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      <title>Filosofia 11º. Ano by Rita Couto</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-01 14:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>Formalização de Proposições</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310064339</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.1 Noção de Proposição<br>Uma proposição pode definir-se como aquilo que é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade</strong>. Só as frases declarativas, por poderem ser verdadeiras ou falsas, expressam proposições. Premissas e conclusão expressam proposições.<br>Exemplo:</div><ul><li>A poesia é uma arte;</li><li>A poesia não é uma arte;</li><li>Alguma poesia é ma arte.</li></ul><div><br><br></div><div><strong>1.2 Noção de Termo <br></strong>O <strong>termo</strong> é a expressão verbal de um conceito.O conceito é a ideia, o pensamento que refere objetos ou algo.<br>Existem termos que expressam mais do que um conceito (termos ambíguos - ex: "canto") e podem gerar equívocos na comunicação.<br><br>    </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 14:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>  Validade e Verdade</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310069190</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A validade é uma propriedade dos argumentos.</strong> A validade deriva da <strong>forma</strong> do argumento. Um argumento diz-se válido quando a sua estrutura lógica se apresenta de tal modo que não infringe qualquer regra lógica.<br>A lógica formal dedica-se aos critérios de validade das inferências, não ao conteúdo dos argumentos.<br><strong>A verdade é uma propriedade das proposições.</strong> As proposições são verdadeiras se dizem aquilo que é.<br>Se eu disser " A capital de Portugal é Hong Kong" digo uma falsidade;<br>Se disser " A capital de Portugal é Lisboa" a proposição é verdadeira.<br><br>Argumento:<br>Todas as crianças são curiosas;<br>Alice é uma criança;<br>Logo, Alice é curiosa.<br><br>O argumento é dedutivamente <strong>válido</strong>, uma vez que a conclusão é uma consequência necessária das premissas.<br>Um <strong>argumento dedutivamente válido</strong> é aquele em que, se as premissas forem verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa. <strong>Nos argumentos dedutivos, a conclusão é uma consequência necessária das premissas.<br></strong><br>Um argumento válido <strong>pode conter</strong>:</div><ul><li>Premissas e conclusão falsas;</li><li>Premissas falsas e conclusão verdadeira.</li></ul><div> <br>Um argumento válido<strong> apenas não admite</strong>:</div><ul><li>Premissas verdadeiras e conclusão falsa.</li></ul><div><br>Os argumentos dedutivos são válidos ou inválidos apenas em virtude da sua forma lógica, não do seu conteúdo. Para avaliarmos um argumento dedutivo, basta termos em conta a sua estrutura com certas regras.<br><br>Quadrado Lógico:<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 15:31:27 UTC</pubDate>
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         <title>Solidez dos Argumentos </title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310069898</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um argumento sólido é um argumento válido e com premissas verdadeiras.<br></strong><br>Exemplo:<br>Todos os homens são mortais;Sócrates é um homem;<br>Logo Sócrates é mortal.</div><div><br>A estrutura do argumento é válida e todas as premissas são verdadeiras todos os argumentos sólidos são válidos, mas nem todos os argumentos válidos são sólidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 15:39:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Validade Dedutiva e Validade Indutiva</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310071233</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto que nos <strong>argumentos dedutivos válidos</strong> há uma relação de necessidade que torna impossível aceitar as premissas e recusar a conclusão, nos argumentos indutivos válidos (fortes ou bons) não é impossível as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa.<br>Num <strong>argumento indutivo forte</strong>, ou <strong>bom</strong>, dada a verdade das premissas, é pouco provável que a conclusão seja falsa.