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      <title>Romantismo Brasileiro: o romance e o teatro by Alessandra Gomes Coutinho Ferreira</title>
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      <description>Vamos pesquisar os romances românticos e o teatro romântico brasileiro?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-25 17:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>A prosa romântica brasileira</title>
         <author>alessandraferreira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi, turma! Vamos pesquisar os romances românticos brasileiros e compartilhar nossos achados? Comentem as descobertas dos colegas inserindo informações complementares sobre os livros pesquisados. Ao final da pesquisa, que tal, cada um de vocês escolher um dos romances românticos ou uma peça do teatro romântico para realizar a leitura integral?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 17:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>Iracema</title>
         <author>cynthiafigueiredo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O romance indianista cujo autor é José Alencar teve sua primeira publicação em 1865, apesar do tempo de lançamento, até os dias atuais, "Iracema" está entre as principais obras literárias brasileiras. Caracteriza-se por ter seu eixo temático principal voltado para a criação da identidade cultural, representando a origem da nacionalidade brasileira através de um romance entre a Índia Iracema e o colonizador português Martim. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 13:32:54 UTC</pubDate>
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         <title>A Moreninha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 10:04:46 UTC</pubDate>
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         <title>A escrava Isaura </title>
         <author>soaresvitor</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Escrava Isaura representa um marco na literatura abolicionista. Trata-se de um romance regionalista, onde destaca a linguagem do Brasil rural e seus costumes. Escrito em 1875, em plena campanha abolicionista, o livro conta as infortúnios acontecidos na vida de Isaura,  escrava de pele branca, foi criada como filha na família em que serve. Foi durante muito tempo a protegida da matriarca, que prometeu que após a sua morte a moça deveria ser liberta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 03:13:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Viuvinha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro de autoria de José de Alencar, publicado previamente em 1857, refere-se a um romance urbano, marcado principalmente pela crítica ao dinheiro ser o centro de tudo, idealização da mulher tanto fisicamente, como emocionalmente, e o personagem principal notoriamente romântico, onde faz os dramas da sua vida mudar plenamente a história. Foca na história de um personagem que consegue superar todas as situações, após o seu pai morrer e deixar sua fortuna para ele. Ainda muito imaturo gasta sua fortuna e se afunda de dívidas com coisas irrelevantes, mas após conhecer uma jovem e se casar com ela, o seu pensamento muda e reconhece que tudo que ele tinha feito era irrelevante, o amor entra na sua vida e as dívidas também. Só fazendo uma atitude inesperada, para voltar enriquecido para pagar as dívidas e comprovar que sua amada tinha seus sentimentos recíprocos por ele./ Evelyn Vitória Basto da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 15:27:08 UTC</pubDate>
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         <title>A senhora</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Duda</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 17:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O GUARANI<br>A esposa de D.Antônio de Mariz era D.Lauriana, uma dama paulista descrita como "um bom coração, um pouco egoísta". Juntos tiveram dois filhos, D.Diogo de Mariz, que viria a seguir os passos profissionais do pai, e D.Cecília, uma moça meiga e travessa.<br>D.Antônio tinha ainda outra filha, D.Isabel, fruto de um caso do fidalgo com uma índia. D.Isabel, no entanto, vivia na casa do pai e era tratada como uma sobrinha.<br>D.Antônio contava com a ajuda nos negócios de Álvaro de Sá, amigo da família, e Sr.Loredano, funcionário da fazenda.<br>Peri, índio da tribo dos Goitacás, tinha um amor devoto e fiel por Ceci. Após salvar a moça, o índio foi viver com a família Mariz, passando a fazer todas as vontades da amada.