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      <title>GEOGRAFIA - Produção agropecuária do Brasil - Turma 301/2017 by Alex</title>
      <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod</link>
      <description>Insira o post sobre a produção de alimentos no meio rural, no Brasil, de acordo com o tema do seu grupo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-02-20 05:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>SOJA - Roberta, Teodora</title>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira vez que houve o plantio de soja em solo brasileiro foi por volta do ano de 1908 com a chegada de imigrantes japoneses que vieram para o Brasil e trouxeram a semente para o cultivo. Apesar de o primeiro cultivo datar dessa época, 1908, a expansão do plantio de soja ocorreu apenas muitos anos depois em 1970. A partir de então, a soja passou a ser o principal produto agrícola do país, o que levou o Brasil ao posto de segundo maior produtor de soja no mundo. <br><br></div><div>A produção de soja é bem dispersa pelo território brasileiro, mas as maiores concentrações de plantio, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), localizam-se no Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do sul. A produção anual no Brasil é de cerca de 113,923 milhões de toneladas e a área plantada é 33,890 milhões de hectares. O Mato Grosso, estado brasileiro que mais produz soja, tem produção média de 30,514 milhões de toneladas e área plantada de 9,323 milhões de hectares. O Paraná, segundo maior produtor, colhe em média 19,534 milhões de toneladas por ano em uma área de 5,250 milhões de hectares. E por último, o Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor, tem produção média de 18,714 milhões de toneladas e área plantada de 5,570 milhões de hectares.<br><br></div><div>Atualmente, a produção de soja no Brasil é feita com o auxílio de maquinário agrícola e outras tecnologias, não tendo trabalho em grande escala de mão de obra humana na produção. Todos os processos que ocorrem durante a produção, o preparo do solo, o plantio e a colheita, contam com a intervenção de algum tipo de tecnologia em seu desenvolvimento. Isso proporciona um maior rendimento na produção de soja e também um produto final melhor.<br><br></div><div><strong>Notícia:<br> </strong></div><div><a href="http://www.canalrural.com.br/noticias/soja/com-margem-positiva-area-soja-brasil-aumentara-68641">Com margem positiva, área de soja no Brasil aumentará 2% <br></a><br></div><div>A consultoria Céleres aponta uma rentabilidade média de R$ 784 por hectare ao produtor brasileiro na safra 2017/2018.<br> <br><strong>Referências <br></strong><br></div><div>Canal Rural, <em>Com margem positiva, área de soja no Brasil aumentará 2%</em>. Disponível em: <a href="http://www.canalrural.com.br/noticias/soja/com-margem-positiva-area-soja-brasil-aumentara-68641">http://www.canalrural.com.br/noticias/soja/com-margem-positiva-area-soja-brasil-aumentara-68641</a>. Acesso em 27 de agosto de 2017.<br><br></div><div>Embrapa Soja, <em>Soja em números (safra 2016/2017)</em>. Disponível em: <a href="https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos">https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017.<br><br></div><div>FREITAS, Eduardo de.      <em>"Expansão da Soja no Brasil"; Brasil Escola.</em> Disponível em: <a href="http://brasilescola.uol.com.br/brasil/a-expansao-soja-no-brasil.htm">http://brasilescola.uol.com.br/brasil/a-expansao-soja-no-brasil.htm</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017.<br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-27 18:14:51 UTC</pubDate>
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         <title>CARNE SUÍNA - Maria Clara, Sabrina, José Francisco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/182988964</link>
         <description><![CDATA[<div>     Os suínos chegaram ao continente americano em uma das viagens de Colombo, que os trouxe em 1494 e soltou-os na selva. Em 1499, já eram numerosíssimos e prejudicavam muito as plantações em todo o continente. <br>Foram introduzidos no Brasil por Martim Afonso de Souza em 1532. No início, os porcos brasileiros eram descendentes de cruzamentos entre as raças portuguesas. Com o tempo, criadores brasileiros passaram a desenvolver raças próprias.<br>      Atualmente, o Paraná é o estado em que se encontra a concentração de produção de suínos do país. No Estado paranaense, a produção de suínos se fez presente desde o início da colonização, principalmente na região Oeste quando era apenas uma atividade de subsistência para as famílias e posteriormente se tornou uma fonte de renda familiar. A atividade é de fundamental importância no contexto socioeconômico do Estado, proporcionando fonte de renda e empregos em todos os setores da economia gerando aumento na demanda de insumos agropecuários. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 2006,  o município de Toledo é considerado o maior produtor de suínos do Brasil com um rebanho de 446 mil cabeças, representando 27% do rebanho da região.   No caso da microrregião de Entre Rios do Oeste, a principal atividade econômica do Município está ligada a agropecuária na qual existe uma concentração na produção de 916,66 suínos/km² . <br>     Os sistemas de produção de suínos adotados no Brasil podem ser caracterizados como intensivo, semi-intensivo e extensivo. Dentro dessa classificação no intensivo encontra-se o sistema de criação intensivo confinado (SISCON), sistema de criação intensiva ao ar livre (SISCAL) e variações dos dois, como a criação de determinadas</div><div>fases em cama sobreposta. O sistema de criação agroecológico e o orgânico estarão separados em função da especificidade dessas criações, embora estejam incluídos como intensivo.<br>     A cadeia produtiva da suinocultura inclui desde o produtor de grãos e as fábricas de rações, os transportadores, os abatedouros e frigoríficos até o segmento de equipamentos, medicamentos, distribuição e o consumidor final. <br><br></div><div>                           <strong><em>Notícia<br><br><br><br><br><br><br>                       Referências <br><br></em></strong>EMBRAPA, qualidade da carne suína, Produzido por Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e Governo Federal. Disponível em:  <a href="https://www.embrapa.br/qualidade-da-carne/carne-suina">https://www.embrapa.br/qualidade-da-carne/carne-suina</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017.<br><br>RONDON, Marechal Cândido.  Geração de resíduos provenientes da suinocultura na região Oeste do Paraná: Um caso de insustentabilidade. Disponível em:  file:///C:/Users/User/Downloads/5534-20379-1-PB.pdf. Acesso em 26 de agosto de 2017. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-27 18:57:29 UTC</pubDate>
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         <title>PESSOAL, ATENÇÃO, NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR OS NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO NO CABEÇALHO DOS TRABALHOS.</title>
         <author>ajcosta1109</author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183008812</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 00:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>MORANGO - Gabryella Salem, Lucas Michels e Weslley Silveira</title>
         <author>weslleythomas</author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183187438</link>
         <description><![CDATA[<div>O cultivo do morango para consumo teve início no século XVIII, quando houve a hibridização espontânea de duas espécies selvagens de plantas na Europa que resultou em um pseudofruto grande e saboroso. Essas espécies selvagens eram <em>Fragaria chiloensis</em>, do Chile, e <em>Fragraria virginiana</em>, da América do Norte. Até então o cultivo de morangos tinha apenas propósito medicinal e ornamental. No Brasil, não há um período exato para indicar o início do cultivo do morango, mas tende-se a apontar que ocorreu entre as décadas de 1930 a 1950, no sul do estado de Minas Gerais.<br><br></div><div>As principais variedades de morangos cultivadas no Brasil provêm dos Estados Unidos e da Espanha, porém, a partir da década de 1970, houve um incremento nas pesquisas brasileiras, que acabaram por desenvolver novas variedades de morango. As variedades, juntos com os diferentes sistemas de produção, é possível produzir morangos praticamente durante os 12 meses do ano.<br><br></div><div>A produção mundial de morango no ano de 2011 foi de 4.594.540 toneladas, em uma área total de 244.283 hectares e o maior produtor de morango são os Estados Unidos, que produziram 1 312 960 toneladas em uma área de 23 260 hectares, no mesmo ano. Enquanto isso, o Brasil não se destaca, ocupando o sexto lugar em produção de morango na América do Sul, produzindo apenas 3 016 toneladas em uma área de 376 hectares no ano de 2011.