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      <title>TEMAS DA MATEMÁTICA by anemolif André</title>
      <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe</link>
      <description>Filomena Fernandes André nº 45958 1º ano mestrado HGP</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-14 18:27:46 UTC</pubDate>
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         <title>Filomena André</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260274082</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu nome é Filomena André, sou natural de Vilar Seco uma pequena aldeia do concelho de Vimioso, e atualmente resido em Guimarães.</p><p><br/></p><p>Ao fim de um longo tempo "parada" no mundo académico. Resolvi voltar e terminar um sonho esquecido dentro de uma gaveta.</p><p>A Escolha desta fotografia não foi ao acaso. Ela é do período em que eu era apenas uma jovem que não sabia muito bem o que queria da vida. Altura em que os seus sonhos ficaram suspensos e nesta altura ela sequer sonhava que um dia iria retomar ou melhor dizendo recomeçar aquilo que em tenra idade ela deixara para trás.</p><p>Já fiz um pouco de tudo na vida, desde professora, Formadora, servente em café, trabalhos na Agricultura, Auxiliar de Geriatria...</p><p>Nestes últimos 2 anos Operadora de Caixa e neste momento trabalho num Centro de estudos...</p><p>Um sentimento de não pertença a esse lugar e trabalho por turnos e principalmente os horários trocados com a minha filha levou-me a querer "mudar" a minha condição profissional e a entrar nesta aventura... &nbsp;</p><p>Poderei nunca conseguir exercer, mas nunca terei o sentimento de culpa por não ter tentado.</p><p>Sou trabalhadora estudante o que me vai dificultar um pouco mais as tarefas, uma vez que estarei condicionada aos meus horários de trabalho.</p><p>O caminho não vai ser fácil, mas com empenho e dedicação tudo se consegue..</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 18:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>O meu percurso Académico</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260275327</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha primeira Formação Académica é em História , variante História da Arte na Faculdade de Letras na Universidade do Porto. sempre tive um especial gosto pela história , talvez por ter uma grande admiração pela minha professora de história no secundário. Embora ela me tenha alertado para a pouca empregabilidade nesta área, concorri na mesma. Conclui o curso, mas na fase final a um pequeno passo de concluir mudei para o Ramo Cientifico.&nbsp;</p><p>A partir daqui os meus sonhos ficaram suspensos.&nbsp;</p><p>Passados alguns anos entrei nesta aventura fiz o curso de Educação Básica e neste momento estou no 1º ano do Mestrado em História e Geografia de Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 18:35:41 UTC</pubDate>
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         <title>Meus hobbies</title>
         <author>anemolif</author>
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         <description><![CDATA[<p>Considero-me uma pessoa ativa, não gosto muito de tempos mortos.</p><p>Para além da difícil tarefa de ser mãe e pai ao mesmo tempo, procuro fazer coisas que me tragam um pouco de paz de espirito.</p><p>Sempre gostei de tarefas que envolvessem trabalhos manuais.&nbsp;</p><p>Quando terminei o secundário, não consegui entrar na universidade, surgiu a oportunidade de fazer uma formação que envolvia a aprendizagem da confeção de "Escrinhos" cestos que são feitos de palha e casca de silva, típico da minha aldeia, foi uma experiência muito enriquecedora. Depois entrei na universidade e deixei de me dedicar a essa atividade, por falta de tempo e também por ser muito trabalhoso.</p><p>Há alguns anos entrei na aventura de fazer parte de um grupo de teatro amador. a "Amartes" fiz duas apresentações, mas depois todas as atuações foram canceladas, as vidas ficaram suspensas,</p><p>Mas felizmente tudo voltou a normalidade e voltamos novamente a estar em palco.&nbsp;Agora com a minha vinda para Guimarães ficou tudo suspenso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 18:38:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260278573</link>
