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      <title>DEDICO by Juliel Barreto</title>
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      <description>Diário reflexivo de encontros individuais e coletivos </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-12 12:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 01- Apresentação do conteúdo do curso </title>
         <author>julielbarreto14</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>24/02/2021</em></strong><br><br></div><div>"No encontro de estranhos não há uma retomada a partir do ponto em que o último encontro acabou, nem troca de informações sobre as tentativas, atribuições ou alegrias desse intervalo, nem lembranças compartilhadas: nada em que se apoiar ou que sirva de guia para o presente encontro" (BAUMAN, 2001,p. 121-122). Partindo dessa perspectiva, realizamos uma dinâmica com o intuito de nos apresentarmos e conhecermos um pouco das particularidades de cada um da turma, criando desta forma, possíveis laços de afinidades e um ponto de partida para o encontro de estranhos mencionado anteriormente.<br><br></div><div>Referência:  </div><div>BAUMAN, Zygmunt. <strong>Modernidade Líquida</strong>. Rio de Janeiro: Zahar. 2001, p. 121-122.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 13:24:40 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 02 - O corpo como fenômeno cultural</title>
         <author>julielbarreto14</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>03/03/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em></strong>Através de narrativas de experiências vivenciadas com alguns pacientes, Rita Charon exemplifica que a literatura enriquece a prática médica, demonstrando a importância do ouvir e do diálogo, para uma medicina mais humana e ética. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para tratar uma determinada doença além de conhecer a fisiopatologia da mesma, é preciso ser capaz de interpretar "o corpo que se conta" pois, as raízes de significância (culturalização dos sintomas, relações sociais e determinantes sociais de saúde) determinadas pela fronteiras de nossos recipientes (o corpo sígnico), que contribuem para o estado homeostático do organismo de qualquer indivíduo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para Charon, o reconhecimento de si e do outro permite a confiança entre médico/paciente, durante a prevenção ou tratamento de patologias. A visão de mundo descrita pela autora como "paralaxe", diante dessas situações, possui interpretações distintas pelos sujeitos envolvidos. Por um lado a experiência vivenciada relatada pelo paciente, "a voz real", e por outro, o corpo como objeto de manipulação e intervenção biomédica, configurado pelo conhecimento cientifico do profissional de saúde, "a voz da medicina".&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Devemos conhecer o corpo de nossos pacientes [...] e não correr o risco de separar o corpo de si mesmo" (CHARON. 2015, p. 20). A prática médica depende muitas vezes da capacidade interpretativa da situação do paciente, uma vez que, doenças séricas podem afetar o psicológico dos mesmos, impossibilitando-os de relatar o que realmente está acontecendo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Charon, a escrita possibilita a modificação da posição médica na paralaxe, pois, reconhecemos a singularidade e a corporeidade das "matérias" presentes no intercâmbio, ultrapassando desta maneira as distinções que segregam uma da outra. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao longo do texto "o corpo sígnico" de Jaqueline Ferreira, é possível destacar que a percepção do estado de doença está atrelada a qualquer prejuízo das atividades 'normais' (no âmbito social), condicionadas pela manifestação de algum sintoma, dentre os quais, a dor se destaca, todavia, de forma emblemática, assim como os níveis de consciência descritos na metáfora do iceberg de Freud. Nos trazendo uma reflexão sobre a eficácia do método de quantificar o nível do sinal vital, utilizado por profissionais de saúde durante uma anamnese, uma vez que,&nbsp; "entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo" (Alejandro Jodorowsky).&nbsp; &nbsp;<br><br>REFERÊNCIAS <br>CHARON, Rita. <strong>O Corpo que se Conta: porque a medicina e as histórias precisam uma da outra? </strong>Letra e voz, 2015.<br><strong><em><br></em></strong>FERREIRA, Jaqueline. <strong>O corpo sígnico</strong>. In MCS Minayo &amp; PC Alves (orgs.). Saúde, doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 13:27:19 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 03 - Antropologia da morte</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1302410097</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>10/03/2021<br>"A morte é o nosso negócio. A sua tristeza é a nossa alegria” (Pé na cova, 2013).&nbsp;<br></em></strong><br></div><ul><li><em>'</em>Negócio'<strong> </strong>- o IML, cujo é descrito por MEDEIROS como o laboratório social dos cadáveres e uma instituição legitimada e estabilizada. Reproduzindo conhecimento&nbsp; científico (âmbito da medicina) e construindo verdades jurídicas sobre os corpos (viés do direito).