<br><br></div><div>Segundo dados do IBGE 2006 existe produção de morango em 17 estados brasileiros, porém, os maiores produtores estão localizados na região centro-sul. São eles: Minas Gerais, que produziu 72,7 mil toneladas numa área plantada de 1,79 mil hectares (dado de 2014); Rio Grande do Sul, que produziu 9 819 toneladas; Paraná, que produziu 6 265 toneladas também;e São Paulo, que produziu 5 030 toneladas(dados de 2006).<br><br>Há três tipos de sistema para o cultivo do morango: convencional, integrado e orgânico. No sistema convencional a maioria das operações de preparo de área e manejo da cultura é feita sem utilizar as práticas de registro de operações e, em alguns casos, até mesmo sem acompanhamento de pessoal técnico. Nesse tipo de sistema, não é possível rastrear a forma como o produto foi produzido. O sistema integrado utiliza um controle permanente de registro de operações e monitoramento das atividades de campo, os produtos são mais seguros para o consumo. Neste sistema, há como rastrear o produto comercializado. O sistema orgânico é uma forma de cultivo onde não há a utilização de fertilizantes, agrotóxicos ou OGMs, é uma agricultura sustentável. <br><strong>                     <br>Notícia: </strong><a href="http://www.canalrural.com.br/noticias/rural-noticias/morango-para-evitar-prejuizo-produtor-busca-alternativas-68540"><strong>http://www.canalrural.com.br/noticias/rural-noticias/morango-para-evitar-prejuizo-produtor-busca-alternativas-68540</strong></a><strong><br>Referências:<br></strong><a href="http://bdm.unb.br/bitstream/10483/4603/1/2013_BarbaraRodriguesdaSilvaBorges.pdf">http://bdm.unb.br/bitstream/10483/4603/1/2013_BarbaraRodriguesdaSilvaBorges.pdf<br></a><br></div><div><a href="http://www.agricultura.mg.gov.br/ajuda/story/2342-produtores-de-minas-gerais-investem-em-sistema-alternativo-para-o-cultivo-de-morango">http://www.agricultura.mg.gov.br/ajuda/story/2342-produtores-de-minas-gerais-investem-em-sistema-alternativo-para-o-cultivo-de-morango<br></a><br></div><div><a href="http://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgao/files/2016/04/Disserta%C3%A7%C3%A3o-Silver-Zandon%C3%A1.pdf">http://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgao/files/2016/04/Disserta%C3%A7%C3%A3o-Silver-Zandon%C3%A1.pdf<br></a><br></div><div><a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128281/1/PLANTAR-Morango-ed02-2011.pdf">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128281/1/PLANTAR-Morango-ed02-2011.pdf<br></a><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 17:28:08 UTC</pubDate>
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         <title>TRIGO - Athos Bermúdez, Hevelyn Mazzini e Pedro Galarça</title>
         <author>hevelynbi</author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183209809</link>
         <description><![CDATA[<div>Originário de regiões montanhosas do Sudoeste da Ásia, (Irã, Iraque e Turquia), o trigo foi cultivado na Europa já na Pré-história e foi um dos mais importantes cereais para alimentação humana na Pérsia antiga, na Grécia e no Egito.</div><div>O trigo é uma planta de ciclo anual, cultivado no inverno e na primavera, é cultivado em regiões de clima temperado. Tem a propriedade de manter suas características de qualidade mesmo quando armazenado por um longo período. Ele desempenhou papel dos mais importantes no desenvolvimento das civilizações e tem sido o grão preferencial para alimento nos países desenvolvidos.&nbsp;<br><br></div><div>No Brasil, há relatos que o cultivo do trigo tenha sido iniciado em 1534, na antiga capitania de São Vicente. A partir de 1940, a cultura começa a se expandir comercialmente no Rio Grande do Sul. Nessa época no sul do Paraná plantavam sementes de trigo trazidas da Europa. Em 1979 Paraná assumiu a liderança na produção de trigo no Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>A área de produção de trigo no país encontra-se dividida em três regiões distintas: Sul, Centro-Sul e Brasil Central, de acordo com características climáticas, variedades e sistemas de produção. A região do Cerrado, no Brasil Central, apresenta um dos maiores potenciais para a produção de trigo no mundo, podendo proporcionar produtividades superiores a 6.0 kg/ha.</div><div>O cultivo de trigo possui os sistemas irrigado, sequeiro e “safrinha”, viabilizando duas safras/ano em rotação de cultura.&nbsp;</div><div>O Sequeiro, semeado em fevereiro e março, é de alto risco, pois o potencial de rendimento de grãos está associado à quantidade de chuvas que ocorrerão durante o ciclo da cultura. Em termos de área,&nbsp; o potencial de expansão é de 2 milhões de hectares, localizadas em altitudes superiores a 800 metros.</div><div>&nbsp;O trigo da safrinha é colhido na entre safra brasileira e Argentina. O que é interessante sob o ponto de vista de mercado, porque garante ao produtor melhor preço e consequentemente melhor renda.</div><div>&nbsp;No cultivo irrigado, semeado em abril e maio, por pivô central, o trigo é uma ótima opção no sistema de rotação de culturas. O potencial de rendimento de grãos é elevado, sendo um determinante importante na lucratividade da lavoura de trigo irrigado.</div><div>Áreas com irrigação via pivô central já somam 300 mil hectares, com potencial de expansão, para chegar a 2 milhões de hectares, em áreas com mais de 500 metros de altitude. Portanto, a região poderia produzir em torno de 6 milhões de toneladas de trigo, 60% da demanda do mercado de trigo no Brasil, que atualmente está em torno de 10 milhões de toneladas.&nbsp;</div><div>Na cultura do trigo, o plantio direto ou semeadura na palha tem sido a principal opção dos agricultores. A prática visa à conservação do solo, à manutenção da produtividade da cultura ao longo do tempo e à garantia de um rendimento econômico adequado.</div><div>A rotação de culturas no sistema de plantio direto é fundamental e pode elevar a produtividade em até 20%, sendo mais utilizada com milho, soja e feijão, entre outros.</div><div><br><strong>Notícia:</strong></div><div><a href="http://www.gestaonocampo.com.br/biblioteca/falta-de-chuvas-e-o-maior-problema-do-trigo/"><strong>Falta de chuvas é o maior problema do trigo<br></strong></a>“ As geadas afetaram as lavouras que já estavam em estágios mais adiantados apenas no Paraná, uma vez que do traçado da BR 277 para baixo até o RS a maioria das lavouras ainda estavam apenas em fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, para as quais o frio é um remédio. O que está afetando mesmo tanto a qualidade (pela falta de desenvolvimento das plantas) quanto o volume (que impediu parte do plantio) é a falta de chuvas.”<br><br><strong>Referências: </strong><br><a href="http://www.ebah.com.br/content/ABAAAARdMAL/cultivo-trigo">http://www.ebah.com.br/content/ABAAAARdMAL/cultivo-trigo</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017. <br><a href="http://www.gestaonocampo.com.br/biblioteca/falta-de-chuvas-e-o-maior-problema-do-trigo/">http://www.gestaonocampo.com.br/biblioteca/falta-de-chuvas-e-o-maior-problema-do-trigo/</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017. <br><a href="https://www.embrapa.br/soja/cultivos/trigo1">https://www.embrapa.br/soja/cultivos/trigo1</a>. Acesso em 26 de agosto de 2017.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 18:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>BATATA - Yago Rodrigues, João Vicente Oliveira e Gabriel Andreoli</title>
