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      <title>Literatura by estella</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-29 01:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>TROVADORISMO</title>
         <author>ribeirosouzamaria0109</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Trovadorismo ocorreu durante a Idade Média, <strong>época em que a Igreja Católica e o sistema feudal dominavam a Europa</strong>. Por isso, os valores da sociedade eram regidos pela Igreja e pela fé no cristianismo.<br>Nesse período histórico, predominava o teocentrismo (a ideia de que Deus é o centro de tudo), pois a Igreja Católica, com poderio econômico e político, exercia total domínio no Ocidente. Nesse contexto, surgiram as cantigas trovadorescas ou provençais.<br>Considerado o primeiro movimento literário europeu, ele reuniu registros escritos da primeira época da literatura medieval entre os séculos XI e XIV.<br><br><strong>Principais características:</strong></div><ul><li>Relação entre poesia e música;</li><li>Gênero lírico e satírico;</li><li>Veneração ao ser amado;</li><li>Retratação da amizade;</li><li>Crítica ao contexto político e social;</li><li>Trocadilhos e termos ambíguos;</li><li>Retratação do modo de vida na aristocracia feudal.</li></ul><div><br><strong>Principais autores:</strong></div><ul><li>Dom Dinis, português, 1261-1325;</li><li>Nuno Fernandes Torneol, galego, século XIII;</li><li>João Garcia de Guilhade, português, século XIII;</li><li>Fernão Rodrigues de Calheiros, português, século XIII;</li></ul><div><br><strong>Características das cantigas de amor:</strong></div><ul><li>escritas em primeira pessoa;</li><li>eu lírico é masculino;</li><li>declaração de amor à amada;</li><li>a amada é reverenciada e inatingível;</li><li>demonstração da servidão amorosa;</li><li>sofrimento amoroso, aflição e desgosto;</li></ul><div><br><strong>Exemplo de cantiga de amor de Dom Dinis:</strong></div><blockquote>Quant'há, senhor, que m'eu de vós parti,<br><br>atam muit'á que nunca vi prazer,<br><br>nen pesar, e quero-vos eu dizer<br><br>como prazer, nen pesar non er (vi):<br><br>perdi o sen e non poss' estremar<br><br>o ben do mal, nen prazer do pesar.<br><br>E, des que m'eu, senhor, per bõa fé,<br><br>de vós parti, creed' agora ben<br><br>que non vi prazer nen pesar de ren,<br><br>e aquesto direy-vos porque (é):<br><br>perdi o sen e non poss' estremar<br><br>o ben do mal, nen prazer do pesar.<br><br>Ca, mha senhor, bem des aquela vez<br><br>que m'eu de vós parti, no coraçon<br><br>nunca ar ouv'eu pesar des enton<br><br>nen prazer, e direy-vos que mh-o fez:<br><br>perdi o sen e non poss' estremar<br><br>o ben do mal nen prazer do pesar.</blockquote><div><br><strong>Características das cantigas de amigo:</strong></div><ul><li>escritas em primeira pessoa;</li><li>eu lírico é feminino, mas os autores eram homens;</li><li>o ambiente é rural ou urbano;</li><li>sofrimento da mulher separada do amante ou amigo;</li><li>sentimento de angústia e tristeza;</li><li>Desejo de relacionamento entre nobres e plebeias;</li></ul><div><br></div><div><strong>Exemplo de cantiga de amigo de Nuno Fernandes Torneol:</strong></div><blockquote>Levad', amigo, que dormides as manhanas frias<br><br>tôdalas aves do mundo d'amor dizia[m]:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Levad', amigo que dormide'las frias manhanas<br><br>tôdalas aves do mundo d'amor cantavam:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Tôdalas aves do mundo d'amor diziam,<br><br>do meu amor e do voss[o] em ment'haviam:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Tôdalas aves do mundo d'amor cantavam,<br><br>do meu amor e do voss[o] i enmentavam:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Do meu amor e do voss[o] em ment'haviam<br><br>vós lhi tolhestes os ramos em que siíam:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Do meu amor e do voss[o] i enmentavam<br><br>vós lhi tolhestes os ramos em que pousavam:<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Vós lhi tolhestes os ramos em que siíam<br><br>e lhis secastes as fontes em que beviam;<br><br>leda m'and'eu.