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      <title>AD1 TEE by Rosi</title>
      <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv</link>
      <description>Educação Especial.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-12 23:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>Inteligências: História e concepções</title>
         <author>rosilenefrutuoso</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2091943624</link>
         <description><![CDATA[<div>No dicionário de Psicologia (Associação Psicológica Americana, 2010, p. 521), pode-se encontrar a definição de <strong>inteligência</strong> como sendo a “capacidade de extrair informações, aprender com a experiência, adaptar-se ao ambiente, compreender e utilizar corretamente o pensamento e a razão”.<br>Nos séculos XIX e XX, os testes de QI eram a forma mais comum de determinar o nível de inteligência de uma pessoa. <br>Com relação à avaliação de inteligência, Binet reconheceu que um teste de inteligência poderia fornecer apenas uma amostra de todos os comportamentos inteligentes de um indivíduo. Desta forma, Binet expressou que <a href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=668635">um teste de inteligência não era defintivo</a> para qualquer indivíduo.<br>Na mesma época, o psicólogo americano Howard Gardner começou a estudar a inteligência humana e percebeu que ela não podia ser mensurada por meio de uma métrica, como faziam os testes de QI.<br>Durante grande parte dos séculos 19 e 20, acreditou-se que a inteligência era algo podia ser facilmente medido, determinado e comparado através de testes, como o famoso teste de QI por exemplo, que dava a inteligência da pessoa em números.<br><br>INTELIGÊNCIA LÓGICA<br><br>Pessoas que tem uma alta capacidade de memória e um grande talento para lidar com matemática e lógica em geral.<br><br>INTELIGÊNCIA MUSICAL<br><br>É um dos tipos raros de inteligência. Algumas pessoas têm está inteligência tão evoluída que são capazes de aprender a tocar instrumentos musicais sozinhas.<br><br>INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL<br><br>Inteligência interpessoal é um tipo de inteligência ligada a capacidade natural de liderança.<br><br>INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL<br><br>É um tipo raro de inteligência, também relacionado a liderança. Quem desenvolve a inteligência interpessoal tem uma enorme facilidade em entender o que as pessoas pensam, sentem e desejam.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 23:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4-Caminhos isótopos do desenvolvimento.</title>
         <author>rosilenefrutuoso</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2091943726</link>
         <description><![CDATA[<div>Maturação: Atualmente, ao se compreender a maturação, considera-se também a presença, com relativa importância, da aprendizagem no desenvolvimento, bem como a idade cronológica, como um referencial obrigatório.</div><div>&nbsp; &nbsp; Isso não quer dizer que todo o desenvolvimento humano seja de origem puramente maturativa, mas apenas sinaliza que, nas seqüências evolutivas, nas quais se considera que a maturação é o fator desencadeante do desenvolvimento, não há lugar para a aprendizagem específica.<br><br></div><div>DEFECTOLOGIA<br><br>&nbsp; Para Vygotsky, é a ciência que tem como objeto especial de estudo os processos do desenvolvimento infantil. As contribuições que deixou para a área da deficiência estão no campo teórico, metodológico, institucional e clínico. Dentre seus principais objetivos estava entender a organização das funções psicológicas e das condutas do deficiente. Tinha uma visão prospectiva do desenvolvimento.<br>Algumas expressões como "caminhos isotrópicos do desenvolvimento" e "processos comutativos" podem ser consideradas como sendo as que mais se aproximam das expressões utilizadas originalmente . Esse enfoque de Vygotsky foi desenvolvido a partir de uma análise crítica da abordagem feita à deficiência. Segundo ele, os métodos de avaliação normalmente trazem uma concepção quase que exclusivamente quantitativa da inteligência na infância e determinam o grau de retardo do intelecto sem caracterizar nem o defeito, nem as mudanças ocorridas em função da deficiência. Esse princípio qualitativo de Vygotsky está baseado em Stern, que enfatiza a ideia de que a criança deve ser estudada a partir de uma perspectiva qualitativa e que o seu processo de desenvolvimento deve ser entendido como uma cadeia de metamorfoses.<br>&nbsp; &nbsp;Portanto, uma criança deficiente apresentaria um desenvolvimento qualitativo único. Ela representaria uma variação, um tipo especial de desenvolvimento, e não uma variante quantitativa do tipo normal. Abordagem quantitativa.