<br>Os argumentos indutivos são objeto de estudo da lógica informal, que se dedica a processos não dedutivos de inferência. <strong>Na lógica informal, a validade de um argumento é determinada não apenas pela forma, mas também pelo conteúdo.  <br><br>Autoavaliação 1<br>1-<br>A-</strong>F <strong>                              F-</strong>V<strong><br>B-</strong>F<strong>                               G-</strong>V<strong><br>C-V                               H-</strong>F<strong><br>D</strong>-V   <strong>                            I-</strong>V<strong><br>E-</strong>V<br><br><strong>2- <br>A)</strong> dos argumentos<br><strong>B)</strong> das proposições<br><strong>C)</strong> dedutivamente válido<br><strong>D)</strong> conteúdo dos argumentos<br><br><strong>3-</strong> B, pois as premissas são verdadeiras.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 15:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e Lógica Formal</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310072268</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Lógica Aristotélica <br>2.1 Formas de inferência válida<br>     1- Noções básicas de Lógica Aristotélica<br></strong><br>Segundo Aristóteles, a<strong> lógica é a disciplina que investiga o modo como raciocinamos corretamente.<br></strong> A Lógica Aristotélica liga com um tipo especial de argumento dedutivo- o Silogismo.<br>O silogismo é um argumento com apenas duas premissas e uma conclusão. Por ser um argumento dedutivo o silogismo válido é aquela em que, se as premissas forem verdadeiras a conclusão não pode ser falsa<br><br>              <strong> A) A estrutura do Silogismo Categórico<br></strong>Os silogismos categóricos são constituídos por<strong> proposições declarativas categóricas: </strong>proposições do tipo S é P e S~é P.  S  é o <strong>sujeito</strong>; P o <strong>predicado</strong>.<br>A relação ente S e P estabelece-se através da cópulas, em afirma (é) ou nega (não é) a atribuição de um predicado a um sujeito.<br><br>As proposições podem assumir 4 tipos diferentes segundo a sua <strong>quantidade e qualidade:</strong></div><ul><li><strong>Tipo A</strong>-<strong> </strong>Proposição Universal Afirmativa: "<strong>Todo</strong> S é P"</li><li><strong>Tipo E</strong>- Proposição Universal Negativa: "<strong>Nenhum</strong> S é P"</li><li><strong>Tipo I</strong>- Proposição Particular Afirmativa: "<strong>Algum</strong> S é P"</li><li><strong>Tipo O</strong>- Proposição Particular Negativa: "<strong>Algum</strong> S não é P"</li></ul><div><br>             <strong>B) Extenção e Compreensão de um Termo<br>A compreensão é a propriedade de objetos referida por um termo.<br><br></strong>Exemplo:<br>A compreensão do termo "réptil" é a propriedade ou o conjunto de propriedades que definem os répteis: "Animal vertebrado, tetrápode e ectotérmico, etc", ou seja, as características comuns a todos os répteis.<br><br><strong>A extensão é a totalidade dos objetos que possuem uma certa propriedade. <br><br></strong>Assim, a extensão do termo "réptil" é todos os objetos (seres) que possuem a propriedade de ser réptil; tais como "lagarto", "crocodilo", "serpente", etc..<br><br><br><strong>              C) Distribuição dos Termos nas Proposições<br></strong>Um termo diz-se <strong>distribuído</strong> numa proposição se e somente se, <strong>é tomado em toda a sua extenção.</strong><br>A quantidade está correlacionada com a distribuição do sujeito de uma proposição, enquanto a qualidade está correlacionada com a distribuição do predicado.<br><br> <strong>Tipos de Proposições</strong>       <strong>Distribuição do Sujeito</strong>      <strong>Distribuição do Predicado</strong><br>         <strong>Tipo A</strong>                                       Distribuído                       Não distribuído<br>         <strong>Tipo E</strong>                                       Distribuído                          Distribuído<br>         <strong>Tipo I</strong>                                     Não distribuído                   Não distribuído<br>         <strong>Tipo O</strong>                                    Não distribuído                    Distribuído<br><br><br><strong>              D) O Quadrado da Oposição ou Quadrado Lógico<br></strong>Segundo a Lógica Aristotélica, a partir de uma proposição com determinado valor de verdade podemos inferir o valor de verdade de pelo menos uma proposição de outro tipo, <strong>desde que as proposições tenham o mesmo sujeito e o mesmo predicado.