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      <title>Resumos by Ane Patrícia Flora</title>
      <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7</link>
      <description>Postem aqui seus resumos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-29 17:15:04 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-30 01:44:38 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Astronomos americanos tiraram uma foto de um relâmpago com mais de 64 quilômetros de extensão. </title>
         <author>244892024</author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012180758</link>
         <description><![CDATA[<p>A revista Nature Geoscience, publicou essa semana sobre um evento climático super raro, conhecido como jatos gigantes. Essa descoberta nos dá algumas coisas interessantes para saber sobre como funciona a eletricidade em todo o planeta. Mas esses grandes jatos podem ir muito longe e rápido porque não há muito ar entre as nuvens e o céu. Descobrir esses eventos raros é difícil porque eles duram apenas um curto período, mas os astronomos continuam os estudos para aprender mais sobre o que está acontecendo. Segundo o diretor da National Science Foundation, Brad Smull, foi um golpe de sorte, pois esse fenomeno é rarissimo, agora os pesquisadores pretendem usar a tecnologia para entende-lo.</p><p><br/></p><p>Rodrigo A. Paiva</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 22:39:48 UTC</pubDate>
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         <title>(Kaio)Resumo sobre &quot;Cientistas fotografam raio que sobe para o espaço&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012181801</link>
         <description><![CDATA[<p>Cientistas americanos conseguiram capturar uma imagem impressionante de um raio ascendente que se estendia por mais de 64 quilômetros, subindo da tempestade em direção ao espaço. Esses eventos raros, chamados de "jatos gigantes", são vistos muito raramente e viajam mais rápido e mais longe na atmosfera rarefeita do que os raios descendentes convencionais. A foto foi uma verdadeira sorte, já que o fenômeno durou apenas um segundo. Esses jatos gigantes são difíceis de registrar devido à sua rápida duração e raridade.</p><p>Os cientistas da Duke University, liderados por Steven Cummers, conseguiram essa façanha e publicaram seu estudo na revista científica "Nature Geoscience". Até o momento, imagens de jatos gigantes só foram registradas cinco vezes desde 2001. A imagem do raio e as medições do campo magnético obtidas estão fornecendo aos pesquisadores uma compreensão mais profunda desses eventos raros.</p><p>A descoberta também está fornecendo novas informações sobre os processos elétricos na atmosfera da Terra, com implicações importantes para o circuito elétrico global do planeta. Os jatos gigantes são capazes de transferir descargas elétricas significativas para as camadas inferiores da ionosfera, revelando a complexidade dos fenômenos atmosféricos.</p><p>Apesar de ainda não entenderem completamente as condições meteorológicas que favorecem a ocorrência desses jatos gigantes, os cientistas estão trabalhando em novos métodos para capturar esses eventos raros, incluindo o uso de câmeras de luz baixa e alta velocidade para obter imagens coloridas, o que poderia fornecer mais informações sobre os processos químicos e as temperaturas associadas a esses fenômenos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 22:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Capturado, um raio gigante, de 64 km de extensão&quot;, afirmam cientistas americanos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012184823</link>
         <description><![CDATA[<p>   Foi capturado a imagem de um raio longo, que são extremamente raros, foi capturado por cientistas americanos, chamados de "gigantic jets" ou "jatos gigantes", mesmo com lua cheia e neblina, eles conseguiram capturá-lo. </p><p>   As imagens foram registradas apenas 5 vezes desde 2001. Os jatos gigantes são capazes de ultrapassar camadas inferiores da Terra. Segundo os cientistas, as descargas elétricas produzidas por raios descendentes e ascendentes são iguais, e não sabem o que favorecem a ocorrência deles.</p><p>   Cummer, um dos especialistas, afirma que capturou a imagem quase acidentalmente. São extremamente difíceis de capturar por conta da curta duração. Eles planejam colocar uma câmera com maiores recursos para capturar a imagem dos jatos em cor.</p><p><br/></p><p>Ana Laura. Lima</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 22:50:16 UTC</pubDate>
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         <title>Raros raios ascendentes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012187165</link>