         <description><![CDATA[<p>No âmbito da Unidade curricular de temas da matemática, ministrada pelos Docentes: Everarldo Gomes Leandro e Fabiana Chagas de Andrade , foi-nos solicitada a realização de um portefólio reflexivo das aprendizagens realizadas em contexto sala de aula.</p><p><br/></p><p>Antes de mais é necessário saber <strong>o que é um Portefólio, </strong>segundo algumas experiencias anteriores e algumas pesquisas realizadas obtive esta definição:&nbsp; A palavra portfolio significa uma pasta ou arquivo onde se colocam ou arquivam os dados de uma determinada pesquisa, reflexão, no meu caso especifico recorri ao Padlet. Todos as pesquisas relacionadas com as temáticas abordadas, as minhas reflexões, todos os documentos produzidos,&nbsp; bem como materiais ou atividades extra curriculares&nbsp; que considere oportuno serão aqui colocadas. Resumindo, o portfolio é um nome que se dá a um conjunto de tarefas realizadas durante um período de tempo. </p><p>Criar um portefólio com que <strong>objetivos?<br></strong>O portfolio tem como objetivo de levar o aluno a ter uma autorreflexão sobre as aprendizagens realizadas durante uma determinada experiência, neste caso acadêmica.</p><p><br/></p><p>Por ouro lado também é necessário saber o porquê da sua realização ou melhor dizendo. <strong>Quais são&nbsp; as suas vantagens? </strong>&nbsp; A elaboração de um portfolio faz com que o aluno:&nbsp;</p><ol><li><p>Reflita&nbsp; sobre um determinado assunto;&nbsp;</p></li><li><p>Despertar nele o interesse  na busca de novas fontes de conhecimento;&nbsp;</p></li><li><p>Aprimorar as habilidades intelectuais; &nbsp;</p></li><li><p>É uma forma de expressar seu conhecimento e de fazer constantes revisões e busca de novos saberes;&nbsp;</p></li><li><p>O portfolio permite fazer, pensar sobre o que se fez e refazer, é um documento que está em constante mudança (sofre inúmeras alterações durante a sua realização.&nbsp;</p><p><br/></p></li></ol><p>Depois de várias leituras acerca do portefólio pude concluir que a elaboração de um portfolio tem diversas características importantes no aspeto de desenvolvimento de outras áreas de conhecimento, como por exemplo, criticar e argumentar sobre um tema que foi abordado em contexto sala&nbsp; de aula. Deve conter os aspetos mais relevantes, os melhores trabalhos, apresentações e atividades extracurriculares.</p><p>Também li que muitas pessoas estão a recorrer ao portefólio como meio de candidatura a ofertas de emprego, também existem Portefólios fotográficos. Em suma o Portefólio é um documento que pode ser realizado nas mais diversas formas(digital, impresso) e utilizado para os mais diversos fins (académico, profissional entre outros)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 18:42:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260294986</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 19:22:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260319865</link>
         <description><![CDATA[<p>As noções topográficas no ensino básico são fundamentais para o desenvolvimento do pensamento espacial das crianças, ajudando a compreender a organização do espaço a sua volta e a orientar-se em diferentes contextos. Estas noções incluem conceitos como posição, direção, localização, distância e relações espaciais (perto/longe, acima/abaixo, dentro/fora, direita/esquerda). No ensino básico, trabalhar esses conceitos contribui não apenas para a aprendizagem de geografia, mas também para o desenvolvimento cognitivo e a construção de habilidades práticas.</p><p><strong>Desenvolvimento das noções topográficas no ensino básico</strong></p><p><strong>Primeiros anos (1º e 2º ciclo):</strong></p><p>Nessa fase, as crianças aprendem noções básicas de posição e orientação a partir de atividades concretas e lúdicas, como jogos que envolvem mapas simples, localização de objetos no espaço da sala de aula e representações gráficas do ambiente próximo (como a escola ou o bairro).</p><p>As atividades práticas ajudam a desenvolver habilidades como a leitura de legendas, a interpretação de símbolos e a compreensão de escalas simples.</p><p><strong>Metodologias para o ensino de noções topográficas</strong></p><ul><li><p><strong>Aprendizagem ativa:</strong> Uso de jogos, dinâmicas ao ar livre e exploração direta do ambiente.</p></li><li><p><strong>Tecnologia educacional:</strong> Ferramentas digitais, como Google Earth, aplicações com mapas ou globos virtuais, podem tornar a aprendizagem mais interativa e envolvente.</p></li><li><p><strong>Interdisciplinaridade:</strong> Conexões com outras disciplinas, como matemática (geometria), história (mapas históricos) e ciências (representação de características naturais no espaço).</p></li></ul><p><strong>Alguma literatura que li para melhor compreender o tema:</strong></p><ol><li><p><strong>PIAGET, Jean. <em>A Formação do Símbolo na Criança</em> (1946):</strong> Embora mais teórico, Piaget aborda como as crianças desenvolvem habilidades de representação, incluindo noções espaciais fundamentais para a compreensão topográfica.</p></li><li><p><strong>Marques, José Silva &amp; Castro, Maria de Fátima. <em>Educação Geográfica: Aprender a Ler o Mundo</em> (2005):</strong> Uma obra específica para professores que trabalham com geografia e noções espaciais no ensino básico.</p></li><li><p><strong>Google Scholar</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://scholar.google.com">scholar .google .com)</a>. Uma ótima ferramenta para encontrar artigos sobre educação geográfica e desenvolvimento espacial.