessário, sobre essa parceria para o desenvolvimento de todas as crianças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 01:05:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e Propostas Intersetoriais</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2584614076</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ensino colaborativo</strong></div><div>Como visto, é o trabalho docente articulado entre (no mínimo) dois profissionais, um professor regente e um professor especialista, que atuam de modo conjunto em prol da garantia de uma educação de qualidade para <strong>todos</strong> os alunos e de atender as <strong>especificidades</strong> daqueles que <strong><em>têm necessidades educacionais especiais.</em></strong></div><div><br></div><div>É aquele realizado pelo professor do ensino comum em conjunto com o professor da Educação Especial ou com o apoio de um outro professor e/ou mediador (estagiário, bolsista, estudante de Pedagogia ou professor formado com experiência no atendimento à alunos com necessidades educacionais especiais).<br><br></div><blockquote>Não há uma sobreposição ou uma hierarquia entre a atuação de cada professor e sim relações que intentam “atingir objetivos comuns negociados pelo coletivo” a partir da “liderança compartilhada, confiança mútua e corresponsabilidade pela condução das ações” (DAMIANI, 2008, p. 214).&nbsp;</blockquote><div><br></div><div>No entanto é importante ressaltar o trabalho do AEE que deve acontecer em sintonia com a classe regular, visto que um trabalho realizado de forma independente da classe regular, impossibilita o diálogo dos atores escolares e a ênfase nas questões pedagógicas.</div><div><br></div><blockquote><em>A colaboração é viável e imprescindível como modo de exercer a atividade por meio de práticas pedagógicas e equipe de ensino colaborativas (PLETSCH, ARAUJO, ROCHA, 2020).&nbsp;</em></blockquote><div><br></div><blockquote>O que podemos e devemos é olhar o outro como um ser de direitos e deveres, respeitar suas especificidades e conduzir nossas ações com o objetivo do pleno desenvolvimento das particularidades de todos, sejam eles sujeitos com deficiência ou não (<em>ARAUJO, 2023).</em>&nbsp;</blockquote><div><br>Portanto, o ensino colaborativo é essencial para todos, não apenas para o aluno da inclusão. Todos ganham com essa parceria. O trabalho acontece entre a colaboração do professor regente e outro professor da Especial ou do AEE (corregente/bidocente) onde estes trazem suas experiências para a sala de aula, tornando-a mais rica, trocando saberes, tendo assim novas experiências e novos aprendizados. Pois, é somente através da prática que percebemos se nossas estratégias estão adequadas ou não ao discentes, para então, serem implantadas novas ou apenas, aprimorar as antigas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Com o ensino colaborativo, o aluno da inclusão, torna-se aluno, como outros e não apenas um aluno que fica à margem de uma sala de aula, alheio ao que acontece.</div><div>Temos muito a evoluir, ainda estamos caminhando a passos lentos no que diz respeito a isso, porém fica claro que: para ser inclusivo, é preciso ter a inclusão e somente dessa forma, que poderemos tornar as escolas acessíveis a todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-10 01:17:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e Propostas Intersetoriais</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2587509486</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Plano Educacional Individualizado (PEI)</strong><br>É um planejamento que deve ser realizado em colaboração com diferentes atores da escola: professores do ensino comum, professores especialistas, profissionais de apoio da escola, familiares e o próprio aluno (quando for possível) (MASCARO, 2017).<br><br></div><div>Foi possível compreender o PEI desde a sua elaboração, sua aplicação e avaliação. O PEI é um planejamento educacional personalizado, individualizado, periodicamente avaliado e revisado. Por isso a importância de conhecer o aprendente, saber de suas dificuldades, gostos e potencialidades.<br><br>Esse planejamento precisa considerar o atendimento às especificidades do estudante para participar da aula. Para atingir os objetivos, devem ser pensadas estratégias que <em>eliminem</em> as barreiras para que o <em>conhecimento proposto para todos</em>, tenha significado e relevância para o estudante. <strong>É preciso tornar a estratégia de ensino acessível!</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 16:52:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e Propostas Intersetoriais</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2587702943</link>
