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      <title>G1 - Mineração dos Fundos Marinhos by Maria Júlia Gois</title>
      <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi</link>
      <description>Maria Júlia Gois, Maria Luisa Baillão e Letícia de Mesquita</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-27 16:45:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-24 12:51:38 UTC</lastBuildDate>
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         <title>❌Argumentos Contrários</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723454788</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>1. Impacto ambiental</em></strong></div><ul><li>Ainda <strong>são desconhecidos os impactos</strong> a longo e curto prazo que a mineração dos fundos marinhos pode causar ao meio ambiente, como a poluição e a destruição de ecossistemas, além do risco de ameaça a existência de certas espécies marinhas.</li><li>Segundo alguns cientistas, o <strong>barulho da mineração atrapalharia o cotidiano das baleias</strong>. Além disso, as luzes dos equipamentos de perfuração podem ser danosas para animais que utilizam a <strong>biofluorescência </strong>para sobreviver.</li><li>Apesar de estarem interessadas nos recursos minerais provenientes da mineração, em 2021, algumas <strong>multinacionais</strong>, como BMW, Volvo, Samsung e Google, <strong>decidiram apoiar a moratória</strong>, tendo em vista o impacto ambiental.</li><li>A ONU estima que 50% do oxigênio necessário para a vida humana na terra é provido pelos oceanos, que também <strong>absorvem cerca de 25% das emissões de carbono</strong>, reduzindo o calor. Caso o ciclo fosse alterado, as consequências impactariam negativamente o aquecimento global, ao invés de facilitar a transição energética.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong><em>2. Falta de legislação internacional específica</em></strong></div><ul><li>Apesar das tentativas da ISA, o <strong>Código de Mineração ainda não foi concluído</strong>. Dessa maneira, <strong>não existem padrões específicos para a mineração</strong>, o que pode ser um risco para a saúde dos oceanos e da biodiversidade marítima.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong><em>3. Impacto social&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Pescadores e outros ribeirinhos podem <strong>perder suas fontes de renda</strong>.</li></ul><div><br></div><div><strong><em>4. Custo alto</em></strong></div><ul><li>Além das dificuldades relacionadas às tecnologias utilizadas no processo de extração, o <strong>investimento inicial é muito elevado</strong>, inviabilizando que países mais pobres minerem os seus leitos costeiros. Em linhas gerais, caso a mineração dos fundos marinhos seja permitida, nas primeiras décadas <strong>apenas países desenvolvidos terão poder econômico para investir</strong>. &nbsp;</li></ul><div><br><strong><em>5. Falta de conhecimentos científicos</em></strong></div><ul><li>Conforme defendido por vários países na ISA, ainda não se sabem os riscos que a mineração pode ocasionar, sendo <strong>mais seguro esperar que novas descobertas na área sejam feitas</strong>.&nbsp;</li></ul><div><br>Obs: Na esfera política, foi instituída a <strong>"Alliance Against Deep Sea Mining"</strong>, formada por Palau, Fiji, Samoa e os Estados Federados da Micronésia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:51:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>✅Argumentos Favoráveis </title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723455262</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>1. Recursos minerais&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Diversos recursos minerais estão reservados nos fundos marinhos, como: <strong>cobalto, níquel, manganês e cobre</strong>. Muitos desses minerais são <strong>necessários </strong>para realizar a <strong>transição energética</strong> e abandonar a utilização de combustíveis fósseis. Ademais, a demanda atual por tais recursos é maior do que as reservas terrestres podem suprir.</li></ul><div><strong><br></strong><strong><em>2. Potencial econômico&nbsp;</em></strong></div><ul><li>A mineração dos fundos marítimos p<strong>ode impulsionar a economia</strong> de países e criar empregos, especialmente em regiões costeiras ou insulares. Estima-se que as reservas estejam avaliadas entre <strong>US$ 8 trilhões a US$ 16 trilhões</strong>.&nbsp;</li></ul><div><strong><br></strong><strong><em>3. Novas tecnologias</em></strong></div><ul><li>Alguns dos recursos minerais que estão localizados no fundo do mar são necessários para <strong>produzir baterias de carros elétricos, turbinas eólicas, drones e lentes de telescópios</strong>.&nbsp;</li><li>No contexto atual, a China é o maior exportador mundial de tais matérias-primas, o que torna os demais países dependentes.&nbsp;</li></ul><div><br><strong><em>4. Transição energética</em></strong></div><ul><li>Com a utilização dos recursos minerais que estão nos fundos marinhos, a <strong>transição energética seria mais rápida</strong>, ocasionando na <strong>diminuição da emissão de carbono</strong>, o que ajudaria a cumprir as metas do Acordo de Paris.