<br><br>Vós lhi tolhestes os ramos em que pousavam<br><br>e lhis secastes as fontes u se banhavam;<br><br>leda m'and'eu.</blockquote><div><br><strong>Características das cantigas de escárnio:</strong></div><ul><li>poesias satíricas;</li><li>críticas indiretas;</li><li>uso de linguagem irônica;</li><li>presença de trocadilhos e ambiguidades;</li><li>crítica ao contexto político e social;</li><li>nome da pessoa satirizada não é revelado;</li></ul><div><br></div><div><strong>Exemplo de cantiga de escárnio de João Garcia de Guilhade: &nbsp;</strong></div><blockquote>A Dom Foam quer'eu gram mal<br>&nbsp; e quer'a sa molher gram bem;<br>&nbsp; gram sazom há que m'est'avém<br>&nbsp; e nunca i já farei al;<br>&nbsp; ca, des quand'eu sa molher vi,<br>&nbsp;se púdi, sempre a servi<br>&nbsp;e sempr'a ele busquei mal.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;Quero-me já maenfestar,<br>&nbsp; e pesará muit'[a] alguém,<br>&nbsp; &nbsp;mais, sequer que moira por en,<br>&nbsp; dizer quer'eu do mao mal<br>&nbsp;e bem da que mui bõa for,<br>&nbsp;qual nom há no mundo melhor,<br>&nbsp; quero-[o] já maenfestar.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; De parecer e de falar<br>&nbsp; e de bõas manhas haver,<br>&nbsp;ela, nõn'a pode vencer<br>&nbsp; dona no mund', a meu cuidar;<br>&nbsp; ca ela fez Nostro Senhor<br>&nbsp; e el fez o Demo maior,<br>&nbsp; e o Demo o faz falar.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; E pois ambos ataes som,<br>&nbsp; como eu tenho no coraçom,<br>&nbsp;os julg'Aquel que pod'e val.</blockquote><div><br><strong>Características das cantigas de maldizer:</strong></div><ul><li>críticas diretas;</li><li>linguagem grosseira com uso de palavrões;</li><li>uso de ironia e expressões de duplo sentido;</li><li>ridiculariza pessoas, a sociedade medieval e os costumes da época;</li><li>nome da pessoa satirizada é identificado;</li></ul><div><br></div><div><strong>Exemplo de cantiga de maldizer de Fernão Velho:</strong></div><blockquote>Maria Pérez se maenfestou<br><br>noutro dia, ca por [mui] pecador<br><br>se sentiu, e log'a Nostro Senhor<br><br>pormeteu, polo mal em que andou,<br><br>que tevess'um clérig'a seu poder,<br><br>polos pecados que lhi faz fazer<br><br>o Demo, com que x'ela sempr'andou.<br><br>Maenfestou-se ca diz que s'achou<br><br>pecador muit', e por en rogador<br><br>foi log'a Deus, ca teve por melhor<br><br>de guardar a El ca o que a guardou;<br><br>e mentre viva, diz que quer teer<br><br>um clérigo com que se defender<br><br>possa do Demo, que sempre guardou.<br><br>E pois que bem seus pecados catou,<br><br>de sa mort'houv'ela gram pavor<br><br>e d'esmolnar houv'ela gram sabor;<br><br>e log'entom um clérigo filhou<br><br>e deu-lh'a cama em que sol jazer,<br><br>e diz que o terrá, mentre viver;<br><br>e est'afã todo por Deus filhou.<br><br>E pois que s'este preito começou<br><br>antr'eles ambos houve grand'amor<br><br>antr'ela sempr'[e] o Demo maior,<br><br>atá que se Balteira confessou;<br><br>mais, pois que vio o clérigo caer<br><br>antr'eles ambos, houv'i a perder<br><br>o Demo, des que s'ela confessou.</blockquote><div><br>Fontes:<br><a href="https://beduka.com/blog/materias/literatura/resumo-dotrovadorismo/#:~:text=1150%20a%201170.-,Qual%20o%20contexto%20hist%C3%B3rico%20do%20Trovadorismo%3F,e%20pela%20f%C3%A9%20no%20cristianismo">https://beduka.com/blog/materias/literatura/resumo-dotrovadorismo/#:~:text=1150 a 1170.-,Qual o contexto histórico do Trovadorismo?,e pela fé no cristianismo</a>.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/trovadorismo/">https://www.todamateria.com.br/trovadorismo/</a><br><br><a href="https://cantigas.fcsh.unl.pt/cantiga.asp?cdcant=1533&amp;pv=sim">https://cantigas.fcsh.unl.pt/cantiga.asp?cdcant=1533&amp;pv=sim</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 01:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>HUMANISMO</title>
