<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Hipertexto em Torto Arado - 2MC1 by </title>
      <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1</link>
      <description>O conceito de hipertexto se refere a uma forma de escrita e leitura não linear que permite ao leitor escolher a orientação da sua leitura, sem uma ordem predefinida. Com base nesse conceito e munidos de reflexões sobre o Brasil agrícola construídas na disciplina de geografia, os alunos da 2ª série foram convidados a construírem hipertextos a partir da leitura de trechos da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Junior. Aqui está o resultado. Boa leitura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 21:06:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-11 22:30:43 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4d6.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Trecho 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781010160</link>
         <description><![CDATA[<div>Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia<br>&nbsp;convidado o irmão de minha mãe para residir em <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781023075">Água Negra</a>. O gerente queria trazer gente que “trabalhe<br> muito" e "que não tenha medo de trabalho”, nas palavras de meu pai, “para dar seu suor na plantação”. Podia<br> construir casa de barro, nada de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792629720">alvenaria</a>, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra.<br> Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar<br> para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor<br> assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida,<br> afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens,<br> sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu<br> tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo<br> espaço, no mesmo barracão.</div><ol><li>&nbsp;Para convencê-lo, meu pai disse que o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792582092">arrozal</a> era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa,</li></ol><div>&nbsp;que, "olha”, abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao seu redor, "aqui não nos falta<br>&nbsp;nada”. “Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim", mostrava as<br>&nbsp;falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, "que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos<br>&nbsp;podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos<br>&nbsp;boa colheita”.<br>&nbsp;Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz, no meio do sertão de água, na beira dos<br>&nbsp;pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte seguíamos rumo à roça da<br>&nbsp;fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros miudinhos,<br>&nbsp;de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico<br>&nbsp;entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os<br>&nbsp;adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por<br>&nbsp;vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos<br>&nbsp;um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.<br>&nbsp;Meu tio viajou no lombo de um burro, a mulher em outro, os filhos caminhando, se revezando na<br>&nbsp;travessia para a montaria dos animais. Foram morar numa construção de alvenaria, uma casa vazia que<br>&nbsp;abrigava os trabalhadores que chegavam. Era permitido que se hospedassem ali até a aceitação definitiva da<br>&nbsp;morada, dada de acordo com a produtividade e a disposição para o trabalho da nova família. Se aceitos,<br>&nbsp;destinava-se a eles uma parcela de terra para que pudessem construir a tão <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792622635">almejada</a> casa e ter seu quintal e<br> animais pequenos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:20:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781010160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRECHO 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781015169</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi possível temperar os peixes enquanto havia <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788019097">umbu</a>, que, junto com o sal, garantiu algum sabor à carne.&nbsp; Quando&nbsp; a&nbsp; farinha passou a rarear, meu pai recordou a receita&nbsp; do <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788021729">beiju de jatobá</a> que Donana fazia. Havia vagens em abundância. Era uma árvore que resistia bem à falta d’água, frondosa, imponente, uma reserva de alimento de segunda linha, ignorada quando havia tudo o mais. Assim, comemos beiju de jatobá por meses, até enjoar.<br><br>
