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      <title>Portfólio - EDC304 -ARTE E EDUCAÇÃO by Alessandro Zanardi</title>
      <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5</link>
      <description>Painel criado para portfolio do componente EDC304-ARTE-EDUCAÇÃO. Integrantes: Adriele Oliveira, Alessandro Zanardi, Joselita e Natali Gomes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-23 11:48:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Can&#39;t Help Myself&quot;(Não consigo me ajudar)</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Can't Help Myself"(2016) de Sun Yuan e Peng Yu é um robô programado para limpar incessantemente o líquido que escapa de seu próprio corpo. Uma atividade mecânica, repetitiva e sem fim.</p><p>O robô teve sua estreia em um museu em 2016 e suas atividades encerradas em 2019, o braço do robô parou de funcionar lentamente, devido ao vazamento constante do liquido que ele precisava limpar.</p><p>Para DUARTE JR, apud KUJAWSKI (2001), na industrialização, o trabalho foi transformado em uma atividade anônima e mecânica. O trabalho foi retirado de um âmbito de significado nas ações realizadas, algo a ser comprimido de forma indiferente por homem ou robô. </p><p>Nesta arte, podemos refletir que assim como o trabalhador moderno, o robô não cria, apenas executa.</p><p>Dentro de um sistema que não o auxilia de fato, e não há condições ou assistências para o se obter prazer na atividade laboral, sem perspectivas de mudança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>COMER - 🍔🍌 MC Favela x Feirinha do IAPI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 16:34:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COMER... 🍔</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>''O que se está apontando aqui é o fato de nossa alimentação vir se tornando um ato desprovido do verdadeiro prazer sensível, vir deixando de ser reconhecida como uma exaltação dos sentidos, a maioria dos quais se mostram envolvidos na ação de comer.'' </p><p><strong>A  CRISE DE NOSSOS SENTIDOS (ANESTESIA)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 17:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Crise de Nossos Sentidos (Anestesia)</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
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         <description><![CDATA[<p>Industrialização  / Capitalismo / Modernidade</p><p><br/></p><p><strong>TRABALHAR</strong></p><p>Esvaziamento dos sentidos humanos.</p><p>Repressões no plano sensível e relacional.</p><p>Controlar todos os domínios da vida.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 10:46:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Há uma perda da profundidade emocional e pessoal, substituída por técnicas de adaptação e comportamento.                            Profissionais da saúde mental, imersos na lógica industrial, muitas vezes tratam o sofrimento como inadequação ao sistema.</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3425792846</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 10:47:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAMINHAR - S O B R E V I V E N D O</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3426705746</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>"Poucos de nós, portanto, caminham sistematicamente nos espaços urbanos que nos cabem quando não movidos por um propósito utilitarista. E mesmo assim, muito desse caminhar se pauta por regras não sensíveis, mas tão-só imediatistas ou pragmáticas, como perder peso ou melhorar o metabolismo, de acordo com recomendações médicas. Não raro se cruza com tais pessoas em sua “faina” diária, cujo comportamento ao caminhar evidencia estarem realizando o passeio primordialmente por obrigação: olhar dirigido para o chão ou fixo num ponto infinito, ignorando árvores, flores e pássaros que inundam os arredores de sensibilidade e beleza."  (DUARTE JR, apud KUJAWSKI, 2001)</em></strong></p><p><br/></p><p>É triste pensar que atos básicos como o caminhar e perceber o que está ao nosso redor tornou-se cada vez menos comum devido a sociedade imediatista que vem sendo crescente, principalmente após a pandemia. Na aula que ocorreu no dia 22/04, uma colega chamada Karina, relatou em como a um tempo ela não via a luz do sol, devido aos horários de entrada e saída de um trabalho para o outro. Essas relações estão instriscicamente relacionadas ao trabalho e em como o sistema nos condiciona a essa exploração. Desta forma, deixo uma recomendação de música do cantor e compositor Edson Gomes que me faz lembrar dessa realidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 17:50:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRABALHO - Sou camelô, sou do mercado informal...