         <author>qzonemat</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de ser um alimento de origem sul-americana, a batata chegou ao Brasil pelos europeus. Portugueses imigrantes a cultivavam em pequena escala, em hortas familiares.<br>Com a chega dos ingleses, para construção das ferrovias, o alimento se popularizou a ponto de ser conhecido por aqui como batata inglesa, termo usado até hoje. Mas a produtividade do Brasil é baixa, se comparada com as lavouras europeias: não passa de 15 toneladas de batata por hectare. No Brasil, a batata é a hortaliça mais importante, com uma produção anual de aproximadamente 3,5 milhões de toneladas em uma área de cerca de 130 mil hectares. De acordo com Associação Brasileira da Batata (ABBA), o agronegócio da batata envolve em torno de 5 mil produtores em 30 regiões de sete estados brasileiros (MG, SP, PR,RS, SC, GO e BA).Enquanto o consumo doméstico de batata a granel vem diminuindo, o consumo de batata pré-frita congelada aumenta a cada ano. O consumo de batata chips e batata palha, segundo estimativas da ABBA, é de cerca de 375 g/pessoa/ano e 100 g/pessoa/ano, respectivamente. Ambos os tipos de produto processado apresentam pouco crescimento de consumo. Toda batata usada para processamento na forma de chips e batata palha é produzida no país, e de acordo com ABBA, atualmente, são produzidas 300 mil toneladas de batata fresca para fabricação chips e 80 mil toneladas para batata palha.<br>No caso da batata da pré-frita congelada, apenas 26% (82 mil toneladas) do consumo nacional é abastecido com produto processado no Brasil, sendo 74% (232 mil toneladas) importados da Argentina e países da União Europeia. Assim, estima-se que uma produção de 164 mil toneladas de batata fresca é utilizada para processamento de batata pré-frita congelada. Caso o volume importado fosse substituído por produto processado no Brasil e, considerando uma produtividade média brasileira de 30 t/ha, estima-se que seria agregada uma área de produção de cerca de 15.500 hectares para atender as 464 mil toneladas de batata fresca necessárias à indústria.<br>        <br><br><strong>noticia:</strong><br><a href="http://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2017/07/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais.html">http://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2017/07/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais.html</a><br><a href="http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=producao_de_batata_deve_crescer_30%2C86&amp;id=176780">http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=producao_de_batata_deve_crescer_30%2C86&amp;id=176780</a><br><br><br><strong>referencias:<br></strong><a href="https://www.spo.cnptia.embrapa.br/conteudo?p_p_id=conteudoportlet_WAR_sistemasdeproducaolf6_1ga1ceportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;p_r_p_-76293187_sistemaProducaoId=8803&amp;p_r_p_-996514994_topicoId=1301"><strong>https://www.spo.cnptia.embrapa.br/conteudo?p_p_id=conteudoportlet_WAR_sistemasdeproducaolf6_1ga1ceportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;p_r_p_-76293187_sistemaProducaoId=8803&amp;p_r_p_-996514994_topicoId=1301</strong></a><strong><br></strong><a href="http://www.abbabatatabrasileira.com.br/site/?id_REVCAT=3&amp;id_REVCON=111"><strong>http://www.abbabatatabrasileira.com.br/site/?id_REVCAT=3&amp;id_REVCON=111</strong></a></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 18:30:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carne Bovina- Arthur Gemelli, Bruna Zago e Maria Amélia Miranda</title>
         <author>arthur_gemelli</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Carne bovina é a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carne">carne</a> extraída dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bovinos">bovinos</a>, especialmente do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gado_bovino">gado doméstico</a>. É uma das variedades de carne mais consumidas na <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Culin%C3%A1ria_da_Europa&amp;action=edit&amp;redlink=1">Europa</a>, nas <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Culin%C3%A1ria_da_Am%C3%A9rica&amp;action=edit&amp;redlink=1">Américas</a> e na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_da_Austr%C3%A1lia">Austrália</a>, e muito importante na alimentação de populações da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia_Oriental">Ásia Oriental</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sudeste_Asi%C3%A1tico">Sudeste Asiático</a>. A carne bovina é um <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tabu_culin%C3%A1rio&amp;action=edit&amp;redlink=1">tabu culinário</a> em algumas culturas; seu consumo é proibido pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hindu%C3%ADsmo">hinduísmo</a>, religião que reverencia os bovinos, e é desencorajado pelos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo">budistas</a>.<br><br></div><div>Os Estados Unidos, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o">Japão</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_da_China">China</a> são os quatro maiores consumidores de carne bovina. Os maiores exportadores de carne bovina são a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Austr%C3%A1lia">Austrália</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>, a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a> e o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1">Canadá</a>. A produção de carne também é importante para a economia do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai">Uruguai</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicar%C3%A1gua">Nicarágua</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia">Rússia</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico">México</a>.<br><br></div><div>A criação do gado pode ser feita em três sistemas: o intensivo, que limita a mobilidade do animal, mantendo-o confinado. Porém nesses casos deve haver um cuidado maior com o conforto do animal. O sistema extensivo é o mais comum, que é aquele onde o gado é criado de forma livre, no pasto natural. No entanto é preciso ter o dobro de segurança, pois tem mais riscos de problemas derivados da superpopulação. O semi-intensivo é o meio termo.<br><br></div><div>Parte importante da evolução da pecuária brasileira ocorreu dentro das propriedades pecuárias brasileiras, com forte participação de diversos segmentos da sociedade. Engajados na busca por produtividade, qualidade e sustentabilidade, instituições de ciência e tecnologia, ensino, indústria, associações de produtores, organizações não governamentais, entre outros atores, compõem um grupo extremamente atuante e muitas vezes coordenado, com iniciativas que muito contribuem com incrementos na qualidade dentro e fora da porteira.<br><br><strong><em>Notícia<br></em></strong>EUA Suspende Importação de Todos os Tipos de Carne Fresca do Brasil<br><br></div><div><a href="http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/eua-suspendem-importacao-de-todos-os-tipos-de-carne-fresca-do-brasil.ghtml">http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/eua-suspendem-importacao-de-todos-os-tipos-de-carne-fresca-do-brasil.ghtml<br></a><br></div><div><strong><em>Referências</em></strong><br><br></div><div>https://pt.wikipedia.org/wiki/Carne_bovina#Cortes_de_carne_bovina<br><br></div><div>https://www.embrapa.br/qualidade-da-carne/carne-bovina<br><br></div><div>http://rehagro.com.br/mercado-da-carne-bovina-no-mundo-com-enfoque-no-brasil/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/215711728/c0eafe752395b6d9c055fc20da624f66/grafico_carne.jpg" />
         <pubDate>2017-08-28 20:29:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Laranja- Marcio Mateus, Maria Antonia Grecco e Marya Eduarda Matiuzzi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183247297</link>
         <description><![CDATA[<div>História da produção<br><br></div><div>A laranja foi trazida para o Brasil apenas quando os Portugueses chegaram aqui. As primeiras mudas de laranja foram plantadas aproximadamente no ano de 1516, sendo que essas eram laranjas doces.Entretanto, a citricultura só  tem inicio no país em torno de 1530/1540, quando os novos habitantes chegaram.Também esta documentado nos livros, a boa adaptação climática que a laranja teve no Brasil. O primeiro local do Brasil onde ocorreu a plantação de laranja e limão, foi a Capitania de São Vivente, que se localizava nos atuais estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.<br><br></div><div>Com o surgimento da Laranja Bahia ou laranja de umbigo, que surgiu apenas no Brasil, que a citricultura passou a ser importante para o país. Foi no inicio do século XX que o país passou a exportar a laranja, o primeiro país que a laranja produzida no Brasil foi exportada foi para a Argentina e já no ano de 1939 a laranja estava entre os dez produtos de exportação mais importantes para o Brasil. <br><br></div><div> <br><br></div><div>Notícias <br><br></div><div>·         Primeira notícia <br><br></div><div>A notícia a seguir foi retirada do site Notícias agrícolas <br><br></div><div>Citricultura impulsiona geração de empregos no interior de São Paulo<br><br></div><div>Segundo dados do Caged, atividade gerou 45.508 vagas nos municípios paulistas e no triângulo mineiro durante a safra 2016/2017<br><br></div><div>A citricultura foi uma das atividades que mais gerou empregos no Estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o segmento foi responsável pela geração de 45.508 postos de trabalho entre julho de 2016 a junho de 2017, período que compreende a safra 2016/2017 de laranja. A maior parte das contratações ocorreu entre os meses de janeiro e junho desse ano, quando foram criadas 32.190 vagas, aumento de 4,82% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), Ibiapaba Netto, a citricultura é extremamente demandante de mão de obra, principalmente na colheita, que é feita de forma manual. “Nessa safra a estimativa é de uma produção de 364,4 milhões de caixas de laranjas. Se pensar que cada caixa possui em média 250 frutas, são 9,1 bilhões de frutas, todas colhidas por uma mão humana”, diz o diretor.