</div><div>Disputamos a palma com o gado da fazenda. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788034704">Havia uma parcela de terra destinada ao seu plantio</a>. O <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788052181">cacto que se destinava à nossa alimentação</a> estava em nossos quintais. Quem não foi <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788038792">previdente</a> em ter sua própria plantação de palma, que acabaria com o passar dos meses, tinha que contar com a solidariedade de um vizinho, para garantir o cortado na mesa, guisado no azeite de dendê. Também havia as caças. Mas, no alto da estiagem, era mais fácil encontrar as carcaças dos animais mortos pela falta de alimento do que achar algum para ser abatido. Os veados eram escassos, seja pela caça ou pela falta de água nas áreas de sequeiro. Com muito esforço, os víamos bebendo água nos marimbus, mas estavam cada vez em menor número. A paca, muito&nbsp; apreciada,&nbsp; não&nbsp; dava&nbsp; as&nbsp; caras&nbsp; na mata.&nbsp; Nem&nbsp; capivara,&nbsp; nem&nbsp; cutia.&nbsp; Era&nbsp; possível&nbsp; capturar&nbsp; algumas&nbsp; aves como o jacu, inhambu e juriti, mas elas quase não tinham carne, então nos contentávamos com o gostinho dos ossos. Houve até ocaso de uma família em Pau-de-Colher, contou tia Hermelina, <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792640665">que morreu depois de comer uma sariema no desespero da fome</a>; a ave tinha comido uma cascavel e sua carne estava impregnada do veneno peçonhento.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:23:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781015169</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trecho 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781015579</link>
         <description><![CDATA[<div>Em poucos meses iniciaram a construção da escola. Não soubemos como, nem quais interesses particulares <br>envolveram a negociação entre o prefeito e a família Peixoto, mas a obra foi autorizada, e os próprios <br>moradores passaram a construir o pequeno edifício de três salas em regime de mutirão, aos domingos, dia em <br>que poderiam deixar de cuidar da roça não poderiam deixar de dar comida e água aos animais. O local<br>destinado à construção era o cruzamento dos caminhos para os <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781053878">rios Santo Antônio e Utinga</a>.<br>Foi uma obra providencial, porque naquele mesmo ano se iniciou um período longo de<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781072770"> estiagem</a>, de <br>modo que o pouco dinheiro destinado aos que construíam a escola, mesmo com os meses de atraso e o <br>pequeno montante de recursos destinado ao pagamento da mão de obra, garantiu a sobrevivência de muitas <br>famílias. Foi um tempo difícil. Meu pai se referia àquele período como a pior seca desde 1932. Aquele também<br>foi o último ano que vi uma <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781076551">plantação extensa de arroz</a> naquelas terras. O arroz, dependente de água, foi o <br>primeiro a secar com a estiagem. Depois secaram a cana, as vagens de feijão, os umbuzeiros, os pés de <br>tomates, quiabo e abóbora. Havia uma reserva de grãos guardada em casa e no galpão da fazenda. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781111375">Com a <br>seca, veio o medo de que nos mandassem embora por falta de trabalho.</a> Depois veio o medo mais imediato <br>da fome. Os grãos passaram a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781078419">rarear</a>, o feijão acabou antes do arroz, e do arroz restava muito pouco. Havia <br>um razoável suprimento de farinha de mandioca que algumas famílias fabricavam e trocavam por outros <br>alimentos. Agora, mais que antes, seguíamos quase todos os dias para os rios para pescar, e a cada pescaria<br>só conseguíamos capturar peixes cada vez menores, que só serviam para dar um gosto ao <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781105350">angu de farinha</a>. <br>Peixes grandes chegavam das cabeceiras com as enxurradas, e como não caía nem um chuvisco, restavam <br>apenas os menos nobres e menos desenvolvidos, como o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781253231">cascudo e a piaba.&nbsp;</a></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:24:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781015579</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781023075</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Águas Negras</strong> é um bairro situado na periferia do Distrito de Icoraci, em Belém. Está localizado basicamente entre a confluência da Rodovia Augusto Montenegro com a Estrada da Maracacuera.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:28:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781023075</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781053878</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1244478899/868d0f9d9ca9b515461a3e5ac99a6578/Hipertexto_1.pdf" />