         <description><![CDATA[<p>Da BBC Brasil 24/08/2009</p><p>Cientistas americanos capturaram a imagem de um raio , com mais de 64km de comprimento, subindo de uma tempestade em direção ao espaço. A foto foi um golpe de sorte, já que a imagem durou apenas um segundo. Apesar de condições de visibilidade ruins resultantes de lua cheia e neblina na atmosfera, fomos capazes de capturar o fato gigante, disse o líder de estudo, Steven Cummer da Duke University, na Carolina do Norte .</p><p>Revelações: imagens de fotos gigantes só foram registradas cinco vezes desde 2001.</p><p>Imagens raras : Especialistas têm dificuldade de obter imagens dos raios ascendentes, porque além de raros tem duração tão curta, que as câmeras precisam estar apontadas para eles no momento preciso que ocorrem.</p><p><br/></p><p>Marcella Reiza Ramalho </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 22:54:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cientistas fotografam raio que sobe para o espaço com 64Km de altura.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012191525</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte da BBC Brasil, publicado pelo site UOL, Astrônomos americanos com golpe de sorte afirmam terem conseguido a imagem, deste tipo de evento que é extremamente raro.</p><p>O estudo foi publicado na Revista “Nature Geoscience”.</p><p>Pesquisadores da Duke University agora podem ter uma compreensão melhor destes raros eventos.</p><p>Brad Smull, diretor da National Science Foundation, confirma que foram surpreendidos pelo tamanho desta descarga elétrica. Cientistas não sabem quais condições meteorológicas para a formação deste tipo de jato.</p><p>São imagens raras de serem obtidas.</p><p><br/></p><p>Emerson Rodrigo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 23:05:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Título: Cientistas fotografam raio que sobe para o espaço</title>
         <author>213522024</author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012267786</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Autor:</strong> Da BBC Brasil 24/08/2009<br><strong>Fonte:</strong> UOL CIÊNCIA E SAÚDE</p><p>Cientistas americanos registraram uma imagem rara de um raio ascendente com mais de 64 km de extensão, subindo da tempestade em direção ao espaço. Conhecidos como "jatos gigantes", esses fenômenos meteorológicos são excepcionais e pouco compreendidos. A captura da imagem foi uma coincidência, já que sua duração foi de apenas um segundo.</p><p>O estudo liderado por Steven Cummer, da Duke University, publicado na revista "Nature Geoscience", revela detalhes sobre esses eventos raros, fornecendo uma melhor compreensão dos processos elétricos globais da Terra. As imagens e medidas do campo magnético estão desvendando o comportamento dos jatos gigantes, que transferem descargas elétricas para camadas inferiores da ionosfera.</p><p>Apesar de similares às descargas dos raios descendentes, os jatos gigantes viajam mais longe e rápido devido à menor resistência do ar na atmosfera rarefeita. Ainda não se sabe ao certo quais condições meteorológicas favorecem sua ocorrência. Capturar imagens desses eventos é um desafio devido à sua raridade e brevidade.</p><p>Cummer conseguiu a foto quase por acaso, graças à meticulosa preparação de seu equipamento. Agora, ele planeja aprimorar sua tecnologia para capturar esses fenômenos em cores, o que pode revelar mais sobre seus processos químicos e temperaturas envolvidas.</p><p>Nome: Helena Saran Silva</p><p>RA: 213522024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:30:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cientista fotografam  raio em direção ao espaço. (Letícia)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012272986</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Fonte- BBC Brasil, publicado pelo site UOL CIÊNCIA É SAÚDE.</p><p><br/></p><p>O texto descreve a descoberta de um fenômeno meteorológico raro chamado jatos gigantes, onde um raio de mais de 64 km de comprimento foi observado subindo da tempestade em direção ao espaço. Esta descoberta foi feita por cientistas americanos da Duke University e publicada na revista "Nature Geoscience". Os jatos gigantes são eventos elétricos que transferem descargas para camadas inferiores da ionosfera, contribuindo para o entendimento do circuito elétrico global da Terra. Apesar de sua raridade, esses eventos são importantes para entender os processos atmosféricos. Capturar imagens desses eventos é difícil devido à sua duração curta e raridade. O pesquisador Steven Cummer planeja usar câmeras de alta velocidade para obter mais informações sobre esses fenômenos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:34:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012272986</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DUKE UNIVERSITY e o RAIO GIGANRE (UOL ciência e saúde) DA BBC BRASIL 24/05/2024 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012275501</link>