</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3426731208</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>"Mecanicamente, seguimos a nos desincumbir das tarefas cotidianas à espera de um dia podermos realizar o que de fato desejamos, dia esse traduzido pela palavra aposentadoria. O que nos diz, aliás, deste que talvez constitua o mote de nossa sociedade industrial: realize com afinco, hoje, a sua tarefa ingrata, a fim de que no amanhã (num longínquo amanhã) você possa fazer aquilo pedido por sua vontade, quando de sua aposentadoria." (DUARTE JR, apud KUJAWSKI, 2001)</em></strong></p><p><br></p><p>As concepções modernas de trabalho nos fazem viver para trabalhar, proporcionando cada vez mais jornadas exaustivas em busca do descanso assegurado pela lei. E nos casos dos trabalhos informais, o sistema diante de suas desigualdades sociais nos condiciona a trabalhar até morrer sem perspectiva de gozar do descanso, tendo em vista que se você não trabalha, é possível que não tenha o que comer no dia seguinte. Diante disso, é de grande valia avaliarmos o tipo de trabalho que tem sido apoiado e incentivado por nós mesmos na perspectiva política, onde a nossa população e até mesmo os nossos parentes já estão inseridos, como atual escala exploradora 6x1. Edson Gomes, cantor e compositor, ativista em suas letras sobre a realidade do proletário descreve bem sobre isso na canção "Camelô".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 18:31:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tiktok e a cultura musical de viralizar</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3435478942</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>"Perde, por sua vez, a arte autêntica, a arte como expressão do especificamente humano, da natureza criadora do homem; e perde na medida em que o gôzo ou consumo de massas fecha as portas de uma apropriação verdadeiramente estética e, portanto, humana." (VÁZQUEZ, 1978, p.286) </em></strong></p><p><br/></p><p>As redes sociais tem cada vez mais ocupado espaço em nosso dia a dia, principalmente o TIKTOK que é uma plataforma voltada a exposição de vídeos de curta duração com diversos tipos de conteúdos. Como mundialmente o uso dessa plataforma cresceu rapidamente, muitos artistas tem ganhado visibilidade a partir de suas músicas que são usadas nos vídeos que acabam virando "trend" (popular), desta forma, a indústria musical passou a se reinventar e atender o que é consumido dessa plataforma e seguir o que a massa mundialmente está consumindo. Desta forma, alguns artistas têm lançado músicas com pouca duração, refrões e batidas mais repetitivas, e coreografias mais fáceis que atendam esse público. O TIKTOK Não deixa de ser uma plataforma de grande influência que pode auxiliar em vários aspectos sociais, no entanto, no meio musical a necessidade de atender a esse público e ganhar dinheiro em cima disso, passou a despertar a criação voltada a uma arte de massa, crua e sem autenticidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 14:37:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>The Shapes Project (O Projeto Formas)</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3435526063</link>
         <description><![CDATA[<p>A produção artística, no que se refere ao no meio cinematográfico vem seguindo num processo de produção padronizada, onde as produções trazem apenas um entretenimento sem criticidade, seguindo uma formula saturada, apenas para a movimentação monetária no mercado cinematográfico. Grandes estúdios com acabam dominando este cenário, como por exemplo no processo de disponibilidade de salas de cinema para exibição dos seus longas-metragens. </p><p>Numa rede de cinemas que possui 10 salas, é muito comum identificar que os filmes de estúdio ocupam várias das salas e horários de sessão, enquanto filmes ‘menos populares’ tendem a ter apenas uma sala e algum horário fora do horário comercial. Estes que tentam fugir desta margem dos estúdios que monopolizam são chamados de ‘cinema independente’ e não recebem atenção, pois não há divulgação deste material. Neste aspecto, a produção de longas-metragens acaba se tornando um processo de industrialização, onde todos longas possuem os mesmos aspectos, muitas vezes alterando apenas a sua embalagem.</p><p><br></p><p><strong>“Cabe uma terceira possibilidade: uma produção artística rica e diversificada para um público ao mesmo tempo rico e diversificado. Ora, do ponto de vista da produtividade em sentido capitalista, nenhuma destas possibilidades é aceitável.” (VÁZQUEZ, 1978, p. 289)</strong></p><p><br></p><p>A arte do Allan McCollum, realizada em 2006 expressa a respeito desta repetição, na expressão artística “The Shapes Project” os quadros possuem formatos semelhantes, trazendo o questionamento a respeito da individualidade destes projetos na estrutura do capitalismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 15:54:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3445339219</link>