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Código de Explotação</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723455769</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Proteção do solo oceânico em águas internacionais</strong> que não pertencem a nenhum Estado e a regulação das atividades relacionadas à extração de minérios cobiçados dependem da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), órgão sediado na Jamaica.</li><li>Há 10 anos, é negociado um código de mineração para fixar as regras para a extração de metais como níquel, cobalto e cobre dos solos marinhos declarados "patrimônio comum da humanidade".</li><li><strong>Ativistas e cientistas defendem que a atividade não comece ao menos até que se saiba mais sobre seus ainda não completamente conhecidos, mas potencialmente catastróficos, danos ambientais.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:52:25 UTC</pubDate>
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         <title>Como funciona a mineração?</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723455867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Lwq1j3nOODA" />
         <pubDate>2023-09-27 16:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>Perspectivas Futuras</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723456139</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Mundial:</em></strong></div><ul><li><strong>Nautilus</strong>, empresa canadense, começa projeto de mineração com o governo de <strong>Papua Nova Guiné</strong>, para explorar a <strong>Zona de Clarion-Clipperton</strong>, um dos locais com maior diversidade no planeta. O projeto envolve a utilização de fontes hidrotermais para aumentar a quantidade de minerais e, consequentemente, os minérios que poderão ser extraídos. O governo da ilha oceânica terá 15% da mina.&nbsp;</li><li>Governo da <strong>Noruega </strong>se movimenta para autorizar a mineração dos fundos marinhos.</li><li>Segundo a ISA, até 2023 já foram emitidos <strong>31 contratos de exploração</strong>, os quais permitem que os Estados ou empresas iniciem estudos sobre a viabilidade da mineração na região em questão.&nbsp;</li></ul><div><br><strong><em>Brasil:</em></strong></div><ul><li>O Brasil tem consciência do <strong>potencial dos fundos marinhos</strong> para prospecção e mineração de nódulos e sulfuretos polimetálicos e de crostas de ferromanganês ricas em cobalto. Os conhecimentos brasileiros sobre geologia e mineração de superfície, somado à tecnologia já desenvolvida pelo País para prospecção e extração de petróleo em alto mar, poderá ser útil para que o País venha, no futuro, a explotar aqueles minerais em águas internacionais.&nbsp;</li><li>A empresa pública brasileira Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), ligada ao Serviço Geológico Brasileiro, assinou, em 2015, seu primeiro contrato de exploração exclusiva (pesquisa) com a ISA, na <strong>Elevação do Rio Grande</strong>, área que integra uma das petições brasileiras à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC) e é rica em minérios. No entanto, devido à <strong>renúncia de direitos da CPRM</strong> e da retirada do patrocínio do Governo brasileiro ao referido contrato, sua vigência acabou em junho de 2022.</li><li>A região da <strong>Amazônia Azul</strong>, uma área que possui cerca de 4,5 milhões de km também é rica em recursos minerais.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:52:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>⛏️📣Noruega </title>
         <author>mariajuliagois</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://edition.cnn.com/videos/world/2023/09/21/exp-norway-climate-jonas-gahr-stre-intv-092111aseg2-cnni-world.cnn" />
         <pubDate>2023-09-27 16:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes: </title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723457109</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><a href="https://marsemfim.com.br/vai-comecar-mineracao-no-fundo-do-mar/">Mineração no fundo do mar está começando</a>&nbsp;</li><li><a href="https://marsemfim.com.br/moratoria-para-mineracao-submarina-ganha-adesao/%20">Moratória para mineração submarina ganha adesão</a>&nbsp;</li><li><a href="https://marsemfim.com.br/elevacao-do-rio-grande-e-perigos-da-exploracao-mineral/">Elevação do Rio Grande, e perigos da exploração mineral</a></li><li><a href="https://marsemfim.com.br/impactos-da-mineracao-submarina-conheca/%20">Impactos da mineração submarina, conheça</a></li><li><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/05/brincando-com-fogo-a-contagem-regressiva-para-extracao-de-minerais-do-fundo-do-mar.shtml%20">'Brincando com fogo': a contagem regressiva para extração de minerais do fundo do mar</a></li><li><a href="https://epbr.com.br/mineracao-no-fundo-do-mar-entenda-o-que-esta-em-discussao/%20">Mineração no fundo do