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 20:27:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3260931513</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A técnica de <strong>Escher</strong> , inspirada pelo trabalho do artista gráfico holandês <strong>Maurits Cornelis Escher (1898-1972)</strong> , é famoso por explorar padrões matemáticos, ilusões de ótica, e representações de realidades impossíveis. Escher não era matemático, mas tinha um interesse profundo pela geometria, que influenciou o seu estilo único.</p><p>Escher foi uma ponte entre arte e ciência. O seu trabalho científico foi desenvolvido para estudar as propriedades geométricas das tesselagens e figuras impossíveis. Escher é frequentemente usado para ensinar conceitos de simetria, transformação geométrica e padrões matemáticos. Escher é um mestre em desafiar os nossos sentidos e a lógica visual, transformando conceitos matemáticos em arte visualmente impressionante e intelectualmente desafiadora.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-15 21:54:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como você explicaria para uma criança o que é simetria?</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262230739</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi uma questão lançada no inicio da aula, que deu azos a uma "discussão", visto que surgiram diferentes opiniões  na turma.</p><p>Após esta atividade, decidi fazer com os alunos no centro de estudo uma pequena abordagem à simetria, mas sem recorrer a técnica de Escher . Para tal utilizamos guaches e uma folha de papel branca A4 e os resultados foram muito engraçados. uma vez que a maioria dos alunos é do 1º ano. à medida que lhes explicava a tarefa eles apenas pensavam em usar o pincel, mas eu ia dizendo que não seria necessário que apenas teriam que se preocupar em colocar algumas gotas de guache no lado direito da folha. quando terminaram, mandei tapar com o lado esquerdo da folha e passar a mão por cima para espalhar a tinta. e o resultado final foi esse.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 11:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina: vamos fazer nossas primeiras xilogravuras</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262247739</link>
         <description><![CDATA[<p>Materiais: bandeja de esferovite têmpera folha A4 caneta.</p><p>Foi proposto pelos professores a realização das nossas próprias Xilogravuras. foi necessário pensar muito bem que imagem escolher, pois a  xilogravura trabalha com contrastes entre luz e sombra (preto e branco, ou cores sólidas sem gradientes). Por isso, escolha recaiu numa imagem simples e com linhas bem definidas. procuramos não recorrer a Imagens muito assimétricas ou desequilibradas porque seriam difíceis de esculpir e imprimir com uniformidade. Um desenho mais equilibrado dá mais harmonia à xilogravura final e facilita o alinhamento da impressão. fizemos uma escolha cuidada das cores e contrastes. penso que o resultado final ficou bem.</p><p>Foi uma atividade muito interessante e que pode ser utilizada no futuro com os alunos.</p><p>até ao momento eu desconhecia, o mais parecido que conhecia era o decalque com o lápis a carvão ou de cor por cima de objetos ( moedas, vidros trabalhados, entre outros)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 11:18:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262247739</guid>
      </item>
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         <title>Investigação</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262254370</link>
         <description><![CDATA[<p> Em grupo (máximo 3 pessoas) para a próxima aula: perceber as ideias de reflexão, translação, rotação, reflexão com deslizamento em uma cidade a sua escolha (observar pavimentações, azulejos, frisos, rosáceas). Trazer para apresentar para turma.</p><p>Para a realização deste trabalho percorremos algumas ruas da cidade onde vivemos para tentar encontrar elementos onde pudéssemos verificar as ideias de reflexão, translação, rotação, reflexão com deslizamento. depois com a recolha das imagens foi elaborado um PowerPoint onde tentava explicar o movimento da imagem. confesso que tive alguma dificuldade em perceber. e  como não pude assistir à aula fiquei sem perceber se tinha entendido bem os conceitos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 11:25:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262254370</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262273434</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Perceção de Escala</strong></p><ul><li><p>O vídeo demonstra como o espaço pode ser interpretado em diferentes dimensões: do microscópico ao macroscópico.</p></li><li><p>Ajuda a refletir sobre a nossa posição no universo, mostrando como o espaço que nos rodeia é parte de um contexto maior (cosmos) e de um contexto menor (mundo microscópico).</p></li><li><p>Estimula a ideia de que o espaço é relativo e depende da escala em que o observamos.