<br><br><br>              E) Relações lógicas entre proposições<br></strong>O quadrado da oposição é uma diagrama que nos permite visualizar as relaçoes lógicas entre os valores de verdade dos quatro tipos de proposições com o mesmo sujeito e predicado.</div><ul><li><strong>Contraditoriedade- </strong>relação entre as proposições A-O e E-I. Proposições contraditórias: se uma é verdadeira a outra é falsa; se uma é falsa a outra é verdadeira;</li><li><strong>Contrariedade-</strong> relação entre as proposições A-E. Proposições contrárias: não podem ser ambas verdadeiras, mas podem ser ambas falsas;</li><li><strong>Subcontrariedade-</strong> relação entre as proposições I-O. Proposições subcontrárias: podem ser ambas verdadeiras, mas não podem ser ambas falsas;</li><li><strong>Subalternidade-</strong> relação entre as proposições A-I  e E-O. Proposições subalternas: se a universal é verdadeira, a particular é verdadeira. Se a universal é falsa, a particular é verdadeira ou falsa. Se a particular é verdadeira, a universal pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é falsa, a universal é falsa.</li></ul><div><strong><br>FALTA O FOTO DO QUADRO LÓGICO<br><br><br>      2- Teoria do Silogismo</strong><br>         <strong>      A) Forma Normal Silogística <br></strong>Um silogismo é um argumento dedutivo no qual, de duas proposições relacionadas entre si chamadas premissas, se infere uma terceira proposição, chamada conclusão.<br>Um silogismo é composto por:<br>                         <strong> a) </strong>Três termos:</div><ul><li>O T<strong>ermo Médio (M ou TM)</strong>, que aparece nas premissas e não na conclusão e que é responsável por estabelecer o nexo lógico do silogismo;</li><li>O <strong>Termo Menor ( S, T&lt; ou t)</strong>, que ocupa o lugar sujeito na conclusão;</li><li><strong>O Termo Maior (P, T&gt; ou T)</strong>, que ocupa o lugar do predicado na conclusão;</li></ul><div>                           b) Três  Proposições</div><ul><li><strong>Premissa Maior: </strong>premissa em que ocorre o Termo Maior;</li><li><strong>Premissa Menor:</strong> premissa em que ocorre o Termo Menor;</li><li><strong>Conclusão:</strong> proposição inferida a partir das premissas. O Termo Menor é sempre sujeito na conclusão e o Termo Maior é sempre predicado na conclusão. </li></ul><div>                 <strong> B) As Figuras do Silogismo</strong></div><div>Chama-se figuras do silogismo às quatro estruturas que um silogismo pode assumir. A figura do silogismo é determinada pela posição ocupada pelo Termo Médio (M).<br><strong>As quatro figuras válidas:<br>1ªfigura</strong><br>M-P<br>S-M</div><div>∴S-P<br><br><strong>2ªfigura </strong><br>P-M<br>S-M<br>∴S-P <br><br><strong>3ª figura</strong><br>M-P<br>M-S<br>∴S-P <br><br><strong>4ªfigura</strong><br>P-M<br>M-S<br>∴S-P <br><br><strong>Autoavaliação 2</strong></div><div><strong>1-</strong><br><strong>A-</strong> F                        <strong>F</strong>- F<br><strong>B-</strong> V                       <strong>G-</strong>  F<br><strong>C-</strong> V                      <strong> H-</strong> V<br><strong>D-</strong> F                        <strong>I-</strong> V<br><strong>E-</strong> V<br><br><strong>2- </strong><br><strong>1- </strong>B<br><strong>2-</strong> C<br><strong>3-</strong> A<br><strong>4-</strong> D<br><br>      <strong>3- Regras de Validade Silogística<br></strong>Nem todo o silogismo satisfaz todas as regras de validade silogística.<br>Um silogismo que satisfaz todas as regras é um silogismo válido. <br>As regras do silogismo podem ser agrupadas em <strong>regras dos termos e regras das proposições:<br></strong><br>                <strong>A) Regras dos Termos   </strong>     <br>                       <br>                         <strong>  1-</strong> O silogismo deve ter exatamente três termos e estes devem ser usados sempre no mesmo sentido em todas as ocorrências;<br><br>                          <strong>2-</strong> O Termo Médio ocorre apenas nas premissas e não na conclusão;<br><br>                          <strong>3-</strong> O Termo Médio deve estar distribuído pelo menos numa das premissas;<br>                        <br>                         <strong>4-</strong> Nenhum termo pode estar distribuído na conclusão sem que esteja distribuído na premissa de que faz parte (ou: nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que na premissa em que ocorre).