mar? Entenda o que está em discussão</a></li><li><a href="https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2023/07/28/debate-para-suspender-mineracao-em-aguas-profundas-trava-reuniao-de-orgao-da-onu.ghtml">Debate para suspender mineração em águas profundas trava reunião de órgão da ONU</a></li><li><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2023/07/07/interna_internacional,1517523/mineracao-submarina-cada-vez-mais-proxima-apesar-de-criticas-crescentes.shtml">Mineração submarina: cada vez mais próxima, apesar de críticas crescentes</a></li><li><a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-030-87982-2_1">Deep-Sea Mining: Historical Perspectives&nbsp;</a></li><li><a href="https://www.sgb.gov.br/publique/Sobre/Assuntos-Internacionais/International-SeaBed-Authority---ISA-3942.html">International SeaBed Authority – ISA</a></li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>Países que defendem a exploração</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723461448</link>
         <description><![CDATA[<div>China<br>Noruega&nbsp;<br>México</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:56:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Perigos da ausência de legislação</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723466582</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Segundo ONGs e cientistas, estão entre as possíveis consequências dessa exploração a destruição direta de hábitats e espécies potencialmente essenciais para os ecossistemas. Além da perturbação da capacidade do oceano de absorver o carbono emitido pela atividade humana e a geração de um ruído que poderia afetar a comunicação de espécies como as baleias.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 16:59:44 UTC</pubDate>
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         <title>Pausa precatória</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723470083</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Chile, Costa Rica, França, Palau e Vanuatu são os países que apresentaram um pedido para que a reunião da Assembleia Geral dos países membros da ISA debatesse a "criação de uma política geral da Assembleia relacionada à conservação do ambiente marinho, incluindo a consideração dos efeitos da regra de dois anos".&nbsp;<br>- A pausa precatória interromperia por 15 anos as atividades de mineração no fundo do mar para extensão dos estudos que avaliam impactos desse tipo de atividades. </li><li>"Regra de dois anos" é o termo usado para o prazo estabelecido a partir da solicitação feita por Nauru em 2021. Nauru recorreu a uma controversa cláusula da CNUDM que dava ao conselho da ISA dois anos para finalizar o regulamento para a mineração comercial.&nbsp;</li><li>Não houve consenso, mas o fim do prazo significaria que agora o comitê responsável da ONU seria obrigado a avaliar propostas para a mineração comercial.&nbsp;<br>O conselho decisório do ISA, que tem 36 membros determinou que deve haver um código de mineração até 2025.</li><li>O prazo se encerrou em 9 de julho de 2023 e, tendo em vista que não se chegou a um consenso, os países membro da ISA podem - e já estão - apresentar petições para que o Conselho análise, caso a caso, se deve ser autorizada a pesquisa em águas profundas. Caso os resultados sejam positivos, a mineração efetiva, para fins comerciais, poderá ser autorizada.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 17:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Bandeira de Nauru</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723501403</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 17:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723527747</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No geral, a mineração no fundo do mar representa um campo emergente com o potencial de fornecer minerais essenciais, mas requer um equilíbrio delicado entre os benefícios econômicos e a proteção do ambiente marinho.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 17:39:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Posicionamento do Brasil </title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723563917</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a última sessão da ISA, em 2023, o Brasil defendeu a pausa precatória de, no mínimo, dez anos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 18:03:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723590754</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Exploração </strong>é o conjunto de operações ou atividades destinadas a avaliar áreas, <strong>objetivando a descoberta</strong> de recursos naturais e/ou minerais em condições que, a preços de mercado, tornem possível o retorno dos investimentos no desenvolvimento e no aproveitamento.</li><li><strong>Explotação </strong>significa a <strong>retirada, para fins comerciais, de recursos minerais/naturais</strong>, incluindo as atividades de construção e operação de sistemas de mineração, processamento e transporte.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 18:21:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patrimônio comum da humanidade </title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723648951</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Segundo a CNUDM, os <strong>recursos minerais extraídos da mineração dos fundos marinhos devem ser repartidos </strong>entre os Estados-membros da ISA. Ainda não se chegou a um consenso de como os recursos seriam divididos.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 19:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Principais empresas de mineração dos fundos marinhos</title>
