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      <title>Didática do Português by Luis Contente</title>
      <link>https://padlet.com/luis_contente1/o7aps1jtcs4z</link>
      <description>Estratégias promotoras de sucesso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-13 18:43:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-03-11 19:43:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Sessão 1: 13-1-2018</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/o7aps1jtcs4z/wish/221205174</link>
         <description><![CDATA[<div>Luis António Ramos Contente, é professor bibliotecário do Agrupamento nº1 de Beja (EB de Santa Maria), e abre este espaço de reflexão e de produção de trabalhos relacionados com os desafios com os quais os docentes se veem atualmente confrontados. Com o advento da sociedade da informação, torna-se necessário que os alunos saibam processar e validar as diferentes fontes para transformar as suas pesquisas em conhecimento. A disciplina de Português é, sem dúvida nenhuma, a alavanca para o desenvolvimento do currículo de todas as outras. É preciso saber ler e interpretar para entender matemática, para responder a questões de ciências, para apreciar uma obra de arte, para produzir enunciados escritos. As novas tecnologias vieram permitir uma revolução na forma de ensinar e exigir uma profunda mudança em todo o processo de ensino/aprendizagem. Mudança na fonte, uma vez que o professor já não é o único detentor do saber, mudança na forma de transmitir o saber, porque já não é o professor que ensina mas é o aluno que constrói o seu próprio conhecimento, mudança no espaço das aprendizagens, porque a sala de aula deixou de ser o lugar sagrado da aprendizagem , havendo muitos outros (bibliotecas, museus, clubes...).<br>Mas não basta as ferramentas. É preciso estratégias que conduzam a um funcional desenvolvimento do currículo, o que nos remete para conceitos como a motivação, a criatividade, a inovação, a avaliação, e, sobretudo, os valores, tais como a liberdade, a solidariedade, o trabalho colaborativo em prol do bem comum. É aqui que a função do professor pode ser determinante. É nesta área de influência que o professor pode intervir, organizando hipóteses de trabalho, promovendo orientações que conduzam a um melhor desempenho, alertando para situações menos favoráveis, instruindo metodologias de trabalho inovadoras que quebrem com as práticas tradicionais de sala de aula. Só assim teremos alunos habilitados para exercer uma cidadania plena, onde se privilegia o debate democrático, onde se promove a diversidade cultural assim como a sustentabilidade ecológica. O risco inerente a uma escola pouca aberta à mudança é, de acordo com Ken Robinson, limitar o seu raio de intervenção, compartimentando os saberes, acabando por matar desta forma a criatividade. Esta concepção, de uma escola que precisa de se reinventar, vai ao encontro da ideia de pensamento complexo instituído por Edgar Morin, que pressupõe a interligação dos saberes ou seja o oposto da compartimentação do conhecimento. Apesar de muitos constrangimentos, acreditamos que a escola ainda é a instituição que melhor pode implementar uma abordagem transdisciplinar dos saberes. O novo perfil do aluno tenta justamente dar algumas orientações para abordar esta problemática e não deixa de se inspirar no relatório da UNESCO (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Pilares_da_Educa%C3%A7%C3%A3o">"os 4 pilares da educação</a>") sobre educação para o século XXI.<br>Ficam assim, no âmbito desta formação, muitas questões para as quais se procuram respostas. Que estratégias para dinamizar oficinas de escrita, clubes de leitura, sessões de poesia, desenvolver uma efetiva articulação curricular, trabalhar o currículo de forma motivadora. Das diferentes práticas dos formandos, espera-se a partilha de experiências que a todos possam enriquecer e potenciar as práticas letivas, de modo a que o aluno possa exercer uma contínua aprendizagem ao longo da vida, que não se esgota apenas na escola mas que o integra no mundo em que vive.<br><br>Vídeo sobre a mudança:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-13 18:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 2: 27-1-2018</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/o7aps1jtcs4z/wish/227733067</link>
         <description><![CDATA[<div>As questões abordadas por Ken Robinson na sua comunicação (Mudando Paradigmas), põem em causa as funções da escola e obrigam-nos a refletir sobre o seu papel atual. Que ação pretendemos então que a escola desenvolva? Que seja o espaço tradicional onde se aprende a ler, escrever e contar ou queremos atribuir-lhe um papel mais intervencionista na sociedade, preparando os jovens para a vida ativa? Ken Robinson apresenta-nos uma visão sustentada por 2 fatores:</div><div>-o fator económico, onde se pretende que as crianças sejam educadas na perspetiva da empregabilidade, o que tem as suas limitações uma vez que não sabemos como é que a economia evolui e podemos estar a correr o risco de desfasamento temporal em relação àquilo que se ensina e àquilo que a sociedade económica vai exigir no futuro.</div><div>-o fator cultural, que pretende fomentar a identidade de um país, com as suas tradições e hábitos de vida, numa época em que a globalização está na ordem do dia.