         <description><![CDATA[<div>A intersetorialidade busca garantir a integralidade das ações de atendimento à criança, ela é uma estratégia de ação de promoção de saúde, dentre outras. Após as aulas, foi possível perceber como os diversos setores estão interligados entre si, e que, quando isso funciona bem, temos um reflexo positivo no que tange a criança, a família e a escola.&nbsp;<br>Tendo em vista que a escola é um espaço mobilizador.<br><br></div><blockquote>Pletsch, Sá e Mendes, 2021, reconhecem a potencialidade da escola como espaço mobilizador de ações intersetoriais e tem sido empregada em diferentes países do mundo, pela sua expressividade sociodemográfica relacionada à infância e à adolescência, mas também como espaço de enfrentamento de vulnerabilidades sociais.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 19:33:06 UTC</pubDate>
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         <title>Processos Educacionais para Estudantes com Deficiência Múltipla e Intelectual</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2587825722</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A verdadeira educação consiste em despertar na criança aquilo que ela já tem em si, ajudá-la a desenvolvê-lo e orientar o seu desenvolvimento em determinada direção. (VIGOTSKI, 2014, p. 13; 61)</blockquote><div><br>O que você espera da disciplina "Processos Educacionais para estudantes com deficiência múltipla e intelectual"?</div><div>&nbsp;</div><div>Espero conhecer o processo histórico e teórico e aliar ao processo prático de maneira a desenvolver novas práticas pedagógicas que contribuam para o processo de ensino/aprendizagem desse público, consequentemente sua inclusão de direito e de fato, diminuindo a evasão, aumentado o interesse do aluno e também a participação da família.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Deficiência intelectual - DI</strong></div><div>Conceitua-se como DI as limitações no funcionamento intelectual, as dificuldades de aprendizagens e assimilação de conhecimentos, nas habilidades práticas e sociais de um indivíduo.<br><br></div><blockquote>De acordo com a AAIDD a deficiência intelectual se caracteriza “por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo e está expresso nas habilidades práticas, sociais e conceituais” (2022, p. 33 tradução própria).&nbsp;</blockquote><div><br><sup>*AAIDD - Associação Americana de Deficiência Intelectual e Desenvolvimento</sup><br><br><strong>Deficiência múltipla</strong></div><div>Pode ser entendida como a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências combinadas das seguintes categorias: intelectual, física/motora e sensorial. Não havendo essa combinação entre as categorias anteriormente citadas, não entende-se como deficiência múltipla, exemplo disso, a surdo-cegueira, pois ambas as deficiências estão dentro de uma mesma categoria.<br><br></div><blockquote>[...] A ENTENDEMOS COMO UM CONJUNTO DE DUAS OU MAIS DEFICIÊNCIAS – DE ORDEM FÍSICA, SENSORIAL, INTELECTUAL, ENTRE OUTRAS – ASSOCIADAS QUE AFETAM EM MAIOR OU MENOR INTENSIDADE O FUNCIONAMENTO INDIVIDUAL E SOCIAL DOS SUJEITOS (ROCHA; PLETSCH, 2018, P. 100)&nbsp;</blockquote><div><br>A escola é local de todos, sem distinção, pois:&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>À luz da perspectiva histórico-cultural de Vigostki (1997), o ambiente escolar é considerado potencializador para o desenvolvimento humano.</em></blockquote><div><br></div><blockquote><em>Vigotski compreende a compensação como uma reação da personalidade ante à deficiência no processo de desenvolvimento da criança “com defeito” (VIGOSTSKI, 1997; PADILHA, 2000; LIMA, ARAÚJO; MORAES, 2010; DAINEZ, 2014. Segundo ele, o conflito que geralmente acontece por causa da deficiência e que comumente traz muitas dificuldades para a vida do sujeito também pode criar possibilidade e estímulos de compensação. Deste modo, a deficiência ou defeito (como ele dizia) torna-se o ponto de partida e a principal força motriz por trás do desenvolvimento psíquico da personalidade (VIGOSTSKI, 1997;2011).</em></blockquote><div><strong><br>Diagnóstico<br></strong>O diagnóstico da <strong>DI </strong>é muito importante para a pessoa com deficiência intelectual no Brasil, pois atrelado a ele estão <mark>direitos sociais significativos</mark> e, no que diz respeito a educação, o <mark>diagnóstico (laudo) serve</mark> como <em><mark>documento de apoio</mark></em><em> e não como documento que deve balizar as ações e intervenções educativas. <br><br></em><strong>Processos educacionais <br></strong>Os processos voltados para esses estudantes com <em>deficiência múltipla e intelectual devem perpassar pelo (a):</em></div><ul><li>PEI&nbsp;</li><li>Práticas mais sistematizadas e atentas no AEE e no Ensino Comum&nbsp;</li><li>Trabalho colaborativo&nbsp;</li><li>Parcerias intersetoriais&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 22:49:15 UTC</pubDate>
