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      <title>Ah, as linguagens...(Turma 01 / 2025.2/ Professora Paula Cid) by Paula Cid</title>
      <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s</link>
      <description>Registro dos &quot;abraços&quot; de cada artista:  Clique no botão + para &quot;colar&quot; a sua pergunta e a resposta que recebeu. Escolha também fotografia, vídeo ou link relacionado ao seu artista para anexar. A postagem deve ser feita logo após a apresentação em turma. Lembre-se de informar no título &quot;As linguagens de [nome da/do/dx artista de que te abraçou]&quot; [seu nome e sobrenome].Você poderá selecionar a cor da sua publicação.                                                                                                                              Também faz parte do trabalho conhecer as produções de cada colega. Então, você pode passear pelo Mural e interagir curtindo cada postagem que você leu.                                       </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-06 18:19:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-23 14:33:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Minha pergunta para Aurora Venturini é...</title>
         <author>samantagomesviana9</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3556016397</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Qual o papel da escrita para você?</strong></p><p><strong>Ela me respondeu:</strong> Para mim não existe nada mais valioso do que a escrita, sem ela, minha vida tampouco faz sentido. Tive uma vida dura, guardei e guardo dores em mim, necessitei fugir, me reinventar e me provar varias e varias vezes, sinto que se não fosse a escrita em minha vida, como maneira de expressar e colocar para fora tudo o que fica guardado dentro de mim, sequer minha vida farias sentindo. Portanto, para mim, o ato de escrever vai além de tudo que possam imaginar ou sentir, é não o que sei fazer de melhor, mas também, o que faz melhor para mim, é nela que me encontro e me desencontro, que me curo e que me machuco, é mais que uma casa, é também um casulo. A escrita é o que respiro desde o momento que chego até o que me despeço.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 21:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>As Linguagens do Mano Brown - Pedro Henrique Pereira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3558966628</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha pergunta seria:</p><p><br/></p><p>Hoje, aos 55 anos, sendo porta-voz e representante da periferia, você percebe uma dissociação entre Pedro Paulo e Mano Brown?</p><p><br/></p><p>E, imagino que a resposta dele seria:</p><p><br/></p><p>Não. Porque o Mano Brown pode até ter alcançado um espaço alto na sociedade, mas ainda existem muitos </p><p>“Pedro Paulos” na periferia que precisam de voz e representatividade. O que eu faço é justamente usar esse espaço para que a voz deles seja ouvida. Então, não existe separação… Mano Brown e Pedro Paulo caminham juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 16:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>(A)braços na Laura Conceição</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3563280466</link>
         <description><![CDATA[<p>Nestes dias de (a)braços escutei sua voz, li seus versos, assisti às suas entrevistas e deixei que suas palavras me atravessassem. </p><p>Ao abraçar Laura, percebi também que abraçava a mim mesma. Descobri que minha rotina de mãe, estudante, trabalhadora e mulher, que é feita de tanta resistência, também é poesia.</p><p><br/></p><p>Nesse nosso encontro, perguntei:</p><p><br><em>“Laura, de onde vem tanta força para transformar poesia em resistência?”</em></p><p><br/></p><p>E ela respondeu :<br><em>"Amiga, essa força vem da vida mesmo. Da minha mãe, da minha avó, das mulheres que vieram antes de mim e abriram caminhos sem nem saber que estavam fazendo história. A poesia é meu jeito de devolver tudo isso em palavra, de gritar o que muitas vezes tentam calar. Eu escrevo e canto porque acredito que cada verso pode ser uma arma contra o silêncio e, ao mesmo tempo, um abraço para quem precisa se sentir visto."</em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 12:06:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mãos que pintam Identidades </title>
