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      <title>MAUS - A História de um Sobrevivente  by J</title>
      <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp</link>
      <description>Análise crítica e profunda da obra-prima MAUS, uma história sobre o Holocausto.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-17 10:56:47 UTC</pubDate>
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         <title>📝Integrantes do grupo 3 (temática: refugiados) - turma 202:</title>
         <author>dreamglow856</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2704025508</link>
         <description><![CDATA[<div>Al. Júlia Bastos - Nr. 1824&nbsp;<br>Al. Clóvis&nbsp; - Nr. 1867&nbsp;<br>Al. Ebraim - Nr. 2431&nbsp;<br>Al. Eduarda Alves - Nr. 2012&nbsp;<br>Al. Gabriela Oliveira - Nr. 2601<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-14 11:28:53 UTC</pubDate>
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         <title>💡APRESENTAÇÃO DO AUTOR</title>
         <author>al2431ebraim</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2704775661</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascido na Suécia, Art Spiegelman é ilustrador, cartunista e autor de histórias em quadrinhos. Em 1992, Spiegelman foi premiado com o prêmio Pulitzer pela sua obra "Maus", sendo o primeiro a ter essa conquista com uma história em quadrinhos. Trabalhou como editor da revista norte-americana The New Yorker de 1993 a 2003 e é editor e cofundador da RAW, famosa revista de quadrinhos. Foi uma figura de destaque no movimento underground dos quadrinhos nas décadas de 1960 e de 1970. Em 1968, sua mãe, Anja Spiegelman, cometeu suicídio, história incluída na obra "Prisioner on the Hell Planet", que descreve esse evento traumático na vida do autor. Já seu pai, Vladek Spiegelman, inspiração para a criação da obra "Maus", veio a óbito devido um ataque cardíaco em 1982.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-14 19:54:02 UTC</pubDate>
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         <title>🐭RESUMO DA OBRA </title>
         <author>al2431ebraim</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2706006770</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome do livro - Maus - significa "rato" em alemão. Art Spiegelman, em sua obra, representa os judeus dessa forma, como ratos, assim fazendo referência à maneira como a propaganda nazista se referia a esse povo. O livro é, na verdade, um relato incisivo e perturbador, que mostra a brutalidade do Holocausto, que se mescla com a escolha artística de manter os quadrinhos sem cor e representar as personagens&nbsp; como animais antropomorfizados, realizando uma crítica e também expressando de maneira simbólica todo esse cenário repleto de preconceito. Maus conta a história do pai do autor, Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz. A historia reveza entre as experiências de Vladek durante o regime nazista e as experiências do próprio autor aprendendo sobre seu pai e escrevendo o quadrinho. O livro aborda além da história de um sobrevivente do Holocausto, Maus retrata a relação conturbada entre um pai e um filho que não se dão muito bem. Ainda, na segunda parte do livro, o autor revela a responsabilidade e a culpa que decaem sobre seus ombros ao escrever uma história que, mesmo falando da crueldade no regime nazista, ainda é de seu pai, mas o autor não censura a história em momento algum, chegando até se questionar se seria correto representar Vladek de uma forma que reforçasse o estereótipo do judeu avarento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-15 14:21:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CAPÍTULO 1 - SHEIK</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>Artie Spiegelman, nosso autor, reencontra seu pai. Além dele, são apresentadas as personagens Vladek, Anja e Mala. Pai, mãe e madrasta de Artie, respectivamente. Artie conversa com seu pai sobre o passado dele, como conheceu Anja e, majoritariamente, a juventude de Vladek no âmbito amoroso. É entendido que Artie está no processo de escrita de um livro sobre a vivência de seu pai na 2ª Guerra Mundial, o próprio MAUS. No fim do capítulo, Vladek diz que não quer que Artie conte as partes mais pessoais de sua vida e sim o que será revelante para o livro historicamente [<em>Ilustrado na imagem acima</em>].