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      <title>LEITURA LITERÁRIA by Bruna Moreth</title>
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      <description>TURMA 3001 - UESF</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-24 16:56:41 UTC</pubDate>
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         <title>Balada do Esplanada - Oswald de Andrade - Parte 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald de Andrade (1890-1954) foi escritor e dramaturgo brasileiro. Fundou junto com Tarsila do Amaral o "Movimento Antropófago". Foi uma das personalidades mais polêmicas do Modernismo.<br><br>Oswaldo de Andrade era irônico e gozador, teve uma vida atribulada, foi militante político, foi o idealizador dos principais manifestos modernistas. Ao lado da pintora Anita Malfatti, do escritor Mário de Andrade e de outros intelectuais organizou a Semana de Arte Moderna de 1922.<br><br>José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Souza Andrade fez seus primeiros estudos no Ginásio de São Bento, onde ouviu de um professor que ia ser escritor. Passou a comprar livros e a escrever.<br><br>Uma de suas frases conhecidas era: Como poucos, eu conheci as lutas e as tempestades. Como poucos, eu amei a palavra liberdade e por ela briguei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 14:46:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Poema:<br>Ontem à noite<br>Eu procurei<br>Ver se aprendia<br>Como é que se fazia<br>Uma balada<br>Antes de ir<br>Pro meu hotel.<br>É que este<br>Coração<br>Já se cansou<br>De viver só<br>E quer então<br>Morar contigo<br>No Esplanada.<br><br>Eu queria<br>Poder<br>Encher<br>Este papel<br>De versos lindos<br>É tão distinto<br>Ser menestrel<br>No futuro<br>As gerações<br>Que passariam<br>Diriam<br>É o hotel<br>É o hotel<br>Do menestrel<br><br>Pra me inspirar<br>Abro a janela<br>Como um jornal<br>Vou fazer<br>A balada<br>Do Esplanada<br>E ficar sendo<br>O menestrel<br>De meu hotel<br><br>Mas não há, poesia<br>Num hotel<br>Mesmo sendo<br>Splanada<br>Ou Grand-Hotel<br><br>Há poesia<br>Na dor<br>Na flor<br>No beija-flor<br>No elevador<br>Interpretação:<br>As características deste poema são bastante diferentes do período romântico, e ecoaram mais com o período modernista. no entanto, ele disse que não está adorando o amor ou as mulheres, mas esperando pelo amor a qualquer hora e em qualquer lugar.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 15:16:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Esse foi o nosso meme escolhido, ele mostra que no início do texto estava tudo certo e perfeito até tudo dar errado e surgir esse pensamento de que não deu certo </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 13:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>Não sei - Cora Coralina (Luara Miranda)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Poema:<br>Não sei…<br>se a vida é curta<br>ou longa demais pra nós,<br>mas sei que nada do que vivemos<br>tem sentido,<br>se não tocamos o coração das pessoas.<br> <br>Muitas vezes basta ser:<br>colo que acolhe,<br>braço que envolve,<br>palavra que conforta,<br>silêncio que respeita,<br>alegria que contagia,<br>lágrima que corre,⁶<br>olhar que acaricia,<br>desejo que sacia,<br>amor que promove.<br> <br>E isso não é coisa de outro mundo:<br>é o que dá sentido à vida.<br>É o que faz com que ela<br>não seja nem curta,<br>nem longa demais,<br>Mas que seja intensa,<br>verdadeira e pura…<br>enquanto durar.<br><br>Interpretação: <br>O Eu-lírico fala sobre as coisas boas que fazem a vida ser melhor e faz a mesma valer a pena. Fala também sobre o sentido da vida e que precisamos ser inspiração para outras pessoas, precisamos tocar no coração das pessoas e sempre ajudar o próximo, tentar fazer o bem enquanto vivermos, pois é o que faz a vida ter mais sentido e mais amor.