<br>Na terceira parte do romance, a família Mariz corre perigo. Loredano bola um plano para alcançar as minas de prata e os índios aimorés decidem atacar a fazenda.<br>Peri percebe a ampla vantagem do inimigo e, para salvar a família, se submete a um grande sacrifício. Sabendo que os aimorés eram canibais, Peri se envenena e vai para combate.<br>A ideia do índio era: ao morrer a tribo se alimentaria da sua carne e, a seguir, morreria, porque a carne estaria envenenada. Essa seria a única maneira de Peri proteger Ceci.<br>Por fim, felizmente, Álvaro descobre o plano de Peri e consegue o salvar. Os projetos de Loredano também não vão a frente e ele acaba condenado a morrer na fogueira.<br>Álvaro, após salvar Peri, é assassinado pelos índios e Isabel, desesperada, se mata para acompanhar o amado na próxima vida.<br>A fazenda da família Mariz é incendiada e, a fim de salvar a filha, D.Antônio batiza Peri e o autoriza a fugir com ela. <br>O romance se encerra após um grande temporal, com Peri e Ceci desaparecendo no horizonte.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 17:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>LAUAN STEFAN SILVA SOUSA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O GAÚCHO <br><br>O Gaúcho, de José de Alencar, é um romance narrado em terceira pessoa. Nesta obra, José de Alencar retrata o Brasil, principalmente os Pampas, focaliza ambientes brasileiros, afastados das riquezas. No capítulo II do livro I, podemos contemplar a paisagem do sul do Brasil: o gaúcho a cavalo correndo pelos pampas. Este romance, publicado em 1870, foi o primeiro da série com qual Alencar tentou um “retrato do Brasil”, focalizando ambientes brasileiros afastados do bulício da corte.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 17:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Til - Jose de Alencar  (1872)</title>
         <author>mateusbandeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Til é narrado em 3ª pessoa, se passa na região de Campinas (interior paulista) e tem como protagonista a personagem Berta, que vive nas proximidades da fazendo junto com nhá Tudinha e o filho dela Miguel, que é apaixonado por Linda, mas 🤬 dividido entre a beleza de Berta e Linda.</div><div>Berta foi criada por nhá Tudinha e protegida por Jão Fera após a mãe, Besita, ter sido estrangulada pelo marido, Ribeiro, depois dele descobrir que ela engravidara de Luís Galvão. Feito isso, Ribeiro passa anos em Portugal, mas volta com o nome falso de Barroso para se vingar de Luís Galvão (dono da fazenda das Palmas), e contrata um matador de aluguel, Jão Fera, que resolve não matar Luís Galvão a pedido de Berta; com isso, o Bugre 🤬 devendo cinquenta mil réis para Barroso, pois havia recebido antecipadamente pelo serviço.</div><div>Barroso decide matar Luís Galvão mesmo sem a ajuda de Jão Fera, assim provocando um incêndio no canavial da fazenda das Palmas, pois além de matar o fazendeiro, pretende casar-se com dona Ermelinda e tornar-se o senhor das Palmas. O plano é frustrado quando Jão Fera salva Luís Galvão das agressões de Gonçalo, capanga de Barroso, matando quem o agride. O Bugre o salvou, pois pretendia ele mesmo matar Luís Galvão para se vingar por ele ter abandonado Besita e Berta para se casar com d. Ermelinda; nisso tudo Barroso foge, Jão Fera se entrega e é preso.</div><div>Com a prisão de Jão Fera, Barroso (Ribeiro) resolve matar a filha de Besita e quando está prestes a executar seu plano, Bugre foge da cadeia e salva Berta, matando Barroso.</div><div>Luís Galvão conta à d. Ermelinda, sua esposa, que era pai de Berta. Sua filha o rejeita como pai e prefere Jão Fera, que sempre a protegeu desde a morte de sua mãe. Berta recusa seu lugar na família, e 🤬 ao pai para que seu lugar possa ser ocupado por Miguel como futuro genro de Luís Galvão, assim, a família se muda para São Paulo. Berta, Til, 🤬 com Jão Fera e seus protegidos.</div><div> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 17:50:09 UTC</pubDate>