<strong><br><br><br>                 B) Regras das Proposições<br><br>                         1- </strong>De duas premissas negativas nada se pode concluir;<br><br>                         <strong>2-</strong> De duas premissas particulares nada se pode concluir;<br>                        <strong><br>                        3-</strong> De duas premissas afirmativas não se pode derivar uma conclusão negativa;<br><br>                        <strong>4- </strong>A conclusão segue sempre a parte mais fraca    </div><ul><li>Se uma das premissas for particular a conclusão é particular;                           </li><li> Se uma das premissas for negativa a conclusão é negativa;</li></ul><div><br>                <strong> C) Modos Válidos do Silogismo</strong><br><br>Cada figura válida do silogismo admite apenas alguns tipos de proposições.<br>Chama-se<strong> modo do silogismo</strong> à combinação de proposições (A, E, I, O) numa dada figura.<br>    <br>                                                 Modos do Silogismo</div><div>Primeira Figura  AAA   EAE   AII   EIO<br>Segunda Figura EAE   AEE   EIO   AOO<br>Terceira Figura  AAI   EAO   IAI   AII   OAO   EIO <br>Quarta Figura    AAI   AEE   IAI   EAO   EIO<br><br><br>Autoavaliação 3<br>  <strong>1</strong>- C<br>  <strong>2-</strong> A, E, F, H<br>  <strong>3- </strong>A, D, G, H<strong><br><br><br><br>2.2 Principais Falácias<br>     1- Definição de Falácias<br>As </strong>falácias são argumentos inválidos constituídos de tal modo que têm a aparência de ser válidos. As falácias formais são argumentos inválidos em virtude de não respeitarem a estrutura válida dos argumentos<br><strong><br>    2- Principais Falácias Formais</strong><br><br><strong>Falácia dos 4 termos -&gt;</strong> argumento que infringe a regra que diz que um silogismo categórico válido só pode ter três termos; nem mais nem menos.<strong><br><br>Falácia do Termo Médio não Distribuído -&gt; </strong>Silogismo em que o Termo Médio não se encontra distribuído em nenhuma das premissas de que faz parte.<br><strong><br>Falácia do Processo Ilícito do Termo Maior ou Falácia da Ilícita Maior -&gt;</strong> Silogismo em que o Termo Maior se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa onde ocorre.<br><br><strong>Falácia do Processo Ilícito do Termo Menor ou Falácia da Ilícita Menor -&gt; </strong>Silogismo em que o Termo Menor se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa onde ocorre.<br><br><strong>Falácia das Premissas Exclusivas -&gt; </strong>Silogismo inválido pelo facto de apresentar duas premissas negativas<br><strong><br>Falácia da Concusão Afirmativa a partir de uma Premissa Negativa -&gt; </strong>Silogismo no qual se infere uma conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa.<br><strong><br>Falácia da Conclusão Negativa a partir de uma premissa Afirmativa -&gt; </strong>Silogismo em que se extrai uma conclusão negativa a partir de premissas afirmativas.<br><br><strong>Autoavaliação 4</strong><br><strong>1- </strong>C<br><strong>2- </strong>D<br><strong>3- </strong>A<br><strong>4- </strong>F<br><strong>5- </strong>E<br><strong>6- </strong>G<br><strong>7- </strong>B<br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 16:05:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/310072268</guid>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/313206899</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1- Lógica Proposicional<br></strong>A lógica formal estuda a validade dos argumentos. A validade garante a verdade da conclusão de um argumento dedutivo com premissas verdadeiras. Um argumento é composto por proposições, uma ou mais premissas e uma conclusão.<br><br><strong>2- Proposições</strong><br>Uma proposição é o <strong>conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade.</strong> Uma proposição tem apenas um de dois valores de verdade: é verdadeira ou falsa. Por este motivo, <strong>a lógica proposicional é uma lógica bivalente.