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         <title>Brincar e Aprender</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2589698289</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A importância do Brincar<br></strong><br></div><blockquote>O brincar, a criança contemporânea e suas expressões representam um fator relevante na socialização, pois é brincando que o ser humano se torna apto a viver numa ordem social e num mundo culturalmente simbólico. Brincar exige concentração durante grande parte do tempo, desenvolve iniciativa, imaginação e interesse. É o mais completo dos processos educativos, pois influencia o intelecto, a parte emocional e o corpo da criança. É por meio da atividade de brincar que a criança interioriza os valores éticos da sociedade à qual pertence (BOMTEMPO, Edda; CARRAMILLI-GOING, Luana. 2019 p. 7).&nbsp;</blockquote><div><strong><br></strong>Sabendo que a brincadeira é uma forma de atividade, foi possível compreender a importância do brincar e o seu embasamento teórico, entender melhor os jogos como elemento mediador na prática pedagógica, para estabelecer relações com o processo de ensino e aprendizagem, e principalmente o seu uso na perspectiva da Educação Inclusiva.<br>A brincadeira é uma <em>atividade interpessoal</em>, portanto de cultura, logo pressupõe uma aprendizagem social.<br><br></div><blockquote>O ser humano se constitui a partir da linguagem e na linguagem. É por meio dela que compreendemos o mundo, tornando-nos seres sociais. A linguagem se constrói nas associações complexas entre palavras, ações e conceitos formados na interação com o meio e com o outro (VIGOTSKY, 1998).</blockquote><div><br>Cabe ressaltar que a brincadeira não é universal, ela varia de acordo com a cultura, os contextos (raças, gêneros, classes sociais, idades). Nós aprendemos na vivência, na ação.&nbsp;<br><br></div><blockquote>“A brincadeira é uma manifestação singular da constituição infantil. Uma experiência criativa que favorece a descoberta do eu e dos outros, por meio do recriar e do repensar sobre os acontecimentos naturais e sociais. Não é apenas reprodução de vivências, mas um processo de apropriação, ressignificação e reelaboração da cultura pela criança. (...) A brincadeira favorece a interação, a construção da identidade e da alteridade”. (Maria Moura – A brincadeira como encontro de todas as artes).</blockquote><div><br><strong>O brincar de um bebê</strong><br>O brincar de um bebê ainda não atingiu o simbólico e, por isso, o brinquedo condiciona o brincar dessa criança pequena, porque ela ainda não simboliza, ela ainda não tem a construção do conceito de tempo, então, não imagina desejar algo para depois, ela tem uma emergência de ser atendida.<br><br></div><div>Já com as crianças que já atingiram o simbólico, na brincadeira, não importa o objeto de fato, mas <em>o que </em>o objeto significa na brincadeira.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Concreto → abstração<br><br></div><blockquote>A imaginação é um processo novo para a criança; representa uma forma especificamente humana de atividade consciente (Vigotski, 1998, p.122).&nbsp;</blockquote><div>&nbsp;</div><div>As quatro leis às quais está sujeita a imaginação, segundo Vigostski, 2009:<br><br></div><div>1)&nbsp; &nbsp; A atividade criadora da imaginação depende da variedade e riqueza das experiências vividas;</div><div>2)&nbsp; &nbsp; Quando crio, o criado não reproduz o que foi vivido, mas cria novas combinações das experiências;</div><div>3)&nbsp; &nbsp; A relação entre imaginação e realidade é ainda de caráter emocional.</div><div>4)&nbsp; &nbsp; Por fim, a imaginação pode encarnar-se em objetos, máquinas ou arte anteriormente existentes, mas ainda sim, esses combinam elementos já conhecidos na confecção de algo novo.<br><br><strong>O brincar e a inclusão</strong><br><br></div><blockquote>E o mais incrível é perceber como as brincadeiras funcionam mesmo como um <mark>catalisador do respeito</mark>. Eu tenho certeza que o brincar é a atividade mais democrática que pode existir entre as crianças (...) <mark>Se você quer que seu filho cresça um adulto que compreenda e respeite as diferenças dos outros, deixe-o brincar livremente com crianças que não sejam iguais a ele. Juntas, elas conseguirão adaptar as brincadeiras para a realidade e possibilidade de cada um </mark>(CAMARGO, Patricia. 2017, p.9).</blockquote><div><br></div><div>A cultura lúdica atravessa os diversos universos, sejam eles, adulto ou infantil, e principalmente o inclusivo, pois:<br>O BRINCAR É ACOLHEDOR!