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         <title>Brunna Gamberoni</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>UBIRAJARA<br>Pertencente ao Romantismo, o romance Ubirajara, de José de Alencar, é um dos romances indianistas do autor José de Alencar, junto com O Guarani e Iracema. O romance foi o último que o autor escreveu neste gênero, e teve o intuito de promover ou resgatar a nacionalidade.</div><div>Do ponto de vista do nacionalismo romântico, o Índio como protagonista da história representa a base do povo brasileiro. O romance reformulou a imagem do índio, defendeu sua cultura e tentou enfatizar a diferença entre ele e os europeus.</div><div>O romance tenta salvar alguns valores humanos e atribuí-los aos índios, como lealdade, heroísmo, bravura e valentia. Ele defendeu projetos culturais indígenas, como a poligamia, e acusou os portugueses das consequências do processo de colonização. De acordo com a visão do trabalho, o processo de colonização acabou fazendo com que os índios brasileiros perdessem sua identidade cultural. Neste e em outros romances indianistas, José de Alencar tenta salvar os valores intrinsecamente indígenas, elogiando-os e criticando os valores trazidos pelos europeus.</div><div>O romance foi escrito em 1874 e é considerado um romance indianista típico de José de Alencar. O autor admira a natureza celeste dos brasileiros, enquanto os índios são heróis. Ele usa ricos adjetivos e linguagem retórica.</div><div>A narração ocorre na terceira pessoa, o narrador é principalmente um observador, e há momentos de onisciência. O tempo se organiza em ordem cronológica, contando histórias que aconteceram antes do descobrimento do Brasil, ocorrendo nas florestas da região do Tocantins</div><div>Como qualquer romance romântico, esta história também contém lutas, histórias de amor, canções de amor e linguagem poética.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 17:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Diva- Jose de Alencar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Diva narra a história de Emília Duarte. O narrador, em primeira pessoa, é o homem que a ama, Augusto Amaral. Emília é uma adolescente muito retraída e tem aversão a que estranhos a toquem. Uma enfermidade a leva quase à morte. É chamado um médico recém-formado, colega de seu irmão, Dr. Augusto Amaral. Augusto dedica-se a Emília, mas ela se recusa a ser tocada e não o deixa sequer entrar no quarto. Apesar de tudo, Augusto consegue salvar a moça, o que faz com que ela o odeie, temendo que ele exija sua amizade como recompensa. Seguem-se várias discussões e brigas entre os dois, onde se revela o caráter de Emília, extremamente instável e voluntariosa. Augusto acaba apaixonando-se por Emília, mas as atitudes dela são tão incertas que acabam por levá-lo ao desespero. Ao final tudo se reequilibra e termina bem, quando Emília revela seu amor pelo médico. No final do Capitulo III, a personagem Emília é comparada a uma Vênus moderna, a diva dos salões, explicando assim o título do livro: Diva.</div><div>Raul Vieira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 17:50:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Shayenne Soares ♥️<br> O sertanejo ( 1875)<br>Nos primeiros capítulos do livro o narrador apresenta primeiro a paisagem do sertão, para depois aparecer com o personagem principal e enredo.<br>A história de O sertanejo se passa no nordeste e tem como personagem-narrador Severino, uma pessoa que tenta se definir ao longo da obra mas não consegue, então passa a ser uma figura genérica que representa o povo daquela região. Ele é representante de um povo sofrido, que luta contra a fome, sede e miséria.<br>O personagem principal é Arnaldo Loureiro, um vaqueiro cearense, simples, mas que luta pelo que quer e enfrenta tudo pelo amor e seus ideais. O vaqueiro trabalha para o capitão-mor, de nome Arnaldo Campelo. Arnaldo enfrenta todos os riscos necessários com a esperança de um dia conquistar a simpatia da meia irmã do capitão-mor, Dona Flor.<br><br>Arnaldo é descrito ao longo da obra como arredio, simples e bom. Chega a ser uma figura misteriosa, atenta a todos os pedidos de seu patrão e se mostrando um funcionário exemplar, ele tem o hábito de dormir no alto de arvores na mata. Sua submissão é reconhecida como digna. O único rival de Arnaldo se chama Marcos Fragoso, e Dona Flor é prometida para Leandro barbilho. No dia do casamento, inimigos do capitão-mor surgem, acontece um tiroteio onde Leandro Barbilho morre. Arnaldo tenta consolar Flor enquanto ela lamenta. A história acontece no sertão de Quixeramobim, Ceará.<br>No final o capitão-mor reconhece a bravura e dignidade de Arnaldo, e permite que ele use seu sobrenome, Campelo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 21:13:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ranyellen Trigueiro Cunha </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cinco Minutos ( 1857)<br>Cinco Minutos conta a história do casamento do autor com Carlota. No entanto, para o leitor, parece que está escutando uma história que não é para ele, já que Alencar dirige seu texto a uma prima. O leitor aqui é uma terceira pessoa, um “voyer” que entre José de Alencar e sua prima.