<br><br></div><div>Entre os municípios que a citricultura mais gerou empregos estão Mogi Guaçu com 3.657 contratações, seguida por Colômbia com 3.512. Em terceiro lugar está a cidade de Botucatu, que contratou 2.920 trabalhadores e a mineira Comendador Gomes, com 2.475 admissões. As cidades de Bebedouro e Matão, dois importantes polos de produção de laranja, ficaram em sétimo e em nono lugar, com 2.129 e 1.370 contratações respectivamente.<br><br></div><div>Quando observamos o período entre julho de 2016 e junho de 2017, é possível verificar que o ápice de contratações no cinturão citrícola aconteceu entre os meses de maio, quando foram contratados 13.216 profissionais e junho deste ano, quando foram admitidos 10.170 trabalhadores. “Embora essas vagas tenham sido preenchidas durante o final da safra 2016/2017, boa parte desses trabalhadores foi admitida para trabalhar no início da safra 2017/2018, que começou em julho”, pondera o executivo. Esse aumento no número de novas contratações da citricultura também contribuiu para fazer do setor agropecuário o segmento da economia que mais contratou no mês de junho: segundo dados do próprio Caged foram 36.827 novas contratações.<br><br></div><div>Outro dado relevante está no chamado vínculo trabalhista, que é a relação entre contratações e demissões em um período. No acumulado entre janeiro e junho desse ano, por exemplo, o número de admissões chegou a 32.190, praticamente o dobro do número de demissões que ficou em 16.867.<br><br></div><div> <br><br></div><div>·         Segunda notícia, retirada do site Terra. <br><br></div><div>Produção de suco de laranja do Brasil deve crescer mais de 70% em 2017/18<br><br></div><div>A produção de suco de laranja do Brasil na temporada 2017/18 (julho/junho) deverá atingir 1,2 milhão de toneladas (congelado e concentrado), aumento de 72 por cento ante a temporada anterior, fortemente afetada por uma quebra de safra, estimou nesta quinta-feira a CitrusBR. <br><br></div><div>O volume estimado pela associação da indústria exportadora inclui números de empresas associadas que atuam em São Paulo e Minas Gerais, não associados e também de Estados produtores menores, como Paraná e Rio Grande do Sul--Bahia e Sergipe, produtores menos relevantes, não integram os dados<br><br></div><div>A demanda externa pelo suco do Brasil, maior exportador global, foi estimada em cerca de 1 milhão de toneladas pela CitrusBR, ante 894,7 mil toneladas de exportações no acumulado da safra 2016/2017, quando atingiram os menores volumes desde 1991, devido à baixa disponibilidade da fruta.<br><br></div><div>Dessa forma, os estoques finais de suco de laranja do Brasil da safra 2017/18 foram estimados em 207,6 mil toneladas, quase o dobro do verificado no fechamento da safra anterior, em 30 de junho de 2017, mas ainda historicamente baixos.<br><br></div><div>"Os estoques projetados para 2018, caso se confirmem, serão suficientes para repor níveis mínimos de armazenamento, mas ainda em patamares realmente baixos", disse o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, referindo-se ao histórico de volumes maiores estocados pelo setor, que ainda se recupera da baixa safra passada.<br><br></div><div>O volume de cerca de 207,6 mil toneladas, se confirmado, ainda seria o segundo menor da história, disse Netto.<br><br></div><div>A safra de laranja do cinturão citrícola do Brasil, em São Paulo e sudoeste de Minas Gerais, está estimada em 364,47 milhões de caixas de 40,8 kg, aumento de quase 50 por cento ante a fraca temporada anterior, segundo estimativa anterior do Fundecitrus.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Sistemas utilizados <br><br></div><div>O sistema utilizado para a produção de laranja é o porta-enxerto, que é quando você pega a parte de baixa de uma planta, para enxertia, e pega um galho, por exemplo, e coloca com a parte de baixo da outra planta, geralmente de outra espécie. Assim ela cresce e já dá frutos, não tendo que plantar a semente de laranja, e ter q esperar ela crescer até poder dar os frutos, facilitando o processo. <br><br></div><div>- Área e volume da produção<br><br></div><div>A área utilizada no Brasil para a produção de laranja é cerca de  667.529 hectares.<br><br></div><div>O Brasil produziu no ano de 2017 cerca de 14.796.218 toneladas da fruta, sendo que o Estado de São Paulo é responsável por 74% desse total, ele é o maior produtor do Brasil. <br><br></div><div> O Brasil representa a maioria do comércio mundial de suco de laranja, é o maior produtor da fruta no mundo e exportador tanto da fruta como do suco.<br><br></div><div> <br><br></div><div>DADOS:<br><br></div><div>A safra 2017/18 da laranja promete ser uma das melhores dos últimos anos. São esperadas 365,47 milhões de caixas (40,8kg) produzidas, de acordo com estimativa da Fundecitrus, Fundo de Defesa da Citricultura. As árvores que estão produzindo frutos foram plantadas em 2014. Alguns, de variedade mais precoce, já começaram a ser colhidos. "Essa produção é 14% maior do que a média das últimas dez safras ", afirma Vinicius Trombim, coordenador da Pesquisa de Estimativa de Safra da Fundecitrus.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>GRAFICOS: <br></strong><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img width="567" height="410"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img width="465" height="233"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>LINKS:<br></strong><br></div><div><a href="https://www.terra.com.br/noticias/climatempo/producao-da-laranja-cresce-em-todo-o-brasil,cd6fd24cc90f039acbd945dc0af5af67g1afrfqz.html">https://www.terra.com.br/noticias/climatempo/producao-da-laranja-cresce-em-todo-o-brasil,cd6fd24cc90f039acbd945dc0af5af67g1afrfqz.html<br></a><br></div><div><a href="http://www.dinheirorural.com.br/secao/agronegocios/uma-nova-era-de-lucros-da-laranja">http://www.dinheirorural.com.br/secao/agronegocios/uma-nova-era-de-lucros-da-laranja<br></a><br></div><div><a href="http://www.stiam.org.br/?p=3442">http://www.stiam.org.br/?p=3442<br></a><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> </div><div> </div><div> <br><br></div><div> <br><br><br></div><div> <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 20:56:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>milho-ivan,larissa,maria rafaela e isadora</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183266645</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>historia da produção</strong> <br><br>No Brasil o milho já era cultivado pelos índios antes mesmo da chegada dos portugueses, já que eles utilizavam o grão como um dos principais itens de sua dieta.<br><br></div><div><br>Mas foi com a chegada dos colonizadores, cerca de 500 anos atrás, que o consumo do cereal no país aumentou consideravelmente e passou a integrar o hábito alimentar da população.<br><br></div><div><br>De acordo com a Fundação Joaquim Nabuco, no período Brasil-Colônia, os escravos africanos tinham no milho, além da mandioca, como um de seus principais alimentos.<br><br></div><div><strong>área e volume de produção<br></strong>A produção nacional de milho segue com perspectivas animadoras para o ano de 2017, agora com a quase totalidade do milho 1ª safra colhida e a maior parte das lavouras de 2ª safra já estabelecidas a campo. Os levantamentos realizados em abril apontam novo aumento de produção, que deve alcançar 93.457.859 toneladas, acréscimo de 1,2% em relação à estimativa do mês anterior. Este incremento decorre, principalmente, do aumento de 2,4% na área cultivada de milho safrinha, que deve totalizar 11.988.263 hectares, e da revisão do rendimento médio do milho 1ª safra em 0,9%, alcançando 5.446 quilos por hectare.   Os levantamentos realizados no mês de abril indicam que, mesmo com revisão positiva de 0,9% no rendimento médio da produção do milho 1ª safra, o volume colhido não deve ser muito diferente do levantado no mês anterior, totalizando 30.266.439 toneladas, compensado pela redução de 0,8% na área colhida, estimada em 5.557.535 hectares. Houve significativo aumento de 3,0% na produção em Goiás, influenciada principalmente pela revisão da área colhida, que apresentou acréscimo de 2,3%.   