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      <title>Linha do Tempo: Conceitos e concepções de currículo ao longo da história. by Alex Araújo</title>
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      <description>Tendo em vista que &quot;ao longo da História surgiram diferentes concepções de currículo&quot;, esta linha do tempo tem o objetivo de compreender o contexto histórico-social do desenvolvimento de currículos e identificar e analisar as principais transformações curriculares ao longo do tempo. Aqui, adotou-se a reflexão proposta por Maria Aparecida da Silva em HISTÓRIA DO CURRÍCULO E CURRÍCULOCOMO CONSTRUÇÃO HISTÓRICO-CULTURAL, espaço discursivo onde a autora considera que &quot;a história das concepções de currículo é marcada por decisões básicas tomadas com o intuito de (1) racionalizar, de forma administrativa, a gestão do currículo para adequá-lo às exigências econômicas, sociais e culturais da época; (2) elaborar uma crítica à escola capitalista; (3) compreender como o currículo atua, e (4) propor uma escola diferente seja na perspectiva socialista, seja na perspectiva libertária.&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-05 19:09:15 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O aparecimento do Currículo Escolar no período do Mercantilismo        </title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041104683</link>
         <description><![CDATA[<p>Datam do século XVI, os registros históricos de quando, e em que circunstância, aparece, pela primeira vez, a palavra curriculum aplicada aos meios educacionais. Tais registros evidenciam que currículo esteve ligado à ideia de "ordem como estrutura" e “ordem como sequência", em função de determinada eficiência social. Assim, na Universidade de Leiden (1582), os registros constam que "tendo completado o curriculum de seus estudos” o certificado era concedido ao aluno. Na Universidade de Glasgow (1633) e na <em>Grammar School</em> de Glasgow (1643), o curriculum referia-se ao curso inteiro de vários anos, seguido pelos estudantes, e não apenas às unidades pedagógicas curtas (HAMILTON, 1992). <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
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         <title> Aparecimento da teorização do Currículo a partir da Segunda Revolução Industrial</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041104684</link>
         <description><![CDATA[<p>O início do século XX assiste as primeiras teorizações sobre currículo que se tem notícia na história da educação. Nos Estados Unidos, é reconhecido o papel que desempenhou Franklin Bobbit, ao elaborar o primeiro tratado de currículo - <em>The curriculum </em>(1918) – e, posteriormente o <em>How make the curriculum</em> (1924). Além de Bobbit, podem ser citados como importantes membros da área de currículos naquele país W. W. Charters, Edward L. Thorndike, Ross L. Finney, Charles C. Peters e David Snedden. Estes autores definiram qual deveria ser a relação entre a estrutura do currículo e o controle social, em um período histórico de transição da América do Norte rural, agrária, do século XIX um crescente processo de industrialização e divisão do trabalho. Neste contexto, os problemas das cidades cresciam à medida em que aumentava a população oriunda da zona rural, bem como da imigração europeia e de negros do sul rural da América do Norte. <br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo e Pós-modernismo</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041104685</link>
         <description><![CDATA[<p>O campo do currículo ganhou complexidade nos últimos anos. Neste sentido, fazem-se necessários estudos que explicitem seus pressupostos. Estabelecer o divisor do ponto de vista teórico entre as diferentes vertentes do campo do currículo, possibilita ampliar o conhecimento de seus desdobramentos para a prática pedagógica e, ainda, torna viável os diálogos possíveis entre as diferentes tendências. Para a crítica pós-moderna as explicações totalizantes estão desacreditadas pelas experiências socialistas stalinistas, queda do muro de Berlim, fim da guerra fria, crise do modelo tayloristafordista, movimento contestatório, registrado no mundo inteiro entre 1960 e 70. Para legitimar este descrédito inauguram novas perspectivas interpretativas da realidade, entre elas os estudos pósestruturalistas e os estudos culturais. <br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo e pós-estruturalismo</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041104686</link>