</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li>Dualidade sentimental (tristeza/alegria) - sofrimento da família pela perda do ente querido e ritos mortuários.<strong><em>&nbsp;</em></strong></li></ul><div><br>"Mas o que é a morte<br>Senão o próximo passo.<br>Aquele que tememos,<br>Mas que um dia todos damos,<br>Ainda que contra a vontade.<br><br>Com medo de ver o fim,<br>Paralizados pela consciência<br>De um dia não existir,<br>Vivemos andando na sombra,<br>Do amanhã que pode não vir.<br><br>Eu que sei pouco,<br>Mas ciente de que tenho fim,<br>Caminho atento e sempre a ver,<br>Maravilhado com a dádivas<br>E milagres que é viver".<br>(Autor desconhecido)</div><div><br>REFERÊNCIA<br>MEDEIROS, Flavia. <strong>Corpos sem vida com fé-pública: a perícia necroscópica no Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 13:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 04 - Processo saúde/doença </title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1325350847</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>17/03/2021<br></em></strong>Para entender o processo saúde/doença é preciso uma compreensão de uma perspectiva histórica e cultural, contextualizada as relações sociais (determinantes sociais de saúde)do sujeito. Uma vez que, a doença não está relacionada apenas ao aspecto biológico ou objetivo, mas, na interação do corpo ao meio que esta inserido. Como uma "hibridização biológico-social" (LATOUR, 1994. Apud MINAYO,2013)ou seja, a interação recíproca e recursiva entre uma realidade construída (doença)e um personagem social (o doente).Como a globo demonstrou na novela das oito “O tempo não para” de 2018, o diagnóstico de 'banzo' (processo psicológico que induz à apatia, à inanição e, por vezes, à loucura ou à morte) em um dos personagens ex-congelados, que ao ser introduzido em uma realidade totalmente diferente da sua herança cultural demostrou-se insatisfeito.<br><br>Referência:<br>MINAYO. M. C. De S. <strong>Contribuições da antropologia para pensar e fazer saúde</strong>. In: CAMPOS, G. W. De S. et. al. (org.) <strong>Tratado de Saúde Coletiva</strong>. 2. ed. São Paulo: HUCITEC, 2013, p. 189-218.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 13:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 05 - Antropologia da saúde e doença</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1349794150</link>
         <description><![CDATA[<div><em>24/03/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>"Apesar de existirem às vezes tensões entre o saber da biomedicina e as práticas de cura religiosas e espirituais, elas não se anulam, mas reinventam-se de acordo com as necessidades do sujeito"( SANTOS, et al. 2012). A exemplo da 'simbiose medicinal' ilustrada no episódio 2 "lutando com a dor" da quinta temporada da série Grey's Anatomy, no qual, uma paciente antes de ser submetida a uma cirurgia precisava 'invocar' uma alma nova conforme ás práticas do ritual de cura, estabelecidas por sua religião e realizadas por um xamã.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A paciente relatava dor intensa e a longo prazo nas costas acompanhada de dormência nas pernas, sendo diagnosticado através de uma ressonância <em>ependinoma mixopapilar</em> (um tumor no canal vertebral)apresentando 95% de chance de recuperação com cirurgia imediata, caso contrário, a mesma corria o risco de obter paralisia permanente. No entanto, seu pai nega a orientação médica e diz que a filha retornará para casa. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma das principais características da série é o dialogo reflexivo dos médicos para com os seus pacientes, visando entender suas particularidades e auxiliá-los na tomada de decisões quando necessário. <br>- Esse acesso vai fazer a infusão de morfina e logo você vai parar de sentir dor.<br>- Eu já disse que eu não preciso, vou pra casa.<br>- Vai ter que assinar um termo de responsabilidade pra ir contra as orientações medicas e sair do hospital.<br>- Tá bom.<br>- Eu sei que é tudo novo e confuso, eu chamei a assistente social e ela vem conversar com vocês e explicar...<br>- Me poupa do discurso branco de diferenças culturais, eu fui criada, há quarteirões daqui, eu tenho uma banda, eu fiz faculdade, eu entendo, mas, meu pai não entende. Quando ele diz não é não.<br>- Estamos falando da sua capacidade de andar de novo Ana!<br>- E disso que você esta falando. Eu estou falando da minha família. Você já ouviu falar do povo Hmong? Nossa religião tem regras muito antigas, bem formuladas e muito espirituais ninguém brinca com elas. Não se deve provocar os ancestrais, mesmo que fure sua língua ou que toque em uma banda.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em><br>&nbsp;    </em>A compreensão do profissional de saúde tanto pela 'racionalidade dos conhecimentos' na paralaxe, quanto a influência dos DSS no agravo a saúde, permitem quebrar o diagnóstico "mecanicista" e visualizar o paciente além do objeto de intervenções biomédicas. Proporcionando desta forma, um atendimento mais humanizado e 'eficaz', respeitando as particularidades do "corpo que se conta" (CHARON. 2015).<br><br><br><br>REFERÊNCIAS:<br>CHARON, Rita. <strong>O Corpo que se Conta: porque a medicina e as histórias precisam uma da outra? </strong>Letra e voz, 2015.<br><br>SANTOS, A. C. B. dos. Antropologia da saúde e da doença: contribuições para a construção de novas práticas em saúde. Rev. NUFEN [online]. v.4, n.2, jul./dez. 2012, p. 11-21. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rnufen/v4n2/a03.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 19:29:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 06 - Autoatenção e intermedicalidade: noções antropológicas sobre a saúde</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1363717654</link>
