<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Moradores de comunidades carentes em Brasília by </title>
      <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 20:24:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-19 05:37:11 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868342084</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1440227840/dc4f0a6e6b488c452b92eba7da25bdb9/20180705070736_d58a16020e6eecfa780afc78dd2ce211a61b86e2e78d598c23971abdaba635cc.jpeg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:44:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868342084</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868342510</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1440227840/991754aefa88a241b9a68af92876a6e9/20130903102118570266i.jpg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:44:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868342510</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868343131</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1440227840/b4f6a763524d29e936367b82b67b6d75/familia_pobreza_quarentena_1_1_600x400.jpg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:45:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868343131</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868343831</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1440227840/2546e4d79c61260de8420d05560d5169/r7rio_022020_sem_agua_23032020154904315.jpeg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:45:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868343831</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868344736</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1440227840/463945fbf1c25c62c21bc05fe202cbe4/O_que___o_servico_de_coleta_de_lixo.jpg" />
         <pubDate>2021-11-04 19:45:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868344736</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868430884</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com dados do Censo 2010, 133.556 brasilienses vivem em favelas, distribuídos em 36,5 mil domicílios. Em média, 3,7 pessoas dividem cada barraco. Ao contrário da média do Distrito Federal, a maioria dos moradores dessas regiões carentes é composta por mulheres. Elas respondem por 50,3% dos moradores.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-04 20:42:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868430884</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868431351</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas favelas, a urbanização é realizada sem nenhum padrão e, com isso, as ruas são estreitas e desalinhadas. Os terrenos têm tamanhos e formas diferentes, o que dificulta ainda mais a regularização fundiária. Dependendo da disposição dos lotes, esses aglomerados urbanos recebem diferentes classificações, como invasões, loteamentos irregulares e áreas invadidas.<br>O levantamento do IBGE mostra a deficiência dos serviços públicos nessas áreas favelizadas. Nas invasões de baixa renda da capital federal, menos da metade das comunidades tem fornecimento adequado de energia elétrica. No DF, apenas 45,3% das favelas têm iluminação assegurada pela Companhia Energética de Brasília (CEB) ; um dos índices mais baixos do Brasil. Em São Paulo, por exemplo, 65,9% dos loteamentos irregulares carentes recebem esse serviço. Em Goiás, o índice é quase o dobro do Distrito Federal. Lá, 83% das favelas são iluminadas pelo governo, com recursos provenientes de impostos. Além dos 54,4% de domicílios com energia elétrica irregular ou providenciada pela própria comunidade, 0,3% dos barracos do DF não tem qualquer forma de iluminação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-04 20:43:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868431351</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868431869</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas favelas brasilienses, pouco mais da metade dos domicílios recebem regularmente o serviço de coleta de lixo: apenas 53,5% dos barracos são atendidos pelos caminhões do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Outros 32,5% retiram os detritos por meio de caçambas e 14% têm que queimá-los ou carrega-los por conta própria. Esse é considerado um grave problema de saúde pública, já que o acúmulo de lixo pode causar doenças.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-04 20:43:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868431869</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868432677</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o levantamento do IBGE, a grande maioria dos barracos em favelas é atendida com água tratada pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Nos aglomerados carentes, 94,5% dos domicílios têm esse serviço. Apenas 4,2% das casas em favelas são abastecidas por poços ou nascentes. Mas ainda há registros de locais onde os moradores bebem água da chuva armazenada em cisternas ou em que a comunidade usa rios, açudes ou córregos como fontes de abastecimento.<br>Se a situação do fornecimento de água é confortável, o percentual de residências com sistema de esgotamento sanitário ainda é muito baixo. Apenas 15% dos barracos em favelas do Distrito Federal são ligados à rede de captação do governo. Os dados preocupam: 82% dos domicílios usam fossas sépticas, algumas ainda rudimentares. O IBGE localizou 71 barracos que não tinham banheiro e outros 414 que depositavam os dejetos orgânicos em valas, no rio ou em córregos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-04 20:44:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868432677</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sol Nascente: segunda maior favela do Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868433327</link>
         <description><![CDATA[<div>Pela primeira vez, os condomínios Pôr do Sol e Sol Nascente foram estudados isoladamente dos outros espaços de Ceilândia. Juntas, as duas ocupações possuem 78.912 moradores. O número aponta o crescimento da população na região ; que não conta com sistema de saneamento básico, entre outros problemas de infraestrutura. No Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população era de 56.483 pessoas. Com a nova marca, o Distrito Federal passa a abrir a maior favela do país ; à frente da internacionalmente famosa Rocinha, no Rio de Janeiro, que conta com 69.161 habitantes, de acordo com a pesquisa nacional de 2010 ; não há números atualizados do crescimento da favela carioca.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-04 20:44:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1868433327</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalho do 2° debate (18 a 22-10)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1875993442</link>
         <description><![CDATA[<div>Componentes: Maria Eduarda, Maria Luísa e Gabriel.&nbsp;<br>8° ano B&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-08 18:29:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maluvianadematos/oa5gc1ogoxrjkrle/wish/1875993442</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