         <author>mariajuliagois</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723658459</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Nauru Ocean Resources (NORI) - subsidiária da TMC</strong></div><ul><li>Empresa canadense, patrocinada também pelo governo de Nauru. Em setembro de 2022, <strong>a ISA autorizou que NORI realizasse testes de mineração na Zona Clarion-Clipperton</strong>. A decisão foi a primeira favorável da entidade sobre a temática.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>2. The Metals Company (TMC)</strong></div><ul><li>Empresa canadense que foi formada após a fusão entre a DeepGreen e a Sustainable Opportunities Acquisition Corporation.</li></ul><div><br></div><div><strong>3. Global Sea Mineral Resources (GSR)</strong></div><ul><li>Sediada na Bélgica, a empresa faz parte do Grupo DEME. Em 2013, foi assinado um contrato entre a ISA e a GSR para exploração de nódulos polimetálicos na Zona Clarion-Clipperton.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 19:10:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contexto Histórico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliagois/o8kc07im2kk8rgfi/wish/2723758788</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A história da mineração em águas profundas é uma jornada que remonta à <strong>década de 1960</strong>, quando as primeiras incursões começaram a desvendar os <strong>segredos dos recursos minerais escondidos nas profundezas dos oceanos</strong>. Inicialmente, a Comissão Geológica dos Estados Unidos (USGS) liderou os esforços de pesquisa para avaliar esses recursos, estabelecendo as bases para a exploração futura. Nos anos 1970, as Nações Unidas concederam a primeira concessão para a<strong> exploração de nódulos de manganês no Oceano Pacífico</strong>, um marco significativo na busca por minerais marinhos.</li><li>A década de 1980 testemunhou o<strong> interesse crescente de empresas privadas</strong>, como o projeto "<strong>Glomar Explorer</strong>", da Global Marine, enquanto a década de <strong>1990 viu a formação da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA)</strong>, que estabeleceu <strong>regulamentos para a mineração em águas internacionais. </strong>Avançando para os anos 2000, a crescente demanda por metais preciosos e raros impulsionou a exploração de minerais marinhos, com destaque para o <strong>cobalto, telúrio e terras raras</strong>, impulsionando novos desenvolvimentos tecnológicos.</li><li>Atualmente, o debate sobre a mineração em águas profundas se intensificou devido a <strong>preocupações ambientais crescentes</strong>. Muitos países e organizações passaram a exigir<strong> regulamentações mais rígidas</strong> e estudos ambientais abrangentes antes de avançar com projetos de mineração submarina. Esses desafios técnicos, econômicos e ambientais continuam a moldar o futuro da mineração em águas profundas, deixando em aberto questões cruciais sobre como explorar os recursos preciosos do fundo do mar de forma sustentável e responsável.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 20:46:07 UTC</pubDate>
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         <title>Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM)</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A CNUDM, adotada em 1982, é o principal marco legal que regula as atividades oceânicas e estabelece as regras para a exploração e conservação dos recursos marinhos, incluindo a mineração em águas profundas.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 20:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA)</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A CNUDM estabeleceu a ISA como uma organização autônoma das Nações Unidas, <strong>responsável por regular todas as atividades de exploração de minerais em águas profundas nas áreas além das jurisdições nacionais</strong>, conhecidas como "áreas internacionais". A ISA emite contratos de exploração, estabelece regulamentos e supervisiona as atividades de mineração em águas profundas para garantir que sejam realizadas de maneira responsável e equitativa. Ressalta-se que as <strong>águas internas</strong> não são de sua competência, estando resguardadas pela <strong>soberania</strong> de cada Estado.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 20:51:55 UTC</pubDate>
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