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 22:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Não sei - Cora Coralina (Letícia Lima)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Resumo sobre o autor:<br>Ana Lins dos Guimarães Peixoto nasceu em 20 de agosto de 1889, na cidade de Goiás, foi uma poetisa e contista brasileira, considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, aos quinze anos, teve seu primeiro conto publicado e foi então que surgiu o pseudônimo de Cora Coralina, em um dos saraus da cidade que cora frequentava ela conheceu Cantídio Tolentino Bretas, um homem mais velho, por quem se apaixonou, a família da moça não aceitou essa união e sem pensar duas vezes Cora fugiu com Cantídio em 1911, o casal viveu em várias cidades e tiveram 6 filhos, dos quais dois morreram logo após o parto, mas o que parecia uma libertação foi uma nova prisão: seu marido a proibia de publicar seus textos. Também a proibiu de participar da semana de arte moderna, que acontecia em São Paulo em 1922.<br>Cora virou viúva em 1934, trabalhou em diversas áreas e morou em diversas cidades paulistas, somente em 1956 retornou a Goiás, o que era pra ser uma visita breve tornou-se um reencontro com suas origens, e a autora decidiu permanecer na cidade, seguiu escrevendo e se sustentando a partir da venda de doces.<br>Aos 70 anos seus escritos conheceram o formato de livro, que foi publicado cinco anos depois, abatida por uma forte gripe, que logo se converteu em pneumonia, Cora Coralina faleceu em um hospital em Goiânia, em 10 de abril de 1985. <br><br>Uma de suas frases conhecidas é: <br>“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 22:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Não sei - Cora Coralina (Lucas Amado)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Meme que escolhemos, pois de acordo com o título do poema: "Não sei" <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 22:49:41 UTC</pubDate>
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         <title>Balada do Rei Das Sereias- Manuel Bandeira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadmoreth/o9zt2adjgdrzccqh/wish/839400909</link>
         <description><![CDATA[<div>O rei atirou</div><div>Seu anel ao mar</div><div>E disse ás sereias:</div><div>—Ide-o lá buscar,</div><div>Que se não trouxerdes,</div><div>Virareis espuma</div><div>Das ondas do mar!</div><div><br></div><div>Foram as sereias,</div><div>Não tardou, voltaram</div><div>Com o perdido anel.</div><div>Maldito o capricho do rei tão cruel!</div><div><br></div><div>O rei atirou</div><div>Grãos de arroz ao mar</div><div>E disse ás sereias:</div><div>—Ideo-os lá buscar,</div><div>Que se não trouxerdes</div><div>Virareis espuma</div><div>Das ondas do mar!</div><div><br></div><div>Foram as sereias,</div><div>Não tardou, voltaram,</div><div>Não faltava um grão.</div><div>Maldito o capricho </div><div>Do mau coração!</div><div><br></div><div>O rei atirou</div><div>Sua filha ao mar </div><div>E disse ás sereias:</div><div>—Ide-a lá buscar</div><div>Que se não trouxerdes,</div><div>Virareis espuma </div><div>Das odas do mar!</div><div><br></div><div>Foram as sereias...</div><div>Quem as viu voltar!...</div><div>Não voltaram nunca!</div><div>Viraram espuma </div><div>Das ondas do mar.<br><br>Resumo sobre autor:<br>Natural de Recife – Pernambuco, Manuel Bandeira nasceu em abril de 1886 e faleceu em 13 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro.<br><br></div><div>Manoel Bandeira teve um de seus poemas – mais especificamente, o poema ‘Os Sapos’ – como “abre-alas” na Semana de Arte Moderna realizada em território brasileiro no ano de 1922. Sendo assim, ele integra os artistas que participaram de alguma forma do evento que consolidou a literatura moderna em todo o Brasil.<br><br></div><div>Ao lado de grandes nomes, como Joaquim Nabuco, João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Paulo Freire e Clarice Lispector, Manuel Bandeira representa o que há de melhor na produção de arte e literatura no estado de Pernambuco.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 00:16:28 UTC</pubDate>