         <author>ribeirosouzamaria0109</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirosouzamaria0109/o44sd3s339uoretu/wish/2274136662</link>
         <description><![CDATA[<div>O Humanismo é um movimento literário de transição entre o Trovadorismo e o Classicismo que marcou o fim da Idade Média e início da Idade Moderna na Europa.<br>Como o próprio nome já indica, esse período literário correspondeu a ideais filosóficos, morais e estéticos que valorizavam o ser humano.</div><div>Com foco na valorização do homem, ele se destacou com as produções em prosa (crônicas históricas e o teatro) e poética (poesia palaciana) durantes os séculos XV e XVI.<br><strong><br>Principais características:</strong></div><ul><li><strong>Antropocentrismo: </strong>conceito filosófico que ressalta a importância do homem como um ser agente dotado de inteligência e de capacidade crítica. Avesso ao teocentrismo (deus como centro do mundo), esse conceito permitiu descentralizar o conhecimento que antes era propriedade da Igreja.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Racionalismo:</strong> corrente filosófica associada à razão humana que foca na produção de conhecimentos sobre o ser humano e o mundo, contestando o espiritualismo.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Cientificismo: </strong>associado ao racionalismo, esse conceito coloca a ciência em um lugar de destaque. Através do método científico, ele fomenta as descobertas desse campo a fim de entender os fenômenos naturais.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Antiguidade clássica: </strong>os artistas humanistas foram inspirados pelos estudos realizados anteriormente por pensadores clássicos gregos e romanos, sobretudo pela literatura e mitologia greco-romana.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Valorização do homem:</strong> inspirado nos modelos clássicos greco-romanos, houve a valorização do corpo humano e das emoções do homem. Assim, as artes humanistas focavam nos detalhes que revelassem as expressões e desejos.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Ideal de beleza e perfeição:</strong> aliado ao conceito de valorização dos modelos clássicos, nesse período buscou-se atingir a perfeição das formas humanas por meio das proporções equilibradas e da beleza perfeita.</li></ul><div><strong><br>Principais autores:</strong></div><div><strong>1. Francesco Petrarca (1304-1374)</strong></div><div>Humanista italiano, Petrarca foi um dos mais importantes escritores humanistas. A ele, está associado a criação dos sonetos, forma poética fixa composta de 2 quartetos e 2 tercetos.<br>Petrarca produziu cerca de 300 sonetos e de sua obra destacam-se: <em>Cancioneiro e o Triunfo</em>, <em>Meu Livro Secreto</em> e <em>Itinerário para a Terra Santa</em>.<br><br>2. <strong>Gil Vicente (1465-1536)</strong></div><div>Gil Vicente foi dramaturgo português, considerado o “Pai do Teatro Português” sendo um dos principais dramaturgos humanistas. Destacou-se com sua produção literária associada ao teatro.</div><div>De sua obra, merece destaque <em>Auto da Visitação</em>, <em>O Velho da Horta</em>, <em>Auto da Barca do Inferno</em> e a <em>Farsa de Inês Pereira</em>.