</p></li></ul><p> "Como eu percebo o espaço a minha volta? Será que valorizo mais o que está próximo ou distante?"</p><p><br/></p><p><strong>Relatividade do Espaço e do Tempo</strong></p><ul><li><p>O vídeo explora como cada escala tem sua própria dinâmica espacial e temporal, sugerindo que o espaço não é absoluto, mas muda dependendo da perspetiva.</p></li><li><p>Isso pode levar a reflexões sobre como interpretamos e ocupamos o espaço no nosso dia a dia.</p></li></ul><p><strong>Educação e Criatividade</strong></p><ul><li><p>O vídeo é uma ferramenta inspiradora para educadores e artistas, pois ilustra conceitos abstratos de forma visual e acessível.</p></li><li><p>Pode ser usado para pensar como representar o espaço em diferentes áreas, como ciência, arte ou design.</p><p><strong>Aplicação Prática</strong></p><ul><li><p><strong>Na Ciência</strong>: Refletir sobre escalas no contexto de biologia (células), física (partículas) ou astronomia (galáxias).</p></li><li><p><strong>Na Arte</strong>: Usar a ideia de escalas para criar obras que desafiem ou expandam a perceção de espaço.</p></li><li><p><strong>No Cotidiano</strong>: Considerar como a perceção do espaço muda dependendo da proximidade (ex.: uma cidade vista do solo versus do alto de um prédio).</p><p>O vídeo procura mostra-nos  que o espaço não é fixo nem limitado; é um conceito dinâmico que depende de como o observamos e interagimos com ele. Ele leva-nos a pensar sobre o espaço como algo vasto e interconectado, que vai além do que podemos ver ou tocar.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=i7whR2zEuxQ" />
         <pubDate>2024-12-16 11:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>A Etnomatemática dos povos  indígenas: a

geometria das cestarias</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262301894</link>
         <description><![CDATA[<p>A etnomatemática dos povos indígenas é uma abordagem que valoriza os conhecimentos matemáticos presentes nas práticas culturais de diferentes comunidades. No caso das cestarias indígenas, a geometria é uma das expressões mais visíveis desse conhecimento, revelando um profundo entendimento matemático transmitido por gerações.</p><p>As cestarias indígenas são verdadeiras obras de arte e ciência, demonstrando conceitos geométricos aplicados de maneira prática e intuitiva.. Essa reflexão explora a relação entre a matemática e a cultura, destacando a importância da matemática como uma linguagem universal para compreender o mundo. Os padrões geométricos usados nas cestarias mostram a compreensão intuitiva de tecelagens (preenchimento do espaço sem deixar lacunas). A organização dos desenhos é baseada em formas geométricas simples, como triângulos, quadrados, losangos e hexágonos. As cestarias frequentemente utilizam conceitos como <strong>translações</strong>, <strong>rotações</strong> e <strong>reflexões</strong> para criar padrões elaborados. Essas transformações são realizadas sem o uso de ferramentas modernas, o que demonstra a habilidade visual e manual desses povos. </p><p>A confeção de cestas exige o domínio de proporções para que o objeto final seja funcional e visualmente harmônico.</p><p>Os povos indígenas usam medidas relativas, calculadas a partir de referências do próprio corpo (como palmas ou dedos), mostrando a matemática integrada ao cotidiano.</p><p><br/></p><p><strong>A Importância de Reconhecer a Matemática Indígena</strong></p><p>Refletir sobre a etnomatemática nas cestarias indígenas  leva-nos a algumas conclusões importantes:</p><ol><li><p><strong>Resgate e Valorização Cultural</strong>:</p><ul><li><p>A matemática presente na cestaria indígena é um patrimônio cultural que deve ser reconhecido e valorizado.</p></li><li><p>Ela demonstra que a matemática não pertence a uma única tradição, mas é um conhecimento compartilhado entre culturas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Interdisciplinaridade</strong>:</p><ul><li><p>O estudo das cestarias conecta matemática, arte, história e ecologia, promovendo uma visão integrada do aprendizagem.</p></li></ul></li><li><p><strong>Ampliação da Perspetiva Matemática</strong>:</p><ul><li><p>Incorporar a geometria das cestarias indígenas no ensino de matemática amplia a compreensão sobre a aplicação prática e cultural da matemática.</p></li><li><p>Também mostra que os conceitos matemáticos vão além da sala de aula e têm raízes profundas em diferentes tradições culturais.</p></li></ul><p>As <strong>cestarias indígenas</strong> são muito mais do que objetos utilitários ou artísticos; elas representam um saber matemático profundo, embasado na geometria e na experiência prática. A matemática, enquanto linguagem universal, conecta os padrões da natureza às habilidades humanas, criando um legado cultural que atravessa gerações. Reconhecer a geometria das cestarias como uma forma de etnomatemática é uma maneira de valorizar os povos indígenas e suas contribuições para o conhecimento humano, enquanto destacamos a matemática como uma ponte entre culturas e um instrumento essencial para entender o mundo.