</div><div>&nbsp; Para Vygotsky, o desenvolvimento infantil estudado pela Defectologia apresenta uma diversidade de formas e particularidades. O autor entende que, se por um lado um defeito significa uma limitação e/ou um problema no desenvolvimento, por outro estimula uma intensificação em direção ao crescimento do indivíduo, principalmente porque cria uma dificuldade. Assim a diminuição de uma faculdade pode ser total ou parcialmente comutada pelo fortalecimento do desenvolvimento de outra.</div><div>&nbsp; &nbsp; Cada criança, em cada etapa de seu desenvolvimento, é um ser único qualitativamente, ou seja, uma estrutura orgânica e psicológica específica. Portanto, uma criança com um defeito apresenta um desenvolvimento qualitativamente diferente e único. Vale lembrar que existem limites para a especificidade do desenvolvimento da criança deficiente, pois o meio social no qual esse processo ocorre pode dificultar a criação de novas rotas.<br>Essa lei da comutação para o autor serve tanto para o desenvolvimento normal quanto para o anormal.&nbsp;<br>A criação de rotas isotrópicas seria a reação do indivíduo ao defeito, que iniciaria um caminho novo para o processo de desenvolvimento. Para Vygotsky, muito do que é inerente ao desenvolvimento normal desaparece ou é encurtado devido a um defeito, o que resulta em um novo e especial tipo de desenvolvimento.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/bcoUmYPGSbs" />
         <pubDate>2022-03-13 00:00:09 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O menino selvagem&quot;</title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092324758</link>
         <description><![CDATA[<div>Este vídeo,&nbsp; mostra a história de de um menino selvagem que foi encontrado numa floresta e é cuidado por um médico psiquiatra francês que se torna responsável pela educação dele. Ele conseguiu a custódia da criança. Com a ajuda de uma auxiliar seu cabelo e unhas foram cortados, deram banho, foi ensinado a andar de forma ereta, a comer, a usar sapatos. O médico observou que o menino não tinha nenhuma reação, apesar dos maus tratos sofridos no instituto, nada o fazia chorar. A mulher perguntou se ele os ouvia e ele disse que sim, mas que não prestava atenção assim como via sem olhar. Essa era a maneira de cuidar de uma criança especial naquela época.  <br>Disponível no YouTube em:&lt;https://www.youtube.com/watch?v=7KwQD8sEUWs&gt;&nbsp;</div><h1>L'enfant sauvage (François Truffaut, 1970), VOSE (3)</h1>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=7KwQD8sEUWs" />
         <pubDate>2022-03-13 13:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092379853</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 2 Inteligência: fatores de influência</strong></div><div>&nbsp;<br>&nbsp;O desenvolvimento das pessoas que têm deficiência ou algumas necessidades especiais repercute no campo educacional. É preciso entender a inteligência e os fatores que a determinam ou influenciam para tratar uma pessoa deficiente e/ou com necessidades especiais, suas manifestações, incluindo a cognitiva. A Psicometria era usada no entendimento da inteligência, utilizada pela Psicologia diferencial, que priorizava as capacidades verbais e acadêmicas. O teste de Inteligência de Binet usado de forma correta era eficaz na predição do rendimento escolar.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Para a Psicologia um dos axiomas básicos é que todo comportamento humano, inclusive o da inteligência é produto da hereditariedade e da interação com o meio e com o tempo. O lugar onde a criança cresce, os estímulos que recebe e como as pessoas interagem com ela podem determinar sua inteligência. De acordo com N. Sprinthall e &amp; R. Sprinthall (1997) a nutrição, a variedade de estímulos e a experiência anterior seriam os fatores mais importantes no desenvolvimento intelectual. A deficiência nutricional grave pode prejudicar seriamente o desenvolvimento intelectual, causando atrasos mentais, principalmente na gestação ou nos dois ou três primeiros anos de vida.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Para J. MacVicker Hunt a chave do desenvolvimento cognitivo é ajustado entre a capacidade atual da criança e na variedade de estímulos dosada para o desejo de continuar a aprender.Já Jerome Bruner defendia que para o desenvolvimento cognitivo os bebês deveriam ser expostos a uma variedade de estímulo e mudança constante do meio. Benjamin S. Bloom afirmava que um meio enriquecido nas primeiras fases da vida era a chave para o pleno desenvolvimento da inteligência. A experiência anterior em situações de aprendizagem é outro fator referente ao meio relacionado à inteligência e dá a criança uma sólida base para seu raciocínio.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A maioria dos psicólogos reconhece que a experiência precoce influencia no desenvolvimento cognitivo e afirma que a os efeitos do meio sobre a inteligência atinge sua máxima expressão durante os primeiros anos de vida. Aos quatro anos a inteligência atinge 50% e aos 8 anos 80% e a medida que o tempo passa o ambiente terá cada vez menos efeito (SPRINTHALL, 1997). A privação da variedade de estímulo em idade precoce pode causar prejuízos ao desenvolvimento da criança.