</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-15 19:39:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CAPÍTULO 2 - A LUA DE MEL</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>Artie continua a conversa com seu pai e aprofunda a pesquisa para seu livro enquanto a idade avançada de Vladek é evidenciada pela quantidade de remédios que precisa tomar. O restante do capítulo é recheado de flashbacks. Vladek menciona que a falecida Anja tinha amizade com comunistas e que isso foi um problema em seu casamento. O pai de Artie conta que pouco depois do primeiro filho do casal, Richieu, Anja caiu numa depressão pós-parto, ou "insanidade" como chamaram, e foi encaminhada para um sanatório. São perceptíveis os indícios de guerra com as falas de Vladek que enfatizam como foi assistir a ascensão do nazismo e o antissemitismo que a acompanhou. <br><br>Trecho da Página 33 do livro MAUS versão digital:<br><br><em>"Eram muitas histórias assim. Sinagogas queimadas, judeus espancados sem razão, cidades expulsando judeus. Uma história pior que a outra."<br><br></em>Apesar dos acontecimentos violentos e tristes contados, as interações entre Vladek e Anja esquentam o coração pela forma como ele cuida dela quando está enferma no sanatório. [<em>Ilustrado na Página 35 acima</em>].<br><br>No término do capítulo, em 1939, Vladek é convocado para a Guerra, que agora é uma certeza na vida da população judia, como reserva no Exército Polonês. A família é obrigada a se separar. [<em>Ilustrado na Página 38 acima</em>].&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 00:27:53 UTC</pubDate>
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         <title>Temática - Refugiados</title>
         <author>clovisnetoestudo</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2706961481</link>
         <description><![CDATA[<div>A Segunda Guerra Mundial foi uma das principais causas do aumento de refugiados da época, sendo, sobretudo, judeus na busca de sua sobrevivência. Mas o que define quem é ou não um refugiado? Refugiados são as pessoa que estão fora de seu país de origem devido problemas internos que podem representar ameaças contra suas vidas, como perseguições por causa de religião, nacionalidade, raça, opinião política ou pertencimento a um determinado grupo social, além de graves violações de direitos humanos e conflitos armados. Nessa perspectiva, fica evidente que as condições enfrentadas pelo povo judeu durante o Holocausto os colocavam nessa condição.&nbsp;</div><div>No livro Maus, em uma de suas passagens, as personagens possuem a oportunidade de uma tentativa de fuga da Polônia para a Hungria, justamente para fugir das perseguições da máquina de guerra nazista, mas infelizmente são enganados e entregados aos alemães. Além desse momento, após o fim da guerra Vladek e Anja viajam para a Suécia buscando um recomeço, mas os empregos disponíveis para refugiados eram pesados e pagavam mal. O livro retrata muito bem o desespero das personagens na tentativa de fuga para salvar as suas vidas, isso foi algo vivenciado por cerca de mais de 300 mil judeus que tentaram se refugiar, infelizmente muitos não conseguiram. Mas o aumento na quantidade de refugiados não decaiu desde esse período, pelo contrário, o número de refugiados atualmente vem crescendo cada vez mais, sobretudo por conta de catástrofes como as perseguições no Mianmar, a crise no Iêmen, a Guerra da Ucrânia, a Guerra da Síria, que forçam milhões de pessoas a abandonar suas casas e tudo o que construíram em busca de um recomeço e de salvar as próprias vidas.</div><div><br>Clique para mais informações:<br><a href="https://www.acnur.org/portugues/2022/06/10/acnur-atualiza-dados-sobre-pessoas-refugiadas-na-ucrania-para-refletir-movimentos-recentes/"><strong>Refugiados da Guerra da Ucrânia</strong></a><br><a href="https://www.acnur.org/portugues/iemen/"><strong>Crise do Iêmen</strong></a><strong><br></strong><a href="https://www.acnur.org/portugues/rohingya/#:~:text=Refugiados%20rohingya%20s%C3%A3o%20for%C3%A7ados%20a,pessoas%20cruzavam%20diariamente%20para%20Bangladesh."><strong>Perseguições no Mianmar</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 18:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>Vladek Spiegelman (1906–1982):</title>
         <author>maduda190407</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707009552</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Retratado como neurótico e obsessivo, ansioso e teimoso e apaixonado por dinheiré, é o pai de Art. Judeu polonês que sobreviveu ao Holocausto e viveu a história contada no livro. Casou-se com a Anja, sua primeira esposa, mãe de Art. Foi convocado pra a guerra contra os alemães. Também sofreu no campo de concentração de Auschwitz. <br><br>Frase do Personagem:<br><br>"<em>Estou cansado de falar, Richieu. Chega de histórias por hoje...</em>" - Página 296</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 19:50:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anja Spiegelman (1912–1968):</title>
