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      <title>3° TDS- B - 11 dias na Coreia do Norte by Cleverton Rezende Santos</title>
      <link>https://padlet.com/clevertonrezendesantos/o0nesm90eouk7vx4</link>
      <description>Aponte curiosidades, comentários, conexões com outras informações e fontes ...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-27 17:03:57 UTC</pubDate>
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         <title>Laura Priscila Moura Da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na parte 2 da reportagem, é mostrado um supermercado e inclusive o preço dos produtos,  que é muito barato. Um pacote grande de biscoito por R$: 0,05 mas mesmo sendo muito barato a grande parte da população não tem condições de fazer uma feira, por exemplo. Os dados apontam que em 2018 (ano em que foi feita a reportagem) 70% da população depende da comida distribuída pelo governo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 17:16:47 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Henrique da Gama Modesto</title>
         <author>pmodesto2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O fantástico foca as entrevistas ao i<mark>dolotrado presidente Kim Jong-un na Coreia do Norte,</mark> no <mark>controle da informação e circulação restrita dos seus cidadãos, ou seja o regime ditatoririal. </mark>A fachada das aparências prevalece, com cenários criados para estrangeiros que escondem a dura verdade da <mark>pobreza e da opressão.</mark> A <mark>sociedade está dividida em classes sociais com base na fidelidade ao regime</mark>, o que afeta a <mark>disponibilidade de recursos. </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-31 17:43:56 UTC</pubDate>
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         <title>Milla Juliane Aragão da Anunciação </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Achei interessante a reportagem do Fantástico sobre os 11 dias na Coreia do Norte. É um país bem fechado e cheio de mistério, e dá para ver como o governo controla tudo e todos até os visitantes. O repórter nunca podia andar sozinho, sempre com um guia do governo, o que me fez pensar se o que foi mostrado é algo real ou só encenação.</p><p><br></p><p>A economia lá é muito diferente da nossa, algumas coisas básicas para a gente, como celular e roupas de marca, são praticamente "luxo" para eles. Eles falam de uma ideologia de "autossuficiente", mas, na real, dependem bastante da China.</p><p><br></p><p>É intrigante comparar a Coreia do Norte com outros países isolados e ver como a propaganda do governo controla tudo, até a percepção das pessoas. No geral, a reportagem foi legal, mas ficou claro que a gente só viu o que o governo queria mostrar, deixando muitas dúvidas sobre a vida real por lá.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-01 16:22:18 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;11 dias na Coreia do Norte&quot; reportagem do fantástico./Nathália Barros Dário</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A reportagem do fantástico "11 dias na Coreia do Norte" fala a maneira como o regime de Kim Jong-un controla as informações e atividades das pessoas dentro do país. Durante a viagem, o jornalista é acompanhado a todo momento por guias do governo, que asseguram que ele só vejam o que o regime permite. Além disso, a reportagem destaca o contraste entre a capital Pyongyang, onde as infraestruturas parecem modernas e bem cuidadas, e as áreas rurais, onde a pobreza e a falta de recursos são evidentes. Também é explorada a forma como à personalidade de Kim Jong-un é disseminado e como o sistema educacional e os meios de comunicação são usados para manter a população sob controle. A matéria do Fantástico mostra como a nação que raramente permite visitantes estrangeiros e que, quando o faz, mostra apenas uma versão cuidadosamente editada de si mesma. É um retrato impactante que revela muito sobre a vida na Coreia do Norte, mas também levanta questões sobre o que permanece escondido dos olhos do mundo exterior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 14:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza Santos Andrade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na reportagem mostra que a Coreia do Norte  vive sob uma ditadura severa, onde o governo controla tudo. A população não tem acesso às redes sociais como nós temos, eles nem chegam a conhecer. Eles só podem usar uma internet controlada pelo governo, que limita o que podem ver e compartilhar. O documentário também mostra os desafios diários, como a constante vigilância e a propaganda intensa. Os jornalistas que visitaram o país enfrentaram uma supervisão constante e rigorosa. A equipe foi acompanhada durante toda a sua estadia, o que restringiu severamente sua capacidade de capturar e mostrar a verdadeira condição de vida dos norte-coreanos. Assim, o retrato que foi mostrado ao mundo foi muito limitado e controlado pelo regime, refletindo apenas o que eles queriam que fosse visto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 15:13:33 UTC</pubDate>