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         <title>Meme do poema Balada do Rei Das Sereias(grupo10)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadmoreth/o9zt2adjgdrzccqh/wish/839535399</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhemos o meme "enfim a hipocrisia" e acrescentamos a legenda a respeito do que se trata no poema, pois entendemos como hipocrisia a atitude do rei. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:47:01 UTC</pubDate>
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         <title>Poema Ausência - Vinicius de Moraes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadmoreth/o9zt2adjgdrzccqh/wish/843038225</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Resumo sobre o Autor:<br></mark></em></strong><br>Vinicius de Moraes  nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19  de outubro de 1917, foi um poeta e compositor brasileiro, um dos fundadores nos anos 50 do movimento Bossa Nova, foi também um importante escritor da segunda fase do Modernismo, Vinicius também era dramaturgo e diplomata.<br>Vinicius iniciou o curso de direito e no ano da sua formatura publicou seu primeiro livro "O caminho para a Distância. Em 1943 o artista passou em um concurso do Ministério das Relações Exteriores, trabalhou nos E.U.A, França e Uruguai mas em 1969 foi exonerado por não estar aliado com a Ditadura Militar.<br><br>A partir da década de 30, o escritor passou a frequentar rodas literárias e boêmias do Rio de Janeiro. Nessa época, conheceu os poetas Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, esse  tornou-se um dos seus melhores amigos durante toda a sua vida.<br>Quem conviveu com Vinicius dizia que ele era uma pessoa dócil, carinhosa e com senso de humor e desde jovem aderiu o estilo de vida boêmio, a maioria das poesias do escritor falam sobre amor, amigos e mulheres mas há poesias com temas nacionais. <br>Conforme estudos, o banheiro era o lugar favorito <strong> </strong>da casa do artista. Inclusive, ele gostava de escrever sentado na sua banheira .Vinicius de Moraes morreu no dia 9 de julho de 1980 em razão de um <strong>edema pulmonar</strong>. Relatos dizem que ele foi encontrado na sua banheira, sem vida, pelo seu parceiro musical Toquinho.<br><br><strong><mark>Interpretação do poema:</mark></strong><br><br>O poema ausência do Vinicius de Moraes parece falar de saudades mas não uma saudade mútua de quem viveu um romance e teve que lidar com seu fim, pelo  contrário ele parece não querer um envolvimento com a pessoa "amada" como nesse trecho: "Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado".<br>O poema na verdade é talvez um pouco melancólico pois ele precisa da "presença" de alguém para ficar bem, como se fosse a única coisa capaz de acalmar a agonia que ele sente: "No entanto a tua presença e qualquer coisa como a luz e a vida". Apesar disso ele aceita que essa pessoa não pertence a ele mas ainda sim de certa forma sente uma ausência permanente. <strong><mark><br><br>Alunas: Isabel Pinheiro e Gabriela Viana.<br><br><br></mark></strong><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 23:18:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ao Leitor - Charles Baudelaire(Grupo 3)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadmoreth/o9zt2adjgdrzccqh/wish/847384594</link>
         <description><![CDATA[<div>A tolice, o erro, o pecado, a mesquinhez</div><div>Ocupam nossos espíritos e viajam por nossos corpos,</div><div>E nos alimentam de nossos amáveis remorsos,</div><div>Assim como o mendigo alimenta seus vermes.</div><div>Nossos pecados são teimosos,</div><div>nossos arrependimentos são frouxos;</div><div>Nós nos confessamos com persistência ,</div><div>Mas retornamos alegremente pela estrada lamacenta,</div><div>Com a ilusão de que nossas lágrimas lavam nossas manchas.</div><div>Sobre o travesseiro do mal, está escondido o Diabo</div><div>Que docemente consola nosso espírito,</div><div>E quando o metal puro de nossa vontade se evoca</div><div>Ele vira vapor pelas obras deste, que age sem ser visto.</div><div>É o diabo que move seus filhos e até os manuseia!</div><div>E só nos é possível enxergar coisas boas naquilo que é repugnante;</div><div>Todos os dias caminhamos para mais perto do Inferno,</div><div>Sem medo, dentro das trevas que nos cercam.