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      <title>Autores e obras do romantismo by PEDRO HENRIQUE ALVES BARROS</title>
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      <description>Criado com um passe de mágica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-03 12:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>Johann Wolfgang von Goethe</title>
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         <description><![CDATA[<div>Goethe (1749-1832) é um dos maiores nomes da literatura alemã. Formou-se em Direito e ocupou vários cargos políticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 12:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Os sofrimentos do jovem Werther-Resumo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Trata-se de um romance epistolar, uma coletânea de cartas que o protagonista por nome Werther envia para seu amigo e confidente Guilherme. Essas cartas irão retratar toda a frustração amorosa de Werther para com sua amada Carlota, culminando em um fim trágico. Sua narrativa é unilateral, um monólogo, visto que o leitor não tem acesso às respostas de Guilherme, embora esteja implícito que o mesmo se correspondia com Werther com frequência. Apenas no final que há uma interrupção do narrador para situar-nos do trágico destino de nosso protagonista.<br>Werther, inicialmente, viaja para uma pequena cidade a fim de cuidar dos negócios da família. Encantado com a natureza do lugar, suas primeiras cartas resumem-se ao vislumbre de sua nova moradia, as pessoas e ao clima amistoso e jovial da cidade. Tudo perde seu brilho, enfim, quando Werther conhece Carlota, uma jovem donzela já prometida em casamento para Alberto. O que era admiração virou paixão; o que era paixão tornou-se obsessão. Nosso protagonista não consegue pensar em mais nada, em mais ninguém. Tudo se resume a Carlota.&nbsp; Em suas cartas, outrora repleta de&nbsp; &nbsp; esperanças, alegrias e descobertas; Werther destila para seu amigo Guilherme toda sua angústia, tristeza e desilusão por não poder possuí-la. O que antes era primavera e verão, tornou-se outono e inverno. Não suportando ver sua amada nos braços de outro, Werther decide mudar-se temporariamente de cidade, mas, ao retornar, Carlota e Alberto já estão casados, fato que agrava mais ainda sua já fragilizada.<br>Completamente egocêntrico, individualista e egoísta, Werther decide pôr fim ao seu sofrimento da pior – embora para ele, única – forma possível: tirando sua própria vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 12:47:10 UTC</pubDate>
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         <title>José de Alencar</title>
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         <description><![CDATA[<div>José de Alencar fez parte da 1ª geração de românticos no Brasil<br>Trabalhou como jornalista, como muitos escritores, e teve atuação também na política, mas foi na literatura que recebeu maior reconhecimento. Elogiado pelos pares, ficou amigo de Machado de Assis, que o nomeou patrono da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, fundada depois de sua morte</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 12:51:21 UTC</pubDate>
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         <title>Livro Iracema</title>
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         <description><![CDATA[<div>Iracema, ícone do indianismo romântico, teve sua primeira publicação em 1865 e figura até hoje entre as principais obras literárias brasileiras. A história tem início quando Martim, português responsável por defender o território brasileiro de outros invasores europeus, perde-se na mata, em localidade que hoje corresponde ao litoral do Ceará. Iracema, índia tabajara que então repousava entre as árvores, assusta-se com a chegada do estranho, e dispara uma flecha contra Martim. Ele não reage à agressão por ter sido alvejado por uma mulher, e Iracema entende que feriu um inocente.<br><br>Em pacto de paz, Iracema leva o estrangeiro ferido para sua aldeia e para ter com seu pai, Araquém, o pajé da tribo. Martim é recebido com grande hospitalidade, mas sua chegada não agrada a todos: Irapuã, guerreiro tabajara apaixonado por Iracema, é o primeiro a desagradar-se.<br><br>Durante sua estadia na aldeia, Iracema e Martim aproximam-se e floresce, entre os dois, forte atração. Contudo, Iracema tem um papel importante na tribo: é uma virgem consagrada a Tupã, guardadora do segredo da jurema, um licor sagrado, que levava ao êxtase os índios tabajaras.<br><br>Entre festejos e batalhas com outras tribos — entre elas, a dos pitiguaras, aliados de Martim — Iracema e o estrangeiro português envolvem-se amorosamente, e a índia quebra o voto de castidade, o que significa uma condenação à morte. Martim, por sua vez, também é perseguido: Irapuã e seus homens querem beber seu sangue. A aliança com os pitiguaras torna-o um inimigo ainda mais indesejado.<br><br><br>Apaixonados, Iracema e Martim precisam fugir da aldeia tabajara antes que a tribo perceba que a virgem rompeu o voto de castidade.&nbsp;<br>O casal, então, refugia-se em uma praia deserta, onde Martim constrói uma cabana. Iracema passa muito tempo sozinha enquanto o amado fiscaliza as costas, em expedições a mando do governo português. &nbsp;<br><br>Não muito tempo depois, Iracema descobre-se grávida, mas Martim precisa partir para defender, junto a Poti, a tribo pitiguara, que está sob ataque. Iracema acaba tendo o filho sozinha, e batiza a criança de Moacir, o nascido de seu sofrimento. Ferida pelo parto e pela tristeza profunda, o leite de Iracema seca; Martim chega a tempo de Iracema entregar-lhe a criança e falecer logo em seguida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 18:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>Castro Alves</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Antônio Frederico Castro Alves, é um poeta romântico do século XIX. Nasceu em Muritiba, no estado da Bahia, em 1847, e morreu em Salvador, no ano de 1871. É conhecido como o “Poeta dos Escravos”, em função de suas poesias de cunho abolicionista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 18:57:38 UTC</pubDate>
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         <title>Os Escravos-Castro Alves</title>
         <author>00001096808067sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro de poesia de Castro Alves do Os Escravos marcou uma época, tanto pela crítica social presentes no poema e pela forma em que foi escrita. Castro Alves usa reticências, travessões e pontos de exclamação quanto Castro Alves. A cada página do livro, os exemplos se sucedem:<br><em>Pesa-me a vida!… está deserto o Fórum!<br>E o tédio!… o tédio!… que infernal ideia!<br>– Ave – te espera da lufada o açoite.<br>– “Olhai, Signora…além dessas cortinas,<br>O que vedes?…” — “Eu vejo a imensidade! …”<br>– “E eu vejo… a Grécia… e sobre a plaga errante<br>Uma virgem chorando…” – “É vossa amante?…”<br>– “Tu disseste-o, Condessa!” É a Liberdade!!!…<br>– Estrela – guia-te uma luz falaz.<br>– Aurora minha – só te aguarda a noite,<br>– Pobre inocente – já 🤬 estás.<br>O autor também cita os navios negreiros:<br>Senhor Deus dos desgraçados!<br>Dizei-me vós, Senhor Deus!<br>Se é loucura… se é verdade<br>Tanto horror perante os céus…<br>Ó mar! por que não apagas<br>Co’a esponja de tuas vagas<br>De teu manto este borrão?…<br>Astros! noite! tempestades!<br>Rolai das imensidades!<br>Varrei os mares, tufão!…<br>Enfim, os livros de Castro Alves são cheios de&nbsp;re</em>curso retórico, declamativo; uso exagerado de hipérboles e antíteses; acúmulo sucessivo de metáforas; movimento, com o objetivo de demonstrar concretamente o ritmo da luta da humanidade em busca da liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 19:15:22 UTC</pubDate>
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