         <description><![CDATA[<p>Cientistas da Duke University capturaram umas imagem rara de um jato gigante, um tipo de raio que se estende para o espaço  com mais de  64 Km de comprimento.</p><p>O estudo, financiado pela <strong>National Science Foundation</strong> e publicado na “Nature Geoscience”, revela que os jatos gigantes podem transferir descargas elétricas significativas para a ionosfera. A captura do evento foi quase acidental, utilizando uma câmera de vídeo e um medidor de emissões de rádio sincronizados por satélite. Os cientistas planejam usar câmeras de alta velocidade para obter mais informações sobre o fenômeno.</p><p><br/></p><p>( Smaili Mamede )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:36:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo um enorme raio no espaço </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012276499</link>
         <description><![CDATA[<p>(Vanessa de Almeida de Paula -  RA225212024)</p><p><br/></p><p>Segundo a publicação no site da UOL ciências e saude, relata a foto de um raio capotada por Cientistas americanos registraram a imagem rara de um raio gigante ascendendo de uma tempestade para o espaço, com comprimento superior a 64 km. A fotografia foi obtida por sorte, já que durou apenas um segundo. Conhecidos como "gigantic jets" (jatos gigantes), esses eventos meteorológicos são extremamente raros e costumam se estender mais longe e mais rápido do que os raios descendentes, devido à menor resistência do ar rarefeito nas camadas superiores da atmosfera.</p><p>A equipe liderada por Steven Cummer, da Duke University, conseguiu capturar a imagem apesar de condições de visibilidade desfavoráveis. Este estudo, publicado na "Nature Geoscience", destaca a importância das descargas elétricas que se estendem até a ionosfera, contribuindo para o entendimento do circuito elétrico global da Terra.</p><p>Desde 2001, apenas cinco imagens de jatos gigantes foram registradas. As medições do campo magnético feitas pela equipe de Cummer revelam que esses jatos podem transferir significativas descargas elétricas para a ionosfera. No entanto, as condições específicas que favorecem a ocorrência desses fenômenos ainda são desconhecidas.</p><p>A captura acidental da imagem por Cummer ocorreu através de uma câmera de vídeo e um aparelho que mede emissões de rádio, sincronizados por um sistema de navegação por satélite. Agora, Cummer planeja utilizar uma câmera de alta velocidade para obter imagens coloridas, buscando informações adicionais sobre os processos químicos e as temperaturas envolvidas nesses fenômenos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:37:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raio Inverso </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012278368</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com os cientistas americanos aparecu um raio com 64km de comprimento, porém ao invés de descer ele subiu para o céu, durando somente 1 segundo. Esses jatos gigantes só foram vistos 5 vezes desde 2001. Esse fenômeno é chamado de gigantic jets, ou jatos gigantes. Segundo Cummer, as medições feitas por sua equipe sugerem que as descargas de eletricidade produzidas por raios descendentes e ascendentes sejam semelhantes.   </p><p>Fonte: OUL Ciência e Saúde </p><p>Gustavo Rizzo<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:38:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raio gigante de 64 km, é fotografado por cientistas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anepatflora/o0uxkfpro9yjs4j7/wish/3012301370</link>
         <description><![CDATA[<p>Autor: BBC Brasil</p><p>Site: publicado pela UOL.</p><p><br/></p><p>Astrônomos americanos registram fenômeno natural, através de imagens captadas por equipamentos, por mais que foi um fenômeno de pouca duração, os cientistas ficaram impressionados com o " Raio Gigante ", e a descarga elétrica na qual foi vista através do campo magnético,</p><p>o acontecimento foi devido a uma descarga de camadas inferior na ionosfera, formando assim uma descarga elétrica.</p><p>Através desse fenômeno foi Steven Cummer, da Duke University, que publicou em uma revista, um estudo liberado na ele qual ele revela e aborda o " acontecimento ", revelando detalhes de como se deu o fenômeno raro.</p><p><br/></p><p>Integrantes:</p><p><br/></p><p>Stephany da Silva - 203692024</p><p>Alex de Oliveira - 203672024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 00:54:27 UTC</pubDate>
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