</p><p><br/></p><p><br/></p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 12:15:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3262331243</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Ao ler sobre este tema fez-me refletir sobre a técnica usada na confeção do "escrinho" típico da minha aldeia e ele também utiliza estes conceitos matemáticos na sua elaboração, mas nunca tinha pensado nesse lado da questão </p></li></ol><p><strong>O "ESCRINHO" Um Cesto de Palha de Centeio e Casca de Silva: Uma Tradição Viva</strong></p><p>O cesto feito de <strong>palha de centeio</strong> e <strong>casca de silva</strong> é muito mais do que um objeto utilitário; ele carrega consigo um profundo significado cultural e histórico. Criado a partir de materiais simples e naturais, este cesto reflete a sabedoria ancestral, o respeito pela natureza e a habilidade artesanal dos povos que o produzem.</p><p><strong>Materiais Naturais e Sustentabilidade</strong></p><p>A escolha da <strong>palha de centeio</strong> e da <strong>casca de silva</strong> não é por acaso. A palha de centeio, resistente e flexível, oferece a base estruturada e duradoura do cesto, enquanto a casca de silva, retirada com cuidado das ramagens, adiciona firmeza e versatilidade na amarração. Esses materiais são encontrados em abundância nas paisagens rurais, onde o ciclo da agricultura está profundamente ligado ao cotidiano das pessoas.</p><p>Utilizar a palha de centeio e a casca de silva não é apenas uma prática funcional, mas também um exemplo de sustentabilidade, já que se aproveitam sobras da colheita e recursos vegetais renováveis, preservando o equilíbrio ambiental.</p><p><strong>Técnica e Geometria</strong></p><p>A confeção do cesto exige habilidade e paciência, transmitidas de geração em geração. A técnica envolve entrelaçar a palha em padrões geométricos circulares, enquanto a casca de silva é utilizada para fixar as junções com firmeza. O processo combina criatividade e conhecimento matemático intuitivo.</p><p>A forma do cesto, muitas vezes circular ou oval, reflete a harmonia encontrada na natureza. Cada curva e cada entrelaçamento conta uma história de adaptação às necessidades do trabalho no campo, seja para transportar grãos, guardar frutas ou proteger alimentos.</p><p><strong>Significado Cultural</strong></p><p>O cesto não é apenas um instrumento do dia a dia; ele simboliza a conexão entre o ser humano e o ambiente. Ele representa a sobrevivência, o esforço coletivo e a criatividade de comunidades que aprenderam a tirar o melhor da terra. hoje em dia, esses cestos são elementos decorativos ou peças utilizadas em cerimônias, carregando significados que vão além do funcional.</p><p><br></p><p>O cesto de palha de centeio e casca de silva é muito mais do que um objeto simples. Ele é um testemunho da engenhosidade humana e da relação sustentável com o meio ambiente. Ao valorizar sua confecção, não estamos apenas protegendo um artefato; estamos celebrando uma cultura, um modo de vida e um legado que continua a nos ensinar sobre resiliência, criatividade e equilíbrio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 12:43:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 18:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>mapa conceptual</title>
         <author>anemolif</author>
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         <pubDate>2024-12-17 09:16:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
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         <pubDate>2024-12-17 22:20:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
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         <pubDate>2024-12-17 22:24:39 UTC</pubDate>
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         <title>Números Racionais</title>
         <author>anemolif</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>números racionais</strong> são todos os números que podem ser representados na forma de fração, ou seja, pela divisão de dois números inteiros, em que o denominador é diferente de zero. O conjunto dos números racionais é representado pela letra <strong>Q</strong> e inclui:</p><ul><li><p><strong>Números inteiros</strong> (ex: -2, 0, 5)</p></li><li><p><strong>Números fracionários</strong> (ex: 1/2, 3/4, -7/8)</p></li><li><p><strong>Dízimas periódicas</strong> (ex: 0,333… ou 1,272727...)</p></li><li><p><strong>Números decimais exatos</strong> (ex: 0,5 ou 2,75).</p></li></ul><p>Os números racionais são fundamentais no estudo da matemática, pois permitem representar partes não inteiras, realizar medições precisas e resolver problemas do cotidiano, como proporções, taxas e probabilidades. Eles são amplamente utilizados em diversas áreas do conhecimento e na vida prática.