         <author>stefannyazevedograduacao</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>“Rosmery, como você vê a arte boliviana no cenário internacional?”</em></p><p><br/></p><p>Ela diria:</p><blockquote><p><em><mark>"Acredito que a arte boliviana, pouco a pouco, tem conquistado espaço e reconhecimento fora do país. Quando apresento minhas obras em outros lugares, percebo um grande interesse do público pelo que está enraizado em nossa cultura: os rostos, as cores, as memórias que vêm das comunidades andinas e afro-bolivianas. É como se as pessoas enxergassem, através da pintura, não apenas uma técnica, mas uma história viva. Ainda assim, os desafios são grandes. A Bolívia não ocupa o centro do mapa da arte mundial, e muitas vezes precisamos lutar contra a invisibilidade. Mas é justamente isso que nos dá força: mostrar que desde nossos Andes, desde El Alto e La Paz, também podemos dialogar com o mundo. Eu vejo a arte boliviana como uma voz que se afirma, que traz beleza, resistência e identidade, e que cada vez mais é escutada no cenário internacional."</mark></em></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 20:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>As Linguagens de Pablinho IDD, Felipe Silva Rocha</title>
         <author>anamedeirs2005</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3567363913</link>
         <description><![CDATA[<p>PERGUNTA PARA O ARTISTA: "Você dança muito bem, parece ser natural para você. Acredita que nasceu com esse dom de dançar?" RESPOSTA: "A ideia de dom parece bonita e até entendo o elogio mas sempre fico desconfortável quando ouço isso porque dizer que dançar é um dom apaga toda a trajetória que passei. Foram anos estudando, errando, me frustrando, voltando e tentando de novo. O que parece natural hoje é fruto de muito trabalho e aperfeiçoamento. Então se existe um dom, talvez ele esteja em não ter desistido de me lapidar."</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 17:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>ATAHUALPA YUPANQUI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3569135169</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é a linguagem pra você Atahualpa?</p><p> </p><p>“É quando eu subo e corro com meu cavalo e sinto o vento fresco bater em meus rosto, quando as montanhas sussurram poesias em meu ouvido, quando deito na grama e as suas raízes envolvem meu corpo me dando ar, linguagem é poder expressar aquilo que o coração grita que é injustiça, que estamos indo pro lado oposto, é da destruição da mão que nasceu uma flor em meio ao caos da melodia do violão.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 15:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As linguagens de Júlia Lopes de Almeida</title>
         <author>helenabarross</author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha pergunta: Como era defender os ideais feministas na sua época?</p><p><br>Resposta (citação): "Não há homens nem mulheres: há seres com iguais direitos naturais, mesmas fraquezas e iguais responsabilidades…Mas não há meio dos homens admitirem semelhantes verdades. Eles teceram a sociedade com malhas de dois tamanhos – grandes para eles, para que seus pecados e faltas saiam e entrem sem deixar sinais; e extremamente miudinhas para nós."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 21:02:26 UTC</pubDate>
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         <title>As linguagens de Maria Firmina dos Reis. Feito por Milena Teixeira Dezider </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Maria firmina dos reis como foi para você ter a fé católica em meio a um mundo de escravidão? E como sua fé te ajudou na sua escrita?</p><p><br/></p><p>Ter a fé católica em um mundo marcado pela escravidão foi, para mim, uma experiência de dor e reflexão. Eu cresci ouvindo os ensinamentos da Igreja, que falavam de amor, caridade e fraternidade, mas também via, ao meu redor pessoas sofrendo, por motivos fracos.</p><p>Foi a fé que me deu forças para não me conformar com essa realidade. Eu acreditava que Deus não poderia se agradar de uma sociedade construída sobre a exploração e o sofrimento humano. Por isso, busquei na minha escrita um caminho para denunciar as injustiças e dar voz aos que não tinham como se expressar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>As Linguagens de Mestre Vitalino.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em><mark>Feito por: Ana Julia Dias </mark></em></p><p><em><mark>Pergunta para Mestre Vitalino:</mark></em></p><p><em><mark>Como foi para o senhor achar no artesanato um jeito de se posicionar criticamente?</mark></em></p><p><em><mark>Sua Resposta:</mark></em></p><p><em><mark>“Foi impactante mas muito bom.  O cenário vivido por Pernambuco e pelo sertão na época necessitava dessa ação, acredito que ele explicaria como foi difícil viver dentro desse mundo e como foi necessário se manter forte.”