         <description><![CDATA[<div><em>31/03/2021</em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para elucidar ás práticas da intermedicalidade além dos exemplos mencionados no texto de SCOPEL et al, segue em anexo uma reportagem noticiosa e investigativa sobre um conflito inicial e 'coprodução' posterior, da medicina cientifica e conhecimentos tradicionais de cura indígena. Os acontecimentos antagônicos e 'sinérgicos' possuem como base, o tratamento de uma criança indígena picada por uma cobra jararaca e transferida para o hospital em Manaus.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A princípio, o diagnóstico médico defende a amputação do membro acometido pelo animal peçonhento, discordado pela família que defendiam os recursos da natureza capazes de promover saúde mas, negligenciados pela sociedade. O acontecimento possibilitou a criação do Bahserikowi´i Centro de Medicina Indígena da Amazônia, localizado na Rua Bernardo Ramos, 97, no Centro Histórico do Centro de Manaus, em 06 de junho de 2017.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br>REFERÊNCIAS<br>FRANÇA, Elvira Elisa. <strong>A relação entre o indivíduo e os seres da floresta na medicina do Bahserikowi´i. </strong>Amazônia real. Acesso em: 06/04/2021. disponível em: <a href="https://amazoniareal.com.br/a-relacao-entre-o-individuo-e-os-seres-da-floresta-na-medicina-do-bahserikowii/">A relação entre o indivíduo e os seres da floresta na medicina do Bahserikowi´i&nbsp; - Amazônia Real (amazoniareal.com.br)</a>.&nbsp;<br><br>SCOPEL, D.; DIAS-SCOPEL, R. P.; WIIK, F. B. Cosmologia e<br>Intermedicalidade: o campo religioso e a autoatenção às enfermidades entre os índios Munduruku do Amazonas, Brasil. Revista Tempus Actas de Saúde Coletiva v. 6 n. 1 (2012): Saúde Indígena. Disponível em: https://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/1141/1046.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 12:08:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 07 - Itinerários terapêuticos, projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1411426679</link>
         <description><![CDATA[<div><em>07/04/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>Uma vez que, o conceito de saúde transcende a ausência de doenças e é definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS)como o estado de completo bem-estar físico, mental e social, a criação de projetos terapêuticos centrados na promoção da tríade, faz-se necessário para superar a atenção comumente dada pelos profissionais de saúde as partes da "máquina humana" e dos processos químicos específicos que a fazem funcionar. Ou seja, através do estabelecimento da sociabilidade dos profissionais e serviços contextualizados na interação com os usuários, possibilitando a construção de um novo paradigma assistencial, uma "dimensão cuidadora" (MÂNGIA e MURAMOTO, 2008). <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Algumas produções cinematográficas como filmes, novelas, séries e comerciais de televisão costumam abordar uma cena em comum mas, que refletem na iteração intercessora e subjetiva com o usuário. Trata-se da personificação do agente em saúde ou pessoas voluntárias em espaços clínicos ou hospitalares voltados na recuperação de crianças diagnosticadas com câncer, como uma terapia para o bem-estar mental/social aos medicamentos administrados apenas para a evolução homeostática. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Confira a notícia em anexo sobre "um novo olhar para as relações e a hierarquia dentro de um ambiente em que a saúde e a doença caminham juntas". </em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lembra daquela sala de espera da clínica/unidade de saúde com uma estética visual temática, disposição de revistas para leitura, área recreativa voltada as crianças, disponibilização do cafezinho com biscoitos, Televisão...? Pois bem, ela reflete na interação recíproca e recursiva da combinação das tecnologias aplicadas a saúde que definem e qualificam o encontro entre profissionais e usuários, pois "a produção do cuidado que cuida está implicada no universo relacional do processo de trabalho em saúde" (MÂNGIA e MURAMOTO, 2008).&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br><br>REFERÊNCIA<br>MÂNGIA, Elizabeth Ferreira &amp; MURAMOTO, Melissa Tieko. <strong>Itinerários terapêuticos e construção de projetos terapêuticos cuidadores</strong>. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 19, n. 03, pp. 176-182, 2008. Disponível em:&lt;https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v19i3p176-182&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 11:49:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 08 - Seminários críticos sobre experiências religiosas e noções de cura </title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1442258420</link>