<br><br>Obras:<br><strong>Trecho da obra “Triunfo da Morte” de Francesco Petrarca</strong></div><blockquote>Aquela bela dama e gloriosa,<br><br>Que hoje é nu 'spírito e pouca terra,<br><br>E foi alta coluna e valorosa;<br><br>Tornava com grande honra de sua guerra,<br><br>Deixando já vencido o grande inimigo,<br><br>Que com seu doce fogo o mundo aterra.<br><br>Não com mais armas que respeito altivo,<br><br>Honestidade em rosto e pensamento,<br><br>Coração casto e de virtude amigo.<br><br>Grande espanto era ver tal vencimento,<br><br>As armas d'amor rotas e desfeitas,<br><br>E os vencidos dele em mor tormento.<br><br>A bela dama e as outras eleitas<br><br>Se vinham gloriando da vitória,<br><br>Em bela esquadra juntas e restreitas.<br><br>Poucas eram, que rara é vera glória,<br><br>Mas dinas, da primeira à derradeira,<br><br>De claríssimo poema e de história.<br><br>Traziam, por insígnia, na bandeira<br><br>Em campo verde um branco armelino<br><br>D'ouro fino, e topazes a coleira.<br><br>Não humano, certamente, mas divino.</blockquote><div><br><strong>Trecho da obra “Farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente</strong></div><blockquote>INÊS Renego deste lavrar<br><br>E do primeiro que o usou;<br><br>Ó diabo que o eu dou,<br><br>Que tão mau é d'aturar.<br><br>Oh Jesu! que enfadamento,<br><br>E que raiva, e que tormento,<br><br>Que cegueira, e que canseira!<br><br>Eu hei-de buscar maneira<br><br>D'algum outro aviamento.<br><br>Coitada, assi hei-de estar<br><br>Encerrada nesta casa<br><br>Como panela sem asa,<br><br>Que sempre está num lugar?<br><br>E assi hão-de ser logrados<br><br>Dous dias amargurados,<br><br>Que eu possa durar viva?<br><br>E assim hei-de estar cativa<br><br>Em poder de desfiados?<br><br>Antes o darei ao Diabo<br><br>Que lavrar mais nem pontada.<br><br>Já tenho a vida cansada<br><br>De fazer sempre dum cabo.<br><br>Todas folgam, e eu não,<br><br>Todas vêm e todas vão<br><br>Onde querem, senão eu.<br><br>Hui! e que pecado é o meu,<br><br>Ou que dor de coração?</blockquote><div><br><strong>Fontes:</strong><br><a href="https://www.todamateria.com.br/humanismo/">https://www.todamateria.com.br/humanismo/</a><br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/a-linguagem-do-humanismo/">https://www.todamateria.com.br/a-linguagem-do-humanismo/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 02:07:29 UTC</pubDate>
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         <title>CLASSICISMO</title>
         <author>ribeirosouzamaria0109</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirosouzamaria0109/o44sd3s339uoretu/wish/2274151553</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Classicismo </strong>corresponde a um movimento artístico cultural que ocorreu durante o período do Renascimento (a partir do século XV) na Europa.</div><div>O nome do movimento que marca o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna, faz referência aos modelos clássicos (greco-romano).<br><strong><br>Principais características:</strong></div><ul><li>Antiguidade clássica</li><li>Antropocentrismo</li><li>Humanismo</li><li>Universalismo</li><li>Racionalismo</li><li>Cientificismo</li><li>Paganismo</li><li>Objetividade</li><li>Equilíbrio</li><li>Harmonia</li><li>Rigor formal</li><li>Mitologia greco-romana</li><li>Ideal platônico e de beleza</li></ul><div><br><strong>Principais autores:</strong></div><ul><li>Dante Alighieri 1265-1321), com sua obra mais popular “<a href="https://www.todamateria.com.br/a-divina-comedia/">A Divina Comédia</a>” (1555);</li><li>Francesco Petrarca (1304-1374), pai do humanismo e inventor do soneto;</li></ul><div><br><strong>Principais obras:</strong></div><ul><li>Divina Comédia:&nbsp;</li></ul><div>O poema é narrado em primeira pessoa, onde Dante é o narrador e ainda, o personagem principal. Em muitas passagens Dante fala diretamente com o leitor.