</p><p>por vezes tora-se difícil explicar às crianças, ou mesmo tornar-se um pouco confuso para elas. mas existem formas<strong> </strong>divertidas e interativas de trabalhar os números racionais em sala de aula, estimulando a participação dos alunos e tornando a aprendizagem mais dinâmica, recorrendo a exemplos práticos do dia a dia. como por exemplo: explicar através de fatias de bolo ou pizza, levar uma laranja ou maçã e ir cortando ao mesmo tempo que se vai explicando. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 22:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3265513844</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>pensamento computacional</strong> é uma abordagem que envolve a resolução de problemas, o desenvolvimento de soluções e a compreensão de sistemas complexos de forma estruturada e lógica, utilizando conceitos da ciência da computação. No ensino, ele desempenha um papel crucial ao desenvolver habilidades de raciocínio crítico e criatividade, preparando os alunos para os desafios do século XXI.</p><p><strong>Importância no Ensino</strong></p><ul><li><p><strong>Desenvolver habilidades de resolução de problemas</strong> : Ajuda os alunos a abordar questões de forma lógica e sistemática.</p></li><li><p><strong>Promover criatividade e inovação</strong> : Os alunos aprendem a criar soluções e explorar ideias novas.</p></li><li><p><strong>Interdisciplinaridade</strong> : Pode ser aplicada em matemática, ciências, linguagens e até artes, conectando diferentes áreas do conhecimento.</p></li><li><p><strong>Preparação para o futuro</strong> : Capacita os estudantes para carreiras tecnológicas e para o uso crítico da tecnologia.</p><p>No âmbito do tema <strong>Números e Operações</strong> , no ano letivo passado, realizamos o projeto <strong>"A Horta da Turma"</strong> no Scratch, com o objetivo de explorar os conceitos de <strong>área</strong> e <strong>perímetro</strong> de forma prática e interativa. Através da programação, os alunos realizaram uma horta digital onde puderam desenhar parcelas de terreno, calcular a área para o plantio e o perímetro das bordas para cercar a horta. Durante o processo, aplicamos fórmulas matemáticas e resolvemos desafios como ajustar o tamanho das parcelas e comparar diferentes medidas. Este projeto proporcionou uma aprendizagem divertida e significativa, unindo a matemática ao pensamento computacional, e ajudando os alunos a compreender como os conceitos de área e perímetro estão presentes no dia a dia. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://scratch.mit.edu/projects/946190634">https://scratch.mit.edu/projects/946190634</a></p><p>foi algo trabalhoso pois não conhecíamos muito bem a ferramenta, tivemos alguma ajuda. o que mais me impressionou, foi ver a quantidade de comandos que é necessário fazer para colocar as personagens em movimento, a falar e sobretudo para ter diversas hipóteses , no que diz respeito à construção da cerca.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 23:27:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como imagino o meu desempenho Profissional   🤔🤔🤔</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3265516601</link>
         <description><![CDATA[<div>Num futuro próximo, quando estiver numa sala de aula perante uma turma, gostaria de fazer a diferença, ou melhor dizendo tornar as aulas mais apelativas. No meu caso que pretendo seguir História e Geografia de Portugal. Um tema um pouco mais "maçudo". Onde tem que se fazer uma grande ginástica para cativar a atenção dos alunos. Quiçá nesta altura as tecnologias tenham avançado de tal forma, que a cada vez que sinta a necessidade, possa apenas com um movimento das mãos, abrir hologramas que nos remetam para um determinado período da história, transportando assim os alunos para uma vivência quase que real dos acontecimentos históricos. Ou até, transporta-los em tempo real, para uma determinada região, país...No que diz respeito à geografia. Talvez desta forma os conteúdos mais teóricos se tornassem mais apelativos. <br>Claro que o ensino não se pode desprender da sua forma inicial, que é a transmissão de saberes e conteúdos pelo professor, mas se isso poder estar aliado às tecnologias tanto melhor.<br>Uma vez que tenho uma criança no segundo ciclo resolvi questiona-la nesse sentido. <strong>Como gostarias que fossem as tuas aulas?<br></strong>A resposta foi que em vez de os conteúdos serem dados assim de forma tão chata que pudéssemos aprender através de jogos. Sente a necessidade da realização dos trabalhos em grupo Uma vez que a situação pandémica que estamos a atravessar, condicionou a realização dos mesmos. Um ensino mais voltado para as experiencias em laboratório (calculo que se refere às Ciências). Refere ainda a utilização de consolas. Porque segundo ela, Há muitas crianças que querem ser programadores de jogos e isso seria de extrema importância. Gostava que tivessem mais contato com as&nbsp;<br>TIC´s. que houvesse a criação de clubes de programação. Podiam ter um espaço ligado à robótica, criação de robots que se movimentam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 23:33:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3265527978</link>