         <description><![CDATA[<div><em>14/04/2021<br>&nbsp;    </em>Apesar das diversas formas de curas religiosas apresentadas pelos textos norteadores, discutidas durante a aula e compreendendo a importância de cada uma culturalmente nas sociedades, seria impossível pra mim não destacar em específico uma delas, devido a experiências particulares (imagem em anexo).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;As reflexões a partir do conceito de médico ferido, ao qual, aborda a polaridade doença/cura ocupando um mesmo espaço (corpo signo),me fez repensar sobre a paralaxe discutida no texto de Rita de Charon na UPP II. Se por um lado, temos a definição do profissional de saúde que deve se colocar no lugar do paciente/sujeito/pessoa, visando proporcionar um atendimento diferenciado, por outro, temos o profissional que de fato já vivenciou as experiências da doença e carrega consigo uma rede de significações. Todavia, um evento particular pode ser representativo de uma sociedade ambígua(marcada por culturas diversas)?&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-21 12:41:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 09 - Seminários críticos sobre racismo e saúde</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1473180123</link>
         <description><![CDATA[<div><em>28/04/2021</em></div><div><em>     </em>"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar" (Nelson Mandela).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É vergonhoso conviver em uma sociedade que se autodenomina como 'globalizada', com diversas inovações tecnológicas e científicas, onde o poder e a mais valia são mais importantes do que as relações interpessoais das espécies que, segundo a biologia foram "evoluídas" historicamente.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Não adianta ir pra a rua e cantar:&nbsp;<br>"[...] Ê, pérola negra&nbsp;<br>Pérola negra ilê a yê<br>Minha pérola negra [...]"<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Dizer que reconhece a existência das múltiplas formas de preconceito e, não adotar uma postura crítica a cerca do tema. Ou até mesmo, adotar o discurso de orgulho quando alguém próximo alcança um determinado cargo em meio as dificuldades encontradas pelo caminho, contundo, menospreza outras com uma trajetória similar. Não adianta!&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Trago em anexo como provocação, a matéria reproduzida pelo rede globo, via fantástico, sobre a concepção das crianças em detrimento do racismo. E me questiono, segundo os relatos do vídeo e de acordo com a frase de Mandela, o ser humano não nasce racista, torna-se ao longo da vida, e ainda, o exemplo da turma de medicina supracitado durante a aula, você, seria capaz de identificar quais as circunstâncias que te levam a ser racista, mesmo que diga que não seja?&nbsp;E, qual postura adotar enquanto profissional de saúde nestas situações?   <br><br><br></div><h1><a href="https://exame.com/negocios/no-brasil-84-percebe-racismo-mas-apenas-4-se-considera-preconceituoso/">No Brasil, 84% percebe racismo, mas apenas 4% se considera preconceituoso.</a>&nbsp;</h1><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/kSxfom_eRYk" />
         <pubDate>2021-04-29 11:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10 - Seminários críticos sobre População LGBTQI+ e saúde</title>
         <author>julielbarreto14</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>05/05/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>Apesar da saúde ser preconizada como direito de todos e dever do estado, e o sistema único de saúde conter a integralidade como um dos seus princípios, a 'tríade do bem estar' estabelecida pela OMS, trata-se apenas de um ideal utópico (pensando na sua totalidade) persistente em uma sociedade marcada por iniquidades e direitos violados!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Trazendo como exemplo as paradas do orgulho que vem ocorrendo de forma anual desde 1997, me veio a seguinte inquietação: se as pessoas vão as ruas reivindicar seus direitos violados e a cada manifestação o número de participantes cresce significativamente, haverá "vitória" um dia? Interrogo pensando na perspectiva de que apesar das múltiplas formas de denúncias e buscas por direitos aos quais são assegurados 'apenas' no papel, há uma progressão aritmética de avanços e uma geométrica de retrocessos como resposta.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Discutir as diversas populações e saúde durante o BIS torna-se, mesmo que de forma mínima um espaço para refletirmos sobre nossas futuras atuações como profissionais da área. Tendo em vista que, os corpos são sígnicos e falam nas suas diversas formas de interpretação social, buscando assim, não negligenciar suas lutas diárias e construir um olhar crítico, reflexivo e humanizado!<br><strong><br></strong>“O Estado preocupa-se com a saúde do indivíduo em função de sua utilização como instrumento de trabalho e não em função de suas esperanças, de seus anseios, de seus temores ou de seus sofrimentos.”(Jayme Landmann). &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 19:54:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 11 - Seminário crítico sobre limites da sexualidade e saúde</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1515134478</link>