</mark></em></p><p><em><mark>&nbsp;</mark></em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 00:41:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Linguagens de Miró da Muribeca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu o perguntaria, que se por acaso ele não tivesse presenciado a cena de violência policial, ele ainda assim, iria se encontrar com a poesia em outro momento.</p><p><br/></p><p>E imagino que ele responderia:</p><p>"Sim, durante o colégio uma professora me disse que eu - tinha pausa na leitura, que eu sabia ler - eu percebi que era isso, eu poderia ser péssimo em tudo mas isso eu sabia fazer! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 22:43:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>(A) braços na Frida Kahlo</title>
         <author>beatrizannarosa2002</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3578847263</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha pergunta a Frida Kahko é:</p><p><br></p><p>&nbsp;Frida, sua vida foi marcada por dores profundas, amores intensos e limites impostos pelo corpo e pelo destino. Como conseguiu transformar tudo isso em arte e liberdade?</p><p><br></p><p>Acho que sua resposta seria:</p><p><br></p><p>"A dor sempre foi minha companheira mais fiel, atravessando meu corpo, minhas costas, minhas pernas, minha alma. Poderia tê-la escondido, mas decidi expô-la em cores, símbolos e imagens que gritassem em silêncio. Meu corpo ferido tornou-se tela, cada cicatriz virou pincelada, cada lágrima, gesto de sobrevivência. Amar intensamente, sofrer intensamente, viver intensamente... tudo se converteu em criação. No pincel encontrei minhas asas; no sofrimento, minha força; na arte, a liberdade. Criar não era escolha, era necessidade. E assim, mesmo quebrada, permaneci inteira, e cada quadro meu se tornou um grito: a vida não se cala, e eu também não."</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 21:35:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As linguagens de Samuel Lourenço Filho </title>
         <author>sasharapereira</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3580342054</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Com foi viver lá fora ?</p><p><br/></p><p>Resposta: Desafios do lado de fora</p><p>Foi um choque. Um monte de novidades que nunca havia visto na vida, a agitação, telefone touch e com internet. Todo mundo plugado e eu achando que todo mundo sabia da minha vida e que iam me matar… eu cheio de medo. No meu primeiro dia de aula. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 14:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As linguagens de María Izquierdo. (Pintora, México)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3583165313</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha pergunta: Como você lidava com a pressão de estar em um meio dominado por homens e,  </p><p>ao mesmo tempo, tentar afirmar sua própria voz?</p><p><br/></p><p>Resposta (como se fosse María Izquierdo):</p><p>“É um delito ser mulher e ter talento. Quis dizer que, na época, meu talento era visto como um problema só por eu ser mulher. Fui impedida de pintar grandes murais e negar-me oportunidades se  </p><p>tornou rotina. Mas continuei criando, porque sabia que minha arte tinha valor. Ser mulher e artista não é crime, é resistência.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 15:04:34 UTC</pubDate>
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         <title>Minha pergunta para Bárbara Carine...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3588424399</link>
         <description><![CDATA[<p>Como você enxerga o papel da maternidade na sua história?</p><p><br/></p><p>Ela me respondeu: </p><p>A maternidade, para mim, foi um ponto de inflexão. A partir dela me veio a urgência de lutar com ainda mais empenho por um mundo melhor, por meio dela surge a inspiração de fundar a Escola Maria Felipa, a primeira Afro-brasileira do país. A maternidade me fortalece como sujeito político e me lembra, ainda mais, que cada escolha pessoal pode ser também um ato de resistência.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 21:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Minha pergunta para Paulo Leminski </title>
         <author>vanessasantosrj88</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3588449142</link>
         <description><![CDATA[<p>Qual seria o conselho que você daria para os jovens do século XXI?</p><p><br/></p><p>A resposta seria: "Que apenas viva! Em cada fase,sabor,formato,cor e melodia. Caretice é o conselho,que te limita das experiência das grandes possibilidades e aprendizados da vida".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 22:26:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;As linguagens de Noemisa Batista dos Santos&quot; - Julianna Carvalho</title>