         <pubDate>2021-09-30 11:45:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781053878</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781072770</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estiagem:</strong>Tempo seco e brando,após período de chuvas e tempestades.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:55:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781072770</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781076551</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1244478899/88d6e4961df342d0671e6ce23722abe4/03163344_31238_GDO.jpg" />
         <pubDate>2021-09-30 11:56:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781076551</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781078419</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rarear:</strong></div><div>Verbo transitivo</div><div>Tornar raro,escasso;tornar pouco denso.</div><div><br></div><div>Verbo intransitivo</div><div>Estar em pequeno número.</div><div>Tornar-se menos frequente.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 11:57:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781078419</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781105350</link>
         <description><![CDATA[<div>Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado geralmente com fubá (farinha de milho). Nas regiões em que houve influência de imigrantes italianos, o angu passou a ser conhecido como polenta, prato italiano com receita praticamente igual. Além da farinha de milho, o angu pode ser preparado com farinha de mandioca, distinguindo-se assim do angu de fubá ou angu de milho.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1244478899/1a8b95456a3719f2b4eac3f95786b676/angu.jpg" />
         <pubDate>2021-09-30 12:10:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781105350</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781111375</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho: Com a seca, veio medo de que nos mandassem embora por falta de trabalho.</div><div><br></div><div>Relação com: O trecho do livro Vidas Secas de Graciliano Ramos apresenta a situação de miséria em que as pessoas viviam devido à seca. Por isso havia o medo de que os donos de terra mandassem os trabalhadores rurais embora de suas terras e eles tivessem de ir para outras regiões,como aconteceu com o personagem Fabiano.Esse fato também está relacionado à reforma agrária pois muitas pessoas ficaram sem terras para viver já que todas elas pertenciam aos fundiários,assim tendo que se mudar .&nbsp;</div><div><br></div><div>"Fabiano ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes. Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta. Ele, a mulher e os filhos tinham-se habituado à camarinha escura, pareciam ratos-e a lembrança dos sofrimentos passados esmorecera."</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-09-30 12:12:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781111375</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781253231</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1244478899/bc8e6fb7cd0ea9ae652bbc8095740c02/Documento_sem_nome.pdf" />
         <pubDate>2021-09-30 12:59:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1781253231</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788019097</link>
         <description><![CDATA[<div>O umbu é uma fruta proveniente do umbuzeiro, árvore presente na Caatinga, região de terra seca, pode ser consumida de diferentes maneiras, natural ou serve para fazer sucos e geleias.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1387055419/43291a71dd2b152bfd176ae4a9caee7e/umbu_frutos.jpg" />
         <pubDate>2021-10-03 22:05:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788019097</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788021729</link>
         <description><![CDATA[<div>Beiju, também conhecido como tapioca de jatobá é um alimento tradicional dos indígenas, na qual eles substituem a farinha de mandioca por farinha de jatobá, que é um fruto auxiliador ao combate de infecções no corpo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1387055419/58a02a814c5a595de779a927b335a5cc/800px_Tapioca_do_Alto_da_S____Olinda_PE.jpg" />
         <pubDate>2021-10-03 22:08:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788021729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788034704</link>
         <description><![CDATA[<div>A agricultura tratada no texto é a agricultura de subsistência, a qual a geografia explica como uma forma de sustento para famílias camponesas e comunidades rurais que usam métodos tradicionais de cultivo, são feitas em pequenas propriedades mas garante o sustento da família.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-03 22:21:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788034704</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788038792</link>
         <description><![CDATA[<div>Previdente no texto torto arado se refere a alguém que possui a capacidade de ver o que irá acontecer no futuro e se manter preparado para a escassez que iria ocorrer.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-03 22:25:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788038792</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788052181</link>