         <description><![CDATA[<p>Considero de extrema importância que a matemática esteja devidamente valorizada no plano de estudos do mestrado, pois é uma disciplina fundamental para o desenvolvimento do pensamento lógico e crítico.</p><p>A matemática está presente em praticamente todos os aspetos do nosso dia a dia, desde as tarefas mais simples, como gerenciar o orçamento familiar, até as mais complexas, como a solução de problemas na ciência e na tecnologia. No caso das crianças, desde cedo elas começaram a construir noções matemáticas através de jogos, brincadeiras e experiências práticas que estimulam habilidades cognitivas essenciais, como a resolução de problemas e o raciocínio abstrato.</p><p>Nas salas de aula, muitas são as situações em que o ensino da matemática pode ser abordado de maneira prática e contextualizada, tornando o aprendizado mais interessante e relevante. Através de estratégias pedagógicas criativas, é possível promover a autonomia dos alunos e fomentar o desenvolvimento de competências que serão fundamentais na sua vida acadêmica e profissional.</p><p>Vivemos num mundo em constante transformação, e o domínio da matemática é cada vez mais essencial para acompanhar as exigências do mercado de trabalho e da sociedade em geral. Por isso, torna-se necessário investir em uma formação contínua e atualizada nessa área, não apenas para preparar os alunos, mas também para que os próprios educadores se sintam mais confiantes e capacitados para lidar com novos desafios.</p><p>Para mim, foi muito gratificante participar de atividades inovadoras do ensino da matemática. Sinto que essa unidade curricular foi extremamente útil, embora eu lamentavelmente não tenha tido mais tempo para explorar profundamente todos os tópicos. No entanto, considero que os conhecimentos adquiridos foram uma base sólida para que eu continue a desenvolver através da autoformação e de novas oportunidades de aprendizagem.</p><p>Agora, sinto-me mais preparada para enfrentar desafios futuros e contribuir, tanto no ambiente educacional quanto na minha vida pessoal. A matemática deixou de ser uma área distante para se tornar uma ferramenta indispensável, inclusive para ajudar minha filha no seu percurso escolar.</p><p>Só tenho a gratidão pelos conhecimentos transmitidos, que me deram a confiança necessária para me reconectar com essa área tão essencial e para me preparar para as inovações que o mundo moderno exige.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 23:53:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>resolução de alguns problemas</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3266880410</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 23:14:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>reflexão sobre a simetria: elementos da cultura africana</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3268119317</link>
         <description><![CDATA[<p>A geometria sona praticada pelos povos Cokwe de Angola, onde a simetria emerge em narrativas culturais através de desenhos na areia. Estes padrões geométricos, produzidos com uma linha única e contínua , não representam apenas um desafio matemático, mas também um instrumento de transmissão cultural e educacional .</p><p>Paulus Gerdes, referência central neste contexto, propõe a "africanização" dos conceitos matemáticos, ou seja, a incorporação de saberes africanos como parte integrante da educação matemática formal. Ao investigar a relação entre filas, colunas e linhas fechadas , os desenhos sona estimulam o julgamento lógico , a investigação e a avaliação estética, ao mesmo tempo que fomentam o respeito pela criatividade cultural africana .</p><p> O estudo da geometria sona permite questionar o universalismo matemático e abrir espaço para metodologias pedagógicas que registem a matemática como uma prática culturalmente situada, valorizando saberes locais e ampliando a compreensão de simetria no ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 18:15:44 UTC</pubDate>
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         <title>reflexão Simetria: elementos da cultura indígena </title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3268122655</link>