         <author>jcarvalhorio</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3588781403</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> </strong><em>“Mestra, por que a senhora continuou modelando barro, mesmo depois de tantas décadas?" </em></p><p><br></p><p>Ela diria:</p><blockquote><p><em><mark>"Eu modelo porque o barro fala comigo. Ele me lembra minha mãe, minha terra, meu povo. Cada pedaço que faço é uma vida que não pode ser esquecida. O barro guarda o mundo da gente, e eu só empresto minhas mão pra ele contar a história." </mark></em></p></blockquote><p><br></p><p>E assim ela dedicou sua vida a cerâmica por mais de 50 anos, cinco décadas interruptas de trabalho, e continuou criando até pouco antes de sua morte, em abril de 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 02:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Auxiliadora da Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Aluna: Maria Fernanda Cordeiro de Sousa </strong></p><p><strong>Matrícula:202310373711</strong></p><p><br/></p><p><strong>Pergunta 1:</strong> Como a ausência de formação acadêmica moldou seu olhar artístico e sua relação com o público?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Não ter estudado arte me deu liberdade. Eu criava sem regra, sem medo de errar. Meu trabalho ficou direto, perto do povo. Quem via minhas pinturas se reconhecia, porque eu mostrava a vida de verdade."</p><p><strong>Pergunta 2:</strong> De que forma você acredita que sua arte dialoga com a cultura popular brasileira e influencia a educação cultural?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Minha arte é como um livro da nossa cultura. Pinto festas, danças, religião, costumes... coisas que nem sempre aparecem nos livros da escola. De um jeito simples, ensino e valorizo nossas raízes."</p><p><strong>Pergunta 3:</strong> Você vê alguma relação entre seu processo criativo e a pedagogia da observação e da experiência prática?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Sim! Sempre aprendi observando e fazendo. Cada erro me ensinava algo novo. Acho que a gente aprende de verdade é assim: tentando de novo."</p><p><strong>Pergunta 4:</strong> Como você utilizava materiais inusitados, como areia e massa de modelar, para transmitir emoções e narrativas?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Esses materiais davam vida ao quadro. A textura fazia a pessoa sentir a cena. Quem olhava parecia entrar na festa, na dança, no casamento. Queria que fosse vivido, não só visto."</p><p><strong>Pergunta 5:</strong> Se pudesse dar uma aula sobre vida e arte para jovens artistas, qual seria a lição mais importante?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Eu diria: não tenham medo de ser vocês. Técnica ajuda, mas sem sentimento e coragem não tem arte. Observa a vida, sente, experimenta. A força do trabalho nasce daí."</p><p><strong>Pergunta 6:</strong> Como você vê a relação entre religiosidade, cotidiano e representação visual na sua obra?<br><strong>Resposta:</strong><br>"Pra mim, fé e cotidiano andam juntos. Mostrava isso nos quadros: festas, rezas e rituais no meio da vida de todo dia. Religião e cultura são parte do mesmo jeito de ser do nosso povo."</p><p>Quer que eu resuma ainda mais, tipo resposta de 2 ou 3 frases bem curtinhas, como se fosse falado de improviso?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 13:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>As linguagens de Farnese de Andrade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta: <em>Por que você escolhe objetos usados, quebrados ou esquecidos para criar suas obras, em vez de materiais novos e "bonitos"?</em></p><p><br/></p><p>Resposta: <em><mark>Não escolho objetos bonitos, escolho aqueles que já viveram. É no desgaste, na marca do tempo, que encontro a poesia que quero mostrar.</mark></em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:20:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Yacunã Tuxá </title>