&nbsp;<br><br></div><div>Sobre a inteligência de gênero as pesquisas mostram que os homens têm mais aptidões numéricas, em especial em Matemática no nível do ensino secundário.<br>&nbsp;A expectativa da sociedade é um dos fatores responsável no desenvolvimento e desempenho dos indivíduos, que incentiva determinados comportamentos favorecendo um ou outro sexo.<br><br></div><div>&nbsp;A desnutrição não é um fator de fracasso escolar, tem de observar o estado de fome dos alunos, a relação do aluno com o professor e demais alunos, a frequência escolar, ausência de vínculo ente professor e aluno, envolvimento da direção da escola com trabalho e problemas escolares, são múltiplas as causas (CORRÊA, 1995).<br><br></div><div>A implicação da pobreza sobre a inteligência remete a diferentes enfoques, político, econômico, social e às políticas de ensino. O meio que a pessoa vive e cresce influi no seu desenvolvimento cognitivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 14:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092381131</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula 3 - Plasticidade neuronal</strong><br> <br> A Psicologia pensa e define o desenvolvimento do indivíduo isoladamente e considera as transformações similares a todos os seres humanos, que, segundo Oliveira e Teixeira (2002) são modelos de processos de maturação biológica, universais para todas as espécies. A maturação biológica não representa a totalidade do processo de desenvolvimento, segundo os autores “as transformações mais relevantes para a constituição do desenvolvimento tipicamente humano não estão na biologia do indivíduo, mas na psicologia do sujeito” e se referem “às circunstâncias histórico-culturais e às particularidades da história e das experiências de cada sujeito”. “Plasticidade cerebral é a capacidade de o sistema nervoso alterar o funcionamento motor e perceptivo baseado nas mudanças do ambiente, através da conexão e (re)conexão das sinapses nervosas, organizando e (re)organizando as informações dos estímulos motores e sensitivos”. Sendo assim, enquanto a pessoa se adaptar estará aberta à mudança e ao desenvolvimento (PALACIOS, 1995).<br> <br> <strong>Sistema nervoso</strong><br>&nbsp;<br> As unidades básicas do sistema nervoso são os neurônios, que são células vivas. Para que um impulso nervoso vá ao neurônio é preciso que haja uma ligação chamada junção sináptica ou conexões sinápticas. O neurônio é um sinalizador do sistema nervoso que transmite e processa sinais. O impulso nervoso emite a mensagem química, que leva a informação para a outra célula em um fenômeno eletroquímico.<br>&nbsp;<br> A mielinização do sistema nervoso não está completa no nascimento da criança, seu funcionamento não está maduro, e só vai acontecer por volta dos dois anos até a idade adulta. “Todas as atividades executadas no início da vida desenvolvem sinapses e a atenção, o cuidado, o afeto dispensado à criança e as brincadeiras e ações por ela realizadas” (CURY, 2004). O bebê vai gradativamente aperfeiçoando suas habilidades devido ao desenvolvimento cortical, que é uma estrutura que tem plasticidade. Essa plasticidade neuronal é uma resposta ao meio ambiente e está relacionada às alterações na eficiência das sinapses que transmitem o impulso nervoso, modelando assim o comportamento (CURY, 2004, P. 105).<br>&nbsp;<br> As experiências vividas pela criança em ambiente estimulante só aumentam o crescimento cortical se as atividades proporcionarem desafios, com interação com o ambiente e se mantiver a curiosidade da criança. É necessária a ação e interação da criança, pois a passividade não provoca modificações (DIAMOND in CURY, 2004). Na hipótese de paralisia cerebral, conforme pesquisa de Leontiev, a interação da criança como o ambiente possibilita, segundo Braga (1995, p. 72) o surgimento de caminhos, tanto do substrato neurológica quanto funcional, viabilizam a superação do obstáculo causado pela lesão cerebral.&nbsp;<br><br></div><div>Na teoria de Vygotsky um conceito central é a tese da base biológica do funcionamento psicológico: o cérebro é o órgão principal da atividade mental. Outro ponto é que a relação do homem com o mundo é mediada em toda atividade humana. Os elementos mediadores são ferramentas auxiliares e os signos têm características diferentes, embora sejam instrumentos análogos (OLIVEIRA, 1995, p. 24).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A criança estabelece relações sociais através de símbolos, que são sistemas culturais, mas, no caso do deficiente, o que importa não é o tipo de instrumento ou signo, mas o significado deles. Para Braga (1995, p. 73) o braile ou a língua de sinais promovem a expressão do significado e permitem a criança internalizar a linguagem e desenvolver funções mentais com base nos símbolos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 14:45:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092383387</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem</strong><a href="#_ftn1">[1]<br></a><br></div><div>Texto complementar – aula 3<br><br></div><div>O texto traz questões tratadas por teóricos da Psicologia nos séculos anteriores, das conclusões sobre como o cérebro aprende. &nbsp; A neurociência estuda o sistema nervoso e as funções do cérebro.