<br><br>3- Operadores de Formação de Frases<br></strong>Os operadores de formação de frases são palavras ou sequência de palavras tais como "não", "e", "ou", "se... então", "se e só se", que servem para ligar uma ou mais frases, gerando novas frases.<br>Dizemos que são operadores verofuncionais quando geram proposições compostas, proposições estas cujo valor de verdade é determinado pelo das proposições simples que as compõem.<br>Há proposições simples e proposições compostas. Uma proposição simples não pode decompor-se; uma proposição composta resulta da ligação de proposições simples. Há proposições compostas de vários tipos, conforme os operadores usados para as gerar.<br><br><strong>4- Linguagem Proposicional<br>            A) Letras Proposicionais</strong><br>São letras maiúsculas do meio do alfabeto "P", "Q" "R", que representam as proposições simples. Chama-se <strong>interpretação ou dicionário</strong> à indicação do código usado para representar as proposições simples<br><br></div><div>             <strong>B) Conectivas Lógicas- ou Operadores Lógicos Verofuncionais de Formação de Frases</strong><br>Os símbolos ~(negação),  ∧(conjunção), ∨(disjunção), ⇒(condicional) e ⇔(bicondicional) servem para representar cada uma das cinco conectivas lógicas.</div><div><br>             <strong>C) Parenteses </strong><br>Indicam o âmbito do operador, isto é a proposição ou proposições que o operador afeta. No cálculo lógico têm um uso semelhante ao da Matemática.<br><br>             <strong>D) Variáveis de Fórmula</strong><br>Letras maiúsculas do início do alfabeto "A", "B", "C", que servem para indicar o lugar que pode ser ocupado por qualquer proposição, simples ou complexa.<br><br><strong>5- Formalização de Proposições</strong><br>Formalizar uma proposição é expressá-la numa linguagem lógica.<br>Em lógica proposicional, as proposições simples são designadas por "P", "Q", "R"... e as conectivas lógicas verofuncionais pelos símbolos lógicos já referidos.<br> Para formalizar uma proposição, temos de adotar os seguintes procedimentos:</div><ul><li>Apresentar o "dicionário" ou "interpretação";</li><li>Identificar a conectiva ou conectivas usadas e identificar os âmbitos respetivos;</li><li>Escrever a fórmula.</li></ul><div><br><strong>6- Definição das Funções de Verdade<br></strong>A determinação do valor de verdade de uma proposição complexa obedece a um conjunto de regras específicas para cada uma das conectivas. Dizemos que cada uma delas é uma função de verdade, isto é define um modo de determinar esse valor, exibido numa tabela de verdade.<br>Tabela de Verdade é o dispositivo gráfico que contém todas as possibilidades de combinação dos valores de verdade das proposições de uma proposição composta.<br>As cinco tabelas de verdade a seguir apresentadas mostram cinco proposições compostas; negação, conjunção, disjunção, condicional, e bicondicional:<br><br><strong>Negação            Conjunção             Disjunção            Condicional         Bicondicional </strong><br>P | ~P                   P   Q | P∧Q              P  Q | P∨Q            P  Q | P⇒ Q             P  Q | P⇔Q<br>V |   F                    V   V |    V                 V  V |   V              V   V |    V                 V  V |    V<br>F |    V                   V   F |    F                  V  F |   V               V  F |     F                 V  F |    F<strong><br>                          </strong>    F   V |    F                  F  V |   V               F  V |     V                F  V |    V<br>                              F    F |    F                  F  F |   F               F   F |     F                F  F |    V<br><br><br>A partir destas tabelas podemos resumir as regras para concluir o valor de verdade  de qualquer proposição composta:</div><ul><li><strong>Regra da Negação:</strong></li></ul><div>A proposição ~P é falsa quando P é verdadeira e verdadeira quando P é falsa.<br><br></div><ul><li><strong>Regra da Conjunção:</strong></li></ul><div>Uma conjunção P∧Q é verdadeira somente se as proposições componentes forem verdadeiras.<br><br></div><ul><li><strong>Regra da Disjunção:</strong></li></ul><div>Uma disjunção P∨Q   só é falsa se as proposições componentes forem ambas falsas.