         <author>lauratpres13</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Por que você acha que sua arte conversa tanto com o público? </p><p><br/></p><p>Resposta: Acho que minha arte toca as outras pessoas por ela não ser só minha. Represento a minha mãe, minha avó, e todas as mulheres da minha aldeia que vieram antes de mim.</p><p>  O silenciamento, apagamento, e a falta de um diálogo real sobre nossas histórias faz com que tenhamos muito a dizer e que, por meio da minha arte, consigo dar voz.</p><p>  Não retrato somente sobre a nossa cultura e resistência, mas também sobre pautas pouco discutidas, como a comunidade LGBT dentro das aldeias. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 23:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;As Linguagens de Waly Salomão&quot; - Maria Gabriela Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Waly Salomão como você faria para evoluir e se incluir em uma sociedade tão tecnológica, e como você incluiria a poesia em uma época de era digital, aonde a escrita vem sendo apagada?</p><p><br/></p><p>Resposta:  Eu não me limitaria às palavras, mas as combinaria com a música, a dança e a arte visual para criar uma obra total, a tecnologia me permitiria alcançar um público mais amplo e diverso, e eu aproveitaria isso para compartilhar minha visão e minha poesia com o mundo. </p><p>A poesia é uma forma de resistência e de liberdade, eu acredito que a poesia tem o poder de curar. Pensando em cura e resistência a poesia pode ser uma  ferramenta poderosa para transformar a realidade. Eu não paro de criar então acredito que eu iria evoluir de acordo com as tecnologias e fazendo uso delas para espalhar poesia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 03:44:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hilda Hilst deixou uma obra vasta: transcendência, loucuras, sexo e morte.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>E aí Hilda, valeu a pena?  Era necessário escrever assim?</p><p>HH: "Quando você chega a um limite extremo, você procura alguns caminhos de salvação.  Minha salvação foi escrever..."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 12:41:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria D&#39;Aparecida - Cantora Lírica e atriz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3617497469</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Como lidou com a rejeição e o preconceito enquanto buscava seus sonhos?  </p><p>Eu acho que ela responderia da seguinte forma: Nunca esqueça de que você importa muito mais do que a opinião e o julgamento dos outros, cuide de você em primeiro lugar! Se ame! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 02:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>As linguagens de Chavela Vargas - Iasmin Felix da Silva</title>
         <author>iasminfelix06</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Pergunta: </strong>Chavela, você experimentou dois tipos de fama: aquela conquistada no México nos anos 50, e a "ressurreição" internacional nos anos 90, impulsionada por figuras como Pedro Almodóvar. O que significou para você ser redescoberta e abraçada por uma nova geração, muitos deles fora do México, e ver que sua verdade, coragem e luta ainda eram necessárias no mundo? </p><p><br/></p><p><strong>Resposta:</strong> O que senti foi que a alma da canção finalmente tinha chegado onde precisava ir. Nos anos 50, eu cantei para sobreviver. Eu cantava em bares escuros, para almas feridas que precisavam de um grito para lavar a garganta. Aquela era a minha vida e a minha luta.</p><p>Mas o que Pedro (Almodóvar) e os outros fizeram... eles me tiraram do inferno. Eles me mostraram que a dor não tinha passaporte. Quando eu cantei "Piensa en mí" para aqueles jovens em Madri, eu percebi que o desamor e a coragem de uma velha mexicana vestida de homem eram entendidos em qualquer canto do mundo.</p><p>Não era mais a fama. Era a confirmação de que a verdade é atemporal. A minha luta não era só pela Chavela, era pela liberdade de amar e sofrer. E quando os jovens de agora me olham com admiração, não estão me olhando como uma relíquia. Estão me vendo como uma figura de sobrevivência. Isso é a verdadeira glória: saber que a sua bravura ainda serve de abrigo para alguém.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 20:53:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3647590950</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha pergunta pra Edward Hopper : </p><p>Sr. Hopper, sua pintura é muitas vezes descrita como uma forma de linguagem silenciosa. Para o senhor, qual é a relação entre a linguagem verbal e a linguagem visual?”</p><p><br/></p><p><strong>Resposta (no estilo dele, concisa e introspectiva):</strong></p><p>“A palavra explica. A pintura sugere. Eu sempre confiei mais no silêncio da imagem do que no ruído da fala. As pessoas podem ouvir um texto do mesmo jeito, mas diante de uma cena cada um constrói a sua própria frase.”</p><p><br/></p><p>Anna Caroline Soares Vianna </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-23 14:47:37 UTC</pubDate>