<br>Com grande maestria e uma linguagem alegórica, o autor descreve sua trajetória no inferno, no purgatório e no paraíso<br>A obra reúne 100 cantos com aproximadamente 140 versos cada um. Os versos foram escritos em tercetos de decassílabos, com o esquema de rimas alternadas e encadeadas</div><div><br></div><ul><li>Trecho do Inferno de Dante (Canto I):</li></ul><blockquote>No meio do caminho desta vida<br><br>me vi perdido numa selva escura,<br><br>solitário, sem sol e sem saída.<br><br>Ah, como armar no ar uma figura<br><br>desta selva selvagem, dura, forte,<br><br>que, só de eu a pensar, me desfigura?<br><br>É quase tão amargo como a morte;<br><br>mas para expor o bem que encontrei,<br><br>outros dados darei da minha sorte.<br><br>Não me recordo ao certo como entrei,<br><br>tomado de uma sonolência estranha,<br><br>quando a vera vereda abandonei.</blockquote><div><br></div><ul><li><strong>Frases de</strong> <strong>Francesco Petrarca:</strong></li></ul><blockquote>“<em>Cinco grandes inimigos da paz habitam dentro de nós: a avareza, a ambição, a inveja, a cólera e a vaidade. Se conseguíssemos desterrá-los, gozaríamos inevitavelmente da perpétua paz</em>.”</blockquote><div><br></div><blockquote>“<em>Inimiga da paz, fonte de inquietação, causa de brigas que destroem toda a tranquilidade, a mulher é o próprio diabo</em>.”</blockquote><div><br></div><blockquote>“<em>O valor tomará armas contra o furor. E que seja curto o combate! Pois a coragem antiga ainda não morreu No coração dos italianos</em>.”</blockquote><div><br><strong>Fonte:</strong><br><a href="https://www.todamateria.com.br/classicismo/">https://www.todamateria.com.br/classicismo/</a><br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/a-divina-comedia/">https://www.todamateria.com.br/a-divina-comedia/</a><br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/francesco-petrarca/">https://www.todamateria.com.br/francesco-petrarca/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://beduka.com/blog/wp-content/uploads/2019/06/Resumo-do-Classicismo.jpg" />
         <pubDate>2022-08-29 02:21:10 UTC</pubDate>
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         <title>LITERATURA DE INFORMAÇÃO</title>
         <author>ribeirosouzamaria0109</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirosouzamaria0109/o44sd3s339uoretu/wish/2274168983</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Literatura da Informação</strong>, também conhecida como <strong>literatura dos viajantes ou dos cronistas</strong>, se refere aos documentos, aos relatórios e às cartas que levantavam informações relevantes sobre a nova terra que estava sendo descoberta, o Brasil.</div><div>Todos esses textos eram totalmente <strong>descritivos</strong>, com um valor literário pequeno, e tinham o objetivo maior de informar as riquezas encontradas no novo território.&nbsp;</div><div><br><strong>Principais caraterísticas:</strong></div><ul><li>Caráter documental, sem valor literário;</li><li>Textos descritivos;</li><li>Uso exagerado de adjetivos;</li><li>Linguagem didática;</li><li>Linguagem subjetiva;</li><li>Caráter opinativo;</li><li>Registro histórico.</li></ul><div><br><strong>Principais Obras:</strong></div><ul><li><strong>Pero Vaz de Caminha:</strong> A Carta de Pero Vaz de Caminha.</li><li><strong>Manuel da Nóbrega:</strong> Diálogo Sobre a Conversão do Gentio; Caso de Consciência sobre a Liberdade dos Índios; Informação das Coisas da Terra e Necessidade que há para Bem Proceder Nela; Tratado Contra a Antropofagia.</li><li><strong>José de Anchieta:</strong> Os Feitos de Mem de Sá; Arte de Gramática da Língua mais usada na costa do Brasil; Poema à Virgem; A Cartilha dos Nativos (Gramática Tupi-Guarani); Carta da Companhia.</li><li><strong>Pero de Magalhães Gândavo:</strong> História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil; Tratado da Província do Brasil.