         <description><![CDATA[<div>O cacto foi a planta escolhida para o plantio pois aguenta altas temperaturas por causa da sua capacidade de armazenar água no caule e algumas servem como fonte</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/765029463/c97365d2e0917625cdcb25caff885e01/cacto_211034656.jpg" />
         <pubDate>2021-10-03 22:39:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1788052181</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792582092</link>
         <description><![CDATA[<div>Extenso aglomerado de pés de arroz em determinada área; arrozeira.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1387046536/4a9cfe87ecddce70f62f92b74e092dc2/arrozal.png" />
         <pubDate>2021-10-05 11:00:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792582092</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trecho 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792582150</link>
         <description><![CDATA[<div>Com mais frequência conseguíamos um <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792639879">teiú </a>fácil de encontrar porque comia as carcaças dos animais&nbsp;</div><div>mortos, do <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792652561">gado minguando sem pasto</a>, das caças abatidas pela<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1793991819"> estiagem</a>. Então, bastava ficar à<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794006284"> espreita</a> onde&nbsp;</div><div>houvesse bicho morto para <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794034157">acossá-lo</a>. E se não os comêssemos, certamente eles comeriam</div><div>nossa carne magra.&nbsp;</div><div>As&nbsp; crianças&nbsp; eram&nbsp; as&nbsp; que&nbsp; mais&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798545287">padeciam</a>:&nbsp; paravam&nbsp; de</div><div>crescer,&nbsp; ficavam&nbsp; frágeis&nbsp; e&nbsp; por&nbsp; qualquer&nbsp; coisa&nbsp; caíam&nbsp;</div><div>doentes. Perdi</div><div>a conta de quantas não resistiram à má alimentação e seguiram sem vida, em cortejo, para o&nbsp;</div><div>cemitério&nbsp; da&nbsp; Viração.&nbsp; A&nbsp; morte apeava&nbsp; nas&nbsp; casas&nbsp; dos&nbsp; nossos&nbsp; vizinhos&nbsp; e,&nbsp; mesmo&nbsp; com&nbsp; todo&nbsp; esforço&nbsp; de&nbsp; Zeca&nbsp;</div><div>Chapéu Grande para restituir a saúde e o vigor às crianças doentes, muitas não resistiam. As velas que meu pai acendia para cada criança pareciam não querer permanecer acesas: mesmo sem ventos ou golpes de ar, se apagavam. Não havia remédio, dizia sem se conformar com a sua incapacidade de reverter a situação. Que procurassem outro curador ou se conformassem com os desígnios de Deus.</div><div>Continuávamos&nbsp; a&nbsp; colher&nbsp; buriti&nbsp; e&nbsp; dendê&nbsp; para&nbsp; levar&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; feira da&nbsp; cidade&nbsp; às&nbsp; segunda - feiras.&nbsp; Minha mãe, as comadres, eu, Belonísia e Domingas catávamos os frutos nas várzeas dos marimbus. Meu pai, Zezé e os outros moradores&nbsp; colhiam os&nbsp; cachos de&nbsp; dendê&nbsp; nos&nbsp; pés&nbsp; para&nbsp; prepararmos o azeite.&nbsp; Os&nbsp; buritizeiros eram&nbsp;</div><div>altos e seus frutos não eram de serventia se colhidos nos</div><div>cachos. Era preciso esperar que caíssem para que pudessem&nbsp; ser consumidos.&nbsp; Armazenávamos&nbsp; os&nbsp; frutos&nbsp; em&nbsp; grandes&nbsp; tonéis&nbsp; de água&nbsp; para&nbsp; amolecer&nbsp; a&nbsp; casca.&nbsp;</div><div>Retirávamos com as mãos, de forma suave, para aproveitar a polpa, e levávamos aquelas massas em sacos de&nbsp;</div><div>linhagem&nbsp; na&nbsp; cabeça,&nbsp; pela estrada,&nbsp; para&nbsp; comerciar com</div><div>as&nbsp; senhoras&nbsp; que&nbsp; faziam doce&nbsp; de&nbsp; buriti&nbsp; e&nbsp; sucos&nbsp; para&nbsp;</div><div>vender. Pela estrada, debaixo do sol forte, a massa do buriti</div><div>aquecido escorria pelas tramas da linhagem e nos besuntava com sua polpa gordurosa e alaranjada. Nossa pele negra ficava quase&nbsp; acobreada. Chegávamos à cidade envergonhadas da sujeira em nosso cabelo e roupas. Levávamos tecidos enrolados embaixo da cabeça&nbsp;</div><div>para ajudar no equilíbrio do peso e amenizar um pouco o que escorria. Mas tinha dias em que o sol pa</div><div>r</div><div>ecia&nbsp;</div><div>u</div><div>ma fogueira acesa de cabeça para baixo, nossos corpos</div><div>s</div><div>e enchiam do sumo do buriti. Eu mesma cheguei a&nbsp;</div><div>escorregar</div><div>n</div><div>a&nbsp; massa&nbsp; que&nbsp; escorria.