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         <title>As linguagens de Euler Lopes - Gabriella Damasceno Bento da Silva</title>
         <author>gabrielladambesi</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Pergunta:</em></p><p>Por quê a arte é tão importante para você?</p><p><br/></p><p><em>Resposta:</em></p><p>Porque a arte é uma expressão do ser humano, faz parte de quem somos. Através dela podemos contar nossas narrativas e perspectivas. É ela que nos dá voz. É um ato de liberdade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-23 21:59:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;As Linguagens de Cinthia Marcelle - Adelgizo N. Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3650806467</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Após essa experiencia de convívio com Cinthia Marcelle e o contexto da minha elaboração minha pergunta seria nesse sentido.</em></strong></p><p>Cinthia, considerando o poema de João Cabral como referência importante, até que ponto sua representação de “educação pela pedra” se aproxima ou se distancia deste poema específico do João, afinal em que sentido você bebeu ou não do João?</p><p>Então nessa poesia de João a pedra ensina pela dureza, pela impossibilidade de ser moldada, tem um pouco do drama de “escalavra” onde a educação não é dada pela palavra e sim pela resistência concreta da experiencia.</p><p>“Em meu experimento (instalação como expressão artística) o giz friccionado na dureza da parede” entranha em sua porosidade, em analogia com a porosidade da pedra (formação rochosa). “O giz é frágil e efêmero, é forçado contra a parede de tijolos criando uma tensão entre o que é sólido e o que se desfaz.</p><p>Aqui esta o ponto em que me aproximo de Marcelle, o sentido da fricção como embate social, das dificuldades de aprender, de resistir e se organizar em meio ao caos do dia a dia. “A ideia de como o social se inscreve nas fissuras do cotidiano” (MARCELLE, 2025).</p><p>“Então, sim eu bebi de João Cabral, <em>mas não para repetir sua lição e sim para expandi-la no espaço </em> trazendo-a para o campo da experiencia coletiva e social.”</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-26 11:21:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;As Linguagens de Cinthia Marcelle - Adelgizo N. Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3650821929</link>
         <description><![CDATA[<p>Após essa experiencia de convívio com Cinthia Marcelle e o contexto da  elaboração minha pergunta seria nesse sentido.</p><p>Cinthia, considerando o poema de João Cabral como referência importante, até que ponto sua representação de “educação pela pedra” se aproxima ou se distancia deste poema específico do João, afinal em que sentido você bebeu ou não do João? </p><p>Então nessa poesia de João a pedra ensina pela dureza, pela impossibilidade de ser moldada, tem um pouco do drama de “escalavra” onde a educação não é dada pela palavra e sim pela resistência concreta da experiencia.</p><p>“Em meu experimento (instalação como expressão artística) o giz friccionado na dureza da parede” entranha em sua porosidade, em analogia com a porosidade da pedra (formação rochosa). “O giz é frágil e efêmero, é forçado contra a parede de tijolos criando uma tensão entre o que é sólido e o que se desfaz.</p><p>Aqui esta o ponto em que me aproximo de Marcelle, o sentido da fricção como embate social, das dificuldades de aprender, de resistir e se organizar em meio ao caos do dia a dia. “A ideia de como o social se inscreve nas fissuras do cotidiano” (MARCELLE, 2025).</p><p>“Então, sim eu bebi de João Cabral, <em>mas não para repetir sua lição e sim para expandi-la no espaço </em> trazendo-a para o campo da experiencia coletiva e social.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-26 11:46:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As linguagens de Susy Shock - Larissa Carvalho Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3659251739</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta: Como é, através da linguagem artística, expressar como você se reconhece no mundo? </p><p><br/></p><p>Resposta: A arte é uma prática de linguagem. Ela é dialogia, expressão, ela me oferece um espaço seguro para passar a minha mensagem, o que quero dizer para o mundo, e como me reconheço nele. Então diria que, me expressar através da linguagem da arte me oferece dignidade para ocupar o espaço em que me identifico no mundo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-30 22:21:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As linguagens dos Gêmeos Grafiteiros - Ana Beatriz Nerys</title>
