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      <title>Psicologia 12ºC by Rita Alexandra</title>
      <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49</link>
      <description>As relações precoces</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-12 08:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 12 de Março</title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240734394</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou a achar interessante e diferente, deixando a aula mais dinâmica 😊</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>Relações precoces e Prematuridade </title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240737550</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma <mark>relação precoce</mark> é uma relação recíproca que tem por base o conjunto de comportamentos (chorar, sorrir, vocalizar, agarrar e gatinhar) que nos primeiros tempos de vida permitem estabelecer a ligação afetiva entre a criança e quem dela cuida. <br>As relações precoces são o <mark>ponto de partida do processo relacional</mark> do ser humano.<br>Uma vez que o bebe nasce <mark>prematuro</mark> e inseguro ele precisa de uma boa relação  de vinculação com as pessoas que cuidam dele. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:05 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação </title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240737715</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>-&gt;</mark> Decorre de uma relação precoce;<br><mark>-&gt;</mark> É uma necessidade básica, universal e inata; <br><mark>-&gt;</mark> É um laço afetivo recíproco que se estabelece entre o bebé e a figura de vinculação, em direção à qual se dirige em busca de <mark>sustento</mark>,  <mark>apoio</mark> e <mark>proteção</mark> <br><mark>-&gt;</mark> O bebé pode ter várias figuras de vinculação, podendo ser qualquer pessoa desde que se envolva numa interação saudável e furadora com o bebé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:37 UTC</pubDate>
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         <title>Características da relação de vinculação </title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240737875</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>• </mark> A procura de proximidade;<br><mark>• </mark> Noção de base de segurança;<br><mark>• </mark> Comportamento de refúgio;<br><mark>• </mark> Angústia e o protesto face à separação involuntária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:01:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240738842</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240739392</link>
         <description><![CDATA[<div>•<mark>Depressão infantil ou anaclítica:</mark> ( apartei dos 6 meses) ; Consequência de privação afetiva <mark>parcial; </mark> Atonia afetiva, inércia motora, pobreza interativa, desorganização psicossomática.<br>•<mark>Síndrome do hospitalismo:</mark> (Durante os primeiros 18 meses de vida); Consequência de privação afetiva <mark>total e duradoura;</mark> Atraso global do desenvolvimento; sentimentos de abandono, desamparo e medo. Tem efeitos devastadores. O síndrome do hospitalismo tem 3 fases, e os sintomas vão piorando ao longo do tempo. <br><mark>Spitz demonstrou que a vinculação de qualidade permite: </mark></div><ol><li>  A Contrução da autoestima;</li><li>A identificava e desenvolvimento de relações íntimas duradouras e gratificantes.</li><li>O reforço do sentimento de segurança e de autonomia;</li><li>A promoção de representações positivas de si mesmo e dos outros.</li></ol><div>As investigações de Spitz provocam uma revolução no funcionamento das instituições de acolhimento de crianças.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240740751</link>
         <description><![CDATA[<div>•<mark>Ansiedade da separação:</mark> </div><ol><li><mark>Protesto:</mark> Choro e chamamento.</li><li><mark>Desespero:</mark> Dor e luto derivados da perda/afastamento da figura de vinculação.</li><li><mark>Desvinculação:</mark> Evitamento da relação com outras pessoas; É uma necessidade de defesa.</li></ol><div><mark>As investigações de Bowlby confirmam as teses de Spitz. <br></mark>A teroria de vinculação de Bowlby contribuiu para a <mark>alteração</mark> profunda na <mark>forma de entender a primeira infância</mark>.<br>À semelhança de Spitz, as teses de Bowlby ajudam à <mark>remodelação das instituições de acolhimento de crianças</mark>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240741196</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vinculação segura, insegura e evitante:<br> • </strong>A criança usa a figura de vinculação como base para explorar o ambiente;<br><strong>•</strong> Por vezes retorna à figura de vinculação para se certificar da sua presença;<br><strong>• </strong>Se se magoar ou assustar, a exploração é interrompida e a criança procura proximidade e conforto na figura de vinculação;<br><strong>• </strong>Comportamentos de vinculação e comportamentos de exploração são independentes;<br><strong><mark>• Se a vinculação for segura, a criança conquistará, progressivamente, mais autonomia.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/240742016</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>•Síndrome de isolamento : <br>"</mark><em><mark>Mães substitutas"</mark></em><em>: </em></div><ul><li>Verificou-se que as crias passavam muito mais tempo junto à mãe de pano e só se dirigiam à outra para se alimentarem.</li><li>A experiência demonstrou a necessidade insta do conforto de contacto. </li></ul><div>Harlow chamou <mark>síndrome de isolamento </mark> ao conjunto de perturbações geradas pela privação social. As consequências desta patologia são progressivamente gravosas.</div><ol><li> A experiência demonstrou a necessidade inata do <mark>conforto de contacto.</mark></li><li>A cria- <em><mark>tal como o bebé humano</mark></em><em> - vincula-se a quem lhe dá conforto e segurança e não a quem a alimenta.</em></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:15:03 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow : as experiências com primatas </title>
         <author>rita_r_baracinha</author>
         <link>https://padlet.com/rita_r_baracinha/oap6xd34yb49/wish/252026202</link>
         <description><![CDATA[<div>• <strong>1ª experiência </strong>: Observou se que as crias passavam muito mais tempo junto à mãe de pano e só se dirigiam à outra para se alimentarem. A experiência demonstrou a necessidade inata do conforto de contacto.<br><strong>•2ª experiência</strong>: Quando a cria se sente assustada e com medo procura conforto e segurança na mãe de pano.<br>•<strong>3ª experiência:</strong> Quando era posto numa sala com objetos desconhecidos a cria ao ver a mãe de arame não se aproxima dela é procura conforto num objeto, continuando insegura. Na sala onde está mãe de pano ela primeiro procura a mãe de pano e só depois de estar ambientada é que começou a explorar o espaço.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:50:21 UTC</pubDate>
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