         <author>maduda190407</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707058339</link>
         <description><![CDATA[<div><br>É a mãe de Art, era judia polonesa e era casada com Vladek. Anja sobreviveu ao Holocausto. Era uma mulher nervosa, dependente e que sofreu muito. Ela entra em depressão pós-parto do seu primeiro filho, Richieu, e logo foi internada em um sanatório. Suicidou-se cortando os pulsos numa banheira em maio de 1968. Anja é uma personagem muito importante para a história, pois ela é conhecida como o amor antigo de Vladek que foi correspondido e retratado ao longo da história em quadrinhos. Os diários escritos por Anja foram queimados por Vladek quando ele ficou muito triste pela morte da mulher.<br><br>Frase da Personagem:<br><br>"<em>Por que está me puxando, Vladek? Me deixe! Não quero viver!</em>" - Página 124&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 22:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mala Spiegelman:</title>
         <author>maduda190407</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707058692</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Paciente e cuidadora, é a segunda esposa de Vladek, madrasta de Art, também sobrevivente do Holocausto.&nbsp;</div><div><br>Frase da Personagem:<br><br>"<em>A Anja devia ser uma santa! Entendo que tenha se matado.</em>" - Página 282</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 22:21:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Art Spiegelman:</title>
         <author>maduda190407</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ele é retratado como um homem atormentado que lida a vida inteira com o trauma herdado de seus pais, buscando ajuda psiquiátrica, o que continuou após a conclusão do livro. Teve um relacionamento difícil com seu pai, Vladek, por quem sentia uma série de sentimentos: culpa, tristeza, falta de identificação, medo de ser não ser bom filho o suficiente, entre outros. No início, ele demonstra pouca simpatia pelo sofrimento do pai, mas à medida que a história se desenrola, ele demonstra cada vez mais<br><br>Frase do Personagem: <br><br>"<em>Não consigo acreditar que daqui a dois meses vou ser pai! Ainda sinto o fantasma do meu pai ao meu lado.</em>" - Página 203&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 22:23:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 3 - PRISIONEIRO DE GUERRA</title>
         <author>dreamglow856</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707366678</link>
         <description><![CDATA[<div>A pequena conversa entre Vladek e Artie&nbsp; no início do capítulo aprofunda a relação entre os dois e acentua as marcas da Guerra na forma de agir de Vladek, como quando, por exemplo, Art diz que seu pai sempre fez questão que ele comesse tudo que estava no prato. Trechos da página 43 da versão digital de MAUS:<br><br><em>"As vezes ele até guardava para servir de novo até eu comer ou morrer de fome."<br><br>"É! E tinha que ser assim. Você tem sempre que comer tudo que está no prato."</em><br><br>Após isso, Vladek continua a contar a sua jornada no Exército Polonês, em 1939, quando estava na fronteira. Trecho da página 48 da versão digital:<br><br><em>"...entre balas vir no meu direção, me afundei na trincheira mas parei de atirar. "</em><strong><em>Por que iria matar alguém?</em></strong><em>" <br><br></em>Oficiais alemães levam Vladek e seus companheiros como prisioneiros de guerra para um lugar perto de Nuremberg. Lá, eles trabalham em condições desumanas por serem judeus. [<em>Ilustrado na imagem acima da página 51</em>]. Apesar de todas as dificuldades, Vladek persiste e não perde a esperança [<em>Ilustrado na imagem acima da página 54</em>]. consegue fugir daquele lugar, voltando para a sua família, Anja e Richieu, que estão em Sosnowiec. <br><br>É importante ressaltar o retrato do tratamento dos nazistas e outros para com os judeus naquela época, ignorando toda e qualquer lei já existente, evidenciado em diversas partes do livro, especialmente neste trecho da página 61:<br><br><em>"Leis internacionais nos protegiam um pouco mas qualquer um podia matar na rua um judeu do reich!"