         <author>anabeanerys</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3681275209</link>
         <description><![CDATA[<p>"Por que os personagens criados por vocês possuem pele amarela?" </p><p>Resposta: "A cor amarela é nossa marca registrada, ela não representa uma etnia ou grupo específico, mas simboliza a ideia de humanidade universal, sem destinação de raça ou origem. Desta forma, os personagens podem ser vistos como figuras abertas à interpretação, nas quais cada pessoa pode se reconhecer"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-13 14:10:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As linguagens &quot;ivone lara&quot;</title>
         <author>aclaritta</author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3681279026</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O que a senhora diria para os jovens que ainda querem viver seus sonhos?</p><p><br/></p><p>Resposta:</p><p><br/></p><p>“Eu diria para nunca desistirem. Eu mesma só lancei meu primeiro disco aos 56 anos. O tempo de realizar um sonho é aquele em que o coração manda, e nunca é tarde para cantar sua verdade.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-13 14:12:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3681280671</link>
         <description><![CDATA[<p>As linguagens de Idea Vilariño-</p><p><br/></p><p>Se você tivesse que escrever um poema atualmente, dialogando com o dois lados: o melancólico; e aquele onde se acredita numa vida que visa a mudança. Como seria?</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O Vazio e o Voar</p><p><br/></p><p>já não sei</p><p>o que é verdade</p><p>o que é mentira</p><p>não tenho tempo de pensar, de questionar e falar</p><p><br/></p><p>não sei se você ainda lembra de mim</p><p>e nem se quero que você se lembre</p><p>acho que nunca vou chegar a saber</p><p><br/></p><p>quem dera eu pudesse voltar como era antes</p><p>viajar para o passado, já conhecendo o futuro</p><p>viver nas memórias de dias melhores</p><p><br/></p><p>mas é isso, pra que pensar se posso viver</p><p>ou pra que viver se posso pensar</p><p>tudo nessa imensidão de ideias</p><p>que flutuam pelos nossos pensamentos</p><p>e nos levam a tudo</p><p>ou a nada</p><p><br/></p><p>nunca vou saber quem eu sou, mas também não quero saber</p><p>viver nessa loucura das diferenças, dos ideais e das ideias</p><p>poder olhar o mundo pelo seu olhar</p><p>e atravessar esse horizonte de imaginações com outro olhar profundo</p><p><br/></p><p>agora sei que posso voltar a te abraçar e te querer bem mesmo não te tocando</p><p>a vida pulsa pela paz e confusões</p><p>e me guia pra quem eu sou, quem eu quero ser e quem eu quero descobrir ser.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-13 14:13:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascido no Rio de Janeiro, filho de um carioca e de uma paraguaia, Douglas Diegues mudou-se ainda pequeno, aos dois anos, com a mãe para Ponta Porã, cidade na divisa entre Brasil e Paraguai. Foi nesse espaço de fronteira que ele cresceu, cercado por diferentes línguas, culturas e modos de vida. Sua mãe lhe ensinou o portunhol selvagem, uma língua “não oficial”, criada e reinventada por eles no dia a dia, conforme precisavam se comunicar.</p><p><br/></p><p>Hoje, Douglas é conhecido exatamente por transformar essa língua inventada no coração de sua poesia. Ele escreve sonetos em portunhol, embora no início tentasse produzir seus textos em português, buscando um lugar dentro da literatura já reconhecida. Foi só quando aceitou o portunhol selvagem como sua verdadeira forma de expressão que encontrou seu caminho, fazendo dessa mistura a sua arte e identidade.</p><p><br/></p><p>Livros: Entre suas obras, estão Dá gusto andar desnudo por estas selvas: sonetos salvajes (2002), entre outras disponíveis em plataformas como a Amazon.</p><p>Editoras próprias: Para divulgar seu trabalho e o portunhol selvagem, ele criou as editoras Editora de los Bugres e Yiyi Jambo.</p><p><br/></p><p>Sempre achei que a poesia não me cabia, parecia sem graça, monótona, distante de mim. Mas Douglas me mostrou que existe liberdade e expressão até dentro de um soneto. A força, a mistura e a identidade única que ele coloca na escrita me fazem sentir próxima dele.</p><p><br/></p><p>Pergunta:</p><p>O portunhol selvagem nasceu na conversa do dia a dia. Quando você o transforma em poesia, sente que ele perde a espontaneidade ou ganha vida de um jeito novo?</p><p><br/></p><p>Resposta:</p><p>O portunhol nunca perde sua energia. Ele é vivo, muda o tempo todo e nasce da fala na fronteira. Quando escrevo poesia, não tento prender essa língua, mas sim celebrar sua liberdade. O livro não mata o portunhol; ao contrário, abre novos caminhos para que ele continue existindo de formas que ninguém imagina.