         <description><![CDATA[<p>"<strong><em>Vemos, pois que, nas condições da sociedade capitalista, os interesses econômicos e ideológicos da classe dominante se acham vinculados a um consumo ou gôzo estético em massa, que só pode ser, em geral, o consumo de uma arte banal, ao passo que a verdadeira arte — à qual não tem acesso grandes núcleos humanos massificados — tende a se converter numa arte privilegiada." </em></strong></p><p><br></p><p>A obra cinematográfica "They Alive (1988)" retrata a história de "John Nada", um trabalhador que descobre um par de óculos especiais. Ao colocá-los, ele vê o mundo como realmente é: mensagens subliminares escondidas por trás de propagandas e seres alienígenas disfarçados de humanos, que controlam a sociedade através da mídia, do consumismo e da obediência cega. </p><p>Uma das cenas mais simbólicas de They Live ocorre quando John Nada coloca os óculos pela primeira vez e anda pelas ruas de Los Angeles. Através deles, ele percebe que todos os outdoors e propagandas contêm mensagens ocultas como:</p><p><br></p><p><strong>"OBEY" (OBEDEÇA)</strong></p><p><br></p><p><strong>"CONSUME" (CONSUMA)</strong></p><p><br></p><p><strong>"STAY ASLEEP" (FIQUE DORMINDO)</strong></p><p><br></p><p><strong>"NO INDEPENDENT THOUGHT" (NENHUM PENSAMENTO INDEPENDENTE)</strong></p><p><br></p><p>Os óculos representam a consciência crítica. Ao colocá-los, nada vê além da ilusão fabricada pela cultura de massas, que esconde a desigualdade e o controle social por trás de um mundo colorido e “feliz”. O que não é diferente com a arte, tendo em vista que, a arte com fundamento sentimental e crítica é reservada as classes dominantes, enquanto para as classes trabalhadoras é reservado uma arte vazia que impulsiona o consumismo. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-11 23:24:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Campbell’s Soup Cans (Latas de sopa Campbell&#39;s)</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3448856281</link>
         <description><![CDATA[<p>A expressão artística (pintura) demonstra um padrão sequenciado, que pode ser entendido como uma critica a produção em massa, que faz parte do padrão de produção industrial no processo do capitalismo.</p><p>Sendo assim, essa arte mais produzida e consumida, não deve ser confundido com uma arte verdadeiramente popular.</p><p><br></p><p><strong>“Ora, do mesmo modo que não se deve confundir a arte popular com a arte mais consumida, mais "popular", isto é, a arte de massas, tampouco é legítimo estabelecer um sinal de igualdade entre ela e uma arte de costumes, regionalista ou provinciana; isto é, com uma arte populista.” (VÁSQUEZ, 1978, p. 302)</strong></p><p><br></p><p>Este processo se faz presente atualmente na produção de artes, ironizando a padronização da produção que é feita para o consumo de massas, onde o objeto artístico é padronizado, segue uma formula que busca agradar aqueles que o devem consumir, sem criticidade, sem questões politicas em seu entorno. Portanto, imersa no sentido mercadológico e de alienação, sendo a arte de massas um produto do capitalismo e da comercialização da arte, esta desgarrada do real proposito artístico, onde a arte acaba não sendo qualitativa e sim quantitativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 16:25:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filmes blockbusters: são as produções de Hollywood com grandes orçamentos e apelo universal, como franquias de super-heróis ou animações voltadas para o público global.</title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3450490811</link>