</em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:07:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CAPÍTULO 4 - O LAÇO APERTA</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>A situação dos judeus vai piorando, os alemães tomam o controle mais ainda e a história se torna bem mais sombria e triste.&nbsp; Vladek mora na casa dos sogros com Anja, Richieu e parte da família da esposa. A comisa é escassa, não há mais lucro para trabalhadores judeus, a fiscalização nazista aumenta e o laço dos "arianos" sufoca os pescoços dos judeus. Há menções do conhecido campo de concentração de Auchwitz, sobre "<em>quem ia para lá, não voltava mais</em>". <br><br>Um amigo de Vladek faz uma oferta ao casal para levar Richieu para um esconderijo com seu próprio filho, longe dos pais, entendendo que talvez eles, os adultos, não sobrevivam a Guerra, mas seus filhos ainda têm chance. Anja e a família não aprovam a ideia e é revelado que Richieu morreu na 2ª Guerra Mundial, ainda criança. [<em>Ilustrado acima na página 81</em>].<em> </em><br><br>Os alemães agora exigem a ida dos judeus mais velhos e doentes e, apesar dos avós de Anja tentarem se esconder num bunker criado pela família, acabaram indo direto para Auchwitz, para o gás. [<em>Ilustrado acima na página 87</em>].<br><br>Os judeus de Sosnowiec são convocados para um registro em um Estádio, enganados ao ouvirem para "não se alarmarem" porque, na verdade, esse registro era quase uma sentença de morte. De um lado do Estádio, quem escaparia. Do outro lado, aqueles que iriam para o gás. Vladek reencontra seu pai antes desse dia e a despedida se dá nele. Trecho da página 91 da versão digital de MAUS:<br><br>"<em>...ele passou para o lado ruim. Os do lado ruim nunca voltaram para casa. Quem ter carimbo podia ir para casa. Mas sobrou muito pouco judeu em Sosnowiec... Um terço ficou no Estádio... uns 10 mil pessoas. E com elas, meu pai.</em>"<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:24:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 1 - MAUSCHWITZ </title>
         <author>dreamglow856</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707383158</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Auschwitz, Vladek e Anja foram separados, homens para um lado, mulheres para o outro.&nbsp; Durante o capítulo, as nuances do relacionamento entre Artie e Vladek são aprofundados e é perceptível a culpa que Art sente por não conseguir compreender completamente o que seus pais viveram no Holocausto, culpa por não ter passado por isso e eles sim. Trecho da página 174 do livro:<br><br>"<em>Só estou pensando no meu livro... É pretensioso da minha parte. Quer dizer, não consigo nem entender minha relação com meu pai... Como vou entender Auschwitz?... Ou o Holocausto?</em>"<br><br>Mala, madrasta de Artie, abandona Vladek e leva seu dinheiro, fazendo com que Art e sua mulher, Françoise, tenham que passar uns dias com Vladek. As interações são conturbadas porque o pai é um homem difícil mas são apresentadas mais informações sobre o tempo dele em Auschwitz. Sobre seu tempo lá, Vladek conta o retrato mais conhecido da 2ª Guerra Mundial: a vida dos judeus nos campos de concentração, como em um dia se falava com alguém e, no outro, ela desaparecia, não existia mais. "<em>Morreu ou foi morto</em>". <br><br>Vale ressaltar que as mortes não vinham só pelo gás. A violência era bruta, gratuita e chegava por meio de várias formas, como, oor exemplo, tiros, cassetetes e espancamentos em conjunto. Nessa realidade, Vladek perdeu familiares, amigos e conhecidos. Ele também conta sobre os famosos números cravados nos braços dos judeus, inclusive o dele, e como a visão otimista de um companheiro de cárcere trouxe de volta a sua esperança. Trecho da Página 188:<br><br>["<em>Não sei se eu sobrevivo a este inferno, mas tenho certeza de que você (Vladek) sai vivo daqui.</em>" <em>Comecei a acreditar. Ele me deu vida novo</em>].<br><br>Apesar dos problemas, Vladek conseguiu se dar bem ao começar a ensinar inglês para um capataz de Auschwitz que o ajudou com comida, roupas e uma "garantia" de que não morreria. Um dia, um dos amigos próximos de Vladek, Mandelbaum, "desapareceu", morreu, mas Vladek continuou a viver [<em>Ilustrado acima na Página 195</em>].