Em contrapartida, houve uma queda de 3,2% na produção de milho 1ª safra na Região Nordeste, com destaque para a Bahia, maior produtor regional, com uma produção 10,7% menor que a prevista no mês anterior, uma vez realizadas aferições nas áreas de cultivo, que deve alcançar 363.800 hectares, uma redução de 9,9%. Uma estiagem ocorrida entre dezembro e janeiro inviabilizou o plantio de pelo menos 50.000 hectares no Estado, o que também impacta no rendimento médio em 0,9%, que deve alcançar 3.998 quilos por hectare. A Região Nordeste deve ser responsável por 32,9% da área colhida no País na 1ª safra do grão. Entretanto, por conta do baixo rendimento médio obtido (2.274 quilos por hectare), representa apenas 13,7% do volume produzido neste período.   A 2ª safra de milho, mais uma vez, foi revisada positivamente, com incremento de 1,7% em relação ao mês anterior, alcançando 63 191 420 toneladas. Esse crescimento deve-se, principalmente, ao aumento das áreas de produção, que deve alcançar quase 12 milhões de hectares, sendo 2,3% maior que o levantamento anterior. Mato Grosso do Sul, que deve responder por 14,4% da produção nacional neste período, estimou em abril um aumento de 104.438 hectares na área plantada, o que deve aumentar em 7,9% a produção estadual, uma vez que o rendimento médio também obteve acréscimo de 1,5%. O GCEA/MS estima uma produção de 9.078.000 toneladas na 2ª safra em 2017. A produção paranaense, que responde por 22,0% da safrinha, também foi revisada positivamente em 1,5%, alcançando 13.877.010 toneladas. Este dado foi influenciado, principalmente, pelo aumento da área plantada em 27.340 hectares.<br><br>Artigo original da SF Agro: http://sfagro.uol.com.br/producao-de-graos-vai-crescer-262-na-safra-2016-2017/ <br><strong> tipo de sistema </strong><br>As mudanças que vêm ocorrendo nos sistemas de produção de milho no Brasil comprovam a profissionalização dos produtores. Essas mudanças, associadas ao papel cada vez mais importante de técnicos, consultores e extensionistas das redes públicas e privadas,  além do maior fluxo de informações via medias especializadas, têm levado o produtor a cada vez mais se profissionalizar no setor produtivo do agronegócio. Além disso, várias tecnologias ligadas à cultura foram implementadas, ou ainda estão sendo implementadas no setor agrícola brasileiro. Dentre elas, destacam-se:<br><br></div><ol><li>Utilização de cultivares de alto potencial genético (híbridos simples e triplos) e de cultivares não transgênicas e  transgênicas com resistência a lagartas e ao uso do herbicida glifosato.</li><li>Espaçamento reduzido associado à maior densidade de plantio, permitindo melhor controle de plantas daninhas, controle de erosão, melhor aproveitamento de água, luz e nutrientes, além de permitir uma otimização das máquinas plantadoras.</li><li>Melhoria na qualidade das sementes associada ao tratamento dos grãos, especialmente o tratamento industrial, máquinas e equipamentos de melhor qualidade, que garante boa plantabilidade boa distribuição das plantas emergidas, garantindo assim maior índice de sobrevivência do plantio à colheita.</li><li>Uso intensivo do Manejo Integrado de Pragas, Doenças e Plantas Daninhas (MIP).</li><li>Correção do solo baseando-se em dados de análise e levando em consideração o sistema, e não a cultura individualmente.</li></ol><div>Além dessas, deve ser enfatizada a utilização de tecnologias como o sistema de plantio direto, a integração lavoura-pecuária, a agricultura de precisão e melhores técnicas de irrigação, que têm permitido uma melhoria do potencial produtivo das lavouras.</div><pre>          <strong>noticias
</strong><br><h1>Mato Grosso deve colher maior safra de milho de sua história.</h1></pre><div><br><br><br></div><pre>Líder nacional na produção de grãos, o Estado de Mato Grosso vai colher neste ano quase um terço (30%) de toda a safra de milho do país.

Resultados como esse se traduzem no crescimento do país, puxado no primeiro trimestre pela agropecuária -o PIB teve alta de 1% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o período anterior. Além disso, geram empregos e investimentos.

Com a expansão da área de plantio, aumento de produtividade e chuvas regulares, a expectativa é que a safra do biênio 2016/2017 beire 30 milhões de toneladas de milho, aumento de quase 60% em relação à anterior.</pre><div>               <strong>  links<br></strong><a href="http://www.aprosoja.com.br/soja-e-milho/a-historia-do-milho"><strong>http://www.aprosoja.com.br/soja-e-milho/a-historia-do-milho</strong></a><strong><br><br></strong><a href="http://sfagro.uol.com.br/producao-de-graos-vai-crescer-262-na-safra-2016-2017/"><strong>http://sfagro.uol.com.br/producao-de-graos-vai-crescer-262-na-safra-2016-2017/</strong></a><br><strong><br></strong><a href="https://www.spo.cnptia.embrapa.br/conteudo?p_p_id=conteudoportlet_WAR_sistemasdeproducaolf6_1ga1ceportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;p_r_p_-76293187_sistemaProducaoId=7905&amp;p_r_p_-996514994_topicoId=8658"><strong>https://www.spo.cnptia.embrapa.br/conteudo?p_p_id=conteudoportlet_WAR_sistemasdeproducaolf6_1ga1ceportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;p_r_p_-76293187_sistemaProducaoId=7905&amp;p_r_p_-996514994_topicoId=8658</strong></a><strong><br><br></strong><a href="http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/07/1905206-mato-grosso-deve-colher-maior-safra-de-milho-de-sua-historia.shtml"><strong>http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/07/1905206-mato-grosso-deve-colher-maior-safra-de-milho-de-sua-historia.shtml</strong></a><strong><br><br></strong><a href="http://4.bp.blogspot.com/-M35J2rlCeNQ/VKFkoVFbTII/AAAAAAAABi8/XqKSn64OTVY/s1600/milho%2B1%2B21122014.png"><strong>http://4.bp.blogspot.com/-M35J2rlCeNQ/VKFkoVFbTII/AAAAAAAABi8/XqKSn64OTVY/s1600/milho%2B1%2B21122014.png</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-28 23:49:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-29 00:38:46 UTC</pubDate>
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         <title>FRANGO- Maria Gabriela, Mariana D. e Paula M.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ajcosta1109/geo301prod/wish/183274113</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredita-se que o frango tenha chegado ao Brasil em 1503. <br>Porém a produção para fins comerciais começou por volta de 1860 em Minas Gerais, onde a produção era muito rural, as galinhas viviam soltas, e demoravam muito tempo para atingir o peso ideal para o abate.<br>O processe de modernização da industria avicultora começou nos anos 30, para o abastecimento interno, mas foi nos anos 50 que a produção foi impulsionada com a criação de vacinas, avanços genéticos, e nutrição. <br>Hoje no Brasil, os frangos são abatidos com cerca de 40 dias, muito diferente do inicio da produção, os frangos demoravam cerca de 6 meses para atingirem o peso ideal. Nosso pais é atualmente o 2 maior produtor e exportador de carne de frango no mundo, graças aos avanços que tivemos.<br>A região sul é a região que mais abate frangos do brasil (57.7% da produção total), o centro oeste também é um grande produtor com 21.7%, alguns estados do sudeste como Espirito Santo, Minas Gerais, e São Paulo ocupam 14.7% da produção nacional, enquanto outros estados produzem juntos 6.1%.<br>A avicultura de corte no Brasil adota três sistemas de produção, cada um com seu modo de criação. Tais sistemas são: sistema de integração, sistema cooperativo e sistema independente. <br>O sistema de integração consiste na criação das aves em parceria com o integrado (produtor rural ou micro empresário) onde a empresa de maior porte (integradora) fornece ao criador (integrado) os pintos, a ração, a assistência técnica e se responsabiliza pelo abate e pela comercialização do frango abatido. O criador entra no negócio com as instalações, os equipamentos, o aquecimento, a água, a cama e a mão de obra. <br>No sistema cooperativo, o <em>criador</em> participa da organização e das decisões, correndo os riscos de um eventual fracasso das operações. A cooperativa muitas vezes produz pintos e rações, consumidos dentro do próprio sistema.<br>No sistema independente, o produtor é responsável por todo o processo de produção do frango, pois toda e qualquer decisão tem caráter pessoal. Os riscos envolvidos nas operações são de sua inteira responsabilidade. <br><br><strong>NOTÍCIAS<br><br></strong><strong><em><sup>Exportação de carne de frango do Paraná bate recorde, diz governo<br></sup></em></strong><a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/exportacao-de-carne-de-frango-do-parana-bate-recorde-diz-governo.ghtml"><strong><em><sup>http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/exportacao-de-carne-de-frango-do-parana-bate-recorde-diz-governo.ghtml</sup></em></strong></a><strong><em><sup><br><br>Santa Catarina exporta 13,7% mais carne de frango em julho <br></sup></em></strong><a href="http://www.canalrural.com.br/noticias/frango/santa-catarina-exporta-137-mais-carne-frango-julho-68434"><strong><em><sup>http://www.canalrural.com.br/noticias/frango/santa-catarina-exporta-137-mais-carne-frango-julho-68434</sup></em></strong></a><br><br><strong>REFERÊNCIAS <br><br></strong>DEPEC-BRADESCO, Carne Avícola (2017). Disponível em: <a href="http://file:///C:/Users/Alexandre/Downloads/infset_carne_avicola%20(1).pdf">file:///C:/Users/Alexandre/Downloads/infset_carne_avicola%20(1).pdf</a>. Acesso em 26 de Agosto de 2017.