<br><br></div><ul><li><strong>Regra da Condicional:</strong></li></ul><div>Uma condicional P⇒ Q, só é falsa se a antecedente for verdadeira e a consequente for falsa.<br><br></div><ul><li><strong>Regra da Bicondicional</strong></li></ul><div>P⇔Q é verdadeira se as proposições componentes forem ambas verdadeiras ou ambas falsas é falsa nos restantes casos.<br><br>Todas estas proposições compostas exceto a obtida pelo operador condicional são comutativas, ou seja P∧Q,  P∨Q e  P⇔Q têm o mesmo valor de verdade de Q∧P, Q∨P  e  Q⇔P, respetivamente.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 23:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Revisões ( Abordagem introdutória à Filosofia e ao filosofar)</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
         <link>https://padlet.com/ritamedeiroscouto1941/o3mgwax2vgyg/wish/313591078</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumos, Exercícios <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 19:40:14 UTC</pubDate>
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         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <title></title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <title></title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <title></title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <pubDate>2018-12-11 20:25:57 UTC</pubDate>
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         <title>...Continuação</title>
         <author>ritamedeiroscouto1941</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>7- Âmbito das Conectivas</strong><br>Uma fórmula composta pode conter várias conectivas. O âmbito de cada uma delas é a parte da fórmula a que a conectiva se aplica.<br>Chamamos conectiva principal de uma fórmula a  uma conectiva que tem maior âmbito, ou seja afeta a totalidade da fórmula.<br>Nas fórmulas com mais do que uma conectiva antes de efetuar o cálculo é preciso identificar o âmbito das conectivas.<br>A colocação de parenteses em lugares diferentes da fórmula modifica-a:</div><ul><li>(P⇒Q) ∧ P é uma fórmula diferente de  P⇒(Q ∧ P ).</li></ul><div>No primeiro caso a conectiva principal é a conjunção e no segundo é a condicional.<br><br><strong>8- Valor de Verdade de proposições compostas: Tautologias, Contradições e Contingências<br>          A) Valor de Verdade de  (P∧Q) ⇒P</strong><br>O cálculo do valor de verdade de uma proposição composta faz-se numa tabela de verdade. A tabela de verdade tem um cabeçalho, duas colunas, e o número de linhas necessário para ter em conta todas as possibilidades de combinação dps valores de verdade das proposições componentes.<br>Para desenhara tabela relativa à proposição (P∧Q) ⇒P, desenhamos o cabeçalho, duas colunas e mais quatro linhas, pois a fórmula (P∧Q) ⇒P tem duas proposições simples P e Q.<br>                    <strong> Cabeçalho:</strong><br>             <strong> 1)</strong> À esquerda , escrevemos todas as proposições simples que compõem a fórmula;<br>             <strong> 2)</strong> À direita escrevemos a fórmula (P∧Q) ⇒P.<br><br>                    <strong> Coluna da Esquerda:</strong><br>              <strong>3)</strong> Escrevemos os valores de verdade de todas as possibilidades de combinação de P e Q, alinhados por baixo de cada letra proposicional, um em cada linha. Na primeira letra proposicional alterna "V" e "F" em grupos de dois, na segunda letra alterna "V" e "F" um a um.<br><br>                        <strong>Coluna da Direita:</strong><br>               <strong>4)</strong> Identificamos o âmbito de cada operador ou conectiva lógica;<br>               <strong>5)</strong> Calculamos os valores de verdade da fórmula, começando por calcular os valores da conectiva de menor âmbito (neste caso P∧Q)<br>               <strong>6)</strong> Calculamos os valores de verdade  para cada linha.<br><br><br> <strong>P                      Q</strong>  <strong>          (P∧Q) ⇒P</strong><br> <strong>V                      V</strong>               V         V <br> <strong>V                       F</strong>              F          V<br> <strong>F                       V</strong>              F          V<br> <strong>F                       F</strong>              F          V<br><sub>Ordem de cálculo                            1          2</sub></div><div> <br>Na tabela de verdade a proposição (P∧Q) ⇒P é verdadeira em todas as circunstâncias. Chamamos tautologias, ou verdades lógicas às proposições verdadeiras em todas as circunstâncias, quais quer que sejam os valores de verdade das proposições componentes.