&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:33:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 2 - AUSCHWITZ (O TEMPO VOA)</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>O capítulo tem início com Artie Spiegelman no auge de sua carreira, após o lançamento da parte I de MAUS, e após a morte de seu pai em 1987. É interessante comentar que nesse capítulo as personagens assumem forma humana mas usam máscaras para simbolizar suas origens na história, o que é uma forma de expressão brilhante do autor.<br><br>Artie precisa lidar com perguntas desconfortáveis da mídia, o luto, a culpa e também o medo de não conseguir representar bem a história de seu pai em sua obra. A conversa entre Artie e seu psicólogo, também judeu, [<em>Ilustrado acima nas Páginas 204 e 205</em>], é essencial para a narrativa pois aborda os sentimentos de tanto um sobrevivente do Holocausto como os de um filho de um sobrevivente, fora do vínculo familiar como estávamos vendo antes com Artie e Vladek. Depois desse momento, Artie continua a escrever.<br><br>De volta para o Holocausto, vemos que Vladek, em Auschwitz, fez de tudo, trabalhou como funileiro, sapateiro, tutor de inglês e mais. Enquanto isso, Anja estava em Birkenau aue ficava a poucos quilômetros de Auschwitz. Anja e Vladek conseguiram se reencontrar com a ajuda de uma moça húngara de Birkenau, apesar de não poderem ficar juntos. A vida de Anja naquele lugar era difícil pois ela era fraca, pequena e transtornada. Trecho da página 213:<br><br>"<em>que saudade! Todo dia penso em me jogar na cerca elétrica. Mas saber que está vivo me dá esperança..." <br></em><br>Artie e Vladek calculam quanto tempo o pai realmente passou em Auschwitz, indo da quarentena, funilaria, sapataria até o trabalho forçado em 1944. O capítulo acaba com um relato sombrio de Vladek sobre as câmaras de gás, como os judeus eram enganados com palavras de que iam "apenas tomar banho" naquele lugar enquanto o gás Zyklon B entrava em seus pulmões. E quando as câmaras não estavam aguentando a demanda de mortos, os nazistas cavavam poços crematórios, covas enormes para matar e a opinião de Vladek sobre o fato é arrepiante. Trecho da Página 232:<br><br>"<em>...felizes dos que morriam no câmara de gás antes de ir para as covas. Outros tinham que pular nos covas quando estavam vivos..</em>."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:37:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 3 - E AQUI MEUS PROBLEMAS COMEÇARAM...</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>A solidão de Vladek durante a Guerra e após é bastante evidenciada neste capítulo, enfatizando o período em que ele estava mais enfraquecido durante o Holocausto, quando estava com tifo, tendo que lidar com a superlotação de judeus em espaços pequenos com condições desumanas e piolhos, muitos piolhos. <br><br>No fim de seu tempo em Auschwitz, Vladek e seus companheiros precisaram fugir marchando pela neve e nem adiantou pois logo após todos esse esforços, foram colocados dentro de trens pelos nazistas sem saber para onde iam. A partir daí, foi a seleção natural que agiu e apenas os mais fortes sobreviveram. Vladek precisou se alimentar de neve e um número de mortos era retirado dos trens todos os dias. [<em>Ilustrado acima na Página 246</em>].<br><br>Quando Vladek conta sobre chegar em Dachau, outro campo de concentração, na Alemanha, ele diz que "<em>agora mesmo meus problemas tinham começado</em>", por causa de seu estado de saúde e fraqueza generalizada, principalmente. Um dos quadros mais sensíveis e fúnebres da obra [<em>Ilustrado acima na Página 255</em>] mostra o desespero e o medo constante que acompanhava a vida naquelas condições.&nbsp;<br><br>O fim do capítulo quebra a sequência de acontecimentos na 2ª Guerra Mundial e choca o leitor, de certa forma, por mostrar Vladek, alguém que viveu anos infernais sendo discriminado por algo que não pode evitar ser, sendo racista com um rapaz negro, chegando a usar termos ofensivos para se referir ao homem. Logo, é de surpreender que alguém que sofreu tamanha discriminação e que viu as consequências do ódio racial descomunal por qualquer grupo possa pensar daquela forma, mas o fim deste capítulo mostra que isso é sim possível.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO 4 - SALVO</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui, há mais conversas entre Vladek e Artie. Pai e filho falam sobre situação de Anja quando o casal teve que se separar e a liberdade demorada de Vladek juntamente com o tifo e as consequências do fim da Guerra. É evidenciado como o "fim oficial" e a ajuda dos aliados não significou liberdade imediata muito menos tranquilidade para o povo judeu.<br><br>Vladek e seus companheiros tiveram que lutar muito com os nazistas remanescentes mesmo&nbsp; após a chegada dos americanos mas, depois das dificuldades iniciais, novamente as habilidades de Vladek, como falar inglês, o colocaram em uma situação favorável em comparação a seus companheiros. No fim do capítulo, Vladek também mostra para Artie fotos antigas da família de Anja e grande parte dela teve um fim deprimente. Já para a família de Vladek, nem fotos sobraram. [<em>Ilustrado acima na Página 276</em>].&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:39:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 5 - A SEGUNDA LUA-DE-MEL</title>