<br><br>Avicultura Industrial, A história da avicultura brasileira. Disponível em: <a href="https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/a-historia-da-avicultura-brasileira/20030520-151203-0539">https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/a-historia-da-avicultura-brasileira/20030520-151203-0539</a>.  Acesso em 26 de Agosto de 2017.<br><br>G1, <em>Exportação de carne de frango do Paraná bate recorde, diz governo. Disponível em: <br></em><a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/exportacao-de-carne-de-frango-do-parana-bate-recorde-diz-governo.ghtml"><em>http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/exportacao-de-carne-de-frango-do-parana-bate-recorde-diz-governo.ghtml</em></a><em>. Acesso em 26 de Agosto de 2017.<br><br>Canal Rural, Santa Catarina exporta 13,7% mais carne de frango em julho. Disponível em:<br></em><a href="http://www.canalrural.com.br/noticias/frango/santa-catarina-exporta-137-mais-carne-frango-julho-68434"><em>http://www.canalrural.com.br/noticias/frango/santa-catarina-exporta-137-mais-carne-frango-julho-68434</em></a><em>. Acesso em 26 de Agosto de 2017.<br><br></em>Beatriz Lázia, Produção de Frangos de Corte. Disponível em: <a href="https://www.cpt.com.br/noticias/producao-de-frangos-de-corte-sistema-de-integracao-sistema-cooperativo-e-sistema-independente"><em>https://www.cpt.com.br/noticias/producao-de-frangos-de-corte-sistema-de-integracao-sistema-cooperativo-e-sistema-independente</em></a><em>. Acesso em 26 de Agosto de 2017.</em><strong><br></strong><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://scontent.fpoa1-1.fna.fbcdn.net/v/t34.0-12/21175603_1405912892861890_1473595005_n.jpg?oh=443882f5d4a3ad027f120d8d058f40fe&amp;oe=59A6DEC6" width="540" height="301"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>GRÁFICO DE ABATE DE AVES (por estado- 2015)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-29 00:39:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>qzonemat</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet.com/arthur_gemelli" />
         <pubDate>2017-08-29 00:39:50 UTC</pubDate>
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         <title>UVA- Enzo, Lorenza, Mauricio e Wanderlei </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Histórico da produção  </strong></div><div>A historia do vinho no Brasil é longa, datada dos tempos da colonização, onde as primeiras mudas chegaram da Europa.  Em 1532, o cultivo começou a ser feito na capitania de são Vicente, mas o clima e solo desfavoráveis acabaram por impossibilitar a produção de vinho nesse local. Então Brás cubas, um fidalgo insistente no cultivo de videiras, transfere suas plantações do litoral para o planalto atlântico, empreendimento que foi produtivo.</div><div>Em 1824 e 1870, com a chegada de imigrantes alemães e italianos, respectivamente, e o interesse dos mesmos no cultivo de uvas fizeram com que muitas plantações surgissem principalmente no estado do Rio Grande do Sul. Após a chegada dos imigrantes, ocorreu um salto na produção nacional, novas técnicas e uma maior qualidade dos produtos. A uva e os vinhos brasileiros saíram da produção familiar e foram virando um grande negócio.<br><br><strong><br>Área plantada</strong></div><div><br>Segundo a tabela, a área plantada de videiras diminuiu na maioria das regiões. No Rio Grande do Sul a redução foi de 0,51%, já no Paraná houve a maior redução, 13,98%, seguido por São Paulo, 12,79%. Em Minas Gerais o aumento foi de 10,91%, e  na região Nordeste permaneceu a mesma coisa praticamente.</div><div><br>Essa diminuição da área plantada pode ter sido causada pela especulação imobiliária, problemas climáticos ou falta de mão de obra.</div><div><br></div><div><strong>Produção de uvas</strong></div><div> </div><div>A produção passou por um aumento de 4,41% em 2015, totalizando 1.499.353 toneladas de uva.<br><br></div><div>Houve o aumento de 7,85% no Rio Grande do Sul, maior produtor da fruta, e redução nos estados da Bahia, São Paulo e Paraná, ocorrido por problemas climáticos e redução da área plantada.<br><br>52,12% da produção nacional (781.412 toneladas de uva) foram para a produção de processados (vinhos, suco e derivados). O resto, 47,88%, foram para o consumo in natura.<br><br><strong>Sistema utilizado <br></strong><br></div><div>No Rio Grande do Sul, estado com a maior produção de uvas, tem uma viticultura com propriedades pequenas; com pouca mecanização, principalmente pela grande diferença de elevação do terreno; com uma mão de obra familiar. O sistema que predomina é o de condução em latada ou pérgola, deixando as parreiras na horizontal, e produzindo mais.<br><br></div><div>Esta organização é basicamente a mesma em todos os estados que produzem a fruta, algumas mudanças podem ocorrer, como por exemplo, alguma região ser mais modernizada como em São Paulo, ou com parceiros na produção.<br><br></div><div>Houve investimentos na indústria de vinhos no Rio Grande do Sul, onde existe a maior demanda de vinhos nacionais, com modernização de vinícolas, teve uma maior qualidade e o alcanço de um mercado de vinhos finos e de maior valor. A indústria do suco de uva também se modernizou, e alcançou mercados externos, modernizando vinícolas e processadoras de suco. Mas a produção vitícola não se modernizou tão rápido, assim, a matéria-prima apresenta potencial inferior e, consequentemente, afeta o setor de vinhos finos.<br><br><strong>Notícias<br></strong>A reportagem retrata a reunião que debateu sobre a reativação da vinícola no distrito de São Marcos. Foi colocado em pauta a possibilidade dos estudantes do colégio agrícola realizarem as atividades do estagio que é obrigatório para concluir o curso. Os estudantes ficariam responsáveis por aplicar produtos nas parreiras, sob coordenação de um monitor técnico, preparando as mudas para o próximo ano ocorrer a produção do vinho.<br><br></div><div>A Vinícola começou a funcionar em 2006 com a Vinoeste, em 2011, foi a Vinícola Casa Valduga que ganhou a concessão. A concessão com a Casa Valduga durou três anos, após esse prazo, a vinícola foi desativada. O novo governo para a reativação da vinícola. <br><br>Prefeitura Municipal. <strong>Reunião debate assuntos sobre a reativação da vinícola. </strong>2017. Disponível em:&lt;http://www.uruguaiana.rs.gov.br/pmu_novo/veiw_noticias/1046&gt;. Acesso em 27 ago. 2017<br><br>Em Bento Gonçalves(RS) , pesquisadores da Embrapa tiveram avanços  na exploração de estruturas moleculares das uvas, que, se alteradas, facilitam a produção de uvas sem sementes, as chamadas uvas de mesa, essa variedade difere da uva vinífera, adequada para a produção de vinhos.<br><br></div><div>A estudante Jaiana Malabarba, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) é uma das autoras de um artigo postado no Journal of Experimental Botany, da universidade de Oxford, que foi fundamental para os trabalhos da equipe do Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho, coordenado pelo pesquisador Luís Fernando Revers.<br><br></div><div>Os pesquisadores observaram o gene VviAGL11 de duas uvas, a Chardonnay (que a partir da qual é fabricado vinho branco de qualidade) e a Sultanina (não possui sementes e é a responsável por originar  a maioria das variações de uvas de mesa).<br><br></div><div>“Nos últimos dez anos de investigação, existiam hipóteses sobre a formação da semente na uva, mas não comprovações. Nós não inventamos a roda. O que nossa equipe conseguiu fazer foi uma estratégia de investigação que comprovou que o gene é importante para a formação da semente. Nas videiras com fruto normal, quando a baga da uva está do tamanho de uma ervilha, a camada ao redor da semente cresce e endurece. Quando o gene não funciona, o rudimento da semente para de crescer", resumiu Revers.<br><br></div><div>Com o domínio sobre as diferenças genéticas entre o gene que compõe a uva com a semente e o da uva sem semente, é mandado o resultado para o setor de melhoramento da Embrapa, para que elaborem ferramentas de biotecnologia.<br><br></div><div>“Agora a gente vai usar o conhecimento que utilizou para entender o processo, no desenvolvimento de novas produções de novas cultivares de uvas [uvas melhoradas a partir de uma interferência do ser humano], para ter um cultivo mais acelerado. Usar essas características para fazer cruzamentos e ter uma produção antecipada, uma planta com bases em testes de DNA”, disse Revers.