&nbsp;<br><br></div><blockquote>“A criança que não brinca, não é feliz, ao adulto que quando criança não brincou, falta-lhe um pedaço no coração” (Ivan Cruz).</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 19:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>Direito de Aprender e Relações de Ensino</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2589786903</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Direito à educação </strong><br><br></div><blockquote>Hoje, praticamente, não há país no mundo que não garanta, em seus textos legais, o acesso de seus cidadãos à educação básica. Afinal, a educação escolar é uma dimensão fundante da cidadania, e tal princípio é indispensável para políticas que visam à participação de todos nos espaços sociais e políticos e, mesmo, para reinserção no mundo profissional. Não são poucos os documentos de caráter internacional, assinados por países da Organização das Nações Unidas, que reconhecem e garantem esse acesso a seus cidadãos (CURY, 2002, p. 246).</blockquote><div><br>Seguem alguns documentos que tratam do Direito à Educação:<br><br></div><ol><li><a href="https://www.unicef.org/brazil/declaracao-universal-dos-direitos-humanos">Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) – ONU</a>&nbsp;</li><li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">Constituição de 1988</a>&nbsp;</li><li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm">LDB (1996)</a> – Lei de Diretrizes e Bases da Educação&nbsp;</li><li><a href="http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf">PNEEPEI (2008)</a> - Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – É um importante marco brasileiro para a Educação Especial na perspectiva inclusiva.</li></ol><div><br></div><blockquote>A partir dos referenciais para a construção de sistemas educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais passa a ser repensada, implicando uma mudança estrutural e cultural da escola para que todos os alunos tenham suas especificidades atendidas (BRASIL, 2008, p. 5).</blockquote><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;5. <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm">PNE - LEI Nº 13.005/2014</a> - Plano Nacional de Educação<br><br></div><div>Abaixo segue trecho do direito à educação assegurado em nossa Constituição Federal de 1988, previsto em seu Art. 205:&nbsp;<br><br></div><blockquote>A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.</blockquote><div><br></div><div>O Direito de aprender é um direito de todos, é papel da escola e responsabilidade de todos que atuam na escola e também fora dela, como a própria família, desde o seu acesso, permanência e SUCESSO na aprendizagem, do seu atendimento das necessidades especiais de aprendizagem, aos ritmos de aprendizagem e características distintas, pois como visto nas aulas, a APRENDIZAGEM é um processo não espontâneo. Ela requer mediações sociais e pedagógicas.<br><br></div><div>Alguns aspectos necessários para garantir o direito de aprender no ambiente escolar:<br><br></div><div>1- Bom currículo</div><div>2 -Procedimentos adequados de avaliação e registro da avaliação&nbsp;</div><div>3 - Condições de trabalho</div><div>4 - Materiais pedagógicos&nbsp;<br>5 - Número satisfatório de alunos em sala de aula</div><div>6 - Apoio pedagógico – MAIOR TEMPO</div><div>7 - Diferenciação curricular - Adaptações curriculares - Adequações curriculares - Acessibilidade curricular - Acesso ao currículo - Acesso curricular - Instrução diferenciada - Flexibilização curricular - Estratégias educacionais diferenciadas, entre outros (GLAT &amp; PLETSCH, 2013; MAINARDES, 2021; PIRES &amp; MENDES, 2019).&nbsp;</div><div>8- DUA - Desenho Universal para a Aprendizagem. Ele é um processo pelo qual um currículo é proposital e intencionalmente projetado, desde o início, para atender às diversas necessidades dos alunos (National Center on Universal Design for Learning, 2011). Contribuindo para a aprendizagem de todos/as os estudantes.<br><br></div><div>Temos também as Políticas educacionais, que são as ações do Estado voltadas para atender as demandas da população com relação à oferta de educação.<br>Durante essa disciplina foi possível discorrer um pouco sobre esses documentos e também, sobre as relações de ensino desde a educação infantil até a superior, incluindo a perspectiva inclusiva, que é o foco deste curso. Portanto, sabemos que a luta não chegou e não chegará ao fim, temos muito a fazer para tornar a educação inclusiva e para todos.<br><br></div><blockquote>A função da escola é garantir a aprendizagem de <mark>todos/as os estudantes </mark>(VIEIRA, 2007).