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         <title>Millene Dos Santos Santana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/clevertonrezendesantos/o0nesm90eouk7vx4/wish/3100337269</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Como observei na parte 1 da reportagem, ficou evidente o quanto a Coreia do Norte é diferente do nosso país, tanto em termos culturais quanto políticos. Na parte 2, pude compreender ainda mais as diferenças, especialmente na culinária, que me chamou atenção por ser majoritariamente composta de pratos que parecem crus. Outro aspecto que me impressionou foi a visita a uma fábrica de roupas, onde a meta é produzir as melhores roupas de seda, mas as condições de trabalho são preocupantes: o ambiente é extremamente barulhento, e as mulheres na linha de produção não usam protetores auriculares. Além disso, a proibição de filmagens, como na praia que o repórter visitou, reforça o controle rígido que existe no país. Esse contraste com o Brasil, onde filmar na praia é uma atividade comum, só reforça a percepção do quanto o regime norte-coreano é autoritário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 15:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>KARLA GABRIELE MOURA PORTO 3º TDS B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao assistir vídeo "11 Dias na Coreia do Norte", percebi como é diferente a vida lá. O que mais me chamou a atenção foi a rotina das pessoas e o seu cotidiano que é totalmente regido pelo governo, até a internet que eles usam é diferente de todo o resto do mundo. A alimentação, por exemplo, os pratos são simples e muitos alimentos que a gente consome com facilidade parecem ser luxo por lá. A propaganda do governo é algo muito presente, dá a impressão que as pessoas sempre estarão sendo vigiadas.</p><p>Me impressionei  da forma como os turistas são tratados. Eles parecem estar em uma espécie vigia, tudo que eles vão fazer parece que já está programado,onde só podem ver o que o governo permite, como se tudo fosse parte de um roteiro montado. Ou seja, não há a liberdade nem mesmo aos turistas, todos tem que seguir a forma do governo. Em nosso país, nós podemos questionar tudo isso pois o governo é democrático.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 16:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Nunes -3ª TDS-B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Através do vídeo tive uma percepção que me mostrou a realidade do país, algo que eu nunca tinha parado para analisar tão profundamente. Ver as vivências do dia a dia dos norte-coreanos, suas rotinas e até a forma como eles interagem entre si é fascinante, mas também um pouco assustador. A reportagem mostra a Coreia do Norte como uma sociedade extremamente controlada na minha visão e regida ao governo, onde cada aspecto da vida das pessoas é monitorado. Uma curiosidade que me chamou a atenção foi a questão da comida. O vídeo mostrou pratos típicos que, para eles, são comuns, mas para nós são diferentes.</p><p><br></p><p>O que mais me impactou foi perceber a diferença entre a imagem que o governo norte-coreano tenta passar e o que realmente acontece na realidade. Esse tipo de controle absoluto é algo que nunca vivenciei pessoalmente, e isso me fez refletir sobre como a liberdade que temos em nosso cotidiano é algo que muitas vezes tomamos como garantido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 16:55:03 UTC</pubDate>
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         <title>Stephanie Joana Mesquita dos Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A reportagem do "Fantástico" trouxe um olhar sobre a Coreia do Norte e a forma como o regime ditatorial de Kim Jong-un mantém um controle rígido sobre todas as informações e o movimento de seus cidadãos. Para os estrangeiros, o país se apresenta com uma fachada cuidadosamente montada, que mascara a realidade de pobreza e repressão. A sociedade é estratificada de acordo com a lealdade ao regime, influenciando diretamente o acesso a bens e serviços.</p><p><br/></p><p>O controle é tão rígido que os visitantes estrangeiros nunca podem andar sozinhos, sempre acompanhados por guias governamentais. A economia local também é peculiar: produtos comuns no Ocidente, como celulares e roupas de marca, são considerados itens de luxo. Embora o país propague uma imagem de autossuficiência, na prática, ele depende bastante do apoio econômico da China. A comparação da Coreia do Norte com outros países isolados revela o poder da propaganda estatal em moldar a percepção pública. No fim das contas, a reportagem mostra apenas o que o governo permite, deixando em aberto muitas questões sobre a vida cotidiana dos norte-coreanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 17:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>Antônio Gabriel Nunes Marques </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/clevertonrezendesantos/o0nesm90eouk7vx4/wish/3100511804</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário "11 Dias na Coreia do Norte" oferece uma rara perspectiva sobre um dos países mais isolados do mundo, combinando elementos de reportagem jornalística com uma abordagem cinematográfica. A narrativa é construída a partir da perspectiva de estrangeiros, revelando a tensão entre o que é mostrado e o que está oculto. O documentário retrata a Coreia do Norte de forma dual: confirma estereótipos sobre o regime opressivo, mas também humaniza a população ao mostrar aspectos comuns da vida cotidiana. No entanto, levanta questões éticas sobre a participação dos cineastas em potencial propaganda estatal, destacando as complexidades e responsabilidades de documentar realidades sob regimes de forte controle.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 17:04:49 UTC</pubDate>
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