<br>Atualmente as histórias do autor romântico passam como que quase infantis e ingênuas para o leitor moderno. São narrações em que o amor sempre vence, decisões passionais de amantes, amor e amor e amor. À época, os folhetins eram lidos pelas senhoras burgueses. Exagerando-se um pouco na dose, poderíamos dizer que Alencar lembra remotamente, os livrinhos que embalam os sonhos de moças solteiras, no entanto não se pode deixar de dizer que sua escrita, linguagem, e modo estilístico são de extrema qualidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 18:38:15 UTC</pubDate>
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         <title>Poliana Souza de Santana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Encarnação (1893) postumo<br>Encarnação de José de Alencar – Romance póstumo da fase urbana de José de Alencar.<br>Encarnação de José de Alencar – Cenário: duas residências vizinhas, padrão elevado, localizadas em chácaras de São Clemente – RJ. Uma ocupada por 3 pessoas (pai, mãe e filha) e a outra por 2 duas pessoas (patrão, viúvo há 5 anos, e o criado).<br>Encarnação de José de Alencar – Personagens (casa da direita):<br>Amália – loura, bonita, 18 anos, querida dos pais, toca piano, canta, gosta de festas. Cortejada pelos melhores moços que não leva a sério. “Amália não nutria prejuízos contra o casamento, que alias aceitava como uma solução natural para o outono da mulher.<br>Encarnação de José de Alencar: “Do que poucos sabiam, e só alguns amigos se lembravam, era da primeira mocidade de Hermano, quando ele passava por um dos mais brilhantes cavalheiros dos salões fluminenses. Sua graça natural, o primor de suas maneiras, e as seduções do seu espírito, o distinguiam entre todos como um tipo de elegância.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 19:36:19 UTC</pubDate>
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         <title>Os Timbiras - Anna Clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma narração dividida em uma introdução e quatro cantos. Nos poemas de Gonçalves Dias, são narrados os feitos de guerreiros timbiras, focando principalmente no chefe Itajuba e no jovem guerreiro Jatir. Extremamente idealizados, estes índios falam apenas em valor, coragem, guerra e honra, num mundo habitados por inimigos cruéis, pajés sábios e guerreiros valorosos. O autor usa termos em tupi e do verso branco . A obra Cantos era composta dos primeiros quatro cantos de Os<em> </em>Timbiras. Gonçalves Dias não pôde concluir o poema, pois antes disso faleceu num desastre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 19:56:29 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Rodrigues Carneiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lucíola é um romance urbano escrito por José de Alencar e foi postado em 1862, o texto apresenta a história de um relacionamento entre um homem e uma mulher ( Lucía ), o texto explica como foi o processo dos dois se conhecerem, o processo do romance dos dois se apaixonarem e tudo que se passa entorno de um casal, o casal com um tempo se separa mas uma relação de afeto e carinho continua entre os dois, a história gira entorno dos dois mas outras pessoas são apresentadas no decorrer do texto para criar uma ênfase maior no casal</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 14:10:33 UTC</pubDate>
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         <title>A casa de palha - Emile Katherynne </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cabeleira é o apelido de José de Gomes, um dos primeiros cangaceiros de Pernambuco. José era naturalmente bom, mas foi ensinado pelo pai, Joaquim Gomes, a ser cruel.</div><div>Junto com o pai e Teodósio, o traiçoeiro amigo, assim como vários outros comparsas, Cabeleira aterroriza a província de Pernambuco em 1776 (exatos 100 anos antes da publicação do romance). Mas quando ele reencontra Luísa, foge com ela e começa a se reformar, apesar de instintivamente ainda tentar se defender violentamente.</div><div>Luísa acaba morrendo logo após a fuga, pois estava ferida, e Cabeleira é preso, fraco, faminto e desarmado, num canavial. José Gomes é executado junto com seus antigos comparsas apesar dos apelos da mãe de que a ele servia melhor a penitenciária pois estava reformado.