         <description><![CDATA[<p>A Cultura de Massa, também chamada de "cultura pop", é um dos efeitos do processo que ficará conhecido como Indústria Cultural. Em linhas gerais, diz respeito a um conjunto de ideias, comportamentos e outros elementos de produção cultural e artística postos a serviço do consumismo e, portanto, do capitalismo. Por se voltar à “massa”, seu objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 12:29:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A arte de minorias frequentemente representa e promove a voz de grupos sociais marginalizados, como indígenas, negros, mulheres e LGBTQIA+</title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3450506463</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 12:40:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A arte verdadeiramente particular é aquela que reflete de forma autêntica e subjetiva a experiência do artista, transcendendo a simples representação da realidade e expressando a sua visão única do mundo. </title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3450524334</link>
         <description><![CDATA[<p>Flor produzida na Sala de Atendimento Educacional Especializado do Colégio Estadual Góes Calmon com recursos simples (cola quente, EVA, palito de churrasco). A finalidade dessa produção artística pela profissional da Sala de Recursos Multifuncionais e pelo aluno foi presentear a mãe do aluno, no Dia das Mães, que é acompanhado pelo AEE. </p><p><br></p><p>Fonte: a autora </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 12:53:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A arte popular, quando integrada ao contexto pedagógico, oferece uma abordagem rica e significativa para o ensino, conectando saberes tradicionais à prática educativa. A confecção de um triângulo 3D utilizando palitos de picolé é uma atividade que exemplifica essa integração, promovendo o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas e culturais dos alunos.</title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3450566455</link>
         <description><![CDATA[<p>Incorporar elementos da arte popular na educação permite valorizar as expressões culturais locais e regionais, promovendo a identidade cultural e o senso de pertencimento dos estudantes. Atividades manuais, como a construção de formas geométricas com materiais simples, facilitam a compreensão de conceitos abstratos e estimulam a criatividade.</p><p><br></p><p>A utilização de materiais simples e acessíveis, como palitos de picolé, está alinhada à abordagem da cultura maker na educação, que enfatiza o "aprender fazendo" e valoriza a experimentação e a criatividade. Essa metodologia promove o desenvolvimento de competências como resolução de problemas, colaboração e pensamento crítico.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 13:21:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.3 - A Arte Verdadeiramente Popular</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 18:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>ARTES: DE MINORIAS X  DE MASSAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3453038683</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 20:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Operários</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3453049673</link>
         <description><![CDATA[<p>No projeto capitalista, ocorre a produção de artes voltadas para massa, como um 'entretenimento barato', apenas visando o lucro para o capital. Neste processo, a arte verdadeira acaba sendo afastada cada vez mais do cotidiano da classe trabalhadora, que através deste processo de alienação, acaba não percebendo o processo de segregação que esta ocorrendo.</p><p><br></p><p><strong>“Na sociedade capitalista, há milhões de homens com os quais um verdadeiro artista não pode dialogar. Para milhões de homens, romperam-se as pontes que deveriam colocá-los em relação com a arte.” (VÁZQUEZ, 1978, p. 294)</strong></p><p><br></p><p>A obra da Tarsila acaba destacando a diversidade presente na classe trabalhadora, que no entanto, acabam entrando num processo de perda de identidade, onde vivem apenas para o trabalho. Se faz necessário romper este processo alienante, e permitir a classe trabalhadora que usufrua da arte crítica.</p><p><br></p><p><strong>“nem arte minoritária nem arte de massas, mas arte para todos” (VÁZQUEZ, 1978, p. 299)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 20:34:12 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE DE MASSAS E ARTE POPULAR </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3466251696</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>2"Fazer arte para o povo é fazer arte universal. é mergulhar na substância humana particular — nacional e popular — para dela sair carregado de universalidade. Quem consegue estabelecer êste diálogo particular, consegue também êste  diálogo perdurável que tão-somente as grandes criações de tôdas as épocas conseguem