&nbsp; Da&nbsp; mesma&nbsp; forma,&nbsp; levávamos&nbsp; o&nbsp; azeite</div><div>d</div><div>e&nbsp; dendê&nbsp; fabricado&nbsp; em&nbsp; nossos&nbsp;</div><div>quintais, quando havia, em gar</div><div>r</div><div>afas vazias de cachaça,&nbsp;</div><div>fechadas com cortiças usadas. Não t</div><div>ín</div><div>hamos animal&nbsp;</div><div>naquele&nbsp; tempo,&nbsp; então&nbsp; era preciso&nbsp; contar&nbsp; com</div><div>a</div><div>força&nbsp; dos&nbsp; braços&nbsp; para carregar as&nbsp; sacolas&nbsp; de&nbsp; taboa com&nbsp; as&nbsp;</div><div>gar</div><div>r</div><div>afas cheias de azeite, chegando com as mãos inchadas e dor</div><div>m</div><div>entes à feira.</div><div>O&nbsp; sol&nbsp; nos&nbsp;</div><div>castigava&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; fome&nbsp; e&nbsp; nos&nbsp; restava&nbsp; o&nbsp; desalento&nbsp; pe</div><div>l</div><div>as&nbsp; ro</div><div>ç</div><div>as&nbsp; perdidas.&nbsp; Meu&nbsp; pai&nbsp; estava&nbsp;</div><div>alquebrado,&nbsp; e&nbsp; mesmo&nbsp; o&nbsp; jarê</div><div>perdeu&nbsp; um&nbsp; pouco&nbsp; do&nbsp; brilho&nbsp; que&nbsp; havia&nbsp; antes.&nbsp; Num&nbsp; desses&nbsp; dias,</div><div>depois&nbsp; de&nbsp;</div><div>acondicionarmos&nbsp; a&nbsp; massa&nbsp; do&nbsp; buriti&nbsp; nos&nbsp; sacos&nbsp; de&nbsp; linha</div><div>gem,&nbsp; minha&nbsp; mãe&nbsp; adoeceu&nbsp;</div><div>com&nbsp; febre&nbsp; e&nbsp; forte&nbsp; dor&nbsp; de&nbsp;</div><div>barriga, nada</div><div>ficava em seu estômago. Mas precisávamos de dinheiro, então,</div><div>como ocorria nesses casos, eu&nbsp;</div><div>iria com as filhas de Tonha para a</div><div>cidade, e Belonísia ficaria cuidando de Domingas.&nbsp;<br><br><br>
</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:00:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792582150</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trecho 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792598512</link>
         <description><![CDATA[<div>Semanas depois, soube que seu marido havia retornado. Senti tristeza, mas pensei: “Se é pai dos meninos dela tem de haver algum perdão”. Quem sabe o homem não muda? Ou quem sabe, o gostar de Maria seja maior que as diferenças que existem entre eles. No fundo, será que ela percebeu que poderia ser pior estar sozinha na terra com aquele tanto de filhos, sem condições de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798171278">roçar</a> e dar de comer a todo mundo! Talvez tenha sido por isso, pela vergonha de ter me chamado naquele dia em que o enfrentei com valentia que corria em meu sangue, que Maria se afastou de mim. Foi mudando com o tempo, se tornando mais tristonha, mais sozinha do que era. Se me encontrava, cumprimentava, mas já não se detinha a falar da vida, das <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798197011">mazelas</a> que sofria, das pancadas do marido, <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798543150">das dificuldades para botar comida na mesa. </a>Eu também, para não a magoar sem querer, nem mesmo ofender, deixei de levar as coisas que plantava e que fui trabalhando com minha força. Quanta gente foi adentrando na solidão de meu <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798213876">rancho</a> foi dizendo que era uma roça bonita, que era maior e mais bem cuidada que a roça de muitos homens? Se admiravam quando viam que eu trabalhava sozinha. Com os olhos, mediam meu corpo de cima a baixo, se pudessem me fariam disputar queda de braço com os homens, só para saber se a força para revirar a terra, para trabalhar o chão, vinha dele mesmo. Para ter certeza de que não era das forças dos encantados em que o povo acreditava. Sutério passava rigorosamente toda semana e levava o que podia. Mas não o deixava levar o melhor, como meu pai fazia por gratidão. Separava os legumes maiores para casa, para meus pais. Só não os deixava apodrecer nos pés, de desgosto, porque achava um desrespeito com a própria terra. Mas se desse para dar aos animais, eu dava, só para não deixar que ele levasse meu suor, minhas dores nas costas, meus calos nas mãos e minhas feridas nos pés, como se fosse algo seu.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:09:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792598512</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792604784</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha&nbsp; mãe&nbsp; me&nbsp; contou&nbsp; que,&nbsp; ainda&nbsp; menina,&nbsp; Donana&nbsp; viveu</div><div>n</div><div>a&nbsp; companhia&nbsp; da&nbsp; família&nbsp; do&nbsp; capataz&nbsp; que&nbsp;</div><div>havia&nbsp; assumido&nbsp; sua</div><div>g</div><div>uarda,&nbsp;</div><div>servindo&nbsp; como&nbsp; empregada&nbsp; em&nbsp; sua&nbsp; casa&nbsp; na&nbsp; fazenda.</div><div>Foi&nbsp; lá&nbsp; que&nbsp; passou&nbsp; a&nbsp; sentir&nbsp;</div><div>grande desconforto, pouco antes do</div><div>p</div><div>eríodo de sua menarca. Tinha febre, sentia um sono intenso</div><div>d</div><div>urante o&nbsp;</div><div>dia, não conseguia dormir à noite. Vomitava quase</div><div>t</div><div>udo que lhe caía no</div><div>e</div><div>stôm</div><div>ago</div><div>.