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      <title>Movimento Indígena Etnopolítico by Ellen Cristina</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-30 18:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Etnopolítica</title>
         <author>ellensetubal14</author>
         <link>https://padlet.com/ellensetubal14/oas8ft6uxvh5snud/wish/2769382293</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Ferreira (2017), a etnopolítica seria o conceito usado para marcar as atividades políticas de grupos étnicos. Esses grupos usam de suas vivências históricas e o que chama-se de cultura e base material-ecológica. Desse modo, pode-se explicar que é o estudo da política através de um grupo étnico, neste caso, os povos indígenas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 18:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>Unidade 1: O Movimento Indígena organizado e etnopolítico</title>
         <author>ellensetubal14</author>
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         <description><![CDATA[<p>No capítulo 2, do livro "O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje", de Gersem Baniwa. O autor apresenta o movimento indígena etnopolítico como um movimento com ascensão a partir da década de 1970, quando grande lideranças indígenas se organizaram para que suas demandas fossem atendidas. Sendo estas, a resistência em favor da terra, educação, saúde e alimentação, e outros direitos civis que lhe são são reconhecidos. </p><p>Baniwa ainda divide a organização do movimento indígena em duas partes, <strong>organização tradicional e a formal.</strong> A primeira diz respeito a um conjunto de regras que organiza uma comunidade, nesse caso indígena, conforme as tradições do povo originário. Segundo o autor, dessa maneira todas as decisões e situações são analisadas coletivamente. No entanto, esse tipo de organização atende apenas aos interesses internos de cada comunidade, e ela pode ocorrer de forma distinta, considerando que cada povo indígena possui tradições distintas. </p><p>Apesar de seguir regras propostas conforme se dá a tradição e cosmologia de cada povo, na organização tradicional há a ausência de um poder autoritário, visto que a maneira como se organizam partem da ideia do coletivo, seguindo as estruturas sociais da tradição de cada povo indígena. </p><p>Já a <strong>organização formal</strong>, quer dizer sobre uma maneira não-indígena, ou seja, uma forma não tradicional. Há a existência de um modelo singular. Nesse caso, a organização presta conta de suas ações e segue estatutos, cartilhas e orientações em diretorias. É uma das primeiras formas de transformar organizações indígenas mais centralizadas e institucionais, que possuem um grau de burocracia. </p><p>Ambas organizações são necessárias e devem ser bem quistas. Os interesses dos povos indígenas não permanecem mais apenas dentro da comunidade, mas para além dela. A população indígena reside em muitos lugares, e com eles a sua cultura. A institucionalização da organização indígena colabora para que as políticas públicas possam chegar para a população, sejam na aldeia ou na cidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 18:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento Indígena</title>
         <author>ellensetubal14</author>
         <link>https://padlet.com/ellensetubal14/oas8ft6uxvh5snud/wish/2769441030</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme apresenta BANIWA ( ), o movimento indígena são as estratégias e a ações construídas pela população indígena para a busca da efetividade de políticas voltadas para o seu grupo étnico. O movimento indígena é formado através da organização indígena, não sendo necessário que o indivíduo indígena esteja inserido em uma organização ou aldeia para que faça parte do referido movimento social.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 19:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Unidade 2: O movimento etnopolítico e a valorização ancestral</title>
         <author>ellensetubal14</author>
         <link>https://padlet.com/ellensetubal14/oas8ft6uxvh5snud/wish/2769441278</link>
         <description><![CDATA[<p>O movimento indígena tem alcançado espaços institucionalizados e antes, vistos como espaços pertencentes a elite branca brasileira. Esse modo de se locomover a lugares de poder tem causado bons resultados para a luta da população indígena enquanto organização formal. </p><p>Ao passo que jovens lideranças indígenas assumem os compromissos institucionais no movimento, a valorização da cosmologia e da cultura indígena não pode ser deixada de lado. Celestino (2010), em sua obra Os índios na história do Brasil discorre historicamente como a população indígena participou da formação política do Brasil, enquanto território nacional. Mas também, aponta como essa história contada pela elite branca brasileira apagou essa participação. </p><p>Baniwa, ao revelar as formas de organização do movimento indígena, explica que o movimento indígena passa por mudanças ao passo que o Estado brasileiro aponta o seu caminho político e o interesse em ser parceiro dos povos indígenas. </p><p>A valorização da ancestralidade indígena é uma das pautas recorrentes no movimento indígena. A perca da língua materna, tradições e desligamento da cosmologia afeta o sentido de coletividade presente nas comunidades indígenas. Esse processo de retomada de espaço acarreta um sinal de alerta para essa valorização. </p><p>Celestino (2010), diz que os movimentos de etnogêneses que ocorrem atualmente confirmam a capacidade de rearticulação cultural e identitária dos povos indígenas frente ao padrão imposto pela elite brasileira. Essa articulação apresenta novas visões sobre a cultura ancestral indígena que vai contra as desigualdade raciais no Brasil. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 19:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Unidade 3: Saberes indígenas reconhecidos como agentes formadores na política brasileira</title>
         <author>ellensetubal14</author>
         <link>https://padlet.com/ellensetubal14/oas8ft6uxvh5snud/wish/2769441540</link>
         <description><![CDATA[<p>Krenak (2019) expressa que as tensões políticas entre o Estado brasileiro e as comunidades indígenas são provenientes de um interesse ou não do Estado em cumprir com os deveres constitucionais para com os povos indígenas. É recente que lideranças indígenas tem alcançado espaços antes negados, o movimento indígena se insere na política a partir do momento que compreende a importante da resistência estar presente em cargos e planos políticos. Atualmente esse cenário tem sido preenchido lindamente pela população indígena. No entanto, o reconhecimento de que pessoas indígenas podem e devem assumir tais cargos, ainda não é bem aceita pela elite branca conservadora brasileira. </p><p>Compreender que os saberes indígenas determinam como o movimento indígena avança, é ter consciência que a forma de compreensão do mundo a partir de uma perspectiva indígena é válida. Desse modo, Ailton Krenak reflete sobre esse interesse político do Estado brasileiro em atender as demandas da comunidade indígena ou não, mas ao mesmo tempo, disputar territórios e deslegitimar a cosmologia e os ciências desenvolvidas pelos povos indígenas. Principalmente pela construção histórica sobre esses povos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 19:16:27 UTC</pubDate>
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