instaurar." (VÁSQUEZ, 1978, p. 309) </em></strong></p><p><br></p><p>A arte popular é fundamental por valorizar as raízes culturais, a criatividade coletiva e os saberes tradicionais das comunidades, funcionando como expressão viva da identidade e resistência dos povos. Em contraste, a arte de massas, produzida em larga escala e voltada principalmente para o consumo, muitas vezes homogeneíza gostos e apaga a diversidade cultural, priorizando o lucro em vez da autenticidade, a partir das lógica mercadológica. Enquanto a arte popular aproxima as pessoas de suas origens e da coletividade, a arte de massas tende a distanciá-las de suas realidades culturais mais profundas. </p><p>Um grande exemplo de uma propagação de arte de massas, é a obra cinematográfica "Velozes e Furiosos" onde, a mesma possuí uma longa sequência de dez filmes, que na época, foi aproveitado até mesmo a morte do ator principal para promover mais uma sequência. De fato, é uma lógica mercadológica que busca promover uma manipulação social afim de sentir necessidade de consumí-la, é a arte de massas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 16:20:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MORAR</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3466259871</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>“Agora, no entanto, além de a maioria de nós ser incapaz de erigir sua própria morada, enfrentamos uma crise severa com respeito às nossas modernas cabanas, cuja denominação varia desde os sofisticados duplex, loft e mansão até os paupérrimos barracos, choupanas e conjuntos habitacionais. E essa crise que acomete a nossa necessidade vital de  moradia dá-se atualmente tanto no modo quantitativo como no qualitativo, ou seja, em termos de quantidade e de qualidade.” (DUARTE JR, apud KUJAWSKI, 2001)</em></strong></p><p><br/></p><p>A reflexão de Duarte Jr. (2001) evidencia como a crise da moradia atinge de forma profunda e desigual as populações brasileiras, principalmente aqueles que vivem em favelas. A escassez e a precariedade das habitações não são apenas uma questão de infraestrutura, mas também um reflexo das injustiças sociais e do racismo ambiental. Nas periferias urbanas, onde predominam moradores pretos e pobres, a "moderna cabana", frequentemente se traduz em moradias frágeis, insalubres e vulneráveis a desastres naturais. </p><p>Cândido Portinari, retrata essas condições atravéz de sua obra de arte denominada "Favela", a mesma foi lançada em 1957 e é atemporal, tendo em vista, que ainda demonstra a nossa realidade atual vivida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 16:36:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONVERSAR - Nighthawks (Falcões noturnos)</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3467813279</link>
         <description><![CDATA[<p>Na obra Nighthawks do Edward Hopper (1942), apesar dos personagens estarem compartilhando o mesmo ambiente, eles não parecem interagir entre si. Na pintura há um grande espaço vazio entre alguns dos personagens pintados. </p><p>Na sociedade contemporânea, não é incomum que pessoas destaquem um possível sentimento de solidão, onde o falar e escutar é cada vez mais raro, fora do sentido de ‘utilidade’ para esta ação. Isto é: No ambiente de trabalho eu só escuto meu colega, se for referente a uma atividade do trabalho. Isto gera pessoas solitárias, mesmo que estejam cercadas por outras pessoas, a ausência do dialogo faz com que se gerem relações sintéticas, onde não há esse momento de escuta, toda interação é sistematizada.</p><p><br></p><p><strong>“Prática essa que, no entanto, parece cada vez mais ausente da vida cotidiana dos habitantes de nossa modernidade tardia, os quais, sem tempo a perder com essas “irrelevâncias”, economizam a palavra para empregá-la preferencialmente naquelas situações “de negócio” ou estabelecidas institucionalmente, ou seja, naqueles momentos efetivamente lucrativos e utilitários.” (DUARTE JR, 2001)</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 17:33:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3467813279</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Show de Truman - O Show da Vida
</title>
         <author>alessandrozsq15</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3467830190</link>