<br>           <br>           <strong>B) Valor de Verdade de ~[ P⇒ (P∨Q)]<br></strong><br>  <strong>P                 Q</strong>  ~[ P⇒ (P∨Q)] <strong> </strong><br>  <strong>V                  V</strong>   F    V     V<br>  <strong>V                  F</strong>    F    V     V<br>  <strong>F                  V</strong>   F     V     V<br>  <strong>F                   F</strong>   F     V     F<br><sub>Ordem de Cálculo       3       2       1</sub><br><br>A proposição ~[ P⇒ (P∨Q)] é falsa em todas as circunstâncias da tabela de verdade. Dizemos que a sua falsidade depende da forma lógica e chamamos-lhe contradição.<br>As contradições são falsidades lógicas, isto é negação das verdades lógicas.<br><br><strong><br>           C) Valor de Verdade de P⇔~Q</strong><br>   <strong>P                  Q</strong>   P⇔~Q<br>   <strong>V                   V</strong>       F   V<br> <strong> V                    F</strong>       V   V     <br>  <strong>F                    V</strong>       V   F<br>  <strong>F                    F</strong>       F    V         <br><sub>Ordem de Cálculo              2      1</sub><br> <br>A proposição P⇔~Q é verdadeira em algumas linhas da tabela e falsa noutras. Trata-se de uma proposição contingente.<br>Chamamos contingentes ou contingências às proposições cuja verdade ou falsidade não pode ser determinada apenas pela função da sua fórmula lógica, sendo que em algumas circunstâncias são verdadeiras e noutras são falsas.<br><br>Em suma, há três tipos de proposições compostas:</div><ul><li><strong>Tautologias</strong>: Proposições compostas que são verdadeiras qualquer que seja o valor de verdade das proposições simples compostas;</li><li><strong>Contradições</strong>: Proposições  que são verdadeiras em algumas circunstâncias e falsas noutras, a sua verdade depende do valor de verdade das proposições simples que a compõem;</li></ul><div><br><strong>Autoavaliação 5<br>1-A)</strong> V       <strong>E)</strong> V<br><strong>B)</strong> V        <strong>  F)</strong> V<br><strong>C)</strong> V          <strong>G)</strong> F<br><strong>D)</strong> F<br>  <br><br><strong>9- Determinação da Validade dos Argumentos<br></strong>A lógica proposicional estuda a validade dos argumentos dedutivos. Permite testar a validade dos argumentos com base nas combinações do valor de verdade das proposições simples e das condições de verdade das conectivas lógicas.<br>Chama-se <strong>inspetor de circunstâncias</strong> ao dispositivo gráfico que permite testar a validade dos argumentos dedutivos.<br> <br>           A) Inspetores de Circuntâncias<br>Considerando o seguinte argumento:<br>P⇒ Q<br>P<br>∴Q<br>Para testar a sua validade vamos usra um inspetor de circunstâncias, que é uma tabela de  verdade semelhante às tabelas que usamos para determinar o valor de verdade das proposições compostas.<br>Na coluna da esquerda escrevemos as letras proposicionais  e os respetivos valores de verdade.<br>Na coluna da direita em vez da fórmula proposicional escrevemos o argumento: a premissa ou premissas, separadas por vírgulas, seguidas da palavra "logo" ou do sinal lógico "∴" e a conclusão.<br>Testamos a validade de um argumento verificando se há alguma circunstância (alguma linha da tabela) que apresente <strong>premissas verdadeiras e conclusão falsa.</strong> Se existir o argumento é inválido. Se não existir o argumento é válido.<br><br><br>  <strong>P               Q</strong>   P⇒ Q, P, logo, Q  <br>  <strong>V                V</strong>      V         V       V<br>  <strong>V                F</strong>       F         V        F<br>  <strong>F                V</strong>       V         F         V<br>  <strong>F                F</strong>        V        F          F<br><br>No argumento em análise podemos concluir que na única circunstância eum que as premissas são verdadeiras (linha 1), a conclusão também é verdadeira, portanto o argumento é <strong>válido</strong>.