         <description><![CDATA[<p>O pós-estruturalismo, embora tenha suas origens francesas, parte das formulações filosóficas de Nietzsche, das contribuições de Martin Heidegger sobre Nietzsche, das leituras estruturalistas de Freud e de Marx, que são decisivas para a emergência do pós-estruturalismo. Considerava-se que, enquanto Marx havia privilegiado a questão do poder e Freud havia dado prioridade à ideia de desejo, Nietzsche não havia privilegiou qualquer um desses conceitos em prejuízo do outro. Sua filosofia oferecia uma saída que combinava poder e desejo. Nesta direção, salienta-se a elaboração teórica feita por Deleuze, Derrida, Foucault, Klossowski e Koffman, a partir das leituras de Nietzsche, desde o início dos anos 60 até os anos 80.</p><p>O pós-estruturalismo é inseparável também da tradição estruturalista da linguística baseada no trabalho de Ferdinand de Saussure e de Roman Jakobson, bem como das interpretações estruturalistas de Claude Lévi-Strauss, Roland Barthes, Louis Althusser e Michel Foucault (da primeira fase). O pós-estruturalismo, considerado em termos da história cultural contemporânea, pode ser compreendido no amplo movimento do formalismo europeu, com vínculos históricos explícitos tanto com a linguística e com a poética formalista e futurista quanto com a <em>avant-garde </em>artística europeia. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo e os Estudos Culturais</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041104687</link>
         <description><![CDATA[<p>As produções de currículo na vertente estudos culturais não propõem alternativas curriculares, mas compreender as diferentes formações curriculares. Adotam as abordagens metodológicas etnográficas e as análises discursivas e textuais, tendo em vista a necessidade de ressignificar as noções de alta cultura e baixa cultura. A cultura passa a ser tomada como noção política, ensejando na área educacional o surgimento da noção de pedagogia cultural.</p><p>A partir do final dos anos 70, surgem, nos EEUU, os trabalhos de Henry Giroux, calcados nos princípios filósoficos da Escola de Frankfurt e de Gramsci, superando as posturas reprodutivistas e introduzindo as noções de conflito, resistência e luta contra a hegemonia, e os de Michael Apple - Ideologia e Currículo (1982) estabelecendo a relação entre currículo, ideologia e hegemonia na análise do currículo das escolas americanas. Posteriormente, Apple, em Educação e Poder (1989), focaliza as noções de resistência e oposição, destacando o papel da escola na produção do conhecimento. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 04:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Currículo para além dos pós-estruturalistas e dos estudos culturais</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3041122358</link>
         <description><![CDATA[<p>A inquietação com a globalização dos estudos culturais e, por extensão, dos trabalhos culturais de currículo não é por acaso. Constitui hipótese fértil de trabalho investigar as razões de uma vertente de estudos se tornar hegemônica, especialmente, quando ela muda o eixo da dialética para a filosofia da diferença, da crítica à escola capitalista e ao seu currículo para a legitimidade dos estudos das diferenças culturas. <br>A superação das teses pós-modernas, pós-estruturalistas e dos estudos culturais pode ocorrer por meio do debate de ideias, do entendimento transformado da época, da criação de instrumentos conceituais adequados à sua análise e pela continuidade das lutas políticas e sociais, para não alimentar o sentimento de impotência em relação ao futuro. A oposição às teses que negam a perspectiva histórica e o desânimo diante do discurso das incertezas, favorecem a manutenção do “status quo”. Dentro desta lógica, não faz sentido a negação da utopia, das Metanarrativas, pois o mito do mercado e o da hegemonia do consumo sobre a produção devem ser superados.</p><p>O reconhecimento das conexões históricas entre concepções de currículo, transformações no mundo do trabalho, arcabouço ideológico e grupos que detêm o poder e a cultura hegemônica, constitui o primeiro passo para se avançar em direção a elaboração de propostas curriculares e a construção de instituições mais sensíveis aos apelos de emancipação humana. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-29 05:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>AS CONCEPÇÕES AGRUPADAS EM TRÊS GRANDES CORRENTES</title>
         <author>alexindiscours</author>
         <link>https://padlet.com/alexindiscours/o5wn5gvp2erfpwju/wish/3046447497</link>
         <description><![CDATA[<p>A história aqui apresentada permite identificar entre as concepções sobre currículo três grandes correntes: a tradicional, a crítica e pós-crítica. A Tradicional surge com o aparecimento do termo currículo nos sistemas de educação. A abordagem crítica começa a surgir com as primeiras reflexões teóricas sobre a visão tradicional. Por fim, a concepção pós-crítica que reúne um conjunto de reflexões sobre a abordagem crítica concebida durante as crises do capitalismo com a queda da bolsa de Nova York em 1929, seguida da Segunda Guerra Mundial. </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/alexindiscours/linha-do-tempo-conceitos-e-concep-es-de-curr-culo-ao-longo-d-o5wn5gvp2erfpwju">Disponível em: https://padlet.com/alexindiscours/linha-do-tempo-conceitos-e-concep-es-de-curr-culo-ao-longo-d-o5wn5gvp2erfpwju</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-05 18:29:15 UTC</pubDate>
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