</li><li><strong>Gabriel Soares de Sousa:</strong> Tratado Descritivo do Brasil.</li><li><strong>Hans Staden:</strong> Duas Viagens ao Brasil.</li></ul><div><br><strong>Fontes:<br></strong><a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/literatura-de-catequese">https://beduka.com/blog/materias/o-que-e-literatura-de-informacao/#obras-deixadas-pela-literatura-de-informa%C3%A7%C3%A3o</a><br><br><a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/literatura-da-informacao">https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/literatura-da-informacao</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 02:37:36 UTC</pubDate>
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         <title>LITERATURA DE CATEQUESE</title>
         <author>ribeirosouzamaria0109</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirosouzamaria0109/o44sd3s339uoretu/wish/2274188290</link>
         <description><![CDATA[<div>A Literatura de Catequese, também chamada de<strong> Literatura dos Jesuítas</strong>, representou uma categoria de textos elaborados durante o movimento literário quinhentista. Essa categoria literária de caráter religioso, foi considerada uma das primeiras manifestações literárias no Brasil, explorada sobretudo, pelos jesuítas.</div><div>A Literatura de Catequese está diretamente relacionado a chegada dos padres jesuítas ao Brasil, após o descobrimento da terra pelas navegações de Pedro Alvares Cabral.<br><br><strong>Principais características:</strong></div><ul><li>Literatura de caráter documental e religioso;</li><li>Crônicas históricas, de viagens, teatro pedagógico e poesia didática;</li><li>Linguagem simples;</li><li>Temas cotidianos e religiosos pautados na fundamentação religiosa cristã;</li><li>&nbsp;Obras produzidas pelos padres jesuítas. Eram obras como <strong>cartas</strong>, <strong>tratados descritivos</strong>, <strong>poemas</strong> e <strong>crônicas históricas</strong>.</li></ul><div><br><strong>Principais obras e autores:</strong></div><ul><li>José de Anchieta (1534-1597) - <strong>Poema à Virgem;</strong></li></ul><blockquote>“<em>Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas,<br>e em pesado dormir, tão fundo assim ressonas?<br>Não te move a aflição dessa mãe toda em pranto,<br>que a morte tão cruel do filho chora tanto?<br>O seio que de dor amargado esmorece,<br>ao ver, ali presente, as chagas que padece?<br>Onde a vista pousar, tudo o que é de Jesus,<br>ocorre ao teu olhar vertendo sangue a flux.<br>Olha como, prostrado ante a face do Pai,<br>todo o sangue em suor do corpo se lhe esvai.<br>Olha como a ladrão essas bárbaras hordas<br>pisam-no e lhe retêm o colo e mãos com cordas.<br>Olha, perante Anás, como duro soldado<br>o esbofeteia mau, com punho bem cerrado</em>.”</blockquote><div><br></div><ul><li>Manuel da Nóbrega (1517-1570) - <strong>“Diálogo Sobre a Conversão do Gentio”;</strong></li></ul><blockquote><em>Diz que quer ser cristão e não comer carne humana, nem ter mais de uma mulher e outras coisas: somente que há de ir à guerra e os que cativar vendê-los e servir-se deles, porque estes desta terra sempre tem guerra com outros e assim andam todos em discórdia. Comem-se uns aos outros, digo os contrários. É gente que nenhum conhecimento tem de Deus, nem ídolos, fazem tudo quanto lhe dizem.</em></blockquote><div><br><strong>Fontes:</strong><br><a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/literatura-de-catequese">https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/literatura-de-catequese</a><br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/literatura-de-catequese/">https://www.todamateria.com.br/literatura-de-catequese/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 02:56:53 UTC</pubDate>
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