</div><div>Assim como um vagabundo beija e suga</div><div>O seio murcho que lhe oferta uma prostituta,</div><div>Roubamos por acaso qualquer carícia que recebemos</div><div>Para espremê-la até o fim assim como esprememos uma laranja velha.</div><div>Espesso, a fervilhar, assim como um milhão de parasitas,</div><div>Em nosso crânio cresce uma multidão demônios,</div><div>E, toda vez que respiramos, a morte suspira em nossos pulmões,</div><div>Como um rio invisível, com surdos murmúrios.</div><div>Se o veneno, a paixão, o estupro, a punhalada</div><div>Não bordaram ainda com desenhos finos</div><div>A história de nossos inúteis destinos,</div><div>É que nossa alma arriscou pouco, ou quase nada.</div><div>Em meio às hienas, às serpentes, aos chacais,</div><div>Aos símios, escorpiões, abutres e panteras,</div><div>Aos monstros ululantes e às viscosas feras,</div><div>Em meio ao lodo infâme de nossos vícios,</div><div>Um é o mais feio, mais iníquo, mais imundo!</div><div>Sem grandes gestos ou sequer lançar um grito,</div><div>Da Terra, por puro prazer, faria um só detrito</div><div>E um bocejo imenso engoliria o mundo;</div><div>É o Tédio! –</div><div>O olhar que foge ao mínimo de emoção,</div><div>Em vão sente prazer no sonho, enquanto fuma ervas finas.</div><div>Tu o conheces, leitor, esse monstro delicado –</div><div>Hipócrita leitor,</div><div>Meu espelho –</div><div>Meu irmão.</div><div><br></div><div>Interpretação: O poema mostra um reflexo da sociedade viciada no pecado onde o arrependimento é temporário. O autor afirma que a sociedade é movida pelo diabo, por algo que os fazem pecar constantemente. Outro ponto importante a destacar é a critica sobre o julgamento que as pessoas tem com quem vive em desonra, mas ao mesmo tempo, estes cometem muitos erros. Ademais, os versos "Roubamos por acaso qualquer carícia que recebemos</div><div>Para espremê-la até o fim assim como esprememos uma laranja velha" apresentam a carência que é vista atualmente, como as pessoas sustentam qualquer tipo de migalha para satisfazer seus desejos supérfluos e com isso leva a analogia do diabo, que os fazem ter esse tipo de ação como é lido no verso "É o diabo que move seus filhos e até os manuseia!". O autor no verso "Em meio ao lodo infâme de nossos vícios,</div><div>Um é o mais feio, mais iníquo, mais imundo!" afirma que todos estão na mesma, não importa os erros, ele ironiza isso mostrando que tem pessoas piores(mais iníquas e imundas). Por fim, analisa-se que o poema também é uma autocrítica pois ele denomina o leitor como o espelho dele, como se ele também fizesse parte disso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 04:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ao Leitor - Charles Baudelaire(Grupo 3)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadmoreth/o9zt2adjgdrzccqh/wish/847387796</link>
         <description><![CDATA[<div>Charles Baudelaire, nascido em 1821 e veio a óbito no ano de 1867,  foi um dos mais influentes poetas franceses do século XIX. Foi considerado um dos precursores do Simbolismo. Inaugurou a modernidade da poesia que só foi reconhecida depois de sua morte.<br><br>Charles-Pierre Baudelaire nasceu em Paris, França, no dia 09 de abril de 1821. Filho de François Baudelaire e de sua segunda esposa Caroline Defayis, com seis anos de idade ficou órfão de pai.<br>Em 1932, a família se mudou para Lyon e no ano seguinte, Baudelaire ingressou no internato do Collège Royal de Lyon, quando se rebela contra a estrutura militar.<br><br>Ainda na infância, entra em conflito com o mundo que a cercava e, especialmente com seu padrasto, o coronel Jacques Aupich.<br><br>Em 1836, a família retorna à Paris e Baudelaire é matriculado no Lycée Louis-le-Grand. Nessa época, mostra-se melancólico e solitário<br><br>SOBRE SUA CARREIRA:<br>Começa a escrever suas primeiras poesias. Em 1838 escreve o poema “Incompatibilité”. Em 1839, por indisciplina, foi expulso da escola. Nesse mesmo ano, conclui o colegial na École de Droit.<br><br>Nessa época, Baudelaire decide se dedicar à literatura. Faz amizade com os poetas Gustave Le Vavasseur e Ernest Prarond, e passa a levar uma vida de boêmio e muda-se para a pensão Lévêque et Bailly.