         <description><![CDATA[<div><em>12/05/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>Dentre as diversas explanações realizadas na aula, ressalto a que mais me chamou atenção, tanto pela interpretação da pesquisa feita pela equipe através do menti, quanto pela relevância do tema de educação sexual infantil. <em>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>De acordo com a psicóloga <a href="http://www.rsaude.com.br/ribeirao-preto/profissional/marilza-arcanjo-dos-santos-rodrigues/36298">MARILZA RODRIGUES</a>,<em> </em>quando os pais adotam o silêncio sobre sexualidade ou tiram o foco da pergunta, além de aumentar a curiosidade infantil, sinalizam que este assunto é proibido, perpetuando o tabu e afastando os filhos. Em concomitância, a negligência do assunto é suprida pela busca de maiores informações de forma independente, todavia, uma atenção integrada DEVE ser adotada pelos responsáveis da criança/pré-adolescente bem como da comunidade a nível geral, para que informações erradas, antecipadas e preconceituosas não sejam perpassadas. &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 20:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 12 - Seminário crítico sobre COVID-19 e desigualdades em saúde </title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1543505427</link>
         <description><![CDATA[<div><em>19/05/2021<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>Partindo do fragmento da música o tempo não para de Cazuza, "Eu vejo o futuro repetir o passado", a saúde preconizada constitucionalmente como dever do estado, está se refletindo infelizmente em nosso país como a 'seleção natural' de Darwin. Na qual, a 'evolução' adaptativa aos desafios&nbsp; da pandemia é privilégio de poucos. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma vez que, um vírus possibilita a desordem 'homeostática' do mundo como todo e impulsiona a visualização das iniquidades existentes, e mesmo assim, são negligenciadas, acredito que a sociedade já estava adoecida antes mesmo da pandemia.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 12:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 13 - Avaliação e encerramento do componente</title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1561288575</link>
         <description><![CDATA[<div><em>26/05/2021<br></em>Dedico para a aula de hoje o poema de Tiago Arrais, como forma de encerrar mais um ciclo e preparar a chegada de outros. Ao mesmo tempo, quero agradecer de modo especial aos professores Marcus e Diana por terem feito parte de mais uma jornada em busca pelos conhecimentos da profissão, vocês de fato foram muito importante para a moldura de um futuro nutricionista. Grato pelas contribuições!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;"Assim como as estações, a vida tem ciclos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os melhores dias são como memórias antigas&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;de um verão regado de risadas, de aventuras&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;e de calor.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mas depois do verão vem o outono.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As folhas caem, as circunstâncias mudam.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; E o inverno é tão traiçoeiro que é quase impossível&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;notar quando de fato começa e quando termina.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os dias são escuros, mais curtos.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Parecem saber que se fossem longos&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;derrubariam até os mais valentes entre nós.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As estações nos dão a oportunidade de&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;redescobrirmos o significado do que é paciência.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nos levam à reflexão, à esperança&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;de uma nova primavera.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; No outono, no inverno,&nbsp;<br>       esperamos a primavera chegar.&nbsp;<br>        E assim como as estações, a vida".</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-26 13:20:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julielbarreto14</author>
         <link>https://padlet.com/julielbarreto14/oa1cqc2bljmjgc36/wish/1561356571</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:36:54 UTC</pubDate>
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