<br><br></div><div>BOND, Letycia. <strong>Brasileiros avançam em pesquisas para produção de uvas sem sementes.</strong> 2017. Disponível em:&lt;http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-07/pesquisadores-brasileiros-avancam-na-producao-de-uvas-sem&gt;. Acesso em  27 ago. 2017. <br><br><br>As condições climáticas e outros meios irão ajudar a safra de uva. Com base nas pesquisas a colheita começou no inicio de janeiro com maior avanço na segunda quinzena do mês, acredita-se que o fenômeno La Niña ajudara para que a maturação da uva seja adequada. Falando em qualidade, podemos dizer que as vinícolas do Rio Grande Do Sul  tem grande variedade ate agora, o que indica que as mesmas atingirão ótima graduação de açúcar. Como sabemos, a qualidade se da no momento da colheita mas precisamos ter base nas condições climáticas, que quanto menos chuva menos qualidade. O ideal para que as uvas cresçam direitinho são 680 milímetros por ano, sendo uma parte no inverno e outra na primavera que é o período que a vinha esta criando brotos e cachos.<br><br>Ibravin. <strong>Safra 2017 deve atingir 600 milhões de quilos de uva. </strong>2017. Disponível em:&lt;http://www.ibravin.org.br/Noticia/safra-2017-deve-atingir-600-milhoes-de-quilos-de-uva/225&gt;. Acesso em 27 ago. 2017<br><br><br> Referências: <br>Ibravin. <strong>História do vinho no Brasil.</strong> Disponível em:&lt;<a href="http://www.ibravin.org.br/Historia-do-Vinho-no-Brasil">http://www.ibravin.org.br/Historia-do-Vinho-no-Brasil</a>&gt;.Acesso em: 26 ago. 2017. </div><div>DE MELLO, Carlos. <strong>A história do vinho no Brasil, </strong>2010. Disponível em: &lt;<a href="http://revistaadega.uol.com.br/artigo/a-historia-do-vinho-no-brasil_2629.html">http://revistaadega.uol.com.br/artigo/a-historia-do-vinho-no-brasil_2629.html</a>&gt;.Acesso em: 26 ago. 2017<br>DE MELLO, Loiva. <strong>Desempenho da vitivinicultura brasileira em 2015.</strong> Embrapa, 2016. Disponível em:&lt;<a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/9952204/artigo-desempenho-da-vitivinicultura-brasileira-em-2015">https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/9952204/artigo-desempenho-da-vitivinicultura-brasileira-em-2015</a>&gt;. Acesso em 26 ago. 2017<br>Embrapa. <strong>A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.</strong> Disponível em:<strong>&lt;</strong>http://www.cnpuv.embrapa.br/publica/artigos/vitivinicultura/&gt;.Acesso em: 27 ago. 2017.<br>                                                                                                                           Tabelas:                </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-29 01:18:42 UTC</pubDate>
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         <title>UVA</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2017-08-29 01:50:21 UTC</pubDate>
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         <title>UVA</title>
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         <pubDate>2017-08-29 01:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Café- trabalho de Bernardo Charnaud, Luis Henrique Oliveira e Eduardo Prestes</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>HISTÓRICO DA PRODUÇÃO</strong></div><div>&nbsp;</div><div>“As primeiras mudas e sementes de café chegaram ao Brasil no século XVIII, por volta de 1730, vindas da América Central e Guiana. Mas só a partir do início do século XIX a cultura despertou interesse nos grandes proprietários. Tornou-se rapidamente a principal atividade agrícola do país, responsável por mais da metade das divisas oriundas das exportações brasileiras. Essa importância econômica fez dos "Barões do Café" de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais o centro da elite do Império e da República, até quase a metade do século XX.”</div><div>Como é presenciado na história brasileira, o Brasil tem estado na liderança da produção de café mundial a mais de 170 anos, com seu auge na época dos “Barões do café” detendo mais de 84% do mercado mundial, sendo o principal meio econômico brasileiro de 1994 a 1930 dominando a economia, e por consequência tendo os produtores de café na liderança do país.<br><br></div><div>Mas a partir de 1930 a participação do Brasil começou a cair, perdendo espaço no comércio mundial, chegando a ficar com 27% de participação mundial, e se mantendo nesses últimos anos acima de 31% de produção mundial, apesar da baixa gigantesca ao longo das décadas, o Brasil ainda detem o primeiro lugar na produção cafeeira com 40 milhões de sacas/ano, com o destaque especial ao ano de 2016 com um recorde de 51 milhões de sacas/ano de 60 quilos, maior que o recorde de 2014 com 50,8 milhões de sacas/ano.<br><br></div><div>Os principais produtores de café no Brasil estão localizados no cerrado mineiro, mas há importantes produtores nos estados de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rondônia e Paraná, com a seguinte distribuição: Minas Gerais (51%), Espírito Santo (22%), São Paulo (12%), Paraná (6%), Rondônia (4%) e Bahia (4%).<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>TIPO DE SISTEMA UTILIZADO<br></strong>Quando não chove, os produtores cafeeiros recorrem a alguns sistemas de irrigação, dependendo do seu nível tecnológico. Os sistemas podem ser:</div><div><br></div><div><strong><em>Canhãohidráulico</em></strong><strong>: </strong>é a irrigação por meio de um aspersor, denominado canhão, que aplica água a grandes distâncias e possui um carretel para se deslocar na lavoura. A propulsão é proporcionada pela própria pressão da água, é o sistema que mais consome energia e pode apresentar desuniformidade na distribuição de água. A sua eficiência é prejudicada muito pela ação dos ventos, causando desperdício de água.<br><br></div><div><strong><em>Malha</em></strong><strong>: </strong>É o sistema de aspersão, em que as linhas laterais de derivação e principal são enterradas, e somente os aspersores mudam nas linhas. É um sistema simples e efetivo, possui baixo custo de implantação e baixo consumo de energia.<br><br></div><div><strong><em>Pivô central</em></strong><strong>: </strong>É o sistema que irriga uma área circular, projetada para receber uma estrutura suspensa com tubulação e por meio de um raio que gira em toda a área circular, a água é aspergida sobre a plantação. Para o melhor aproveitamento no uso da água, utiliza-se os emissores sobre as linhas de café, chamados de Lepa.&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>Gotejamento</em></strong><strong>: </strong>É um sistema por irrigação localizada. A água é levada sob pressão por tubos sobre o solo ou enterrados, e aplicada através de gotejadores na faixa das raízes do cafeeiro (bulbo contínuo). Esse sistema possui eficiência de aproximadamente 90% é responsável pela economia de até 50% da água. Porém, o seu custo de implantação é muito elevado. O gotejamento ainda permite a aplicação de fertilizantes solúveis em água via irrigação, método conhecido como fertirrigação, que reduz os gastos com mão-de-obra e mecanização.<br><br></div><div><strong><em>Microaspersores</em></strong><strong>: </strong>É o sistema de irrigação localizada, que possuem aspersores de tamanho reduzido, podendo ser moveis ou não, molhando somente a área sob a saia do cafeeiro. Sua vazão é maior que as dos gotejadores e sua eficiência ultrapassa 90%.<br><br></div><div><strong><em>Tripas</em></strong><strong>: </strong>É o sistema de irrigação localizada que utiliza material de polietileno e apresenta microfuros, pelo quais a água é aplicada. É um sistema barato e recomendado pela irrigação de “salvação”.<br><br><strong>NOTÍCIA VINCULADA SOBRE A PRODUÇÃO</strong>&nbsp;</div><div><br></div><div>De acordo com o Portal Brasil, com o artigo <strong><em>“Produção de café bate recorde e supera 51 milhões de sacas”(2016)</em></strong>:&nbsp;<br><br></div><div>“A produção brasileira de café chegou a 51,37 milhões de sacas de 60 quilos em 2016, somados o café arábica e conillon, um acréscimo de 18,8% em relação ao ciclo anterior, quando foram obtidas 43,24 milhões de sacas. O volume representa um recorde histórica no safra.</div><div>A maior safra até hoje havia sido registrada em 2014, com 50,8 milhões de sacas. Os números foram divulgados, nesta quinta-feira (22), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu último levantamento da safra atual.&nbsp;</div><div>A área total plantada no País teve redução de 1,1% em relação a 2015, totalizando 2,22 milhões de hectares. No entanto, houve ganho de produtividade. A média de 26,33 sc/ha é 17,1% superior à da safra passada.