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      <title>Grupo Bororo: Amanda, Camila, Gustavo e Paula_8°BB by Gustavo Alves Lima</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-27 11:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>O significado e a história do nome do povo Bororo</title>
         <author>091092</author>
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         <description><![CDATA[<div>O nome <em>Bororo </em>significa “Pátio da Aldeia”. Isso porque esses indígenas possuem as casas em volta de um pátio, de modo circular. Assim, esse pátio vira o centro da comunidade. Esse nome foi criado por um não índio. Perguntaram para ele qual era o nome desse povo, porém ele entendeu que a pergunta se tratava de onde eles se localizavam. Com isso, ele respondeu “Bororó”, e assim o nome ficou. </div><div>Eles se autodenominam como <em>Boe </em>e a denominação de agora é <em>Bororo</em>, mas eles já foram identificados de outros jeitos: Coxiponé, Araripoconé, Araés, Cuiabá, Coroados, Porrudos, Bororos da Campanha, Bororos Cabaçais, Bororos Orientais e Bororos Ocidentais. Alguns desses nomes tem referências com os lugares que uma certa parte desse povo habita como “Bororos da Campanha”, que é referente a aqueles que habitavam a região próxima a Cáceres.</div><div>Os próprios Bororos já se denominaram diferente. Alguns nomes tem o significado do lugar que habitam e outros tem o significado de objetos que usam. Eles são: Bóku Mógorége ("habitantes do cerrado") são os Bororo das aldeias de Meruri, Sangradouro e Garças; Itúra Mogorége ("habitantes das matas") correspondem aos Bororo das aldeias de Jarudori, Pobori e Tadarimana; Orari Mógo Dóge ("habitantes das plagas do peixe pintado") remetem aos Bororo das aldeias de Córrego Grande e Piebaga; Tóri ókua Mogorége ("habitantes dos sopés da Serra de São Jerônimo") era o nome dado a um grupo atualmente sem aldeia remanescente; Útugo Kúri Dóge ("os que usam longas flechas") ou Kado Mogorége ("habitantes dos taquarais") são os Bororo da aldeia de Perigara, no Pantanal.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>Por onde o povo Bororo passou e aonde se localiza atualmente</title>
         <author>091092</author>
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         <description><![CDATA[<div>O povo ocupava o território do oeste da Bolívia; centro-sul de Goiás, ao leste; às margens da região dos formadores do Rio Xingu, ao norte; e, ao sul, chegava até as proximidades do Rio Miranda. Ele habitou essas regiões durante 7 mil anos. <br>Atualmente ele ocupa o total de 6 terras, que são: Jarudore, que tem uma área de 5 mil hectares. É o único povo que habita essa região, e tem uma população desconhecida; Outra terra é Merure, que tem uma área de 82 mil hectares. É o único povo que habita esta região e tem a população de 657 pessoas; Perigara ocupa uma área de 11 mil hectares. O único povo habitante dessa terra são os Bororos, e tem uma população de 104 pessoas; Sangradouro/Volta Grande é outra terra habitada por eles. Possuí uma área de 100 mil hectares, tem 2 povo habitantes. Um deles são os Bororos, e o outro são os Xavantes. A população dos Bororos nesta região é de 882 indígenas; Tadarimana possui 10 mil hectares. O único povo habitante dessa terra são os Bororos, e a população é de 604 indígenas. Tereza Cristina tem 34 mil hectares. Possui apenas 1 povo habitante, os Bororos, e uma população de 506. <br>Todas essas terras são homologadas (legalizadas) e sua jurisdição legal fica na Amazônia Legal*. Estão localizadas no Mato Grosso, que fica dentro da Amazônia Legal.<br><br>*A Amazônia Legal é uma área formada por nove Estados e abrange toda a região Norte, além de partes do Centro-Oeste e do Nordeste. São 5 milhões de quilômetros quadrados, ou 59% de todo o território nacional. Isso inclui os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e Maranhão.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:52:43 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades econômicas do povo Bororo</title>
         <author>091092</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sistema econômico dos Bororo é caracterizado pela combinação de atividades de coleta, caça, pesca e agricultura. As pessoas que trabalham em uma mesma casa também dividem a roça. Os trabalhos são divididos, as mulheres são responsáveis pela coleta de mel, cocos de diversos tipos, frutos do cerrado e ovos de pássaros e de tartarugas, ás vezes seus filho ajudam nessas tarefas. Já os homens fazem a maior parte do trabalho na roça, cultivando milho, arroz, mandioca, feijão, abóboras e outros, além disso são ótimos pescadores e caçadores. Eles têm uma tradição quanto ao consumo do milho novo, que necessita de uma cerimônia de purificação, chamada Kuiada Paru. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>O povo Bororo e sua política</title>
         <author>091092</author>
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         <description><![CDATA[<div>As aldeias Bororo são autônomas e a situação política delas é, em boa parte, determinada pela forma de como elas se relacionam com os brancos. Porém, a estrutura política tradicional era composta por três poderes, sendo o <em>Boe eimejera</em>, que era o chefe da guerra, <em>Bári, </em>o xamã dos espíritos da natureza e <em>Aroe Etawarare</em>, o xamã das almas dos mortos. Mas, recentemente, surgiu a figura de um quarto poder, que é Brae eimejera, o chefe que negocia com os brancos. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Como a imprensa aborda os Bororo</title>
         <author>1011071</author>
         <link>https://padlet.com/091092/o7j25biy198n/wish/451305762</link>
         <description><![CDATA[<div>A mídia retrata os Bororo como uma comunidade com posses de terras. Não havia reportagens falando especificamente dos Bororo, apenas citações de coisas que ocorreram em seus territórios. Em uma reportagem falava que 15% de suas terras foram queimadas. Essa terra se localiza em Rondonópolis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 12:21:12 UTC</pubDate>
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