&nbsp; Afirmações como “A emoção interfere no processo de retenção de informação.”, “É preciso motivação para aprender.”, “A atenção é fundamental na aprendizagem.”, “O cérebro se modifica em contato como meio durante toda a vida.”, “A formação da memória é mais efetiva quando a anova informação é associada a um conhecimento prévio.”, embora já tenham sido conhecidas ao estudar&nbsp; Jean Piaget, Lev Vygotsky, Henri Wallon e David Ausubel, são também investigações recentes da Neurologia sobre o funcionamento cerebral. Isso foi permitido por conta dos avanços das metodologias de pesquisa e da tecnologia.&nbsp;<br><br></div><div>Tanto a Neurociência, que&nbsp; faz experimentos comportamentais com uso de aparelhos que permitem observar alterações no cérebro em funcionamento,&nbsp; quanto a Psicologia Cognitiva, que foca os significados da evidências indiretas para explicar como os indivíduos e seus conhecimentos&nbsp; adquiridos, se ocupam de entender a aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo o autor do texto, com base em evidências neurocientíficas, há uma relação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses, e pergunta como o professor pode enriquecer o processo de ensino e aprendizagem usando as contribuições da Neurociência.&nbsp; E conclui que: “A Neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social. O educador precisa potencializar essa interação por parte das crianças”, como afirma Larinda Ramalho de Almeida, citada no texto.&nbsp;<br><br></div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> NOVA ESCOLA, <strong>Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem</strong>, 15 de junho, 2012. Disponível em &lt;https://novaescola.org.br/conteudos/214/neurociencia-aprendizagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 14:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Descobrindo talentos</title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092544453</link>
         <description><![CDATA[<div><br>MUSCALU, Marcel Dumitru. Disponível em: &lt;https://youtu.be/seODTopCJI0&gt;<br><br>O vídeo acima traz uma noção sobre as dificuldades que alguns alunos têm com o aprendizado escolar. Muitos são considerados incapacitados de aprender. O professor precisa conhecer e entender a realidade de cada um para orientar o aluno em sua maneira peculiar de se relacionar com o meio em que vivem. Como foi estudado no livro didáticos, aulas 1, existem múltiplas inteligências, teoria estudada por Howard Gardner par entender a cognição humana. Existem fatores diversos que podem causar o fracasso escolar, e o fracasso não é do aluno. Os profissionais da escola precisam fazer a integração do aluno para que este consiga ter proveito em sua aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 18:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e aprendizagem</title>
         <author>sheilaemerick</author>
         <link>https://padlet.com/rosilenefrutuoso/o9ryh5dfyez4tklv/wish/2092664773</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=jtSZdHkcYl8<br><br>A autorregulação e as funções executivas das crianças segundo a Dra. C. Cybelle Raver, PHD do Instituto do Desenvolvimento Humano e Mudança Social da Universidade de Nova York, são fundamentais em seu desenvolvimento durante a vida. Não é somente aprender a linguagem e as cores, é estar apto a trabalhar com os outros. São essa habilidades que contribuem para a produtividade da força de trabalho.&nbsp;<br><br></div><div>A função executiva do cérebro é de controlar as informações e evitar distrações. Estão envolvidos nisso o <strong>controle inibitório,</strong> a criança para tudo e deixa a outra ter a vez; a <strong>memória de trabalho,</strong> ela tem de lembrar o que deveria fazer quando for a sua vez de novo, se elas fizeram algo fora do previsto tem de ajustar o que vai fazer a seguir e isso exige a <strong>flexibilidade mental</strong>. Sem a autorregulação a reação é de contrariedade e o professor põe o aluno para fora e ele perde parte do aprendizado e a criança fica chateada, segundo a Dra. Deborah j. Leong, PHD Ferramentas da Mente.&nbsp;<br><br></div><div>As funções executivas evoluem ao longo da vida e na idade adulta estão fortemente ativadas e se conectam a diferentes regiões do cérebro e podem ser treinadas aumentando sua capacidade porque fortalece as neuroconexões. Desenvolver essa habilidade na infância e adolescência o adulto terá dificuldade em manter um emprego, um casamento, criar filhos, relacionar-se e se integrar na sociedade civil.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 21:24:21 UTC</pubDate>
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