         <author>dreamglow856</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707387753</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo conclusivo, vemos o desfecho do processo de entrevista entre Artie e Vladek e a deterioração da saúde de Vladek que também tem um reencontro com Mala. <br><br>A vivência de Vladek como um judeu refugiado nos Estados Unidos é mais explorada nesta parte da história [<em>Ilustrado acima na Página 283</em>], mostrando o desespero dessas pessoas para sair de seus países de origem cheios de problemas mesmo que fossem perder tudo o que conheciam, acontecimento que ocorre na atualidade também. Vladek relata as dificuldades em encontrar emprego nos E.U.A como refugiado e a narrativa comprova o pensamento de que a maioria das pessoas comuns que não tinham tantas habilidades, resiliência ou capacidade de adaptação como Vladek, estava condenada a uma vida de miséria eterna, provavelmente, mesmo após terem conseguido sobreviver ao Holocausto [<em>Exemplo dessa situação acima na Página 292</em>]. <br><br>Por fim, Vladek conta à Artie como foi o emocionante reencontro com Anja após o fim da Guerra, como foi árduo o caminho para chegar até ela. Trecho da Página 295:<br><br>"<em>...mas eu vai direto à Polônia. Anda três ou quatro semanas.</em>" <br><br>Os últimos quadros são agridoces, tanto por causa do teor da história, tanto pela sensação angustiante que o leitor tem ao terminar a leitura. A confusão de ideias de Vladek por causa da velhice que faz ele esquecer o que realmente aconteceu e dizer "<em>Nós foi muito feliz, e vive feliz, feliz para sempre</em> (Página 296)" sobre ele e Anja, também chamando Artie de "<em>Richieu</em>" acidentalmente e a imagem dos túmulos do casal lado a lado, mesmo após a morte, fecham o livro com "chave de ouro". É com agonia, tristeza e empatia que a leitura encontra seu fim.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 13:40:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 5 - BURACOS DE RATOS</title>
         <author>pequenagabi2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em especial neste capítulo, as relações entre Artie e Vladek e Vladek e Mala são mais desenvolvidas. Um trabalho mais antigo de Artie é apresentado ao leitor e é chocante, revelando que Anja, mãe de Artie, se suicidou. A morte dela ainda entristece Vladek e Artie e ambos sentem culpa por terem sido impotentes perante a depressão e o desequilíbrio emocional que destruiu a vida de Anja. Trecho da Página 106:<br><br>"<em>...é bom que você tire isso de você. Mas pra mim traz na cabeça tantas lembranças de Anja.</em>"<br><br>Voltando para os flashbacks, em 1943, a vida dos judeus ficava cada vez pior. Sem perspectivas de melhora, Vladek conta que havia dois pensamentos conflituosos principais em sua mente na época, "<em>ou fugimos ou esperamos pela morte nas câmaras de gás</em>". Em quadros deprimentes, é mostrada a despedida de Richieu dos pais e como eles só descobriram sobre a morte do garoto depois. A mulher que cuidava da criança e de seus próprios filhos preferiu envenenar todos ao invés de esperar pela morte nas mãos dos nazistas quando eles foram encontrados em seu esconderijo. <br><br>Vladek, Anja, e seus companheiros, inclusive os pais de Anja, fizeram de tudo para sobreviver, tentando até negociar com a Polícia Judia, mas Vladek conta que "<em>naquele tempo, não existia mais famílias. Era cada um por si mesmo (Página 116)</em>". Os pais milionários de Anja acabaram morrendo em Auschwitz, <em>no</em> gás, provando que a morte não tem preferência alguma sobre quem vai levar embora. Trecho da Página 117:<br><br>"<em>Ele era milionário, mas isso não salvou a sua vida.</em>"<br><br>O restante do capítulo mostra Anja colapsando mentalmente após perder a família inteira e ainda tendo que enfrentar com Vladek a fome e a vida sem perspectiva alguma de melhora. [<em>Ilustrado acima na Página 124</em>].<br><br>No fim do capítulo, os companheiros do casal e eles conseguiram sair de Srodula, onde estavam, misturando-se com o restante dos poloneses. O casal, entretanto, não tinha um destino certo pois como poderiam voltar para Sosnowiec, para a casa que agora era um caos? [<em>Ilustrado na Página 127</em>].<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 19:37:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 6 - A RATOEIRA</title>