</div><div>O romance acaba com o autor atacando a pena de morte. A obra inicial da “literatura do Norte” que o autor pretendia fazer.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 15:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Folhetim - Luziely Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A difusão da prosa romântica foi impulsionada pelo folhetim. Os folhetins eram capítulos de romances de periodicidade semanal publicados em jornais.<br>Por meio deles, o romance tornou-se extremamente popular e por ele, o sentimento de democracia aflorado no País foi alastrado.<br>Com o folhetim, a literatura passa de bem destinado à aristocracia e ultrapassa a exclusividade da nobreza.<br>Surgem os primeiros consumidores da produção literária e a literatura é expandida ao leitor comum. E é pelo folhetim que a prosa do Romantismo alcança o sucesso que obteve no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 18:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de um Sargento de milícia.</title>
         <author>lucasmeireles</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um romance urbano de Manuel Antônio de Almeida.  Diferente dos romances publicados naquele período, Manuel Antônio de Almeida teve pouca popularidade durante as suas publicações, o motivo disso é o fato da estrutura da obra seguir outro padrão do que era antes estabelecido. Enquanto outros autores retratavam as belezas nacionais, buscando retratando a sociedade de classe média alta, sempre mostrar o nacionalismo em suas obras com heróis perfeitos, Antônio de Almeida ia por outro caminho, ele trazia uma narrativa repleto de sofrimento e de desgraça, o que retratava o que ele viveu em sua infância, criando um anti-herói sem ideal, vivendo de sortes e aproveitando cada oportunidades que surgiam em sua frente, em outras palavras, ele retratava um "malandro" que dava o seu famoso "jeitinho brasileiro" para poder se sobressair em situações adversar. A história se passa no período em que D. João VI esteve no Brasil, durante o período de 1808 e 1821, trazendo um romance de humor popular, explorando as características da sociedade do Rio de Janeiro durante esse período. O texto traz uma narrativa que aborda tradições nacionais e inquietações vividas pela burguesia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 19:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Antônio José ou O Poeta e a Inquisição</title>
         <author>maelybeatriz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antônio José ou O Poeta e a Inquisição é um drama romântico em verso de Gonçalves Magalhães.<br>Publicado em 1838, é considerado a primeira obra do teatro brasileiro.<br>Sua estreia foi no teatro da Praça da Constituição no Rio de Janeiro em 13 de março de 1838. Foi bem recebido pelo público e crítica teatral pela coragem de abordar, naquela época, o tema da inquisição.<br> O texto é baseado nos dias finais da vida do dramaturgo Antônio José da Silva, “o Judeu”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 22:24:16 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor de Mendonça -Gonçalves dias</title>
         <author>anneoliveira3</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Leonor de Mendonça" foi publicado em 1846 e foi uma das primeiras obras do gênero teatral publicadas no Brasil. O livro apresenta um triângulo amoroso entre o duque e a duquesa de Bragança, que têm um casamento por conveniência em que nenhum dos dois estavam particularmente felizes e Antônio Alcoforado, um jovem da corte que acaba se apaixonando pela duquesa. Um dos pontos mais interessantes do romance é que a narrativa começa revelando que o duque matou sua esposa, e vai se desenrolando para mostrar os acontecimento que levaram a isso. O romance é considerado até hoje uma das maiores obras do teatro romântico brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 22:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>Kathellen Beatriz Batista de Araújo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lucíola, livro de José de Alencar, foi publicado em 1862 e encaixa-se como romance romântico urbano. No Brasil a sociedade burguesa dessa época primava as aparências e os costumes, tinha a visão de que a mulher teria que ser pura e o homem cavalheiro.