</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 00:35:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Inovação Tecnológica, DUA e Tecnologias Assistivas</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2589842444</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Inovação</strong> é o processo criativo, transformador, que promove rupturas com práticas, valores, normas e costumes que devem ser superados para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento.&nbsp;</div><div>A inovação pressupõe ruptura com os recursos que tenho e nunca é definitiva.<br><br><strong>Inovação educativa</strong> requer...<br><br></div><ul><li>Mudança do sistema</li><li>Mudança nas estruturas</li><li>Mudança nos processos</li><li>Considerar aspectos qualitativos dos resultados</li><li>Considerar aspectos institucionais concretos</li><li>Justificativas</li><li>Percepção de mudança por todos os membros da comunidade escolar</li></ul><div><br>A escola precisa inovar para...</div><ul><li>Incluir</li><li>Descolonizar corpos e pensamentos<br><br></li></ul><div>Promover:</div><ul><li>Desenvolvimento cognitivo&nbsp;</li><li>Igualdade pedagógica&nbsp;</li><li>Motivação para ensinar e aprender&nbsp;</li><li>Diálogo intercultural&nbsp;</li><li>Pensamento teórico</li><li>Letramentos</li></ul><div><br><strong>DUA - Desenho Universal para a Aprendizagem&nbsp;<br></strong><br></div><div>O conceito de DUA ou UDL (Universal Design for Learning) surgiu em 1970, decorrente da busca por respostas para as demandas sociais que reivindicaram a plena participação de todos.<br><br></div><div><strong>Acessibilidade </strong><br><br></div><div>É a remoção de barreiras de qualquer natureza, visando melhorar as condições para um maior número de pessoas em sua locomoção, comunicação, informação e conhecimento.<br><br></div><blockquote>Art. 3º [...], consideram-se: I - acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços [...], por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida (BRASIL, 2015).</blockquote><div><br></div><div>O DUA começou a ser difundido na década de 1990, visando melhorar o ensino e aprendizagem, de maneira a garantir o acesso aos conteúdos por alunos que se diferenciavam em termos de habilidades motoras, intelectuais e sensoriais e não de dificuldades. O DUA busca conhecer a turma, explorar as potencialidades dos alunos, transformar o ambiente, implementar múltiplas formas, proporcionar apoios e desafios, enfim, planejar para todos, considerando a diversidade.<br><br></div><div><em>Os três princípios do DUA:</em></div><ol><li>Engajamento ou motivação</li><li>Representação ou apresentação</li><li>Ação e expressão&nbsp;</li></ol><div><br></div><blockquote>“O DUA consiste na elaboração de estratégias para a acessibilidade de todos, tanto em termos físicos quanto em termos de serviços, produtos e soluções educacionais para que todos possam aprender sem barreiras (CAST UL, 2006)”.</blockquote><div><br></div><div>Como foi visto nas aulas dessa disciplina, o DUA tem como finalidade o desenvolvimento de práticas pedagógicas que permitam o acesso ao currículo, a participação e o progresso de todos os alunos, com ou sem deficiência. Reduzindo os fatores de natureza pedagógica que possam dificultar o processo de ensino aprendizagem, assegurando dessa forma, o acesso, a participação e o sucesso de todos os alunos.<br><br></div><div><strong>Comunicação Alternativa (CA)<br></strong><br></div><blockquote>Uma parcela da população de crianças, jovens e adultos é incapaz de comunicar-se com outras pessoas por meio da fala. Crianças, jovens e adultos com comprometimentos motores, pessoas com deficiência intelectual, crianças e adultos com autismo, crianças com atrasos no desenvolvimento da linguagem e pessoas com transtornos do sistema nervoso central congênito ou transtorno adquirido (KRAAT, 1985; UDWIN; YULE, 1990; von TETZCHNER; MARTINSEN, 1996; LIGHT, 1997; NUNES, 2003).</blockquote><div><br></div><div>A Comunicação Alternativa é um dos caminho para a diversidade dos alunos!<br><br></div><div><strong>Tecnologia Assistiva </strong><br><br></div><blockquote>Tecnologia Assistiva (TA) ou Ajuda Técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (BRASIL, 2015)</blockquote><div><br></div><div>Exemplos:<br><br></div><ul><li>Ampliadores de Tela</li><li>Mudança de esquema de cores&nbsp;</li><li>Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA)&nbsp;</li><li>Alternativas para mouse&nbsp;</li><li>Alternativas para teclado&nbsp;</li><li>Conversores de fala para texto&nbsp;</li><li>Conversores de texto para áudio&nbsp;</li><li>Tradutores de português para Libras&nbsp;</li><li>Facilitadores de leitura na Web&nbsp;</li></ul><div><br>Fonte: CTA/IFRS - Softwares Gratuitos</div><div><br></div><div><strong>Acessibilidade Virtual<br></strong><br></div><blockquote>Todos devem poder acessar, compreender e interagir com o computador e seus recursos. Garantida pela LBI (Lei 13.146/15) - Art. 63. ”É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no país ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, [...]” (BRASIL, 2015).