         <description><![CDATA[<p>No contexto indígena brasileiro, a simetria é explorada através da geometria das cestarias , uma prática artesanal que combina conhecimento matemático e saberes tradicionais . O processo de construção das cestas, com padrões geométricos regulares, reflete um domínio profundo da medida, repetição e proporcionalidade , frequentemente baseado em sistemas não convencionais, como a contagem "de três em três".</p><p> Um matemático indígena transcende a mera técnica, envolvendo uma educação sensorial e oral , transmitida entre gerações. Além disso, a etnomatemática surge como um conceito central, propondo uma análise que valoriza o conhecimento indígena na sua totalidade, evitando a fragmentação imposta por paradigmas eurocêntricos.</p><p>Esta abordagem sublinha a importância de uma epistemologia inclusiva , que regulariza a produção matemática de povos marginalizados e a incorporação ao currículo escolar. Esta prática não apenas democratiza o conhecimento, mas também fomenta o respeito à diversidade cultural e à sustentabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 18:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>reflexão Simetria: elementos da cultura portuguesa</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3268125649</link>
         <description><![CDATA[<p>A cultura portuguesa centra-se na relação entre simetria e expressões artísticas como os azulejos, frisos e rosáceas . A simetria é demonstrada a partir das transformações geométricas (reflexão, rotação, tradução e reflexão com penetração), com referência à obra de Escher e ao legado artístico do património português .</p><p>O exemplo do Santuário Bom Jesus do Monte , em Braga, ilustra como a simetria é utilizada para criar um senso de ordem e harmonia , referindo-se à relação entre a matemática e a estética. Esta manifestação revela que a simetria, enquanto conceito abstrato, adquire forma e significado através da cultura e da arte .</p><p>torna-se importante explorar a matemática como uma disciplina interdisciplinar , ligando-a à história, à arte e ao património cultural.  Facilitando a compreensão de conceitos matemáticos, mas também promove o pensamento crítico e a valorização do legado cultural português.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 18:24:07 UTC</pubDate>
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         <title>tarefa</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3268140100</link>
         <description><![CDATA[<p>Houve uma tentativa da realização da tarefa, mas sem sucesso. Não consegui perceber muito bem a orientação das linhas, mas considero uma técnica muito interessante para ensinar a simetria aos alunos. O que mais me impressionou foi , o ser uma técnica tão antiga, mas ao mesmo tempo permanecer tão atual. e certamente irei explorar com mais calma, pois fiquei fascinada com a técnica. Ficam ai os meus experimentos registados. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 18:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a utilização do pensamento computacional no ensino</title>
         <author>anemolif</author>
         <link>https://padlet.com/anemolif/o43r6yofmlvmzabe/wish/3268148597</link>
         <description><![CDATA[<p>O pensamento computacional tem emergido como uma abordagem essencial no ensino, promovendo habilidades fundamentais para o desenvolvimento dos alunos num mundo cada vez mais tecnológico. Ele vai além da programação, integrando competências como a lógica, a resolução de problemas complexos, a abstração e a criação de algoritmos. No ambiente escolar, essas competências  traduzem-se em práticas que ajudam os alunos a resolver problemas de uma forma mais estruturada e criativa, aplicando conceitos computacionais a diversas áreas do conhecimento.</p><p> Além disso, a abstração, uma das bases do pensamento computacional, incentiva os estudantes a identificar padrões e focar-se nos aspetos essenciais de um problema. Este processo não apenas aprimora o raciocínio lógico, mas também estimula a criatividade ao propor soluções inovadoras.</p><p>No ensino, o pensamento computacional possibilita o uso de ferramentas digitais para modelagem e simulação, permitindo que os alunos explorem e compreendam as reais de uma forma prática. Além disso, promove a interdisciplinaridade, juntando matemática, ciências, artes e outras áreas, e oferece aos alunos uma preparação inovadora para o mercado de trabalho, que está cada vez mais voltado para competências tecnológicas e digitais.</p><p>Apesar dos benefícios, os desafios permanecem. A implementação do pensamento computacional requer formação adequada para os professores, a disponibilidade de recursos tecnológicos e uma adaptação curricular que integre essas práticas de forma eficaz. No entanto, ao superar essas barreiras, o ensino pode se tornar mais dinâmico, interativo e ligado às necessidades do século XXI, dando capacidades aos alunos não apenas para resolver problemas, mas também para pensar de maneira crítica e criativa em diferentes contextos.</p><p>A integração do pensamento computacional no ensino, portanto, não é apenas uma resposta às exigências tecnológicas atuais, mas também uma oportunidade para enriquecer a educação e formar cidadãos mais preparados para os desafios do futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 18:57:47 UTC</pubDate>
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