<br>O romance Lucíola conta a história de Lúcia, uma cortesã. Paulo é o narrador e narra sua chegada ao Rio de Janeiro em 1855, onde vê Lúcia a primeira vez. Sem saber que ela era cortesã, ele se apaixona por ela nesse primeiro momento, porque a vê como uma menina encantadora, meiga e angelical.<br>Em Lucíola, a cortesã é transformada em heroína, purificada pelo amor de Paulo. É possível perceber as seguintes características do Romantismo: submissão do amor romântico (valorização da virgindade), crítica social e crítica moral (Lúcia deixa de ser cortesã para si mesma, mas não para a sociedade que a vê com preconceito).<br>Paulo descobre onde Lúcia mora e vai visitá-la frequentemente. Ela se entrega a ele e após isso passa a desprezar o amor de Paulo. Essa relação é embasada no amor carnal, fato que se tornará um empecilho para a união dos dois.<br>Após consumado o amor entre eles, Paulo perde um pouco da inocência enquanto Lúcia será “purificada”, abandonando a cortesã e revivendo a virgem pura que foi.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 23:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Eudes Rufino da Silva Filho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O DEMÔNIO FAMILIAR<br>José de Alencar<br>A peça se divide em quatro atos e se passa no Rio de Janeiro durante meados do século XIX. A história basicamente consiste numa série de personagens diretamente relacionados entre si pelos mais diversos motivos, laços familiares ou relacionamentos, onde o personagem principal, chamado Pedro, é um escravo da família principal da obra e assume o papel de guiar a história a partir de suas intromissões na vida amorosa dos personagens, armando muitas confusões e artifícios para promover situações a favor de seus criados até o final da história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 00:26:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bruna dos Santos Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Novico foi escrito por Martins Pena no século passado, mas até hoje faz rir, com sua crítica a esperteza humana, centralizada no personagem de Ambrósio, um homem inescrupuloso que gosta de aplicar o "Golpe do Bau" em mulheres ricas, viúvas e mal amadas.<br>A bigamia de Ambrósio e seus planos estão indo bem e em segredo até que ele resolve que a esposa, Florência, deve mandar o sobrinho, Carlos, para o convento. Assim ele não poderá casar com a prima, Emilia. Revoltado Carlos se torna o herói da peça, desmascarando Ambrósio.<br>O texto de Martins Pena é uma satira à sociedade da época, que também vivia, como nós, na teia da corrupção. Martins Pena é considerado por muitos o "Molire Brasileiro" e foi quem instaurou o teatro de costumes no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 03:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>Inocência - George Paulino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Conta a história de um doutor que se apaixonou por uma negra de fazenda. Ela, no entanto, já era prometida a outro esposo. A história segue sobre esta perspectiva do julgamento das pessoas para com a relação dos dois.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 10:57:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>I-Juca-Pirama - Byanca Náthanny</title>
         <author>byanca4lmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escrito por Gonçalves Dias, seu título foi retirado do tupi e significa "aquele que vai ser morto". O poema relata um índio sobrevivente de sua tribo que no qual é capturado pela tribo dos timbiras e morto em um ritual de sacrifício. Antes disso ele vai dispor dentro do poema, o quanto ele é digno o suficiente para ser sacrificado.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 13:15:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Athina Victória de Melo Tavares<br><br>A Pata da Gazela, romance escrito por José de Alencar em 1870. <br>A história gira em torno de Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia.Horácio, rapaz jovem e sedutor, vê quando o lacaio das lindas garotas derruba um pé de um par de botinas de pelica e seda, pequeninas e mimosas e apaixona-se pela dona dos pés desconhecidos. Leopoldo, que estava na mesma rua, vê de relance Amélia e apaixona-se pelo seu sorriso, mesmo após um vislumbre dos pés disformes que ele pensa serem os dela. A partir deste acaso, a trama se desenvolve num triângulo amoroso entre Horácio, Amélia e Leopoldo.<br>A pata da gazela é uma obra de Alencar que demonstra como o amor deve ser guiado pela alma, como Leopoldo e não pela aparência, como Horácio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 01:47:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Judas em Sábado de Aleluia - Will Robson</title>