<br><br>Em 1841, pressionado pela família, interrompe seus estudos superiores e é obrigado a embarcar em um navio para Calcutá, na Índia, mas interrompe sua viagem e permanece nas ilhas Maurício.<br><br>Em 1842 retorna para a França. Nesse mesmo ano, atinge a maioridade e recebe a herança deixada por seu pai. Passa a morar na ilha de Saint-Louis, torna-se um boêmio incurável, que se violentava com ópio e maconha.<br><br>Escandalizava Paris ao lado da atriz Jeanne Duval, a “dame créole” de um de seus poemas. Outras mulheres de sua poesia foram Madame Sabatier e a atriz Marie Daubrun.<br><br>Em dois anos havia desperdiçado metade de sua herança levando sua mãe a entrar com uma ordem judicial, que nomeou um tutor para as suas despesas.<br><br>Charles Baudelaire refugia-se no misticismo, em busca de experiências exóticas e procura afirmar sua individualidade e seu desprezo pela sociedade. Em 1847 publica sua única novela “La Fanfarlo”.<br><br>Frase conhecida:"Todo o homem saudável consegue ficar dois dias sem comer - sem a poesia, jamais"</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 04:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Meme de Ao Leitor(grupo 3)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolhemos esse meme ironiza o verso direto para o leitor que o autor apresenta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 04:05:05 UTC</pubDate>
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         <title>.                                                      Daniel Marinho Conde         Sobre Clarice Lispector     Clarice Lispector nasceu em 10 de dezembro de 1920 em Tchetchelnik, Ucrânia. Quando tinha cerca de dois meses de idade, seus pais migraram para o Brasil, terra que considerava como sua verdadeira pátria. Em 1924, a família mudou-se para o Recife, onde iniciou seus estudos. Por volta dos oito anos, Clarice perdeu sua mãe. Três anos depois, a família muda-se para o Rio de Janeiro.Ingressa em 1939 na Faculdade de Direito, e publica no ano seguinte seu primeiro conto, Triunfo, em uma revista. Forma-se em 1943 e casa-se no mesmo ano com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem teve dois filhos. Durante seus anos de casada, mora em diversos países pela Europa e nos Estados Unidos.Em 1944, publica seu primeiro romance, Perto do coração selvagem, vindo a ganhar o Prêmio Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras, no ano seguinte. Separa-se de seu marido em 1959 e volta para o Rio de Janeiro com seus dois filhos. No ano seguinte, publica seu primeiro livro de contos, Laços de família. Em 1967, um cigarro provoca um grande incêndio em sua casa e Clarice fica gravemente ferida, correndo risco inclusive de ter sua mão direita amputada. Porém, após se recuperar, continua com sua carreira literária publicando diversos livros. Publica em 1977 seu último livro, A hora da estrela, vindo a ser internada pouco tempo depois com câncer. A escritora vem a falecer no dia 9 de dezembro do mesmo ano, véspera de seu aniversário de 57 anos. Suas principais obras são: “Perto do coração selvagem” (1944), “Laços de família” (1960), “A maçã no escuro” (1961), “A legião estrangeira” (1964), “A paixão segundo G.H.” (1964), “Felicidade clandestina” (1971), “Água viva” (1973) e “A hora da estrela” (1977).    </title>
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         <pubDate>2020-10-21 12:38:23 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Marinho Conde</title>
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         <pubDate>2020-10-21 12:43:24 UTC</pubDate>
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         <title>Poema Ausência - Vinicius de Moraes</title>