         <description><![CDATA[<p>No contexto do capitalismo e sua produção de artes para as massas, há uma produção que movimenta uma grande verba constantemente, utilizando a espetacularização da vida cotidiana; são os reality shows.</p><p>Neste filme, protagonizado pelo ator Jim Carrey, interpretando o Truman, ele vive sua vida inteira dentro de um reality show transmitido 24 horas por dia, sem saber que é observado por milhões de espectadores. Truman é tratado como uma mercadoria pelos produtores do reality, tendo suas relações cotidianas roteirizadas e vendidas para o público ‘coisificado’ como entretenimento barato.</p><p>Mesmo tratando-se de um filme do gênero de comédia/ficção cientifica, em certos momentos é possível trazermos algumas reflexões sociais. </p><p>Como por exemplo, alguns dos telespectadores do programa, deixarem de viver suas próprias vidas para acompanhar a vida do personagem principal. Trata-se de uma metáfora a indústria de entretenimento atual, onde tudo pode torna-se lucrativo, até mesmo a manipulação de uma vida para audiência e lucro.</p><p><br></p><p><strong>“A arte de massas é a arte que interessa sobretudo ao capitalista; em princípio, ninguém pode estar mais interessado do que êle num gôzo ou consumo de massas. E isto por duas razões essenciais: uma econômica e outra ideológica.” (VÁZQUEZ, 1978, p.288)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 17:59:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A arte analisada, sob a lógica capitalista, do autor Adolfo Sánchez Vázquez no texto o “O Capitalismo e a Arte de Massas”, que deixa de ser uma expressão autêntica do humano para se tornar uma mercadoria massificada - A &#39;&#39;MIDIOTIZAÇÃO&#39;&#39; DA FAMÍLIA!</title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3469517022</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>É preciso repensar na forma como os meios de comunicação são usados para difundir produtos culturais de baixa qualidade estética, com o objetivo de gerar lucro e manter a alienação das massas. A arte verdadeira, que exige reflexão e sensibilidade, é substituída por uma “pseudo-arte” que reforça a condição do homem como objeto. Muito disso acontece com o excesso das tecnologias, quando, a necessidade de informação vem da fantasia de que essa informação é sinônimo de poder! Em alguns âmbitos, como na política, essa premissa é verdadeira, mas no cotidiano, ter muita informação, especialmente a superficial, não empodera ninguém, apenas leva facilmente ao estresse por sobrecarga mental. Definitivamente não precisamos saber tudo da vida de todos, antes o importante é saber menos e com maior qualidade da vida daqueles a quem realmente amamos.</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 16:25:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arte de massas e o isolamento da arte verdadeira: o público absorvido por telas, enquanto a criação artística busca conexão. </title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3469527563</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto <strong>“O Dilema: Arte de Minorias ou Arte de Massas”</strong>, o filósofo <strong>Adolfo Sánchez Vázquez</strong> discute a separação crescente entre a arte autêntica e a cultura de massas na sociedade capitalista. Ele critica a ideia de que a arte de qualidade deve ser exclusiva para poucos (minorias cultas), mostrando que essa divisão é fruto da alienação social e das condições impostas pelo capitalismo. Vázquez defende uma arte <strong>verdadeiramente popular</strong>, acessível a todos os que desejam se apropriar humanamente da experiência estética, sem se render à banalização comercial nem ao elitismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 16:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literatura de cordel ganha espaço fixo no Mercado de Arte Popular - Feira de Santana - BA</title>
         <author>nataligomesufba</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrozsq15/o3spvagc2kav5w5/wish/3469545689</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Literatura de Cordel</strong>, com sua estética própria, linguagem regional e crítica social, é um exemplo autêntico de <strong>arte verdadeiramente popular brasileira</strong>. Ela surge do povo e fala diretamente sobre suas alegrias, dores, conflitos e sabedoria cotidiana — exatamente como propõe Sánchez Vázquez em sua visão de arte engajada e popular. </p><p><br/></p><p>“São cordéis raríssimos, que não vendo e não troco por nada”.&nbsp;Nessa coleção ele reúne histórias de autores reconhecidos na literatura, como a obra “A Donzela Teodora”, de Leandro Gomes de Barros, primeiro escritor brasileiro de cordel. “Ele é considerado o patrono do cordel”, destaca Julivaldo Alves.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 16:54:56 UTC</pubDate>
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