</div><div>Facilmente chegamos à conclusão que a escola não tem acompanhado estes paradigmas. Foi de facto concebida para uma época que não é esta e assim se tem mantido ao longo dos anos. Os jovens de hoje não são os mesmos da época da Revolução Industrial mas a escola continua a ensinar da mesma maneira. Mudaram os estudantes, a sociedade também já não se rege pelos mesmo padrões, o mercado de trabalho desenvolveu outras necessidades, mas escola continua a ser a mesma. Não acompanhou esta evolução. Mantém práticas de ensino que tendem para a formatação do individuo quando sabemos que nem toda a gente desenvolve as mesmas capacidades ou tem a mesmas apetências. Um mau aluno a matemática pode ser um excelente pianista e a escola não valoriza essa diferença nem sequer a potência. É necessário repensar o currículo, talvez um currículo individual mais de acordo com as aptidões de cada um, de modo a chegar a todos evitando o desinteresse que pode advir de um currículo generalista e pouco interessante, apesar de entendermos que deve haver um currículo de base de âmbito nacional em que as aprendizagens mínimas sejam definidas. Poderíamos pensar que a criatividade é um passo para resolver este problema, mas Ken Robinson prefere chamar-lhe “pensamento divergente”, ou seja a capacidade que temos perante uma questão de encontrar o maior número possível de soluções. O que ele nos diz é que à medida que crescemos, a nossa capacidade para encontrar o maior número de possibilidades vai diminuindo, e isso em grande parte é por culpa da escola que fomenta a compartimentação dos saberes e a resposta única. Será portanto necessário recuperar essas capacidades perdidas. Como é isso possível? Redefinindo paradigmas como por exemplo haver uma maior flexibilidade na constituição das turmas, dos horários escolares, das unidades didáticas, criando espaços de trabalho interdisciplinares, desenvolvendo projetos de várias áreas disciplinares, diversificando os critérios e instrumentos de avaliação.</div><div>A disciplina de Português permite sem dúvida nenhuma uma abordagem multidisciplinar de todas as áreas do saber uma vez que no texto literário encontramos referências a aspetos relacionados com a Geografia, a História, a Educação Visual, a Música entre outros.<br>Apresentamos de seguida um projeto de trabalho interdisciplinar que parte da leitura da obra “ O cavaleiro da Dinamarca” e que é transversal ao currículo de outras disciplinas. Pretende-se que partindo do texto original sejam extraídos conteúdos que permitam uma abordagem transversal do currículo e que os mesmos sejam transformados em conhecimento através de uma aplicação da web 2.0 (myhistro).<br>Depois de lido nas aulas de Língua Portuguesa, será feita uma síntese dos acontecimentos ocorridos em cada lugar da viagem do cavaleiro. A disciplina de História caracterizará cada um desses lugares nas suas vertentes culturais, artísticas, históricas e a disciplina de Geografia indicará as distâncias entre cada localidade, indicando aspetos sobre o relevo, o clima e a localização. Em Educação Visual serão trabalhadas representações das personagens e dos ambientes visitados.<br>Para aceder à planificação, clicar no link:<br><a href="https://app.box.com/s/zml3qkqzf9cyfzdovsr30ws1njlg7g40">https://app.box.com/s/zml3qkqzf9cyfzdovsr30ws1njlg7g40</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 10:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 3: 17-2-2018</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/o7aps1jtcs4z/wish/232761761</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma sessão dedicada às questões da oralidade, da avaliação e da diferenciação pedagógica, de onde podemos retirar as seguintes ideias:<br><br></div><div>- o que é dito e o que é escrito tem um peso diferente em termos de impacto, nomeadamente se tivermos em conta que podemos dar instruções para realizar determinada tarefa que poderão ser apreendidas de forma diferente pelos presentes; <br><br></div><div>-a oralidade serve várias funções comunicativas, tais como opinar, estabelecer contactos, convencer, exprimir sentimentos, entre outras;<br><br></div><div>-saber falar implica uma série de condicionantes que a disciplina de Português deve aprofundar, tais como a entoação ou a adequação da mensagem ao contexto em que se insere; também é necessário instruir nas diferentes formas de falar quer por exemplo com amigos, a defender ideias ou a pedir um favor;<br><br></div><div>-a avaliação deve ser essencialmente formativa pelo que é necessário inovar, evitando a tradicional confusão entre avaliar e classificar; a avaliação formativa serve para melhorar as aprendizagens; em vez de uma função punitiva, penalizando o erro, a avaliação deve dar feed-back aos alunos dos processos a melhorar;<br><br></div><div>-é necessário criar sistemas de informação diferentes dos rankings que são discriminatórios;<br><br></div><div>-a diferenciação pedagógica permite resolver problemas, promover tarefas diversas, respeitar o ritmo das aprendizagens, realizar uma avaliação inclusiva para ajudar alunos a aprender, envolver os alunos nos processos avaliativos;<br><br></div><div>Estas ideias acima apontadas estabelecem uma nova perspetiva no paradigma ensinar/aprender/avaliar uma vez que o professor deixa de ser o centro das aprendizagens. Importa assim saber o que é que o aluno vai aprender em vez do que é que o professor vai ensinar.<br><br></div><div>Julgo que com o trabalho interdisciplinar que a seguir apresento, podemos ter uma possibilidade de desenvolver o currículo, com atividades em que são os alunos a construir o seu próprio saber, com a ajuda dos professores.<br><br></div><div>Trata-se da efetivação (ainda por aprofundar) da proposta de trabalho feita na planificação da sessão 2:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 22:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 4: 3-3-2018</title>
         <author>luis_contente1</author>
         <link>https://padlet.com/luis_contente1/o7aps1jtcs4z/wish/240618151</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma sessão dedicada à apresentação dos trabalhos. Apresentei o trabalho de projeto em torno do Cavaleiro da Dinamarca.<br>Fica o link para a reflexão crítica final aqui:<br><a href="https://app.box.com/s/4y9r05tha9t8iozyt1bzvigx9vkpfff1">https://app.box.com/s/4y9r05tha9t8iozyt1bzvigx9vkpfff1</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 19:36:37 UTC</pubDate>
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