</p><p><br/></p><p>Por: Geisielle Gois </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-19 13:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Meu abraço a Douglas Diegues, que mostra que uma língua nascida na rua também pode virar arte.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascido no Rio de Janeiro, filho de um carioca e de uma paraguaia, Douglas Diegues mudou-se ainda pequeno, aos dois anos, com a mãe para Ponta Porã, cidade na divisa entre Brasil e Paraguai. Foi nesse espaço de fronteira que ele cresceu, cercado por diferentes línguas, culturas e modos de vida. Sua mãe lhe ensinou o portunhol selvagem, uma língua “não oficial”, criada e reinventada por eles no dia a dia, conforme precisavam se comunicar.</p><p><br></p><p>Hoje, Douglas é conhecido exatamente por transformar essa língua inventada no coração de sua poesia. Ele escreve sonetos em portunhol, embora no início tentasse produzir seus textos em português, buscando um lugar dentro da literatura já reconhecida. Foi só quando aceitou o portunhol selvagem como sua verdadeira forma de expressão que encontrou seu caminho, fazendo dessa mistura a sua arte e identidade.</p><p><br></p><p>Livros: Entre suas obras, estão Dá gusto andar desnudo por estas selvas: sonetos salvajes (2002), entre outras disponíveis em plataformas como a Amazon.</p><p>Editoras próprias: Para divulgar seu trabalho e o portunhol selvagem, ele criou as editoras Editora de los Bugres e Yiyi Jambo.</p><p><br></p><p>Sempre achei que a poesia não me cabia, parecia sem graça, monótona, distante de mim. Mas Douglas me mostrou que existe liberdade e expressão até dentro de um soneto. A força, a mistura e a identidade única que ele coloca na escrita me fazem sentir próxima dele.</p><p><br></p><p>Pergunta:</p><p>O portunhol selvagem nasceu na conversa do dia a dia. Quando você o transforma em poesia, sente que ele perde a espontaneidade ou ganha vida de um jeito novo?</p><p><br></p><p>Resposta:</p><p>O portunhol nunca perde sua energia. Ele é vivo, muda o tempo todo e nasce da fala na fronteira. Quando escrevo poesia, não tento prender essa língua, mas sim celebrar sua liberdade. O livro não mata o portunhol; ao contrário, abre novos caminhos para que ele continue existindo de formas que ninguém imagina.</p><p><br></p><p>Por: Geisielle Gois </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-19 13:39:50 UTC</pubDate>
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         <title>As linguagens de Pagu - Daiana Paula Santos da Silva</title>
         <author>daianapaula2k18</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta que eu faria para Pagu:</p><p><br/></p><p>"Se você pudesse voltar ao início da sua militância política e artística, continuaria enfrentando tudo com o mesmo radicalismo, mesmo sabendo das prisões, torturas e perseguições que sofreria?"</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Resposta que ela daria:</p><p><br/></p><p>“Sim. Eu não escolhi o caminho mais difícil, eu apenas não aceitei o caminho mais fácil. Se a dor foi grande, maior ainda foi minha recusa em ser domesticada. A arte e a política são lugares de luta. Eu pagaria o preço de novo, porque minha vida foi a tentativa de transformar o mundo e de transformar as mulheres em protagonistas de si mesmas.”</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f2/Patricia_Galvao.jpg" />
         <pubDate>2025-11-20 16:28:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>o maior maluco do mundo -  segundo ele mesmo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/paulacidlopes/o72iky639lrhkr1s/wish/3694190876</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitas perguntas podem ser feitas ao Projeta Gentileza, mas a que eu escolheria é:</p><p><br/></p><p>O que fazer quando você duvidar da sua missão?</p><p><br/></p><p>"Pensar em Jesus e em como ele agiria. Você acha que ele pensaria em desistir, se alguém como mesma leva a ele as dúvidas que você me trouxe? O mundo capitalista faz isso com a gente. Se não tem valor (mostra as mãos gesticulando, esfregando o dedão no indicador) não faz sentido. Você acha isso certo?</p><p>A dúvida não faz parte&gt;</p><p>do peso do seu coração&gt;</p><p>Mesmo no barulho do mundo&gt;</p><p>levanta e faz arte&gt;</p><p>Arte da gentileza&gt;</p><p>que gera gentileza&gt;</p><p>o mundo é uma escola&gt;</p><p>o circo é a vida".</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 01:47:58 UTC</pubDate>
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