</div><div>Trata-se de um argumento designado <strong><em>Modus Ponens</em></strong><em> </em>ou afirmação do antecedente, umas das formas válidas do argumento condicional.<br><strong>Um argumento condicional é argumento dedutivo em que uma das premissas é uma proposição condicional.<br><br><br></strong>O argumento condicional tem duas formas válidas:</div><div><strong>   1. A⇒ B,  A, logo, B<br>   2. A⇒ B, ~B, LOGO, ~A</strong><br><br>Como podemos observar, a primeira premissa de ambas as formas é uma proposição condicional. A outra premissa: afirma o antecedente em um <em>Modus Ponens</em>, ou afirmação do antecedente, ou nega o consequente <strong><em>Modus Tollens</em></strong><em> </em>ou negação do consequente.<br>Também a fórmula do Modus Tollens, no inspetor de circunstâncias, apresenta conclusão verdadeira na circunstância em que as premissas são ambas verdadeiras. Trata-se, pois de um argumento válido.<br><br>  <strong>P              Q</strong>     P⇒ Q, ~Q, logo, ~P  <br>  <strong>V               V</strong>      V         F              F<br>  <strong>V               F</strong>       F         V             F<br>  <strong>F                V</strong>       V        F              V<br>  <strong>F                 F</strong>       V        V             V       <br><br><br></div><var><strong>10- Argumentos com três letras proposicionais (P, Q, R)</strong></var><div>   <br>       Consideremos o seguinte argumento com três letras proposicionais (P, Q e R):<br>"Vou abrir uma loja. Se conseguir um empréstimo bancário, invisto na Bolsa ou abro uma loja. Consigo um empréstimo bancário mas não invisto na Bolsa".<br> <br><strong>1ª Tarefa</strong><br>Apresentar o dicionário a usar. A partir dele passar o argumento da linguagem natural para a linguagem proposicional, ou seja, formalizar o argumento.<br><br>Nota: Muitas vezes, na linguagem natural, a conclusão do argumento aparece a meio ou no início do argumento. Este é um dos casos em que a conclusão surge em primeiro lugar: "Vou abrir uma loja", Q, Q é a conclusão deste argumemto.<br><br>           <strong>Dicionário:</strong><br>P- Consigo um empréstimo;<br>Q- Invisto na bolsa;<br>R- Abro um loja.<br> <br><br>  <strong>Forma do Argumento</strong><br>               P→(QvR), P∧ ~Q, logo, R<br><br>O inspetor de circunstâncias tem oito linhas, pois o argumento tem três proposições simples: P, Q e R.<br><br><br> | P             Q                R |                 P  →   (QvR),   P ∧  ~Q, logo,  R<br> | V             V                V |                V             V            F      F           V<br> | V             F                V |                V             V            V      V           V   ←<br> | F             V                V |                V             V            F      F            V<br> | F             F                V  |               V              V           F      V            V<br> | V            V                 F |               V              V           F       F            F<br> | V            F                 F |               F               F           V      V            F<br> | F            V                  F |              V               V          F        F           F  <br> | F            F                  F |               V              F          F         V          F<br><br>A forma do argumento é válida, pois na única circunstância em que as permissas são ambas verdadeiras (linha2) a conclusão é também verdadeira.<br><br><br>11-Formas Válidas de inferência<br><br>As formas válidas servem como regras para o cálculo lógico. De entre as regras salientamos as seguintes:<br>     <br>      A) Argumento Condicional<br>Duas formas válidas:<br><br><strong><em>Modus ponens -&gt;</em></strong><em> </em>afirmação do antecedente<em> </em></div><div> A→B<br>A<br>Logo, B<br><br><strong><em>Modus tollens-&gt;</em></strong><em> </em>negação do consequente<br>A→B<br>~B<br>Logo, ~A<br><br>    B)Silogismo disjuntivo<br><br>Argumentos em que uma das premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntivas. A conclusão afirma a outra premissa disjuntiva.<br><br><strong><br></strong><br></div><div><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 20:34:34 UTC</pubDate>
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