         <author>bebelpas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>AUSÊNCIA</mark></strong><br><br>Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces<br>Porque nada te poderei dar se não a mágoa de me veres eternamente exausto.<br>No entanto a tua presença é qualquer coisa como luz e a vida<br>E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.<br>Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado<br>Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados<br>Para que eu possa levar uma gota de orvalho nessa terra amaldiçoada<br>Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado<br>Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face<br>Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada<br>Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande intimo da noite<br>Porque eu encostei minha face na face da noite e escutei tua fala amorosa<br>Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço<br>E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.<br>E eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos<br>Mas eu te possuirei mais que ninguém  porque poderei partir<br>E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas<br>Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.<br><br><strong><mark>Meme:</mark></strong><br>tentamos escolher  de acordo com o que entendemos do texto e a interpretação<br><br><strong><mark>Alunas: Isabel e Gabriela Viana</mark></strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 00:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Poema Não há vagas(grupo 6)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O preço do feijão<br>não cabe no poema. O preço<br>do arroz<br>não cabe no poema.<br>Não cabem no poema o gás<br>a luz o telefone<br>a sonegação<br>do leite<br>da carne<br>do açúcar<br>do pão<br><br>O funcionário público<br>não cabe no poema<br>com seu salário de fome<br>sua vida fechada<br>em arquivos.<br>Como não cabe no poema<br>o operário<br>que esmerila seu dia de aço<br>e carvão<br>nas oficinas escuras<br><br>– porque o poema, senhores,<br>está fechado:<br>“não há vagas”<br><br>Só cabe no poema<br>o homem sem estômago<br>a mulher de nuvens<br>a fruta sem preço<br><br>O poema, senhores,<br>não fede<br>nem cheira<br><br><mark>INTERPRETAÇÃO</mark><br>O poema é uma manifestação  dos altos preços das coisas necessárias para sobreviver que se contrapõe ao baixíssimo e injusto salário; Retrata principalmente a desigualdade, a tristeza, a pobreza do proletariado, a falta de emprego, entre outros. Destaca que além de não ter oportunidades de trabalho, eles são deixados de lado e o governo não se importa com eles e não fazem nada para melhorar a situação.<br><br><mark>RESUMO DO ESCRITOR</mark><br>Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro era José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, MA, em 10 de setembro de 1930, numa família de classe média pobre e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 4 de dezembro de 2016. Dividiu os anos da infância entre a escola e a vida de rua, jogando bola e pescando no Rio Bacanga. Considerava ter vivido numa espécie de paraíso tropical e, quando chegou à adolescência, ficou chocado em ter que tornar-se adulto, e tornou-se poeta.<br>No começo acreditava que todos os poetas já haviam morrido e somente depois descobriu que havia muitos deles em sua própria cidade, a algumas quadras de sua casa. Passou então, já com seus dezoito anos, a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas.<br>Descobriu a poesia moderna apenas aos dezenove anos, ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira. Ficou escandalizado com esse tipo de poesia e tratou de informar-se, lendo ensaios sobre a nova poesia. Pouco depois, aderiu a ela e adotou uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés".<br>[IMAGEM]</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 01:17:07 UTC</pubDate>
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         <title>Meme do poema não há vagas  (grupo 6)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>obs: nós mesmo produzimos, de acordo com o nosso intendimento do poema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 01:27:01 UTC</pubDate>
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         <title>meme 2 do poema não há varga (grupo 6)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 01:34:00 UTC</pubDate>
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