</div><div>Ouvia a dona da casa dizer&nbsp;</div><div>que</div><div>e</div><div>la estava com encosto, que não iria durar muito tempo. Dias</div><div>a</div><div>ntes de o sangue lhe escorrer</div><div>p</div><div>elas pernas,&nbsp;</div><div>Donana passou</div><div>a v</div><div>er objetos balançarem de forma violenta, o mato seco queimar</div><div>p</div><div>or onde caminhava, e até&nbsp;</div><div>mesmo as r</div><div>oupas que secavam no</div><div>v</div><div>aral desaparecerem como palha seca. A&nbsp;</div><div>família</div><div>, com medo,</div><div>l</div><div>evou a menina&nbsp;</div><div>para um curador conhecido de Caxan</div><div>gá</div><div>, e</div><div>a</div><div>d</div><div>eixou hospedada em sua casa. Lá, Donana viu portas e jane</div><div>l</div><div>as&nbsp;</div><div>baterem onde nem corrente de ar havia, viu a esteira de pa</div><div>l</div><div>ha que foi destinada para o seu sono</div><div>q</div><div>ueimar. Até&nbsp;</div><div>que o cura</div><div>d</div><div>or desistiu do tratamento.</div><div>A&nbsp; família&nbsp; percorreu&nbsp; léguas,&nbsp; indo&nbsp; de&nbsp; casa&nbsp; em&nbsp; casa,&nbsp; em&nbsp; bus</div><div>ca&nbsp; d</div><div>os&nbsp; curadores&nbsp; conhecidos&nbsp; da&nbsp; região,&nbsp;</div><div>“bateram&nbsp; em&nbsp; dezesseis&nbsp;</div><div>p</div><div>ortas,&nbsp; dezesseis&nbsp; casas&nbsp; de&nbsp; jarê”,&nbsp; disse&nbsp; Salu,&nbsp; enqu</div><div>anto&nbsp; retirava</div><div>a</div><div>s&nbsp; folhas&nbsp; secas&nbsp; da&nbsp;</div><div>pequena&nbsp; horta&nbsp; no&nbsp; quintal.&nbsp; “Eram&nbsp; os&nbsp; cu</div><div>rad</div><div>ores&nbsp; mais&nbsp; conhecidos&nbsp; da&nbsp; Chapada&nbsp; Velha.&nbsp; Por&nbsp; último,&nbsp; a&nbsp; me</div><div>n</div><div>ina&nbsp;</div><div>passou a receber encantados, com mais frequência o Ve</div><div>l</div><div>ho Nagô, e foi dito à família que o problema do outro&nbsp;</div><div>mundo</div><div>t</div><div>inha sid</div><div>o resolvido. Os encantados a aguardariam chegar à</div><div>i</div><div>dade adulta para que pudesse ela própria&nbsp;</div><div>ser uma curadora e</div><div>g</div><div>uiar os espíritos em benefício dos que necessitavam de seus</div><div>p</div><div>oderes. Foi nessa última&nbsp;</div><div>casa, ao lado do curador João do La</div><div>j</div><div>edo, que Donana aprend</div><div>eu a manejar ervas e raízes para fa</div><div>z</div><div>er xaropes e&nbsp;</div><div>remédios para os mais distintos males que aco</div><div>m</div><div>etiam gente de toda origem: de coronéis a trabalhadores, de</div><div>m</div><div>oças ricas</div><div>que v</div><div>iviam na</div><div>c</div><div>idade às mulheres da roça que tra</div><div>b</div><div>alhavam ao lado de seus maridos.</div><div>VIEIRA Junior, Itamar. Torto arado. Editora Todavia: São Paulo, 20</div><div>19.&nbsp;</div><div>p. 165</div><div>-</div><div>166</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:12:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792604784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792622635</link>
         <description><![CDATA[<div>Que se pretende alcançar, conseguir; que é objeto de desejo e aspiração. Ansiado; que se deseja em excesso.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:21:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792622635</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792629720</link>
         <description><![CDATA[<div>Alvenaria é um tipo de estrutura que utiliza pedras, tijolos ou blocos unidos por argamassa. O objetivo é oferecer resistência, vedar espaços e fornecer proteção acústica e térmica para a edificação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1387050885/20e4081362db5f171c6b0e3c1864a957/image.png" />
         <pubDate>2021-10-05 11:24:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792629720</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792639879</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Teiú</strong> é uma espécie do gênero de répteis Tupinambis, da família Teiidae, é popularmente conhecido como teiú, tiú, teju açu, lagartiu, teju, tegu, jacuraru, jacuaru, jacuruaru, jacruaru e caruaru.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242241234/b43cf316195dd92fe259365b52c0a241/unnamed.jpg" />
         <pubDate>2021-10-05 11:29:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792639879</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIPERTEXTO 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792640665</link>