</blockquote><div><br></div><blockquote>(...) entendemos a inclusão como uma proposta na qual não basta apenas oferecer acesso ao aluno com deficiência e outras condições atípicas na escola, mas é preciso garantir-lhe o direito de participar das atividades educacionais e, consequentemente, se desenvolver a partir de propostas de ensino e aprendizagem que levem em consideração as suas especificidades (ROCHA; PLETSCH, 2015, p. 114).</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 04:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução à Educação Especial, Educação Inclusiva e Direitos Humanos</title>
         <author>rosianebatista1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Através das aulas ministradas foi possível confirmar como a escola é o espaço para a <em>diversidade e o desenvolvimento humano</em>. Pois é através da interação com os diferentes indivíduos que somos impulsionados pela diversidade, e não havendo essa interação, não teremos a oportunidade de tomar conhecimento dos problemas e&nbsp; pensar em soluções em se tratando de diversidade e inclusão e, consequentemente, não haverá a busca por novas tecnologias e inovação.&nbsp;<br><br></div><blockquote>A convivência com a diversidade cultural, numa escola/universidade com todos e para todos (PLETSCH E SOUZA, 2021).</blockquote><div><br></div><div>No entanto, faz-se necessário ainda, uma mudança de mentalidade dos professores e até mesmo dos alunos, para saírem de detentores do saber e agentes passivos respectivamente, para juntos construírem o saber e o conhecimento. Dessa maneira, com certeza tornará a escola mais inclusiva, pois o ensino-aprendizagem será construído de uma perspectiva da coletividade, do compartilhar, do social.<br><br></div><blockquote>A escola, enquanto espaço de convivência da pluralidade humana, orientada por certa intencionalidade político-pedagógica, constitui-se em um espaço de aprendizagem e desenvolvimento de todos, independentemente de suas especificidades (PLETSCH, 2020).</blockquote><div><br></div><div>Mas, para isso, é imprescindível pensar em formação para os professores, apenas ser inclusivo no momento da matrícula e não dar o suporte necessário para a atuação dos professores e, mesmo para o bem estar do aluno da inclusão, acaba por aumentar a lacuna da segregação. Devemos pensar em acessibilidade e não em adaptação, pois a acessibilidade irá atender a todos.<br><br></div><div>O laudo deve ser visto e entendido como um complemento, não deve ser um resumo para simplesmente traçar uma estratégia, ele não deve ser limitante. Ele deve ser base para que o seu público-alvo tenha acesso aos seus direitos. Ter a clareza de que a política de inclusão educacional compreende que os sujeitos com deficiência devem: Ter acesso à educação - participar das atividades educativas – aprender e, consequentemente, se desenvolver.<br><br></div><blockquote>Temos investigado os processos educacionais de crianças com deficiência múltipla não oralizados desde 2012 e, atualmente, pesquisamos a escolarização e o desenvolvimento de crianças com sequelas severas provocadas pela Síndrome congênita do Zika Vírus (SCZV) (PLETSCH et al., 2020; 2021).&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>Os resultados de nossas investigações têm evidenciado que a escola afeta de forma positiva na participação e no desenvolvimento dessas crianças, desde que sejam oferecidos os devidos suportes e apoios pedagógicos articulados, quando necessário, de forma intersetorial, com a saúde e a assistência social (ROCHA, 2018; PLETSCH, SÁ E MENDES, 2021).</blockquote><div><br>Todos somos diferentes, viva a diversidade!</div><div><br></div><blockquote>É certo que não só os alunos são diferentes, mas também os professores - e ser diferente é uma característica humana e comum, não um atributo (negativo) de alguns. A educação inclusiva dirige-se aos ‘diferentes’, isto é... a todos os alunos. E é ministrada por ‘diferentes’, isto é.... por todos os professores (RODRIGUES, 2006, p. 306)</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 23:45:18 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia e Processos de Ensino e Aprendizagem</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2590465187</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as disciplinas são muito interligadas umas nas outras, por isso a todo momento, revemos os mesmos conceitos, citações, como que um hiperlink, o que reforça ainda mais o que aprendemos nesse curso, sobre a diversidade, a inclusão e as formas mais eficazes de como fazer para que nossas práticas pedagógicas atinjam esse objetivo de <strong><em>incluir</em></strong>. Não há lugar mais democrático e enriquecedor do que a escola para que isso aconteça.