         <author>willmoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pelas minhas pesquisas, Martins Pena parecia já ter uma pré-disposição para a comédia. E, na obra "O Judas em Sábado de Aleluia", ele critica a hipocrisia da sociedade e a moral da burguesia. Também ressalta a esperteza da personagem Faustino, que é uma personagem que vai se encontrar com uma das filhas do cabo-de-esquadra da Guarda Nacional, em sua casa, mas um outro rapaz mais afortunado que é pretendente dessa filha, o Ambrósio, chega e o Faustino acaba tendo que se esconder no boneco de Judas. Com isso, ele ouve escondido as conversas entre o pretendente e o pai da moça. Essa história se passa em 1844, no Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 05:02:16 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Batista Pereira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sonhos d' ouro (1870)<br><br>Ricardo era um rapaz pobre e que saíra de São Paulo onde morava sua mãe, irmã e sua noiva Bela para ir à Corte tentar conquistar o suficiente para dar uma vida digna a estas. E foi no Rio de Janeiro, mais precisamente, na Tijuca, que teve seu primeiro encontro com Guida. Ele estava deitado na relva sonhando com as facilidades que a riqueza traria e beijava uma pequena flor que colhera e apelidara de sonhos d’ouro. Nessas circunstâncias que Guida o encontrou, enquanto fazia um passeio com sua dama de companhia e o Sr. Benicio, que tinha uma alma servil e trabalhava para ela.<br><br>Depois deste primeiro encontro, Ricardo veio saber a partir de seu amigo Fábio, e noivo de sua irmã Luísa, que a moça era filha do “comendador” Soares e era uma das mais ricas e belas moças da corte. Ricardo inicialmente sabendo das travessuras da menina a julgou caprichosa. No decorrer dos dias sempre em passeios no galgo, o cavalo que dividia em um revezamento com Fábio, encontrava-se casualmente com Guida.<br><br>Ricardo morava com Fábio e D. Joaquina, mãe de seu amigo. Era costume dela, mesmo pobre, ajudar uma família que de vez em vez precisava de socorro. Foi graças a essas boas ações que um dia Ricardo, ganhando um dinheiro extra, resolveu ajudar a família, desencarregando D. Joaquina. Lá ele estava com seu caderno onde pintava e na página aberta estava uma aquarela em referência ao seu primeiro encontro com Guida. Nesse dia Guida também veio visitar essa família e inocentemente viu de relance o desenho de Ricardo.<br><br>Guida era de fato linda e rica, era também caprichosa, mas era uma alma muito boa, gentil e brincalhona. Prova de sua natureza caprichosa foi o desejo insistente que lhe nasceu de descobrir porque Ricardo beijava tão ardentemente aquela flor do seu primeiro encontro, queria ver o desenho que ele fizera e queria possuir o cavalo do rapaz, o galgo.<br><br>No passeio Ricardo concedeu que Guida fosse no galgo, durante todo o dia Ricardo a esteve observando, pois o cavalo era muito afoito e um acidente era fácil, observava também a Flavio que não parava de flertar com D. Guilhermina, foi em um momento desses que Guida partiu em uma corrida no galgo, Ricardo instantaneamente tentou alcançá-la. Acabando ela voltando em seu cavalo e ele no dele, e ela falando em como ele suporá mal se tivesse acreditado que ela esperava que ele a socorresse como heróis em romances.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 15:19:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Filipe Weslley</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Inocência é um romance regionalista brasileiro de Alfredo d'Escragnolle Taunay, dividido em 30 capítulos - que são introduzidos por uma citação - mais um epílogo. Foi publicado em 1872 e retrata costumes, pessoas e ambientes do leste sul-mato-grossense (sertão), notadamente a cidade de Paranaíba e a frente colonizadora dos Garcia Leal.<br><br>É uma das obras mais conhecidas do Regionalismo brasileiro. Como o Romantismo estava em decadência na época em que a obra foi escrita, pode-se considerá-la de transição para o Naturalismo, devido a uma grande e infalível caracterização do homem como produto do meio, isto é, ele age de acordo com o tipo de vida que leva.[3</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-12 14:08:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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