         <description><![CDATA[<div>Se assemelha com um trecho de "Funeral de um lavrador", o qual é, "É uma cova grande, para teu pouco defunto". Já que assim como nesse trecho os camponeses morrem famintos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:30:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792640665</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792652561</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Gado minguando sem pasto:</strong> o minguar significa a diminuição desse gado. Por ele estar livre no campo, pode ser relacionado com a produção de pecuária extensiva, que é a criação de rebanhos soltos nas fazendas, geralmente praticada em propriedades de grande porte (latifúndios), com a utilização de pastos naturais, e comumente voltada, especificamente no caso dos bovinos, à obtenção de carne e couro (gado do corte).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 11:35:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1792652561</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1793991819</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estiagem</strong> é a falta prolongada de chuva;período sem chuva.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242241234/5467c7580299ec4a6dca8ef35176f516/seca.jpg" />
         <pubDate>2021-10-05 17:59:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1793991819</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794006284</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Espreita:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1242241234/e818939b9a6b4e412599ba95236de043/9348955.jpg" />
         <pubDate>2021-10-05 18:04:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794006284</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794034157</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Acossar</strong> tem o significado de<strong>&nbsp;</strong>seguir ao encalço de, perseguir correndo; dar caça a, castigar fisicamente; ferir, machucar.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-05 18:13:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1794034157</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1797037482</link>
         <description><![CDATA[<div>"Era. Apossara-se da casa porque não tinha onde cair morto , passara uns dias mastigando raiz de imbu e sementes de mucunã " do livro Vidas Secas de Graciano Ramos , faz referência com o trecho " Foi possível temperar os peixes enquanto havia umbu , que , junto com o sal , garantiu algum sabor à carne. Quando a farinha passou a rarear , meu pai recordou a receita do beiju de jatobá  que Donana fazia." Do livro torto arado , pois em ambos o umbu/imbu é o alimento que eles usam para sua subsistência.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-06 15:58:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1797037482</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIPERTEXTO 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798171278</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Cortar ou derrubar, geralmente vegetação (ex.: <em>roçar mato</em>).</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 00:55:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798171278</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIPERTEXTO 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798197011</link>
         <description><![CDATA[<div>Desvio moral; mancha na reputação; estigma: ele passou a vida escondendo suas mazelas.</div><div>[Figurado] Escassez de bens materiais; pobreza: lutava para tirar o povo daquela mazela.</div><div>[Figurado] Que pode provocar desgosto; desgosto: as mazelas de uma decepção.</div><div>[Por Extensão] Machucado que se manifesta externamente; chaga: curar as mazelas do doente.</div><div>[Por Extensão] Reunião do que pode causar doença; moléstia, doença: adoeceu quando foi exposto às mazelas da doença.</div><div>[Por Extensão] O que pode causar aflição; que causa aborrecimento: não soube lidar com as mazelas de seu divórcio.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 01:05:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798197011</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIPERTEXTO 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798213876</link>
         <description><![CDATA[<ol>
<li>grupo de pessoas reunidas para determinado fim, esp. em marcha ou jornada.</li>
<li>grupo de trabalhadores contratados para qualquer serviço, esp. agrícola.</li>
</ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 01:11:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798213876</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIPERTEXTO 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798543150</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho do livro "Vidas secas" de Graciliano Ramos: “Fabiano ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes." </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 03:24:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798543150</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798545287</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong>Padeciam</strong> é o mesmo que sofrer de dores físicas ou morais; estar doente.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 03:25:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC1/wish/1798545287</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