</div><div>As condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras de arábica, aliadas ao ciclo de bienalidade positiva, favoreceram as lavouras e justificam aumento da produtividade na maioria dos estados.</div><div>Os maiores ganhos são observados em São Paulo, com 46,7%; Mato Grosso, com 39,4%; e Minas Gerais, com 32,2%.”</div><div>&nbsp;</div><div>Da produção de café, há destaque para o <strong>Café arábica e Conillon:</strong></div><div>“O café arábica ainda domina as lavouras de café no País, representando 84,4% da produção total do grão, isto é, 43,38 milhões sacas. O número é 35,4% maior em relação à safra anterior.</div><div>O resultado se justifica pelo aumento de 46 mil hectares da área em produção, incluindo a incorporação de novas áreas que se encontravam em formação e renovação, além de condições climáticas mais favoráveis.</div><div>A produção do conillon representa 15,6% do total de café do brasileiro, estimada em 7,98 milhões de sacas – redução de 28,6% na comparação com a safra passada.</div><div>Houve diminuição de 4% na área em produção e problemas climáticos pontuais, como seca e má distribuição de chuvas por dois anos consecutivos no Espírito Santo, maior produtor de café conilon no País.</div><div>Em Rondônia e na Bahia, também produtores da espécie, ocorreu estiagem nas fases críticas das lavouras. Em Rondônia, porém, a quebra de produtividade foi amenizada pela entrada de novas áreas de café clonal, cuja produtividade é superior às tradicionais.”</div><div>&nbsp;<br><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Produção de café bate recorde</strong>, disponível em<strong>&nbsp; </strong><a href="http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/12/producao-de-cafe-bate-recorde-e-supera-51-milhoes-de-sacas"><strong>http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/12/producao-de-cafe-bate-recorde-e-supera-51-milhoes-de-sacas</strong></a><strong> &nbsp;<br></strong><br></div><h1>O Café no Brasil - HISTÓRIA, PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO, disponível em <a href="http://revistacafeicultura.com.br/?mat=3640">http://revistacafeicultura.com.br/?mat=3640</a></h1><h1><em>FARIA, Manuel Alves, REZENDE, Fatima Conceicão. Irrigacão na cafeicultura. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1997 110 p.</em></h1><h1><a href="https://espressodiario.wordpress.com/2014/08/03/o-cafe-e-sua-importancia-na-economia-brasileira/"><em>https://espressodiario.wordpress.com/2014/08/03/o-cafe-e-sua-importancia-na-economia-brasileira/</em></a></h1><h1><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-12/participacao-da-agropecuaria-no-pib-sobe-para-23-em-2015"><em>http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-12/participacao-da-agropecuaria-no-pib-sobe-para-23-em-2015</em></a></h1><h1><a href="http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/01/cafe-brasileiro-responde-por-31-3-da-producao-global"><em>http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/01/cafe-brasileiro-responde-por-31-3-da-producao-global</em></a></h1><h1><a href="http://www.fca.pucminas.br/omundo/brasil-e-destaque-na-exportacao-mundial-de-cafe/"><em>http://www.fca.pucminas.br/omundo/brasil-e-destaque-na-exportacao-mundial-de-cafe/</em></a></h1><h1><a href="https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080526112044AA1rIGY"><em>https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080526112044AA1rIGY</em></a></h1><h1><em>&nbsp;</em></h1><h1><em>Bibliografia acessada dia 26/08 às 15h30min.</em></h1><h1>&nbsp;</h1><div>&nbsp;</div><div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:250,&quot;url&quot;:&quot;null&quot;,&quot;width&quot;:361}" data-trix-content-type="image"><img src="null" width="361" height="250"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>(Imagem acima demonstrando a produção de café arábica no Brasil desde 2003)</div><div>&nbsp;</div><div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:265,&quot;url&quot;:&quot;null&quot;,&quot;width&quot;:364}" data-trix-content-type="image"><img src="null" width="364" height="265"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>(Imagem demonstrando a produção de Café arábica e Conillon no Brasil)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-29 02:51:19 UTC</pubDate>
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         <title>CASTANHA-DE-CAJU - Rafael Figueiredo, Guilherme Rodrigues, Carlos Marcelo</title>
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         <pubDate>2017-08-29 02:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Castanha de caju</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>CASTANHA DE CAJU<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>            Antes de qualquer coisa, precisamos saber o que é a castanha de caju.<br> A castanha representa apenas a parte superior de tudo o que chamamos de “caju”, ela é acompanhada por um pseudofruto que também é utilizado para produzir diversos derivados. <br><br></div><div><em>“O caju possui duas partes: a castanha ou fruto propriamente dito e o pseudofruto (pedúnculo floral), que é a parte comumente vendida como fruta.” <br></em><br></div><div><a href="https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-cultivo-e-o-mercado-da-castanha-de-caju,64ca9e665b182410VgnVCM100000b272010aRCRD"><em>https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-cultivo-e-o-mercado-da-castanha-de-caju,64ca9e665b182410VgnVCM100000b272010aRCRD<br></em></a><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div>            O cajueiro é uma árvore nativa do Brasil, contudo hoje em dia conseguimos encontra-las em diversas regiões litorâneas do globo, pois disseminação de seus derivados desperta interesse por parte das economias exteriores.<br>             O cultivo comercial do cajueiro no Brasil, teve início na década de 1960, contudo desde os indígenas podemos ver ele sendo utilizado, pois eles pegavam as sementes e disseminavam-nas pelos terrenos secos, gerando as árvores frutíferas . A expansão do cultivo foi realizada com base no plantio se sementes colhidas nos cajueiros gigantes nativos. O comércio da castanha de caju e seus derivados representam uma parte significativa do capital obtido através do mercado estrangeiro para os estados do nordeste, contudo, sua produção costuma ser muito baixa em função da falta de tecnologia empregada em seu cultivo. Geralmente o cajueiro é plantado no sistema de pequenos aglomerados, onde se pratica o consórcio com outras culturas, ou no sistema de grandes plantios puros e ordenados. Em ambos os sistemas, o nível tecnológico empregado é mínimo. Independentemente de tudo isso, em 2013, a venda da castanha de caju chegou a dar lucros de 21,7% para os produtores do rio grande do norte. Nesse mesmo ano, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção chegou a 257,3 toneladas, números que demonstraram uma crescente absurda comparada ao ano anterior, quando chegou em 76 toneladas.<br><br></div><div>            No ano de 2012 o Brasil ocupava no ranking da produção mundial de castanha de caju a quinta colocação, abaixo de Costa do Marfim, Índia, Nigéria e Vietnã, sendo este último país o maior produtor mundial, com 1,23 mil toneladas.<br><br></div><div>            Além dessa importante função econômica do caju, a casca dele tem função medicinal, sendo usada no tratamento de aftas e infecções na garganta.<br><br></div><div>            Algo curioso que pode ser citado é o desperdício do pseudofruto, pois o produto mais rentável na hora de vender é a castanha que representa apenas 10% de todo o corpo, dessa forma, 90% dele é desperdiçado muitas vezes.<br><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Referências:<br><a href="https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-cultivo-e-o-mercado-da-castanha-de-caju,64ca9e665b182410VgnVCM100000b272010aRCRD">https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-cultivo-e-o-mercado-da-castanha-de-caju,64ca9e665b182410VgnVCM100000b272010aRCRD<br></a><br></div><div> <br><br></div><div><a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/caju">http://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/caju<br></a><br></div><div> <br><br></div><div><a href="https://economia.uol.com.br/agronegocio/noticias/redacao/2013/11/27/castanha-de-caju-da-lucro-de-ate-217-a-produtores-nordestinos.htm">https://economia.uol.com.br/agronegocio/noticias/redacao/2013/11/27/castanha-de-caju-da-lucro-de-ate-217-a-produtores-nordestinos.htm<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>http://brasilescola.uol.com.br/frutas/caju.htm<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-29 04:08:45 UTC</pubDate>
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