         <author>pequenagabi2006</author>
         <link>https://padlet.com/dreamglow856/o9ib6dyllbubnlbp/wish/2707635647</link>
         <description><![CDATA[<div>Sem rumo, Anja e Vladek lutam por sua sobrevivência em Sosnowiec, sua antiga casa, com medo de serem reconhecidos como judeus por cidadãos comuns ou a Gestapo. Vladek, ao procurar comida no mercado negro, faz amizade com uma senhora, D. Motonowa, que acaba permitindo que o casal se esconda em sua casa. Anja ensina alemão para o filho da senhora e a vida do casal melhora um pouco. <br><br>No entanto, um dia, D. Motonowa chega em casa falando sobre ter sido revistada pela Polícia e que o casal precisava ir embora de sua casa. Anja e Vladek, desesperados mais uma vez, se escondem no estábulo da Sra. Kawka, já conhecida e amiga deles. A mulher acaba mencionando que alguns judeus conhecidos dela estão vivendo tranquilamente na Hungria, o que atiça uma ideia na mente de Vladek: sair da Polônia a qualquer custo. <br><br>Vladek conversa com as pessoas que ajudam os judeus a fugir, os tais "passadores", conhecidos da Sra. Kawka, e planeja tudo.&nbsp; Nesse período, a D. Motonowa conta para o casal Spiegelman que a história da Gestapo foi um alarme falso e que eles podem voltar a morar com ela. Vladek também encontra seu primo Miloch, com esposa e filho, escondidos pela D. Motonowa. Anja resiste à ideia de Vladek de deixar para trás esse pequeno conforto que eles têm no momento mas os dois acabam partindo para a Hungria. [<em>Ilustrado acima na Página 156</em>]. No trem para a Hungria, a Gestapo aparece e Anja e Vladek são capturados com destino para o campo de concentração de Auschwitz [<em>Ilustrado acima na Página 159</em>].</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-17 19:38:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo - Análise Crítica do livro MAUS - A História de um Sobrevivente </title>
         <author>clovisnetoestudo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/584ir_IEtEk" />
         <pubDate>2023-09-18 03:44:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Extra! - Amor em Tempos de Guerra</title>
         <author>dreamglow856</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma parte secundária da narrativa que cativa o leitor e estimula a vontade de continuar lendo é, com certeza, o amor entre Vladek e Anja, de Vladek por Anja e de Anja por Vladek. Amor este que sobreviveu uma guerra e perdura até mesmo após a morte. Amor e Guerra são temas intrínsecamente ligados na literatura mas eles também são conectados na vida real pois o relacionamento entre os pais de Artie foi real.<br><br>O sentimento entre os dois serviu como um impulso, um motivo para continuar lutando perante aquele regime mortal e cotidiano absurdo e desumano. E, apesar de ser um fato agridoce por causa da existência de Mala, Vladek nunca esqueceu Anja, de fato. Nunca superou o grande amor da sua vida, mesmo tendo se casado novamente. Ele diz: <br><br>"<em>Anja? Que quer saber? Todo lugar que eu olha, vê Anja... Com olho bom, olho de vidro, olho aberto e olho fechado, sempre estou pensando em Anja.</em>" <br><br>Assim, nosso grupo decidiu comparar essa história ao romance da obra cinematográfica polonesa <em>Guerra Fria</em>, de 2018, indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. <em>Guerra Fria</em> é uma impetuosa história de amor em 1950 entre duas pessoas de diferentes origens e temperamentos, que são fatalmente incompatíveis, mas que estão destinadas a estar juntas. Ambas são histórias de um amor quebradiço entre pessoas atormentadas em países destruídos. Um amor real e outro fictício mas que também é inspirado em milhares de histórias que realmente existiram.<br><br>Apesar de todas as dificuldades que Anja e Vladek vivenciaram e o fato de Anja acabar não suportando a sua dor, Anja tinha Vladek e Vladek tinha Anja. Um amor que ultrapassou décadas, uma Guerra, e a morte.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 02:08:54 UTC</pubDate>
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