<br><br></div><blockquote>A escola concebida como espaço de reflexão e de inclusão, deve proporcionar as condições necessárias para que seus professores se desenvolvam profissionalmente, refletindo sobre suas práticas e sobre as próprias condições em que atuam, a fim de promover melhorias no seu ensino. Deve, igualmente, propiciar a vivência de ações reflexivas em torno das situações cotidianas, buscando soluções conjuntas para os problemas enfrentados (DUEK, 2020, p.05).</blockquote><div><br></div><div>Segundo Vygotsky, a inclusão tem que ser algo significativo para o sujeito, dar sentido a sua vida, trata-se de possibilitar interações que sejam mediadoras. Proporcionando ao sujeito que compreenda o mundo que está inserido e possa ser autônomo, participativo e ativo na construção desse mundo e da sua própria história.&nbsp;<br><br></div><blockquote>É por meio da organização ativa da vida na escola que os alunos com deficiência poderão fazer parte da vida social comum – Educação significativa, participativa, criadora, e transformadora.</blockquote><div><br>Todos têm a capacidade de aprender, de desenvolver, porém alguns, como posto por Vygotsky, de forma diferente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 01:36:09 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>rosianebatista1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Esse portfólio formativo, traz uma reflexão acerca das disciplinas ministradas durante o curso de Educação Especial e Inovação Tecnológica, oferecido pela Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (SECTI) e a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ). Nele foi possível discorrer sobre temas que me incomodaram/despertaram interesse e, registrar citações que a partir de então, farão parte do meu repertório teórico e prático.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 01:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO</title>
         <author>rosianebatista1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tendo em vista tudo que foi apresentado ao longo desse curso, a escola é local de inclusão, acolhimento, direcionamento, de diversidade e de muito aprendizado, não apenas para os alunos, mas para todos os envolvidos no ambiente escolar. Cada estudante tem sua especificidade e a partir dela, a comunidade escolar deve trabalhar para oferecer o melhor para os alunos, não existe um manual de orientações que funciona para todos, a prática deve ser pensada dia a dia.<br><br></div><div>Mas, além do acolhimento e boa vontade, deve-se haver também, formações continuadas para que o professor possa se capacitar para melhor desempenhar o seu papel, não somente ele, mas todos da comunidade escolar.<br><br></div><div>Através desse curso pude me desconstruir e me reconstruir, buscar novos conceitos, ter mais criticidade para construção de práticas pedagógicas mais eficazes, pensar mais em acessibilidade, DUA, Tecnologia e Inovação, TA, CA e, agora ter certeza de que tudo isso é possível de ser alcançado no espaço da sala de aula. Pois é a partir da troca entre todos os atores envolvidos na arte de educar, que acontecem as transformações nas práticas pedagógicas.<br><br></div><div>Enfim, temos muito a lutar, buscar conhecimento, nos especializar, nos capacitar para que possamos fazer a nossa parte na transformação de um mundo melhor para todos. E não esquecer de que aliado a isso deve-se contar sempre com a <strong><em>Parceria</em></strong> entre: <strong><em>escola e família</em></strong> para alcançar o sucesso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 01:51:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rosianebatista1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 01:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Lev Vigotski - Desenvolvimento da linguagem</title>
         <author>rosianebatista1</author>
         <link>https://padlet.com/rosianebatista1/ocug199gl7urr41b/wish/2591560931</link>
         <description><![CDATA[<div>O programa conta quem foi Lev Vigotski e quais são as idéias que influenciaram o pensamento sobre educação, principalmente sobre o desenvolvimento da linguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 16:01:27 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura de Inclusão</title>
         <author>rosianebatista1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 16:04:13 UTC</pubDate>
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